É oferecendo que você recebe …

Rodrigo Mazzola é membro do Fotoclube ABCclick o autor do artigo “É oferecendo que você recebe …” e das fotos presente neste.

A fotografia realmente aproxima as pessoas. Ela eterniza os instantes e revela um mundo de conhecimentos, amizades e oportunidades. E uma dessas oportunidades aconteceu comigo quando trabalhava em uma empresa de varejo on-line. Eu era coordenador de Estúdio e Imagens quando fomos convidados para produzir conteúdo para um projeto que fomentava a comercialização do artesanato da Amazônia de forma justa e sustentável, agregando valor por meio da qualificação dos artesãos e gerando impactos positivos para populações tradicionais chamado Jirau da Amazônia.

Esse projeto é uma organização criada pela Fundação Amazonas Sustentável – FAS, em parceria com a Associação Zagaia Amazônia para promover o artesanato local e produtos sustentáveis da Amazônia.

A partir disso se viu uma necessidade de obter as imagens dos produtos de forma mais
rápida e profissional para serem inseridas na vitrine do site de uma grande loja magazine.

Foi então que nossa equipe foi convidada para uma expedição para a Amazônia para
produzir todo o conteúdo do projeto e principalmente capacitar as comunidades ribeirinhas a fotografar seus produtos através do celular. Preparei e ministrei um curso com técnicas e dicas de fotografia e como criar um mini estúdio com materiais recicláveis para a produção dessas fotos.

Acreditamos no projeto e na possibilidade de fazer a diferença. No entanto, fomos ensinar e acabamos aprendendo. Foi um mergulho na cultura e vida das pessoas do Rio Negro. Ao voltar com todo o material produzido, percebemos a riqueza daquilo tudo. Além de seguir conforme a programação, me deixaram à vontade e fui registrando tudo.

Eu havia levado minha câmera pessoal além dos equipamentos da empresa. Isso foi
essencial, pois ali havia uma ribeirinha apaixonada pela fotografia e então ofereci minha câmera para ela. Uma pequena e rápida orientação de uso, ela já estava encantada com toda aquela possibilidade em suas mãos.

E como sempre digo, é oferecendo que você recebe. Para ela uma novidade, uma
oportunidade. Ela captou lindas imagens e enviei tudo para ela posteriormente. Já para
mim, além da satisfação de poder de alguma forma ensinar e proporcionar aquilo, eu tive a liberdade, o respeito e confiança de vivenciar e poder registrar tudo da forma mais natural, pois caminhávamos juntos. Paisagens, texturas, pessoas, fauna, flora, tudo sendo clicado e contemplado.

Além do trabalho feito, essas imagens captadas em paralelo acabaram se tornando uma exposição pelas sedes do Rio de Janeiro e São Paulo. Todos tiveram a oportunidade de se aprofundar ainda mais nas histórias dessas pessoas e desse lugar maravilhoso.

Foi uma sensação de dever cumprido e alma enriquecida.

Gratidão sempre!
Rodrigo Mazzola
@artemazzola

Informações do Fotoclube:


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A Fotografia de Cena no Cinema

Soll Domingues, nasceu em São Caetano do Sul, é Fotoclubista; Analista de Sistemas por formação; atualmente faz Fotografia de Cena (Still de Cinema). Ela é autora deste artigo “A Fotografia de Cena no Cinema”

Apesar da formação na área de exatas, foi nas artes que sempre me encontrei. Sou filha temporã! E por isso; muitas histórias de família eram para mim, apenas “histórias”. Foi através da fotografia que encontrei a peça fundamental para a construção de sentimento de pertencimento no Mundo. Tanto, pelo viés de resgate de minha identidade dentro do contexto familiar; tanto quanto por seu viés artístico, processo que permite inúmeras possibilidades de expressão.

E pra falar sobre uma dessas possibilidades, retrato aqui, um pouco da minha experiência trabalhando como Fotógrafa de Cena no Cinema. (Still)

Costumo dizer que a fotografia no cinema, tem uma peculiaridade, por ser fruto de um trabalho coletivo. A fotografia é pensada e planejada muito antes dela acontecer.

E pra isso, é importante acompanhar as etapas necessárias para a construção de cena. Na Pré-produção, a leitura do roteiro, por toda equipe, faz parte do processo inicial. Afinal, o coletivo, trabalha como peças de uma engrenagem que precisam estar alinhadas. Entender a história, é imprescindível; e ajuda na compreensão dos elementos que farão parte da filmagem.

Já na etapa de Produção, sua relação passa a ser bastante estreita com o diretor de cena e fotografia. “Observação” é palavra chave. O olhar precisa estar atento a tudo! Sob a batuta do Diretor, o Coletivo caminhará em sintonia. Em conjunto; as decisões sobre a forma e execução da cena, foram discutidas; e toda sua composição tem um sentido. A ação dos atores; a iluminação; o plano e enquadramento de filmagem; e os movimentos de câmera são orquestrados de forma a contar uma história.

Assim que a cena é finalizada, a Fotografia de Cena é realizada, de acordo com toda a
composição planejada e preestabelecida. Os “recortes” mais fortes e importantes da encenação devem ser capturados (ou “congelados”, daí a origem da palavra “still”). E é neste ponto que podemos concluir sobre a importância da Fotografia de Cena.

Mais um motivo que me faz amar aquilo que faço; pois além de documentar e preservar a memória do cinema; esse material é primordial em dar visibilidade ao trabalho, e aos profissionais envolvidos nele.

São esses registros que circularão através das mídias de Comunicação e Divulgação. Este é o trabalho que realizo com muito amor, junto a um coletivo de pessoas que trabalham bravamente pela cultura. Quando estou com elas, sinto que encontrei minha “tribo”. Uma escolha, que me aproxima mais das coisas que fazem “Sentido” para mim.

Informações do Fotoclube:


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Vida nada má

Lorena Pelais é autora de “Vida nada má”.

Se estivesse no alto de uma colina, bem no cume, como seria sua própria definição para os dias vividos até aqui??
“- Nada má!!”

Mesmo que durante esse processo eu tenha esbarrado, ou quem sabe até mesmo convivido com pessoas gentilmente más.

– Gentilmente más
– Como é isso???
Exatamente as mais próximas com sorrisos mais singelos, com atitudes doces e até mesmo um ombro acolhedor, benevolentes, solidárias, prestativas em excesso, que “julgam”, “insinuam” ser amigas, geralmente em seu íntimo tem um plano maior traçado, liderado pela inveja que a consome , e é na proximidade estratégica que a mantém discreta , quase imperceptível que mantém oculto, até sibilar seu veneno.

A proximidade nada mais é que uma infiltração justamente para observação e golpear-te no momento mais propício.
Podendo ser, em seu momento interior de fraqueza nada aparente, mas que devido à proximidade suga toda sua energia vital , esvaziando o frasco que cuidadosamente observa com carinho e cuidado, golpeando aos poucos até deferir o nocaute.

Certeiro como as “boas intenções”, gentilmente esteve ao seu lado para concluir suas maldades particulares previamente tracejadas.
É duro , cruel, inacreditável?
Porém, existem pessoas que são programadas para fazer o mau custe o que custar, alimentam-se seus fracos espíritos da essência da dor alheia, terminantemente ausente de Deus.

Desalmadas?
Talvez, ou não é pra tanto, gerado por imunodeficiência que se alastra e afeta todo o ser, como um câncer, deteriora tudo pouco a pouco, é atroz.

ॐ∞♥︎♡❤︎

Filha, mãe, esposa, alegre e otimista.
Acredita em bons sentimentos e gostaria que o mundo fosse cor de rosa, adapta-se dia após dia nas cores deste mundão preto e branco, colorindo por onde passas
Sou quem sou, humana como todos que aqui estão presentes, cheia de defeitos, embora possua qualidades.
Tenho o objetivo de ser o melhor penso que eu possa ser, busco ser uma pessoa melhor a cada dia que no final eu possa me orgulhar de quem fui e da passagem que fiz por aqui.

Lorena Pelais, autora

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Vida nada má
Se estivesse no alto de uma colina, bem no cume, como … Photo by Stefan Stefancik on Pexels.com

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EXPEDIÇÃO NA AMAZÔNIA: Uma lição de vida e de amor à natureza e ao próximo

Texto “Expedição Amazônia” é contribuição de Sueli Mozeika, do FotoClube ABCclick.

A fotografia nos dias de hoje está ao alcance de praticamente todos nós, sejamos fotógrafos ou não. Ela é um meio de se registrar momentos agradáveis ou tristes, como acidentes e catástrofes, manter a memória de uma família, relacionamentos sociais e até a história de um povo ou nação.

Amazônia: o pulmão o mundo. Foto: Sueli Mozeika

Neste post vou destacar a fotografia como um meio de conscientização e preservação do meio ambiente, preservação das espécies e da vida no planeta. Recentemente participei de uma Expedição fotográfica na Amazônia, juntamente com alguns associados do Fotoclube ABCclik. Foi uma experiência incrível.

EXPEDIÇÃO NA AMAZÔNIA: Uma lição de vida e de amor à natureza e ao próximo
Povos e culturas. Foto: Sueli Mozeika

Tivemos o contato com a beleza e as maravilhas que a natureza nos oferece, a fauna, a flora e a simplicidade da vida, quando respeitada. A Floresta amazônica é considerada a maior floresta tropical do mundo e sua preservação é importante na regulação climática não só do Brasil, mas do mundo todo. Na Amazônia existem
cerca de 2500 espécies de árvores e de 30 mil espécies de plantas, das 100 mil existente em toda a América do Sul.

Expedição. Foto: Sueli Mozeika

A oportunidade de participarmos de expedições onde adentramos na mata, conhecemos povos ribeirinhos, suas vidas, seus costumes e culturas, nos favorece a conscientização e a prática do que ouvimos falar e muitas vezes desdenhamos.

EXPEDIÇÃO NA AMAZÔNIA: Uma lição de vida e de amor à natureza e ao próximo
Sumaúma: a árvore gigante e sagrada da Amazônia. Foto: Sueli Mozeika

Sou amante da natureza desde a infância, e sempre procurei fazer a minha parte em respeito a ela, porém vivência in locus trouxe à tona a importância de vermos o mundo de forma a estar tudo interligado, onde um fato qualquer, pode afetar o todo.

Exemplos como queimada, desmatamento, caças ilegais, poluição ambiental, tudo isso
modifica as condições climáticas, o sistema ecológico e pode levar à extinção de espécies além de interferir na nossa saúde e qualidade de vida.

EXPEDIÇÃO NA AMAZÔNIA: Uma lição de vida e de amor à natureza e ao próximo
Navegando mata adentro. Foto: Sueli Mozeika

Apreciar a beleza natural é agradável, o triste é ver o descaso e a mão do homem afetando o ambiente, o jardim da própria casa.

Graças à fotografia podemos relembrar cada momento visto e vivido, as belezas naturais e a grande diversidade de espécies e consequentemente da importância de sua preservação.

Ela mostra a evolução, os retrocessos e a destruição. Mostra a beleza e a feiura. A fotografia registra um fato, um momento único e decisivo, conta histórias de vida e de morte.

Fator humano. Foto: Sueli Mozeika

A fotografia pode ser um meio de conscientização, um alerta de que precisamos fazer algo em prol do nosso meio ambiente, precisamos respeitar e preservar não só as nossas vidas, mas o nosso planeta, pois sem planeta não há vida, não há ser humano.

Não vamos deixar para a nossa descendência apenas fotos, vamos deixar a educação e a sensibilização da necessidade e respeito ao que recebemos de graça, um planeta repleto de vida.

Se este post conseguiu tocar seu coração ou despertar sua consciência compartilhe, pois só uma corrente forte pode suportar a força das intempéries.

Instagram: @smphoto_arte

EXPEDIÇÃO NA AMAZÔNIA: Uma lição de vida e de amor à natureza e ao próximo
A boa convivência: homem e animal. Foto: Sueli Mozeika

Informações do Fotoclube:


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Festival de Publicidade do Alcina apresenta 3 campanhas publicitárias

O tradicional Festival de Publicidade dos alunos formandos do curso técnico da escola municipal Profª Alcina Dantas Feijão, de São Caetano do Sul, terá nesta edição a apresentação de 3 campanhas publicitárias, com o evento de portas abertas a comunidade.

O Festival é um tradicional evento acadêmico da cidade, que já está na sua 43ª edição, onde os alunos apresentam seus trabalhos de conclusão de cursos numa mostra competitiva de campanhas publicitárias, com torcida dos familiares e amigos dos estudantes, e votação popular. Nessa edição estarão disputando os 6 troféus do Festival três agências experimentais criadas pelos alunos.

A Agência Miragem trará a campanha experimental para o cliente Café Pilão, para o público nordestino. Já a Othentic fez uma campanha para uma empresa sediada na cidade, a Curaprox. Por fim, a agência PNG apresentará peças publicitárias para o restaurante Outback.

Quem vai decidir o resultado é uma banca composta por dez jurados, sendo todos ex-alunos do curso. Vários deles estão atualmente trabalhando no mercado publicitário em grandes e renomadas agências.

O Festival de Publicidade será no dia 8 de julho, às 20 horas e poderá ser assistido pelas redes sociais da escola, tanto pela página do Técnico no Facebook, como no canal do Festival no YouTube:

https://www.facebook.com/TecnicoAlcinaDantasFeijao

https://www.youtube.com/publicidadealcina

Informações do Fotoclube:


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Festival de Publicidade do Alcina apresenta 3 campanhas publicitárias
Imagem: Divulgação

Medalha de Ouro na Bienal Fotográfica para Fotógrafo do ABCclick

A foto “Shadows of Eternal Passengers” do fotógrafo Marcos Silva, associado do Fotoclube ABCclick, recebeu a Medalha de Ouro no mais importante concurso fotográfico do Brasil, a Bienal de Arte Fotográfica Brasileira em Preto e Branco 2022, concurso que recebeu 1.731 fotografias de 438 fotógrafos de 26 fotoclubes brasileiros.

A premiação foi realizada neste sábado, 18 de junho, organizada pelo Fotoclube Porto-alegrense, na capital de Rio Grande do Sul, com a presença do prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, e do presidente da Confederação Brasileira de Fotografia, Carlos Gandarra, e outras autoridades.

Além do autor da Medalha de Ouro, foram premiadas com Menção Honrosa mais cinco fotógrafos associados do ABCclick: Ailton Tenório, Edmilson Sanchez, Flavio Motta Rodrigues, Marcos Sanchez e Mari Leal, cujas fotos estão expostas, juntas com todas outras selecionadas, na mostra instalada no Centro Cultural Memorial do Rio Grande do Sul.

Medalha de Ouro na Bienal Fotográfica para Fotógrafo do ABCclick
Foto: Shadows of Eternal Passengers/Marcos Silva

O autor da foto Medalha de Ouro, Marcos Silva, comenta que, quando viu sombras das artes da parede de vidro da plataforma, não conseguiu resistir e esperou um trem chegar para fazer a foto. “Perdi o metrô, cheguei um pouco atrasado, mas valeu a imagem”, finaliza.

Nesta que é 32ª edição realizada pela Confederação Brasileira de Fotografia, o Fotoclube ABCclick alcançou pela primeira vez a mais alta colocação geral, já que foram selecionadas outras 19 fotografias de diversos fotógrafos associados ao ABCclick nesta bienal.

Informações do Fotoclube:


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Não tiramos fotos, fazemos fotos

Contribuição do Fotoclube  ABCclick e Rose Battistella para o artigo “Não tiramos fotos, fazemos fotos” (Ansel Adams).

Minhas lembranças mais remotas com a fotografia vêm da infância quando uma fotografia era algo bidimensional, tátil e não uma hóspede de uma nuvem ou num HD externo.

Na casa onde cresci nos dias de tempestades quando os raios imperavam nervosos nos céus, a energia acabava e um mundo mágico se revelava. À luz de velas o tempo passava com sombras feitas nas paredes com as mãos. Minha mãe pegava caixas marrons que ficavam guardadas com carinho nas gavetas do quarto. “As caixas de fotografias”.

Não tiramos fotos, fazemos fotos
Foto: Rose Battistella

Lembro dos santinhos coloridos, das cartas com letras desenhadas em papel de seda
delicado, das flores murchas que ainda exalavam perfume, das lembrancinhas de recém-nascidos e de fotos, muitas fotos. Pessoas estranhas, mas que em instantes viravam personagens e protagonistas de suas histórias de vida. Quem eram, onde viviam, o que faziam e o contexto que havia por trás daquelas fotos eram revelados entre risos e lágrimas.

Esses simples pedaços de papéis com imagens desbotadas me levavam para
outros lugares, eu voava e minha imaginação se expandia. A crítica de arte e escritora Susan Sontag diz que: “Ao nos ensinar um novo código visual, as fotos modificam e ampliam nossas ideias sobre o que vale a pena olhar e sobre o que temos o direito de observar… o resultado mais extraordinário da atividade fotográfica é nos dar a sensação de que podemos reter o mundo inteiro em nossa cabeça, como uma
antologia de imagens.

Colecionar fotos é colecionar o mundo.” E assim cresci uma caçadora e colecionadora de imagens. Cercada sempre por histórias. Os caminhos me levaram para as Artes Plásticas e mesmo não sendo de uma família de artistas a arte sempre morou em mim.
Nasci para a arte. Aos dezesseis anos já estava na primeira faculdade de Artes (cursei mais três) e tomada pela inquietude e curiosidade entrei para o mundo do teatro no grupo da universidade.

Foto: Rose Battistella

Atuei em muitos espetáculos, dirigi outros, fui professora de artes e teatro. E a fotografia? Sempre me acompanhando como a margem de um rio. A terceira margem do rio como diria Guimarães Rosa. No laboratório de fotografia analógica nas artes
visuais, nos espetáculos quando íamos aos estúdios para as fotos de divulgação, trabalhando com produção e direção acompanhando todas as etapas, selecionando material para cada novo projeto.

Não tiramos fotos, fazemos fotos
Foto: Rose Battistella

Sempre fui muito fotografada afinal sou uma atriz. Muitas sessões de fotos em diferentes palcos da vida. Sendo palhaça (verdadeiramente) dezenas de vezes assumi o papel de modelo na frente das lentes. Algo que exige concentração e atenção para auxiliar o fotógrafo a produzir as imagens pensadas. Como diz Ansel Adams a câmera é um instrumento de amor e revelação. É ele que nos diz que “não tiramos fotos e sim que fazemos fotos”.

Foto: Rose Battistella

E como modelo sinto-me realizada quando o fotógrafo diz que conseguiu fazer aquilo que esperava, sinal que tivemos sintonia no trabalho. O meu mergulho na fotografia com profundidade e mudança para trás das lentes aconteceu quando realmente entendi que poderia usá-la como mais um meio de expressar o que sentia. Em plena pandemia todas as atividades culturais pararam e a fotografia foi meu meio de expressão.

Afinal faço arte para suportar viver. (a frase não é minha mas me representa muito bem). Então não parei mais de estudar e realizar diferentes ensaios e projetos autorais.

Não tiramos fotos, fazemos fotos
Foto: Rose Battistella

Hoje realizo imagens que possam ultrapassar o objeto. Que façam sentir e refletir. Que não expliquem, mas que possam suscitar a criação de histórias (e aqui vem a ligação com as fotos da infância).

A fotografia é autoconhecimento, auto expressão, conhecendo-me cada dia mais e ao mesmo tempo realidades diferentes, posso dar um sentido a minha realidade e ao que me rodeia.

Ser fotografado é o outro nos vendo pelos seus olhos enquanto fotografar é se procurar. Em ambos os casos estamos conhecendo mais de nós mesmos. Continuo me procurando em todas as formas de arte que possa me expressar. E contando histórias.

Seus projetos podem ser acompanhados em:
@maisamormenospudor
@asmeninasdosolhosderose

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Não tiramos fotos, fazemos fotos
Foto: Rose Battistella

Memórias do Futuro, com Mário Medeiros, ocupa o Memorial da Resistência de SP

A partir do dia 04 de junho, quem for visitar o Memorial da Resistência em São Paulo, museu da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, irá conferir a exposição Memórias do Futuro: Cidadania Negra, Antirracismo e Resistência que ocupa 689 m²  do museu e faz um resgate das lutas pelos direitos da população negra no estado de São Paulo do período de 1888 até os dias de hoje através de 450 materiais entre fotos, cartazes e documentos e a participação de artistas como Bruno Baptistelli, Geraldo Filme, João Pinheiro, Moisés Patrício, No Martins, Renata Felinto, Sidney Amaral, Wagner Celestino e Soberana Ziza.

“A exposição gratuita, que tem curadoria do sociólogo e escritor Mário Augusto  Medeiros da Silva, com apoio da pesquisa documental feita pela historiadora Pâmela de Almeida Resende e pela pesquisadora do Memorial da Resistência Carolina Junqueira Faustini, é baseada nos trabalhos realizados por ele sobre às lutas lideradas pela população negra brasileira, que constitui, desde suas origens, uma das principais forças contestadoras da repressão e da violação de direitos humanos cometidas na história do nosso país.

Para Ana Pato, Coordenadora do Memorial da Resistência, a mostra traz à tona a continuidade e a persistência do associativismo negro em suas formas de resistência ao longo dos anos. “Como um lugar de memória reforçamos a missão que o Memorial tem com a luta pela valorização dos princípios democráticos, pelo exercício da cidadania e pela educação em direitos humanos. Entendemos que é urgente nos indagarmos enquanto cidadãos sobre a nossa responsabilidade na perpetuação do racismo e como podemos nos engajar na luta antirracista para construir uma sociedade verdadeiramente democrática. Esta exposição é um convite para seguirmos os fios tecidos por mulheres e homens negros em torno de suas memórias e fabulações por um futuro.”

Memórias do Futuro, com Mário Medeiros, ocupa o Memorial da Resistência de SP
Foto de Vanderlei Yui/cortesia Ilú Obá de Min Memorial_Memorias do Futuro – Cortejo de carnaval do Bloco Afro Ilú Obá De Min em São Paulo, em 2017. Foto de Vanderlei Yui/cortesia Ilú Obá de Min

A experiência negra é parte da história da cidadania brasileira e sua luta por direitos e, é necessário contá-la para saber quem somos e o que almejamos ser enquanto sociedade. É esta a motivação central da exposição que norteia a extensa pesquisa desenvolvida pelo sociólogo e escritor Mário Medeiros. A cidade de São Paulo colonial, construída por mãos negras, os projetos iniciados por eles antes da República e em meio à Abolição desde 1889 até hoje são reflexos da frase: Enquanto houver racismo, não haverá democracia. “Em todos esses períodos, os associativismos e movimentos negros sempre estiveram lá e é importante reconhecê-los, homenageá-los e aprender com essas vidas negras impressionantes. Elas lutaram para existir em um tempo melhor. Ao fazer isso, pensaram em si e em seus descendentes. A luta por direitos é incessante, justa, pública e encontrará a sua vitória, através de nossas ações e nossos compromissos antirracistas públicos com relação ao passado, presente e ao futuro”, diz o curador da mostra.

ESTRUTURA DA EXPOSIÇÃO

Antes mesmo de adentrar ao museu os visitantes já são impactados pela exposição.  Ainda na área externa, um grande painel de 21 m x 4,60 m feito pela multiartista e grafiteira paulistana Soberana Ziza. Inspirada na força das palavras das mulheres negras de Geledés ela fez uma obra que retrata a projeção da mulher negra. O painel que recebeu o nome de “Fio da Memória” é um convite para as pessoas visitarem a exposição.

Mário Medeiros explica que Memórias do Futuro mostra diferentes experiências coletivas que se organizam nesse fio, formando conexões de lutas por direitos, solidariedade antirracista e afirmação da vida negra como forma de resistência. “Mulheres negras e homens negros que dialogam conosco, mostrando seus caminhos criados e imaginados em coletivo, buscando alternativas, lutando ontem, hoje e sempre por dias melhores. Não basta não ser racista: é necessário ser antirracista. Conheçamos um pouco da história da vida negra de São Paulo e suas lutas, vitórias, alegrias e dores. O presente e o futuro exigem muito dessa coragem de todas e todos nós.”

Foto de Jesus Carlos
Manifestação do Movimento Negro Unificado contra a Lei Afonso Arino e Caminhada por Zumbi nas ruas do centro de São Paulo, em 1980. Foto de Jesus Carlos

Para isto, a exposição contará com oito eixos que vão desde o período colonial, passando pelos grêmios recreativos e clubes de lazer; pela imprensa negra que já existia antes mesmo da Abolição; assim como a literatura com destaque para Carolina Maria de Jesus, Lino Guedes e Oswaldo de Camargo; as expressões artísticas retratadas nos grupos e escolas de samba; teatro folclórico, bailes blacks e hip hop. A repressão tem papel de destaque, no contexto do Memorial da Resistência, reunindo documentos de vigilância do Departamento de Ordem Política e Social (DEOPS), das perseguições às práticas religiosas de matrizes africanas e afro-brasileiras, por meio da Delegacia de Costumes e testemunhos do Acervo do Memorial. No sétimo eixo, o período da redemocratização e a nova república, do Movimento Negro Unificado à Coalizão Negra por Direitos. Por fim, o oitavo eixo que trata do feminismo negro e diferentes reivindicações de mulheres negras, da presença de intelectuais negras nacionais e internacionais em debates, publicações, inspirando a criação de coletivos de mulheres e da juventude negra em geral.

* A mostra ficará em cartaz no Memorial da Resistência de São Paulo de 04/06/2022 a 08/05/2023 e foi criada em colaboração com organizações e coletivos convidados, como a Coalização Negra por Direitos, a revista O Menelick 2º Ato, a Capulanas Cia de Arte Negra e o Ilú Obá de Min, em parceria com os arquivos e acervos de cultura negra no AEL – Unicamp, o Arquivo Público do Estado de São Paulo, o Museu da Imagem e do Som, a Pinacoteca do Estado, e o Condephaat.

Sobre o Memorial da Resistência de São Paulo

O Memorial da Resistência de São Paulo, museu da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, tem como missão a valorização e a preservação das memórias da repressão e da resistência políticas no Brasil republicano (1889 à atualidade), especialmente no período da ditadura civil-militar (1964-85). Este trabalho é realizado por meio da educação, da pesquisa, além da organização de exposições temáticas norteadas pela defesa da cidadania, da democracia e dos direitos humanos. Entre 1940 e 1983, funcionou no edifício que hoje abriga o Memorial o Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (Deops-SP), uma das polícias políticas mais truculentas do país, fazendo do espaço museu um local com enorme valor histórico e simbólico.

Memórias do Futuro, com Mário Medeiros, ocupa o Memorial da Resistência de SP
Foto de Caio Chagas/cortesia Coalizão Negra por Direitos. Memorial Memorias do Futuro – Ato público nacional organizado pela “Coalizão Negra por Direitos” contra o racismo e todas as formas de opressão. São Paulo, 07 de setembro de 2021.

Sobre Mário Augusto Medeiros da Silva

Docente na UNICAMP, possui graduação em Ciências Sociais (2003), mestrado em Sociologia (2006) e doutorado em Sociologia (2011) pela mesma Universidade. É Diretor Adjunto do Arquivo Edgar Leuenroth – AEL/Unicamp (2020-). Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Teoria Sociológica, atuando sobretudo com as temáticas Pensamento Social Brasileiro, Literatura e Sociedade e Intelectuais Negros. Recebeu, em 2013, o Prêmio para Jovens Cientistas Sociais de Língua Portuguesa, do Centro de Estudos Sociais, da Universidade Coimbra. É autor do livro “Gosto de Amora” (Editora Malê, 2019), finalista da 62ªedição do Prêmio Jabuti; e de “Numa Esquina do Mundo (Editora Kapulana, 2020), semifinalista do Prêmio Oceanos de Língua Portuguesa”

Serviço

  • Exposição: Memórias do Futuro: Cidadania Negra, Antirracismo e Resistência
  • Período: 04/06/2022 a 08/05/2023
  • Faixa etária: Livre
  • Entrada: Grátis
  • Local: Memorial da Resistência de São Paulo
  • Endereço: Largo General Osório, 66 – Santa Ifigênia
  • Horário: quarta a segunda, das 10h às 18h (fecha às terças) 
  • Os ingressos do Memorial estão disponíveis no site e na bilheteria do prédio.  Reservas aqui
  • Acompanhe as redes do Memorial: Site | Facebook | Instagram | Twitter | Youtube 

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Meu jardim de beija flores

Contribuição do Fotoclube ABCclick e Magá Bastos para o artigo Meu jardim de beija flores.

Época difícil foi o começo de 2020, não estávamos preparados para uma pandemia, um ano que optei por ficar muito em casa, tentando sobreviver e preservar a vida de outras pessoas. E 2021 chegou levando a esperança de mudanças que não aconteceram. Cirurgiã dentista de formação, concomitantemente ao meu trabalho, me dedico a fotografia desde 2014. Foi durante esse tempo de resistência ao Covid, que resolvi fotografar o meu dia a dia e porque não “dendicasa” mesmo. Passei a observar mais ao redor e notei muita coisa a registrar.

Comprei uns bebedouros para pássaros, instalei no quintal, junto a minha jabuticabeira, e eles vieram. Encantei com o vôo dos pássaros, a delicadeza do bater asas dos beija-flores, e a turma foi só aumentando. Vieram saíras, pássaros pretos, bem-te-vis e sabiás. Eles sempre estiveram aqui, e eu não notava. Passei a focar nos beija-flores. Ficaram tão meus amigos que agora já não se importam com minha presença, quando acordo, são os primeiros que alimento e recebo o bom dia. Entram pela cozinha, passeiam pela casa, tiram rasante em nossas cabeças, disputam o território. Fiz foto na contraluz, usei flash. Até em minha mão já vieram buscar o néctar.

Após 2 meses, notei que a noite outro visitante vinha se alimentar. Preparei a câmera e flagrei os morcegos. Li também sobre eles, são silvestres, se alimentam de frutas, não nos fazem mal. Não era necessário retirar os bebedouros, só ter o cuidado de limpá-los todos os dias, manter sempre água adocicada (1 parte de açúcar para 4 de água), uso uma escovinha interdentária para limpar as entradas dos recipientes.

Aos poucos foram chegando também as Cambacicas e até as Saíras, todas querem beber da mesma fonte. O mais assíduo aqui é o Tesoura (Eupetomena macroura). Cintilante na luz, verde, amarelo, roxo e azul… Ao contrário do que muitos imaginam, essas cores não vêm da pigmentação das penas. Na verdade, elas são resultado de um fenômeno conhecido como iridescência (que reflete as cores do arco-íris). As vezes recebo a visita do Beija flor de rabo branco acanelado (Phaethornis pretei), suas asas encantam, parecem um leque branco, bico mais longo.

Com isso registrei cenas que me encantam e a outras pessoas. A natureza sempre foi minha aliada, além da interação ao fotografar, ativamos o conceito enorme de preservação. É devolver a ela, tudo que nos dá gratuitamente, e que só nos trará a curto, médio e longo prazo, vida a todos.

Os beija-flores são muito rápidos, difíceis de fotografar, no geral se consegue foco no corpo e suas asas ficam com movimento borrado. Em casa plantei muitas flores, que estão crescendo, para atraí-los. As preferidas são as vermelhas. O quintal é grande, alguns tipos plantados: Petúnia, Brinco de princesa, Camarão, Flor de Maio, Helicônia, Lágrima de Cristo, Chapéu Chinês… É a energia que busco na natureza!

Confira mais do FotoClube ABCclick

Escuridão

Lorena Pelais é autora de “Escuridão”.

De repente uma nuvem cinzenta e pesada
vira névoa
Olhos turvos imperceptível a olhos nus
Uma dúvida paira na mente

O inconsciente a chama
Uma bela disputa entre a razão e a imaginação.
Repentinamente, somem as cores
A triste realidade vista em preto e branco,

Momentos felizes em cinza foram pintados ,
porém o antes e o agora bailam descontroladamente,
saltitando entre a sanidade e insanidade mental

Nervos à flor da pele
Noites em claro
Sono ligeiro
Mente acelerada
E assim segue a sociedade em sua escuridão de pensamentos.

Lorena Pelais ॐ∞

Filha, mãe, esposa, alegre e otimista.
Acredita em bons sentimentos e gostaria que o mundo fosse cor de rosa, adapta-se dia após dia nas cores deste mundão preto e branco, colorindo por onde passas
Sou quem sou, humana como todos que aqui estão presentes, cheia de defeitos, embora possua qualidades.
Tenho o objetivo de ser o melhor penso que eu possa ser, busco ser uma pessoa melhor a cada dia que no final eu possa me orgulhar de quem fui e da passagem que fiz por aqui.

Lorena Pelais, autora

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Escuridão
Momentos felizes em cinza foram pintados ,
porém o antes e o agora bailam descontroladamente,
saltitando entre a sanidade e insanidade mental … Photo by Alex Fu on Pexels.com

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Escolhas imperfeitas

Lorena Pelais é autora de “Escolhas imperfeitas”.

Poderiam ser escolhas perfeitas, porém a vida leva-nos as escolhas imperfeitas que tornam-se perfeitamente adequadas com o passar do tempo e do entendimento que adquirimos com as adversidades vividas.

Somos feitos de escolhas, umas boas, outras ruins, há umas nem tão boas nem tão ruins, nem mais ou menos , escolhas do tipo, entre sal e doce o que prefere?? Ao se tratar de sorvete qual seria, morango, creme ou chocolate??

Eu prefiro napolitano, amo a mistura dos sabores, um pouco de cada, mas nem sempre temos outras opções entre o sim e não, muitas vezes nem sempre cabe o talvez.

E assim vamos vivendo entre escolhas assertivas ou não, ora positiva ora negativa, entre muitas renúncias , em meio tantos “não’s” um “Simzão” (sim grandão), aquele que envolve com um misto de sentimentos mexendo com muitos sentidos, aquele que estampa um sorriso enorme que se espalha de canto a canto das orelhas, uma felicidade sem palavras, uma alegria interminável, seguida da melhor sensação de sonho realizado, desejo atendido pelo gênio da lâmpada, como se fosse passe de mágica.

Apenas o tempo agindo sem interferências, mas resultado de escolhas anteriores, em um futuro distante ou próximo, em mero presente, concretiza-se inesperadamente, em meio a euforia não associamos o momento atual às escolhas passadas , as renúncias feitas , escolhas nem sempre tão perfeitas que se tornaram-se adequadamente apropriadas.

Lorena Pelais ॐ∞

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Escolhas imperfeitas
Imagem: Shutterstock

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Macro Fotografia

Contribuição do Fotoclube ABCclick e Carlos Asanuma para o artigo Macro Fotografia.

A fotografia embora seja uma palavra no singular, tem muitas vertentes, uma é a macro
fotografia, que será o assunto desta coluna. Por definição, Macro fotografia é a captura de imagens em escala natural ou aumentada.

Por exemplo: a foto de uma abelha é uma macro fotografia, a foto dos detalhes do olho da abelha também é. A captura pode ser feita na natureza ou em estúdio. Hoje com a tecnologia trabalhando intensamente é possível fazer a foto da abelha com a maioria dos celulares, para o olho da abelha é necessário câmera com bom sensor, lentes
específicas e alguns acessórios como pequenos flashes em casos específicos.

As imagens que ilustram esta coluna (veja a galeria após o texto) são do fotógrafo profissional Carlos Asanuma, sócio do fotoclube ABCclick.

Asanuma se dedica a macro fotografia há mais de dez anos, já até desenvolveu mecanismos para auxiliá-lo nas capturas. Paciência e perseverança também são ingredientes quando sai para fazer esse tipo de fotografia.

Quando está na cidade gosta de ir ao Jardim Botânico para praticar, tem os lugares prediletos para a observação e captura de imagens, geralmente o dia rende por volta de 200 fotos em RAW (formatos de arquivos de imagens digitais que contém a totalidade dos dados da imagem tal como captada pelo sensor da câmera, jpg é mais popular, mas é um arquivo compactado), depois estes arquivos são selecionados e tratados em Photoshop.

Uma curiosidade é que no inverno os insetos e besouros se escondem, até eles rsrs… e então ASA faz outros tipos de fotos como hobbie: light painting, splash …

As imagens do ASA, como os amigos o chamam carinhosamente, já ganharam o mundo através de vários concursos nacionais e internacionais de fotografia. Seu trabalho pode ser acompanhado pelo Instagram @carlos.asanuma.

Confira mais do FotoClube ABCclick

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Maratonista Mental

Lorena Pelais é autora de “Maratonista Mental”.

Agora pode até parecer engraçado, mas foi desesperador! Se vê na “maluquice” que possivelmente colocaste a vida de suas crias em risco, perigo, por involuntariamente ter que “acreditar” em um desconhecido, sem conhecer suas transgressões, seus pecados e com tantos casos de tarados, sequestradores, tráfico de órgãos, a mente viaja e vai além na velocidade da luz.

A situação se resume em 2 menores indo para escola, usando aplicativo, o motorista não finalizou a corrida ou teve a sobreposição, aceita de uma nova corrida com uma corrida em andamento, a corrida das crianças não foi finalizada e a mãe (Eu) em 10 minutos, fez o trajeto em metade do tempo habitual, chegou à porta da escola procurando as filhas, elas estavam tranquilas e plenas, uma delas deu até risada do desespero da mãe. Viaja comigo, pegue carona na minha neura e vamos …..

A tecnologia que parece ser algo maravilhoso, logo apresenta suas falhas, fazendo gente que não é muito boa da cabeça pirar em frações de segundos, deliberar os monstros “antissociais” ocultos estampando-os no semblante de desconhecidos, supondo um falso julgamento. “Seria ausência de Deus, pura preocupação materna ou falta de credibilidade em uma sociedade corrompida por doenças mentais Ocultas do próprio ser humano que ocupa a matéria?”

São tantas hipóteses, tantas suposições, tantas desconfianças, seria falta de Jesus no coração, ou contágio inconsciente causado por noticiários ainda mais doentios que alimentam com ardor a carnificina da esperança moral, mental, distorcem a realidade, a verdade nem sempre é o objetivo. O que importa é ter um bom enredo para entreter a atenção do leitor até o final, sem levar em consideração a integridade da mensagem a ser fidedigna do início ao fim, fazendo jus ao fato na íntegra.

Sociedade doente que contamina pouco a pouco os ilesos com medo que assola os beirais, portais, sempre atingindo os mais vulneráveis, indefesos por natureza (crianças, idosos, portadores de deficiências).

A sociedade está repleta de predadores que tem como objetivo aniquilar os bons sentimentos e nos enlamear da cabeça aos pés do medo, insegurança, terror que no mundo poucas são as pessoas boas ,quando na verdade todos nascemos bons, somos a real semelhança de Jesus, a bondade, o amor já vem plantado mas involuntariamente deixamos germinar os maus sentimentos, pois estes se mostram descaradamente como se fossem normais, a anormalidade quer ocupar a mesa, sentar -se no sofá, não vem a passeio quer ter moradia fixa, criar raízes e transmutar suas energias, deixando-as irreconhecíveis, oscilando sua frequência vibratória e sua composição natural neste espaço e universo.

Ter fé, crer em Deus e em seu filho Jesus aliviam este processo a dor é sentida, mas não são abertas feridas, apenas chacoalhar o espírito para que este saia da órbita e você notar que o tempo é algo bem relativo que somos capazes de sairmos do lugar ou da zona de conforto mental em segundos e regressar logo depois , ao perceber que tudo não passou de um grande mal entendido.

Estamos doentes, por mais que creiamos em Deus, as mensagens maldosas criam marcas invisíveis ferindo o espírito e tirando a paz.

Lorena Pelais ॐ∞

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Maratonista Mental
Maratonista Mental. Photo by Daria Shevtsova on Pexels.com

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Boletim de Notícias: Nova Temporada do programa sobre o setor cultural

A Associação Movimento Nacional Sou 1 de 11 Milhões de Trabalhadores da Cultura percorre mais 12 cidades do interior do Estado de São Paulo com a nova temporada de “Boletim de Notícias”, que estreou na cidade de Santos no dia 23 de março. O novo formato do programa, que agora será dividido em 13 episódios, tem como objetivo levar ao espectador as informações mais importantes – e relevantes – do setor cultural, além de disseminar as múltiplas atividades e os profissionais da cultura das treze cidades por onde o programa, itinerante, passará. Os episódios serão exibidos às quartas-feiras, quinzenalmente, pelo canal do Youtube da Associação. Pílulas de informação e chamadas para o programa também serão transmitidas pelas redes sociais.

A ideia surgiu com a fundação da Associação Sou 1 de 11 Milhões, após os diretores do movimento constatarem a falta de informações e de conhecimento da sociedade – e do próprio meio cultural e político – quanto à relevância do setor da cultura como parte de uma importante engrenagem econômica e social do país: que em 2019, representou 2,6% do PIB nacional e 4% do PIB do Estado de São Paulo, colocando a economia criativa como uma das maiores bases de empregabilidade do Brasil, com distribuição em todo território nacional.

“A Associação Movimento Nacional Sou 1 de 11 Milhões tem como missão ser um centro catalisador para mobilizar, qualificar, divulgar e apoiar os trabalhadores do setor cultural. E o Boletim de Notícias foi uma forma que encontramos para auxiliar a difusão dessas informações que ainda são escassas. O programa tem o compromisso de gerar conteúdos indispensáveis aos profissionais da área de cultura, mas também ao público em geral; especialmente aos jovens, que em sua grande maioria não possuem acesso às informações de caráter estrutural da economia criativa e aos mecanismos de apoio ao desenvolvimento e capacitação profissional das diversas atividades artísticas”, comenta Anna Luíza Pradella, diretora da Sou 1 de 11 Milhões e co-criadora do Boletim de Notícias.

Levado para ser executado em diferentes cidades do Estado de São Paulo – Bauru, Franca, Jundiaí, Marília, Mauá, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, Sorocaba e Taubaté -, o “Boletim de Notícias” irá mostrar ao espectador os aspectos da cultura local, mas também receberá os principais articuladores de cada região, assim como artistas de diversas linguagens das artes.

Além de todos os episódios serem gravados em espaços públicos das cidades visitadas, Ana Luíza Pradella e Paulo Barros, diretores da Sou 1 de 11 Milhões e apresentadores do programa, vão se encontrar com alunos do ensino médio da rede pública para falar sobre o processo de criação de um programa informativo, sua relevância para a difusão das notícias do setor cultural e sobre a importância da comunicação digital – e das redes sociais – para pulverizar e ampliar as ações de fomentação do mercado cultural. “Os alunos da rede pública precisam saber da realidade do setor cultural, uma vez que esses jovens têm o seu primeiro contato com as artes nessa idade e, muitas vezes, na produção de cultura com suas bandas, grupos musicais, de leitura e teatrais”, pontua Paulo Barros.

O novo formato do programa será dividido em dois blocos: no primeiro, os apresentadores vão abordar informações sobre o setor cultural, que sejam de interesse nacional, sempre com uma linguagem despojada e com um toque de humor. Já no segundo bloco, a pauta é a cultura local de cada cidade por onde o projeto passará. Os apresentadores vão mostrar ao público os diversos equipamentos culturais espalhados pela cidade, mas também, algumas entrevistas com artistas locais.

“Nesse processo vimos o quanto os próprios trabalhadores da cultura precisam compreender, cada vez mais, as questões estruturais do setor, assim como as múltiplas formas para se organizarem na retomada pós-pandemia. É necessário que a gente possa olhar a produção cultural e a sua grande diversidade não apenas dentro dos espaços em que ocupamos, mas também, no âmbito nacional; inclusive, incorporando a acessibilidade por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras), possibilitando o acesso ao público surdo sinalizado”, comenta Annelise Godoy, presidente da Associação Movimento Nacional Sou 1 de 11 Milhões.

Conheça todos nossos canais (Whatsapp, Telegram, Facebook, Buscador): https://jornalgrandeabc.com/inicio/nossas-redes-sociais/

Constituído por 13 episódios, com duração entre 20 e 30 minutos cada um, o programa conta com a orientação do jornalista, diretor de TV e diretor da Sou 1 de 11 Milhões, Carlos Amorim, assim como o suporte técnico e de pesquisa de apoiadores da Associação. “Boletim de Notícias” é um projeto contemplado pelo edital PROAC Expresso Direto.

Para mais informações, acesse: https://www.sou1de11milhoes.org/

Youtube: Sou 1 de 11 Milhões
Instagram: @sou1de11milhoes
Facebook: Sou 1 de 11 Milhões

Boletim de Notícias: Nova Temporada do programa sobre o setor cultural
Ana Luíza Pradella e Paulo Barros no Parque da Juventude. Crédito_ Boletim de Notícias

Associação Movimento Nacional Sou 1 de 11 Milhões de Trabalhadores da Cultura: fundada como Movimento em outubro de 2020 e constituída como Associação em maio de 2021, a Sou 1 de 11 Milhões é formada por um grupo de voluntários, especialistas em diversas áreas da cultura. Tem como missão ser um centro catalisador para mobilizar, qualificar, divulgar e apoiar os trabalhadores do setor
cultural. Respeitar e valorizar o trabalho e a criação de cada uma das milhares de atividades que envolvem a área da economia criativa: “Sou 1” e construir um meio de articulação e defesa de uma imensa cadeia produtiva – “ de 11 Milhões”.

11 milhões de trabalhadores da cultura vieram da base de cálculo utilizada pelo IBGE para os repasses aplicados na Lei Aldir Blanc, em 2020. A distribuição dos recursos municipais é proveniente de 5% da população de cada território, que realizou a sua contribuição tributária. Desta maneira, chegamos ao número 11 milhões: referente a 5% da população atual do Brasil, reforçando a transversalidade e a dimensão territorial da presença cultural nacional.

A Associação se tornou uma rede de apoio à inclusão de milhares de trabalhadores no sistema público de editais – especialmente Lei Aldir Blanc -, apoiando inscritos, participantes e beneficiários. Já realizou mais de 40 lives abertas ao público, com personalidades, parlamentares e especialistas em capacitação; forneceu suporte para inscrição em editais municipais e estaduais; serviu como ponte de diálogo entre a
sociedade e o governo de 23 estados; além de ter idealizado o quadro “Tira Dúvidas” para sanar perguntas e objeções sobre editais públicos do Estado de São Paulo. Já se somam mais de 38 vídeos transmitidos no Youtube, 31 vídeos de debates e dois programas lançados – “Atrás da Cena” e “Boletim de Notícias” – em seu portfólio.
Está presente nas Câmaras Municipais, por meio dos Comitês de Educação, Cultura e Finanças, assim como em São Paulo; OAB, Frente Parlamentar e em outros grupos de representação para garantir os devidos direitos aos trabalhadores da cultura.

O Movimento Sou 1 de 11 Milhões também estabeleceu parceria com o Instituto Êxito. Os associados do Movimento podem utilizar o espaço do instituto para a gravação e edição de vídeos, além de participar de cursos e palestras sobre empreendedorismo.

O cadastro de associados é feito diretamente pelo site: https://www.sou1de11milhoes.org/.


OBS: Apenas divulgamos as vagas, não solicitamos nenhum dado pessoal ou currículo. Nos canais abaixo compartilhamos mais publicações sobre vagas, NUNCA exigimos cadastro no Jornal Grande ABC. Responsabilidade das ofertas é por parte dos contratantes.

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Tanquã – o mini pantanal paulista

Contribuição do Fotoclube ABCclick, Clelgen Luiz Bonetti e Norma Vasconcelos Saldanha Marinho para o artigo Tanquã

Ser sócio de um fotoclube, como o ABCclick, nos abre muitos horizontes, além do da fotografia, também para o mundo. A troca de experiência tanto melhora nossa técnica fotográfica, como nos proporciona opções de conhecer novos lugares, fortalecer amizades e ver a fotografia com visão ampliada, além da técnica.

Assim que tivemos informações sobre Tanquã, o mini pantanal paulista localizado na região de Piracicaba, nos interessamos em conhecê-lo. Trata-se de uma extensa várzea criada pelo represamento de água oriunda da barragem de Barra Bonita.

Por lá circulam uma grande variedade de aves migratórias que variam de acordo com a época do ano.

Nos hospedamos em Águas de São Pedro, contratamos um barqueiro, o Paraná, que com sua voadeira nos levou logo pela manhã para a exploração do local e para fotografarmos. Durou cerca de 4 horas a nossa exploração de barco.

Ficamos impressionados com a variedade de aves encontradas na região, muitas delas características do pantanal mato-grossense. São cerca de 170 espécies de aves, um paraíso para os passarinheiros.

Somos médicos e fotógrafos amadores.
Clelgen Luiz Bonetti e Norma Vasconcelos Saldanha Marinho

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Semana de Fotografia discute o preconceito velado contra a fotógrafa

No Dia Internacional da Mulher, 8 de março, a organização da 12ª Semana de Fotografia trás para o palco a fotógrafa Vanessa Sallesaro que irá comentar todo o preconceito velado que ainda existe contra a profissional fotógrafa mulher nos esportes.

Vanessa, que é formada em Propaganda e Publicidade, e Pós Graduada em MBA em Marketing pela USP, além de Pós Graduada em Gestão da Comunicação Digital e Mídias Sociais pela Anhembi Morumbi, atua como fotógrafa profissional há 22 anos, prestando serviços para grandes empresas como Oakley, Vivara, Cena5, Adidas, Iguana Sports, Triton Eyewear, Campeonato Brasileiro SBCPA, TBK Fitness Indústria, entre tantos outros.

Mas nem todo esse currículo a impediu de ter seu profissionalismo questionado por gestores que não a consideravam capaz para determinadas coberturas fotográficas de alguns esportes, como corrida de rua e outros eventos abertos.

Foto: Vanessa Sallesaro/Divulgação

Vanessa Sallesaro vai contar essas experiências e também ensinar como trabalhar no ramo B2B ou B2C, muitas vezes difíceis para quem atende apenas pessoas físicas. Também vai explanar sobre o processo de execução e entrega dessas imagens, a dinâmica da equipe, bem como apresentar os equipamentos utilizados além de outros detalhes.

A 12ª Semana de Fotografia é organizado pelo Fotoclube ABCclick e conta com o financiamento da Lei Aldir Blanc, através da Secretaria Municipal de Cultura de São Caetano do Sul.

Mais informações, no site do Fotoclube: https://www.abcclick.com.br/index1.asp?nm=Terca-080322&nip=PW7_&qm=p&ed=1&c=402&ter=apn76

Semana de Fotografia discute o preconceito velado contra a fotógrafa
Foto: Vanessa Sallesaro/Divulgação

Programação completa da 12ª Semana de Fotografia de São Caetano do Sul:

Dia 07 (Segunda) – 19h30 – Joel Silva – Tema: As novas formas de contar histórias com fotografia

Dia 08 (Terça) – 19h30 (Dia Internacional da Mulher) – Vanessa Salessaro – Tema: A mulher fotógrafa e o preconceito velado

Dia 09 (Quarta) – 19h30 – Marcelo Pretto – Tema: Uso indevido de fotografia. Saiba como recuperar o prejuízo.

Dia 10 (Quinta) -19h30 – Marcos Varanda –  Tema: Fotografia e Curadoria

Dia 11 (Sexta) 19h30 – Heloísa Bortz – Tema: Retrato na Rua: uma abordagem interativa do sujeito e o ambiente

Contato[email protected]

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Brasil: Um país à deriva – Crise ética, moral e política serão retratadas em livro

Com prefácio de Ives Gandra Martins e abordando temas como a Constituição, reeleição, inchaço da máquina pública e corrupção, será lançado no próximo dia 17 de fevereiro, quinta-feira, às 19h30, o livro “Brasil: Um país à deriva”, do engenheiro, empresário e ex vice-governador do Amazonas (1999-2002) Samuel Hanan, juntamente com o empresário Daniel Falcone Hanan. O evento acontecerá na Livraria Cultura,  da Avenida Paulista, em São Paulo.

De acordo com os autores, o livro é resultado da indignação com os acontecimentos em território brasileiro após 1988, e traz  uma análise crítica sobre como o Brasil se transformou em uma sociedade sem precedentes de moral, ética e conduta. Também traz uma série de dados e sugestões democráticas com o objetivo de servir de alerta sobre o que é possível e necessário ser feito para a nação superar seus entraves e inaugurar uma nova era.

Trata de questões críticas para o País, como os privilégios e o fato de o Brasil ter cerca de 55.000 pessoas com foro privilegiado em cargos que, se não forem eliminados e/ou reduzidos drasticamente, no entendimento dos autores, não haverá solução, uma vez que as despesas com a máquina estatal não cabem mais no PIB. Após enfrentar um exame agudo dos privilégios brasileiros espalhados pelo país e  o legado dos governos provenientes da Constituição de 1988, os autores apresentam propostas concretas baseadas em dados que merecem ser analisados e postos em prática, apontando soluções para graves problemas do País.

O livro tem  um capítulo dedicado à Amazônia, o maior patrimônio do Brasil, com soberania nacional irrestrita, sugerindo que o Brasil entre no mercado de carbono, cobrando pela preservação da floresta, como já ocorre em outras áreas do mundo. Não apenas pela questão do meio ambiente, mas por uma questão econômica mesmo, passando a preservação da floresta a ser fonte de divisas.

De acordo com os autores, nosso País tem jeito e existem soluções compatíveis com os compromissos éticos, morais e legais que nos tragam êxito e justiça social. “Mas precisamos de líderes e de uma sociedade verdadeiramente comprometida com o desenvolvimento e o bem-estar do povo brasileiro”, finalizam.

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Mais informações

Evento: Lançamento do livro Brasil: Um país à deriva.

Data: 17 de fevereiro – quinta-feira.

Endereço: Av. Paulista. 2073 – Bela Vista, São Paulo – SP 01311-940

Horário: 19h30

Brasil: Um país à deriva
Foto: Divulgação

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Fotógrafo do ABC conquista a Medalha de Ouro na Bienal Fotográfica

O mais importante concurso fotográfico do Brasil, a Bienal de Arte Fotográfica Brasileira em Cores 2021, consagrou a foto “Occupied Windows” do fotógrafo Marcos Sanchez, morador de São Caetano do Sul, Grande ABC com a Medalha de Ouro. Além dele, foram premiadas com Menção Honrosa duas fotos de Ricardo Q. T. Rodrigues e uma de Elias Rosal.

Fotógrafo do ABC
Medalha de Ouro Marcos Sanchez

Nesta que é 22ª edição realizada pela Confederação Brasileira de Fotografia e que foi organizada pelo Foto Clube de Londrina, o Fotoclube ABCclick, cujo presidente é o próprio Sanchez, alcançou a segunda colocação geral, já que foram selecionadas outras 14 fotografias de diversos fotógrafos associados ao ABCclick.

Autor Marcos Sanchez com outras duas fotos selecionadas

Marcos Sanchez fala que essa sua foto é uma montagem de cenas de diversas janelas de um prédio, que ele teve o cuidado de fotografar e tratar digitalmente, já que o edifício era muito vertical. “Foram muitas horas de trabalho no computador, que rendeu essa valiosa condecoração”, afirma Sanchez, que teve outras duas fotos selecionadas nesta Bienal.

O Fotoclube ABCclick conta atualmente com mais de 50 associados e está com diversos projetos para o ano de 2022, como a 12ª Semana de Fotografia, que irá acontecer de 7 a 11 de março de 2022 na cidade de São Caetano do Sul.

Autor Marcos Sanchez e esposa com sua foto premiada com Medalha de Ouro

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Festival de Publicidade do Alcina volta a ser presencial

O tradicional Festival de Publicidade dos alunos formandos do curso técnico da escola municipal Profª Alcina Dantas Feijão, de São Caetano do Sul, volta a ser presencial neste ano de 2021, ainda sem portas abertas, apenas com a participação dos alunos e professores da escola. Entretanto todo o evento terá transmissão simultânea pelas redes sociais da escola, tanto pela página do Técnico no Facebook, como no canal do Festival no YouTube.

O Festival é um tradicional evento acadêmico, que já está na sua 42ª edição, onde os alunos apresentam seus trabalhos de conclusão de cursos numa mostra competitiva de companhas publicitárias. Nessa edição estarão disputando os 6 troféus do Festival duas agências experimentais criadas pelos alunos: Sense, com formados do curso do meio do ano, e o Grupo Meraki, com alunas que se formam nesse fim de ano.

Vale salientar que a banca é composta por dez jurados sendo todos ex-alunos do curso e que estão atualmente trabalhando no mercado publicitário em grandes e renomadas agências.

O Festival de Publicidade será no dia 10 de dezembro, às 20 horas e poderá ser assistido nesses links:
https://www.facebook.com/TecnicoAlcinaDantasFeijao
https://www.youtube.com/publicidadealcina

Confira mais do FotoClube ABCclick

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Festival de Publicidade do Alcina volta a ser presencial
Imagem: Festival de Publicidade do Alcina volta a ser presencial neste ano de 2021 – Divulgação

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13 anos do ABCclick

Confira sobre os 13 anos do ABCclick; Por Ailton Tenório, 1º Secretário e Sócio Fundador do Fotoclube ABCclick

Em novembro de 2008, 13 anos atrás, eu estava junto com fotógrafo Celso Vick no Parque da Independência, Ipiranga/SP, fazendo uma saída fotográfica conjunta com os alunos de nossos cursos de fotografia, para exercitar a arte fotográfica nos jardins do local, uma prática comum em nossos cursos e oficinas de fotografia. Também conosco muitos ex-alunos de cursos já realizados, que não queriam parar de se reunir com amigos das turmas anteriores.

Foi nesse espírito que sugerimos fundar um fotoclube aqui no ABC Paulista, para reunir todos os interessados. Eu já tinha participado do Fotoclube ASA 1000, nos anos 90, depois fiz parte do Foto Cine Clube Bandeirante junto com o Vick, mas como ficava a sede do Bandeirante na Rua Augusta, nem sempre eu conseguia acompanhar as suas atividades.

Dessa forma, reunir interessados aqui na região foi uma ideia que rapidamente agrupou muitos fotógrafos, amadores ou hobistas, que juntos, assinamos a ATA de fundação do Fotoclube ABCclick, em 8 de novembro de 2008.

Logo no ano seguinte fizemos diversas outras saídas fotográficas, que resultou em nossa primeira exposição coletiva , aberta em 28 de março de 2009 e que reuniu 38 fotografias da cidade de São Caetano do Sul, produzidas por 18 autores. Eram cenas do cotidiano da cidade, fragmentos de suas praças e monumentos, igrejas e parques, em cenas diurnas e noturnas.

Em nossa segunda exposição apresentamos uma mostra de 20 fotografias do centro histórico da capital de São Paulo. Intitulada “Caçadores de Balaustres”, a exposição foi apresentada no Bar e Restaurante Armazém, tradicional recanto de atividades culturais da cidade de São Caetano do Sul. Já a 3ª Exposição do Fotoclube aconteceu no mês de junho de 2009 no “O Pirata – Frutos do Mar e Costelaria”, restaurante tradicional da cidade, penetrando assim em espaços alternativos para mostrar as suas fotografias.

O Fotoclube ABCClick já reunindo na época dezenas de fotógrafos amadores e profissionais da região do Grande ABC, formalizou uma parceria com a Secretaria Municipal de Cultura (Secult) da Prefeitura de São Caetano do Sul para registrar os Jogos Abertos do Interior. O resultado dessa parceria foi a exposição fotográfica 73º Jogos em 73 Clicks (4ª exposição coletiva), onde os sócios do ABCclick selecionaram as mais marcantes imagens dos esportistas, do público e das torcidas. Numa ação inédita, o Fotoclube disponibilizou mais de 8.000 imagens em alta resolução na internet de forma gratuita.

O ano de 2009 passou rápido com tantas ações e exposições, como também esses 13 anos de nossa existência. Nesse período já produzimos 11 Semanas de Fotografia, além da realização dos nove Salões Nacionais de Arte Fotográfica e uma Bienal. Fizemos inclusive uma exposição internacional, na Universidade de Salamanca – Espanha, em 2018, com 39 fotos selecionadas, por concurso, de diversos fotógrafos do Brasil.

Ampliamos as ações nas cidades vizinhas, como de Santo André, realizando, divulgado ou apoiando os três Concursos Fotográficos de Parques e Jardins e também realizamos uma Semana de Fotografia em São Bernardo do Campo, em 2018, com um concurso de fotografia da Pinacoteca da cidade. Neste ano de 2021 avançamos para a capital de São Paulo, com duas exposições/concurso em parceria com o Metrô de São Paulo.

Para 2022 já temos o projeto da 12ª Semana de Fotografia de São Caetano do Sul aprovado e estamos na gestação do nosso 10º Salão com novidades importantes, e temos uma Convocatória aberta para nosso novo projeto, o Paranapiacaba – Salamanca.

Hoje temos mais de 50 fotógrafos atuantes, uma boa parte longe de nosso ABC, mas a pandemia nos ensinou que podem estar muito pertos e atuantes, por meio digital. Parabéns ABCclick pelos seus 13 anos de existência e ação cultural no ABC e em diversas cidades do Brasil, por meio de seus associados atuantes.

Confira mais do FotoClube ABCclick

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Photo Nature International: ABCclick é o melhor Fotoclube brasileiro

Confira sobre o ABCclick e premiações na quinta edição do Photo Nature International

Vários podem ser os motivos para se entrar num Fotoclube: participar de saídas fotográficas, frequentar de cursos, aprender um pouco mais sobre fotografia tanto em conversas como em reuniões com os outros participantes. Um atrativo a mais pode ser participar de Salões Fotográficos organizados por outros fotoclubes, alguns em abrangência nacional, sob a tutela da CONFOTO – Confederação Brasileira de Fotografia, ou até mesmo internacionais, supervisionados pela FIAP – Federation Internationale De L’Art Photographique ou pela PSA – Photographic Society of America.

A participação em um Salão Fotográfico é uma forma de se obter reconhecimento da
qualidade fotográfica da uma fotografia, uma vez que quem faz essas escolhas ou julgamento, normalmente são pessoas com excelente conhecimento fotográfico de atuação nacional ou mesmo internacional. Esse reconhecimento fica agregado aos currículos dos fotógrafos que tem fotos premiadas, mesmo que tenha sido uma aceitação. Normalmente são muitos fotógrafos e belas fotos envolvidas na disputa, e uma simples aceitação, quando a foto entra num nível que garante sua exibição, tem grande valor para quem a consegue.

Um dos Salões Internacionais de Fotografia organizado no Brasil por um fotoclube com maior participação de fotógrafos do mundo todo é o Photo Nature International, gerido pela AJAC – Associação Jauense de Ambiente e Cultura de Jaú, com patronagem tripla da CONFOTO, da FIAP e da PSA, que em 2021 atingiu sua quinta edição. E nessa edição o Fotoclube ABCclick ficou em festa, tendo se posicionado em Primeiro Lugar entre os Fotoclubes brasileiros.

O Salão contou com a participação de 594 fotógrafos (178 brasileiros) de 63 países que enviaram 6690 fotos, sendo que 23 fotógrafos do ABCclick tiveram 46 fotos entre as premiadas e aceitas, o que possibilitou ter atingido a classificação final, informa o presidente do Fotoclube ABCclick, Marcos Sanchez.

A lista abaixo apresenta os autores das fotos premiadas no Salão e na galeria todas as fotos selecionadas (premiadas e aceitas).

Fotos Premiadas do ABClick:
IAAP Bronze Medal: ELIAS ROSAL (Brazil) – Garotos voadores de Humaitá
IAAP Ribbon: Magali Maschi (Brazil) – Fúria urbana
PSA Honorable Mention: Edmilson Sanches (Brazil) – sozinho na plataforma
IAAP Gold Medal: RICARDO Q T Rodrigues (Brazil) – Passing over
FIAP Blue Ribbon: RICARDO Q T Rodrigues (Brazil) – Jumper