Dez Livros que Estragaram o Mundo – E continuam estragando

Esta resenha “Dez Livros que Estragaram o Mundo…” é de autoria de Fito

A análise de Benjamin Wiker conseguiu mostrar, de uma só vez, quinze obras que trouxeram um mal ao ocidente, infelizmente, por causa da grande quantidade de leitores que consumiram a perfidez escrita nas páginas.

Começando por Maquiavel, já começa “detonando” sua obra, que alimentou diversos psicopatas que comandaram o mundo nos últimos séculos. Depois René Descartes, que oferece péssimas soluções para problemas reais. Thomas Hobbes, que relativizou o bem e o mal.

Em consequência, Jean-Jacques Rousseau, hipócrita de mão cheia, que faz o discurso mais non sense que já vi: o homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe. Ora, se a sociedade é feita de homens, a mesma deveria ser boa, pela natureza bondosa intrínseca. Mas exigir raciocínio dos analfabetos funcionais emitidos pelas universidades brasileiras é demais, não é?

Depois vemos a obra do satanista Karl Marx, e seu padrinho-apadrinhado Friedrich Engels, responsável pela morte indireta de mais de 100 milhões de pessoas só no século 20, fora de guerras. Junto vem John Stuart Mill, que ensinou um hedonismo terrível. Segue-se a obra eugênica de Charles Darwin, baseada na obra de seu avô, cheia de premissas sabidamente falsas há décadas.

Perfila-se na obra comentários a Friedrich Nietzsche, possivelmente um inspirador de um austríaco chamado Adolf. Após, Vladimir Lênin, um dos maiores genocidas (ou democida?) do mundo. Seguindo a linha eugênica, a socialista Margaret Sanger, maior influenciadora de assassinatos de bebês em gestação, principalmente de negros, que, segundo ela, eram muitos. Absurdo dos absurdos!

As obras analisadas continuam com Adolf Hitler, Sigmund Freud e a desconhecidíssima Margaret Mead. Também não ficam de fora o monstro imoral Alfred Kinsey, indutor de estupros, bem como uma das piores feministas, Betty Friedan.

Enfim, uma seleção de obras de extensa destruição moral é analisada e desmentida na obra de Benjamin Wiker, que nos alerta para fazer o correto: queimar livros? Jamais!

Ler essas péssimas obras é descobrir, com nossa própria razão, o mal que elas causaram no ocidente. Jamais censura, mas sim entendimento.

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A Rebelião das Massas – um livro atual

José Ortega Y Gasset é quase um profeta: descreveu o futuro do ocidente sem saber que o fazia, ao descrever aquilo que já via acontecer ao seu redor há quase um século. Sua obra A Rebelião das Massas, ao descrever o “homem-massa”, me faz pensar que o mesmo pegou uma máquina do tempo, viu o nosso presente, e voltou para seu próprio tempo para descrever o que via.

Se engana quem pensa que o “homem-massa” seja o homem comum, das massas populacionais. Pelo contrário, é o indivíduo formado pela falsa educação, falsa ciência, falsa política, falsa vida. Um conjunto de absurdidades que vivenciamos sem perceber. Se não pararmos para refletir, sobrevivemos em automático.

O ser humano médio, ou “homem-massa” é aquilo que vemos até dentro de casa: dá opiniões sobre tudo sem saber nada; acredita piamente que pensa “criticamente”; vive o oposto do que prega; mente para si o tempo todo. O ocidente já perdeu a guerra, só falta dividir os despojos.

Este nosso ocidente, criador das mais belas artes, da maior alta cultura já presenciada desde que caminhamos nesta terra, está com os dias contados. E falo isso com pesar, pois o seu substituto é uma ditadura pedida pelo homem-massa. Quem será que vai dominar? Certamente diversos grupos, como os metacapitalistas, o comunismo russo-chinês e o califado mundial, em constantes tensões entre eles.

O que mais entristece é saber que é o próprio homem-massa pede para ser menos responsável por sua própria vida, pedindo uma ditadura sobre si, para decidir para ele o que é melhor para ele e para todos os outros. Simplesmente não consegue perceber (e aí vem novamente a falsa educação) que está tomando para si e para seus filhos e netos um peso incarregável, uma tonelada de problemas indizíveis, que destruirá a si mesmo.

Não é à toa que o livro do Apocalipse narra que no futuro haverá escravidão. Diferentemente de antigamente, a escravidão será de crianças para intercurso, e não de adultos para trabalho.

Exagero? O tempo dirá. Voltando a Ortega, fica sua obra como um alerta do que nós nos tornamos, vivendo hedonisticamente, abraçando a não-cultura como normalidade de vida.

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A Rebelião das Massas

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Tempestade

Lorena Pelais é autora de “Tempestade”

Dias de calor escaldantes, sensação térmica de vulcão em erupção.
Mas o que vejo é, céu límpido, nuvens azuizinhas e o astro rei radiante no centro.
Onde nuvens cinzentas têm sido afastadas pela força do vento , partículas de água se fazem ausentes, o máximo que surge é uma brisa fresca ao anoitecer.

A vista está turva, não se vê nada com clareza, o dia deu lugar à noite, alegria a tristeza, seguimos ao mar uma longa trajetória, dias, meses e anos podem levar.

Tive uma “visão”, por assim dizer, uma estranha sensação de estar ao relento em alto-mar, em meio uma das piores tempestades de todos os tempos, chuva forte, embarcação instável e tripulação em desânimo total ou sem nenhuma esperança, para ser mais objetiva.

Por outro lado, a cada estiagem tínhamos algo “bom” a compartilhar, tínhamos risadas restritas de momentos de devaneio de um ou outro dos tripulantes, mas em meio a um surto coletivo, conter a risada, parecia o mais sábio a ser feito.

A mesma situação sendo vista por outro ângulo, era atormentadora, parecia o fim, um verdadeiro beco sem saída, a despedida e a chegada inesperada a um porto inseguro e vazio.

De repente, uma luz se fez presente…
Peter Pan, os meninos perdidos e capitão gancho?!? É isso o que vejo?!?
Afinal, história de pescadores tem pouca credibilidade no geral, mesmo que não seja esse o nosso caso, como navegantes estamos receptivos a delírios, encantos e história que todos duvidam.

Se sim ou não, nunca saberemos, Peter Pan e a fada Sininho (Thinker Bell) representavam a natureza e a esperança, não era a toa que suas vestes eram verdes, os meninos perdidos repesentavam todos os sentimentos que descobrimos e não sabíamos ao certo como decifrá-los, Capitão Gancho representava a inveja, o ódio, um rancor sem fim, uma ganância por um tesouro desconhecido e sua tripulação sem saber o que pensar o acompanhava oscilando da maldade a indiferença sem bússola, apenas cumpriam regras que nem mesmo existiam.

Houveram os que em meio a sua própria loucura andaram na prancha voluntariamente, apenas por não saber o que fazer, tomado pelo medo, sofrimento e talvez uma carência afetiva se lançar ao mar parecia a melhor solução, ainda sim fico sem entender, mar revolto, andar na prancha e se lançar, não me parece coerente, fugir ao invés de lutar, não vou questionar ….

Diante das presas de um imenso mostro marinho não se intimidou ao medo, o medo ganhou força, virou coragem, se lançar ao mar soava como uma esperança não se sabe de que , porque esse sim parecia o fim (somos radicais diante de situações que nos aterrorizam).

Laçado como animal desgarrado do rebanho, uma corda na cintura e devolta ao convés, a lucidez demonstra dar as caras e toda história não é só uma aventura assustadora e sim uma grande loucura.

O porto inseguro não existia, foi só uma ilusão , buscávamos terra firme, a tripulação pra ser sincera não era tão grande assim, mas em alguns momentos parecíamos muitos , éramos apenas sete navegantes, todos estavam fragmentados, todas as nossas partes em pequenas partes, estavam presentes querendo mostrar sua face.

A bússola parecia quebrada, mostrava uma direção além do que poderíamos ver, a distância era finita assim como a imensidão do mar, faróis acendiam à noite , mas a forte chuva não nos deixava atravessar para atracar , nosso capitão já estava em memória, o leme vazio, cada um assumia o controle, fazíamos o melhor que podíamos.

Capitão Gancho e seus adeptos sempre surgiam para nos “atrapalhar”….
Se na areia estivéssemos, seríamos como caranguejo mariados andando de lado, um passo a frente dois ou três para trás.

Uma situação que não parecia ter fim, buscávamos um porto seguro e preces eram feitas para a tempestade simplesmente passar .

Feridas, foram criadas, a dor foi sentida, o medo virou monstro, a coragem parecia insana, a bondade, essa sim ainda existia , o carinho se fez presente, afinal até mesmo homens ao mar precisam de um colo, uma palavra amiga, um abraço sincero, um diálogo franco, sem isso nossa tripulação seria dizimada por mais forte que fosse, um coração valente também chora não só em alto-mar.

Passavam flashes da vida, sua própria história foi vista do início até ali.

Família era família mas não agiam bem assim, mais parecia uma selva onde todos eram predadores ou fingiam ser para não serem devorados uns pelos outros , cada história de fazer o queixo cair. Umas apaixonantes outras sombrias que nem piratas conseguiam rir.

Paixões vividas, amizades construídas, outras destruídas , oportunidades perdidas.
E assim foi, a tempestade não dava trégua , o mar oscilava cada vez mais.

Capitão Gancho a essa altura estava sozinho, mas seus fantasmas eram tantos, assim como os fragmentos de nossa tripulação. Despedaçados, exaustos a insolação de dias atrás apresentava seus efeitos colaterais nos próximos dias…

Nosso capitão como em um passe de mágica reaparece ao mastro e nos guia.
O tempo começou a “limpar”, as nuvens se espalham dando espaço ao brilho cintilante das constelações, o porto inseguro se fez seguro para que pudéssemos em breve jogar a âncora e parar.

Entre a ficção e a real, um abismo de informações, uma montoeira de sentimentos, um monte de personagens e as inúmeras sensações, situações similares e distintas ligadas pelo destino ou escolha própria talvez, mesmo que o vento tenha soprado e dito : – “esse não é o caminho!”
A euforia, teimosia, vaidade, assim como o canto da sereia, enfeitiçados pelo momento, acreditou-se que era possível andar sobre os mares, quando tudo se tratava de viver e lutar pela sobrevivência.

Viver é assim, lutas diárias, superações, crises existenciais, aparições de sentimentos, “aventuras” em alto-mar, terra firme.

Sobre encontrar o tesouro, cuidado com o brilho, “nem tudo que reluz e ouro”, pedras preciosas garantem riquezas, mas nada ofusca o bom carácter, do que adianta um tesouro para um ser vazio, não passarão de pedras comuns acumuladas e armazenadas em uma alma sem amor.

Acredite
Confie
Tenha fé

“O que não mata fortalece”
Ao final da viagem não posso garantir nada, mas certamente não serás o mesmo de como era quando tudo começou.

Que sejamos bem conduzidos nas tempestades internas e externas para que não haja naufrágio, e se por acaso for lançado ao mar não desanime, busque forças de suas profundezas, todo sobrevivente tem uma boa história pra contar, boas lições, grandes marcas e marcos ficam na mente, no ser, seja você sua fortaleza seu porto seguro dentro de todas as suas inseguranças.

Que a paz possa nos inundar hoje e sempre.
Lorena Pelais ॐ∞

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Tempestade

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Mundo …

Desde que mundo é mundo a existência consiste em nos colocar em “pares”, nunca estamos só….

A criação deu-se:
Deus criou um habitat, do barro Adão foi feito e inserido lá, em seguida de suas costelas eis que surge Eva para lhe fazer companhia, ou seria o início das DR’s (famosas crises conjugais??)

A beleza do lugar parecia suficiente, mas creio que não era o bastante, o “caos queria se instalar” ou seriam as situações adversas?!? Melhor deixar essa questão pra lá…
Adiante o fruto proibido se mostrou encantador e serpente peçonhenta seu veneno “desfibrilou”.

Assim começou o jogo, selecione a melhor opção: play, start ou try again…
Game over, até rola no jogo, na real finda-se a existência, deixando tudo para trás, saudade é o que resta para os que aqui ficam presentes.

Voltando aos pares ….

Somos ímpares e formamos pares , nos tornamos pares que darão origem a conjunto.
Serão eles infinitos, primos, neutros e muitos outros.

Agrupados, uns analíticos outros nem tanto, tudo varia de acordo com a consistência das relações estabelecidas.

Seguimos, dando continuidade a espécie e usufruindo da natureza inicialmente ofertadas e suas novas construções que adaptamos para chamarmos de lar.

O que se refere aos seres, comecei por mim, rsrs, ah tinha que ter um ponto para iniciar, então vamos lá.

Na incansavelmente busca em mim por mim.
E a tal loucura de autoanálise diária a fim de identificar as falhas, desestruturar e reestruturar novas ações, atitudes e pensamentos.

Vaguei ou me deixei influenciar?!?

“Bam!!!”
Bem, aí que entra, sozinho não há evolução, precisamos sim, uns dos outros.

Vejamos a algumas referências que nos auxiliem a nos encontrar, situar, nortear o que melhor for para seu ser momento que a mensagem chegar até você.

“Te tornarás só quem tu sempre foste – o que os deuses te dão, te dão no começo”.
Assim revela Fernando Pessoa.
Cabíveis àquelas tais instruções que recebemos em nosso nascimento.

Minha paixão por ditos populares estão indo além, acredita-se que “conhece a ti mesmo” seja um dito grego, na íntegra é:

“Ó homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás os Deuses e o universo”.

A frase do templo de Delfos na Grécia, que não se sabe ao certo quem a criou, usado muito por Sócrates.

A frase se refere a buscar em ti, em suas profundezas todas as respostas para aquelas perguntas existentes em você, autoanálise, autoconhecimento, escolha o que for melhor para si, identifique – se integralmente, vasculhe todas as suas partes, conheça-se intimamente, o dia a dia nos afasta de nós mesmos, o caos cotidiano nos proporciona a auto destruição ou uma singela sabotagem, rsrs se é que, singela e sabotagem possam caminhar juntas por assim dizer.

E assim, voltamos aos pares, conjuntos, tribos, escolha o termo que lhe for mais conveniente, ou insira o seu toque pessoal.

A questão é , solidão opcional, involuntária, até costumam acontecer , mas saiba que é apenas um momento reservado para a reflexão , por que na verdade não nascemos para viver sós.

E com isso precisamos sim ter compaixão , empatia , paciência e um monte de outros bons sentimentos disponíveis e ao nosso alcance, assim podemos compartilhar ou ofertar a quem se aproxima.

Putz, dói só de pensar, é revoltante eu sei, aplicar a bondade quando sempre tem alguém mal intencionado que se aproxima ao ver a beleza de seu coração, mas não se deixe levar, esse ainda sim é o mais necessitado de todos, seja de atenção, bons sentimentos, ou por desconhecer na prática o que, talvez, possa nem ter sido visto na teoria.

“Gentileza, gera gentileza”
Assim dizia o profeta popular.

Somos muitos, diversidade é o que nos define, sugiro que sejamos múltiplos e infinitos quando se trata de bons sentimentos.

Espalhar Amor
Esse é um bom lema!!!
ॐ∞

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Os EUA e a Nova Ordem Mundial – um debate entre gigantes

Resenha escrita pro Fito. Confira sobre o livro “Os EUA e a Nova Ordem Mundial – um debate entre gigantes”

Acompanhei passo a passo, num blog à época, da equipe que organizou um debate escrito, extremamente formidável, entre Alexandre Dugin e Olavo de Carvalho, semana após semana. Um debate que NUNCA houve antes semelhante no Brasil, por causa da falta total de intelecto no país.

Alexandre Dugin era (ainda é) um desconhecido no Brasil, conselheiro pessoal e espiritual de Vladimir Putin, que proclama a necessidade de restaurar um império cristão russo para resgatar um nacionalismo soviético-fascista, e proteger o mundo contra os bilionários da política e da mídia.

Olavo já mostrava os três esquemas globalistas, que Dugin conhecia, mas acreditava que os EUA estivessem dentro do esquema. Carvalho prova que os EUA não está, e Dugin, após o debate, deu o braço a torcer, subscrevendo a tese de Carvalho.

Os três esquemas globalistas são grupos que querem implantar um poder global, às vezes juntos, às vezes em conflito. O mais antigo é o Califado Universal, em que todo muçulmano crê, para implantar um governo islâmico mundial.

O segundo é o comunismo russo-chinês, iniciado a partir do comunismo marxista.

O terceiro são os metacapitalistas, pessoas que adquiriram tanto dinheiro que querem
estar fora do capitalismo, para não perder o poder que têm, como a família Rothschild, família Rockfeller, as Big Techs, Fundação Bill e Melinda Gates, maçonaria e por aí vai.

Todos têm o mesmo objetivo: destruir o cristianismo e o ocidente, que tem como bastião o povo dos EUA (não necessariamente seu governo, que é fortemente influenciado pelos metacapitalistas). Com Biden no poder agora, veremos que a destruição da cultura conservadora se dará a passos largos.

Dugin viu que Carvalho tinha razão (os fãs do escritor dizem abertamente “Olavo tem razão” há anos). A obra é um primor do debate. São centenas de referências literárias,
históricas, políticas, que trazem ao leitor a sensação de perdimento em meio a tanto conhecimento, ou falta do mesmo. Vale da página virada e cada centavo gasto.

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Os EUA e a Nova Ordem Mundial - um debate entre gigantes

Quem somos?!?

Esses dias mencionei “Quem sou”?? Mas pensei, posso ser mais abrangente e que tal “quem somos”?!?

Somos cheios de idéias e muitas ideais.
Somos um aglomerado bem amontoado de informações, somos singulares e plurais.

Podemos ser parciais, tolerantes e totalmente extremistas, da água pro vinho de sólido a liquido.
Às vezes, parecemos muitos e tudo bem misto (“mistutadassos”)

Interessantes e polêmicos …

Podemos ser influenciados pelo meio ou influenciadores locais.

Temos objetivos e perspectivas.
Sentir-se presos, ter a sensação de “ser ou estar” libertos de acordo com a realidade que viverdes.

Buscar sem desviar da direção que queres seguir manter o ideal, conquistar o objetivo principal.

Podemos ser cheios de analogias
Lindos como o mar , abundantes e cheios ondas, podemos ser calmos e pacientes

Ou simplesmente se transformar em furacão, “mar em fúria”
Terra, água, fogo e ar, capitão planeta em ação.
Crescente, cheia, minguante ou nova , como as fase da lua.

Encantadores , atraentes ou quem sabe vingativos, a maldade em pessoa, “inferno com vista para o mar”.

Beleza infinita, maldade compulsiva, inveja, luxúria ou cobiça.

Diferente dos animais irracionais, somos consciente.
Selvagens ou doces .
E um tanto consciente, essa, às vezes, pesa nos faz refletir e com isso trazer à tona a culpa.

Ter culpa, ser culta ou oculta?!!
Culpa se torna culpa quando uma atitude a si mesmo ou ao outro atinge de maneira predatória, machucando causando mal estar em que praticou o ato de racional a sem escrúpulos talvez?!?
Culta ter conhecimento, usá-lo compartilhá-lo ou guardá-lo por ignorância ou egoísmo involuntário?!?

Sempre temos tantas opções e todo dia descobrimos novos meios.

Podemos tudo e nada Adapte, crie, inove, renove, tenha, mantenha, elabore uma filosofia de vida, adeque aos seus dias.
Varie de acordo com os propósitos e ideiais.

Com flexibilidade de pensamentos ou os mentenha simplesmente rígidos.

Somos ou podemos ser mutáveis, escolha a melhor versão de você que venha preferir. Poderosos, invencíveis, frágeis e sensíveis, nem sempre se trata só de glória, existem derrotas.

Ter o domínio do conhecimento contextual.
Mas se preferir , fale palavrões, veja como um recado bem dado com letras garrafais, rsrsrs

Puro, singelo, pop, despolua-se mentalmente, dê brechas, mas preencha as lacunas ou apenas reserve um espaço para novas idéias.

Intuitivo, se deixar levar pela certeza que ecoa interiormente.
Dê asas a uma “verdade” (ponto de vista novo) ..
verdade essa, desconhecida que será capaz de decifrar partes de um “mundo” que desconhecemos , mas que habitamos , verdadeiros aventureiros, desbravadores naturais por natureza ou bem instruídos ….

Somos energias, criando conexões a essências de seres que nem sempre conhecemos , mas que se aproximam.

Uma roda viva, deixar fluir, circular energia em uma troca de conhecimento constante, aprimoramento diário em uma evolução frequente imperceptível a olho nu.

Sã ou insano …
O que verdadeiramente não devemos é tentar nos culpar ou nos responsabilizar pelas “maluquices” alheias.

Somos um pouco de tudo e ao mesmo tempo, muitas vezes não representa muito ou quase nada.

Construa e descontrua-se todos os dias , rompa suas barreiras, se livre dos fantasmas e monstros , seja “uni”, “bi”, “poli” lateral, seja atacante, zagueiro , meio de campo, não seja apenas seu próprio adversário, temos tendências a autossabotagem.

Campeão e bons perdedores também, afinal, nas batalhas interiores é ganhar ou perder o tempo todo, mantenha o equilíbrio, busque na Fé se for Ateu vai no blindão.

Questionar é bom, apenas não se lamente por muito tempo, crie, arrume , se guie ou busque ajuda para ter uma noção de direção, senão faça-o sozinho, você em determinados momentos poder ser sua única opção e sua melhor companhia.

Pare, pense, respire e reflita, tome suas decisões e as viva como se não houvesse amanhã.

Seja um caderno de rascunho, releia-se.
Se estiver no momento ofício, papel em branco, não ligue, escreva, reescreva, pinte, moldure grafite , crie novas pautas, titule, reinvente-se.

Viver é isso
De meteoro à metamorfose.

Experimente-se , respeitando seus limites.

Por vinte e quatro horas no dia em um ano, olha quantas possibilidades?
Do mel ao fel
Todo mundo em busca de bem material.

Do amor ao ódio
Ingratidão à gratidão
Bens imateriais também importam.

E tudo vice e versa
Não julgue, nem tire conclusões precipitadas .

Não gostou do seu Eu hoje?!?
Não tem problema
Amanhã tente um Eu novo e diferente.
Se não der certo tente outras vezes, o lance é sentir-se confortável e ter em mãos a sua melhor versão de si.
Onde os créditos e méritos serão todos seus obstáculos, perdas, ganhos, superação, a cada tentativa um novo aprendizado de um Eu que nem mesmo você antes conhecia .

Quem sou?!?
Quem somos?!?
Se de fato nos conheceremos algum dia?!?

Eu até agora não sei se é possível nos deciframos por completo, o importante são as tentativas que fizemos.
ॐ∞

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quem somos
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Contra o Aborto – A filosofia a serviço da vida humana

Francisco Razzo fez algo inédito no Brasil: escreveu sobre filosofia para provar que a vida começa na concepção, adotando frontalmente uma posição pró-vida e contra o aborto. A de Razzo vem no sentido de que devemos utilizar o raciocínio filosófico para provar que a melhor e única posição possível frente ao aborto é tratando-o como homicídio, de modo que somente esta posição se assume como verdade.

Em sua obra, o autor utiliza diversos argumentos filosóficos que demonstram que o feto, ou embrião, ou zigoto é pessoa humana, pois a sua plenitude é justamente como pessoa humana, merecedora de dignidade própria. Até mesmo o direito à propriedade pode ser invocado, pois o feto, ou ser humano em gestação, tem a propriedade de seu corpo físico.

Atuando em áreas até mesmo fora do comum, como na pessoalidade extracorpórea, temos argumentos para demonstrar que o ser humano é o que é, e, portanto, é merecedor de dignidade própria, igual a qualquer outro ser humano.

A única “falha” que encontrei no livro foi a falta de um argumento, levantado por mim há anos, e que, em minhas pesquisas, descobri que Olavo de Carvalho já tinha escrito o mesmo: a posição da garantia da possível vida. Vejamos como isso se dá.

Partindo do pressuposto que é possível, ainda que remotamente, que o feto / embrião / zigoto seja uma pessoa humana viva, temos dois comportamentos possíveis: proteger ou não proteger. Se adotarmos a proteção e, no futuro, descobrirmos cientificamente que não é pessoa humana viva, não teremos com o que nos preocupar, pois apenas fomos excessivamente protetivos com aquilo que não era pessoa humana viva.

No entanto, se adotarmos a não proteção, e, no futuro, descobrirmos cientificamente que eram pessoas humanas vivas, teremos sobre nossos ombros o peso de termos assassinado milhões ou bilhões de pessoas humanas vivas indefesas.

Enfim, Francisco Razzo traz uma obra necessária ao país, pois desvenda os movimentos políticos e sociais que trabalham a favor do aborto no Brasil e no mundo, mostrando que existe até mesmo interesse econômico em venda de tecidos fetais para pesquisas médicas de duvidosa legalidade. Antes disso, somente em artigos esparsos era possível encontrar tal informação. A edição e publicação de um livro para documentar esse movimento político é essencial.

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Contra o Aborto

Quem sou???

Certamente todos já fizeram essa pergunta um dia… Afinal, quem sou?

Sempre tenho a intenção de fazê-los sorrir, estilo stand up. Não é pra tanto, levar apenas uma alegria e descontração, para suavizar o dia.

Quem sou???
Quem sou???
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Em relação ao“Quem sou”sempre ouvi dizer que tenho bom humor e pessoalmente tenho facilidade em fazer as pessoas sorriem.

Dias atrás um estimado tio maçom(que prezo muito e admiro)me lembrou que eu era quem sempre levava alegria em nossos encontros.

Há muitos anos esse mesmo tio me falou que de todas as meninas durante nossas cerimônias,todas choravam e eu era a única que ele nunca tinha visto chorar.

Acho engraçado,mas não vou negar que durante anos pensei,será que sou a“coração gelado”dos ursinhos carinhosos?!?

Carreguei comigo essa dúvida por um bom tempo,até engravidar.

Jesus,misericórdia Senhor,nunca chorei tanto na minha vida,até hoje não consigo parar,acho que na adolescência estava criando um vasto reservatório e o gelo do meu coração eram as lágrimas petrificadas,só podiam ser.
Com a gravidez,um ser me fazendo de hábitat natural e o calor do Rio40ºc,derreti tanto que Foz do Iguaçu não é páreo por mim,putz,putz grila,porque esse putz não pode ser um Putz qualquer ele tem que ter nome e sobrenome para dar ênfase a situação.

Não imaginava que a maternidade pudesse me transformar em alguém que eu não reconheço,primeiramente não me encontro no espelho há 10 anos,me escondo ou fui abduzida,por minhas formosas bochechas arredondadas.

Um luxo que me fez chorar por muito tempo,olha o choro passando aí novamente minha gente,rsrs….

Ou pela pessoa sensível que me tornei,gente me emociono assistindo à reprise de Chiquititas com as meninas,se bem que na minha época,meu coração era gelado demais pra que eu pudesse me render aos dramas da trama,eu nem tchum pra novela nos anos,acho que 90 e pouco,na época era febre e eu nem dei bola,só pensava em espalhar minha alegria por onde quer que eu passasse,assim fiz,certamente houve em algum momento alguma treta,que hoje nos reservam boas risadas,mas sem detalhar“causos”passados,bola pra frente.

Afinal,a vida é assim cheia de altos e baixos,bons dias,outros mais ou menos e temos até os ruins,por mais que queiramos revertê-los,mas ainda sim,existem.

Nunca vi pessoa mais boba na qual me tornei.

Acho que hoje em dia choro por tudo,choro por sentir raiva,por estar alegre demais,e quando se refere as minhas filhas,preparem o balde,rsrs,tudo relacionado a elas me faz chorar,choro após receber as avaliações escolares das meninas.

E a ansiedade?!?
Morro de ansiedade por elas em dias de prova e acabo chorando escondida,mas sempre digo a elas:“-Fiquem calma,não tenha pressa,leia com atenção,respirem que tudo será incrível,vocês tiram de letra,boa sorte!”
Por dentro eu estou em pânico,por que eu não deveria sentir um frio na barriga,afinal elas que serão avaliadas,minha época já passou….

E sigo assim,uma chorona involuntária,rsrs

Meu choro se torna sem fim em apresentações da escola,sou conhecida pelas minhas frases típicas e minha voz estridente,solto um longo:-“uhuuuuuul”quase interminável e emendo logo:“-Linda,mamãe te ama!!”e no meu caso dose dupla,turmas diferentes,momentos diferentes,assusto até os outros pais desavisados,suponho que pensem:“-Nossa que mulher louca”kkkkk
Nem ligo,extravaso minha alegria e choro de emoção quase simultaneamente,as meninas,minhas filhas,a mais velha que hoje em dia“aceita”ser a mais velha,porque quando mais nova cansou de me questionar:“-Mamãe porque eu sou a velha e minha irmã é a nova?!!”
A mais“velha”morre de vergonha e a mais“nova”gosta e nem liga.

Sinceramente,quero saber de onde essas crianças tiram essas coisas que nos desconsertam e requer um stand up cotidiano com direito à resposta em cinco segundos(5s)é o tempo limite para pensar,atuar e explicar o mais convincente que seus argumentos permitirem.

Que loucura até a criança entender que ela não era velha,que ela teve foi a exclusividade de morar na minha linda barriga primeiro,pra depois a irmã dela habitar em mim,Senhor Amado,a menina ficou de mal,ficou sem comer e eu não encontrava mais palavras pra explicar que ela que fez a estréia de meu ventre e que residiu por lá quatro meses e meio de maneira clandestina sem pagar aluguel e eu crente que minha sonolência e febrão era consequência de uma possível“gripe suína”,a garotinha se escondeu muito bem me manteve regrada pra não levantar suspeitas e aos três anos me sai que eu a chamava de velha na frente das pessoas e que a irmã era a nova só porque tinha nascido depois.

Nossa como chorei de rir e de nervoso de não conseguir fazer a menina compreender que ela é a primogênita,que ela foi única um pouco mais de um ano e a irmã sendo a“tal nova”ela nunca havia tido um momento longo só nós duas desde que chegou,éramos sempre nós três na maioria do tempo,apesar de sermos quatro,o núcleo oficial,rsrs

Passado esse momento polêmico de hierarquia,rsrs chorei novamente,nunca vi um amor tão lindo de irmãs,como podem se amar tanto se elas nem bem se conheciam,impressionante,o mais impressionante era o como a primogênita ansiava pela chegada da caçula,ela sempre queria saber se o neném tava chegando,beijava e fazia muito carinho na minha barriga.
Emocionante e muito“engraçado”como pequenos detalhes criam laços de amor,carinho e cumplicidade.

Quem sou???Continua leitura.

Nunca vi tantas situações tão distintas como nesses últimos dez anos,pouca praia,muitas histórias,boas risadas e muito choro,chorei e choro por cada nova etapa,cada nova descoberta minha e das delas que estou sempre presente.
É algo mais forte do que Eu,não consigo me conter,foi derretido um iceberg,meu coração gelado deu lugar as lágrimas.

Choro e sorrio ao mesmo tempo!!
Coração gelado é coisa de humano,esse meu choro deve ser uma característica de outro planeta,como posso chorar tanto e não desidratar?!?

Só sei que não é fácil ir da alegria ao choro em fração de segundos é uma experiência e tanto!!!

Chorem,mas que seja de muita Alegria!!!
Felicidades para todos nós!
ॐ∞

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Quem sou

Quem sai os seus não degenera

“Quem sai os seus não degenera”
“Filho de peixe,peixinho é”

Quem sai os seus não degenera
Quem sai os seus não degenera
/

Pais(pai e mãe),parentes próximos e os chegados mais chegados da família,são pessoas ótimas sempre em sua maioria,aprendemos muito constantemente.

Mas não somos perfeitos,e muitas vezes um“defeitinho”ali,quando“copiado”pode se tornar um“defeitão”aqui….

Família é um grande exemplo,mas existem suas exceções.

Adoroooooooooo demais ditos populares,eles carregam uma história sabe-se lá de onde vem,porque exatamente e o mais incrível,a primeira menção é uma e como telefone sem fio,populariza-se de acordo com a localidade e sempre há perda de fonemas,troca de vogais ou consoantes e o resultado final é outro que mais à frente descobrimos a intenção inicial e ficamos boquiabertas,porque muitas vezes passamos uma vida inteira em um mistério indecifrável,por apenas conhecer aquela“verdade”ouvida por um familiar mais antigo próximo citá-la.

O papo começou bom,parece confuso e acredito que tende a piorar,rsrs brincadeira a parte,mas prezo sim um excelente bom humor,nos preenche de alegria e nos traz e podemos ofertar um fôlego a mais de vida a quem nos cerca.

Vamos celebrar o bom humor,porque o dia a dia geralmente é tenso,ser“gente grande”não é fácil são tantos“quiproquós”que nos rondam que até dá para perder as contas.

Enfimmmm…..
Vamos voltar ao início?!?
“Quem sai aos seus não degenera”
Incrível como essa frase deveria soar mega positivo,mas as vezes que ouvi sempre foi de maneira pejorativa,associada aos maus exemplos e relacionando um membro a outro da mesma família.

Por outro lado,foi bom,por quê?!?
Porque pude perceber que enquanto nós como seres humanos tendemos a dizer sempre que jamais seremos cópias de nossos pais,parece até piada,pois é justamente nesse momento que“herdamos”todos os contras,tudo aquilo que verdadeiramente repugnamos e carregamos em uma mala invisível que usamos em nossas relações mais próximas sem nenhum tato e crente que estamos fazendo tudo completamente diferente daquelas tais atitudes que mais detestamos.

Pior que não,é aí que entra um outro dito popular“a língua é o chicote do rabo”ou“sempre pagamos a nossa língua”,justamente issooooooo,por que,por quê?
Alguém se habilita?!?

Passamos tanto tempo reparando o que não gostamos,criticando atitudes e comportamentos que acabamos nos tornando cópias fiéis sem que esse seja nosso interesse e que muita vezes nem mesmo nós temos a consciência deste ato.

Mas por incrível que pareça“Quem sai os seus não degenera”e“pagamos por nossa língua”estão brutalmente entrelaçados,como unha e carne,propriamente dito.

Sempre temos um porém,sempre temos uma opção,geralmente sempre temos uma segunda chance na maioria das vezes….

Pensei em um passo a passo,mesmo que esse não simplifique muito as coisas,mas pelo menos fica mais fácil de organizar as ideias e quem sabe assim reconhecer e buscar mudanças pessoais e deixando de vez os ditos de lado como estigmas que alguns se tornam sem que percebamos.

Reconheça,ou passe a se observar em relação àquele comportamento que você mais despreza,observe a situação alheia,como somos testados o tempo inteiro,ao se ver em uma situação similar,observe-se atentamente como será seu comportamento e suas reações,seja meticuloso e notará que se não há resquícios,certamente é a cópia fiel.

Beleza,se conseguir enxergar,“ponto pra você”não tem como fugir,aceita que dói menos,mas trate de se consertar,não alimente,afinal essa não é uma atitude louvável que você gostaria de ser a cópia fidedigna é repulsivo lembra?!?
Mude e mude imediatamente!!!

Quanto mais negamos a nós mesmos,mais enraizamos essas atitudes,logo viram tatoos que não serão removidas nem a lazer,ao contrário será seu defeito como se fosse de fábrica,automaticamente você se torna uma peça defeituosa e carregará consigo um“traço de família”.

Todos temos tantas qualidades,porque sempre nos prendemos aos defeitos e como nos apegamos a eles sem que tenhamos essa visão com clareza,já se perguntou sobre isso?!?

Pois bem,visto isso,faça o seu melhor para reverter a situação,se libertar desse mal,aceite que copiou o pior,mas não aceite que este te acompanhe e liberte-se,faça essa atitude caminhar para bem longe,o mais longe que você possa imaginar,deixa–a livre para que ela encontre um lugar bem longe de você,bem assim!!

Sei bem que é muito mais fácil olhar e falar do outro,porque muitas vezes nós não nos olharmos por dentro,causa um pouquinho de dor,mas não se evite,se enfrente,se confronte,duele contra seus próprios monstros,somente assim você estará liberto de tudo que não aprecia e que possa te”trazer,permitir”o mal estar.

Olhe-se com amor
Compare-se
Busque-se

Muitas vezes podemos estar perdidos dentro de nós mesmos,pelo excesso de confiança,vaidade e arrogância que involuntariamente carregamos na mala invisível junto com às atitudes dos mais próximos que se não usamos igualitariamente,recriamos(se assim é possível dizer)em uma versão moderna e simplificada,cabível para os dias atuais.

Vigie-se!!!
Não seja brecha para o mal.
Nem sempre tudo é tão notório,fique atento aos sinais mais ínfimos,muitas vezes revelarão grandes mistérios e te mostraram muitas vezes jamais vistas a olho nu,devido a uma pequena dose de ignorância relutante que não te permitirá ter a visão clara,clara como a luz do dia.

Por hoje,se permita que o sol ilumine cada parte de seu ser,pois cada um de nós carregamos partes sombrias,remova toda e qualquer partícula de escuridão que possa habitar você,essa é uma mudança pessoal,busque-se,“cada um por si e Deus por todos!”

Que sejamos bem aventurados nessa e em qualquer outra descoberta pessoal.
Desejo boa sorte a todos nós!
Um forte abraço.
ॐ∞

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Quem sai os seus não degenera
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Festival promove série de lives sobre cultura e saúde coletiva

Levar cultura e noções de saúde coletiva,além de ajudar economicamente os afetados pela pandemia.Com essa proposta,o Festival Coro na Quarentena promove uma série de lives,de sexta-feira à domingo,pelo Instagram.

Com duração de uma hora cada,as apresentações acontecerão diariamente,das 9h às 23h,de forma seguida,sendo algumas com tradução em libras.

A primeira edição do evento,vai oferecer quarenta e duas lives,entre performances,espetáculos,shows,coreografias,filmes e leituras,além de entrevistas e conversas com profissionais de diferentes áreas,entre elas,nutrição,enfermagem,psicanálise,psicologia e solução de conflitos,como explica a idealizadora do Festival Coro na Quarentena,Natasha Corbelino.

O Festival vai reunir nomes como o da atriz Mel Lisboa,a poeta e montadora de cinema Maria Rezende,a ginecologista e obstetra especialista em parto humanizado,Ana Fialho,e a ativista e comunicadora comunitária,do Complexo da Maré no Rio, Gizele Martins.

As lives serão realizadas pelo Instagram do Festival CORO na Quarentena.A programação é gratuita,mas o projeto pede a colaboração dos espectadores por meio de doação,que pode variar entre 10 e 200 reais.As contribuições podem ser feitas pelo site symplacomipsilon.com.br.

Patrocinado pelo governo do estado do Rio de Janeiro,o festival é uma produção do Coletivo Coro na Quarentena.

Com informações deAgência Brasil.

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Festival promove série de lives

COSMO GRÃO LANÇA DISCO QUE É REFÚGIO EM TEMPOS DE PANDEMIA

Primeiro trabalho como um trio e o segundo na discografia da banda, “Cosmo grão e o reflexo do que não se vê” contém 10 faixas inéditas.

Quase um ano após o seu adiamento de estreia,por conta da pandemia,os recifenses da banda de rock instrumental Cosmo Grão lançam o seu mais novo álbum.Intitulado “Cosmo grão e o reflexo do que não se vê”,o tão esperado disco realizado através do Funcultura,segue atual e surge como um breve manifesto perante as tensões sociais e políticas do país.O grupo também lança clipe do single “Error:Tilt Geral”, como uma forma de relembrar como é estar junto com o público. O disco conta com distribuição do selo Sinewave Label e pode ser apreciado a partir desta terça-feira(27),através do site: cosmograo.comYoutube do trio e todas as plataformas de música.“O álbum é um retrato principalmente para esse tempo em que estamos imersos”,comenta Cassio Sales,baterista da banda. 

Primeiro trabalho como um trio e o segundo na discografia da banda, “Cosmo grão e o reflexo do que não se vê” contém 10 faixas inéditas que,se por um lado reafirmam a faceta stoner/noise/punk que se fez marca registrada da banda nos últimos anos,por outro revelam uma nova dose de misturas e experimentações sonoras,com influências que passam pelo rock progressivo,post rock e shoegaze.

“O engraçado ou trágico,na verdade,é ver que vários aspectos da realidade em que nos baseamos para compor a temática desse disco ainda se fazem tão presentes depois de tudo que passamos nesse período de pandemia.O negacionismo da ciência e da realidade,as fake news,a intransigência,a falta de empatia pelo outro,a empáfia da certeza,e a hipocrisia,continuaram e continuam fazendo parte do comportamento de muitas pessoas nesse tempo.Daí surgiu o “O reflexo do que não se vê”.Da incapacidade das pessoas por conveniência ou manipulação,enxergarem suas hipocrisias e seus erros”,comenta Thiago Menezes,guitarrista da banda.

O novo trabalho do grupo simboliza uma crítica ao fato de que parece que realmente estamos vivendo num período dominado pela pós-verdade,onde muitas pessoas parecem não acreditar mais na realidade factual das coisas,e sim em uma comunhão de convicções,opiniões e crenças pessoais distópicas da realidade.O álbum traz um apelo à reflexão do olhar para si”,completa o baixista do grupo, Rafael Gadelha.

Composto entre 2017 e 2019,o disco foi todo pré-produzido sob o formato de residências criativas,realizadas no home estúdio Glândula,no Agreste de Pernambuco e conta com o trabalho de gravação,mixagem e masterização do músico e produtor pernambucano Mathias Severien (Estúdio Pólvora/Recife).

Cosmo Grão evoca influências que perpassam o rock psicodélico,o grunge e o rock stoner.A banda lançou seu primeiro EP(homônimo)em Abril de 2015 e o seu primeiro disco, “Cosmograma”,em maio de 2016–este em parceria com a Sinewave Label(SP). 

Premiada pelo já tradicional Festival de Triunfo,com a composição da trilha sonora do média-metragem“Catimbau”,nos últimos anos a Cosmo Grão já excursionou várias turnês pelo Nordeste,Sudeste e Sul do país.Passando por cidades como João Pessoa,Natal,Florianópolis,São Paulo e Rio de Janeiro.O trio é formado por Thiago Menezes na guitarra, Rafael Gadelha no baixo e Cássio Sales na bateria.

Ao longo dos seus 8 anos de existência,a banda coleciona apresentações em palcos importantes do país,a exemplo do CCSPSesc Belenzinho(SP),Audio Rebel(RJ) Célula Showcase(SC).Também passou pelos festivais Rec BeatNo Ar!Coquetel Molotov,Under the Sun(RN), Desbunde ElétricoJack Daniel´sFestivalFIG(Festival de Inverno de Garanhuns e diversos outros.

SERVIÇO

BANDA COSMO GRÃO LANÇA SEGUNDO PROJETO NO RECIFE

Realização: FUNCULTURA

Instagram: @cosmograo

Youtube: https:

Ficha técnica

Cosmo grão: Cássio Sales(Bateria),Rafael Gadelha(Baixo),Thiago Menezes(Guitarra)

Coordenação de produção/Elaboração de Projeto: Cássio Sales/Glândula.lab

Produção Executiva: Anna Andrade(Tarrafa Produtora)

Arte: Danielly Guerra

Site: Gabriel Moreira

Design: Stella Paes

Fotografia: Gio Simões

Teasers: Caio Sales

Assessoria de imprensa: 

Mexe Mexe Comunicação 

Luma Araujo –(81)9 8532.6635/ [email protected] 

Gravação,mixagem e masterização: Mathias Severien

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COSMO GRÃO

Os livros de Star Wars – O filme que mudou o cinema

Poucos filmes mudaram a história do cinema e influenciaram a cultura ocidental como Star Wars.Um arsenal infinito de livros,histórias em quadrinhos,jogos eletrônicos,brinquedos,miniaturas,séries e demais produtos foi lançado no mercado,com a marca Star Wars.

Tratando-se de uma coluna cultural sobre livros,vamos falar logo de cinco:os livros de Daniel Wallace para Star Wars:O Caminho Jedi,o Livro dos Sith,o Manual do Império,O Arquivo Rebelde e O Código do Caçador de Recompensas.

Daniel Wallace fez com estes cinco livros algo que raramente se vê:o que você tem em mãos é o livro “real”,ou seja,não é um livro,mas o “verdadeiro” manual que foi encontrado em algum lugar,com anotações de pessoas ligadas ao tema.

O livro de O Caminho Jedi está “comido” nas bordas,como se tivesse sido manuseado por diversas pessoas ao longo dos anos.A apresentação é assinada por Luke Skywalker,de modo que você,leitor,o recebeu das mãos do mesmo,com anotações em grafias e cores diferentes,de Yoan,Thame Cerulian,Dookan,Qui-Gon Jinn,ObiWan Kenobi,Anakin Skywalker,Ahsoka Tano,Darth Sidious e finalmente o Luke.Somente na última página que vemos informações de edição.Assim,o leitor é mergulhado na fantasia-realidade desde a primeira página.

O Livro dos Sith é composto de vários pedaços de livros diferentes,encadernados por Darth Sidious,mas encontrado por Luke,que entregou ao leitor.Darth Sidious juntou os pedaços dos livros,e comenta cada um deles:um pedaço das anotações de Mar Sorzus Syn,um texto de Darth Malgus,um outro de Darth Bane,outro da Mãe Talzin e um de Darth Plagueis(mestre de Darth Sidious).Como o anterior,só há informação de editora e autor na última página.O leitor é mergulhado no mundo dos Sith.

O Manual do Império é um guia para o comandante,ensinando como funciona o Império e as forças armadas dele.É incrível que todo o tempo o livro(encontrado por Luke,e entregue a você,leitor)fala claramente que o Império é a salvação da galáxia,que os cidadãos são protegidos da escória rebelde,e que é um orgulho participar do Império como oficial.É prefaciada pelo próprio Imperador Palpatine.Obra belíssima.

Em O Arquivo Rebelde há uma coletânea meio desorganizada de informações da Aliança Rebelde,extremamente descentralizada,que teria sido finalizada alguns anos antes de Star Wars:Uma Nova Esperança.Da mesma forma,o livro tem a textura diferente dos demais,como se fosse um material mais resistente,por passar de mão em mão,recheado de informações de inteligência coletada pela Aliança contra o Império.

Na derradeira obra,O Código do Caçador de Recompensa,a Aliança entrega a você,leitor,uma encadernação do Código em sua última versão,a Imperial,mais um adendo(com papel diferente e tinta diferente)das Sentinelas da Morte,com anotações de Boba Fett,Jango Fett entre outros,falando detalhes extremamente práticos do ofício de Caçador de Recompensa.O livro chega a ser realista demais.

Enfim,temos no Brasil todas as obras publicadas,de excelente aparência e em bom papel,tinta impecável,que te faz mergulhar de cabeça no mundo imaginado por George Lucas.Infelizmente,O Caminho Jedi só é encontrado em sua versão usada,pois não localizei versão nova do mesmo.As demais obras são encontradas em livrarias novas em folha.Se é para mergulhar de cabeça no mundo de Star Wars,estes cinco livros são um oceano de fantasia.

Onde comprar?Na Amazon você encontra todos os títulos,acesse neste link.

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Os livros de Star Wars – O filme que mudou o cinema

Fomento à cultura em SP:Governo mantém investimento de R$100 mi

A medida foi tomada para enfrentar o déficit fiscal gerado pela crise da pandemia do coronavírus;não haverá perda para o setor cultural e criativo,com o fomento à cultura em SP

O Governo do Estado de São Paulo vai substituir o ProAC Expresso ICMS(programa de incentivo fiscal à cultura)por um programa de fomento direto a projetos culturais com recursos orçamentários,o ProAC Expresso Direto,mantendo o mesmo valor(R$ 100 milhões)e adotando normas e procedimentos semelhantes.Não haverá perda para o setor cultural e criativo.

A medida valerá para 2021,2022 e 2023 e foi tomada para enfrentar o déficit fiscal gerado pela crise da pandemia do coronavírus.O decreto orçamentário com este valor será publicado em breve.Posteriormente sairá o regulamento do novo ProAC Expresso Direto,a ser elaborado pela Comissão de Análise de Projetos(CAP)da Secretaria de Cultura e Economia Criativa,que será a instância de análise e seleção de projetos.

Será feita uma consulta pública para que a sociedade civil possa enviar contribuições.Os proponentes que tiverem projetos selecionados receberão os recursos diretamente.Com isso,o Governo do Estado de São Paulo reafirma seu compromisso com a valorização da cultura e o estímulo ao desenvolvimento do setor cultural e criativo.
Será feita uma consulta pública para que a sociedade civil possa enviar contribuições.

Os proponentes que tiverem projetos selecionados receberão os recursos diretamente.Com isso,o Governo do Estado de São Paulo reafirma seu compromisso com a valorização da cultura e o estímulo ao desenvolvimento do setor cultural e criativo.

O ProAC Expresso Editais e o Programa Juntos Pela Cultura serão mantidos e também terão em 2021 recursos em patamar semelhante ao de 2020.Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo Assessoria de Imprensa(11)3339-8116/(11)3339-8162(11)98849-5303(plantão).

OProAC Expresso Editaise o Programa Juntos Pela Cultura serão mantidos e também terão em 2021 recursos em patamar semelhante ao de 2020.

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Fomento à cultura em SP

Almanaque dos Anos 90

Em 2008 foi trazido à baila pela editora Agir o livro de Silvio Essinger,“Almanaque dos Anos 90”,que dá uma avalanche de saudades para quem viveu esse época “sem lei” no Brasil(só os anos 80 eram mais “sem lei”,mas isso é para outro
dia).

Dividido em Música,Televisão,Cinema,Mídia,Tecnologia,Comportamento e Esportes,o livro é um calhamaço de curiosidades desta época em que vivi a adolescência.O saudosismo impera nesta obra.Recheado de fotos e ilustrações,cada imagem faz referência a um sem-número de emoções encobertas pelo dia-a-dia que vivemos,mostrando o melhor(e o pior)da cultura pop da época.Os noventistas vão se deliciar em ler as páginas que rememoram momentos embalados pelo sentimentalismo
jovem,no qual não havia grandes preocupações.

A parte ruim do livro é justamente o fato de ser quase todo preto-e-branco,poucas páginas coloridas.Uma obra que se vale de grande visualidade deveria se manter o mais colorida possível,pois se é para trazer sentimento,que venha completo.Dá para ter uma noção de que Os Simpsons(página 106)começou no final de 1989 e continua até hoje no canal Fox,ano após ano?E os celulares de “flip” que apareciam nos jornais?

Curiosidades do Almanaque

O famoso Motorola StarTac era símbolo de que você era uma pessoa de negócios atualizada,que unia o financeiro com o tecnológico em alto estilo.

A obra agrada a todos,dos descolados aos nerds,mas a quantidade de revistas com nudez é exagerada.No entanto… estes eram os anos 90:revistas de TV,como a Revista Manchete,com seios à mostra.Playboy,então,era quase toda liberada na própria capa.Definitivamente,os anos 90 eram uma terra sem lei.

Aproveita-se para incluir aqui um aviso inusitado:o livro está praticamente esgotado,sendo encontrado com mais facilidade em sebos(a Estante Virtual pode ser a melhor opção online),o que demonstra que a falta de reimpressões veio da baixa quantidade de vendas,embora seja uma obra de nostalgia total para quem tem interesse em reviver a adolescência ou juventude com cenas memoráveis.

Link do“Almanaque dos Anos 90”

Está disponível naAmazon

Leia mais em nossoCaderno Cultural.

Almanaque dos Anos 90

Entre Séries|Os principais lançamentos da semana 03

Entre Séries|Os principais lançamentos da semana 03
Entre Séries|Os principais lançamentos da semana 03
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Conheça novidades das plataformas destreaming,da TV e do cinema entre 10 e 16 de janeiro.Os principais lançamentos da semana 03 de 2021 está no ar.

Entre SériesSaiba as novidades da terceira semana de 2021 nas plataformas de streaming,na TV e nos cinemas.

lançamentos da semana 03American Gods–Disponível pelo Prime Video no Brasil,a série baseada na obra de Neil Gaiman retornou na última segunda-feira,11 de janeiro,para sua terceira temporada.Os episódios serão lançados semanalmente pela plataforma de streaming.

beleza gg

Beleza GG–A segunda temproada do realitydo E!estreou nesta quinta-feira,14 de janeiro.A produção segue a trajetória de Mayara Russi,Fluvia Lacerda e Nahuane Drumond,modelos plus size, e seus desafios profissionais e pessoais.Os episódios serão exibidos semanalmente pelo canal.

lançamentos da semana 03WandaVisão–Primeira série da Marvel noDisney+,a produção será uma ode assitcomsclássicas dos EUA,enquanto explora o universo cinematográfico da editora.Paul Bethany,Elizabeth Olsen,Teyonah Parris e Kathryn Hahn estão no elenco. A série estreou em 15 de dezembro pela plataforma.  

 

Servant–A segunda temporada da série produzida por M.Night Shyamalan estreou no último dia 15 peloApple TV+.Lauren Ambrose,Toby Kebbell,Rupert Grint e Nell Tiger Free estão no elenco.

lançamentos da semana 03

Pai em Dobro–Primeiro filme de Thalita Rebouças para a Netflix,o longa-metragem Maísa como Vicenza que,após completar 18 anos,decide buscar o pai que nunca conheceu.  Eduardo Moscovis e Macelo Médici também estão no elenco.

Fique por dentro de tudo sobre o mundo do entretenimento e diversão,conheçaEntre Séries.

Jornal Grande ABC

OJornal Grande ABCé feito para você,e por vocês.Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias.Sendo assim,produzindo material especial para nossos leitores.Portanto,nosso foco são as cidades de Mauá,Diadema,Ribeirão Pires,Rio Grande da Serra,São Caetano do Sul,São Bernardo do Campo e Santo André.Além disso,cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo,incluindo esporte,entretenimento e tecnologias.Entretanto,não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária.Da mesma forma,sem ligações com outras mídias já existentes na região.Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020.Desde então,cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários.Por isso,nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores.Portanto,cada nova visita e comentário,nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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Mel e fel

Amor é doce
Maldade é cruel

Mel e fel
Mel e fel
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Somos cheios de mistérios.
Muitas vezes afirmamos que nos conhecemos suficientemente bem,mas só nos conhecemos verdadeiramente diante de uma adversidade,pois este é o momento em que colocamos em prática todos os conhecimentos que temos sobre nós mesmos e descobrimos outros novos sentimentos que muitas vezes nem sabíamos que existiam.

Tem ecoado fortemente uma palavra em meus pensamentos:Maldade.
Com tanta coisa boa pra se falar,com tantos bons sentimentos existentes porque se render justamente a esse tema?!?

Foi exatamente isso que pensei,mas como a voz não queria se calar,pensei,bora vamos tentar explorar um pouco mais e talvez citar alguns pequenos comportamentos que são quase imperceptíveis mas que causam muita dor.

Algum tempo existem dois temas os quais busco palavras mas não consigo exteriorizar esse pensamento para a escrita,surgem tantas informações e quando início uma frase,a mesma já representa o fim,um dos temas é o preconceito,assunto muito evidenciado devido inúmeras manifestações por todo o mundo,o outro que cresceu bastante durante a pandemia foi violência doméstica,os abusos verbais,físicos,morais e patrimoniais causados às mulheres.

O que preconceito e violência doméstica tem a ver com a maldade?!?

Por ela estar associada ao prazer que uma pessoa tem em se auto afirmar diminuindo,“torturando”o outro.

A maldade está ligada a muitos“pequenos”sentimentos,se é possível assim dizer.
Ou seria melhor associarmos aos mais diversos e variados sentimentos macabros que possam existir.

Acho que acabei de dar duas opções“similares e distintas”quase simultaneamente,cabe a cada um saber identificar como surge,como afeta e de que maneira se apresenta para cada um de nós.

É,isso mesmo!!

De acordo com estudos psicológicos“somos potencialmente maus por natureza”,houve quem foi canonizado que acreditava que nós temos a maldade dentro de cada um de nós,há quem acredita que está ligado a fatores genéticos.

Sinceramente,todos os estudos são ótimos e tal,mas fico pensando como reagimos quando nos damos em conta com a maldade face a face,saindo de nós ou vinda em nossa direção.

Recentemente,percebi que o sarcasmo é um tipo de maldade,considerei quase oculta até compreender que o sarcasmo fere gravemente quem usa,por habitar um dos espaços mais sombrio da mente,ou que ao meu ver poderia até ficar lá e ser dado como esquecido,essa colocação chega até ser irônica,mas na verdade a vontade que sinto de rir,foi rir de nervosismo e um tiquinho de medo talvez pelo tamanho da dor que é capaz de causar a quem é atingindo.

Se bem que,usar o sarcasmo para evitar algumas situações evasivas,acho interessante,por não ferir ninguém,simplesmente por ser uma estratégia para distrair a atenção de uma situação delicada,porque o que mais existe é gente chata,gente mal humorada e mal amada,e elas são muito intrometidas e querem sempre mais e mais detalhes da vida alheia,AFFF,isso cansa e cansa e muitoooooo,haja paciência,só Jesus em ambos corações,um para reconhecer esses traços e não se deixar levar e o outro para perceber que sempre existe tempo e meios para melhorar e resolver as situações que nos desagradam sem pensar em viver ou querer se intrometer na vida alheia com especulações muitas vezes infundadas,as tais“piadinhas”,o tal do“jogar verde pra colher maduro”,acho isso chato sabe,porque não ser direto ao ponto,uma generosa dose de sinceridade e palavras bem selecionadas para se iniciar um diálogo franco e quem sabe assim as feridas sejam leves ao invés de profundas,sem gerar ou acumular maus sentimentos.

A convivência é algo lindo,as vezes,nem tanto,amo esses pontos de“certezas e incertezas”,gosto do flexível,a rigidez nos torna“cabeça dura”demais e estamos aqui para aperfeiçoação.

Sei que esse assunto não é o mais agradável,sei que poderia falar sobre mais alguns aspectos,mas parar é o mais razoável a ser feito no momento.

Para“combater”a maldade sugiro empatia.
Hã,como assim?!?
Empatia sim,tente se por no lugar do outro e perceba se pode sentir a dor,não se envolva,apenas doe uma parte de seu amor e doçura para amolecer estes coraçõezinhos amargos que andam espalhados por aí.

Por hoje revertamos a maldade em amor e doçura
Que sejam doces na medida certa para não causarmos“diabetes”a ninguém

Amor é mel
Maldade é fel
ॐ∞

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Mel e fel
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60 anos da Orquestra Sinfônica Nacional ao som de as Bachianas

Com essa apresentação virtual,por causa da pandemia de covid-19,e que pode ser vista pela internet,comemora-se os 60 anos da Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense,nesta terça-feira,12 de janeiro.

A obra Bachianas Brasileiras nº 7,de Heitor Villa-Lobos,foi escolhida porque traz um pouco da história da orquestra,criada por decreto assinado pelo então presidente da República,Juscelino Kubistcheck,para cultivar e difundir a música sinfônica no país.A apresentação tem a participação de músicos aposentados e do atual corpo artístico.

Odette Ernest Dias,de 91 anos,é flautista aposentada da Orquestra,e participou da apresentação.

Os músicos da Orquestra Sinfônica Nacional eram da Rádio Nacional e,conforme um decreto da Presidência,puderam escolher:uns continuaram na rádio e os outros foram para o Serviço de Rádio do Ministério da Educação.

Na década de 80,com a extinção do Serviço,a orquestra foi transferida para a Fundação Centro Brasileira de TV Educativa,também do Ministério da Educação e depois encampada pela Universidade Federal Fluminense,onde continua suas apresentações.

O maestro Evino Krieger,de 92 anos,fez parte da primeira formação da orquestra.Emocionado,ele voltou no tempo e lembrou como tudo começou.

Para o contrabaixista Raul Martinho,da nova geração da orquestra,o diferencial é que os quadros vão se renovando por meio de concurso,dando oportunidade para uma juventude de compositores novos lançarem suas obras.

Outro momento que merece destaque,é a apresentação especial,também em formato virtual,de Batuque,do compositor Alberto Nepomuceno.A obra é o último movimento da série brasileira do autor,que trouxe a brasilidade para a música erudita.

Segundo o reitor da UFF,Antônio Cláudio Lucas da Nóbrega,nessa apresentação,a Orquestra Sinfônica Nacional mostra que a compreensão da nossa história cultural musical e artística é elemento central da construção da nossa identidade.

As comemorações deste ano preveem também a realização de um Concerto em Celebração à Vida,no encerramento da temporada,exaltando o cenário de um retorno ampliado ao convívio social e cultural no país,depois da pandemia de covid-19.

*Sonoplastia:Eduardo Monteiro

“60 anos da Orquestra Sinfônica Nacional ao som das Bachianas”em parceria comAgência Brasil

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60 anos da Orquestra Sinfônica Nacional
Músicos da Orquestra Sinfônica Nacional

Manifesto do Partido Comunista

O Manifesto do Partido Comunista está dividido em um preâmbulo e quatro seções,a última delas uma curta conclusão.A introdução começa:“Um espectro está assombrando a Europa–o espectro do comunismo.Todas as potências da velha Europa firmaram uma aliança sagrada para exorcizar esse espectro”.Ressaltando que os partidos em todos os lugares–incluindo aqueles no governo e na oposição–lançaram a“crítica marcante do comunismo”uns nos outros,os autores inferem disso que os poderes constituídos reconhecem o comunismo como um poder em si.

Em seguida,a introdução exorta os comunistas a publicarem abertamente seus pontos de vista e objetivos,para“enfrentar esta história infantil do espectro do comunismo com um manifesto do próprio partido”.

Primeira Seção

A primeira seção do Manifesto,“Burgueses e proletários”,elucida a concepção materialista da história,de que“a história de todas as sociedades até então existentes é a história das lutas de classes”.As sociedades sempre assumiram a forma de uma maioria oprimida explorada sob o jugo de uma minoria opressora.No capitalismo,a classe trabalhadora industrial,ou proletariado,engaja-se na luta de classes contra os proprietários dos meios de produção,a burguesia.Sendo assim,esta luta terminará em uma revolução que reestrutura a sociedade,ou a“ruína comum das classes em conflito”.

A burguesia,através da“revolução constante da produção e perturbação ininterrupta de todas as condições sociais”emergiu como a classe suprema da sociedade,deslocando todos os antigos poderes do feudalismo.Portanto,a burguesia explora constantemente o proletariado por sua força de trabalho,criando lucro para si e acumulando capital.No entanto,ao fazer isso,a burguesia serve como“seus próprios coveiros”.O proletariado inevitavelmente se tornará consciente de seu próprio potencial e subirá ao poder por meio da revolução,derrubando a burguesia.

Segunda Seção

“Proletários e comunistas”,a segunda seção,começa afirmando a relação dos comunistas conscientes com o resto da classe trabalhadora.O partido comunista não se oporá a outros partidos da classe trabalhadora,mas ao contrário deles,expressará a vontade geral e defenderá os interesses comuns do proletariado mundial como um todo,independente de todas as nacionalidades.Então,a seção segue defendendo o comunismo de várias objeções,incluindo alegações de que defende a prostituição comunal ou desincentiva as pessoas de trabalhar.

A seção termina delineando um conjunto de demandas de curto prazo.Por exemplo,um imposto de renda progressivo;abolição de heranças e propriedade privada;abolição do trabalho infantil;educação pública gratuita;nacionalização dos meios de transporte e comunicação;centralização do crédito por meio de um banco nacional;expansão de terras públicas,etc..Nesse sentido,a implementação resultaria no precursor de uma sociedade sem estado e sem classes.

Terceira Seção

A terceira seção,“Literatura Socialista e Comunista”,distingue o comunismo de outras doutrinas socialistas prevalentes na época.Todavia,estas sendo amplamente categorizadas como Socialismo Reacionário;Socialismo conservador ou burguês;e Socialismo e Comunismo Crítico-Utópico.Embora o grau de reprovação em relação às perspectivas rivais varie,todos são rejeitados por defenderem o reformismo e por não reconhecerem o papel revolucionário preeminente da classe trabalhadora.

“Posição dos comunistas em relação aos vários partidos da oposição”,a seção conclusiva do Manifesto,discute brevemente a posição comunista sobre as lutas em países específicos em meados do século XIX,como França,Suíça,Polônia e Alemanha.Este último“na véspera de uma revolução burguesa”e prevê que uma revolução mundial virá em breve.Por fim,termina declarando uma aliança com os socialistas democráticos,corajosamente apoiando outras revoluções comunistas e apelando para uma ação proletária internacional unida–“Trabalhadores de todos os países,uni-vos!”.

File name:manifesto-do-partido-comunista.pdf

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Manifesto do Partido Comunista

Dom Casmurro de Machado de Assis

Machado de Assis ficou fascinado com o tema do ciúme,e muitos de seus romances são construídos sobre essa intriga.Nas escolas brasileiras,Dom Casmurro de Machado de Assis figura como uma das obras mais lidas.A obra reflete a vida de Machado de Assis como tradutor de Shakespeare,e também sua influência do realismo francês,especialmente Honoré de Balzac,Gustave Flaubert e Émile Zola.No romance,ele também se refere a Much Ado About Nothing,The Merry Wives of Windsor,Hamlet,Romeu e Julieta e,o mais importante,Otelo.

Machado de Assis mostra uma versão diferente do adultério clássico:a história contada pelos olhos de Bento Santiago(Bentinho),o marido traído.Portanto,o personagem narra a suposta traição de sua amada Capitu(Capitolina,em alusão ao romano Capitolino),uma versão de Desdêmona.Segundo ele,o traiu com seu melhor amigo,dando à luz um filho que só mais tarde ele“descobriu”que não era dele.No entanto,os fatos que ele mostra como prova são muito frágeis e podem ser facilmente interpretados como paranóia.

Imaginação ou realidade?

Pode ser tudo imaginação dele,embora o narrador dificilmente considere isso uma opção.É um conto com um narrador não confiável,para que o leitor nunca tenha uma resposta direta para saber se Capitu o traiu,e o desfecho ainda é um dos mais discutidos entre os fãs e críticos da literatura brasileira.O escritor brasileiro Dalton Trevisan observou que Dom Casmurro não se deve ler como a história de Capitu traindo Bentinho.Mas,como uma história de ciúme em si.

Outra medida da realização literária do escritor é dada pela conclusão mais profana de que,se Capitu e Bento fossem ao tribunal,nenhum deles poderia vencer apenas com base nos detalhes contidos no romance.

File name:dom-casmurro-machado-de-assis.pdf

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Dom Casmurro de Machado de Assis

Poesias de Fernando Pessoa

Fernando António Nogueira Pessoa foi um poeta,escritor,crítico literário,tradutor,editor e filósofo português,descrito como uma das figuras literárias mais significativas do século XX e um dos maiores poetas da língua portuguesa.

Ele também escreveu e traduziu do inglês e do francês.As poesias de Fernando Pessoa são consideradas as mais importantes no idioma português.

Pessoa foi um escritor prolífico,e não só com o próprio nome,pois criou cerca de setenta e cinco outros.Por exemplo,se destacam três,Alberto Caeiro,Álvaro de Campos e Ricardo Reis.

Ele não os chamou de pseudônimos porque sentiu que eles não capturavam sua verdadeira vida intelectual independente e,em vez disso,os chamou de heterônimos.Essas figuras imaginárias às vezes tinham pontos de vista impopulares ou radicais.

Ao longo da vida publicou quatro livros em inglês e um só em português:Mensagem(Message).No entanto,ele deixou uma vida inteira de trabalho não publicado,inacabado ou apenas esboçado em um baú de madeira abobadado(25.574 manuscritos e páginas datilografadas que estão hospedados na Biblioteca Nacional Portuguesa desde 1988).Sendo assim,a edição deste enorme trabalho ainda está em andamento.

Em 1985(cinquenta anos após a sua morte),transferiram os restos mortais de Pessoa para o Mosteiro dos Jerónimos,em Lisboa,onde também estão sepultados Vasco da Gama,Luís de Camões e Alexandre Herculano.O retrato de Pessoa estava na nota de 100 escudo.

File name:poesias-fernando-pessoa.pdf

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poesias de fernando pessoa
Fernando Pessoa,poeta português.

A Divina Comédia de Dante Alighieri

A Divina Comédia é um longo poema narrativo italiano de Dante Alighieri.Iniciado em 1308 e finalizado em 1320,um ano antes de sua morte em(1321).Amplamente considerada a obra preeminente na literatura italiana e uma das maiores obras da literatura mundial.A visão imaginativa do poema sobre a vida após a morte é representação da visão de mundo medieval,conforme esta se desenvolveu na Igreja Ocidental no século XIV.Ajudou a estabelecer a língua toscana,na qual é escrita,como a língua italiana padronizada.Dividido em três partes:Inferno,Purgatório e Paraíso.

A narrativa tem como tema literal o estado das almas após a morte e apresenta uma imagem da justiça divina aplicada como punição ou recompensa devida,e descreve as viagens de Dante pelo Inferno,Purgatório e Paraíso(ou Céu),embora alegoricamente o poema representa o caminho da alma para Deus.

Nesse sentido,começando com o reconhecimento e rejeição do pecado(Inferno).Em seguida,pela vida cristã penitente(Purgatório).Por fim,a ascensão da alma a Deus(Paraíso).

Dante baseia-se no católico romano medieval,sua teologia e filosofia,especialmente a filosofia tomista derivada da Summa Theologica de Tomás de Aquino.Consequentemente,a Divina Comédia foi chamada de“a Summa em verso”.Na obra de Dante,o peregrino Dante é acompanhado por três guias:Virgílio(que representa a razão humana),Beatriz(que representa a revelação divina),e São Bernardo de Clairvaux(que representa o misticismo contemplativo e a devoção a Maria).

Obra-prima

Erich Auerbach disse que Dante foi o primeiro escritor a retratar os seres humanos como produtos de um tempo,lugar e circunstância específicos.Em contrapartida aos arquétipos míticos ou uma coleção de vícios e virtudes;isso,juntamente com o mundo totalmente imaginado da Divina Comédia,diferente do nosso,mas totalmente visualizado,sugere que se poderia dizer que a Divina Comédia inaugurou a ficção moderna.

File name:divina-comedia-dante-alighieri.pdf

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A Divina Comédia de Dante Alighieri
Domenico di Michelino

Hitler/Stalin:O Pacto Maldito

Resenha e dissertação sobre o livro “Hitler/Stalin:O Pacto Maldito”,por Fito.

Publicado em 1990,mesmo ano da fundação do Foro de São Paulo por Lula e Fidel,Joel Silveira e Geneton Moraes Neto se uniram para fazer um livro que explicava os motivos pelo qual a esquerda brasileira dava vivas a Hitler.Dessa forma,reconhecendo-o como socialista(a invenção de que Hitler era de extrema-direita veio com Stalin,após a segunda guerra mundial).

Na obra da Editora Record,dividida em duas partes,Joel trata de como a Europa vivia a época do Pacto Ribentrop-Molotov.Este,ficou escondido até que fosse publicamente exposto no Tribunal de Nuremberg.Cabe aqui uma nota histórica interessante:conta-se que no tribunal o juiz era norte-americano,enquanto que o promotor de justiça(acusador)era soviético.Quando um dos réus mencionou o Pacto Ribentrop-Molotov,o promotor rapidamente desconversou.O juiz,no entanto,foi enfático em querer saber do Pacto,que foi exposto publicamente.Nesse sentido,Hitler e Stalin tinham um pacto de não agressão,antes da invasão simultânea à Polônia.

Quem veio primeiro?

A mea-culpa está na página sete,que trata o apoio da esquerda brasileira à Hitler como um terrível equívoco.Mas os autores foram sinceros o suficiente para mostrar os jornais da esquerda,à época,com as propagandas e elogios à Hitler,no qual comandava o nazismo.Não,Hitler não o inventou.O nazismo já existia antes dele,pois “nazi” vem de “nacional-socialismo”,corrente ideológica de esquerda que prega o socialismo dirigido num contexto patriótico de uma nação.Exatamente o mesmo que o fascismo,alterando-se somente a estrutura filosófica.O fascismo tinha intelectuais na sua criação,que por sua vez inspirou também uma melhor arregimentação dos nazistas.

Voltando dos devaneios explicativos,a obra de Joel Pinheiro e Geneton Moraes Neto é uma tentativa de “passar pano” no apoio que a esquerda deu a Hitler.Todavia,sem pedir desculpa pelo apoio ao comunismo soviético,que matou muito mais gente do que o nazismo e o fascismo juntos.

Uma obra difícil de achar,que vale a pena por mostrar as fontes originais dos jornais de esquerda do Brasil que elogiavam Hitler diuturnamente.

Onde adquirir“Hitler/Stalin:O Pacto Maldito”?

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Hitler / Stalin: O Pacto Maldito

Governantes medrosos

Capítulo 5(Governantes medrosos)de O Medo Humano.Leia desde o Capítulo 1

Tenta-se criar uma noção de “novo normal”,no qual o normal não é ter liberdade de ir e vir.Tudo em nome da doença.Justamente esse medo irracional de um vírus é um prato cheio para aqueles que desejam criar novas formas de controle comportamental,
principalmente para forçar a criação de uma aceitação automática de uma negação ao
direito de ir e vir.Com a ajuda do Judiciário,que nega até mesmo habeas corpus em nome de uma “saúde pública”,temos um desgoverno unido com uma ditadura judicial.

Assim vão surgindo as vergonhas que temos:agentes de segurança pública,em boa parte,são uma vergonha a céu aberto.Sobretudo no Brasil são conhecidos pelo gosto por dinheiro ilícito.Aliado ao medo de perder o salário,obedecem cegamente a leis ruins,prendendo inocentes que foram à praia durante uma quarentena inconstitucional.São pessoas que preferem prejudicar violentamente o direito alheio a discutir algo que poderia,em tese,criar um pequeno prejuízo para si.Preferem cortar a cabeça alheia a tomar uma agulhada no próprio dedo.

Estes mesmos agentes de segurança pública no Brasil,embora sejam conhecidos do povo como braço armado do Estado,não estão sozinhos.Um judiciário do qual eu sinto vergonha pessoal(embora nunca tenha feito parte desta estrutura)que vive para si,somente.Os juízes do Brasil são o que há de pior em muitos judiciários do mundo.Vivem por seus próprios desejos,envoltos em uma teia de auxílios mútuos,decisões que apenas protegem.O medo dos juízes está,justamente,em julgar conforme a lei.Já que isso não é normal,causa medo.

O juiz típico do Brasil faz aquilo que ele acha que vão aceitar como correto,não aquilo que diz a lei.E digo que os juízes fazem,não o que acham correto,mas o que seus próximos vão achar.Destroem o próprio entendimento em prol de interesses que nem
imaginamos quais sejam.Tudo se resume em trabalhar menos.Cada decisão que pode
ser copiada é um prêmio interno na alma do juiz,que não precisará pensar os fatos reais das pessoas reais que estão ali naqueles processos.

Jamais se pense que estou falando mal dos juízes sem qualquer objetivo.Não quero destruir,mas construir.Somente expondo-se os erros é que se pode consertá-los.

Junto ao juízes,temos o Ministério Público,órgão inatingível,incriticável,inabalável,que usa seu poder de propor ações penais como moeda de troca.A frase “quem vigia os vigilantes” é adequada ao Ministério Público no Brasil.Vigiam tudo e todos(e devem fazê-lo!),mas não aceitam ser vigiados.Na prática,a teoria é outra.

Governantes medrosos
Photo by Ahmed Adly onPexels.com

Enfim,cada vez mais temos a necessidade de vigilância dos atos,posto que cada um está tentando se esconder atrás de uma cargo,de um título,de uma função pública.A frase “ele está apenas fazendo seu trabalho” é um chavão típico de uma ditadura.Se houvesse uma lei,digamos,dizendo que pessoas sem pernas podem ser mortas(o exemplo é esdrúxulo,mas funciona perfeitamente).Um policial(ou um juiz,não importa)determina a morte de uma pessoa sem pernas,sendo essa pessoa seu filho único de cinco anos de idade.Quando esse seu filho for fuzilado por não ter pernas(seguindo-se literalmente a hipotética lei),o que você dirá?Aceitará a morte,afinal o agente estatal estava apenas cumprindo seu trabalho?

Se colocarmos a lei humana como padrão de bom,já destruímos nosso próprio espírito,e estamos cuspindo na cara de Deus.O bom é bom,o mau é mau,não importa o que diz uma lei humana.O que temos que fazer,como humanos,é tentar criar leis humanas sabidamente imperfeitas que procuram imitar o padrão sublime,portentoso e majestoso de bom.Aos poucos,com essa mentalidade,vai-se melhorando o conjunto
normativo de um local.Isso é trabalho para cem anos.

Nos pautarmos pela lei humana para definir o bom e o mau é o fim de uma existência como sociedade.Já é morta,como um conjunto de zumbis,que apenas vagueiam atrás de algo que não sabem o que é.Uma sociedade que vive em busca da última lei e da última decisão do STF para saber o que é certo e o que é errado já morreu,mas não foi enterrada,e,por isso,fede.

Tentando não divagar,e retornando ao núcleo da ideia primordial da presente obra,o medo humano age de modo a não se inovar positivamente.Esse medo faz com que a pessoa não crie novas ideias para tomar decisões acertadas.No máximo,temos o indivíduo pobre que,malsinado pelo que recebeu ao nascer,cria formas de agir empresarialmente,seja vendendo bolos pela internet,seja intermediando relações.Não tenho qualquer medo de dizer que um vendedor de salgados na rua causa mais bem social do que um detentor de cargo público poderoso.Principalmente se esse cargo foi chamado “Ministro do Supremo Tribunal Federal”.

O medo do desconhecido impede que o ser humano possa agir de modo a testar algo que pode ser revolucionário.Quando as pessoas colocaram o medo de lado,fizeram descobertas científicas absurdas.Justamente ao discordar de todo mundo,do “consenso científico”,tivemos na história as maiores descobertas e invenções.Foi indo contra o consenso que se viu que coisas impensadas poderiam funcionar.Se Tim Bernes-Lee tivesse medo,não criaria o padrão de internet usado no mundo todo.E foi além,criando algo que poderia ser replicado livremente.A internet trouxe mais liberdade do que qualquer governante bom da história do mundo.Ou do que qualquer revolução passada.

Assim,com a internet,vemos o cidadão comum,sem voz,falar para um juiz,um deputado,um comerciante,que o que estes fizeram é mau.Essas pessoas alheias ao mundo real dos “Seus Zés” e “Donas Marias” ficam perdidas,por sua bolha de sabão da
convivência ser estourada de repente,expondo suas vergonhas ao público.Temos visto
cada vez mais pessoas criando dossiês para expor erros alheios,coisa que somente agências de inteligência faziam.

Estamos num momento em que,ao receber uma sentença desfavorável,o sentenciado criará um conteúdo de exposição do julgador,como vingança à perda.Quando vaticino isso,me refiro ao brasileiro comum,sem acesso a serviços especializados.Aqueles que possuem acesso a serviços já o fazem,como mostra o que o ex-presidente Lula e seu partido fizeram com os membros da Operação Lava-Jato(e ainda o fazem).

Os juízes e promotores aguentarão ser expostos por cidadãos comuns?Não.Eles se julgam importantes.E quem se acha importante tem um medo terrível de não se considerado importante pelos que estão no entorno.Buscarão medidas dos apaniguados(o próprio judiciário e Ministério Público)para perseguir quem quer que tenha dito algo que os desagrada.

Poucos têm couraça endurecida pelo tempo.Normalmente,somente quem bastante apanhou é que aguenta lutar até o fim sem cair no choro.O brasileiro está tão acostumado a apanhar,que é mais fácil para ele lutar,em comparação a alguns outros
países,onde a vida é mais confortável.Não é à toa que temos frases populares como “tempos difíceis criam pessoas fortes,pessoas fortes criam tempos fáceis,tempos fáceis criam pessoas fracas,pessoas fracas criam tempos difíceis”.O ciclo é evidente.

Estudar de verdade causa medo.Pois além de ser cansativo,você vai mudar pensamentos que imaginava ter certeza absoluta.É o estudo que faz com que pessoas mudem de profissão,de religião,de filosofia.Enfim,mudam a própria estrutura mental.Mas a barreira maior aparece na mudança interna e posterior mudança pública,pois ninguém quer confessar que estava errado.Declarar abertamente que estava errado sobre algo,e que agora pensa de outra forma exige uma coragem que poucos,muito poucos,conseguem.Homens de geleia não conseguem.É preciso ser duro como rocha para se admitir isso sem medo.O medo de que riam de você.

Por experiência própria vi que não é esse o resultado.A mudança pública de posicionamento,embora exija coragem ímpar,gera no entorno um respeito maior,pois as pessoas sabem da força necessária para se admitir o erro passado.O silêncio após a confissão não é de dor ou vergonha alheia,mas de admiração de força da personalidade.É esse silêncio que dá a deixa para a manifestação dos motivos.Mas como o ser humano é naturalmente fraco,não quer saber os motivos.Um ou outro,mais concentrado em melhorar a si mesmo,vai querer saber os motivo,e se interessará,pois tenta melhorar o próprio espírito,endurecendo-o como tal.

Esse endurecimento é sempre do núcleo.Temos pessoas vertebradas e crustáceos.Os primeiros têm um núcleo duro,embora tenham maciez na parte externa,o que admite mudanças sem afetar o núcleo.Já os crustáceos são aqueles que aparentam um aspecto forte e duro,mas no interior é mole e fraco.Quebre a casca,que tudo está exposto.Quem tem o que esconder vive se mostrando como crustáceo,aparentando
força.Uma pancada desmonta,e a verdade aparece.

CONTINUA …

Por Marcio Pinheiro

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Entre Séries|Os principais lançamentos da semana 02

Conheça novidades das plataformas destreamingentre 3 e 9 de janeiro.Os principais lançamentos da semana 02 de 2021 está no ar.

Entre Séries

O ano de 2021 começou com grandes lançamentos nas plataformas de streaming.Saiba cinco novidades para aproveitar neste fim de semana. 

Os principais lançamentos da semana 02

The Stande

Baseada na obra de Stephen King, The Standestá disponível semanalmente pelaStarzplay.A série ganhará novo final,escrito pelo próprio King,e tem elenco com nomes como Whoopi Goldberg,Alexander Skarsgard,James Marsden,Owen Teague,Odessa Young,Henry Zaga e Amber Heard. 

Os principais lançamentos da semana 02A segunda temporada de Dickinson,obra de Alana Smith sobre a escritora norte-americana,estreou nesta sexta-feira,8 de janeiro,na Apple TV+.Os novos episódios serão lançados semanalmente,e continuam a explorar a vida da poetisa.Hailee Stenfeld protagoniza a comédia. 

A produção francesa Lupintambém chegou em 8 de janeiro pela Netflix.Criada por George Kay e François Uzan,a série é inspirada nas aventuras de Arsène Lupin,que se vingará de uma família rica por uma injustiça cometida contra seu pai.A série será dividida em duas partes,consistindo em 10 episódios no total. 

Asérie documentalMarvel Studios:Lendaschegou ao Disney+.O projeto,de episódios curtos de até 10 minutos,apresenta personagens individuais,destacando momentos importantes do universo cinematográfico da Marvel.   

Os principais lançamentos da semana 02

In The Dark

Por fim,estreou No Escuro(In the Dark,no título em inglês) nesta sexta-feira noGloboplay.A série conta a história de uma mulher cega que está disposta a resolver o caso do assassinato de um amigo.Perry Mattfeld protagoniza o drama exibido pela CW nos EUA. 

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Uma sociedade com menos medo

Capítulo 4(Uma sociedade com menos medo)de O Medo Humano.Leia desde o Capítulo 1

Jamais teremos uma sociedade humana melhor que a civilização ocidental.Uma união improvável de uma moralidade sublime e inalcançável,decorrente de uma pequena sociedade do oriente médio,mais um sistema jurídico racional,decorrente de um império em decadência,e uma filosofia da busca da verdade absoluta,gerada por alguns radicais que viveram em desconformidade com a sociedade deles,sendo que o pioneiro desta filosofia precisou morrer envenenado para cumprir com autoridade o que pregava.Essa união improvável criou arte com características quase eternas,um sistema de auxílio aos mais pobres jamais alcançado pelo mais bondoso dos governantes,a sensação de pertencimento ao grupo mantendo a total responsabilidade individual pelos atos humanos.

Essa sociedade evoluída prova-se justamente por não só aceitar,mas receber maduramente as críticas ao próprio sistema,coisa que não se vê nos sistemas socialistas e islâmicos atuais.A crítica,nesses sistemas,normalmente é recompensada com a morte.A civilização ocidental prova-se mais madura que qualquer outra justamente por aceitar críticas.No entanto,essa mesma sociedade padece por não ter defensores corajosos.O medo dos defensores transforma-os em fantoches de si mesmos,alimentados pela sensação de esperança vazia,como se magicamente tudo fosse melhorar.Não vai melhorar.Só vai piorar.

menos medo

Uma pequena melhora pontual é possível mediante uma luta terrível,custosa,sangrenta e dura.Para se construir algo,é muito mais difícil que destruir.Veja-se a Escola de Frankfurt,que prega a destruição de tudo o que há.Destruição por destruição.É o ser humano agir como o Diabo.Às vezes,creio que até o Diabo tenha inveja de alguns seres humanos,que se empenham em destruir os outros com mais força que os demônios.

Melhoras pontuais são realizadas com esforço e dor.Com gasto de dinheiro,com lágrimas,com sangue.Cada melhora deve ser comemorada,para que o entorno(principalmente seus filhos)entendam a necessidade de celebrar o que é bom.Não é à
toa que as maiores festas da civilização ocidental são o Natal e a Páscoa.O nascimento
do homem perfeito e a morte substitutiva do mesmo.

Um início de melhora é feito,primeiramente,com a noção do que é bom,e posteriormente,com a alocação da coragem necessária para tal ato.Ter noção do que é bom já é,por si mesmo,tarefa complexa.É necessário entender-se,com raciocínio e sentimentos,o que é bom para todos.O governo dar coisas para todos é ruim,já que isso virá do trabalho de alguém,retirado na marra por meio de impostos.Liberdade para cada um procurar o trabalho que lhe apetece é bom,já que cria a sensação de responsabilidade individual.Pesando-se as consequências dos atos imaginados(e vendo a história,é claro),percebe-se o que é bom e o que é mau.Mas não devo pensar que é fácil distinguir.

Existem atos que parecem bons,e outros que parecem maus.É justamente a experiência própria,e a análise da experiência de outrem,que mostra quais atos específicos são bons e quais são maus.Difícil,mas não impossível.Podemos chegar ao
ponto de criar verdadeiros fluxogramas mentais para se imaginar a consequência de cada ato,para se entender se o ato é bom ou mau.Isso nos mostra que o ato deve ser bom em cada fase,para que se termine bom.Se,em algum momento,ele se tornar mau,corromperá tudo o mais após ele.Cada acontecimento posterior já está envenenado,e deve ser extirpado o quanto antes.

O segundo elemento,a coragem,é erroneamente entendida.Pensa-se na coragem de uma briga,na qual nenhum dos contendores foge.Embora possa haver bastante coragem nesse ato,não é aí que a mesma reside como em sua própria casa.Ela reside
no coração de quem faz o que quer fazer e mantém o ato até o final,crendo ser o melhor.Se a coragem reside ali,é ali que a bondade deve residir junto.Bondade sem coragem é omissão pesarosa,coragem sem bondade é força cooptada para o mal.

Boa parte dos atos humanos são direcionados pelo medo.O que se viu na quarentena foi justamente as redes de televisão incutindo medo diuturnamente com o vírus chinês,para muitos fins.Para manter a audiência alta,é um destes fins,já que a internet roubou a audiência de muitos.Aí aparece um novo medo:o medo da liberdade.

No Brasil a grande mídia(ou velha mídia,de acordo com aquele que opina)tem medo da liberdade de escolha do consumidor.Tamanho é esse medo que a mídia usa o medo para dominar.Como o ser humano naturalmente dá ouvidos a notícias ruins,pois alerta o senso de autopreservação,é mais fácil dar audiência para as mesmas notícias ruins,ao invés das boas.Criando-se noticiários frequentes para apavorar as pessoas(o que gerou recorde de suicídios e doenças mentais),instilou-se mais medo,que forçou as pessoas a assistir mais noticiários ainda.Tamanho foi o estrago que somente poderemos ter noção disso daqui a uns anos.

CONTINUA …

Por Marcio Pinheiro

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Maturidade

Maturidade

Capítulo 3(Maturidade)de O Medo da Humano.Leia desde oCapítulo 1

Voltando ao assunto,temos a continuidade do comportamento medroso,que imagina coisas que,provavelmente,jamais ocorrerão.Imaginar que algo terrível vai acontecer,mesmo sem evidências do mesmo,gera um espírito de pânico que,não gerenciado,cria uma síndrome,ou depressão,ou outra doença da alma.Esse medo,alimentado diariamente,cria prisões desnecessárias,que impedem o aproveitamento da própria vida de modo mais saudável,já que a pessoa não permite a si mesma que saia de casa,ou que frequente um local,ou que divirta-se com coisas simples.

O ser humano,portanto,vive pelo medo ao não ser maduro.Quando inicia o doloroso processo de amadurecimento,precisa quebrar diariamente um pedaço desta estátua de mármore chamada medo,que possui um núcleo muito rígido,terrível de se alcançar.A maturidade vai ocorrer,justamente,ao se aceitar o medo,e após aceitá-lo,começar a controlá-lo aos poucos.Ato por ato,fato por fato,um de cada vez,progressivamente.

O mais conhecido processo de amadurecimento é ter um dependente.Ter um filho,na maioria das vezes.A pessoa passa a considerar aquele ser indefeso como alguém necessitado de cuidados,o que força uma maturidade de se preocupar com o bem-estar de outro,e agir de modo condizente a protegê-lo e alimentá-lo.Isso requer um comportamento mais comedido e controlado,a busca por um trabalho que pague valores maiores sem incorrer em riscos desnecessários(ou,pelo menos,riscos que se possa controlar),de modo que se gere,internamente,um sentimento de confiança em si próprio,para que se viva de modo mais tranquilo,e se aproveite a própria vivência com os dependentes.

É aí que a pessoa pode verificar essa maior diferença:seu dependente padece de medos absurdos,notadamente trabalhados nos sonhos,enquanto que o maduro terá seus medos mais realistas,ou desejos não realizados,também nos sonhos.O sonho acaba como uma ferramenta para trabalhar seus medos,ansiedades e desejos,retratando o que ocorreu no dia,envolto em emoções descontroladas.A maturidade vai tornando a vivência mais saudável,já que,por medir as consequências,as pessoas freiam seus próprios atos,ao se imaginar que os mesmos podem ser encarados como
violação do espaço alheio,o que incorre em quebra de confiança.Essa quebra de confiança gerará prejuízos,já que um quebrador de confianças acabará sozinho.Sendo
um animal político,o ser humano maduro prefere sofrer um pouco,para não quebrar confianças,e não ficar só.O medo de ficar só acaba gerando um comportamento até salutar,mas pelo motivo errado.O motivo do medo.

Pensar e agir de modo salutar,através do raciocínio,torna-se objetivo a ser buscado na maturidade.Antes da maturidade,o medo é que vai gerar atitudes positivas,às vezes,como o medo de ficar sozinho já mencionado.Mas viver pelo medo nunca será bom.Essa noção de bom e mau é construída pela sociedade do entorno da pessoa,mas não impede que a pessoa mude essa mesma sociedade,já que ela faz parte da mesma.Noções sublimes de bondade já foram enunciadas pelos antigos,sobretudo na Bíblia,o
que mudou radicalmente sociedades inteiras.Antes do cristianismo,qualquer pessoa que ouvisse alguém aconselhar a fazer o bem sem esperar nada em troca ganharia risadas.De sarcasmo.

Vivemos de modo a diminuir a sensação de medo,criando confortos psicológicos como dinheiro guardado na conta bancária,bens imóveis alugados,seguros de veículos e outros pormenores.Já em outros momentos,nos comportamos de modo a gerar um sentimento de admiração do outro para nós,para nos sentirmos importantes.É justamente nesse desejo que muitos são manipulados.Se sentir importante é um desejo de praticamente todo ser humano.E na busca desta emoção,as pessoas criam mentiras para si mesmas,e repetem-nas para todos,tentando fazer crer que aquilo corresponde à verdade.

Nesse raciocínio,vemos que os atos humanos acabam,muitas vezes,se dirigindo no mesmo sentido:medo de não se sentir importante;mentir a si mesmo para se sentir importante;parecer importante e continuar ocultando seus medos.Não é à toa que chamam os mais íntimos medos de demônios pessoais.É o mal,encarado sozinho,numa sala escura,no qual a pessoa nada tem,além de si mesma e de suas verdades pessoais,que serão quebradas uma a uma no enfrentamento.O que sai desta sala escura é um ser humano com menos medo,com o couro duro,mas sem perder a gentileza.Um conjunto de 100%corajoso com 100%gentil,no qual cada momento pede uma aplicação de quantitativos de coragem e gentileza no trato humano diário.

A destruição progressiva é palpável no rosto do medroso.Parece que não só transparece no rosto,mas altera seu próprio semblante,criando-se bolsas de pele ao redor dos olhos e decaimento dos lábios,que mal sorriem verdadeiramente.Apenas sorrisos forçados,para tentar viver amigavelmente,e evitar agressões alheias.A sorte de muitos é que a civilização ocidental é pautada no princípio da não-agressão.Os que
vivem contrariamente a este princípio são marcados socialmente pelas famílias do entorno,criando uma aura de desconfiança automática.Essa aura chega a ser ensinada de pai para filho,com relação ao trato da pessoa que vive em desconformidade com o princípio da não-agressão.

CONTINUA…

PorMarcio Pinheiro

maturidade

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vivendo o medo

A Vida Secreta de Fidel:um comunonazifascista latino-americano

A Vida Secreta de Fidel:um comunonazifascista latino-americano

Resenha e dissertação sobre o livro“A Vida Secreta de Fidel”,por Fito.

Quando Juan Reinaldo Sánchez conseguiu fugir de Fidel Castro para os EUA,trouxe à luz revelações espantosas,como a ilha “particular” de Fidel em Cuba(como se toda a Cuba não fosse sua propriedade).O mais importante,contudo,foi a demonstração de que o comunista,enquanto líder,é idêntico a um líder nazista ou a um líder fascista.Nada muda.

O comunismo é uma ditadura em torno da ideologia do proletariado contra a burguesia.No nazismo,os inimigos são as raças inferiores.No fascismo,o inimigo são os países burgueses.Simplificação rasa,mas suficiente para prosseguir.Os totalitarismos coletivistas,revolucionários,esquerdistas,socialistas etc.estão descritos fielmente na pessoa de Fidel(trocadilho involuntário),que Juan cuidou mais do que a própria vida.Ser guarda pessoal de Fidel por dezessete anos mostrou ao mesmo que a vida do ditador era nababesca e cheia de frivolidades,ao mesmo tempo que o ditador sustentava guerrilheiros.Até Lula é mencionado,em sua visita em 1989,um ano antes de criar o Foro de São Paulo(quiçá foi nesta reunião que idealizou-se tal grupo).

Fidel era comunista,pois levava o povo a combater a burguesia.Era nazista,pois sustentava a superioridade espanhola,enquanto perseguia e matava negros e homossexuais.Era fascista,pois pregava que seu país deveria lutar contra os países burgueses(EUA,por exemplo).

Afagado pela mídia internacional,Fidel é descrito em minúcias que somente quem vivia colado ao ditador poderia dizer.E como sempre,Juan foi traído pelo ditador,como sói acontecer com quem discorda uma vírgula do pensamento castrista.Ou Maoísta.Ou Stalinista.Ou Leninista.Ou Polpotista.Ou Hitlerista.Enfim,totalitário.

A leitura é mais leve do que se imagina,levando em conta a descrição dos atos perpetrados pela pessoa de Fidel,bem como os discursos(longos,por sinal)em que Fidel se colocava como um herói acima do bem e do mal.O autor mostra,sem levar em conta disso,que está descrevendo o padrão comportamental de todo líder socialista que já passou por esta Terra.

A leitura vale cada real pago.

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Jornal Grande ABC

A Vida Secreta de Fidel

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Vivendo o medo

O Jardim das Aflições:o sofrimento de estar só

Resenha autoral sobre o livro O Jardim das Aflições;Twitterdo autor

A Magnum Opus do filósofoOlavo de Carvalhoé o introito perfeito para a abertura doCaderno Culturaldo Jornal Grande ABC:o jardim no qual Cristo esteve só,em seu sofrimento.

Olavo de Carvalho nos traz uma ideia original,como parece ser do seu feitio,em que a humanidade busca a nova realização do império universal a cada geração,inconscientemente agindo neste objetivo.Mas me salta aos olhos outro aspecto da obra Olaviana(embora há quem diga Olavista):a solidão tão própria daquele que é chamado por Deus para realizar algo.

No Evangelho Segundo Mateus,capítulo 26,versículo 39,está escrito(Bíblia Literal do Texto Tradicional,de Hélio de Menezes Silva):E,havendo Ele ido um pouco mais adiante,prostrou-se sobre o Seu rosto,orando e dizendo:“Ó Meu Pai,se possível é,passa para longe de mim este cálice;no entanto não seja como Eu quero,mas como Tu queres”.

Este é o chamado que Olavo recebeu,e nos convida:a vida intelectual é uma vida espiritual de transformação dolorida,um tormento na alma,em que a solidão só cresce,diminuindo-se a si mesmo ao ponto de quase desaparecer.Então surge uma luz na alma,que faz aproximar aqueles que amam a sabedoria.E a solidão começa a
desaparecer,pois o amor de Deus faz jorrar amor de si mesmo e de volta dos outros
que buscam a Luz.

Olavo é um alquimista sem saber que é.O Mutus Liber diz,em latim,que “Ore,leia,leia,leia,releia,trabalhe e encontrarás”.É o que vemos surgir da obra O Jardim das Aflições,pois o autor precisou passar seu próprio jardim para destroçar a si mesmo,até que pudesse aceitar o que Deus determinou,e surgir dali como outra pessoa que,
embora a mesma,fosse totalmente diferente para si e para os outros.

Em minha pequena busca intelectual,li a obra em um momento tão quebrado de mim mesmo que enxerguei a dor humana junto da minha,e parei de questionar o mal que me sobrevinha.Dali,tudo melhorou,pois mudei.Este chamado de Olavo de Carvalho está na obra,embora seja complicada de enxergar.Talvez a mudança de mentalidade do leitor venha em seu próprio ritmo,mas vem de todo jeito.

Indico também o filme de mesmo nome,de 2017,no qual a tranquilidade de alguém que sabe quem é e o que não é,é o que mais transparece na tela.

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O jardim das aflições

O Medo Humano

Entendendo o medo–Capítulo 1

O ser humano é medroso,fraco e implora por controle.Ele busca alguém para controlar a vida dele,para que ele não seja responsável por seus atos,sendo mais cômodo viver assim.O ser humano,nesta escravidão auto imposta,vai em busca de alguém para controlá-lo,de geração em geração.Quando o ser humano atinge o nível de querer,buscar e até lutar pela liberdade,ele cria um novo padrão de comportamento que dura algumas décadas,no sentido de se manter livre.Às vezes,até lutando novamente por isso.No entanto,a vida fácil decorrente desta liberdade cria confortos que acostumam as gerações posteriores com facilidades,mas não mostra para eles a luta necessária para a tal liberdade.Assim,uma nova geração clama por ser controlada,em cada um de seus atos,e acredita que ainda é livre,só porque não está dentro de um presídio.A cada geração,a noção de liberdade diminui,ao ponto de se tolerar,e até pedir,que um governante mande na vida íntima do ser humano.

Para dar uma aparência de liberdade,tolera-se o pior desta.Não só se toleram,mas fomentam-se comportamentos livres que geram prisão,como libertinagem sexual,na qual o ser humano pode tudo.Esse desvario gera um vício comportamental que exige mais do mesmo,de modo que se cria uma prisão em torno de vícios sexuais.Isso cria uma espiral comportamental que suga a essência vital do ser humano de modo que ele busca mais sexo para compensar o excesso de sexo,tal qual um cocainômano consome mais cocaína para compensar a falta de cocaína.Quanto mais o tempo passa,mais difícil é sair deste redemoinho,que gira para dentro e para baixo.

Em tempos de quarentena social,decorrente do vírus chinês,vimos que as pessoas que mais falavam em liberdades ficaram quietas,amando a experiência totalitária de ficar preso em casa,enquanto que os lutadores da vida real,sobretudo os mais pobres,morrem de inanição.Pais de família vendem balas nos semáforos.Quando um homem adulto trabalha como ambulante,o problema é mais grave,pois uma pessoa com mais qualificações profissionais trabalhando no semáforo significa que meninos que faziam isso estão,na melhor das hipóteses,lutando para sobreviver perto de suas próprias casas.

Caiu como uma pedra na cabeça de muitos o comportamento dos “tolerantes”,que agem a favor de quarentenas e bloqueios sociais.Chegou-se ao ponto de pessoas comportarem-se como sovietes,denunciando seus vizinhos por não estarem de máscaras quando saíam às ruas.Acostumados a ter facilidades que não entendem,como ir ao supermercado e encontrar diversas marcas de um único produto,entram em pânico ao não encontrarem o que queriam.Ficam tristes por não terem a marca que gostam.A classe média não está passando fome,mas está em pânico.

De forma alguma penso em termos negativos ou positivos com a classe média.É somente a média da sociedade,que vive em residências próprias ou alugadas,em bairros comuns,com automóveis comuns,empregos comuns,vidas comuns,filhos comuns,religião cristã genérica e sensação de fazer o que é certo por ajudar algumas pessoas de vem em quando.Não há qualquer sarcasmo(ou outro sentimento)nisso,apenas a descrição exata do que eu vejo,com as palavras exatas que me ocorrem.

O tal medo humano fez com que governantes,que normalmente não sabem o que fazer,fizessem errado:criando sistemas de proibição de circulação de pessoas,veículos,atividades econômicas,de modo que a economia rola escada abaixo sem qualquer tipo de freio.E economia não é um número,um índice,um percentual.Economia é um trabalhador colocando um prato de comida na mesa de jantar,com o dinheiro que recebeu por seu trabalho suado.Isso é a economia que é tratada na presente obra.Nada mais,nada menos.

Esses mesmos governantes,atuando com os outros medrosos que têm cargos públicos,usam o seu próprio medo para impor medo aos outros,gerando cenas revoltosas mostradas pela internet:prisões arbitrárias de transeuntes que estavam sozinhos em praias,determinando a retirada de bandeiras do Brasil das janelas dos veículos etc.Este último tem uma razão de ser:por ser um ato de apoio ao atual presidente,governadores estaduais,com raiva,inveja e,por que não,medo,mandavam seus agentes de segurança pública tirar tais bandeiras.Esses agentes deveriam prestar continência à bandeira,mas retiraram-nas.O medo dos governantes e dos agentes públicos em geral criaram comportamentos opostos ao que deveria ser feito.

As pessoas,com medo,foram mandadas para delegacias,nas quais os agentes de segurança autuavam por atos que não são crimes,para gerar mais medo.Como é impossível prender milhões ao mesmo tempo,prende-se apenas os primeiros,gerando um efeito manada,criado pelo medo humano de sofrer,o que por sua vez gera o comportamento de acatar e aceitar as opiniões ditatoriais de certos governantes.Mas para lutar contra isso,é necessário domar o medo,pois até a liberdade assusta.

CONTINUA…Leia o Capítulo 2

Por Marcio Pinheiro

O MEDO

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