A prorrogação do prazo de saques do Bolsa Família será contado a partir da data da disponibilidade da parcela dos benefícios
O prazo para beneficiários do Bolsa Família sacarem os recursos já depositados do programa social e do auxílio emergencial residual foi ampliado de 90 para 270 dias. A decisão do governo federal consta em portaria do Ministério da Cidadania publicada na edição do Diário Oficial da União desta quarta-feira (30).
A legislação prevê que o prazo de saque do programa pode ser estendido em municípios com declaração de situação de emergência. Além disso, a medida pretende evitar aglomerações nos locais de pagamentos.
Novo prazo de saques do Bolsa Família
A prorrogação será contada a partir da data da disponibilidade da parcela dos benefícios. Ela incidirá em todas as parcelas do Bolsa Família disponibilizadas para pagamento durante a vigência da situação de emergência em razão da covid-19 e que ainda estejam válidas.
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Novo valor do salário mínimo em 2021 consta em MP publicada nesta quinta-feira (31)
O salário mínimo em 2021 será de R$ 1.100. A decisão consta em Medida Provisória (MP) publicada nesta quinta-feira (31) no Diário Oficial da União. O valor está acima dos R$ 1.088 previstos pela equipe econômica e autorizados pelo Congresso Nacional.
O novo salário mínimo já passa a valer a partir de 1º de janeiro, mas como toda MP, é necessária a aprovação de deputados e senadores dentro de 60 dias. Os R$ 1.100 representam um aumento de 5,26% em relação ao salário mínimo atual, que é de R$ 1.045.
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Saneamento básico terá apoio com recursos para projetos em andamento, valor acima de 800 milhões de reais. Ministério do Desenvolvimento Regional apresenta intenção de retomar as obras paralisadas nas pequenas cidades.
Os desafios e ambições dos novos prefeitos, acerca da criação ou manutenção dos projetos de seu antecessor. Empreendedoras são contempladas com oferta de cursos exclusivos.
Veja as medidas aprovadas para combater a crise causada por conta da pandemia de coronavírus. Salário Mínimo aprovado em R$ 1.100,00. Prazo para saque do Bolsa Família é ampliado.
O Superior Tribunal Federal mantém a autorização para Anvisa, quanto as vacinas emergenciais contra o coronavírus. Empregadores domésticos já podem para DAE através do Pix. Confira os nomes mais escolhidos e registrados no país, na última década.
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Regularização de dívidas tributárias, crédito para pagamento da folha de salários e regras para recuperação judicial estão entre as principais decisões para salvar as empresas
A Medida Provisória 899/19, aprovada pela Câmara este ano, vai ajudar a reforçar os cofres da União. O texto que regulamenta a negociação de dívidas tributárias deve regularizar a situação de 1,9 milhão de contribuintes, os quais devem cerca de R$ 1,4 trilhão ao governo.
A MP, que se converteu emLei, prevê desconto de até 70% para pessoas físicas, pequenas e microempresas, santas casas e instituições de ensino, entre outras organizações. Esses contribuintes vão ter até 145 meses para pagar suas dívidas, exceto aquelas envolvendo contribuição previdenciária, cujo prazo será de 60 meses.
Medidas para salvar as empresas
Ao longo de 2020, o Congresso Nacional aprovou, também, uma leipara que pequenas e médias empresas pudessem contar com uma linha de crédito especial para pagamento de salários durante a pandemia da Covid-19. O empréstimo permitiu o financiamento dos salários e verbas trabalhistas durante quatro meses.
Ainda em análise no Senado, o PL 1397/20, aprovado pelos deputados, criou regras transitórias para empresas em recuperação judicial e, também, para tentar evitar que outras empresas em dificuldade cheguem a este ponto.
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Iniciativa da educação financeira pretende gerar emprego e renda e promover a autonomia das pessoas inscritas no Cadastro Único
Com objetivo de gerar emprego e renda, além de promover a autonomia das pessoas inscritas no Cadastro Único, o governo federal lançou a iniciativa Portal Progredir, um curso de Educação Financeira voltado exclusivamente a mulheres empreendedoras que buscam independência financeira e querem ter o próprio negócio ou melhorar um já existente.
De acordo com a Secretaria Nacional de Inclusão Social e Produtiva do Ministério da Cidadania, a proposta é de que essas mulheres sejam capazes de desenvolver habilidades financeiras e planejar o próprio negócio. Desta forma, o conteúdo é oferecido de maneira online e gratuita. Ao todo, são 11 videoaulas que abordam temas como Saúde Financeira do Negócio, Serviços Digitais e Gestão de Crise. As inscrições são realizadas pelo Portal Progredir, clique aqui e acesse.
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Os novos prefeitos devem decidir se dão seguimento a programas sociais, obras e políticas públicas positivas de seus antecessores
A partir de sexta-feira (1º), novos prefeitos vão tomar posse em todo o País. E, além do desafio de assumir os municípios em meio à pandemia da Covid-19, os gestores devem decidir se vão dar continuidade aos programas sociais, políticas públicas e obras que a gestão anterior deixou.
A regra que costuma imperar Brasil adentro é de que os feitos do mandatário anterior, principalmente se for de um partido da oposição, devem ser interrompidos. O que prevalece, segundo especialistas ouvidos pelo portal Brasil61.com, é o jogo político. Começa-se tudo do zero.
Fundador e secretário geral da Associação Contas Abertas, Gil Castello Branco destaca que a descontinuidade administrativa é um dos males da administração pública brasileira, das prefeituras até a União. “Aquele governante que acabou de ser eleito, ao invés de concluir as obras passadas, prefere iniciar as suas próprias, porque ele acha que iniciando as suas obras, as mesmas terão a sua marca. É uma questão política, mas que prejudica profundamente os cidadãos”, avalia.
Segundo Nauê Bernardo Azevedo, cientista político e advogado especialista em direito público, há várias explicações para que programas sociais considerados positivos pela população sejam interrompidos quando um novo gestor assume o cargo. “A vontade desse novo gestor eleito trazer programas que tenham o seu carimbo, o seu nome, alguma forma de fazer com que as pessoas lembrem especificamente de sua figura enquanto detentora deste cargo eletivo”, cita.
No entanto, há casos em que há ausência de recursos financeiros permitam a continuidade, ele explica. O fim do Auxílio Emergencial, embora este não seja uma política pública a nível municipal, é o exemplo de um programa social que não deve continuar devido ao impacto fiscal que teria aos cofres públicos federais.
Novos prefeitos e prejuízo
Relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), em 2018, identificou mais de 14 mil obras paradas em todo o País. Esses empreendimentos inacabados já custaram R$ 70 bilhões aos cofres públicos, destaca Gil Castello Branco. Para ele, a interrupção de programas sociais e políticas públicas apenas por motivos políticos traz prejuízos para a população. “O maior prejuízo é da sociedade. Isso vale tanto para as obras, quanto para as políticas públicas, porque a interrupção dessas políticas públicas causa inúmeros problemas para aqueles que, até então, vinham sendo os beneficiários”, alerta.
Para Bernardo, a descontinuidade de boas políticas públicas por interesses políticos é ruim para a população e, sobretudo, para os beneficiários de tais iniciativas. Ele dá um conselho para os gestores que vão tomar posse em janeiro. “Que esses novos prefeitos lembrem que eles vão e a prefeitura, o município fica, e que os cidadãos vão continuar precisando daqueles recursos e programas que são bons. Ter essa noção de que há uma continuidade com ou sem ele é muito importante.”, afirma.
De olho na LRF
Gil Castello Branco chama a atenção para o que diz o artigo 45 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). No que diz respeito ao início de novos empreendimentos, a lei proíbe que novas obras comecem sem a conclusão das anteriores. “Ferindo a LRF, pode ensejar uma ação do Ministério Público, dos Tribunais de Conta. Inclusive, o novo prefeito pode ser responsabilizado, até mesmo por crime de responsabilidade”.
Ele destaca, no entanto, que é necessário haver dinheiro em caixa para que o prefeito dê seguimento a uma ação. “Caso isso não tenha acontecido, ou seja, não tenha recursos para concluir aquilo que foi iniciado na gestão passada, aí o prefeito que saiu ele tem que ser responsabilizado”, diz.
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Obras habitacionais paralisadas: 100 mil são da faixa 1 e 1/5 do programa Minha Casa Minha Vida. Outras 50 mil moradias pertencem à modalidade Programa Oferta Pública.
No Brasil, as obras paralisadas em habitação atingem a marca de 150 mil moradias. Desse total, 100 mil são da faixa 1 e 1/5 do programa Minha Casa Minha Vida. O número consta em panorama divulgado recentemente pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). Apesar disso, a Pasta garante a retomada dos projetos nos pequenos municípios brasileiros.
Segundo o ministro Rogério Marinho, a ideia é que em 2021 essas obras sejam retomadas, levando em conta que muitas famílias se cadastraram para receber uma moradia e estão na expectativa de realizar o sonho da casa própria.
“Vai ser dada a oportunidade para que as entidades parceiras que não tiveram a possibilidade de entregar as obras, tenham o prazo reaberto. Nós imaginamos que pelo menos 90% dessas obras sejam retomadas e boa parte concluídas em 2021, porque estão em graus muito próximos de conclusão. Eu imagino a frustração de um cidadão brasileiro que se inscreveu num programa habitacional, sendo que essa é uma das maiores conquistas da cidadania. Ou seja, ter um teto, ter um lar e uma referência familiar”, destaca o ministro.
Ainda de acordo com o MDR, outras 50 mil moradias paralisadas pertencem à modalidade Programa Oferta Pública, vinculada ao Programa Minha Casa, Minha Vida e que atendia os entes municipais com população de até 50 mil habitantes. Outra informação é de que foram retomadas 30 mil moradias referentes às faixas 1 e 1/5 do Minha Casa, Minha Vida, restando ainda 70 mil.
Para a Confederação Nacional de Municípios (CNM) entre os principais motivos da paralisação das obras estão pontos relacionados às questões fundiárias do terreno, ambientais, fragilidade de projetos básicos e executivos, descontinuidade de liberação de recursos de cronograma físico financeiro não cumpridos e empresas que decretaram falência.
“Arranjos jurídicos” e retomada de obras habitacionais paralisadas
Ao considerar pequenas cidades e as obras paralisadas da Oferta Pública, cerca de 1.800 municípios foram impactados devido à necessidade de arranjos jurídicos com a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), Ministério da Economia e a Medida Provisória 996/2020 que criou o Casa Verde Amarela para viabilizar a retomada desses serviços de infraestrutura.
O ministro Rogério Marinho afirma que, em janeiro de 2021, será possível a retomada e a conclusão de 90% dessas obras. Nesse período, está previsto a reabertura do prazo para a conclusão de moradias paralisadas nesses municípios.
“Nosso compromisso é buscar resoluções para os problemas que foram causados ao longo do tempo. Nós retomamos 30 mil dessas unidades e as outras 70 mil remanescentes devem ser retomadas. A ideia é que em 2021 possamos manter nossos esforços junto à Caixa Econômica, junto às prefeituras, com a nossa Secretaria de Habitação, nossa consultoria jurídica e com os diversos atores envolvidos nesse processo”, pontua.
O MDR também pretende disponibilizar, ainda em janeiro, os primeiros chamamentos públicos para os municípios que desejam participar do novo programa de Regularização Fundiária Urbana e Melhorias Habitacionais, vinculado ao novo programa habitacional – o Casa Verde e Amarela.
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Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.
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A previsão é de que os recursos beneficiem 236 ações em 204 municípios de 24 estados e o Distrito Federal, em obras de saneamento
Mais de R$ 829,8 milhões serão liberados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para que estados e municípios possam dar continuidade ao andamento das obras de saneamento básico por todo o País. Com a medida do governo federal, serão contempladas iniciativas de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais e de saneamento integrado. A expectativa é melhorar as condições de vida de mais de 10 milhões de pessoas, segundo estimativa do MDR.
Outro ponto em destaque é a possibilidade dessa ação gerar e manter mais de 567 mil empregos. Além disso, esses recursos têm objetivo de beneficiar 236 projetos em 204 municípios do Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal.
Segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, esses recursos “vão permitir a continuidade de centenas de obras, garantir melhores condições de vida e de higiene para uma parcela significativa da população”. Anteriormente, o ministro já havia afirmado que esse é um processo que começou em 2016 quando o Congresso Nacional reuniu diversas demandas relacionadas ao setor e percebeu que o poder público teria grandes dificuldades em realizar, dentro dos prazos, a universalização do saneamento pelo País.
Recursos para Obras de Saneamento
Do total a ser investido, R$ 478,6 milhões são provenientes de restos a pagar. Estes são despesas com compromisso de utilização no orçamento do ministério e que não foram pagas até 31 de dezembro de anos anteriores. Os outros R$ 351,2 milhões serão repassados a empreendimentos em andamento por meio de créditos suplementares aprovados pelo Congresso Nacional. Uma medida como essa reforça a importância do saneamento para a população, pois é um fator fundamental para o desenvolvimento de um País assim como a melhoria na qualidade de vida. Os serviços de água tratada, coleta e tratamento dos esgotos levam, também, a uma melhor saúde pública, redução da mortalidade infantil, despoluição dos rios e preservação dos recursos hídricos de uma nação.
E quando se fala em obras e projetos, é preciso destacar a necessidade de estudos e investimentos ao longo dos anos, pois esse planejamento vai refletir lá na ponta, para a população, como explica Cláudia Lins, analista Técnica da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
“A qualidade desses serviços, quando bem prestados, influencia na prevenção de desastres como, por exemplo, alagamentos e inundações; além de contribuir para impedir que doenças de veiculação hídrica contaminem a população. Temos benefícios ambientais diretamente relacionados à serviços de saneamento básico. E claro, a água é fonte de vida, por isso é extremamente importante investir no esgotamento sanitário, para que a qualidade dos rios no Brasil melhore e possamos encontrar mananciais que sirvam de fonte de captação”, explicou a analista.
Este ano foram realizadas alterações na legislação sobre este assunto, com as atualizações aprovadas no marco legal do saneamento básico, como a atribuição da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico na competência para editar normas de referência sobre o serviço de saneamento; veda a prestação por contrato de programa dos serviços públicos de que trata o art. 175 da Constituição Federal; aprimora as condições estruturais do saneamento básico no País; estipula prazos para a disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos e autoriza a União a participar de fundo com a finalidade exclusiva de financiar serviços técnicos especializados.
Entenda o que é Saneamento Básico
Saneamento é um conjunto de medidas com objetivo de preservar ou melhorar as condições do meio ambiente para prevenir doenças e promover a saúde, melhorar a qualidade de vida da população e facilitar a atividade econômica. No Brasil, o saneamento básico é um direito assegurado pela Constituição e definido pela Lei 11.445/2007 como o conjunto dos serviços de infraestrutura e Instalações operacionais de abastecimento de água; esgotamento sanitário; limpeza urbana; drenagem urbana; e manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais.
Apesar do saneamento básico ser um conjunto de quatro serviços, quando se fala nele, a população brasileira está acostumada apenas ao conceito de serviços de acesso à água potável, à coleta e ao tratamento dos esgotos. Daí a importância dos investimentos no setor para a saúde do povo.
Além disso, a gratuidade do Bom Prato para jantares e refeições aos finais de semana e feriados serão servidos pela rede até 28 de fevereiro
O Governador de SP determinou a prorrogação da gratuidade das refeições oferecidas na Rede Bom Prato. Os moradores em situação de rua terão direito a gratuidade até o dia 30 de abril. A decisão publicada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial passa a valer a partir de hoje.
“A prorrogação da gratuidade nas refeições é uma das nossas ações de proteção social para amparar as pessoas em situação de maior vulnerabilidade social”, diz a Secretária de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo, Célia Parnes.
A gratuidade nas refeições da Rede Bom Prato para pessoas em situação de rua teve início em junho, mediante cadastramento das Prefeituras e apresentação do cartão com QR Code pelos beneficiários.
Desde o início da pandemia da COVID-19, os 59 restaurantes Bom Prato adaptaram o atendimento. Portanto, passando a servir três refeições diárias (café da manhã, almoço e jantar) em embalagens descartáveis e para retirada, inclusive aos finais de semana. Por mês, mais de 3 milhões de refeições servidas na rede. Desde então, ao todo mais de 23 milhões de refeições servidas. Além disso, mais de 500 mil servidas gratuitamente para a população em situação de rua cadastrada.
Foto: Divulgação
Gratuidade do Bom Prato jantares e finais de semana
Além disso, o Governo de São Paulo prorrogou também a oferta de jantares e refeições nos finais de semana e feriados. A Rede Bom Prato servirá nestes dias até 28 de fevereiro. Critérios técnicos determinarão em quais unidades haverá implantação da medida. Nesse sentido, a demanda e local definirão as escolhas.
Entre as novidades dos processos seletivos das Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e Escolas Técnicas (Etecs) estaduais para o primeiro semestre de 2021, está a divulgação das listas preliminares de inscrições deferidas e indeferidas.
A relação inclui candidatos cuja documentação e notas das disciplinas de Português e Matemática inseridas no sistema foram aceitas ou rejeitadas após conferência dos organizadores do processo seletivo. Quem se inscreveu deve ficar atento à publicação das listas nos sites vestibularfatec.com.br e vestibulinhoetec.com.br, a partir dos dias 30 e 31 de dezembro, respectivamente.
O novo procedimento oferece aos candidatos a oportunidade de corrigir alguma informação e regularizar a inscrição. Para isso, será necessário entrar com recurso nos dias 4 e 5 de janeiro de 2021. Neste período, será possível retificar notas inseridas e reenviar documentos comprobatórios (informados erroneamente, ilegíveis, incompletos ou diferentes do que deveriam ter sido anexados), nos sites dos processos seletivos. Os resultados dos pedidos de revisão das inscrições serão divulgados nos dias 13 (Etecs) e 14 de janeiro (Fatecs).
A verificação da lista preliminar de inscrições deferidas e indeferidas, do período para recurso, da lista de classificação e da convocação para matrícula, é de inteira responsabilidade do candidato.
ETECS e FATECS: Análise do histórico escolar
Nos processos seletivos para o primeiro semestre de 2021, o ingresso nas Etecs e Fatecs se dará por meio de análise do histórico escolar, sem a realização de prova presencial ou online. A mudança do critério se fez necessária para atender ao distanciamento social, recomendado pelo Governo do Estado de São Paulo e autoridades sanitárias, visando preservar a saúde dos candidatos, e observando as notas atribuídas aos estudantes antes da pandemia. A previsão é de que todas as atividades comecem de forma remota (online).
No caso do Vestibulinho das Etecs, a nota final de classificação para os Ensinos Médio, Técnico, Integrado e Especialização Técnica será obtida pela média das notas de Português e Matemática, das séries indicadas na Portariado processo seletivo e no Manual do Candidato, ambos disponíveis no site vestibulinhoetec.com.br.
Outras informações pelos telefones (11) 3471-4071 (Capital e Grande São Paulo) e 0800-772 2829 (demais localidades) e no site.
Já no Vestibular para as Fatecs, a nota final de classificação será definida pela média obtida com as notas de Português e Matemática, ou equivalentes, da segunda série do Ensino Médio, tanto para candidatos que já concluíram ou que estejam cursando a última série deste ciclo em 2020, desde que no ato da matrícula comprovem a conclusão do Ensino Médio.
Mais informações pelos telefones (11) 3471-4103 (Capital e Grande São Paulo) e 0800-596 9696 (demais localidades) ou em vestibularfatec.com.br.
As mensalidades dos planos de saúde podem ficar mais caros. Aumento deve ser entre de 20% a 25% em 2021.
Os três reajustes acumulados resultarão nesta alta dos valores cobrados pelos planos. Porém, os usuários dos planos terão dificuldade para saber o quanto irão pagar, conforme explica a advogada e coordenadora do Programa de Saúde do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Ana Carolina Navarrete. “O que a gente sabe é que isso vai explodir em janeiro”, afirma.
O instituto tentou impedir na Justiça a cobrança retroativa. Além disso, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) criou uma câmara técnica para o debate do tema, porém o pedido de liminar não foi aceito.
Sendo assim, os boletos de pagamento dos clientes dos planos, além de já estarem com o valor da mensalidade atualizada, também contam com a cobrança dos valores que não foram pagos este ano divididos em 12 parcelas.
Sendo assim, os clientes pagarão as mensalidades atualizadas com novo valor. Além disso, serão cobrados os valores não pagos em 2020, divididos em 12x.
A cobrança será sobre os cerca de 5 milhões de beneficiários que trocaram de faixa etária, e tiveram o aumento de acordo com à mudança de idade suspenso de setembro a dezembro deste ano.
Planos de Saúde mais caros e a pandemia
A pandemia da Covid-19 causou a suspensão de reajustes nas mensalidades dos planos de saúde, entre os meses de setembro e dezembro de 2020. Ainda assim, as operadoras dos planos marcaram recordes históricos de faturamento.
“A gente já vê os usuários dos planos com uma dificuldade grande de honrar pagamentos, por causa da crise econômica. Existe um endividamento. E janeiro é mês de pagar tributo. Tudo isso vai ficar acumulado em janeiro”, destaca Navarrete.
A pandemia provocou queda nos atendimentos e procedimentos médicos eletivos. Nesse sentido, a redução acarretou em economia para as operadoras dos planos, resultando em lucros. “Setores faliram. O turismo faliu. As aéreas, nem se fala. Todo mundo sacrificou algo e os planos de saúde são os únicos que vão se sair bem? Não é justo”, afirma a advogada.
Portanto, a advogada do Idec sublinha que a ANS autorizou os planos para reajustarem seus preços, mas não delimitou, por exemplo, teto para o aumento dos valores. “Não existe um parâmetro. O reajuste médio é de 20% e o consumidor vai ficar na mão.”
O IPVA 2021 de São Paulo já pode ser consultado no site do Detran-SP, pelos proprietários de veículos. A Sefaz (Secretaria da Fazenda e Planejamento) anunciou na última quinta-feira (17) as alíquotas e o calendário de pagamento do IPVA.
O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores de 2021 será 6,77% mais barato que o deste ano. A Sefaz estima arrecadação em torno de R$ 18,5 bilhões com o imposto.
Consultar Boleto IPVA SP 2021
Você deve consultar o boleto para o pagamento deve no site do Detran-SP. Dentro do portal de serviços do Departamento de Trânsito, você clicará em “Veículos”.
Os usuários serão direcionados para nova página. Nesta, deve clicar em “Débitos e restrições do seu veículo”.
Você pode usar as suas contas no Facebook ou Gmail para acessar. Outra realizar cadastro, com o CPF ou CNPJ. Caso você já tenha cadastro, digitará o CPF e a senha de acesso. Em seguida, será solicitado o número da placa e o Renavam.
Calendário IPVA 2021 São Paulo
O pagamento é conforme o final da placa e a categoria do veículo. Veja abaixo:
Automóveis, caminhonetes, ônibus, micro-ônibus, motos e similares:
Final da Placa
1ª parcela ou cota única com desconto
2ª parcela ou cota única sem desconto
3ª parcela
1
07 de janeiro
09 de fevereiro
09 de março
2
08 de janeiro
10 de fevereiro
10 de março
3
11 de janeiro
11 de fevereiro
11 de março
4
12 de janeiro
12 de fevereiro
12 de março
5
13 de janeiro
18 de fevereiro
15 de março
6
14 de janeiro
19 de fevereiro
16 de março
7
15 de janeiro
22 de fevereiro
17 de março
8
18 de janeiro
23 de fevereiro
18 de março
9
19 de janeiro
24 de fevereiro
19 de março
0
20 de janeiro
25 de fevereiro
22 de março
Caminhões:
Final da Placa
Cota única com desconto
Cota única sem desconto
1ª parcela
2ª parcela
3ª parcela
1
08 de janeiro
15 de abril
10 de março
15 de junho
15 de setembro
2
07 de janeiro
15 de abril
09 de março
15 de junho
15 de setembro
3
11 de janeiro
15 de abril
11 de março
15 de junho
15 de setembro
4
12 de janeiro
15 de abril
12 de março
15 de junho
15 de setembro
5
13 de janeiro
15 de abril
15 de março
15 de junho
15 de setembro
6
14 de janeiro
15 de abril
16 de março
15 de junho
15 de setembro
7
15 de janeiro
15 de abril
17 de março
15 de junho
15 de setembro
8
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Jornal Grande ABC
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