Autor: Grande ABC

  • São Paulo volta à fase amarela para atividades econômicas

    O estado de São Paulo voltou nesta segunda feira (4) à fase amarela do Plano SP de contingência. Do dia 1º de janeiro até este domingo, todo o estado estava na fase vermelha, que é a mais restritiva. Apenas a região de Presidente Prudente, no extremo oeste, permanece agora na fase vermelha, por causa da alta ocupação de leitos hospitalares, que está em quase 75% nos leitos de UTI.

    Na fase amarela são permitidas diversas atividades econômicas que não estavam liberadas na fase vermelha, como a abertura de shoppings, teatros, cinemas, entre outros. Mesmo com a liberação, continuam vigorando as medidas de distanciamento social e de prevenção de aglomerações.

    fase amarela
    RENATO S. CERQUEIRA / FUTURA PRESS / ESTADÃO CONTEÚDO

    Retorno para Fase Amarela

    A decisão de colocar todo o estado na fase vermelha entre os dias 25 e 27 de dezembro e 1º a 3 de janeiro foi uma tentativa de conter o avanço da doença no estado. Em dezembro houve um aumento de 76% no número de casos e 66% no de óbitos em relação a novembro.

    São Paulo registra atualmente mais de 1,4 milhão de casos confirmados de covid-19, e mais de 46 mil mortes. A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado está em 61,8%, e na região metropolitana de São Paulo a taxa de ocupação é de 64,9%.

    Uma nova reclassificação da fase em todo o estado de São Paulo vai ocorrer nesta quinta feira (7), segundo informou o governo do estado de São Paulo.

    Com informações de Agência Brasil

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  • FGV registra aumento do IPC-S no último dia de 2020

    O IPC-S – Índice de Preços ao Consumidor Semanal, ficou em 1,07% no último dia de 2020, ficando 0,14 ponto percentual abaixo da taxa registrada na semana anterior. O índice encerrou 2020 com avanço acumulado de 5,17%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (04), pela Fundação Getúlio Vargas.

    No período, quatro das oito classes de despesa que compõem o IPC-S registraram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação. Também registraram queda, os grupos alimentação, transportes e comunicação.

    IPC-S

    Mais sobre IPC-S no final de 2020

    Já o grupo Despesas Diversas se manteve em 0,22%. Com destaque para itens como alimentos para animais domésticos. Em contrapartida, o grupo Habitação foi o destaque na aceleração da taxa do índice geral no último mês do ano, com destaque para tarifa de eletricidade residencial, vestuário, saúde e cuidados pessoais.

    Com informações de Agência Brasil

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  • Governo proíbe exportação de seringas e agulhas

    A secretaria de Comércio Exterior do ministério da Economia proibiu a exportação de seringas e agulhas. Agora, esses insumos só poderão ser vendidos para fora do país com uma autorização especial.

    A medida foi tomada atendendo a um pedido do Ministério da Saúde. Em nota, o ministério informou que a solicitação foi necessária para garantir a ampliação do estoque de seringas e agulhas para a vacinação contra a Covid-19.

    Esses não são os primeiros produtos a sofrerem restrições à exportação. Desde o início da pandemia, o governo tem proibido a venda ao exterior de materiais considerados essenciais para o enfrentamento à Covid-19. Entre eles, ventiladores pulmonares, equipamentos de proteção Individual para profissionais de saúde, camas hospitalares e máscaras de proteção facial.

    seringas e agulhas

    Suspensão da exportação de seringas e agulhas

    A portaria restringindo a exportação de agulhas e seringas foi publicada poucos dias após um pregão do Ministério da Saúde para aquisição de mais de 330 milhões de unidades desses insumos. Ainda em nota, a pasta da Saúde disse que existe um estoque satisfatório desses produtos nos postos de saúde do país para iniciar a vacinação.

    Na semana passada, a Secretaria Nacional do Consumidor, ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, emitiu uma série de notificações para fabricantes de seringas e agulhas para saber dados sobre a produção e comercialização desses produtos, além de uma previsão sobre os preços a serem praticados. A secretaria quer analisar se haverá risco de desabastecimento. As empresas têm 10 dias para responder às notificações.

    Com informações de Agência Brasil

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  • Pandemia intensifica problema do descarte de plásticos

    A pandemia da covid-19 intensificou um problema que vem se acumulando há, pelo menos, mais de 70 anos. O relatório Atlas do Plástico, publicado pela Fundação alemã Heinrich Böll, chama a atenção para o aumento do consumo de plásticos na pandemia. Por exemplo, por conta das entregas de alimentos em casa, que cresceram com o isolamento social, seja pelo consumo de máscaras descartáveis.

    Segundo a ABRELPE, a associação brasileira de empresas de limpeza pública e resíduos especiais, houve um aumento de 25% a 30% na coleta de materiais recicláveis durante a pandemia. Mas, o problema no Brasil se recicla apenas 1% dos 11 milhões de toneladas de plásticos produzidos por ano. Por outro lado, esse índice chega a 97% no caso das latas de alumínio.

    Atlas e o descarte de plásticos

    O atlas do plástico destaca ainda que o Brasil é o quarto maior produtor de lixo plástico do mundo, o que representa 13% do total dos resíduos sólidos produzidos anualmente pelo país, segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana.

    A cientista marinha Lara Iwanicki, da ONG Oceana, que trabalha no combate à poluição marinha, destaca que 325 mil toneladas de plástico chegam ao mar todos os anos, trazendo graves consequências para todo o meio ambiente. Portanto, para a ativista, se faz necessário reduzir a quantidade de plástico colocada no mercado.

    O Atlas do Plástico ressalta que o consumo de embalagens descartáveis ganhou força a partir de 1950 com a descoberta de um resíduo da indústria petroquímica que poderia ser usado para fazer PVC. Enquanto de 1950 a 2017, a humanidade produziu mais de 9 bilhões de toneladas de plástico. Isso representa mais de uma tonelada para cada pessoa hoje viva no planeta.

    descarte de plásticos
    Foto Martine Perret/UNMIT

    Com informações de Agência Brasil

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  • Ausência nas urnas em 2020 deve ser justificada neste mês

    O eleitor que deixou de votar no primeiro turno das Eleições Municipais de 2020 tem até o dia 14 de janeiro para apresentar a justificativa à Justiça Eleitoral. Ausência nas urnas não justificada acarretará em multa.

    Já para quem faltou no segundo turno, o prazo vai até 28 de janeiro.

    A justificativa é válida somente para o turno que o eleitor faltou. Ou seja, cada turno conta como uma eleição.

    Esses prazos, no entanto, não valem para os eleitores de Macapá. Já que as eleições na capital amapaense foram realizadas nos dias 6 e 20 de dezembro.

    Nesse caso, a justificativa pode ser apresentada até o dia 5 de fevereiro, para quem não votou no primeiro turno; e até 19 de fevereiro, para quem não votou no segundo turno.

    A justificativa pode ser feita por meio do aplicativo e-Título – que pode ser no Google Play ou na App Store; pelo Sistema Justifica ou por meio do comparecimento a um cartório eleitoral.

    Ausência nas urnas: E se não justificar?

    O eleitor que não justificar a ausência dentro do prazo terá de pagar multa para regularizar a situação.

    E enquanto estiver em débito com a Justiça Eleitoral, ele não pode, por exemplo, tirar ou renovar passaporte; receber salário de função em emprego público; prestar concurso público; e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo, entre outras consequências.

    Com informações de Agência Brasil

    Ausência nas urnas
    e-Título é um aplicativo móvel para obtenção da via digital do título de eleitor

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  • Fies: Estudantes têm até 31 de janeiro para renegociar débitos

    Os estudantes em dívida com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) ganharam um prazo a mais para renegociar os débitos. Dessa forma, o prazo da renegociação do Fundo de Financiamento Estudantil agora vai até o dia 31 de janeiro. O prazo anterior terminava em 31 de dezembro.

    O Ministério da Educação frisou que um dos benefícios da renegociação é a retirada dos nomes dos estudantes e fiadores dos cadastros de devedores inadimplentes. Podem participar da renegociação os estudantes com contratos firmados até o segundo semestre de 2017 e com débitos vencidos e não pagos até 10 de julho de 2020. Para obter os benefícios, o contrato não pode ser objeto de ação judicial.

    Nesse sentido, a negociação do FIES pode resultar em parcelamentos diversos de 24 meses até 175 parcelas. Dependendo da forma de pagamento, os encargos podem ser reduzidos de 25% até 60%. A parcela mínima mensal é de R$ 200. Já a opção de liquidação em parcela única, com 100% de redução nos encargos moratórios, não foi prorrogada.

    Como solicitar renegociação do FIES?

    Portanto, os estudantes interessados devem solicitar a renegociação no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal, por meio dos canais disponibilizados. Os dois bancos oferecem modalidades de renegociação digital, por meio de endereços eletrônicos ou aplicativos.

    Todavia, a exceção é para financiamento por fiança convencional ou solidária. Nesses casos, existe a obrigatoriedade de comparecimento à agência para assinatura dos fiadores.

    Com informações de Agência Brasil

    fies
    Estudantes fazem segundo dia de provas do ENEM, na UERJ. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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  • Anvisa autoriza importação de 2 mi de doses da vacina da Oxford

    A Anvisa autoriza importação excepcional de 2 milhões de doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório AstraZeneca.

    O pedido foi feito no dia 31 de dezembro pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que coordena a pesquisa com esse imunizante no Brasil. A importação é considerada excepcional porque o pedido de registro da substância ainda não foi feito.

    A Fiocruz informou que essa importação é uma preparação para disponibilizar as vacinas a partir do momento em que o produto for aprovado pela Anvisa. Essas doses são fabricadas por um laboratório indiano e foram obtidas por meio do consórcio Covax Facility. É uma iniciativa internacional para desenvolvimento e distribuição de vacinas coordenada pela Organização Mundial da Saúde.

    Atualmente, existem quatro vacinas com pesquisas autorizadas no Brasil. Por meio da Submissão Contínua, a Anvisa já vem analisando os dados enviados previamente pelos laboratórios. Até agora, não existem pedidos de uso emergencial ou de registro no país.

    Anvisa autoriza importação de vacina

    Na semana passada, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, anunciou que a solicitação de registro da vacina de Oxford/AstraZeneca deve ser feita até o dia 15. E as primeiras 1 milhão de doses fabricadas no Brasil devem ser entregues na segunda semana de fevereiro.

    O Instituto Butantan, que coordena a pesquisa com a Coronavac, do laboratório Sinovac, também deve solicitar o registro nos próximos dias, para cumprir a promessa de começar a vacinação no fim do mês. O início da imunização com a Coronavac já foi adiado duas vezes.

    Com informações de Agência Brasil

    Anvisa autoriza importação
    Vacina Oxford,AstraZeneca Foto: Reuters/Dado Ruvic

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  • Caixa segue calendário de saques do auxílio emergencial (04/01)

    Hoje (4) estão liberadas últimas parcelas do auxílio emergencial para nascidos em março

    A Caixa Econômica Federal libera nesta segunda-feira os saques das últimas parcelas do auxílio emergencial para os beneficiários nascidos em março. Sendo assim, os saques estão disponíveis para cerca de 3,6 milhões pessoas que não fazem parte do Bolsa Família.

    O dinheiro liberado para saque hoje foi creditado na conta poupança digital da Caixa nos últimos dias 25 de novembro e 14 de dezembro, referentes aos ciclos 5 e 6 de pagamentos para quem nasceu no mês de março.

    Auxílio Emergencial

    Apesar dos créditos em conta terem sido encerrados no último dia 29 de dezembro, o calendário de saques do auxílio segue até o dia 27 de janeiro, já que para ter acesso ao dinheiro em espécie é preciso aguardar mais tempo. Ainda poderão sacar as últimas parcelas do auxílio os trabalhadores que nasceram de abril a dezembro.

    Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.

    Com informações de Agência Brasil

    auxílio emergencial
    Foto: Reuters/Pilar Olivares

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  • Seguro DPVAT em 2021: Proprietários de veículos terão de pagar

    De acordo com a Susep, existem excedentes de recursos cobrados em anos anteriores que são suficientes para pagar indenizações do seguro DPVAT em 2021

    Foi aprovado pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) prêmio zero para o DPVAT em 2021. A decisão foi tomada em reunião extraordinária realizada nesta semana. Além disso, foi autorizada a contratação de novo operador pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), em caráter emergencial e temporário.

    De acordo com a Susep, existem excedentes de recursos cobrados em anos anteriores que são suficientes para pagar indenizações em 2021. Por meio de nota, a Susep afirma que “está envidando os melhores esforços para viabilizar a contratação de pessoa jurídica, já na primeira semana de janeiro de 2021, com capacidade técnica e operacional para assumir o DPVAT.

    Seguro DPVAT em 2021

    O Seguro DPVAT foi criado pela Lei n° 6194/1974 e tem como objetivo o amparo às vítimas de acidentes de trânsito em todo o País, independentemente de quem seja a culpa dos acidentes.
     

    Com informações de Brasil 61

    Seguro DPVAT em 2021
    Brasília – Acidente envolvendo seis carros na BR 020, sem vítimas fatais

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  • No Dia Nacional do Hemofílico, conheça histórias de superação

    Cerca de 14 mil brasileiros estão registrados como hemofílico junto ao Ministério da Saúde; a hemofilia se caracteriza por prejudicar a capacidade do corpo de coagular o sangue. Portanto, 04 de janeiro é Dia Nacional do Hemofílico.

    O diagnóstico precoce de hemofilia não impediu que Milton Alves Ferreira, 36 anos, tivesse que lidar com inúmeras complicações por causa da doença ao longo da vida. O primeiro hematoma que apresentou no peito aos quatro meses de idade ligou o sinal de alerta na tia, que também tem um filho com o mesmo problema de saúde. 
     
    “Ela falou para a minha mãe que era importante fazer o exame para diagnóstico, porque eu tinha os mesmos sintomas que o meu primo. Quando fiz o exame, foi diagnosticada a hemofilia A, do tipo grave”, conta o técnico legislativo, que mora em Belo Horizonte. 

    Nascido em 1984, Milton testemunhou não apenas a evolução da hemofilia no próprio corpo, mas dos tratamentos para a doença, que é rara e não tem cura. Ainda na infância, por exemplo, teve sangramentos nos dentes e na língua. Desde então, como consequência da gravidade do quadro e da insuficiência dos tratamentos que recebeu, ele cita algumas das sequelas que o acompanham. 

    “Fiquei muitos anos sem tratamento adequado, o que trouxe dano articular. Tenho a flexibilidade dos joelhos e cotovelos comprometida. Não consigo esticar, nem encolher essas articulações completamente. Sinto dor também, que a artrose provoca. É um dano considerável”, afirma. 

    Dia Nacional do Hemofílico: a doença


    Assim como Milton, outros 13 mil brasileiros com hemofilia A ou B estão cadastrados junto ao Ministério da Saúde. De acordo com dados da World Federation of Hemophilia, o Brasil tem a quarta maior população de pacientes com a doença entre todos os países. 
     
    A hemofilia é um distúrbio genético e hereditário que atinge quase exclusivamente os homens. Dessa forma, trata-se de uma doença que compromete a capacidade do corpo de coagular o sangue, que é extremamente necessária para interromper as hemorragias. 

    “Os hemofílicos normalmente apresentam sangramentos que demoram mais tempo para serem controlados, porque o organismo não tem condição de produzir aquele coágulo. Não estanca”, exemplifica Indianara Galhardo, vice-presidente da Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia (Abraphem)

    Quando uma pessoa se corta, por exemplo, o organismo manda proteínas para estancar o sangramento. Então, esse é o processo conhecido como coagulação. As pessoas que têm hemofilia não possuem essas proteínas e sangram por mais tempo. Existem dois tipos da doença. O tipo A e o tipo B. Todavia, a diferença entre eles se dá pelo tipo de fator de coagulação em falta no organismo. Ou seja, pessoas com hemofilia A têm deficiência do Fator VIII de Coagulação, enquanto aquelas com hemofilia B têm falta do Fator IX de Coagulação. 

    Dia Nacional do Hemofílico

    Alerta


    Indianara explica que além dos tipos, a hemofilia também pode ser classificada quanto ao grau, que varia de leve, passando por moderado, até grave. Nos casos leves, os portadores da doença podem demorar a percebê-la, uma vez que os sintomas mais característicos como os sangramentos são difíceis de notar. “Essa pessoa só vai descobrir que tem hemofilia quando precisar fazer um procedimento mais invasivo, talvez uma cirurgia, uma extração dentária, se acontecer alguma coisa e essa pessoa tenha um sangramento maior”, mostra. 

    Já entre os moderados e, principalmente, casos graves de hemofilia, os sintomas passam por sangramentos articulares, sobretudo nos tornozelos, cotovelos e joelhos, grandes hematomas, sangramentos espontâneos, que são internos e sem razão aparente, além de esse sangramento ocorrer por mais tempo do que em uma pessoa que não tenha a doença. 

    Dia Nacional do Hemofílico: Tratamento


    Diagnosticado com hemofilia tipo A grave aos cinco anos de idade, o empresário Neder Gustavo dos Santos, 38 anos, apresentou inúmeros problemas de saúde desde a infância. Anteriormente, aos 20 anos, teve um derrame. Crise convulsiva, úlcera e sangramentos internos por causa da hemofilia também marcaram a vida do morador de Campo Grande, capital sul mato-grossense. 

    “O tratamento não era o correto, precisava ter um sangramento para depois ter direito ao tratamento. Isso acarretou várias sequelas no meu corpo. Tenho dificuldade para andar, até para me locomover, são as piores. Tenho articulação nos braços que estão bem ruins, para escrever acaba ficando difícil”, diz. 

    A situação dele e de milhares de brasileiros mudou com a chegada do tratamento por profilaxia, que nada mais é do que a reposição do fator de coagulação deficiente no organismo por meio de um medicamento, num processo chamado de infusão endovenosa, ou seja, pela veia. Com este tratamento, as hemorragias são mais facilmente controladas, segundo especialistas. “Com o tratamento que temos hoje, melhorou bastante a qualidade de vida”, afirma Neder. 

    O tratamento para quem tem hemofilia no Brasil é ofertado pelo SUS, o Sistema Único de Saúde. Nesse sentido, o Ministério da Saúde garante os medicamentos aos portadores da doença. Em 2019, a pasta adquiriu mais de 720 milhões de unidades de medicamentos, previstos para o tratamento de doenças hemorrágicas hereditárias. 

    “A medicação, que é o fator de coagulação, é comprado e ofertado pelo SUS. O tratamento é feito pelo SUS. As pessoas que têm hemofilia recebem as doses domiciliares e podem fazer a profilaxia, o tratamento em casa”, explica Indianara. 

    Dia do Hemofílico

    Com o objetivo de conscientizar a população brasileira sobre essa doença rara e pouco conhecida, o Dia do Hemofílico é comemorado nesta segunda-feira (4). O Brasil tem uma rede de 32 hemocentros em todas as regiões, que contam com o sistema Hemovida. Essa ferramenta possui uma base nacional para o cadastro de pacientes, inserção de dados clínicos, informações sobre o tratamento, registro de aplicações, além do controle de estoque de medicamentos.

    “No Dia Nacional do Hemofílico, conheça histórias de superação” é com informações de Brasil 61

  • MP libera R$ 10,1 bi em linha de crédito para o Pronampe

    De acordo com o governo federal, o programa já disponibilizou R$ 32,9 bilhões em crédito para o Pronampe, focados nas micro e pequenas empresas

    Uma Medida Provisória publicada no Diário Oficial da União na última terça-feira (29) vai liberar cerca de R$ 10,1 bilhões. O crédito extraordinário será usado para viabilizar a integralização de cotas no Fundo Garantidor de Operações (FGO) para o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). 

    Um projeto de lei do senador Jorginho Mello (PL/SC) criou a terceira fase do Pronampe, com recursos oriundos do Programa Emergencial de Suporte a Empregos, o Pese. De acordo com o governo federal, o Pronampe já disponibilizou R$ 32,9 bilhões em crédito para micro e pequenas empresas, totalizando 450 mil contratos. A taxa de juros é a Selic, hoje em 2%, acrescida de 1,25% ao ano. 

    Crédito para o Pronampe

    Com os recursos, as empresas podem pagar funcionários, contas de luz e água, aluguel, compra de matérias-primas e mercadorias, por exemplo. O crédito também pode ser usado para reformas e investimentos, como compra de máquinas e equipamentos.

    crédito para o Pronampe
    Indústrias

    Com informações de Brasil 61

    Jornal Grande ABC

    COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

    O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

    Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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  • Preservação ambiental gerada por comunidades locais com turismo

    O turismo de base comunitária, que envolve o protagonismo de comunidades locais em atividades sustentáveis, pode transformar madeireiros e caçadores de animais silvestres em defensores ambientais.

    A mudança de mentalidade está entre os frutos gerados por projetos espalhados pelo país, cujos representantes conversaram com a Agência Brasil.

    Reputado por ser um dos precursores do turismo de observação no Brasil e chamado de birdman (homem-pássaro, em inglês), por seu amplo conhecimento de aves, o estadunidense Douglas Trent relata como iniciou a estruturação da Reserva Ecológica do Jaguar. O projeto, de ecoturismo comunitário, está localizado em Poconé (MT).

    Desde que teve um dos seus primeiros contatos com o Brasil, já pôde dimensionar o impacto do garimpo em disputas territoriais. Trent veio ao país em 1980, quando havia acabado de se formar em Ciências Ambientais pela Universidade do Kansas.

    A visita à região amazônica era um sonho de Trent, que, logo na viagem de ida, de ônibus, escutava diálogos de outros passageiros sobre a ambição em torno do ouro que poderiam extrair dali. Todavia, também deparou, pela primeira vez, com um espécime de onça-preta em seu habitat natural.

    Também chamada de jaguar-preto, a onça-preta é uma variação da onça-pintada, mas com pelagem escura, por conter mais melanina. Mas, a onça-pintada é um dos animais sob risco de extinção, atualmente, e que vive em quatro biomas. São eles o Cerrado, a Mata Atlântica, a Amazônia e o Pantanal.

    Comunidades locais e turismo: História

    Em 1981, Trent criava a Focus Tour Environmentally Responsible Travel, empresa de ecoturismo, passando a oferecer passeios de contemplação de animais da região. Naquela época, estabeleceu relação com o fazendeiro Lerinho de Arruda Falcão, que abriu as portas da propriedade para a observação de araras-azuis.

    Conforme relata Trent, porém, o fazendeiro e sua família matavam onças, sob a justificativa de que precisavam proteger o gado que criavam. Com a maior proximidade entre os dois, convenceu Lerinho a parar com a matança e a entrar para o ramo de ecoturismo.

    Atualmente a Reserva Ecológica do Jaguar deriva do trabalho de 50 famílias. Para o projeto, foram feitas diversas capacitações de membros da comunidade, para que se tornassem guias e equipes de hospedagem profissionais. Uma das atividades desenvolvidas para tocá-lo adiante foi envolvê-las em levantamentos da fauna local, já que estavam mais familiarizadas com os animais.

    comunidades locais
    Bichos do Pantanal, Instituto Sustentar – Douglas Trent/Instituto Sustentar/Direitos Reservados

    Aspectos sociais e econômicos

    Trent diz que um dos aspectos centrais para avançar na conscientização das pessoas foi entender o contexto socioeconômico em que a comunidade vivia. “Eu percebi que um dos problemas quanto à preservação da natureza é a pobreza. Se vou trabalhar com a natureza, tenho que trabalhar para reduzir a pobreza”, afirma.

    Após a operadora de turismo, surgiu o Instituto Sustentar, ONG sediada em Belo Horizonte e filial em Cáceres (MT), ao qual Trent se dedica atualmente. A reserva, por sua vez, está sob responsabilidade da família Falcão. Trent também é mentor do projeto Bichos do Pantanal, do Instituto Sustentar, desenvolvido no âmbito no programa Petrobras Socioambiental, desde 2012, e que conta com uma rede de cooperação com lideranças locais.

    A diretora executiva do Instituto Sustentar, Jussara Utsch, diz que a ajuda de profissionais de outros países deve ser valorizada. “Às vezes, nós, brasileiros, estigmatizamos um pouco, mas a verdade é que a gente precisa valorizar um pouco essa visão internacional, que pode estar nos ajudando aqui”, defende.

    Eduardo Arruda, que administra a pousada da Reserva Ecológica do Jaguar, após o falecimento do pai, conta uma dos primeiros aprendizados sobre a proteção da natureza. “A primeira coisa que o Douglas me falou, há muitos anos, foi: é o país com a maior biodiversidade do planeta, mas há desconexão do brasileiro com a própria natureza.”

    Amazônia extraordinária e comunidades locais

    No baixo Rio Negro, Amazonas, outra iniciativa fez reverberar discursos fundamentais em torno da preservação ambiental. Trata-se da Poranduba Amazônia, reserva de desenvolvimento sustentável do Rio Negro, que fica em frente ao Arquipélago de Anavilhanas, um dos maiores do mundo, e abrange duas comunidades: a Tumbira e a Santa Helena do Inglês, cada uma com 30 famílias, aproximadamente.

    “Poranduba” é uma expressão indígena, que significa “histórias fantásticas” contadas entre os povos da Amazônia, incluindo contos, fábulas e mitos. Também remete a “relação”, “sentir”, “escutar”.

    Poranduba, Amazônia
    Poranduba, Amazônia – Bruno Mangolini/Poranduba Amazônia/Direitos Reservados

    O psicólogo Bruno Mangolini morava na capital paulista, quando decidiu que sua vida devia tomar outro rumo, bem distante da zona urbana e do sudeste do Brasil. Em 2017, fez as malas e se mudou para a região, depois de sua companheira, que atuava em projetos nos arredores, adquirir uma casa.

    Comunidades locais na Amazônia

    Já estava ali havia algum tempo, até que uma comunidade vizinha à sua lançou a ideia de que poderiam gerar renda com atividades turísticas. Mangolini sentiu que poderia fazer a ponte entre moradores e turistas, em virtude de sua experiência com viagens. A partir daí, a comunidade passou a discutir quais serviços poderia oferecer, quem estaria envolvido com cada atividade e como se daria a remuneração dos participantes.

    Em 2019, o projeto se concretizou. Segundo Mangolini, das cerca de 30 pessoas que compõem a equipe, a maioria tem baixa renda e precisa do turismo para ter uma qualidade de vida melhor. Tudo é decidido coletivamente, inclusive a aplicação de recursos obtidos e que podem ser usados para melhorias na estrutura que atende a comunidade. “A gente tem esse compromisso de ir além do turismo, mas não só, de fazer o turismo ser um vetor do desenvolvimento local, estimulando práticas sustentáveis, tanto pelos moradores como pelos visitantes. E esperamos, além de gerar renda, conseguir melhorar a infraestrutura da comunidade, porque, como estamos isolados, o poder público não é muito atuante para resolver problemas básicos, como água, luz e outras coisas”, comenta, pontuando que o transporte na região é feito de barco.

    A transformação de comunidades locais

    Um dos trabalhadores da reserva, Roberto Brito, conhecido como Roberto Tumbira, era madeireiro antes de começar a atuar no projeto. Ele seguiu os passos dos avós, tanto maternos quanto paternos, e do pai, que não teve condições de estudar. Todos eles, conta, acabaram indo para esse ramo, ilegal, porque “o que se tinha para fazer era trabalhar na estação de madeira”.

    Brito comenta que a transição de perspectivas teve início em 2008, quando a comunidade em que vive passou a ter contato com o conceito de sustentabilidade e de preservação ambiental, com oficinas promovidas pelo governo amazonense. “Eu era uma das pessoas que olhavam a floresta derrubada como forma de sustento e trabalhei mais de 26 anos tirando madeira”, reconhece.

    “Coletivamente, era mais fácil resolver as coisas. Na época, nossas reivindicações eram muito por educação da comunidade e legalização da nossa área [de atividade], que era a madeira. Só que, graças a Deus, as coisas foram ter outro rumo. A educação chegou na nossa comunidade e eu ainda com espírito de madeireiro, querendo a legalização. Quando a educação chegou, foi abrindo muita clareza, oportunidade pra gente ver como o mundo seria se vivesse de modo sustentável.”

    Desde 2011, Brito começou a trabalhar com turismo. “Tenho dois filhos adultos, na época eram pequenos. Eu pensava: se não tiver educação, o meu filho vai ser mais um madeireiro, clandestino, como meu pai”, diz ele.

    Quilombos e a preservação

    Em Taubaté, interior de São Paulo, a técnica em turismo e historiadora Solange Barbosa é uma das mulheres que compartilham experiências pela Rota da Liberdade, da qual é presidente. Com uma equipe de cinco pessoas e parceiros, o projeto tem como objetivo promover ações de turismo em comunidades negras tradicionais e foi considerado um dos dez melhores projetos de geoturismo do mundo, pela National Geographic, em 2009.

    Através da Rota da Liberdade, os turistas têm a oportunidade de escutar a história revisada de pessoas escravizadas do interior paulista. Conforme explicou Solange, em entrevista, pesquisadores de áreas como antropologia, sociologia e história têm bastante interesse nos roteiros, que foram adaptados para atender especificamente a esse grupo, além de outros existentes, que incluem gastronomia típica e demais passeios.

    comunidades locais
    Roda d’água no Quilombo da Fazenda – Solange Barbosa/Rota da Liberdade/Direitos Reservados

    Comunidades locais indígenas

    Solange relata que o princípio de tudo foi uma ideia que surgiu ainda nos tempos de faculdade, que acabou sendo aprimorada e apresentada à Secretaria de Turismo e Cultura do município, com ajustes sugeridos por seus professores. Ela, que já foi consultora do programa Rota do Escravo, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), menciona que o grupo apresenta aos visitantes um arquivo histórico que documenta a presença de indígenas na região e também a chegada de africanos, no século 17.

    “Tem muitos públicos diferenciados que buscam a informação. A história do negro ainda está sendo contada no Brasil. A gente tinha uma história oficial, de que todo negro era escravo e que todo escravo vinha da África. Pronto. E a gente tem vivido, nos últimos 10, 12 anos, uma busca de outras narrativas. Os documentos históricos, arqueológicos, estão revelando essas outras histórias, e a gente está usando isso pra contar também”, diz.

    Solange cita ainda o roteiro pedagógico Saberes do Chão, com visitas a um quilombo. “A gente traz o turista para uma vivência real, com pessoas reais, distante daquela coisa que foi contada nos livros. O quilombo é um valhacouto [refúgio] de escravos fugidos, isso está lá em 1700, é o que está escrito. Aí, a gente mostra o que é realmente um quilombo, o que é uma comunidade quilombola, o quanto a sua área está preservada justamente pela sua ação, pela sua própria presença”, finaliza Solange.

    “Preservação ambiental gerada por comunidades locais com turismo” é com informações da Agência Brasil

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