Categoria: Notícias

  • Novo auxílio emergencial é menor, mas ainda impacta famílias

    Concedido para pessoas em situação de vulnerabilidade social, o novo auxílio emergencial teve seus valores alterados em 2021. Conforme as regras da Medida Provisória 1039/21, o pagamento já está sendo feito, desde o dia 6 de abril, em quatro parcelas mensais, de abril a julho. Cerca de R$ 44 bilhões foram destinados ao auxílio emergencial por meio da promulgação da Emenda Constitucional 109/2021, a chamada PEC Emergencial. Novo auxílio emergencial é menor, mas ainda impacta famílias.

    Mesmo com a redução dos valores, por conta de questões orçamentárias, o benefício deve ter impacto para as famílias que o receberem. “O auxílio emergencial tem se mostrado uma fonte de subsistência para boa parte da população. Promove a redução da pobreza e faz girar a economia como um todo, pois as pessoas que recebem vão gastar e favorecer principalmente os pequenos comércios”, destaca Thaluana Alves, especialista em Direito do Trabalho e Direito Empresarial.

    Além da mudança dos valores, dessa vez só um membro de cada residência poderá receber o pagamento. “Não será preciso fazer novo cadastro ou atualizar o já existente, pois a nova rodada é uma extensão dos primeiros pagamentos e não serão aceitos novos cadastros”, explica a advogada. No ano passado foram duas rodadas de auxílio: cinco parcelas de R$ 600 e quatro de R$ 300. Mulheres chefes de família receberam o dobro desses valores e mais de uma pessoa por família tinha direito ao recurso.

    Confira as principais dúvidas:

    Qual o valor do auxílio emergencial 2021?

    Pessoa que mora sozinha: R$ 150

    Mãe solteira que sustenta a família: R$ 375

    Demais famílias: R$ 250

    Quem tem direito a receber o auxílio emergencial em 2021?

    Todos os trabalhadores informais, inscritos no CadÚnico e beneficiários do Bolsa Família que já recebiam o auxílio emergencial de R$ 600 ou a extensão do auxílio emergencial de R$ 300 em dezembro de 2020.

    Quais os beneficiários do Bolsa Família que receberão o auxílio?

    Os atuais beneficiários do programa social têm direito ao auxílio emergencial, desde que o valor do benefício do Bolsa Família seja menor que a parcela do auxílio.

    Quais são as datas de pagamento?

    Como em 2020, a nova rodada do auxílio emergencial será paga com dois calendários distintos: um para o público geral, que segue o mês de nascimento do beneficiário, e outro para o Bolsa Família.

    É possível pedir o auxílio emergencial?

    Trabalhadores informais e inscritos no CadÚnico que não receberam auxílio emergencial em 2020 não podem pedir o benefício em 2021. Será usado o cadastro encerrado em 3 de julho de 2020. O benefício será pago automaticamente a quem estava recebendo o auxílio de R$ 600 ou a extensão de R$ 300 em dezembro do ano passado e que cumpra as regras atuais.

    Como posso saber se vou receber o auxílio?

    A consulta pode ser feita na plataforma especial do auxílio, bastando informar nome completo, data de nascimento, CPF e nome da mãe. A verificação também pode ser feita no site auxilio.caixa.gov.br e no telefone 111, da Caixa Econômica Federal.

    Quem teve o auxílio emergencial de R$ 600 ou a extensão de R$ 300 canceladas poderá receber o benefício em 2021?

    Não. A legislação veda o acesso ao auxílio emergencial a quem teve o benefício cancelado.

    O CPF precisa estar regularizado?

    Sim. O contribuinte precisa estar com o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) em dia para ter direito à nova rodada do auxílio emergencial. A situação também deverá estar regularizada com a Receita Federal.

    PERFIL DA FONTE:

    Thaluana Alves – especialista em Direito do Trabalho e Direito Empresarial – Graduada pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

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    Novo auxílio emergencial é menor, mas ainda impacta famílias
    Thaluana Alves, especialista em Direito do Trabalho e Direito Empresarial.
    Foto: Divulgação

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  • Melhor foto do ano no Word Press Photo é de Ribeirão Pires

    Uma imagem captada na Instituição de Longa Permanência de Idosos (ILPI) Viva Bem a Idade que Tem, de Ribeirão Pires, foi eleita a melhor do ano no concurso internacional Word Press Photo – um dos mais importantes do mundo. A foto, de autoria do dinamarquês Mads Nissen, registrou, em agosto de 2020, o primeiro abraço entre uma idosa e sua cuidadora após cinco meses do início da pandemia do coronavírus, permitido pela instalação da chamada “Cortina do Abraço”.

    A fotografia foi publicada no jornal Politiken, da Dinamarca, em 28 de agosto de 2020. Além de ser eleita a melhor foto do ano, a imagem, intitulada “The First Embrace” (O Primeiro Abraço), também ganhou o primeiro lugar na categoria de Notícias Gerais. Na imagem, Rosa Luzia Lunardi, 85 anos, abraça a enfermeira Adriana Silva da Costa Souza.

    Desde agosto do último ano, o fotógrafo Mads Nissen mantém contato com a instituição Viva Bem. A equipe foi informada pelo dinamarquês sobre as etapas do concurso e, inclusive, acompanhou ao vivo a votação da etapa final da premiação. “Ficamos muito felizes. Estamos transbordando de alegria. Diante de tanta tristeza pela pandemia, é muito bom ver uma iniciativa que deu certo e rendeu bons frutos”, disse a coordenadora da entidade e assistente social, Elza Gordo Martins.

    Os juízes do concurso promovido pela Word Press Photo avaliaram mais de 74 mil imagens de 4.315 fotógrafos para a seleção dos vencedores em oito diferentes categorias.

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    Melhor foto do ano no Word Press Photo é de Ribeirão Pires
    Foot: Mads Nissen

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  • Grande ABC: 500 mil doses de vacinas contra Covid-19

    O Grande ABC já aplicou mais de 500 mil doses de vacinas contra Covid-19, conforme dados divulgados pelas prefeituras por meio das secretarias municipais de Saúde.

    Até esta quinta-feira (15/4), 346.914 pessoas receberam a primeira dose da vacina. A segunda dose do imunizante já foi aplicada em 162.454 pessoas, totalizando 509.368 doses aplicadas na região.

    As sete cidades do Grande ABC iniciaram a imunização contra o novo coronavírus em 19 de janeiro, data em que a região recebeu as primeiras doses da Coronavac, vacina desenvolvida conjuntamente pelo Instituto Butantan e pelo laboratório Sinovac. Ainda em janeiro, no dia 26, as sete cidades começaram a receber doses da vacina Covishield, desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório britânico Astrazeneca.

    O cronograma de vacinação foi definido pelos prefeitos da região, que se reuniram em assembleia extraordinária do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, conforme os grupos prioritários da Saúde e demais indicados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

    A vacinação em cada um dos municípios do Grande ABC está ocorrendo conforme o número de doses recebido individualmente pelas prefeituras, que realizam a imunização de acordo com suas particularidades e também fazem o controle em relação à aplicação da segunda dose.

    O presidente do Consórcio ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra, afirmou que a adesão dos moradores pela vacinação tem feito a diferença e destacou os esforços dos sete municípios para disponibilizar mais doses para os moradores da região.

    “Queríamos proteger toda nossa população, mas a quantidade de doses disponíveis ainda é insuficiente. De acordo com a quantidade de doses que já recebemos, estamos fazendo uma vacinação rápida e eficiente. Também estamos trabalhando incansavelmente para avançar nas negociações para ampliar a vacinação no Grande ABC”, afirmou Paulo Serra.

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    Grande ABC: 500 mil doses de vacinas contra Covid-19
    Foto: Alex Cavanha/PSA

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  • Dia Mundial do Empreendedorismo: Como evitar fraudes eletrônicas?

    Um dos grandes desafios para os empresários brasileiros atualmente é superar o problema da fraude transacional online, saiba evitar fraudes eletrônicas

    Nesta sexta-feira, 16 de abril, é celebrado em todo o planeta o Dia Mundial do Empreendedorismo. Os negócios que surgem globalmente todos os dias têm um impacto significativo em seu próprio universo, mas todos os empreendedores enfrentam grandes desafios em seus respectivos mercados.

    De acordo com o Global Entrepreneurship Monitor (GEM), no Brasil apenas 40% das pessoas consideram que é fácil começar um novo negócio; no México essa percepção fica em 50%, na Argentina em 44% e na Colômbia supera por pouco 35%. O Instituto Global de Empreendedorismo e Desenvolvimento (GEDI), que mede a saúde dos sistemas de empreendedorismo por país, coloca o Brasil na 118ª posição, atrás de outros países da América Latina como a Colômbia (na posição 52), México (posição 70) e Argentina (74).

    Entre os desafios que os empresários devem superar está o problema da fraude transacional online. É por isso que a Vesta, líder global em prevenção de fraude digital, oferece 5 dicas que os empreendedores de e-commerce podem aplicar para evitar esse tipo de ameaça.

    1. Implementar regras rígidas durante o check-out

    Os processadores de pagamento têm um conjunto de regras para lidar com as transações. Entenda as regras do seu provedor e lembre-se de segui-las sempre que você se deparar com uma disputa. Não fazer isso aumenta suas chances de perder a disputa, o que custa ainda mais dinheiro, uma vez que você é responsável por todos os custos.

    1. Usar várias camadas de autorização

    Um pagamento autorizado não garante que o dinheiro irá para sua conta bancária comercial. Os clientes ainda podem contestar a transação se não forem eles que fizerem a compra. Portanto, sempre use uma combinação de recursos de autorização para proteger sua página de checkout, de forma que você tenha várias camadas de segurança. A autorização adequada inclui fatores como:

    • Certificar-se de que sua página de pagamento esteja protegida por HTTPS;
    • Certificar-se de que seu processador de pagamento seja totalmente compatível com os padrões PCI DSS;
    • Ter todos os formulários necessários na página de pagamento para verificar as transações;
    • Não armazenar nenhum tipo de detalhes de cartão de cliente em seu banco de dados.
    1. Usar sistemas de verificação eficazes

    Os falsos negativos prejudicam empresas e clientes. A capacidade de verificar transações permite evitar rapidamente a aceitação de transações fraudulentas. Uma boa solução de pagamento faz isso reconhecendo automaticamente os padrões e analisando os detalhes da transação; Em segundos, você pode identificar clientes legítimos. Outros recursos são: verificação de impressão digital, verificação de e-mail, verificação de telefone em duas etapas, verificação do número do cartão, entre outros.

    1. Usar controles manuais (com moderação)

    Para pedidos grandes, pode valer a pena revisá-los manualmente, embora seja sempre melhor automatizar o processo se você lida regularmente com pedidos de alto valor. Uma forma de verificar manualmente é entrar em contato com o comprador por e-mail ou telefone. Os clientes genuínos são mais propensos a entrar em contato com você, já que a última coisa que um golpista gostaria de fazer é revelar suas informações pessoais. Se sua empresa for B2B, você pode pesquisar no Google o nome do seu comprador ou o site da empresa para saber mais sobre eles. As verificações manuais são adequadas se você só tiver que fazê-las algumas vezes por ano. Qualquer outra coisa é um uso ineficaz do tempo da sua empresa.

    1. Usar a tecnologia certa

    Uma grande parte dos casos de fraude de negócios se deve ao uso de tecnologia desatualizada. Isso se deve às limitações do provedor de pagamento ou dos proprietários de negócios que não desejam gastar dinheiro em ferramentas aprimoradas. Os golpistas de hoje são extremamente qualificados e persistentes em explorar as fraquezas da tecnologia desatualizada. Investir em uma solução de pagamento segura e atualizada é um pequeno custo para a segurança que você obtém ao oferecer a seus clientes uma experiência de compra melhor, ao mesmo tempo que protege sua empresa contra fraudes comerciais.

    Sobre a Vesta

    Vesta é uma plataforma de prevenção de fraude para compras online, confiável por marcas líderes em telecomunicações, e-commerce, viagens, bancos e serviços financeiros. Usando o aprendizado de máquina sustentado por 25 anos de dados transacionais, a Vesta aumenta as aprovações de vendas legítimas para seus clientes, ao mesmo tempo que elimina estornos e outras formas de fraude digital. O Vesta leva o verdadeiro custo da fraude a zero assumindo 100% do custo da fraude para qualquer transação que aprova, para que os clientes possam escalar com confiança e aumentar sua receita sem risco. A empresa está sediada em Portland, OR, com escritórios adicionais em Atlanta, GA, Irlanda, México e Cingapura. Para obter mais informações, visite https://trustvesta.com/.

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    Dia Mundial do Empreendedorismo: Como evitar fraudes eletrônicas?
    Saiba evitar fraudes eletrônicas
    Foto: Gerd Altmann / Pixabay

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  • Brasília receberá o maior polo de empreendedorismo digital

    Pandemia do novo coronavirus continuará influenciando nos resultados das empresas, a SysCoin Commerce lança até junho um novo modelo de consultoria empresarial para salvar o mercado empresarial do DF e de todo o país. O maior polo de empreendedorismo digital do Brasil será em Brasília.

    A SysCoin Space promete revolucionar os negócios que apostam no ambiente digitalÉ fato que a pandemia do Coronavírus mudou a vida das pessoas, das empresas, a forma de trabalho e a economia. Dentro desse cenário, inovação é a palavra chave para manter muitos negócios vivos e com alto grau de rentabilidade. Pesquisas mundiais têm alertado a população e a classe médica sobre o impacto futuro da Covid-19 nas empresas e negócios.

    O mundo empresarial, em especial, se viu diante de um grande desafio para conseguir manter seus negócios em plena atividade. O presencial migrou para o digital e muitas empresas passaram a enxergar nessa possibilidade o fio de esperança para continuarem existindo. O distanciamento social e as medidas de isolamento e proteção aceleraram bastante o processo de transformação digital das empresas.

    Especialistas apontam que a pandemia do novo corona vírus nos trouxe 10 anos à frente.A SysCoin Commerce, a maior agência de ecommerce do Centro-Oeste, ciente dessa nova realidade se prepara para trazer para a Capital Federal, ainda no primeiro semestre de 2021, o primeiro e maior polo de empreendedorismo digital do Brasil, a SysCoin Space.

    Atuante já no mercado desde 2015, a empresa viu a sua demanda crescer exponencialmente em 2020. Com essa tendência crescente e latente no mercado, a marca decidiu inovar e trazer um novo sistema para fomentar o mercado empresarial.
    É o que explica o CEO da SysCoin, Hugo Cândido, “nosso novo investimento é a criação de um polo de e-commerce em Brasília.

    Trata-se de um espaço feito e pensado para desenvolver negócios digitais, desde a concepção até a operação. Novos empresários ou até mesmo os antigos que estão se digitalizando estão aproveitando essa oportunidade para avançar neste novo mundo”, explica.

    Segundo Cândido, as empresas terão cada vez mais parte de sua operação no ambiente digital, seja um canal de divulgação, seja um canal de vendas, ou até mesmo ferramentas de gestão interna da empresa conectadas na internet. Ele explica que nessa nova fase, a SysCoin entra oferecendo avaliacão e know-how. “O primeiro passo se dá por uma consulta inicial com um especialista a fim de medir seu grau de maturidade no mundo digital e a partir disso criar uma trilha de conhecimento que ele deverá cumprir”, enaltece.*Sou uma empresa, o que devo fazer para ter acesso?*

    Para se submeter ao programa de acompanhamento da SysCoin, é necessário que solicitar o atendimento de um dos especialistas. Não há custo inicial e o projeto será entregue após a consulta. Uma vez que o empresário enxerga a oportunidade de ter esse suporte, o projeto evolui para uma proposta de parceria.

    Ampliação do mercado consumidor, novos canais de vendas, novos canais de divulgação, maior eficiência operacional, redução de custos, aumento da lucratividade, melhora dos indicadores de gestão são alguns benefícios apresentados com esse modelo de consultoria inédita.

    Fora essa nova modalidade, a SysCoin Space, oferece diversos serviços complementares com as mais variadas operações de e-commerce, fazendo com que o empresário ganhe tempo e poupe custos. Entre os serviços estão a criação da loja virtual, consultoria, fotografia de produtos, marketing digital para e-commerce, design especializado, certificado digital, treinamento constante e  ponto de retirada, ferramentas que corroboram para o crescimento da empresa no ambiente digital.
    O que tem de inovador?

    Tudo em um só lugar. A SysCoin Space visa complementar todo esse ecossistema digital. É algo novo, nunca antes visto e muito promissor. Enquanto as demais empresas tocam este assunto como um tópico a mais de seu acervo, a SysCoin se dedica a isso de forma integral.

    Serviço: Brasília se prepara para receber, no primeiro semestre, o maior polo de empreendedorismo digital do Brasil
    Endereço: CA 01, SALA 469 SHOPPING DECK NORTE – Lago Norte, BrasíliaTelefone: (61) 3968-1540Site: https://syscoin.com.br/

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    Brasília receberá o maior polo de empreendedorismo digital
    Foto: Divulgação

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  • Mulheres e os desafios na área de tecnologia

    Mariel Reyes Milk é autora de “Mulheres e os desafios na área de tecnologia”

    As mulheres ocupam cadeiras importantes no mercado de trabalho, como em empresas de tecnologia, porém ainda há algumas questões que atrasam essa conquista feminina: a falta de diversidade de gênero na área de T.I, por exemplo, é uma delas. 

    Vejo quatro grandes dificuldades que as mulheres enfrentam. São elas:

    • Predominância masculina: no Brasil, o público feminino representa apenas 15% dos matriculados em ciência da computação. Isso faz com que elas, muitas vezes, sejam as únicas de suas equipes no ambiente corporativo, o que pode gerar insegurança e, consequentemente, fazer com que as mulheres sofram com atitudes e comportamentos machistas, no qual vem desde a faculdade;
    • Cultura brogrammer: o estereótipo do programador homem, branco, cis e a crença das pessoas, incluindo o público feminino, de que T.I não é o lugar de mulheres
    • Liderança feminina: quando tratamos de cargos de liderança femininos no Brasil, cerca de 27% das empresas não têm nenhuma mulher atuando em um cargo de coordenação, de acordo com um levantamento feito pela empresa TWIRI;
    • Preconceito no ambiente de trabalho: as mulheres sofrem preconceitos no ambiente de trabalho, como a promoção por comprovação. Dados indicam que o público feminino é submetido a padrões mais rígidos. Além disso, quando as mulheres quebram o estereótipo de como deveriam se comportar, os homens começam a enxergá-las como “desagradáveis”.

    Existe um histórico social e cultural que impede as mulheres, desde crianças, de acreditarem que elas podem atuar na área de tecnologia. Pesquisas mostram que a partir dos 6 anos as meninas começam a pensar que não são boas para as exatas, logo cria-se um intelecto de que computador é apenas para meninos. 

    Com a chegada de novas empresas tecnológicas comandadas por homens no setor de programação, a computação passou a ter como foco os meninos. Desta forma, as meninas passaram a não ser estimuladas a seguir carreiras de tecnologia. 

    A desigualdade nos salários

    Quando o assunto é mercado de trabalho, há casos em que as mulheres se sentem desmotivadas devido à baixa remuneração quando comparado ao salário dos homens no mesmo cargo. Isso ainda acontece em diversas empresas, que tendem a favorecer homens por inúmeras razões que compreendemos infundadas.

    De acordo com o levantamento feito pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp), as mulheres que possuem graduação são a maioria no mercado de trabalho, com 55,1%, em comparação ao público masculino. Porém, na média salarial dos empregados com ensino superior os homens recebem R$ 4.640,00, já as mulheres R$ 3.287,00, em outras palavras, o público feminino ganha 41% a menos na remuneração pelo trabalho prestado em relação aos homens. 

    Estamos caminhando para conquistar um cenário melhor referente à igualdade de gênero no mercado de trabalho, mas ainda temos muito o que fazer, principalmente quando tratamos de mentalidade de diversidade. 

    Empoderamento feminino 

    Muitas pessoas acham que o empoderamento está ligado a privilégios, mas pelo contrário, esse termo tem conexão com a consciência coletiva, no qual expressa ações para fortalecer as mulheres e promover a igualdade de gêneros.

    Para escapar desse ambiente desafiador na área da tecnologia, as mulheres podem utilizar do empoderamento, além de ser uma ótima ferramenta para contribuir com a sociedade, é uma prática necessária no ambiente corporativo. 

    Diante desses obstáculos, a ONU Mulheres e o Pacto Global criaram os Princípios de Empoderamento das Mulheres, que tem por objetivo a implementação de práticas e ações que resultem na igualdade de gênero, principalmente no ambiente de trabalho. 

    Os sete princípios são:

    1. Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de gênero, no mais alto nível; 
    2. Tratar todas as mulheres e homens de forma justa no trabalho, respeitando e apoiando os direitos humanos e a não-discriminação; 
    3. Garantir a saúde, segurança e bem-estar de todas as mulheres e homens que trabalham na empresa; 
    4. Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres; 
    5. Apoiar empreendedorismo de mulheres e promover políticas de empoderamento das mulheres através das cadeias de suprimentos e marketing; 
    6. Promover a igualdade de gênero através de iniciativas voltadas à comunidade e ao ativismo social; 
    7. Medir, documentar e publicar os progressos da empresa na promoção da igualdade de gênero.

    É necessário colocar em prática esses princípios para gerar a equidade de gênero no universo empresarial, com isso os desafios enfrentados pelas mulheres, todos os dias, irão diminuir gradativamente. 

    *Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}, startup social paulista que ensina programação para mulheres em vulnerabilidade, preferencialmente trans e /ou negras.

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    Mulheres e os desafios na área de tecnologia
    Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}. Foto: Divulgação

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  • GCM de Santo André prende duas pessoas com celulares roubados

    Uma equipe da Romo (Rondas com Motocicletas), da GCM (Guarda Civil Municipal) de Santo André, prende duas pessoas em atitude suspeita na manhã desta quinta-feira (15) na avenida Prestes Maia. Com eles foram encontrados quatro celulares sem procedência confirmada.

    A equipe da Romo fazia o patrulhamento na avenida Prestes Maia quando visualizou uma motocicleta em alta velocidade no sentido da avenida dos Estados. Após avistarem a equipe, os ocupantes se mostraram tensos e os GCMs realizaram a abordagem para averiguação.

    Durante a abordagem, os guardas encontraram os quatro celulares. Os agentes fizeram pesquisa sobre os indivíduos e constataram que um deles possui várias passagens por furto. Indagadas, as duas pessoas disseram que haviam comprado os aparelhos na comunidade do Tamarutaca.

    Os dois indivíduos foram presos e conduzidos ao 1º Distrito Policial de Santo André, onde a autoridade policial lavrou o boletim de ocorrência de receptação, para posteriormente fazer a devolução dos aparelhos aos proprietários.

    Com informações da Prefeitura de Santo André.

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    GCM de Santo André prende duas pessoas com celulares roubados
    Foto: Divulgação

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  • Livros que todos profissionais do marketing devem ler

    Marcelo Trevisani – Chief Marketing Officer (CMO) é autor de “Livros que todos profissionais do marketing devem ler”

    Tempos atrás fiz um artigo indicando alguns livros que me serviram de inspiração na minha jornada profissional. Mas, como a leitura é um hábito constante, e como a busca por conhecimento e a evolução devem ser uma busca incessante, senti a necessidade de elencar mais alguns. São obras que abordam as transformações digitais e de liderança ou que trazem cases de empresas que alcançam significativos impactos de negócios por meio de métodos ágeis. O que pretendo aqui é aguçar a curiosidade de vocês e lembrar que precisamos sempre de novos estímulos para nos tornamos melhores pessoas e profissionais. Então, aqui vão mais 7 títulos que me trouxeram importantes insights:

    1. Inspired: How to Create Tech Products Customers Love, 2018, Marty Cagan.

    O autor Marty Cagan é líder do pensamento sobre gerenciamento de produtos de tecnologia e traz na obra histórias pessoais e perfis de gerentes de produto mais bem-sucedidos da atualidade. O livro vale muito ser lido, já que a gestão de produtos se torna cada vez mais importante nas organizações para garantir que elas tenham domínio sobre a construção de experiências digitais e sejam capazes de assegurar que o valor que a companhia ambiciona – e precisa – oferecer para continuar a ser relevante para seu público seja de fato entregue.

    1. Bank 4.0: Banking everywhere, never at a bank, 2018, Brett King.

    Brett King é um futurista e estudioso do sistema bancário e o primeiro autor a falar sobre fintechs. Neste livro ele faz uma análise preditiva sobre o futuro dos bancos neste emergente mundo da tecnologia e como acompanhar estas mudanças com sucesso. Em suas previsões, o autor orienta leitores a conhecerem de maneira mais profunda essas novas instituições financeiras que surgem a cada dia, a estudar os bancos digitais e transações via blockchain para antecipar novas tendências de mercado e se manter frente aos concorrentes.

    1. Sprint O Método Usado no Google Para Testar e Aplicar Novas Ideias em Apenas Cinco Dias, 2017, Jake Knapp, John Zeratsky, Braden Kowitz.

    Jake Knapp apresenta os passos para implementar e utilizar o Design Sprint, método usado pelo Google com o foco em desenvolver e testar ideias em apenas cinco dias. O livro descreve passo a passo o processo de resolução de problemas baseado no conceito Sprint. O método é simples: basta reunir de 5 a 7 pessoas de áreas e expertises diferentes por 5 dias com um problema de negócios a ser solucionado. A resolução deste é realizada em cinco passos: mapear e identificar o problema principal, criar algumas soluções, ‘prototipar’ a melhor solução e testá-la com usuários/clientes reais. Cada integrante analisa e aprende a situação e apresenta sua solução para que o grupo, colaborativamente, chegue a um denominador comum, transformando todos os insights em um resultado satisfatório e pronto para ser testado.

    1. Negotiation Genius, How to Overcome Obstacles and Achieve Brilliant Results at the Bargaining Table and Beyond, 2007, Deepak MalhotraMax Bazerman.

    Baseando-se em décadas de pesquisa comportamental e na experiência de milhares de clientes empresariais, os autores Deepak Malhotra e Max Bazerman, líderes em educação executiva na Harvard Business School, falam sobre as habilidades essenciais, estratégias e técnicas para uma negociação bem-sucedida baseando-se em casos.

    1. Organizações exponenciais: Por que elas são 10 vezes melhores, mais rápidas e mais baratas que a sua (e o que fazer a respeito), 2015, Salim Ismail, Michael S. Malone, Yuri Van Geest.

    A obra explica as principais diferenças entre as empresas tradicionais e as exponenciais usando o conceito dos 6 Ds: digitalizado, disfarçado, disruptivo, desmaterializar, desmonetizar e democratizar.

    1. Hacking Marketing: Agile Pratices to make Marketing Smarter, Faster and more Innovative, 2016, Scott Brinker

    Scott Brinker apresenta um manual no qual explica como as empresas podem se adaptar ao novo mundo e aprender a liderar na era digital. O autor descreve como aplicar conceitos de gerenciamento inspirados em software para acelerar o marketing moderno e ampliar os nossos mindsets. No cenário atual, ser ágil no marketing requer muito mais do que velocidade de ação. Agilidade neste aspecto tem a ver com a sabedoria de captar dados e analisá-los de modo contínuo para aproveitar as oportunidades e soluções em tempo real.

    1. The Four: The Hidden DNA of Amazon, Apple, Facebook, and Google, 2017, Scott Galloway.

    Scott Galloway revela os segredos do poder e do sucesso das quatro maiores empresas exponenciais do mundo. De maneira divertida, o autor faz com que você nunca mais enxergue essas empresas e a forma como elas estão na presentes na sua vida da mesma maneira.

    Marcelo Trevisani – com mais de 20 anos de experiência como profissional nas áreas de Digital Marketing, Transformação Digital, Inovação, Chief Marketing Officer, é considerado um dos nomes mais relevantes da área. Participou de grandes cases de Marketing Digital do Brasil para empresas como Tecnisa, BRF, Itaú, Coca-Cola, Nestlé e Vivo, além de ter sido finalista e vencedor em prêmios como Caboré 2017 e CMO 2019, respectivamente. Atualmente, como Chief Marketing Officer, embasa seu trabalho em 3 pilares: Marketing – pelo foco no consumidor, Growth – pelo foco em crescimento de negócio e Marketing Digital e Growth Hacking – como facilitadora de trabalhos. Foi criador e professor do primeiro curso de pós-graduação em Marketing Digital do Brasil, além de professor de MBAs e Pós-Graduações por mais de 10 anos em instituições como ESPM, FGV Business School e FIAP. Também é palestrante em eventos relacionados à Nova Economia, Transformação Digital, Marketing Digital e Growth Hacking em locais como ESPM, Endeavor, CUBO Itaú, SEBRAE, Digitalks, Casa Digital, ProXXima, Social Media Week, In Companies entre outros.

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    Livros que todos profissionais do marketing devem ler
    Livros que todos profissionais do marketing devem ler. Foto: PixaBay – StockSnap

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  • Mulheres na área de Tecnologia: Dicas para ingressarem

    Segundo um levantamento da Microsoft,  somente 18% dos graduados em ciência da computação no Brasil são do sexo feminino. Além disso, de acordo com a mesma pesquisa, o número de mulheres empregadas na área de Tecnologia da Informação no país está estimado em apenas 25%. Para a fundadora e CEO da {reprograma}, startup social paulistana, que visa capacitar mulheres em programação front-end e back-end e conectá-las ao mercado de trabalho, a equidade de gênero no setor está ligada à uma questão cultural. Afinal, os estereótipos são incorporados desde cedo, fazendo com que as garotas acreditem que não são boas para as exatas, logo cria-se um intelecto de que computador é apenas para meninos.

    Várias histórias servem para exemplificar que as lutas das mulheres por igualdade de gênero não são de agora , muitas das conquistas demoraram para chegar. ” Ao longo dos anos, as mulheres alcançaram direitos sociais, políticos e trabalhistas, por meio de movimentos reivindicatórios no Brasil. Em 1879, por exemplo, elas ganharam direito de cursar faculdades, outra conquista aconteceu em 1932, quando a Constituição Federal Brasileira passou a permitir que as mulheres votassem, após uma luta de mais de 10 anos liderada pela ativista e bióloga Berha Lutz”, comenta Reyes. 

    Atualmente, ainda há obstáculos a serem superados, principalmente na igualdade de gêneros no mercado de trabalho, principalmente na área de tecnologia. Abaixo, Mariel cita cinco dicas que podem ajudar as mulheres a ingressarem na carreira de T.I e a conquistarem sua independência.

    • Acreditar na capacidade: o primeiro passo é trabalhar a “síndrome do impostor”, que está ligado ao fato das mulheres não acreditarem na capacidade delas em aprender a programar, além de se enxergarem como profissionais, por isso, é muito importante trabalhar esse mindset. 
    • Ter referências femininas: é importante que as mulheres tenham modelos que elas se identifiquem e se inspirem, pois referências podem servir de espelho para que elas possam alcançar o sucesso profissional. Na {reprograma}, temos ex-alunas que se tornaram professoras e monitoras dos cursos de back e front-end, que ensinam e influenciam positivamente essas mulheres.
    • Ambiente sem julgamentos: ao procurar por vagas na área de T.I, as mulheres devem buscar por empresas que tenham como valor a diversidade, desta forma, haverá um ambiente seguro, onde elas podem aprender e fazer perguntas sem julgamentos. 
    • Sororidade: promover a possibilidade de mulheres se apoiarem umas às outras é essencial, pois através disso elas entendem que não estão competindo entre si, e que juntas podem chegar mais longe, afinal, o apoio feminino é importante em um ambiente que, ainda, não é igualitário pelo grande volume de cadeiras ocupadas por homens na área de T.I.
    • Rede de apoio:  após a formação na área de T.I, por meio de um curso técnico ou graduação, é importante manter e criar novas conexões com as mulheres, pois ao longo do caminho podem surgir dúvidas sobre o mercado de trabalho, a troca de experiências e o compartilhamento de vagas na área. 

    As ex-alunas da {reprograma} após o término dos cursos, são inseridas em grupos como o Slack e Telegram, no qual fazem parte também professoras e monitoras para ajudá-las até a colocação no mercado de trabalho e a troca de informações importantes na área de T.I, como uma comunidade. 

    Iniciativas sociais na área de T.I 

    Em meio a um cenário de obstáculos na área de T.I, principalmente para as mulheres, é  importante que haja iniciativas sociais que auxiliem na formação e empregabilidade do público feminino. 

    Um dos objetivos da {reprograma} é aumentar o volume de cadeiras ocupadas por mulheres na área da tecnologia, com isso, a startup oferece as competências necessárias para que elas ingressem no mercado de trabalho, por meio da formação dos cursos de back e front-end. 

    A CEO da {reprograma} explica que durante o programa as alunas têm a possibilidade de conhecerem, por meio de mentoras, eventos e convivência, outras mulheres na área da tecnologia que estão dispostas a compartilharem todo o conhecimento que elas detêm, etc. Com isso,  as alunas são encorajadas a enfrentar os obstáculos de um setor, que por enquanto, é predominantemente ocupado por homens, a mudarem suas vidas por meio da tecnologia. 

    Até o momento, mais de 700 mulheres já se formaram em cursos de back e front-end da startup paulistana. 

    Sobre a {reprograma}

    Fundada em 2016, pela peruana Mariel Reyes Milk e suas sócias Carla de Bona e Fernanda Faria, a startup social paulista que ensina programação para mulheres, priorizando as negras e/ou trans, por meio da educação, tem o objetivo diminuir a lacuna de gêneros na área de T.I. A {reprograma} possui grandes empresas parceiras como Accenture, Creditas e Facebook, iFood, entre outras. Mais informações no www.reprograma.com.br

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    Mulheres na área de Tecnologia: Dicas para ingressarem
    Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}. Foto:
    Divulgação

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  • Preocupação com cibersegurança nas empresas atinge recorde

    Um relatório encomendado ao IDC pela TIVIT, multinacional brasileira de tecnologia, demonstra a crescente preocupação das empresas com cibersegurança na área de TI. Segundo o levantamento Cybersecurity e Governança em Ambientes Híbridos, 59,7% das empresas da América Latina consideram a cibersegurança uma prioridade estratégica para a área de tecnologia da informação, um avanço de 15 pontos percentuais em relação ao mesmo levantamento feito em 2018. O tema aparece à frente de tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial e Cloud Computing. Ainda, 13,6% das organizações apontaram a computação em nuvem como parte dos esforços na melhoria da postura em segurança cibernética. 

    Os dados demonstram que as empresas estão mais conscientes sobre a sua segurança digital, ao passo que a complexidade das ameaças digitais aumenta. “Cibersegurança é uma prioridade para as empresas e seguirá ganhando importância ao longo de 2021. Hoje, a segurança é uma prática habilitadora da continuidade dos negócios e, para isso, é necessário que todas as ameaças sejam mitigadas e combatidas de forma assertiva. Trata-se de uma maneira de responder à nova legislação, proteger clientes e adotar boas práticas com o uso da tecnologia”, comenta Armando Amaral, diretor de CyberSecurity na TIVIT.

    Como resultado da visibilidade do tema, empresas brasileiras também têm destinado maior parte do orçamento a isso. Em 2020, foram investidos cerca de US$ 1 bilhão em serviços para detecção e combate às ameaças digitais, cifra que deve crescer para US$ 1.33 bilhão até 2024. Outro fator que justificou o aumento do investimento em segurança foi a pandemia de COVID-19 iniciada em 2020. OS Dados do IDC apontam que 44% das corporações aumentaram seus investimentos planejados para 2020 ao longo do ano.

    Segurança e Nuvem

    De acordo com o relatório, Cloud Computing ocupa o terceiro lugar na prioridade das empresas respondentes, com 34,3%, à frente de Customer Experience e de Machine Learning. Ainda assim, para reduzir brechas e tornar as operações das organizações mais seguras, a computação em nuvem continua sendo muito importante. Em 2019, no levantamento IDC Latin America Cybersecurity Report, 13,6% dos respondentes apontaram Cloud como um ponto estratégico para aumentar a segurança. “O uso da computação em nuvem é uma forma eficiente de mitigar ameaças. Com o uso de nuvem pública, disponibilizamos especialistas dedicados à proteção dos clientes, o que reduz custos e aumenta a eficiência do trabalho realizado. Para empresas que exigem plena disponibilidade, ou de missão crítica, a nuvem híbrida aparece como solução ao manter os dados mais estratégicos armazenados localmente, enquanto os serviços rodam em nuvem”, conclui Armando Amaral.

    O estudo Cybersecurity e Governança em Ambientes Híbridos está disponível para download no link: https://go.tivit.com/cybersecurity-e-governanca-em-ambientes-hibridos-idc-vendor-spotlight 

    Sobre a TIVIT | Seu futuro, nosso desafio

    A TIVIT é uma multinacional brasileira de tecnologia, presente no mercado há 20 anos e com operação em dez países da América Latina. Por meio de quatro unidades de negócios: Digital Business, Cloud Solutions, CyberSecurity e Technology Platforms, a empresa oferece respostas personalizadas e soluções que impactam nos negócios, e na rotina de empresas e pessoas.

    Com o uso de tecnologias emergentes, parcerias tecnológicas e serviços inovadores, a TIVIT apoia seus clientes na jornada da transformação digital, em diversos setores como meios de pagamento, serviços financeiros, utilities, varejo, manufatura, entre outros.

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  • A pandemia e a insegurança alimentar

    Fernando Rizzolo é o autor de “A pandemia e a insegurança alimentar”

    Não há nada neste mundo que humilhe e desespere mais uma pessoa do que a percepção da fome se aproximando. Entre todas as tragédias da humanidade, a fome, a miséria e o desalento formam uma tríade que acaba despersonalizando o ideal de sobrevivência, mormente quando o provedor familiar se vê impotente mediante a realidade econômica de prover sua família.

    O grande choque ideológico com a chegada da direita, extrema direita ou “liberais” ao poder, no Brasil, foi o pouco alcance de medidas eficazes sobre os efeitos da pandemia na vida dos mais pobres. Do ponto de vista sanitário, tentou-se o negacionismo, bem como as “terapias alternativas” como forma de socorrer os infectados. Uma arriscada medida que se baseou em uma receita dos EUA chancelada pelo ex-presidente Donald Trump e implementada aqui no Brasil, violando e contrariando conceitos científicos que recusavam essa “terapia cloroquínica”.

    Tal situação levou o Brasil a um desdobramento da pandemia que foi muito mais mortífero entre pessoas negras do que entre as brancas no estado de São Paulo ao longo de 2020 – até por ser este, do ponto de vista alimentar, um grupo muito mais carente. Morreram 46,7 mil pessoas em decorrência dessa doença no território paulista segundo um estudo da Vital Strategies com apoio do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento.

    Isso corrobora aquilo que prevíamos, ou seja, em São Paulo, em que 40% da população é negra (preta ou parda), em virtude de um racismo estrutural, o número de mortes entre essa população aumentou em 25%, enquanto entre a população branca o aumento foi de 11,5%. Muito embora esses dados sirvam apenas para sublinhar um recorte da miséria que assola todas as etnias, afinal, no Brasil, mais de 125,6 milhões de pessoas não se alimentam como deveriam ou já anteriormente avistavam problemas futuros com a pandemia de coronavírus no tocante à segurança alimentar, segundo estudo da Universidade Livre de Berlim, na Alemanha. O estudo também demonstra que 31,7% disseram ter insegurança alimentar leve, 12,7% disseram ter insegurança moderada e 15% demonstraram insegurança grave (fome propriamente dita).

    Nesse quadro, o Nordeste apresenta situação mais grave, pois a insegurança alimentar atinge 73,1% das pessoas, a região Norte apresenta com 67,7%, a Centro-Oeste aparece com 54,6% e o Sudeste com 53%. A região com melhor situação é o Sul, com 51,6%, o que tampouco representa um cenário favorável, pois, do ponto de vista estatístico, mais da metade dos lares apresentam insegurança. É interessante notar que todos diminuíram em 44% o consumo de carne e 41% o de frutas.

    Isto posto, a condição epidemiológica da população está mais vulnerável, quer por questões não só do aumento da miséria como pelas condições raciais, que se somam ao contexto do desemprego generalizado e das poucas contrapartidas do governo federal no sentido de salvaguardar uma renda mínima digna, e que tampouco foi provedor no auxílio a pequenos e microempresários, que tiveram seus negócios fechados. Hoje o trabalhador tem duas opções: ou fica em casa sofrendo com a fome ou se expõe à procura de um emprego, arriscando-se em aglomerações que muitas vezes o acabam infectando.

    O atraso nas demandas de contenção da pandemia por parte do governo federal é mais uma faceta da sombria condição de vulnerabilidade social, em que o fogão a gás foi trocado pelo fogão a lenha, pois pagar R$ 100,00 (cem reais) pelo bujão de gás significa muito para quem está sem condições verdadeiras de levar uma vida digna.

    Fernando Rizzolo é advogado, jornalista, mestre em Direitos Fundamentais.

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    A pandemia e a insegurança alimentar

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  • Globoplay e Deezer fecham parceria inédita no Brasil

    A partir de hoje, dia 15, a Deezer poderá ser assinada junto com o Globoplay e assinantes terão benefício de 12 meses grátis no Deezer Premium

    Entre Séries

    O Globoplay, maior serviço de streaming brasileiro, e a Deezer, um dos maiores players mundiais de streaming de áudio, acabam de fechar uma parceria inédita no Brasil.

    A colaboração alcançará novas áres de conteúdo, marketing e tecnologia, entregando aos usuários de ambas plataformas o melhor do entretenimento via streaming. Com o acordo, será possível combinar as assinaturas dos serviços em condições especiais.

    Os assinantes de todos os planos Globoplay, incluindo os combos, poderá usufruir 12 meses do Deezer Premium.

    Experiência

    A experiência mais integrada entre os serviços está programada para os próximos passos da parceira. Páginas de conteúdos do Globoplay vão oferecer links para acessar a trilha sonora de novelas e séries na Deezer, além de áreas exclusivas no streaming de áudio destinadas aos conteúdos Globo.

    O acordo ainda prevê a produção de podcastas e outros conteúdos originais e coexclusivos entre as plataformas.

    A parceria traz para a Deezer oportunidades comerciais especiais na Globo. A plataforma de áudio global já está confirmada como parceira estratégica do The Voice Brasil 2021.

    Como assinar

    Para adquirir a Deezer Premium em condições promocionais, é preciso acessar o site  e seguir as instruções.

    Assinantes do Globoplay poderão contratar o streaming de áudio com 12 meses de degustação gratuita seguidos por um valor reduzido de mensalidade de R$ 14,90, desconto de 13,4% sobre o atual preço de mercado. A oferta é promocional e terá duração limitada.

    Para ter direito ao benefício, o usuário precisará manter a assinatura do Globoplay por todo o período. Em caso de cancelamento do Globoplay, o usuário poderá manter a assinatura da Deezer, porém a mensalidade será reajustada automaticamente para o valor atual de mercado, hoje de R$ 16,90. Tanto novos quanto atuais assinantes do Globoplay são elegíveis à promoção. Atuais assinantes da Deezer não são elegíveis.

    Além do plano Premium, a Deezer possui os combos Família, com todos os benefícios do Premium, mas com direito de criar até seis perfis diferentes; HiFi, que oferece música em alta definição, em qualidade FLAC e sem compressão; e o Estudante, com os mesmos benefícios do premium, mas pela metade do preço.

    Fique por dentro de tudo sobre o mundo do entretenimento e diversão, conheça Entre Séries.

    Jornal Grande ABC

    O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Sendo assim, produzindo material especial para nossos leitores. Portanto, nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias. Entretanto, não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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