Uso de cartões de crédito de supermercados cresceram 33% no primeiro trimestre

Nos três primeiros meses deste ano, mesmo com o cenário de pandemia avançando e o pagamento do auxílio emergencial indefinido pelo Governo Federal, a DMCard conseguiu manter o seu ritmo acelerado de crescimento. O fenômeno da busca pelo uso de cartões de crédito de supermercados como aliado, principalmente o private label, é comprovado ao se observar a variação no número de propostas recebidas, ou seja, novos clientes em busca de crédito.

No primeiro semestre de 2020 foram 353.694 novas propostas, total que no mesmo período deste ano chegou à marca de 470.674, um aumento de 33% e um novo recorde para a empresa. No primeiro trimestre, os portadores dos cartões DMCard movimentaram R$ 870 milhões em compras pelo país. O montante representa um crescimento de 29% se comparado ao mesmo período de 2020, quando o valor em compras no crédito gerido pela DMCard foi de R$ 676 milhões, o que já era um recorde para janeiro, fevereiro e março.

Além disso, o resultado alcançado pela instituição financeira também merece atenção, pois quase se igualou ao valor movimentado em pagamentos realizados no 4º trimestre de 2020, que foi de R$ 873 milhões. “Os últimos três meses do ano tradicionalmente formam o período de maior movimentação no varejo devido ao período de festas, pagamento de bônus e 13º salário pelas empresas.  Além disso, 2020 ainda contava com o pagamento do auxílio emergencial às famílias de baixa renda impactadas pela pandemia”, explica Sandra Castello, Diretora de Marketing e Pessoas da DMCard.

Mesmo sem auxílio o cartão ainda foi um aliado do consumidor 

Desde o ano passado, a DMCard entrou no setor de cartões de crédito bandeirados com a Mastercard. Contudo, representando apenas 4% dos cartões ativos, a principal ferramenta da instituição para disponibilizar crédito ainda é o cartão de loja, o private label, principalmente em supermercados, segmento no qual a empresa é líder há anos. Sandra explica como esse business core e o atual cenário econômico desafiador foram os fatores que impulsionaram o crescimento.

“A pandemia potencializou um cenário econômico que já se mostrava difícil há alguns anos. Um fenômeno que tem empurrado consumidores, principalmente das classes mais baixas, para o cartão de supermercado para conseguirem abastecer seus lares. Esse comportamento, aliado às nossas ações de gestão rápidas e precisas, possibilitou sustentar a nossa média de crescimento e nos estimulou a manter nossos planos de lançamentos de novos produtos sem nenhum atraso”.

A executiva também fala sobre a dificuldade de acesso ao crédito em momentos de crise econômica como a que passamos. “O cenário econômico e o risco de inadimplência já traziam cada vez mais dificuldade de acesso ao crédito tradicional. Com a pandemia, somamos a esses problemas a diminuição de poder aquisitivo ocasionada principalmente pelo lockdown. Para a população de baixa renda e para aquele consumidor ainda desbancarizado, o cartão de loja teve um papel importante na manutenção do consumo doméstico básico”.

Cresce a busca  também para acerto de dívidas

“Essa busca pela segurança financeira, de ter um crédito à disposição para emergências, também pode ser observada no aumento do número de consumidores em dívida buscando realizar acordo para pagamento”. Destaca Sandra, lembrando que, os que já possuem o cartão, se preocuparam em mantê-lo ativo.

No primeiro semestre de 2020 foram mais de 268 mil acordos realizados, o que já era um salto, uma vez que representa um crescimento de 33% ao ser comparado com o mesmo período de 2019. Durante o ano passado, os números de novos acordos continuaram altos no primeiro semestre e começaram a ter uma leve queda no segundo, quando a pandemia começou a se estender mais do que era previsto e o efeito no orçamento familiar passou a pesar no bolso.

Em 2021, essa busca pelo pagamento de dívidas com a DMCard começa a retomar um ritmo de crescimento. No primeiro trimestre chegou a um total de 287.518 acordos, o que representa um aumento de 7%.

Assim, a DMCard faz sua parte nesse momento tão delicado do Brasil, de crise sanitária, por conta da pandemia que se reflete em crise econômica. De um lado oferecendo crédito, para aqueles que precisam continuar consumindo, e também facilitando as negociações para os inadimplentes.

Sobre o Grupo DMCard

A DMCard é uma administradora de cartões private label que nasceu em 2002, em São José dos Campos, interior de são Paulo. A empresa viabiliza a redes de supermercados a possibilidade de oferecerem aos seus consumidores um cartão de crédito de marca própria que, além de aumentar as vendas, fideliza seus clientes. Além da própria, o grupo conta também com a processadora de cartões Infocards e a financeira Finansinos S/A.

Denis César Correia, CEO do Grupo, explica o sucesso e os diferenciais da DMCard: “Somos uma empresa especialista em varejo, por isso podemos atender às necessidades específicas do segmento”.

A DMCard nasceu de uma pequena operação de cartões de fidelidade de uma rede varejista. Hoje, possui uma completa e integrada estrutura de administração e processamento de operações, e atua em diversas regiões do Brasil. A empresa já ultrapassou a marca de 3 milhões de cartões emitidos para mais de 360 redes e 2.300 lojas, incluindo Sonda, Cobal, Spani, Semar, Royal, Unissul, Unidasul, Docelar, Joanin, Ricoy, Imec, BH, Koch, Paulistão, Extrabom e Althof.

Além do crédito, a DMCard ainda oferece uma poderosa ferramenta de CRM que coleta informações sobre o hábito de compra dos consumidores, permitindo, assim, a criação de campanhas personalizadas e relevantes para os diferentes perfis de clientes existentes.

Com nota alta em qualidade de serviço, a DMCard é uma das únicas empresas de cartões que possui o selo RA1000, garantindo o compromisso da marca em oferecer o melhor atendimento para seus parceiros e clientes.

www.dmcard.com.br

...

Gostou de “Uso de cartões de crédito de supermercados cresceram 33% no primeiro trimestre”?

Sandra Castello, Diretora de Marketing e Pessoas da DMCard
C+M Comunicação

Assine nossa Newsletter e receba nossas publicações em seu email assim que estiverem online em nosso site. Aproveite e leia sobre Carreiras e Trabalho, com os ensinamentos de Rogério de Caro.

Junte-se a 1.074 outros assinantes

Governo deve contingenciar para cumprir teto de gastos

Para alcançar esse o objetivo de cumprir o teto de gastos, advogado e economista Alessandro Azzoni acredita que o governo deverá focar na questão de reajustes de salários e previdenciários

Aprovado pelo Congresso no fim de março com uma séria de manobras fiscais para elevar emendas parlamentares – conta com uma previsão de despesas que extrapola o teto de gastos em quase R$ 32 bilhões, segundo projeção da Instituição Fiscal Independente (IFI).

Para cumprir a regra do teto de gastos, o governo precisará contingenciar todo esse montante da peça orçamentária, sob o risco de crime de responsabilidade. Esse valor é equivalente a quase um quarto do dinheiro que o governo pode gastar com investimentos e manutenção da máquina pública. Como opção, pode-se reduzir despesas não obrigatórias, ou negociar com o Congresso o corte nas emendas parlamentares, o que depende da aprovação de um projeto de lei.  

A peça orçamentária, que ainda precisa ser sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, subestimou gastos obrigatórios, como os benefícios previdenciários, e turbinou emendas parlamentares – recursos que deputados e senadores podem destinar para projetos em suas bases eleitorais. A equipe econômica pede vetos ao texto original e a recomposição dos gastos, ao mesmo tempo que a ala política pressiona pela sanção integral, com correção das contas ao longo do ano.

Segundo o advogado e economista Alessandro Azzoniconselheiro do SINFAC/SP (Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil Factoring do Estado de São Paulo), qualquer rompimento da barreira do teto passa uma imagem negativa, pois implica que a lição de casa do governo, de segurar os gastos públicos dentro do endividamento programado pelo teto, foi ultrapassado. “Isso significa que temos um risco fiscal, um risco de entrar em uma espiral de endividamento e, com isso, os investidores estrangeiros começam a analisar o Brasil com notas mais baixas nas qualificações de investimento e o impacto pode ser completamente negativo, pois dependemos das reservas internacionais”.

O especialista não tem dúvidas de que que o contingenciamento vai ser feito obrigatoriamente pelo governo, por causa da lei de responsabilidade fiscal. “Eu acredito que o governo deve fazer esse controle, deve cortar despesas de outras áreas. Vai ter que mexer muito nesse sentido, em reajuste de salários e reajustes previdenciários, pois grande parte do orçamento é consumido por folha de pagamento e previdência”, explica Azzoni.

O endividamento do Estado acaba refletindo diretamente na imagem do país, segundo o advogado. “Se você não tem um controle da dívida pública, temos um grande problema de imagem no exterior. A qualificação de risco de investimento das agências certificadoras serve como score. Sempre que descemos nosso score, os investidores internacionais – dos quais precisamos muito, para garantir as nossas reservas internacionais e os investimentos de empresas no Brasil – acabam se distanciando desse cenário de risco”, finaliza.

Alessandro Azzoni
divulgação

Alessandro Azzoni – Advogado e economista, especialista em direito ambiental, com atuação nas áreas do Civil, Trabalhista e Tributário. É mestre em Direito da Universidade Nove de Julho, especializado em Direito Ambiental Empresarial pela Faculdade Metropolitanas Unidas (FMU). Graduado em direito pela FMU. Bacharel em Ciências Econômicas pela FMU.  Professor de Direito na Universidade Nove de Julho (Uninove). É Conselheiro Deliberativo da ACSP – Associação Comercial de São Paulo; Coordenador do NESA –Núcleo de Estudos Socioambientais – ACSP – Associação Comercial de São Paulo; Conselheiro membro do conselho de Política Urbana – ACSP – Associação Comercial de São Paulo; Membro da Comissão de Direito Ambiental OAB/SP.

Gostou da nossa matéria “Governo deve contingenciar para cumprir teto de gastos“?

Assine nossa Newsletter e receba nossas publicações em seu email, fique ligado nas notícias e matérias do jornal assim que estiverem online. Então, aproveite e leia as Últimas Notícias. Conheça nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 1.074 outros assinantes

CPI da covid-19, caixa de pandora para prefeitos e governadores

Já pensou como seria uma CPI para prefeitos e governadores, sobre atuação destes na pandemia da covid-19? Estamos em uma guerra política e jurídica no bom sentido da coisa, vivemos tempos de instabilidade entre os poderes, imagina uma CPI onde seria uma caixa de pandora nas prefeituras e estados? A sociedade vai ficar perplexa com tantos valores gastos sem licitações e explicações plausíveis, acho que essa caixa da covid-19 seria 10 vezes maior que a de pandora.

O Supremo Tribunal Federal determinou a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar a atuação do governo federal e eventuais omissões no enfrentamento da pandemia de Covid-19.

A ordem para a instalação do que está sendo chamada de CPI da Covid partiu do ministro Luís Roberto Barroso, atendendo a um pedido protocolado na Corte por senadores.

Alessandro Vieira, do Cidadania do Sergipe, e Jorge Kajuru, do Cidadania de Goiás, apresentaram a ação judicial.

Ao todo, 31 senadores assinaram um pedido de criação da CPI, em 15 de janeiro, quatro a mais que os 27 exigidos pelo regimento do Senado.

Eles recorreram ao STF porque não foram atendidos por Rodrigo Pacheco, do DEM de Minas Gerais, que, como presidente do Senado, é o responsável por abrir o procedimento na Casa.

Ao mesmo tempo em que determinou a abertura da CPI no Senado, Barroso encaminhou o caso para ser analisado pelos demais ministros da Corte, em plenário.

Gostou de “CPI da covid-19, caixa de pandora para prefeitos e governadores?

Ministro Luís Roberto Barroso durante sessão extraordinária do STF / Crédito: Carlos Moura/SCO/STF

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Confira mais em Fala José. Confira nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 1.074 outros assinantes

Gastos de supermercado do governo somam quase R$ 2 bi em um ano

Abastecimento da despensa de todos os órgãos do executivo federal somou, no ano passado, UM BILHÃO 800 MILHÕES REAIS em gastos de supermercado do governo.

Um gasto mensal estimado em 150 MILHÕES.

Na lista de compras, desde os tradicionais itens da cesta quase básica: arroz, feijão, carne, batata frita e salada; aos triviais para um lanchinho: biscoitos, massa de pastel, pão de queijo e geleia de mocotó.

No carrinho extra, alguns itens digamos, para um jantar especial: vinho, pizza, refrigerante.

E muitas guloseimas: bombom, chantilly, picolé, sagu, leite condensado e até chiclete.

Os dados são do Painel de Compras atualizado pelo Ministério Economia, publicados pelo portal Metrópoles.

Os gastos que mais chamam a atenção, por exemplo, são os quase DOIS MILHÕES 204 MIL para pagar goma de mascar.

Pizza e refrigerante somaram mais de 32 MILHÕES; embutidos: 45 MILHÕES; bacon: SETE MILHÕES.

Os cardápios foram incrementados com molhos shoyo, inglês e de pimenta, que levaram DOIS MILHÕES 203 MIL dos cofres públicos.

Para amenizar o salgado valor da conta: leite condensado.

Uma das preferências do café da manhã do presidente Bolsonaro, que custou, em 2020, a bagatela de 15 MILHÕES.

Sem contar outros docinhos para afastar os desafetos: sorvete, frutas em calda ou cristalizadas e coberturas, que fizeram a caixa registradora tilintar: mais 123 MILHÕES.

Os campeões do consumo foram os Ministérios da Defesa – 632 MILHÕES – e o da Educação – 60 MILHÕES.

No caso da Defesa, a conta foi justificada pelo Ministério da Economia para alimentar tropas das forças armadas, com 370 mil pessoas.

Em parceria com Rádio2.

Gostou de “Gastos de supermercado do governo somam quase R$ 2 bi em um ano”?

Assine nossa Newsletter e receba nossas publicações em seu email, assim que estiverem online. Aproveite e leia mais as notícias do Brasil.

Photo by Mehrad Vosoughi on Pexels.com

Transferência de R$ 2,45 bilhões do ICMS para prefeituras

Em 1º de setembro, o governo de São Paulo transferiu valor referente ao montante arrecadado no período de 24 a 28 do mês passado

No mês de agosto, o governo de São Paulo distribuiu às prefeituras o total de R$ 2,45 bilhões em repasses do ICMS. Em 1º de setembro, a Secretaria de Fazenda e Planejamento transferiu R$ 475 milhões para todos os municípios do estado, referente ao montante arrecadado no período entre 24 e 28 de agosto. 

Os valores são distribuídos às administrações municipais com base na aplicação do Índice de Participação dos Municípios (IPM) definido para cada cidade.

Programa Cidades Sustentáveis disponibiliza carta-compromisso destinada a pré-candidatos nas eleições 2020

Santo André (SP) lidera o ranking das cidades inteligentes do Brasil

Os depósitos semanais são realizados sempre até o segundo dia útil de cada semana, conforme prevê a Lei Complementar nº 63, de 1990. As consultas dos valores podem ser feitas no site da Secretaria de Fazenda e Planejamento de São Paulo. No acumulado dos primeiros oito meses de 2020, a pasta transferiu R$ 18 bilhões aos municípios paulistas.

Fonte: Brasil 61

Jornal Grande ABC

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

Quer receber mais notícias, em qualquer momento? Assine nossa Newsletter, basta inserir seu e-mail logo abaixo, e receba as publicações todos os dias.

Junte-se a 1.074 outros assinantes

É um prazer ter você conosco. Aproveite para deixar comentário aqui embaixo. Salve nosso Site. Volte Sempre!