A campanha de doação de alimentos do Instituto FAR teve sequência neste mês de maio e 2,8 toneladas de cestas foram distribuídas em Brasília (DF), em parceria com o projeto Coletivo Motirõ, para 167 famílias de extrema vulnerabilidade, enquanto em Recife (PE), 2,16 toneladas foram distribuídas em parceria com o CCB Social, para 170 famílias. Iniciada em abril, a ação já beneficiou mais de 1.000 pessoas em seu primeiro mês, com 4,1 toneladas de alimentos doados em Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP).
Em dois meses, o instituto já doou mais de 9 toneladas de alimentos e independentemente dos valores arrecadados, garante totalizar cerca de 11 toneladas até o fim de junho. A ação também será estendida a outras regiões e alcança o Norte do País no próximo mês.
Atualmente o Instituto FAR recebe contribuições dos mais de 650 mil consultores do Grupo Hinode espalhados pelo País, além de doações do público em geral. “O foco das nossas ações são os projetos que envolvem educação, mas neste momento crítico que estamos atravessando, vimos a necessidade de voltar as atenções para diminuir a fome nos locais mais atingidos pela crise”, comenta Angelo Teixeira, diretor executivo do Instituto.
Outra ação do Instituto FAR em conjunto com o Grupo Hinode é a doação de álcool em gel e produtos de higiene, que, este ano, alcançou 16,9 toneladas de itens distribuídos. Até agora, foram contemplados 12 municípios de Roraima, 14 municípios do Pará e Manaus (AM). Só na última semana foram mais de 30 mil unidades de álcool em gel da marca enviados para distribuição em diversos Estados (SP, GO, MT, MS, DF, ES, BA, MA, CE, RN, PB, PE, SE).
Além dessas iniciativas, o Instituto colabora com outros 11 projetos por todo o País que, só neste primeiro trimestre de 2021, receberam cerca de 330 mil reais. São eles: Amigos do Bem, de Alagoas, Pernambuco e Ceará; Recode, do Rio de Janeiro e São Paulo; Fly Educação, de São Paulo; Associação Amigos da Criança e do Adolescente, de Mato Grosso do Sul; Instituto Peabiru, do Pará; Instituto Beatriz e Lauro Fiuza, do Ceará; Associação Um Chute para o Futuro, do Paraná; Foco Arte e Desenvolvimento, de São Paulo; Pirilampos, de Roraima; Assistência Social Casa Azul, do Distrito Federal e Projeto Uerê, do Rio de Janeiro.
“O Instituto FAR faz uma seleção bastante criteriosa de projetos para distribuição das doações, seguindo uma política de investimento social, para garantir que tudo chegue nas mãos de quem realmente precisa”, finaliza Teixeira.
Quem quiser ajudar, pode fazer a doação pelo site do instituto e acompanhar nas redes sociais as ações. https://institutofar.apoiar.co/
Instituto FAR – Criado em 2015 para compor as ações de responsabilidade social do Grupo Hinode, tem como causa a educação e o propósito de gerar a transformação de vidas. Busca promover conhecimentos e a atitude empreendedora em crianças e jovens, por meio de apoio a iniciativas terceiras e de projetos próprios, gerando oportunidades para milhares de pessoas.
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Entrega das cestas de alimentos em Brasília (DF). Divulgação
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Em 31 de maio é celebrado o ‘Dia Mundial sem Tabaco’, data de conscientização sobre os riscos que o tabagismo acarreta à saúde – entre eles, o surgimento e o agravamento de uma série de tipos de câncer, não apenas do pulmão.
Diante de sua histórica atuação para o controle do tabagismo no Brasil e em meio à pandemia de COVID-19, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) alerta para os riscos ainda mais elevados de infecção pelo SARS-CoV-2 em fumantes.
Estudos epidemiológicos recentes mostraram que usuários de tabaco têm 34% mais chances de contrair doenças da família influenza, incluindo a infecção pelo novo coronavírus1. Entre adolescentes e jovens adultos, o diagnóstico da doença foi 5 vezes maior entre usuários de cigarros eletrônicos e 7 vezes maior entre aqueles que combinam essa opção com o cigarro de papel2. Além disso, de todos os casos de câncer de pulmão no Brasil, 90% são causados pelo tabagismo.
Segundo a presidente da SBOC, Dra. Clarissa Mathias, o maior risco de infecção ocorre porque o pulmão do fumante apresenta áreas inflamadas, causadas pelo uso do tabaco. “A fumaça e as toxinas do cigarro possuem efeito imunossupressor, ou seja, são responsáveis por uma maior vulnerabilidade a infecções por vírus e bactérias. Essas inflamações também são um fator de risco para complicações e agravamento da COVID-19”, explica.
Além dos riscos em relação ao coronavírus, o consumo do tabaco traz diversos prejuízos ao organismo. “O tabagismo é o maior responsável pela grande incidência de câncer de pulmão no Brasil: cerca de 90% dos casos são causados pela substância. Atualmente, ele é um dos tipos mais letais entre homens e mulheres, chegando a atingir uma taxa de mortalidade de 13 e 11%, respectivamente”, adverte Dra. Clarissa.
Outros tipos de câncer também podem ser desenvolvidos em fumantes, como o de bexiga, cabeça e pescoço e pâncreas. “O tabaco ainda é responsável pela redução da cicatrização, envelhecimento precoce e doenças coronarianas e vasculares”, complementa.
De acordo com a presidente da SBOC, especialista em tratamento de pacientes com câncer de pulmão, o grande desafio para o tratamento do câncer neste órgão é o diagnóstico precoce. “Normalmente, os sintomas aparecem quando o tumor já está em estágio avançado, como falta de ar excessiva, tosse persistente, dor no peito, escarro com sangue, pneumonia ou bronquite recorrente, perda de peso, entre outros.
Por isso é tão importante que haja a implantação de programas de rastreamento da doença, que conta com exames simples de radiografia e tomografia de tórax. Com o diagnóstico precoce é possível reduzir o risco de morte do paciente em 20%”, explica. As recomendações para a realização dos exames de rastreamento são, majoritariamente, para pessoas acima dos 55 anos com histórico tabagista, ou seja, que sejam fumantes ou que não tenham fumado nos últimos 15 anos.
Dia Mundial sem Tabaco e pesquisas na área
Recentemente, houve avanços representativos no tratamento de pacientes com câncer de pulmão. “Duas conquistas muito importantes foram o desenvolvimento da imunoterapia, medicamentos que estimulam o sistema imunológico a para reconhecer e destruir células cancerígenas de forma mais eficaz; e da terapia alvo, que ataca especificamente essas células, provocando poucos danos àquelas ainda saudáveis. Ambos os tratamentos podem melhorar e prolongar a vida do paciente em muitos anos”, declara Dra. Clarissa.
A mensagem da SBOC para a prevenção do câncer de pulmão, e dos demais tipos que podem ser desenvolvidos por meio do tabagismo, é para que haja a redução ou interrupção do consumo da substância. “Os cigarros, tanto o de papel como o eletrônico, possuem toxinas que viciam seus usuários, por isso é importante evitar o início do uso, cortando a possibilidade de dependência”, recomenda Dra. Clarissa.
Ademais, a entidade reitera a importância da vacinação contra a COVID-19 em pacientes oncológicos, classificados como grupo de risco para complicações causadas pelo coronavírus, com risco de óbito por volta de 26%, muito acima do que na população geral, que fica entre 2 e 3%3. Por isso, todos podem e devem ser vacinados, exceto aqueles que apresentam algum tipo de reação alérgica aos insumos da vacina.
Lawrence H, Hunter A, Murray R, Lim WS, McKeever T. Cigarette smoking and the occurrence of influenza—-systematic review. J Infect. 2019;79:401—6, http://dx.doi.org/10.1016/j.jinf.2019.08.014.
Gaiha SM, Cheng J, Halpern-Felsher B. Association between youth smoking, electronic cigarette use and coronavirus disease 2019. J Adolesc Health. 2020;67:519—23, http://dx.doi.org/10.1016/j.jadohealth.2020.07.002.
Rüthrich MM, Giessen-Junt C, Borgmann S, et al.COVID-19 in cancer patients: clinical characteristics and outcome-an analysis of the LEOSS registry.Ann Hematol 2020; Online ahead of print. Doi: 10.1007/s00277-020-04328-4
SOBRE A SBOC – SOCIEDADE BRASILEIRA DE ONCOLOGIA CLÍNICA
A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) é a entidade nacional que representa mais de 2,4 mil especialistas em oncologia clínica distribuídos pelos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal. Fundada em 1981, a SBOC tem como objetivo fortalecer a prática médica da Oncologia Clínica no Brasil, de modo a contribuir afirmativamente para a saúde da população brasileira. É presidida pela médica oncologista Dra. Clarissa Mathias, eleita para a gestão do biênio 2019/2021.
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2 xícaras de farinha de tapioca granulada; 250 ml de leite; 100 g de queijo da sua preferência; 2 colheres de polvilho doce; 1 ovo; Sal a gosto
Modo de preparo
Em uma vasilha, coloque a farinha de tapioca e o leite e deixe descansar por 10 minutos para que hidrate. Em seguida, acrescente os restantes dos ingredientes e misture até o ponto de moldar. Faça bolinhas ou molde com a colher e asse em uma forma untada em forno pré aquecido a 180° por 20 minutos ou até ficarem dourados. Sirva a seguir.
Obs.: A tapioca tem que ser GRANULADA!? Podem utilizar o queijo de sua preferência (minas padrão, minas frescal, muçarela, coalho, etc.)??.
Você já se perguntou como surgiu a Tapioca? De onde vem e como se comporta? A tapioca é uma das comidas mais importantes do nosso país, considerada em 2006 um Patrimônio Imaterial e Cultural, pelo Conselho de Preservação do Sítio Histórico de Olinda.
A tapioca, ou beiju para os nordestinos, surgiu durante a colonização dos portugueses, como uma alternativa ao trigo. Extraída da mandioca por índios da região, se tornou famosa por ser tão nutritiva quanto o trigo e logo ganhou o Norte e o Nordeste brasileiro.
Atualmente a tapioca pode ser encontrada em todo o Brasil. Na região Sul e Sudeste, ganhou uma nova forma, sendo servida de diversas maneiras, com chocolate, doce de leite, salmão, presunto entre outros acompanhamentos.
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Você já deve ter ouvido falar que devemos comer comida de verdade, mas você sabe o que isso significa?
É muito mais simples do que podemos imaginar: é tudo o que se planta, colhe, caça ou cria. São alimentos ricos em vitaminas e minerais, não possuem aditivos químicos* e são minimamente processados.
A ANVISA define como aditivos químicos todas as substâncias que não possuem valor nutritivo, usada de forma intencional na indústria de alimentos. A finalidade dos aditivos são modificar, preservar e intensificar as características físicas, sensoriais, químicas e biológicas dos alimentos.
De acordo com esta definição, é correto afirmar que as substâncias adicionadas aos alimentos que tenham valor nutritivo, como vitaminas e sais minerais, não são consideradas aditivos químicos.
Identificar um aditivo químico no rótulo dos produtos industrializados é muito simples. Tudo aquilo que não fizer parte dos ingredientes básicos do alimento (farinha, ovo, óleo, fermento, água e assim por diante) são aditivos.
Convém ressaltar que muitos desses aditivos, principalmente os corantes, podem causar reações alérgicas. Caso você sinta algum sintoma de reação alérgica ao ingerir um produto industrializado, procure o alergista quanto antes.
O uso de aditivos químicos em alimentos permitiu a evolução da indústria alimentícia. Muitas pessoas preferem ingerir alimentos não industrializados para evitar o consumo dos aditivos. Se você também se preocupa com o uso dos produtos químicos em alimentos, então não deixe de ler os rótulos.
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O Projeto Social +Amor ao Próximo está ajudando pessoas carentes, em situação de rua, desde o início de 2020. Em parceria com a CUFA (Central Única de Favelas) de São Bernardo do Campo, Victor do Carmo conta sobre a trajetória do projeto e seu testemunho, original esta obra que a cada dia está auxiliando mais e mais pessoas.
Hoje ele é porteiro, mora no Jardim Silvina, congrega em igreja do bairro, pai de 3 filhas e capitaneia o projeto social. Mas sua história não fora nada fácil, porém também edificou seus passos e abriu seus caminhos, segundo os preceitos de Deus. “Não é um projeto mentiroso, de brincadeira, porque eu passei fome … morei na rua e sei como que é a situação de uma família que está passando dificuldade … sei como é a situação do morador de rua” nas palavras de Victor.
Aos 21 ele conheceu as droga e o tráfico, se envolvendo com a cocaína e, segundo Victor, conseguia controlar seu vício até os 26 anos. Então, até os 29 anos, ele estava totalmente dependente da droga: “Foi no momento que eu vivi em situação de rua, dormia na rua, comia do lixo e passei dificuldades nas ruas. Frio fome. E ali eu vi o povo esquecido na rua.”
“Voltei para casa da minha mãe, mesmo assim ficava na rua usando droga ficava três quatro cinco dia usavam droga e uma vez um amigo meu me falou que Jesus Cristo podia mudar a minha vida. Enquanto isso muitas pessoas me criticavam, desacreditava de mim e um amigo que se chama Luciano ele falou “Victor, Jesus Cristo ele pode mudar a sua vida. Eu lembro que eu tive três começo de overdose meus 29 anos. Eu disse Senhor, se me tirar dessa vida entrego minha alma e meu corpo a ti…”
Victor do Carmo
Café da manhã para pessoas em situação de rua, realizado domingo 30 de maio de 2021. Foto: Divulgação
Após a mudança de vida e acolhimento recebido em congregação, Victor experimentou um ano de obra missionária, em Ribeirão Preto. Por lá, prestou auxílio em projeto social com moradores de rua, alimentando-os mas principalmente oferecendo atenção e carinho. Estes, quando do outro lado da situação, Victor sentia falta e sabe bem da importância de ser visto e reconhecido como alguém, não apenas mais um desalentado pela sociedade.
Ao retornar para São Bernardo, Victor procurou pastor da congregação e soube que o projeto social desta igreja estava parado. Não obstante, buscou em Deus as respostas para seus questionamentos. Em seus direcionamentos, recebeu as instruções para desenvolver o Projeto Social +Amor ao Próximo.
Victor do Carmo ao centro, entre Alex Camburão e Gil Campos, na CUFA de São Bernardo do Campo. Foto: Divulgação
Com o início da pandemia e falta de apoio aos caminhoneiros, o projeto distribui 50 marmitas, e após toda semana estavam a receber doações para auxiliar moradores de rua, inclusive com café da manhã para estes. Neste ano de 2021, Victor conheceu Alex Camburão, presidente da CUFA de São Bernardo do Campo, iniciando sólida parceria com a destinação de 20 cestas básicas para o Projeto Social +Amor ao Próximo.
Café da manhã para pessoas em situação de rua, realizado domingo 30 de maio de 2021. Foto: Divulgação
Além da ajuda para pessoas em situação de rua, o projeto atende famílias carentes com as cestas básicas, neste mês de maio conseguindo atingir a meta de 100 cestas arrecadadas e distribuídas. Porém, há meses em que a quantidade é em torno de 20, ou 15. Por tanto, o projeto conta com o apoio de mais doares, visando alentar famílias com regularidade e em maior número.
Como posso ajudar?
O contato para doações é através do telefone e Whatsapp (11) 99281-0057. Faça um Pix, de valor que desejar para o projeto, através do CNPJ 42.050.089/0001-40.
Distribuição de cestas básicas, no Jardim Silvina, em 22 de maio de 2021. Foto: Divulgação
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A edição do programa Moeda Pet realizada neste sábado (29) fez a entrega de 300 quilos de ração para cães e gatos e recebeu 7.200 garrafas plásticas. A iniciativa, que coloca Santo André à frente de políticas públicas que unem sustentabilidade e proteção animal, aconteceu em formato drive-thru, pela primeira vez na entrada do Parque Central.
O programa estimula a reciclagem e garante dignidade aos animais da cidade. Além de atuar na causa animal, o Moeda Pet também protege o meio ambiente, ao retirar plástico de circulação.
Cada quilo de garrafa plástica é trocado por um quilo de alimento para cães e gatos. Quem participa pode levar a ração para casa ou fazer a doação no local, que é destinada para a Uapa (União Andreense Protetora dos Animais), entidade que faz a distribuição entre protetores independentes.
“Santo André realiza coleta seletiva e possui outros programas, entretanto, sabe-se que muito se perde e acaba parando indevidamente no aterro sanitário. Com o Moeda Pet ganham o ambiente, a sociedade e os animais”, avalia o diretor de Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal, Ariovaldo Veiga.
O programa é uma ação do Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal da Secretaria de Meio Ambiente, que conta com parceria da farmácia de manipulação veterinária Farma Bichos e do Dr. Vet Hospital Veterinário.
A publicitária Silvia Zuquereli, de 61 anos, foi ao drive-thru acompanhada da sua cachorra Lola. “Moro no Centro e lá no bairro várias pessoas colaboram. O carro da frente é da dona do estacionamento onde eu paro o carro. Sou síndica do meu condomínio e solicitei a todos moradores que separassem as garrafas. Estamos com uma quantidade grande para colaborar com os animais de rua. A gente deixa a ração aqui mesmo para serem doadas para as ONGs cadastradas”, comentou.
Parceiros – Com adesão cada vez maior da população ao programa, a Prefeitura de Santo André busca novas parcerias para expandir o Moeda Pet. “Precisamos de mais parceiros, para junto com eles estruturar uma nova equipe, visando expandir o programa para mais parques”, explicou o secretário adjunto de Meio Ambiente, Alexandre Audino.
As empresas interessadas em contribuir com o programa por meio de parceria devem entrar em contato com a Secretaria de Meio ambiente pelo telefone 4433-1958 ou pelo email aveiga@santoandre.sp.gov.br. Será acordado o volume de ração a ser doado mensalmente. Além de ajudar o meio ambiente e os animais, o parceiro ainda tem a divulgação da marca nas publicações associadas ao programa.
Sobre o programa – Realizado pela Secretaria de Meio Ambiente, o Moeda Pet conta com o apoio do Departamento de Vigilância à Saúde, do Banco de Rações do Fundo Social de Solidariedade e do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) que encaminha todo o reciclável arrecadado para as cooperativas de reciclagem.
Somente no ano passado, o programa distribuiu três toneladas de ração e arrecadou cerca de 73 mil garrafas. | Texto: Rafaela Mazarin rcpmazarin@santoandre.sp.gov.br / 4433-0142 | Fotos: Helber Aggio/PSA
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O Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) realizou mais uma missão técnica com representantes da CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina), responsável pelo financiamento de US$ 50 milhões do programa Sanear Santo André. Dentre as novidades acerca da atualização do escopo do programa está o desenvolvimento de um estudo para mapear o número de catadores de recicláveis que atuam no município de Santo André.
O levantamento faz parte das obras de construção de mais 20 Estações de Coleta e tem como objetivo descrever, com o auxílio de uma pesquisa de campo, o contingente de pessoas que recolhem materiais secos pelas ruas para que elas possam ser inseridas no trabalho formal de triagem e venda de recicláveis, por meio das cooperativas que existem em Santo André.
O levantamento também será fundamental para que a cidade possa fomentar políticas públicas que busquem a qualificação de quem trabalha com reciclagem, além de estimular a economia solidária. Após o resultado do diagnóstico, também será analisada a possibilidade de construir a terceira cooperativa da cidade. A previsão é de que a pesquise comece e seja concluída neste ano. Ainda em 2021, também iniciam os serviços para construir mais dez Estações de Coleta.
Complexo Viário Cassaquera – Primeira realização do programa Sanear Santo André, as obras do Complexo Viário Cassaquera seguem em ritmo acelerado, com 66% do total das intervenções concluídas. Com os serviços de preparação do solo para a pavimentação da avenida Luiz Ignácio de Anhaia Mello, o Semasa começou a atuar simultaneamente em sete frentes de trabalho. Os serviços de canalização do córrego Cassaquera, na extensão de 1,7 quilômetro do curso d’água, chegaram a cerca de 75%.
Outras intervenções – Em meados de maio, o Semasa realizou a abertura de envelope das empresas licitantes no processo de contratação do projeto executivo para a construção de obras de drenagem na região do córrego Guarará. Os estudos estão sendo analisados pela comissão técnica formada por representantes da autarquia.
As intervenções para modernizar e ampliar o sistema e alerta de chuva do município serão feitas em dois contratos. O primeiro, que envolve a implantação de 25 câmeras para monitorar córregos e o rio Tamanduateí, está na etapa de preparação da minuta de edital. O segundo contrato integra a instalação de novos pluviômetros, fluviômetros, bocas de lobo inteligentes, estações meteorológicas, softwares de simulação de inundações, dentre outros. A fase atual é de elaboração do termo de referência para licitação.
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Secretaria de Juventude, Esportes, Lazer, Cultura e Turismo da Prefeitura de Ribeirão Pires inaugura do Marco Zero – ponto de encontro e de fomento ao esporte na natureza, através das descobertas e compartilhamento das rotas existentes na Estância. O Marco Zero está localizado ao lado CTT Vereador João Netto, no Complexo Ayrton Senna – Avenida Prefeito Valdírio Prisco, 193 – região central da cidade.
Estiveram presentes na cerimônia, moradores e visitantes da Estância praticantes de ciclismo, motociclismo e jipe – FitGirls Team, Adenatrilha, Pedal Time, Quintal Bike Clube, Cicloaventurismo Brasil e Jeep Clube de Ribeirão Pires, bem como presidente da Federação Paulista de Motociclismo – FPM, Marcos Rogério Moreira, e José Cláudio dos Santos – Facex, presidente da Federação Paulista de Ciclismo – FPC, o vice-prefeito Humberto Amigão D’Orto, e autoridades municipais.
“Hoje, no Dia Municipal do Ciclista, a cidade entrega esse importante ponto de encontro. Esta ação foi feita para toda cidade, mas principalmente para os praticantes de ciclismo e motociclismo da Estância, que nos apresentaram uma demanda e deram sugestões de melhoria para a prática, e nós atendemos”, afirmou o vice-prefeito, durante o evento.
O presidente da Federação Paulista de Ciclismo, José Cláudio dos Santos – Facex – reforçou a importância da ação. “A bike é o veículo do futuro. As cidades que incentivam o uso de bicicletas são as chamadas cidades inteligentes, e colaboram não só com mobilidade urbana e o meio ambiente, mas também com a busca pela qualidade de vida e saúde da população”, afirmou.
No Marco Zero foi instalado painel com mapa da cidade e indicações de pontos turísticos da Estância. No painel, moradores e visitantes podem escanear QR Code e ter acesso ao aplicativo Wikiloc – plataforma que oferece serviço gratuito de navegação de rotas, que levará visitantes e moradores aos principais pontos da cidade, sejam eles turísticos; esportivos; culturais; religiosos ou de relevância histórica, promovendo o contato com a natureza, a descoberta das belezas naturais locais e a sua valorização, estimulando a preservação e apropriação dos espaços, bem como o fomento ao turismo da cidade. Além do painel, o Marco Zero também foi equipado com Bicicletário, com capacidade para 13 equipamentos.
“Ações como essa, promovem o incentivo ao esporte, principalmente entre os mais jovens, que além da prática também aprendem sobre segurança viária. Esse é um dos principais objetivos da nossa instituição, resgatar a modalidade e fortalecer a credibilidade da instituição”, contou o presidente da Federação Paulista de Motociclismo, Marcos Rogério Moreira.
Aplicativo para navegação – A SEJEL agora está no Wikiloc, ferramenta utilizada por praticantes de esportes de aventura ou esportes na natureza. A plataforma oferece, dentre outras ferramentas, o serviço de navegação de trilhas.
Na página da SEJEL Ribeirão Pires, no Wikiloc, já estão disponíveis 18 rotas, com classificação – Fácil, Moderada e Difícil – além da indicação da modalidade adequada ao roteiro – Bike, moto, caminhada, jipe, entre outros.
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Ao mesmo tempo em que o cotidiano e as relações se tornam cada vez mais digitais, os cibercrimes consomem energia, tempo e dinheiro de empresários e de pessoas físicas também. No quesito impacto nas finanças, aliás, o custo médio global de violações registradas entre agosto de 2019 e abril do ano passado, ou seja, nove meses, foi de quase 3,86 milhões de dólares, conforme a 15ª edição do relatório anual do Ponemon Institute, publicada pela IBM Security, que ouviu 524 organizações de 17 países e regiões distintas. No Brasil, o custo médio da violação de dados é de R$ 5,88 milhões (cerca de US$ 1,12 milhão) e vem crescendo: registrou um aumento de 10,5% em relação ao ano anterior, que era de R$ 5,32 milhões.
Gráfico: Custo total médio de uma violação de dados por país ou região, incluindo o Brasil. (Imagem em alta no link ao final do texto).
De tão sério, o assunto ganhou data comemorativa. No dia 28 de janeiro é celebrado, no mundo, o Dia Internacional da Proteção de Dados. “Medo, nunca, mas, atenção, sempre”, alertou Andréa Thomé, diretora de Soluções de Cybersecurity da Everis. “Sejamos críticos e atentos o tempo todo. Nossos dados são uns de nossos bem maiores”, completou a gerente de Segurança da Informação do Banco Safra, Paula Rodrigues. O conselho das profissionais foi dado durante uma live promovida pelo Banco Safra, transmitida pelos canais da instituição. Em pauta, a proteção dos dados bancários, um dos grandes alvos de cibercriminosos.
Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM
Conforme Sandro Süffert, fundador e diretor da Apura Cybersecurity Intelligence – uma das maiores empresas de inteligência cibernética do Brasil –, nos últimos 12 meses, dados de órgãos, sites de e-commerce, de mídia social e de telecomunicações vazaram no país. Sandro também participou da live e, segundo ele, existe um processo de enriquecimento do crime organizado a partir dos dados roubados. “Com o processo de digitalização crescente e maximizado ainda mais pela pandemia (da Covid-19), há uma necessidade de troca de informação e não necessariamente se tem os cuidados para garantir a integridade dos dados. É um problema global e realidade no país”, alertou.
Lilian Rodas, do Banco Safra, lembrou, também, que os dados sozinhos não podem ser usados para uma fraude bancária, por exemplo, mas “se consegue usar essa informação para fazer uma engenharia social e capturar as informações sensíveis, como a senha, o número de cartão”. “Você acha que está falando com um banco e aí você passa todas as informações”, alertou. Navegando bem abaixo da superfície, os ambientes da deep e dark web mantêm um ecossistema mundial, em que os dados são trocados ou vendidos. É o famoso mercado alternativo, que se beneficia da compra e das fraudes usando esses dados.
A apropriação de dados acontece na fragilidade. As plataformas guardam informações, mas podem ocorrer brechas. O ataque exige conhecimento do atacante (o popular hacker) e, além disso, conhecimento de que essas vulnerabilidades existem. Às vezes, se levam meses e até anos para o levantamento de todas as informações. Funcionários com acesso aos dados, usando de má-fé, são responsáveis, também, por uma parcela de roubos, mas, em menor escala. “O vazamento pode ser motivado por ‘n’ autores. Vivemos a era digital e, ao mesmo tempo, vivemos a guerra cibernética envolvendo uma série de fraquezas do ambiente tecnológico que pode ser explorada”, destaca Andréa.
Independente do atacante, normalmente os agentes estudam o comportamento do usuário, a exemplo do famoso hacker Kevin Mitnick, que começou sua “carreira” encontrando primeiro no lixo e depois nos computadores de grandes empresas as informações que precisava para invadir o ambiente. Sites oferecendo prêmios, dinheiro de leilões, e-mail sobre alguma herança, na maioria absoluta das vezes, são armadilhas, conforme apresentaram os debatedores da live. “É importante que a população entenda que quanto mais fácil pareça aquele ganho, maior risco. É importante saber se as informações são íntegras, antes de embarcar nessa situação”, disse Paula.
LGPD veio para ajudar
Aprovada em 2018 e valendo no Brasil desde então, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) colocou o país ao lado de mais de 100 nações, estabelecendo limites e condições sobre a coleta, a preservação e o tratamento das informações pessoais. O documento facilitou a defesa das empresas e de usuários comuns que, como a Lei estabelece, podem registrar o furto de informações nas delegacias da Polícia Civil. A partir disso, uma investigação para apurar o crime tem início. Mas, lembraram os debatedores, evitar chegar a esse ponto ainda é o melhor caminho.
“Na área da segurança a gente sempre fala que é importante você também ser uma barreira para evitar que esses dados sejam fornecidos assim, caindo no colo de alguém que não tem boa intenção”, ressalta Sandro. “Sempre tem um jogo de gato e rato, uma situação de brechas. Com a LGPD, você tem um impacto grande no faturamento de dados, o que, dependendo do valor, pode ser vida ou morte, no caso de dados das empresas”. Além de respaldo, a Lei empodera. “Ela [a Lei] nos dá o poder de questionamento. Hoje, se nos perguntam o número do CPF para um desconto num medicamento, por exemplo, a gente pergunta: por que você precisa do CPF?”, completa Paula.
E se os meus dados vazaram?
Mas, e se mesmo fazendo a lição de casa, seus dados vazaram? “Não entre em pânico. Se vazou o número de telefone, vão te ligar. Se vazou um número de telefone residencial, vão te ligar também. Vai ser preciso ir gerenciando a situação”, explica Andréa. Há ainda outros procedimentos a serem feitos, entre eles, a troca das senhas principais de acesso aos sites mais utilizados e dos bancos que se tem contas e, claro, o registro do crime na Polícia.
O prejuízo para as empresas pode ser um pouco maior, por isso, se elas forem vítimas de violação de dados, é importante que tornem o assunto público, comuniquem seus reguladores e, especialmente, seus clientes, para que nenhuma euforia por conta disso seja criada.
Além disso, ter uma ação preventiva faz a diferença. Mas, como? No caso de pessoa física, vale, por exemplo, evitar exposição demais na rede social. Tudo o que é compartilhado pode ser usado a favor dos atacantes. Suprimir a informação de nomes e grau de parentesco, bem como a identidade das instituições onde estuda ou estudou e empresas onde trabalha ou trabalhou, é prudente. Usar com moderação, é o mais indicado.
Para as empresas, os passos precisam ser mais robustos. “A tecnologia está à nossa disposição. São mais de 1.200 players de segurança. De fato, o Brasil tem opções e está preparado neste sentido, mas não exatamente em realizações”, aponta Andréa. Se custar muito ao plano financeiro da empresa, vale apostar em outras frentes, como ficar atento às experiências de invasões internacionais e monitorar o avanço delas entre os países. “Não pense que vai acontecer só na China ou nos Estados Unidos. É ideal fortalecer as defesas dos ambientes internos de segurança, o que melhora a resiliência frente aos ataques.”
Conheça 10 maneiras de proteger seus dados:
1 – Não digite senha, e-mail ou telefone em qualquer site. Desconfie primeiro.
2 – Perceba falhas em sites que se mostram oficiais. Procure erros na logomarca, nas cores e até na escrita.
3 – Se perguntarem seu CPF ou outro dado pessoal em algum estabelecimento, questione o motivo e só revele a informação caso se sinta confortável.
4 – Não abra um e-mail enviado por um endereço desconhecido.
5 – Não baixe arquivos de sites estranhos.
6 – Use uma senha forte + uma confirmação de que é você mesmo (se possível, aposte na biometria).
7 – Desconfie do que chega até você de maneira muito sedutora (promoções, produtos muito baratos, herança, saque de dinheiro).
8 – O golpe pode envolver a família: atacantes usam informações de parentes, como nome e grau de proximidade, para, se passando por eles, pedir número de documentos e senhas.
9 – Trate do tema no ambiente familiar, orientando, especialmente as crianças, jovens e idosos.
10 – Use a tecnologia a seu favor, se informando sempre sobre o tema da segurança de dados.
SERVIÇO
Para aprender enquanto se diverte:
Filme: Caçada virtual
Livros: A arte de enganar e a Arte de invadir
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Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM
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Destinado a estudantes do Ensino Médio de escolas públicas estaduais e municipais do todo o país, o Concurso de Redação do Instituto AIPI abre as inscrições a partir de 1º de junho. Conduzida pelo Instituto AIPI, mantido pela International Paper do Brasil, a iniciativa conta com a parceria do Redação Online. A edição 2021 tem por tema Como os livros podem contribuir para a educação no Brasil e serem agentes transformadores no ensino e na sociedade?
Os três primeiros colocados ganharão, respectivamente, R$ 1.500, R$ 1 mil e R$ 500 em vales-compra para a aquisição de livros e material didático; os 100 melhores alunos ranqueados receberão um plano de videoaulas e correções de textos do Redação Online; as três escolas com maior número de alunos participantes receberão, cada uma, 10 caixas de papel A4 Chamex e doação de livros no valor de R$ 5 mil; os 20 professores com o maior número de alunos inscritos ganharão um curso on-line de treinamento para correção de redação no modelo ENEM.
São Paulo | O combate aos impactos negativos da pandemia na educação do Brasil, sobretudo com a suspensão das aulas, tem sido a tônica de iniciativas de organizações interessadas em endereçar alguns dos desafios com ações efetivas. Com esse objetivo, o Instituto AIPI anuncia a abertura das inscrições para o 46º Concurso de Redação, destinado a alunos de escolas públicas estaduais e municipais de todo o país. A edição 2021 traz uma novidade: Estados e o Distrito Federal contarão com uma redação-destaque reconhecida, além de um grande vencedor nacional. No ano passado, a ação contou com a participação de 33 mil alunos, tornando-se a maior competição do gênero em redações corrigidas; hoje, o concurso nacional é o que reúne um maior número de participantes e o que mais impacta socialmente a vida dos estudantes do país – por contribuir para a adequada preparação de milhares de alunos para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de 1º de junho a 19 de setembro pelo site: https://concursoaipi.redacaonline.com.br/.
Com o objetivo de incentivar jovens estudantes a transformarem as próprias realidades por meio da escrita, o concurso deste ano tem por tema “Como os livros podem contribuir para a educação no Brasil e serem agentes transformadores no ensino e na sociedade?” – relacionado às temáticas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). Um dos destaques da iniciativa reside no impacto social gerado: para que o aluno se prepare melhor para escrever a redação, o concurso oferece videoaulas específicas de escrita voltada à redação do ENEM. Ao se inscrever, o participante recebe um login e uma senha de cadastro no site; os conteúdos estarão disponíveis a partir de 1º de junho. Assim como as aulas, os critérios de correção estão de acordo com os estabelecidos pelo Exame Nacional do Ensino Médio.
Segundo Mariana Claudio, gerente-executiva do Instituto AIPI, a iniciativa reforça a importância de fortalecer nos estudantes a capacidade de análise crítica da sociedade para que possam ser cidadãos ativos e agentes de mudança. “A parceria com o Redação Online amplia a nossa capacidade de alcance, impactando cada vez mais jovens, além de trazer ao concurso o diferencial de preparação de alunos e professores, indo muito além apenas de um concurso”, afirma Mariana.
“Participar do Concurso de Redação do Instituto AIPI foi uma experiência única e que levarei por toda a minha vida. Fui motivada a participar pela minha professora de Língua Portuguesa e pelos meus familiares. Graças ao Concurso, pude aprimorar minhas habilidades de escrita e aprendi a ter mais confiança em mim mesma”, comenta Ana Lívia, a primeira colocada da 45ª edição do Concurso.
Premiações & critérios
O 46º Concurso de Redação vai premiar os estudantes, as escolas e os professores. Os 100 primeiros alunos colocados receberão um plano de aulas on-line, com validade de 12 meses na plataforma; as três instituições com maior número de estudantes cadastrados ganharão, cada uma, 10 caixas de Chamex A4 – marca referência de papel da International Paper – e livros educativos até o valor de R$ 5.000. Os 20 professores que tiverem a maior quantidade de alunos inscritos receberão um treinamento para correção de redação no modelo ENEM e um vale-compra cada no valor de R$ 300 para aquisição de livros e materiais escolares. Os resultados serão divulgados no dia 21 de outubro, no site https://concursoaipi.redacaonline.com.br/.
Ao final do processo, os três estudantes com melhor classificação serão convidados a participar de uma banca on-line, com o objetivo de exporem suas referências, intenções e perspectivas diante do tema. Após essa etapa, será selecionado o grande vencedor nacional; o primeiro colocado ganhará R$ 1.500; o segundo, R$ 1 mil; e o terceiro, R$ 500 – os três receberão vales-compra para a aquisição de livros e materiais escolares. Como forma de incentivo, os vinte e sete autores mais bem colocados, sendo um por Estado, irão receber vales-compra fornecidos pelo Instituto AIPI, para a aquisição de livros e materiais escolares.
Sobre o Instituto AIPI |
O Instituto AIPI é mantido pela International Paper do Brasil e tem como foco investir em projetos de transformação social. A organização é responsável por projetos que impactam as comunidades e que estimulam cada vez mais a formação de cidadãos ativos, oferecendo a estrutura necessária para que uma boa intenção vire uma boa ação. Em 14 anos de existência foram investidos mais de R$ 13 milhões em projetos diversos, com 277 mil pessoas impactadas em todo o Brasil. https://institutoaipi.com.br/
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Instituto AIPI abre inscrições para o 46º Concurso de Redação .Foto de Lisa no Pexels
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Avaliação por teleatendimento fisioterapêutico para pacientes com sequelas acontece por meio de plataforma interativa
A Faculdade Anhanguera de São Bernardo do Campo (SP) promove teleatendimento a pacientes com sequelas da Covid-19 e que visa o desenvolvimento físico-funcional por meio de atividades fisioterapêuticas. Os atendimentos, feitos por alunos dos cursos de Fisioterapia da instituição com a supervisão de professores, podem ser agendados pelo telefone ou WhatsApp (11) 4362-9037. As avaliações e acompanhamentos são realizados de segunda a quinta, das 10h30 às 12h, por meio de plataforma interativa. O acesso é liberado após agendamento.
As consequências causadas em pacientes que superaram a doença são chamadas de Síndrome Pós-Covid e apresentam sintomas como cansaço, falta de ar, dor muscular, dores nas articulações, no peito, problemas circulatórios e até fibrose pulmonar, relacionada ao trato respiratório e que causa tosse crônica, fadiga e dificuldade para respirar.
Para auxiliar a reabilitação dos pacientes, o teleatendimento trabalha exercícios físicos adaptados às necessidades individuais, avaliação dos sintomas durante o treinamento físico como dispneia, dessaturação e fadiga, exercícios respiratórios e higiene brônquica, treinamento aeróbico, de força muscular e de equilíbrio.
“Os alunos são treinados para fazer a avaliação da condição clínica do paciente na qual é possível entender os comprometimentos e realizar o plano de tratamento segundo técnicas desenvolvidas pela ciência. É importante salientar que o teleatendimento é destinado a pacientes que não possuem risco de intercorrência durante os exercícios como doenças raras ou que fazem uso de dispositivos auxiliares para marcha, para que possamos prezar pela segurança do paciente”, diz Luciana Franco, coordenadora do curso de Fisioterapia da Anhanguera.
Serviço
Teleatendimento – Pacientes com Síndrome Pós-Covid
Mais informações e agendamento: telefone ou WhatsApp (11) 4362-9037.
Horário: segunda a quinta, das 10h30 às 12h.
Atendimento: via plataforma interativa com acesso liberado após agendamento.
Sobre a Anhanguera
Fundada em 1994, a Anhanguera já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, presenciais ou a distância. Presente em todos os estados brasileiros, a Anhanguera presta inúmeros serviços à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Anhanguera oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais. Em 2014, a instituição passou a integrar a?Kroton. Para mais informações, acesse: anhanguera.com?e blog.anhanguera.com.
Sobre a Kroton
A Kroton nasceu com a missão de transformar a vida das pessoas por meio da educação, compartilhando o conhecimento que forma cidadãos e gera oportunidades no mercado de trabalho. Parte da holding Cogna Educação, uma companhia brasileira de capital aberto dentre as principais organizações educacionais do mundo, a Kroton leva educação de qualidade a mais de 817 mil estudantes do ensino superior em todo o País. Presente em 1.221 municípios, a instituição conta com 126 unidades próprias, sob as marcas Anhanguera, Fama, Pitágoras, Unic, Uniderp, Unime e Unopar e é, há mais de 20 anos, pioneira no ensino à distância no Brasil. A Kroton possui a maior operação de polos de EAD no país, com 1.673 unidades parceiras, e oferece no ambiente digital 100% dos cursos existentes na modalidade presencial. Com a transmissão de mais de 1.000 horas de aulas a cada mês em ambientes virtuais, a Kroton trabalha para oferecer sempre a melhor experiência aos alunos, apoiando sua jornada de formação profissional para que possam alcançar seus objetivos e sonhos. Para mais informações acesse: www.kroton.com.br.
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Teleatendimento fisioterapêutico para pacientes com sequelas da Covid-19 na Anhanguera
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O projeto de lei (PL 3819) impede abertura de mercado e ameaça 14 mil linhas de ônibus, que atende mais de 2,5 milhões de brasileiros
Na noite de segunda-feira (24 de maio de 2021), entrou na pauta da Câmara dos Deputados o requerimento de urgência para o Projeto de Lei 3019/20, que coloca em risco 14 mil linhas de ônibus que atendem mais de 2,5 milhões de brasileiros e proporcionam mais de 180 mil empregos. Conforme recentes estudos da ANTT, o mercado rodoviário atual se caracteriza oligopólio e monopólio, já que dados públicos mostram que em 66% das linhas há apenas uma empresa atuando. Em 26%, duas empresas. Em somente 8%, há três ou mais.
Neste sentido, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia vê com preocupação as propostas do PL, que vão na contramão da inovação observada em mercados internacionais, como na Alemanha e Estados Unidos, e podem vetar meios de locomoção para 416 municípios e colocar centenas de empregos em risco. A Amobitec entende que, com mais concorrência, é possível garantir produtos e serviços de melhor qualidade a um menor preço para a população por meio de novas tecnologias que reduzem custos, beneficiando diretamente os 52 milhões de brasileiros desassistidos pelo sistema. Sobretudo, a entidade defende que o tema que tem sido debatido na Comissão de Viação e Transportes demanda um debate ainda mais profundo, não sendo o momento de um pedido de urgência.
O requerimento de urgência para o projeto que fecha o mercado de ônibus é de autoria dos deputados Silas Câmara, do Republicanos, aliado de Arthur Lira. Se o pedido passar pela Câmara, a casa terá que analisar o projeto em no máximo de 45 dias. A partir desse prazo, a pauta de votações ficará bloqueada.
Sobre a Amobitec Fundada em 2018, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia – Amobitec é uma entidade de direito privado, que reúne empresas de tecnologia prestadoras de serviços relacionados à mobilidade de bens ou pessoas, como intermediação de viagens de transporte individual privado, aluguel de equipamentos de micromobilidade, conexão de pessoas com empresas de fretamento coletivo, além de aplicativos de dados de mobilidade urbana.
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