Pandemia do novo coronavirus continuará influenciando nos resultados das empresas, a SysCoin Commerce lança até junho um novo modelo de consultoria empresarial para salvar o mercado empresarial do DF e de todo o país. O maior polo de empreendedorismo digital do Brasil será em Brasília.
A SysCoin Space promete revolucionar os negócios que apostam no ambiente digitalÉ fato que a pandemia do Coronavírus mudou a vida das pessoas, das empresas, a forma de trabalho e a economia. Dentro desse cenário, inovação é a palavra chave para manter muitos negócios vivos e com alto grau de rentabilidade. Pesquisas mundiais têm alertado a população e a classe médica sobre o impacto futuro da Covid-19 nas empresas e negócios.
O mundo empresarial, em especial, se viu diante de um grande desafio para conseguir manter seus negócios em plena atividade. O presencial migrou para o digital e muitas empresas passaram a enxergar nessa possibilidade o fio de esperança para continuarem existindo. O distanciamento social e as medidas de isolamento e proteção aceleraram bastante o processo de transformação digital das empresas.
Especialistas apontam que a pandemia do novo corona vírus nos trouxe 10 anos à frente.A SysCoin Commerce, a maior agência de ecommerce do Centro-Oeste, ciente dessa nova realidade se prepara para trazer para a Capital Federal, ainda no primeiro semestre de 2021, o primeiro e maior polo de empreendedorismo digital do Brasil, a SysCoin Space.
Atuante já no mercado desde 2015, a empresa viu a sua demanda crescer exponencialmente em 2020. Com essa tendência crescente e latente no mercado, a marca decidiu inovar e trazer um novo sistema para fomentar o mercado empresarial. É o que explica o CEO da SysCoin, Hugo Cândido, “nosso novo investimento é a criação de um polo de e-commerce em Brasília.
Trata-se de um espaço feito e pensado para desenvolver negócios digitais, desde a concepção até a operação. Novos empresários ou até mesmo os antigos que estão se digitalizando estão aproveitando essa oportunidade para avançar neste novo mundo”, explica.
Segundo Cândido, as empresas terão cada vez mais parte de sua operação no ambiente digital, seja um canal de divulgação, seja um canal de vendas, ou até mesmo ferramentas de gestão interna da empresa conectadas na internet. Ele explica que nessa nova fase, a SysCoin entra oferecendo avaliacão e know-how. “O primeiro passo se dá por uma consulta inicial com um especialista a fim de medir seu grau de maturidade no mundo digital e a partir disso criar uma trilha de conhecimento que ele deverá cumprir”, enaltece.*Sou uma empresa, o que devo fazer para ter acesso?*
Para se submeter ao programa de acompanhamento da SysCoin, é necessário que solicitar o atendimento de um dos especialistas. Não há custo inicial e o projeto será entregue após a consulta. Uma vez que o empresário enxerga a oportunidade de ter esse suporte, o projeto evolui para uma proposta de parceria.
Ampliação do mercado consumidor, novos canais de vendas, novos canais de divulgação, maior eficiência operacional, redução de custos, aumento da lucratividade, melhora dos indicadores de gestão são alguns benefícios apresentados com esse modelo de consultoria inédita.
Fora essa nova modalidade, a SysCoin Space, oferece diversos serviços complementares com as mais variadas operações de e-commerce, fazendo com que o empresário ganhe tempo e poupe custos. Entre os serviços estão a criação da loja virtual, consultoria, fotografia de produtos, marketing digital para e-commerce, design especializado, certificado digital, treinamento constante e ponto de retirada, ferramentas que corroboram para o crescimento da empresa no ambiente digital. O que tem de inovador?
Tudo em um só lugar. A SysCoin Space visa complementar todo esse ecossistema digital. É algo novo, nunca antes visto e muito promissor. Enquanto as demais empresas tocam este assunto como um tópico a mais de seu acervo, a SysCoin se dedica a isso de forma integral.
Serviço: Brasília se prepara para receber, no primeiro semestre, o maior polo de empreendedorismo digital do Brasil Endereço: CA 01, SALA 469 SHOPPING DECK NORTE – Lago Norte, BrasíliaTelefone: (61) 3968-1540Site: https://syscoin.com.br/
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Foto: Divulgação
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Mariel Reyes Milk é autora de “Mulheres e os desafios na área de tecnologia”
As mulheres ocupam cadeiras importantes no mercado de trabalho, como em empresas de tecnologia, porém ainda há algumas questões que atrasam essa conquista feminina: a falta de diversidade de gênero na área de T.I, por exemplo, é uma delas.
Vejo quatro grandes dificuldades que as mulheres enfrentam. São elas:
Predominância masculina: no Brasil, o público feminino representa apenas 15% dos matriculados em ciência da computação. Isso faz com que elas, muitas vezes, sejam as únicas de suas equipes no ambiente corporativo, o que pode gerar insegurança e, consequentemente, fazer com que as mulheres sofram com atitudes e comportamentos machistas, no qual vem desde a faculdade;
Cultura brogrammer: o estereótipo do programador homem, branco, cis e a crença das pessoas, incluindo o público feminino, de que T.I não é o lugar de mulheres
Liderança feminina: quando tratamos de cargos de liderança femininos no Brasil, cerca de 27% das empresas não têm nenhuma mulher atuando em um cargo de coordenação, de acordo com um levantamento feito pela empresa TWIRI;
Preconceito no ambiente de trabalho: as mulheres sofrem preconceitos no ambiente de trabalho, como a promoção por comprovação. Dados indicam que o público feminino é submetido a padrões mais rígidos. Além disso, quando as mulheres quebram o estereótipo de como deveriam se comportar, os homens começam a enxergá-las como “desagradáveis”.
Existe um histórico social e cultural que impede as mulheres, desde crianças, de acreditarem que elas podem atuar na área de tecnologia. Pesquisas mostram que a partir dos 6 anos as meninas começam a pensar que não são boas para as exatas, logo cria-se um intelecto de que computador é apenas para meninos.
Com a chegada de novas empresas tecnológicas comandadas por homens no setor de programação, a computação passou a ter como foco os meninos. Desta forma, as meninas passaram a não ser estimuladas a seguir carreiras de tecnologia.
A desigualdade nos salários
Quando o assunto é mercado de trabalho, há casos em que as mulheres se sentem desmotivadas devido à baixa remuneração quando comparado ao salário dos homens no mesmo cargo. Isso ainda acontece em diversas empresas, que tendem a favorecer homens por inúmeras razões que compreendemos infundadas.
De acordo com o levantamento feito pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp), as mulheres que possuem graduação são a maioria no mercado de trabalho, com 55,1%, em comparação ao público masculino. Porém, na média salarial dos empregados com ensino superior os homens recebem R$ 4.640,00, já as mulheres R$ 3.287,00, em outras palavras, o público feminino ganha 41% a menos na remuneração pelo trabalho prestado em relação aos homens.
Estamos caminhando para conquistar um cenário melhor referente à igualdade de gênero no mercado de trabalho, mas ainda temos muito o que fazer, principalmente quando tratamos de mentalidade de diversidade.
Empoderamento feminino
Muitas pessoas acham que o empoderamento está ligado a privilégios, mas pelo contrário, esse termo tem conexão com a consciência coletiva, no qual expressa ações para fortalecer as mulheres e promover a igualdade de gêneros.
Para escapar desse ambiente desafiador na área da tecnologia, as mulheres podem utilizar do empoderamento, além de ser uma ótima ferramenta para contribuir com a sociedade, é uma prática necessária no ambiente corporativo.
Diante desses obstáculos, a ONU Mulheres e o Pacto Global criaram os Princípios de Empoderamento das Mulheres, que tem por objetivo a implementação de práticas e ações que resultem na igualdade de gênero, principalmente no ambiente de trabalho.
Os sete princípios são:
Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de gênero, no mais alto nível;
Tratar todas as mulheres e homens de forma justa no trabalho, respeitando e apoiando os direitos humanos e a não-discriminação;
Garantir a saúde, segurança e bem-estar de todas as mulheres e homens que trabalham na empresa;
Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres;
Apoiar empreendedorismo de mulheres e promover políticas de empoderamento das mulheres através das cadeias de suprimentos e marketing;
Promover a igualdade de gênero através de iniciativas voltadas à comunidade e ao ativismo social;
Medir, documentar e publicar os progressos da empresa na promoção da igualdade de gênero.
É necessário colocar em prática esses princípios para gerar a equidade de gênero no universo empresarial, com isso os desafios enfrentados pelas mulheres, todos os dias, irão diminuir gradativamente.
*Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}, startup social paulista que ensina programação para mulheres em vulnerabilidade, preferencialmente trans e /ou negras.
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Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}. Foto: Divulgação
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Como transpor para os limites da tela um espetáculo concebido para dialogar com o público? Com o desafio lançado, o Barracão Teatro – importante centro de investigação e pesquisa das artes da cena, localizado em Campinas (SP) – apresenta a adaptação de “Zabobrim, O Rei Vagabundo” (um dos clássicos do repertório do grupo) para os formatos digitais.
Filmado e formatado para a realização de uma série de seis apresentações on-line, gratuitas, nas plataformas sociodigitais do Barracão Teatro, “Zabobrim, O Rei Vagabundo Online” tem sua estreia nesta sexta-feira, 16 de abril, às 20h. A temporada, contemplada pelo Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (ProAC), com recursos da Lei Aldir Blanc, se estende nos dias 17, 18, 23, 24 e 25 de abril.
A temporada on-line terá uma novidade: o grupo receberá o público,, às 19h40, em uma antessala da plataforma Zoom, para conversar com os participantes. O link de acesso para a noite de estreia, sexta-feira, dia 16, é http://bit.ly/zoom_antessala_estreiazabobrim. Nos outros dias, o link estará disponível no Youtube e Instagram do Barracão Teatro.
Sob nova perspectiva O espetáculo “Zabobrim, O Rei Vagabundo”, foi concebido, na sua origem, para ser uma obra volátil que dialogasse diretamente com público. Para a adaptação do espetáculo aos formatos digitais, o Barracão Teatro contou com a parceria da produtora de vídeo Mapache Filmes – fundada e dirigida pelo videomaker e cineasta Levi Munhoz.
“Entendemos que essa ressignificação não foi simplesmente o ato de filmar um espetáculo teatral já concebido, mas criar uma adaptação da obra feita exclusivamente para ser vinculada e apresentada nas redes a fim de possibilitar um diálogo presente com o espectador que assiste do outro lado da tela”, destaca a diretora Tiche Vianna.
Transpor uma linguagem para outra sem querer ter perdas é uma tarefa árdua e seria uma “prepotência dizermos que conseguimos fazer isso”, reforça Tiche. Em “Zabobrim, o Rei Vagabundo Online”, a equipe teve, acima de tudo, a possibilidade de estudar, revisitar, desmontar e remontar um espetáculo teatral sob uma nova perspectiva.
Quais os desafios? “A primeira coisa que perderíamos seria a relação interativa com o público e por conta disso, seria necessário modificar a narrativa. Isso diminuiu consideravelmente o tempo de realização das cenas o que favoreceu muito a apresentação através da tela”, afirma.
Segundo ela, “é diferente gravar um espetáculo teatral e reinventar a teatralidade no ‘teatro audiovisual’. Como a câmera se aproxima e às vezes entra na cena, atrizes e atores tiveram que condicionar corpos habituados ao exagero, a não caminhar as distâncias cênicas e recriar seus movimentos: tanto da máscara em si, que pressupõe sutilezas do rosto (coisa que não vemos no teatro por causa da distância), quanto da coluna e transferência de peso, redesenhando seus gestos. Tudo ganhou outra dimensão e é por meio do retorno, que poderemos ter através do público, após as apresentações, que saberemos com mais profundidade como operar essa outra perspectiva de trabalho, que parece ser o que nos moverá nos próximos meses”, reflete.
Do outro lado da tela Desde sua estreia, em 2015, o espetáculo circulou por diversas cidades, apresentando em festivais, mostras e temporadas. Em cada lugar, e diante de cada público diferente, a peça, na improvisação direta com a plateia, ia se reconfigurando na atualização de piadas, interações e comentários (tudo isso a partir dos acontecimentos atuais e do retorno do espectador).
Agora, sob a nova perspectiva virtual, a diretora é enfática: “Longe de termos uma câmera que captura imagens fiéis ao realismo, temos uma câmera que vasculha alguns ângulos distintos da cena, na busca de uma intimidade que só a presença cênica é capaz de revelar. Ainda temos muito a aprender e o desafio é esse. Quanto mais caminho pela frente, maior a vontade de realizar a possibilidade do agora”, conclui Tiche Vianna com muitas ideias na cabeça e, definitivamente, uma câmera na mão.
Ficha técnica
Dramaturgia Tiche Vianna – Esio Magalhães
Direção Tiche Vianna
Atuação Cintia Birocchi Esio Magalhães Fernando Fubá Kara Ariza Raissa Guimarães Rodrigo Nasser Ulisses Junior
Direção Musical Marcelo Onofri
Direção de arte (figurinos) Antonio Apolinário
Designer Gráfico Ana Muriel
Técnico de Iluminação Erico Damineli
Produtora Executiva Cau Vianna
Assistente de Produção Thomas do Anjos
Sinopse do espetáculo Na peça, Zabobrim, o palhaço vagabundo remexe o lixo e encontra uma lâmpada mágica. Um gênio lhe concede três pedidos e ele pede para se tornar rei. Seu desejo é realizado e Zabobrim retorna ao passado, quando o fim da monarquia se anuncia e os reis estão perdendo suas cabeças.
Serviço “Zabobrim, o “Rei Vagabundo On-Line” Quando: 16, 17 e 18 de abril (sexta a domingo); 23, 24 e 25 de abril (sexta a domingo), sempre às 20h. Onde: https://www.youtube.com/barracaoteatro Recepção do público: plataforma Zoom, às 19h40. Link de acesso para a estreia, sexta-feira, dia 16, é http://bit.ly/zoom_antessala_estreiazabobrim. Nos outros dias, o link estará disponível no Youtube e Instagram do Barracão Teatro. Classificação indicativa: 12 anos.
Projeto: Zabobrim, o Rei Vagabundo Online, contemplado pelo Programa de Apoio Cultural Expresso Lei Aldir Blanc nº36 – Produção e temporada de espetáculo de teatro com apresentação on-line, da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo.
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Uma equipe da Romo (Rondas com Motocicletas), da GCM (Guarda Civil Municipal) de Santo André, prende duas pessoas em atitude suspeita na manhã desta quinta-feira (15) na avenida Prestes Maia. Com eles foram encontrados quatro celulares sem procedência confirmada.
A equipe da Romo fazia o patrulhamento na avenida Prestes Maia quando visualizou uma motocicleta em alta velocidade no sentido da avenida dos Estados. Após avistarem a equipe, os ocupantes se mostraram tensos e os GCMs realizaram a abordagem para averiguação.
Durante a abordagem, os guardas encontraram os quatro celulares. Os agentes fizeram pesquisa sobre os indivíduos e constataram que um deles possui várias passagens por furto. Indagadas, as duas pessoas disseram que haviam comprado os aparelhos na comunidade do Tamarutaca.
Os dois indivíduos foram presos e conduzidos ao 1º Distrito Policial de Santo André, onde a autoridade policial lavrou o boletim de ocorrência de receptação, para posteriormente fazer a devolução dos aparelhos aos proprietários.
Com informações da Prefeitura de Santo André.
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Foto: Divulgação
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Marcelo Trevisani – Chief Marketing Officer (CMO) é autor de “Livros que todos profissionais do marketing devem ler”
Tempos atrás fiz um artigo indicando alguns livros que me serviram de inspiração na minha jornada profissional. Mas, como a leitura é um hábito constante, e como a busca por conhecimento e a evolução devem ser uma busca incessante, senti a necessidade de elencar mais alguns. São obras que abordam as transformações digitais e de liderança ou que trazem cases de empresas que alcançam significativos impactos de negócios por meio de métodos ágeis. O que pretendo aqui é aguçar a curiosidade de vocês e lembrar que precisamos sempre de novos estímulos para nos tornamos melhores pessoas e profissionais. Então, aqui vão mais 7 títulos que me trouxeram importantes insights:
Inspired: How to Create Tech Products Customers Love,2018, Marty Cagan.
O autor Marty Cagan é líder do pensamento sobre gerenciamento de produtos de tecnologia e traz na obra histórias pessoais e perfis de gerentes de produto mais bem-sucedidos da atualidade. O livro vale muito ser lido, já que a gestão de produtos se torna cada vez mais importante nas organizações para garantir que elas tenham domínio sobre a construção de experiências digitais e sejam capazes de assegurar que o valor que a companhia ambiciona – e precisa – oferecer para continuar a ser relevante para seu público seja de fato entregue.
Bank 4.0: Banking everywhere, never at a bank, 2018, Brett King.
Brett King é um futurista e estudioso do sistema bancário e o primeiro autor a falar sobre fintechs. Neste livro ele faz uma análise preditiva sobre o futuro dos bancos neste emergente mundo da tecnologia e como acompanhar estas mudanças com sucesso. Em suas previsões, o autor orienta leitores a conhecerem de maneira mais profunda essas novas instituições financeiras que surgem a cada dia, a estudar os bancos digitais e transações via blockchain para antecipar novas tendências de mercado e se manter frente aos concorrentes.
Sprint O Método Usado no Google Para Testar e Aplicar Novas Ideias em Apenas Cinco Dias,2017, Jake Knapp, John Zeratsky, Braden Kowitz.
Jake Knapp apresenta os passos para implementar e utilizar o Design Sprint, método usado pelo Google com o foco em desenvolver e testar ideias em apenas cinco dias. O livro descreve passo a passo o processo de resolução de problemas baseado no conceito Sprint. O método é simples: basta reunir de 5 a 7 pessoas de áreas e expertises diferentes por 5 dias com um problema de negócios a ser solucionado. A resolução deste é realizada em cinco passos: mapear e identificar o problema principal, criar algumas soluções, ‘prototipar’ a melhor solução e testá-la com usuários/clientes reais. Cada integrante analisa e aprende a situação e apresenta sua solução para que o grupo, colaborativamente, chegue a um denominador comum, transformando todos os insights em um resultado satisfatório e pronto para ser testado.
Negotiation Genius, How to Overcome Obstacles and Achieve Brilliant Results at the Bargaining Table and Beyond, 2007, Deepak Malhotra, Max Bazerman.
Baseando-se em décadas de pesquisa comportamental e na experiência de milhares de clientes empresariais, os autores Deepak Malhotra e Max Bazerman, líderes em educação executiva na Harvard Business School, falam sobre as habilidades essenciais, estratégias e técnicas para uma negociação bem-sucedida baseando-se em casos.
Organizações exponenciais: Por que elas são 10 vezes melhores, mais rápidas e mais baratas que a sua (e o que fazer a respeito), 2015, Salim Ismail, Michael S. Malone, Yuri Van Geest.
A obra explica as principais diferenças entre as empresas tradicionais e as exponenciais usando o conceito dos 6 Ds: digitalizado, disfarçado, disruptivo, desmaterializar, desmonetizar e democratizar.
Hacking Marketing: Agile Pratices to make Marketing Smarter, Faster and more Innovative, 2016, Scott Brinker
Scott Brinker apresenta um manual no qual explica como as empresas podem se adaptar ao novo mundo e aprender a liderar na era digital. O autor descreve como aplicar conceitos de gerenciamento inspirados em software para acelerar o marketing moderno e ampliar os nossos mindsets. No cenário atual, ser ágil no marketing requer muito mais do que velocidade de ação. Agilidade neste aspecto tem a ver com a sabedoria de captar dados e analisá-los de modo contínuo para aproveitar as oportunidades e soluções em tempo real.
The Four: The Hidden DNA of Amazon, Apple, Facebook, and Google, 2017, Scott Galloway.
Scott Galloway revela os segredos do poder e do sucesso das quatro maiores empresas exponenciais do mundo. De maneira divertida, o autor faz com que você nunca mais enxergue essas empresas e a forma como elas estão na presentes na sua vida da mesma maneira.
Marcelo Trevisani – com mais de 20 anos de experiência como profissional nas áreas de Digital Marketing, Transformação Digital, Inovação, Chief Marketing Officer, é considerado um dos nomes mais relevantes da área. Participou de grandes cases de Marketing Digital do Brasil para empresas como Tecnisa, BRF, Itaú, Coca-Cola, Nestlé e Vivo, além de ter sido finalista e vencedor em prêmios como Caboré 2017 e CMO 2019, respectivamente. Atualmente, como Chief Marketing Officer, embasa seu trabalho em 3 pilares: Marketing – pelo foco no consumidor, Growth – pelo foco em crescimento de negócio e Marketing Digital e Growth Hacking – como facilitadora de trabalhos. Foi criador e professor do primeiro curso de pós-graduação em Marketing Digital do Brasil, além de professor de MBAs e Pós-Graduações por mais de 10 anos em instituições como ESPM, FGV Business School e FIAP. Também é palestrante em eventos relacionados à Nova Economia, Transformação Digital, Marketing Digital e Growth Hacking em locais como ESPM, Endeavor, CUBO Itaú, SEBRAE, Digitalks, Casa Digital, ProXXima, Social Media Week, In Companies entre outros.
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Livros que todos profissionais do marketing devem ler. Foto: PixaBay – StockSnap
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Segundo um levantamento da Microsoft, somente 18% dos graduados em ciência da computação no Brasil são do sexo feminino. Além disso, de acordo com a mesma pesquisa, o número de mulheres empregadas na área de Tecnologia da Informação no país está estimado em apenas 25%. Para a fundadora e CEO da {reprograma}, startup social paulistana, que visa capacitar mulheres em programação front-end e back-end e conectá-las ao mercado de trabalho, a equidade de gênero no setor está ligada à uma questão cultural. Afinal, os estereótipos são incorporados desde cedo, fazendo com que as garotas acreditem que não são boas para as exatas, logo cria-se um intelecto de que computador é apenas para meninos.
Várias histórias servem para exemplificar que as lutas das mulheres por igualdade de gênero não são de agora , muitas das conquistas demoraram para chegar. ” Ao longo dos anos, as mulheres alcançaram direitos sociais, políticos e trabalhistas, por meio de movimentos reivindicatórios no Brasil. Em 1879, por exemplo, elas ganharam direito de cursar faculdades, outra conquista aconteceu em 1932, quando a Constituição Federal Brasileira passou a permitir que as mulheres votassem, após uma luta de mais de 10 anos liderada pela ativista e bióloga Berha Lutz”, comenta Reyes.
Atualmente, ainda há obstáculos a serem superados, principalmente na igualdade de gêneros no mercado de trabalho, principalmente na área de tecnologia. Abaixo, Mariel cita cinco dicas que podem ajudar as mulheres a ingressarem na carreira de T.I e a conquistarem sua independência.
Acreditar na capacidade: o primeiro passo é trabalhar a “síndrome do impostor”, que está ligado ao fato das mulheres não acreditarem na capacidade delas em aprender a programar, além de se enxergarem como profissionais, por isso, é muito importante trabalhar esse mindset.
Ter referências femininas: é importante que as mulheres tenham modelos que elas se identifiquem e se inspirem, pois referências podem servir de espelho para que elas possam alcançar o sucesso profissional. Na {reprograma}, temos ex-alunas que se tornaram professoras e monitoras dos cursos de back e front-end, que ensinam e influenciam positivamente essas mulheres.
Ambiente sem julgamentos: ao procurar por vagas na área de T.I, as mulheres devem buscar por empresas que tenham como valor a diversidade, desta forma, haverá um ambiente seguro, onde elas podem aprender e fazer perguntas sem julgamentos.
Sororidade: promover a possibilidade de mulheres se apoiarem umas às outras é essencial, pois através disso elas entendem que não estão competindo entre si, e que juntas podem chegar mais longe, afinal, o apoio feminino é importante em um ambiente que, ainda, não é igualitário pelo grande volume de cadeiras ocupadas por homens na área de T.I.
Rede de apoio: após a formação na área de T.I, por meio de um curso técnico ou graduação, é importante manter e criar novas conexões com as mulheres, pois ao longo do caminho podem surgir dúvidas sobre o mercado de trabalho, a troca de experiências e o compartilhamento de vagas na área.
As ex-alunas da {reprograma} após o término dos cursos, são inseridas em grupos como o Slack e Telegram, no qual fazem parte também professoras e monitoras para ajudá-las até a colocação no mercado de trabalho e a troca de informações importantes na área de T.I, como uma comunidade.
Iniciativas sociais na área de T.I
Em meio a um cenário de obstáculos na área de T.I, principalmente para as mulheres, é importante que haja iniciativas sociais que auxiliem na formação e empregabilidade do público feminino.
Um dos objetivos da {reprograma} é aumentar o volume de cadeiras ocupadas por mulheres na área da tecnologia, com isso, a startup oferece as competências necessárias para que elas ingressem no mercado de trabalho, por meio da formação dos cursos de back e front-end.
A CEO da {reprograma} explica que durante o programa as alunas têm a possibilidade de conhecerem, por meio de mentoras, eventos e convivência, outras mulheres na área da tecnologia que estão dispostas a compartilharem todo o conhecimento que elas detêm, etc. Com isso, as alunas são encorajadas a enfrentar os obstáculos de um setor, que por enquanto, é predominantemente ocupado por homens, a mudarem suas vidas por meio da tecnologia.
Até o momento, mais de 700 mulheres já se formaram em cursos de back e front-end da startup paulistana.
Sobre a {reprograma}
Fundada em 2016, pela peruana Mariel Reyes Milk e suas sócias Carla de Bona e Fernanda Faria, a startup social paulista que ensina programação para mulheres, priorizando as negras e/ou trans, por meio da educação, tem o objetivo diminuir a lacuna de gêneros na área de T.I. A {reprograma} possui grandes empresas parceiras como Accenture, Creditas e Facebook, iFood, entre outras. Mais informações no www.reprograma.com.br
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Mariel Reyes Milk é CEO da {reprograma}. Foto: Divulgação
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Um relatório encomendado ao IDC pela TIVIT, multinacional brasileira de tecnologia, demonstra a crescente preocupação das empresas com cibersegurança na área de TI. Segundo o levantamento Cybersecurity e Governança em Ambientes Híbridos, 59,7% das empresas da América Latina consideram a cibersegurança uma prioridade estratégica para a área de tecnologia da informação, um avanço de 15 pontos percentuais em relação ao mesmo levantamento feito em 2018. O tema aparece à frente de tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial e Cloud Computing. Ainda, 13,6% das organizações apontaram a computação em nuvem como parte dos esforços na melhoria da postura em segurança cibernética.
Os dados demonstram que as empresas estão mais conscientes sobre a sua segurança digital, ao passo que a complexidade das ameaças digitais aumenta. “Cibersegurança é uma prioridade para as empresas e seguirá ganhando importância ao longo de 2021. Hoje, a segurança é uma prática habilitadora da continuidade dos negócios e, para isso, é necessário que todas as ameaças sejam mitigadas e combatidas de forma assertiva. Trata-se de uma maneira de responder à nova legislação, proteger clientes e adotar boas práticas com o uso da tecnologia”, comenta Armando Amaral, diretor de CyberSecurity na TIVIT.
Como resultado da visibilidade do tema, empresas brasileiras também têm destinado maior parte do orçamento a isso. Em 2020, foram investidos cerca de US$ 1 bilhão em serviços para detecção e combate às ameaças digitais, cifra que deve crescer para US$ 1.33 bilhão até 2024. Outro fator que justificou o aumento do investimento em segurança foi a pandemia de COVID-19 iniciada em 2020. OS Dados do IDC apontam que 44% das corporações aumentaram seus investimentos planejados para 2020 ao longo do ano.
Segurança e Nuvem
De acordo com o relatório, Cloud Computing ocupa o terceiro lugar na prioridade das empresas respondentes, com 34,3%, à frente de Customer Experience e de Machine Learning. Ainda assim, para reduzir brechas e tornar as operações das organizações mais seguras, a computação em nuvem continua sendo muito importante. Em 2019, no levantamento IDC Latin America Cybersecurity Report, 13,6% dos respondentes apontaram Cloud como um ponto estratégico para aumentar a segurança. “O uso da computação em nuvem é uma forma eficiente de mitigar ameaças. Com o uso de nuvem pública, disponibilizamos especialistas dedicados à proteção dos clientes, o que reduz custos e aumenta a eficiência do trabalho realizado. Para empresas que exigem plena disponibilidade, ou de missão crítica, a nuvem híbrida aparece como solução ao manter os dados mais estratégicos armazenados localmente, enquanto os serviços rodam em nuvem”, conclui Armando Amaral.
A TIVIT é uma multinacional brasileira de tecnologia, presente no mercado há 20 anos e com operação em dez países da América Latina. Por meio de quatro unidades de negócios: Digital Business, Cloud Solutions, CyberSecurity e Technology Platforms, a empresa oferece respostas personalizadas e soluções que impactam nos negócios, e na rotina de empresas e pessoas.
Com o uso de tecnologias emergentes, parcerias tecnológicas e serviços inovadores, a TIVIT apoia seus clientes na jornada da transformação digital, em diversos setores como meios de pagamento, serviços financeiros, utilities, varejo, manufatura, entre outros.
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ciber ataque segurança internet inform
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Fernando Rizzolo é o autor de “A pandemia e a insegurança alimentar”
Não há nada neste mundo que humilhe e desespere mais uma pessoa do que a percepção da fome se aproximando. Entre todas as tragédias da humanidade, a fome, a miséria e o desalento formam uma tríade que acaba despersonalizando o ideal de sobrevivência, mormente quando o provedor familiar se vê impotente mediante a realidade econômica de prover sua família.
O grande choque ideológico com a chegada da direita, extrema direita ou “liberais” ao poder, no Brasil, foi o pouco alcance de medidas eficazes sobre os efeitos da pandemia na vida dos mais pobres. Do ponto de vista sanitário, tentou-se o negacionismo, bem como as “terapias alternativas” como forma de socorrer os infectados. Uma arriscada medida que se baseou em uma receita dos EUA chancelada pelo ex-presidente Donald Trump e implementada aqui no Brasil, violando e contrariando conceitos científicos que recusavam essa “terapia cloroquínica”.
Tal situação levou o Brasil a um desdobramento da pandemia que foi muito mais mortífero entre pessoas negras do que entre as brancas no estado de São Paulo ao longo de 2020 – até por ser este, do ponto de vista alimentar, um grupo muito mais carente. Morreram 46,7 mil pessoas em decorrência dessa doença no território paulista segundo um estudo da Vital Strategies com apoio do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento.
Isso corrobora aquilo que prevíamos, ou seja, em São Paulo, em que 40% da população é negra (preta ou parda), em virtude de um racismo estrutural, o número de mortes entre essa população aumentou em 25%, enquanto entre a população branca o aumento foi de 11,5%. Muito embora esses dados sirvam apenas para sublinhar um recorte da miséria que assola todas as etnias, afinal, no Brasil, mais de 125,6 milhões de pessoas não se alimentam como deveriam ou já anteriormente avistavam problemas futuros com a pandemia de coronavírus no tocante à segurança alimentar, segundo estudo da Universidade Livre de Berlim, na Alemanha. O estudo também demonstra que 31,7% disseram ter insegurança alimentar leve, 12,7% disseram ter insegurança moderada e 15% demonstraram insegurança grave (fome propriamente dita).
Nesse quadro, o Nordeste apresenta situação mais grave, pois a insegurança alimentar atinge 73,1% das pessoas, a região Norte apresenta com 67,7%, a Centro-Oeste aparece com 54,6% e o Sudeste com 53%. A região com melhor situação é o Sul, com 51,6%, o que tampouco representa um cenário favorável, pois, do ponto de vista estatístico, mais da metade dos lares apresentam insegurança. É interessante notar que todos diminuíram em 44% o consumo de carne e 41% o de frutas.
Isto posto, a condição epidemiológica da população está mais vulnerável, quer por questões não só do aumento da miséria como pelas condições raciais, que se somam ao contexto do desemprego generalizado e das poucas contrapartidas do governo federal no sentido de salvaguardar uma renda mínima digna, e que tampouco foi provedor no auxílio a pequenos e microempresários, que tiveram seus negócios fechados. Hoje o trabalhador tem duas opções: ou fica em casa sofrendo com a fome ou se expõe à procura de um emprego, arriscando-se em aglomerações que muitas vezes o acabam infectando.
O atraso nas demandas de contenção da pandemia por parte do governo federal é mais uma faceta da sombria condição de vulnerabilidade social, em que o fogão a gás foi trocado pelo fogão a lenha, pois pagar R$ 100,00 (cem reais) pelo bujão de gás significa muito para quem está sem condições verdadeiras de levar uma vida digna.
Fernando Rizzolo é advogado, jornalista, mestre em Direitos Fundamentais.
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Dr Marcelo Válio é autor de ‘Aumento da População de Moradores de Rua na pandemia’
Conforme o CENSO 2019 da Prefeitura da Cidade de São Paulo, a população de rua na cidade saltou de 15.905, em 2015, para 24.344 em 2019. Aumento de 53% no período.
Contudo a meu ver, o critério da época para o CENSO foi deficitário e número real deve ser ainda maior, face o deslocamento e dinâmica dos moradores de rua, que se espalham pela cidade como um todo. Veja-se como exemplo o bairro do Campo Belo, mais precisamente nos arredores da Avenida Roberto Marinho.
Com a pandemia, infelizmente houve um crescente dos moradores de rua, e essa situação é notória e flagrante junto a Praça da Sé e a Faculdade de Direito do Largo São Francisco da USP.
Anteriormente as causas típicas eram crise econômica, desemprego, renda, conflitos familiares, moradia, saúde, migração, saída do sistema penitenciário e uso abusivo de álcool e drogas.
Hoje, além desses fatores, a Pandemia da COVID 19 foi fatal para esse enorme aumento. Famílias tiveram que deixar suas casas diante da falta de condições em pagar seus alugueis, e um novo perfil de moradores de rua nasceu.
O Ipea estimou, em estudo publicado em março de 2020, que o número de pessoas em situação de rua chegou a 222 mil. Esse novo perfil de morador de rua revela que eram trabalhadores simples e humildes, com filhos em escolas municipais e estaduais, e que se sustentavam com seus mínimos rendimentos, gerando anteriormente uma mínima condição digna de vida.
Contudo, muitos agora estão em situação indigna e de pobreza extrema. E o acolhimento municipal que já era precário, agora é ainda maior. Não houve um mínimo de coordenação nacional para uma resposta de acolhimento para essas pessoas durante a pandemia.
As medidas de acolhimento urgente na Pandemia não foram diferentes das épocas sem Pandemia. A invisibilidade social da população em situação de rua é notória. Faltou e falta política de urgência na vigilância em saúde e socioassistencial da população de rua em plena Pandemia.
Os invisíveis continuam invisíveis e agora são muito mais discriminados pois a sociedade já parte da idéia que estão infectados pelo vírus da COVID 19. Isso fez com que as atitudes solidárias diminuíssem também. Muitos que levavam comida e roupas aos moradores de rua deixaram de praticar sua solidariedade por medo.
Nesses casos, é o Poder Público que deve dar uma resposta imediata e urgente, pois o problema social pode se agravar, com risco de cumulação de um surto de COVID junto a essa sofrida população.
Recordo-me, quando tinha escritório na Rua Senador Paulo Egídio, de inúmeras conversas com adolescentes e adultos de rua. Lecionava também em uma Universidade na XV de Novembro e acabei ajudando muitos moradores com simples conversas.
A atenção e uma mínima palavra já era uma ajuda. Muitas vezes comprava marmitas e doava roupas. Muitos se tornaram amigos. Entretanto, os problemas de subsistência desta população ganharam maior evidência na PANDEMIA.
Diante da gravidade e de calamidade pública junto a essa população, é minha obrigação reiterar que os moradores de rua são sujeitos de direto, com direitos garantidos em lei.
Pandemia e Aumento da População de Moradores de Rua
Todo morador na rua têm direitos fundamentais que devem ser respeitados, implementados e efetivados. Tem direito à vida com saúde, trabalho, educação, segurança, moradia, assistência social e lazer.
Tratar o ser humano morador de rua sem o devido respeito aos seus mínimos direitos, é no mínimo ferir o princípio da dignidade da pessoa humana. As pessoas de rua têm o direito de ficar nos espaços públicos e são livres para estarem nesses locais, não podendo ser desrespeitadas no seu direito de ir, vir e permanecer.
Têm direito a uma moradia digna e participar de programas especiais de moradia através de habitação popular federal, estadual e municipal. Outrossim é direito também desta numerosa população, o social de exercício de qualquer tipo de trabalho, ofício ou profissão, atendimento a saúde adequada, a alimentação digna, a educação, ao lazer e ao esporte.
Assim, indispensável uma atuação forte do Ministério Público e da Defensoria Pública para a tutela desta sofrida população.
Sobre o professor pós doutor Marcelo Válio: graduado em 2001 PUC/SP, Marcelo Válio é especialista em direito constitucional pela ESDC, especialista em direito público pela EPD/SP, mestre em direito do trabalho pela PUC/SP, doutor em filosofia do direito pela UBA (Argentina), doutor em direito pela FADISP, pós doutor em direito pelo Universidade de Messina (Itália) e pós doutorando em direito pela Universidade de Salamanca (Espanha), e é referência nacional na área do direito dos vulneráveis (pessoas com deficiência, autistas, síndrome de down, doenças raras, burnout, idosos e doentes).
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Dr° Marcelo Válio. Foto: Divulgação
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Iniciativa realizada em parceria com a Strong Esags; Resultados do estudo de demanda foram apresentados em reunião do Conselho Municipal de Turismo
A Prefeitura de Santo André divulgou nesta quarta-feira (14) os resultados do Estudo de Demanda Turística, ação realizada em parceria com a Strong Esags que mapeou a atividade turística da cidade. Os números foram divulgados em reunião virtual do Conselho Municipal de Turismo (Comtur).
A iniciativa teve início em outubro de 2020 e teve como objetivo identificar o perfil socioeconômico e hábitos de consumo de turistas de Santo André, bem como seu nível de conhecimento e percepções sobre os serviços e atrativos turísticos oferecidos na cidade. Os resultados são utilizados para alinhar as políticas públicas que promovam e alavanquem o turismo como eixo de desenvolvimento econômico.
A pesquisa desenvolvida atende ao Plano Diretor de Turismo de Santo André e levou em consideração a avaliação dos turistas a respeito da cidade. Como forma de apoio, a Strong Esags utilizou alunos de todos os cursos para suporte técnico e operacional, como projeto interdisciplinar de extensão.
O estudo concluiu que a parte do público que procura lazer e descanso em Paranapiacaba, busca locais próximos à sua moradia para roteiros de curta estadia com bom custo-benefício para viagens em família e com amigos, e a outra parte do público que frequenta a cidade a negócios tem permanência maior e vem de localidades mais distantes, viajando também em grupos, porém menores ou com a família.
No estudo, foi possível verificar que 30% dos visitantes possuem faixa etária de 30 a 39 anos, sendo 51% homens e 49% mulheres. O levantamento mostra ainda que 87% dos visitantes são do próprio Estado de São Paulo e 29% visitam a cidade acompanhados dos filhos. Ao todo, 44% dos turistas são assalariados e 32% possuem ensino superior completo.
A maior parte dos turistas retorna para sua cidade de origem no mesmo dia e visita Santo André a lazer e turismo com veículo próprio. Entre os que fazem pernoite da cidade, 55% se hospedam em hotéis. Quase metade dos turistas gastam até R$ 100 no município, sendo 70% em restaurantes.
Ao todo, foram 638 questionários válidos preenchidos e os resultados têm margem de erro de 5%. A pesquisa foi realizada de forma digital na Vila de Paranapiacaba e em shoppings, hotéis, estações, parques, templos religiosos e centros comerciais.
Para José Marcos Santos, membro titular do Comtur e membro do Conselho de administração do Hotel Blue Tree, o Estudo de Demanda Turística é fundamental para o mapeamento dos turistas da cidade. “Gostaria de elogiar a iniciativa da Prefeitura e a organização do trabalho do Comtur. A pesquisa foi fundamentada para ser colhida em vários locais e isso acaba gerando um resultado muito interessante que nós não tínhamos. Uma informação de qualidade. Vemos com bons olhos e vamos estudar com muito carinho, pois dali vamos tirar várias propostas para trabalhar e inclusive atrair turistas para a nossa hotelaria”, contou.
De acordo com o secretário de Desenvolvimento e Geração de Emprego, Evandro Banzato, as atividades ligadas ao turismo são consideradas estratégicas para a gestão pública, principalmente na retomada econômica após a pandemia.
“Teremos o lançamento do Portal de Turismo de Santo André, campanha dos pontos mais importantes do município, solicitação do selo MIT (Município de Interesse Turístico) e também parte de todo este trabalho contempla o Estudo. Ele foi feito em uma parceria muito importante com a Strong Esags, que nos auxiliou na interpretação dos dados. É com muita alegria que compartilhamos o resultado deste estudo com a comunidade andreense e do Grande ABC”, disse o secretário.
Município de Interesse Turístico – O Estudo de Demanda Turística é uma das exigências para que Santo André seja reconhecida como Município de Interesse Turístico (MIT). No último mês, o deputado estadual Thiago Auricchio (PL), a pedido da Prefeitura, protocolou na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo a requisição para o reconhecimento de Santo André como cidade turística. A iniciativa agora passará por uma análise técnica pela Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo.
A cada três anos, o Grupo Técnico de Análise dos Municípios Turísticos (GAMT), do Governo do Estado, faz um ranking entre as cidades com interesses turísticos. O próximo deverá ser realizado ainda este ano e, caso Santo André tenha uma boa colocação, terá a oportunidade de se tornar MIT, podendo obter recursos de até R$ 700 mil por ano, mediante a apresentação de projetos turísticos ou de infraestrutura turística.
Para que uma cidade possa se tornar MIT, seguindo a Lei 1261/15, ela precisa cumprir quatro exigências: entregar estudo de demanda turística referente ao ano anterior ao projeto de lei, inventário da oferta turística, plano diretor municipal de turismo e Conselho Municipal de Turismo instituído e atuante.
Turismo de Santo André – Com seus mais de 700 mil habitantes e sua história de 468 anos, Santo André passou a ter a atividade turística como preponderante em decorrência da ascensão da Vila de Paranapiacaba como patrimônio histórico e ambiental, tombado pelo Condephaat (Estado de São Paulo) em 1987, pelo Iphan (Federal) em 2002 e pelo Comdephaapasa (Municipal) em 2003. A Vila de Paranapiacaba foi incluída entre os 100 monumentos mais importantes do mundo pelo World Monuments Fund, organização não governamental que atua na área de preservação de sítios históricos.
Dessa forma, tendo a Vila como principal atrativo, outras vocações turísticas altamente relevantes foram sendo desenvolvidas, como a gastronômica, referência na Região Metropolitana de São Paulo, e a do turismo de negócios, contando com uma ampla rede hoteleira preparada para receber trabalhadores, técnicos e especialistas que visitam as inúmeras empresas de alta tecnologia instaladas no local.
Desde 2019, o turismo de negócios também vem sendo fortalecido pela atuação do novo Parque Tecnológico de Santo André, que fomenta a inovação na cidade, e pelo programa Turismo Industrial e de Inovação, que realiza visitas guiadas a grandes empresas.
Além disso, o município possui uma série de atrações de lazer, educacionais e religiosas, que a qualificam para o recebimento do título de Município de Interesse Turístico do Estado de São Paulo.
A cidade conta com 11 parques, sendo oito localizados na parte urbana e duas unidades de grande porte situadas em áreas de proteção ambiental: o Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba e o Parque Natural Municipal do Pedroso, este banhado pela Represa Billings, propiciando a possibilidade do turismo ecológico e de aventura.
Como referências do turismo na área educacional, a cidade possui a Sabina – Escola Parque do Conhecimento, com o Planetário Johannes Kepler, um dos mais modernos da América Latina, atraindo milhares de visitantes todos os anos. O município ainda possui mais de dez instituições de ensino superior, dentre elas Universidade Federal do ABC, Senai, Senac, FGV Strong, Fatec e Etec, que atraem visitantes, cientistas e pesquisadores em decorrência dos cursos, eventos e palestras oferecidos por todas estas instituições.
Como não bastassem tantas modalidades turísticas, Santo André também é referência nacional no turismo religioso, em especial por conta do Santuário Nacional da Umbanda, reconhecido em 2019 como patrimônio imaterial do Estado de São Paulo. Trata-se de uma referência nacional e internacional para os seguidores da Umbanda e Candomblé, recebendo anualmente milhares de visitantes de diversas cidades e estados brasileiros.
A cidade ainda tem o benefício de estar em localização privilegiada, no centro da Região Metropolitana de São Paulo, maior mercado consumidor do Brasil, facilmente acessada por transportes públicos (trem e ônibus) e servida diretamente por rodovias como Anchieta e Imigrantes, estando muito próxima ao Rodoanel. Além disso, está próxima do Aeroporto de Congonhas, do aeroporto de Guarulhos e do Porto de Santos.
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Resultados do Estudo de Demanda Turística de Santo André. Pinguinário Sabina. Foto: Ricardo Trida/PSA
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Medida, voltada apenas para quem depende do comércio e turismo na Vila, da prefeitura de Santo André em que suspende cobrança de aluguel, será válida enquanto estabelecimentos e Parque Nascentes estiverem fechados por causa da pandemia
A Prefeitura de Santo André, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, suspendeu a exigência de pagamento de locações de imóveis em Paranapiacaba para quem depende do comércio e do turismo local.
A decisão foi tomada diante da necessidade expressada por moradores e empreendedores da Vila, afetados pelo fechamento do comércio e do Parque Municipal Nascentes de Paranapiacaba, que estão com as atividades interrompidas por causa da pandemia de Covid-19.
“Nossos esforços para garantir dignidade e segurança para a nossa gente são contínuos. Por isso, assim como no ano passado, vamos suspender a cobrança de aluguéis para ajudar os moradores e comerciantes da Vila de Paranapiacaba neste momento mais agudo da pandemia. Uma medida protetiva, até que possamos retomar atividades econômicas”, afirmou o prefeito Paulo Serra.
A suspensão será válida enquanto tais atividades não estiverem autorizadas a funcionar. Os aluguéis poderão ser renegociados em momento posterior e pagos em até 18 meses.
Desta forma, a Prefeitura atende a uma solicitação feita por entidades que representam os moradores e empreendedores da Vila, que nesta semana se reuniram com integrantes da Secretaria de Meio Ambiente para avaliar ações preventivas e medidas de enfrentamento à pandemia.
O encontro foi realizado nesta terça-feira (13), com a presença do secretário de Meio Ambiente, Fabio Picarelli, da representante da sociedade civil, Val Matos, além de representantes da Associação de Moradores e Empreendedores de Paranapiacaba (AMEP), Associação de Moradores e Empreendedores de Paranapiacaba (AMA) e União Serrana de Comerciantes e Prestadores de Serviços de Paranapiacaba (USCPP).
“Todas as medidas que adotamos no auge da primeira onda surtiram o efeito desejado. Basta notar que nenhuma morte por Covid foi registrada até o momento em Paranapiacaba. Agora, diante do agravamento da pandemia, é muito importante repetir as medidas bem sucedidas que foram tomadas, em especial as de apoio aos moradores e empresários. Estamos atentos e sensíveis às necessidades locais ”, disse o secretário de Meio Ambiente, Fabio Picarelli.
A Prefeitura seguirá adotando medidas de apoio aos moradores e empreendedores de Paranapiacaba, e continuará reforçando o combate à Covid-19 na Vila, por meio de ações de prevenção e desinfecção.
“Vamos seguir fazendo tudo o que for necessário para continuarmos com zero mortes por Covid-19 na Vila“, frisou Picarelli.
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Paranapiacaba. Foto: Alex Cavanha/PSA
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Comerciantes do setor de bares, restaurantes e motéis do Riacho Grande, subdistrito de São Bernardo, estão unidos em prol da própria sobrevivência. O grupo está mobilizado e quer sensibilizar os governantes sobre a difícil situação pela qual estão passando e alertar que se as medidas não forem tomadas, vão falir! Eles alegam que querem apenas trabalhar, adotando todos os protocolos de saúde e segurança, para tentar recuperar os seus estabelecimentos.
O setor foi duramente afetado pelos impactos provocados pela crise em função da pandemia. Além de terem ficado fechados por longo tempo, os que permanecem no mercado ainda estão em fase restritiva de funcionamento e alertam que lhes restam pouco tempo de vida, caso a situação persista. Sem faturamento, os empresários não conseguem manter os custos com aluguel, impostos e funcionários.
Os estabelecimentos, que estão dentro da área de jurisdição do Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC), representam a luta e o alerta que vêm sendo defendidos pelo sindicato patronal. “Já lançamos a campanha Não Somos os Culpados, Queremos Trabalhar para levar ao conhecimento de toda a sociedade a situação desse setor e que também impacta a vida de outras pessoas e famílias, pois se trata de um segmento importante na economia, gera emprego e renda. Não é possível que não seremos ouvidos”, ressalta o presidente do Sehal, Beto Moreira.
Outro fato que dobra a agonia dos empresários locais é o fato de o distrito ser ponto turístico. Por conta da situação, muitas atrações tiveram que ser fechadas, o que diminuiu o movimento e circulação de pessoas, já que pela tradição, após as visitas, os turistas encerravam o passeio com almoço ou lanche no centro do Riacho. “Essa ausência de turistas, tanto das cidades vizinhas, quanto de outras localidades e ainda os que estão de passagem, também afeta os motéis, que sentiram o movimento despencar com a crise”, acrescenta Beto.
Por isso, os empresários, a maioria de pequeno porte, tem se reunido frequentemente para buscar saídas. Já fizeram uma carreata até o Paço Municipal de São Bernardo do Campo e agora planejam um novo movimento, previsto para 15 de abril, desta vez incluindo também um panelaço.
Expectativa x realidade – Sandra Lopes, dona do Melos Café e Bistrot, restaurante que fica em um dos principais pontos de passagem no Riacho, na Estrada do Rio Acima, conta que já demitiu quatro funcionários. Antes, eram seis. “Estamos com muitas dificuldades, operando com 5% da capacidade, quase pagando para trabalhar, e sem condições de arcar com todo o orçamento. Temos que reabrir para voltar a trabalhar”, sugere.
Comerciantes do Riacho Grande: Sandra Lopes. Foto: Davi Bonfim
A empresária, tradicional comerciante de outro ramo de atividade, abriu o estabelecimento em agosto do ano passado, ainda na pandemia. “Tivemos a coragem de investir em um local onde conhecemos, já temos tradição, e na época acreditávamos que a situação iria mudar. Na verdade, fomos enganados com dados camuflados, pois a crise nunca melhorou. Precisamos de ajuda porque não dá para aguentar mais um mês”, revela.
Na atual fase vermelha do Plano São Paulo, medida do Governo do Estado lançada para evitar a propagação do novo coronavírus, voltou a permissão para o take away (retirada no local), sistema que representa o mínimo em vendas no seu estabelecimento, e também o delivery, modalidade em que ela não tinha normalmente. “Tanto um formato quanto o outro não é suficiente”, desabafa.
Quem também revela estar vivendo um pesadelo é Cassia Nascimento, dona do bar Carne e Cachaça, no centro do distrito. Ela e o marido, Fábio Reche, têm na atividade, a principal fonte de renda. “O nosso foco é o horário noturno, antes com música ao vivo e shows, atrações e tipo de atendimento que dependem dos clientes presencialmente. Mas, as pessoas não saem de casa e as vendas por retirada ou delivery são poucas. Na verdade, são amigos e clientes fiéis que estão nos ajudando. Não temos faturamento, já estamos trazendo dinheiro de casa, retirando o pouco que resta da poupança para nos mantermos abertos”, afirma.
Cássia e Fábio tocam o negócio sozinhos. “Tivemos que demitir os únicos dois funcionários”. O jeito foi fazer um malabarismo com as finanças e reorganizar o estoque de mercadorias no ponto comercial, que também é alugado. Segundo Cássia, o bar, que tem expertise em variedade de bebidas nacionais e importadas, agora trabalha com o mínimo em quantidade. “Nossos freezers estão quase vazios porque não temos condições de comprar. Quanto mais compramos aumenta nosso poder de negociação com o fornecedor. Só que não é isso que estamos conseguindo”, lamenta.
Comerciantes do Riacho Grande: Cássia Nascimento. Foto: Davi Bonfim.
Para Cássia, a maior angústia é não ver uma luz no fim do túnel. “Estamos desesperados. Temos uma família e não temos de onde tirar nosso sustento e seguimos empurrando com a barriga sem saber o que ainda vai acontecer. A culpa não é nossa”, afirmou. De acordo com a empresária, a fiscalização, que é frequente nos estabelecimentos locais, deveria ser mais intensa nas proximidades onde atuam os clandestinos. “Somos prejudicados por uns poucos, enquanto nós que trabalhamos corretamente somos impedidos de trabalhar”.
O Sehal segue na luta para ajudar o setor a se reerguer, fornece todas as informações necessárias para os empresários neste momento de dificuldade e de dúvidas sobre como proceder diante de tantas imposições e restrições para o funcionamento dos seus estabelecimentos. Como representante legal da categoria, cobra ações efetivas do poder público. E ainda coloca seu departamento jurídico, formado por profissionais especializados, à disposição dos seus associados.
Inclusive, protocolou ofício na Prefeitura de São Bernardo e no Consórcio Intermunicipal (reúne as sete prefeituras) reivindicando a abertura de bares e restaurantes no horário do almoço, entre 12h e 16h para atendimento, e mais uma hora, até 17h, para a organização, serviços de limpeza e encerramento das atividades. “Ainda estamos aguardando a resposta das prefeituras e esperamos contar com a sensibilidade dos representantes públicos”, finaliza Beto Moreira.
Sobre o Sehal
Fundado em 12 de julho de 1943, o sindicato é uma entidade sem fins lucrativos e tem como objetivo apoiar os empresários reciclando conhecimento em várias áreas. Representa cerca de oito mil estabelecimentos na Região do Grande ABC. Fornece apoio com profissionais renomados nas áreas jurídicas, sanitária, organizacional, parceria com escolas e faculdades, além de lutar pela simplificação da burocracia nos âmbitos municipal, estadual e federal com redução dos impostos e ainda contribuir para a qualificação dos empresários e trabalhadores.
Oferece ainda cursos gratuitos ou com condições especiais para associados e ministrados por professores altamente qualificados, em salas de aula equipadas com datashow, cozinha completa com utensílios e insumos para as aulas práticas. É também considerado um dos sindicatos patronais mais atuantes do Brasil em razão das diversas conquistas e expansão no número de associados.
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Comerciantes do Riacho Grande: Comércios fechados. Foto: Davi Bonfim
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