Os shoppings ABC e Atrium, em Santo André, e Praça da Moça, em Diadema, reabrem ao público das 11h às 19h todos os dias, com horário reduzido opcional para os domingos, a partir do dia 18/04. As operações de alimentação podem funcionar com retirada de pedidos no balcão, sem consumo no local e continuam com serviços por drive-thru e delivery.
Já a partir do próximo sábado, 24, é possível fazer refeições presenciais na praça de alimentação e restaurantes. Salões de beleza, barbearias, academias e atividades culturais também estão liberadas nesta segunda etapa de transição, no mesmo horário dos empreendimentos (com exceção das academias, que podem funcionar das 07h às 11h e das 15h às 19h)
O funcionamento dos empreendimentos segue as diretrizes do Plano São Paulo, do Governo do Estado de São Paulo, que determinou nesta sexta-feira, 16, a retomada gradual do comércio até nova avaliação, em 1º de maio.
Todos vão adotar diversas medidas de segurança, tais como o reforço da higienização rotineira das áreas de uso comum, álcool em gel 70% para utilização dos clientes e dos funcionários por todo o empreendimento, redução da capacidade máxima de lotação dos elevadores, estacionamento com número de vagas reduzido, medição de temperatura nas entradas, além de controle do número de clientes nas lojas.
Atrium Shopping Todos os dias das 11h às 19h (opcional domingo das 12h às 18h) WhatsApp: (11) 3135-4500 www.atriumshoppingsantoandre.com.br Rua Giovanni Battista Pirelli, 155 – Vila Homero Thon, Santo André
Shopping ABC Todos os dias das 11h às 19h (opcional domingo das 12h às 18h) WhatsApp: (11) 95691-0070 www.shoppingabc.com.br Av. Pereira Barreto, 42, Vila Gilda – Santo André – SP
Shopping Praça da Moça Todos os dias das 11h às 19h (opcional domingo das 13h às 19h) WhatsApp: (11) 94709-5754 www.shoppingpracadamoca.com.br Rua Manoel da Nóbrega, 712 – Centro, Diadema
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Foto: Divulgação
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As Faculdades Anhanguera do ABC retomaram os atendimentos de saúde à população nas áreas de Psicologia, Fisioterapia e Nutrição. Os interessados podem optar pelas unidades presentes em Santo André e São Bernardo do Campo. As consultas e avaliações são realizadas pelos alunos da instituição, supervisionados por professores e coordenadores dos cursos. Abaixo, seguem detalhes sobre especialidades e horários.
Santo André
A clínica-escola de Fisioterapia atende de segunda à sexta, das 8h às 12h, pacientes com necessidade de tratamento fisioterapêutico neurológico para crianças e adultos, traumato-ortopedia, saúde da mulher e geriatria.
Já a clínica de Psicologia atende crianças a partir de 6 anos, adolescentes, adultos e idosos e oferece as avaliações para psicodiagnóstico dos grupos etários, psicoterapia individual e orientação parental. O horário de funcionamento é de segunda à sexta, das 8h às 15h e aos sábados, das 8h às 12h.
Para atendimento em Nutrição, são oferecidos os serviços de avaliação nutricional e saúde pública. O horário de atendimento é de segunda à sexta, das 7h30 às 13h30 e das 14h às 20h. Os agendamentos podem ser feitos presencialmente, no endereço Avenida Pedro Américo, 850 – Bairro Homero Thon, ou pelo telefone (11) 4458-5051.
Também em Santo André, na região central, a população conta com a opção de atendimento psicológico para adultos, casais e famílias. O horário de funcionamento é das 11h às 20h, na Rua Senador Fláquer, 456. Para garantir um horário, basta ligar para o número (11) 4097-1400 – Ramal 8, ou enviar um e-mail para clinicaunia.psi@gmail.com.
São Bernardo do Campo
A clínica-escola de Psicologia oferece avaliação psicológica para crianças, adolescentes, pessoas em situação de violência doméstica e pessoas em luto, devido a perdas e que passaram a apresentar sintomas com sequelas físicas, de ansiedade, depressão e, também, para pessoas que passaram pela perda do emprego.
A clínica conta ainda com o Projeto Acolher, que atende profissionais da saúde e professores da rede pública. Intervenções psicoterapêuticas, psicodiagnósticas e plantão psicológico também são realizados.
A unidade trabalha de forma presencial e remota, sendo a primeira avaliação obrigatoriamente realizada de maneira presencial e a modalidade on-line destinada a pacientes com dificuldade de locomoção, que pertençam a grupos de risco à Covid-19 ou que optarem pelo formato. Aos interessados que preferirem o atendimento presencial, o horário de funcionamento é às quartas e quintas, das 8h às 17h e às sextas, das 15h às 17h, no endereço Av. Senador Vergueiro, 505 – Bairro Jardim do Mar. Já aos que optarem pelo atendimento remoto, as consultas podem ser feitas de segunda à sexta, das 8h às 17h.
Para realizar o agendamento, é preciso entrar em contato por ligação ou pelo WhatsApp, número (11) 2823-1003. Os interessados passarão por uma entrevista de triagem e encaminhamento para o respectivo serviço. Quanto aos que tenham interesse em participar do Projeto Acolher, serão realizadas 4 sessões e há a possibilidade de encaminhamento para a psicoterapia, caso necessário.
Também em São Bernardo, a clínica de Fisioterapia atende de segunda à sexta, das 8h às 18h, pacientes com necessidades fisioterapêuticas cardiopulmonares, em neurologia e saúde da mulher e do homem. O horário pode ser agendado pelo número (11) 4362-9036 ou (11) 4362-9037. Os atendimentos são realizados na Av. Dr. Rudge Ramos, 1.501 – Rudge Ramos.
As clínicas seguem rigorosamente as orientações dos órgãos e conselhos de classe sobre a prática de atendimentos no contexto de pandemia e a legislação municipal quanto ao funcionamento dos serviços.
Serviços de atendimentos de saúde no ABC
Santo André
Clínica-escola de Fisioterapia
Horário: 8h às 12h, de segunda à sexta.
Contato: (11) 4458-5051.
Endereço: Avenida Pedro Américo, 850 – Bairro Homero Thon.
Clínica-escola de Psicologia
Horário: segunda a sexta, das 8h às 15h e aos sábados, das 8h às 12h.
Contato: (11) 4458-5051.
Endereço: Avenida Pedro Américo, 850 – Bairro Homero Thon.
Clínica-escola de Fisioterapia
Horário: segunda a sexta, das 7h30 às 13h30 e das 14h às 20h.
Contato: (11) 4458-5051.
Endereço: Avenida Pedro Américo, 850 – Bairro Homero Thon.
Horário: atendimento presencial as quartas e quintas, das 8h às 17h e às sextas, das 15h às 17h; atendimentos remotos de segunda à sexta, das 8h às 17h.
Contato: via ligação ou pelo WhatsApp, número (11) 2823-1003.
Endereço: Av. Senador Vergueiro, 505 – Bairro Jardim do Mar.
Clínica-escola de Fisioterapia
Horário: segunda à sexta, das 8h às 18h.
Contato: (11) 4362-9036 ou (11) 4362-9037.
Endereço: Av. Dr. Rudge Ramos, 1.501 – Bairro Rudge Ramos.
Sobre a Anhanguera
Fundada em 1994, a Anhanguera já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, presenciais ou a distância. Presente em todos os estados brasileiros, a Anhanguera presta inúmeros serviços à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Anhanguera oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais. Em 2014, a instituição passou a integrar a?Kroton. Para mais informações, acesse: anhanguera.com?e blog.anhanguera.com.
Sobre a Kroton
A Kroton nasceu com a missão de transformar a vida das pessoas por meio da educação, compartilhando o conhecimento que forma cidadãos e gera oportunidades no mercado de trabalho. Parte da holding Cogna Educação, uma companhia brasileira de capital aberto dentre as principais organizações educacionais do mundo, a Kroton leva educação de qualidade a mais de 817 mil estudantes do ensino superior em todo o País. Presente em 1.221 municípios, a instituição conta com 126 unidades próprias, sob as marcas Anhanguera, Fama, Pitágoras, Unic, Uniderp, Unime e Unopar e é, há mais de 20 anos, pioneira no ensino à distância no Brasil. A Kroton possui a maior operação de polos de EAD no país, com 1.673 unidades parceiras, e oferece no ambiente digital 100% dos cursos existentes na modalidade presencial. Com a transmissão de mais de 1.000 horas de aulas a cada mês em ambientes virtuais, a Kroton trabalha para oferecer sempre a melhor experiência aos alunos, apoiando sua jornada de formação profissional para que possam alcançar seus objetivos e sonhos. Para mais informações acesse: www.kroton.com.br.
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atendimentos de saúde no ABC. Foto: istock
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Comerciantes do setor de bares, restaurantes e motéis do Riacho Grande, subdistrito de São Bernardo, estão unidos em prol da própria sobrevivência. O grupo está mobilizado e quer sensibilizar os governantes sobre a difícil situação pela qual estão passando e alertar que se as medidas não forem tomadas, vão falir! Eles alegam que querem apenas trabalhar, adotando todos os protocolos de saúde e segurança, para tentar recuperar os seus estabelecimentos.
O setor foi duramente afetado pelos impactos provocados pela crise em função da pandemia. Além de terem ficado fechados por longo tempo, os que permanecem no mercado ainda estão em fase restritiva de funcionamento e alertam que lhes restam pouco tempo de vida, caso a situação persista. Sem faturamento, os empresários não conseguem manter os custos com aluguel, impostos e funcionários.
Os estabelecimentos, que estão dentro da área de jurisdição do Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC), representam a luta e o alerta que vêm sendo defendidos pelo sindicato patronal. “Já lançamos a campanha Não Somos os Culpados, Queremos Trabalhar para levar ao conhecimento de toda a sociedade a situação desse setor e que também impacta a vida de outras pessoas e famílias, pois se trata de um segmento importante na economia, gera emprego e renda. Não é possível que não seremos ouvidos”, ressalta o presidente do Sehal, Beto Moreira.
Outro fato que dobra a agonia dos empresários locais é o fato de o distrito ser ponto turístico. Por conta da situação, muitas atrações tiveram que ser fechadas, o que diminuiu o movimento e circulação de pessoas, já que pela tradição, após as visitas, os turistas encerravam o passeio com almoço ou lanche no centro do Riacho. “Essa ausência de turistas, tanto das cidades vizinhas, quanto de outras localidades e ainda os que estão de passagem, também afeta os motéis, que sentiram o movimento despencar com a crise”, acrescenta Beto.
Por isso, os empresários, a maioria de pequeno porte, tem se reunido frequentemente para buscar saídas. Já fizeram uma carreata até o Paço Municipal de São Bernardo do Campo e agora planejam um novo movimento, previsto para 15 de abril, desta vez incluindo também um panelaço.
Expectativa x realidade – Sandra Lopes, dona do Melos Café e Bistrot, restaurante que fica em um dos principais pontos de passagem no Riacho, na Estrada do Rio Acima, conta que já demitiu quatro funcionários. Antes, eram seis. “Estamos com muitas dificuldades, operando com 5% da capacidade, quase pagando para trabalhar, e sem condições de arcar com todo o orçamento. Temos que reabrir para voltar a trabalhar”, sugere.
Comerciantes do Riacho Grande: Sandra Lopes. Foto: Davi Bonfim
A empresária, tradicional comerciante de outro ramo de atividade, abriu o estabelecimento em agosto do ano passado, ainda na pandemia. “Tivemos a coragem de investir em um local onde conhecemos, já temos tradição, e na época acreditávamos que a situação iria mudar. Na verdade, fomos enganados com dados camuflados, pois a crise nunca melhorou. Precisamos de ajuda porque não dá para aguentar mais um mês”, revela.
Na atual fase vermelha do Plano São Paulo, medida do Governo do Estado lançada para evitar a propagação do novo coronavírus, voltou a permissão para o take away (retirada no local), sistema que representa o mínimo em vendas no seu estabelecimento, e também o delivery, modalidade em que ela não tinha normalmente. “Tanto um formato quanto o outro não é suficiente”, desabafa.
Quem também revela estar vivendo um pesadelo é Cassia Nascimento, dona do bar Carne e Cachaça, no centro do distrito. Ela e o marido, Fábio Reche, têm na atividade, a principal fonte de renda. “O nosso foco é o horário noturno, antes com música ao vivo e shows, atrações e tipo de atendimento que dependem dos clientes presencialmente. Mas, as pessoas não saem de casa e as vendas por retirada ou delivery são poucas. Na verdade, são amigos e clientes fiéis que estão nos ajudando. Não temos faturamento, já estamos trazendo dinheiro de casa, retirando o pouco que resta da poupança para nos mantermos abertos”, afirma.
Cássia e Fábio tocam o negócio sozinhos. “Tivemos que demitir os únicos dois funcionários”. O jeito foi fazer um malabarismo com as finanças e reorganizar o estoque de mercadorias no ponto comercial, que também é alugado. Segundo Cássia, o bar, que tem expertise em variedade de bebidas nacionais e importadas, agora trabalha com o mínimo em quantidade. “Nossos freezers estão quase vazios porque não temos condições de comprar. Quanto mais compramos aumenta nosso poder de negociação com o fornecedor. Só que não é isso que estamos conseguindo”, lamenta.
Comerciantes do Riacho Grande: Cássia Nascimento. Foto: Davi Bonfim.
Para Cássia, a maior angústia é não ver uma luz no fim do túnel. “Estamos desesperados. Temos uma família e não temos de onde tirar nosso sustento e seguimos empurrando com a barriga sem saber o que ainda vai acontecer. A culpa não é nossa”, afirmou. De acordo com a empresária, a fiscalização, que é frequente nos estabelecimentos locais, deveria ser mais intensa nas proximidades onde atuam os clandestinos. “Somos prejudicados por uns poucos, enquanto nós que trabalhamos corretamente somos impedidos de trabalhar”.
O Sehal segue na luta para ajudar o setor a se reerguer, fornece todas as informações necessárias para os empresários neste momento de dificuldade e de dúvidas sobre como proceder diante de tantas imposições e restrições para o funcionamento dos seus estabelecimentos. Como representante legal da categoria, cobra ações efetivas do poder público. E ainda coloca seu departamento jurídico, formado por profissionais especializados, à disposição dos seus associados.
Inclusive, protocolou ofício na Prefeitura de São Bernardo e no Consórcio Intermunicipal (reúne as sete prefeituras) reivindicando a abertura de bares e restaurantes no horário do almoço, entre 12h e 16h para atendimento, e mais uma hora, até 17h, para a organização, serviços de limpeza e encerramento das atividades. “Ainda estamos aguardando a resposta das prefeituras e esperamos contar com a sensibilidade dos representantes públicos”, finaliza Beto Moreira.
Sobre o Sehal
Fundado em 12 de julho de 1943, o sindicato é uma entidade sem fins lucrativos e tem como objetivo apoiar os empresários reciclando conhecimento em várias áreas. Representa cerca de oito mil estabelecimentos na Região do Grande ABC. Fornece apoio com profissionais renomados nas áreas jurídicas, sanitária, organizacional, parceria com escolas e faculdades, além de lutar pela simplificação da burocracia nos âmbitos municipal, estadual e federal com redução dos impostos e ainda contribuir para a qualificação dos empresários e trabalhadores.
Oferece ainda cursos gratuitos ou com condições especiais para associados e ministrados por professores altamente qualificados, em salas de aula equipadas com datashow, cozinha completa com utensílios e insumos para as aulas práticas. É também considerado um dos sindicatos patronais mais atuantes do Brasil em razão das diversas conquistas e expansão no número de associados.
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Comerciantes do Riacho Grande: Comércios fechados. Foto: Davi Bonfim
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Ofício da entidade, em que solicita informações sobre a concessão do BRT e EMTU regional, foi encaminhado ao secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy
O Consórcio Intermunicipal Grande ABC solicitou ao Governo do Estado esclarecimentos sobre a implementação do BRT (Transporte Rápido por Ônibus) no Grande ABC e operação do Sistema Remanescente, composto pelas linhas intermunicipais alimentadoras e complementares da área de operação.
Em ofício ao secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, a entidade regional pede mais detalhes sobre a prorrogação antecipada da concessão do serviço de transporte coletivo intermunicipal por ônibus e trólebus no Corredor Metropolitano São Mateus/Jabaquara, que passou a incorporar a implementação, manutenção e exploração do Sistema BRT-ABC e do Sistema Remanescente.
O ofício pede informações sobre o planejamento, implementação e execução do Sistema BRT-ABC, incluindo o projeto dos corredores exclusivos, estudos de impacto em relação ao sistema viário local, desapropriações e interface entre a operação de transîto local e do corredor, além de propostas de integração com outros modais.
Em relação ao Sistema Remanescente, o Consórcio ABC requer informações sobre os estudos e planejamento para racionalização da estrutura, de forma a evitar as atuais sobreposições às linhas municipais. Além disso, questiona se há perspectiva de efetivação de integração física, operacional e tarifária do sistema.
“Solicitamos também, além da abertura do canal de diálogo técnico sobre as propostas em tela com os municípios do ABC, informações quanto ao cronograma do projeto, implantação e conclusão dos serviços”, afirma o documento.
O presidente do Consórcio ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra, reiterou a necessidade dos esclarecimentos por parte do Governo do Estado, pois trata-se de um projeto de “relevância histórica” para a região.
“A população das sete cidades quer saber todos os detalhes desses novos projetos para a mobilidade urbana no Grande ABC, incluindo seus impactos, cronograma e custos”, afirmou Paulo Serra.
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Foto: Divulgação
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A taxa de ocupação de leitos de unidade de tratamento intensivo (UTIs) destinados ao atendimento da Covid-19 no Grande ABC caiu para menos de 90% pela primeira vez em quase um mês, na sequência das medidas de restrição tomadas pelas sete cidades.
A ocupação de leitos de UTI no Grande ABC atingiu 89,6% na última terça-feira (6/4) e caiu para 88,6% na quarta-feira (7/4), após 24 dias acima de 90%, segundo dados da Fundação Seade.
Entre 24 de março e terça-feira, a média móvel de casos recuou 15%, de 873 para 742, e a média móvel de internações diárias diminuiu 30%, de 340 para 240. O presidente do Consórcio Intermunicipal Grande ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra, afirmou que o resultado reflete a série de ações tomadas pelas prefeituras para reduzir a circulação das pessoas e conter a aceleração da pandemia do novo coronavírus.
“Iniciativas como lockdown noturno e a antecipação de feriados, que foram tomadas visando à proteção da vida da população, reduziram significativamente a circulação de pessoas nas ruas e no transporte público. Mesmo diante da melhora nos números, a situação ainda exige que continuemos tomando todos os cuidados, seguindo as medidas de higiene e com o uso correto de máscaras”, disse Paulo Serra.
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Foto: Angelo Baima/PSA
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Texto sobre compra de vacinas pelo Estado de São Paulo e empresas privadas também regulamenta uso do soro anti-Covid e empréstimos públicos, e agora segue para sanção do Executivo
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou, no início da tarde desta quarta-feira (7/4), o Projeto de Lei 108/2021, que autoriza a compra de vacinas contra a Covid-19 pelo governo estadual e o setor privado, desde que devidamente aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou autoridades sanitárias estrangeiras.
De acordo com o texto substitutivo, a aquisição pelo Estado e pelo setor privado só poderá ser feita seguindo as leis federais e se não houver prejuízo aos demais entes da federação (União e Estados). O governo estadual também fica autorizado a abrir crédito adicional especial para a compra. Já o setor privado também poderá distribuir e aplicar as vacinas.
O projeto também possibilita a utilização do “soro anti-Covid”, produzido pelo Instituto Butantan. Pela regra, a administração deverá ser feita apenas em ambiente hospitalar, com os resultados registrados detalhadamente no prontuário do paciente, e pelo menos um hospital de referência no tratamento do vírus deverá ser destacado para sistematizar os resultados da aplicação.
Já a existência de registro no Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados de Órgãos e Entidades Estaduais (Cadin Estadual) não poderá ser considerado um impeditivo para a concessão ou renegociação de linhas de crédito da Agência de Fomento do Estado de São Paulo (Desenvolve SP) e do Banco do Povo Paulista, desde que a inclusão tenha se dado a partir do dia 20 de março de 2020 e válida até 31 de dezembro de 2022.
O texto segue agora para sanção ou veto, total ou parcial, do governador João Doria. O presidente da Alesp, deputado Carlão Pignatari, afirmou estar satisfeito com a aprovação do projeto. “Agora vou designar um relator para até sexta enviar [o texto] para o Palácio dos Bandeirantes, para que possa ser sancionado ou não pelo governador”, disse, ressaltando a ajuda ao microempresário com a medida econômica também prevista no projeto.
Debate
A discussão do projeto foi iniciada na terça-feira (6/4) e retomada nesta quarta, pela manhã, em sessão virtual. O item de maior divergência entre os parlamentares foi a aprovação de compra pelo setor privado. O projeto original não previa essa possibilidade. Porém, o substitutivo foi aprovado nas comissões e levado para votação no Plenário.
A deputada Márcia Lia (PT) discordou da autorização de compra por parte da iniciativa privada, e pregou a importância da vacinação ser feita exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Temos de vacinar toda população brasileira, mas temos que vacinar com dinheiro público todas as pessoas, independentemente de sua condição social. Todos tem que ter direito à vacina, se não teremos o camarote da vacina, pessoas ricas que têm condições de pagar por vacina. Vai ser o genocídio dos pobres, dos pretos, dos periféricos”, disse.
O deputado Dirceu Dalben (PL) exaltou o papel realizado pelo SUS, mas defendeu a compra de vacinas por empresas privadas. “Nenhum país no mundo tem a estrutura que o Sistema de Saúde do Brasil tem, mas precisamos da matéria-prima, precisamos nos esforçar para trazê-la. Se a iniciativa privada puder ajudar e comprar a vacina, ela vai desafogar o SUS, e independente de cor, classe social, a pessoa será vacinada”, afirmou.
Participaram da votação do item divergente 75 parlamentares, sendo 53 com voto sim (compra de vacinas pelo setor privado) e 21 pelo não, com uma abstenção. No seu voto sim, o deputado Vinicius Camarinha (PSB) defendeu a iniciativa. “Por mais vacinas, eu voto sim”, afirmou, durante a sessão virtual, acompanhado de outros parlamentares.
Já o deputado José Américo (PT) afirmou que “o camarote de vacinação, não resolverá coisa nenhuma, só criará privilégio para a família de alguns ricos”. O parlamentar ressaltou ainda que crê que “empresários sérios vão comprar vacinas e procurar ajudar, mas isso não vai significar uma imunização em massa”. “Temos de tomar cuidado nesse aspecto”, disse.
A deputada Marina Helou (Rede) foi outra parlamentar a discordar da possibilidade de vacinação por parte de empresas. “Cada vacina comprada pelo setor privado deixa de ir para alguém que precisaria no sistema de saúde, pela simples questão de demanda e oferta. Existem menos vacinas disponíveis no mundo que a demanda, é importante que a gente fortaleça o plano de vacinação pública.”
Até as 12h45 desta quarta-feira, segundo dados do governo do Estado de São Paulo, tinham sido aplicadas 7.025.214 doses de vacinas na população paulista. Ainda de acordo com os dados, o Estado registrava 2.554.841 casos da Covid-19, com 78.554 mortos. Em todo o Brasil, eram 13.100.580 casos da doença, totalizando 336.947 óbitos.
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Foto: Carol Jacob
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O 9º Salão Nacional de Arte Fotográfica divulgou neste domingo em uma live o resultado e as obras classificadas, sendo que a fotografia intitulada Cão Cidadão recebeu a Medalha de Ouro nesse concurso nacional promovido pelo Fotoclube ABCclick, de São Caetano do Sul.
De autoria de Joilton Elias, morador de São Paulo capital, a foto recebeu uma média de 8 votos em cada 10 jurados que a avaliaram. O Júri Técnico foi composto por duas dezenas de representantes de fotoclubes brasileiros.
Cão Cidadão. Foto: Joilton Elias
Elias conta que “chegando na casa de um amigo, visualizei a cena. Por obra do acaso, a câmera estava no banco de trás, incrivelmente algo não tão comum. Fiz uns sete ou oito cliques”. Mas quem acha que ele gostou de imediato da foto, não foi bem assim. “Ficou guardada no HD desde 2016, quando fiz a foto, pois não enxergava potencial na imagem”. O fotógrafo conta que nos dias seguintes apresentou a um amigo professor de fotografia que sugeriu convertê-la em PB. “Então a magia se fez”, completa Joilton Elias.
Olha a Chuva Foto: Andreza Cunha
Já a segunda colocada, que recebeu a Medalha de Prata, é de autoria de Andreza Cunha, afiliada ao Fotoclube de Cine Foto Clube de Amparo, da cidade de mesmo nome no interior de São Paulo. A terceira colocada, Medalha de Bronze, recebeu a mesma quantidade votos, sendo o desempate deferido pela colocação da fase anterior, da Votação Popular. De autoria de Priscila Beal, sócia do Foto Clube Rio Preto e Branco, da cidade de São José do Rio Preto, SP.
Isolamento. Foto: Priscila Beal
Todas as 100 fotos selecionadas estão expostas virtualmente no site do Fotoclube ( www.abcclick.com.br/9salao). Da região do Grande ABC houve diversos classificados, como a fotógrafo Priscila Zambotto e Douglas Almeida, esse último com duas fotos recebendo Medalha de Honra. Além deles, Clelgen e Magali Maschi também foram agraciados com Medalhas de Honra, fazendo assim que o Fotoclube ABCclick fosse o mais pontuado entre todos os fotoclubes.
O 9º Salão Nacional de Arte Fotográfica ABCclick foi um projeto aprovado e financiado pela Lei Aldir Blanc, através da Secretaria Municipal de Cultura de São Caetano do Sul, sendo realizado pelo Fotoclube ABCclick. A etapa do Júri Técnico será em março de 2021 e os resultados divulgados após essa fase.
Serviço: 9º Salão Nacional de Arte Fotográfica ABCclick Realização: Fotoclube ABCclick ( www.abcclick.com.br) Parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de São Caetano do Sul Projeto aprovado e financiado pela Lei Aldir Blanc Supervisão da Confederação Brasileira de Fotografia (CONFOTO) Mais informações pelo site www.abcclick.com.br/9salao
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Com a dificuldade de crédito bancário para franquias, as próprias franqueadoras subsidiam parte do investimento de novas franquias e mantêm crescimento sustentável de suas redes. Conheça as condições para as oportunidade para empreendedores do Grande ABC
As franqueadoras brasileiras estão mostrando que é possível crescer mesmo com a pandemia e a crise – e com consistência. Após atravessarem um ano de incertezas e períodos conturbados, marcas de segmentos distintos tomaram medidas para sustentar as unidades franqueadas existentes e voltar a expandir com novas franquias.
Em relação à expansão, com a falta de crédito bancário facilitado, as franqueadoras estão financiando por conta própria o que conseguem, com a finalidade de tornar o acesso dos novos franqueados ao negócio um pouco mais fácil. “Apesar de termos convênio com vários bancos, o acesso ao financiamento não é simples e o desconto na taxa de isenção de royalties nos primeiros meses de operação ajudam o franqueado que está começando”, comenta Roberto Kalaes, sócio-franqueador da Dr. Shape, maior franqueadora de suplementos e artigos esportivos da América Latina, com mais de 60 lojas pelo Brasil.
Para Thaís Kurita, sócia da banca Nova Prado Advogados, especializada em Franchising e Varejo, o novo franqueado deve ficar atento à estrutura da franqueadora, ao suporte oferecido e aos documentos entregues, que devem seguir a lei 13.966/19, que rege o sistema de franquias no Brasil. “Além de uma boa oferta e do financiamento que, claro, ajudam o novo franqueado a começar e são muito bem-vindos, a franqueadora precisa demonstrar ter know-how para passar ao franqueado. Se ela tem sobrevivido bem à pandemia, já é um sinal de que aprendeu várias coisas importantes – mas, é importante verificar sua saúde financeira e como está a operação das unidades franqueadas existentes antes de investir”, pondera a especialista.
Oportunidade para empreendedores do Grande ABC
Assim como a Dr. Shape, outras redes estão facilitando o acesso do franqueado ao negócio. De segmentos variados e com faixas de investimentos distintos – inclusive duas microfranquias –, elas criaram condições especiais para novas unidades em Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema, com opções para diversas áreas desses municípios e do entorno. Conheça a proposta de cada uma delas:
Dr. Shape – A maior rede varejista de suplementos alimentares e artigos esportivos da América Latinas, com mais de 60 lojas pelo Brasil, concederá um desconto de R$ 5 mil na taxa de franquia e isenção de royalties nos três primeiros meses de operação da franquia. O valor da taxa de franquia da marca é de R$ 52 mil e, numa loja, investem-se cerca de R$ 350 mil. A Dr. Shape acaba de lançar um novo formato de franquia, com uma clínica de emagrecimento anexada à loja. A novidade já está sendo pilotada na franquia de Dourados (MS) com sucesso e, em breve, também será implantada em lojas da rede que já estão em funcionamento. A Dr. Shape tem interesse em abrir franquias em todo o Brasil.
IP School – Inglês Particular – A rede de ensino de inglês particular – que utiliza a programação neurolinguística como método para o aprendizado, dispensa material didático e personaliza as aulas particulares conforme o perfil e necessidades de seus alunos – tem dez escolas em São Paulo (capital e região metropolitana). A franqueadora parcela a taxa de franquia, de R$ 30 mil, em três vezes aos novos franqueados, tanto para as microfranquias, cujo investimento é de R$ 33 mil, quanto para as unidades físicas, com investimento de R$ 149 mil. No período de pandemia, a IP School – Inglês Particular dobrou o tamanho de sua rede: a marca iniciou 2020 com cinco unidades e, atualmente, é composta por dez, entre próprias e franqueadas.
MicroPro – A MicroPro Desenvolvimento Profissional e Comportamental, que tem 35 escolas profissionalizantes no Estado de São Paulo, parcela a taxa de franquia em três vezes para novos candidatos interessados em abrir uma microfranquia ou franquia de sua marca. Numa microfranquia (escola física para cidades de 70 mil habitantes), investem-se R$ 89 mil, com taxa de franquia de R$ 10 mil. Numa franquia, investem-se R$ 120 mil, com taxa de franquia de R$ 30 mil. Em 2020, a MicroPro tomou a decisão de não abrir nenhuma franquia. A ideia da marca foi a de dedicar-se integralmente às escolas existentes, de forma a apoiá-las no enfrentamento da crise e da pandemia. Assim, aprimorou seu sistema híbrido de aulas presenciais e online; apoiou os franqueados que decidiram reformar as escolas ou mudá-las de ponto e conseguiu atravessar o período com excelentes resultados. A MicroPro foi eleita, em pesquisa da ABF (Associação Brasileira de Franchising) a franquia do segmento de Educação com melhor índice de satisfação de franqueados na última pesquisa da entidade e, agora, é hora de voltar a crescer.
Pinta Mundi Tintas – O segmento da Construção Civil nunca esteve tão bem: a própria Pinta Mundi Tintas afirma que 2020 foi o melhor ano em faturamento de todos os 30 anos de sua existência. Com números expressivos – a rede bateu metas de 120% em alguns meses – , não é difícil entender como saiu de 20 para 50 lojas em plena pandemia. Para incentivar ainda mais o crescimento, a marca concede um desconto na taxa de franquia de 20%, para pagamento à vista e, caso o franqueado compre duas unidades franqueadas, o desconto sobe para 30%. O valor da taxa de franquia, já com o desconto de 20%, é de R$ 50 mil. Além disso, os novos franqueados recebem um enxoval de produtos extra para iniciar a operação com melhor aporte no capital de giro. O investimento numa loja compacta da Pinta Mundi Tintas inicia-se em R$ 189 mil.
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A partir desta sexta-feira (2) os trabalhadores que se inscreveram pelos meios digitais da Caixa Econômica Federal, assim como os integrantes do Cadastro Único do Governo Federal, poderão conferir se têm direito a receber o auxílio emergencial em 2021.
O ministro da Cidadania, João Roma, afirmou que a previsão é de que, este ano, sejam pagas quatro parcelas, com valores de R$ 150, R$ 250 ou R$ 375, a depender da situação de cada família. Ainda segundo o ministro, haverá limitação de um benefício por família. A previsão é de que a medida abranja mais de 45 milhões de pessoas, ou seja, cerca de 22 milhões a menos do que no auxílio emergencial de R$ 600, pago em 2020.
“Aqueles que estavam aptos, em dezembro, permanecem recebendo o auxílio, com exceção dos que foram identificados com itens que não permitem o ingresso na lista para receber o auxílio em 2021. Mas, sem dúvida nenhuma, mais de 40 milhões de famílias que passam por situações muito sofridas nesse momento, poderão ter acesso ao benefício do auxílio emergencial em 2021”, salienta.
Um dos critérios para receber o benefício é ter feito parte do auxílio anterior e, portanto, já está inscrito nos cadastros públicos usados para a análise dos pedidos. Sendo assim, a pessoa que não faz parte dos cadastros não receberá uma das quantias previstas.
Inicialmente, a previsão do governo era de que a verificação poderia ser feita a partir desta quinta-feira (1/04). No entanto, a liberação para saber quem terá direito ao benefício foi adiado para esta sexta-feira (2). Para saber se está apto a receber um dos valores previstos, os trabalhadores devem informar o CPF, nome completo, nome da mãe e data de nascimento. Outro meio de consulta é pelos canais auxilio.caixa.gov.br ou pelo telefone 111.
Continuidade do auxílio emergencial
O governo federal anunciou nesta quarta-feira (31) a volta do auxílio emergencial. O pagamento do benefício está previsto para iniciar na terça-feira (6/04) da próxima semana. O anúncio foi feito após reunião entre o presidente da República, Jair Bolsonaro, o ministro da Cidadania, João Roma, e os presidentes da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, e da Dataprev, Gustavo Canuto.
Segundo Bolsonaro, apesar de o auxílio voltar a ser pago à população, o Brasil precisa acabar com a política de lockdown. Além disso, o chefe do Executivo afirma que o país avança nos projetos de aplicação de vacinas contra a Covid-19 e defendeu a retomada das atividades de forma segura.
“O governo sabe que não podemos continuar por muito tempo com esses auxílios, eles geram custos para toda a população e podem desequilibrar a nossa economia. Nós queremos, realmente, voltar à normalidade o mais rápido possível. Mas, fazemos o possível para atender a população com vacina. Agora, repito, o Brasil tem que voltar a trabalhar”, pontuou.
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