Categoria: Saúde

  • A importância do Infectologista na Transição de Cuidados

    A importância do Infectologista na Transição de Cuidados

    A importância do Infectologista na Transição de Cuidados. Foto: Dr. Gabriel Fialkovitz, infectologista da YUNA/Divulgação
    A importância do Infectologista na Transição de Cuidados. Foto: Dr. Gabriel Fialkovitz, infectologista da YUNA/Divulgação

    A importância do Infectologista na Transição de Cuidados: Uma das ações mais eficazes do profissional é atuar na prevenção da ocorrência de infecções

    Na Transição de Cuidados, por tratar de pacientes de alta complexidade, o infectologista tem papéis diferentes do médico que atua no âmbito hospitalar. Nestes ambientes é imprescindível ao médico infectologista agir na prevenção da ocorrência de infecções. Seja pela retirada de qualquer dispositivo invasivo quando há possibilidade, como pelo estímulo e treinamento de equipes para prevenção e o uso racional de antimicrobianos.

    Assim como pacientes em reabilitação ou em cuidados paliativos, mesmo estando menos propensos a contrair infecções, deve-se manter todos os cuidados em relação aos dispositivos, curativos e lesões cutâneas para prevenir intercorrências infecciosas.

    Nos pacientes sob cuidados paliativos, os infectologistas têm o objetivo de utilizar os antimicrobianos para controle de sintomas e para garantir o conforto.

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    O impacto das infecções hospitalares na transição de cuidados

    A mudança do ambiente hospitalar para o de transição diminui a exposição do paciente aos patógenos hospitalares, que muitas vezes são resistentes a diversas classes de antibióticos.

    “Quando a transição é gerida com uma comunicação eficaz entre os profissionais de saúde, garante-se que os tratamentos, como a administração de antibióticos, por exemplo, sejam realizados por tempo preciso e indicação adequada, sem interrupção do processo terapêutico e de reabilitação iniciado no ambiente hospitalar. Isso é crucial para proteger o paciente durante um período vulnerável de recuperação”, destaca o Dr. Gabriel Fialkovitz, infectologista da YUNA.

    A comunicação clara entre as equipes de saúde e o paciente, além da orientação sobre o autocuidado pós-alta, também são vitais. “Informações completas e claras sobre a gestão de medicações e os cuidados com feridas capacitam o paciente e seus familiares a manter práticas rigorosas de controle de infecção em casa”, explica o especialista.

    A redução de infecções hospitalares durante a transição de cuidados não apenas melhora a recuperação do paciente, como também reduz significativamente o tempo de internação e os custos associados a tratamentos prolongados para infecções adquiridas no hospital. Isso resulta em um sistema de saúde mais eficiente e sustentável, com melhor alocação de recursos em outras necessidades.

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    Como reduzir os riscos de infecção na Transição de Cuidados?

    Implementar protocolos rigorosos de controle de infecção, higiene adequada e uso racional de antibióticos são a base para uma transição segura, de acordo com o Dr. Gabriel. É essencial que as equipes de saúde mantenham uma higiene impecável das mãos e sigam protocolos de limpeza e desinfecção do ambiente. Além disso, o uso apropriado de equipamentos de proteção individual (EPIs) pelos profissionais ajuda a prevenir a transmissão de patógenos.

    “A transição de cuidados, não apenas diminui o risco de infecção hospitalar, como também assegura que a recuperação do paciente seja mais rápida, segura e tranquila”, ressalta.

    Pode parecer uma tarefa simples, mas a correta higienização das mãos é comprovadamente eficaz na prevenção de infecções associadas à assistência à saúde, como nas infecções de corrente sanguínea. Tanto os pacientes quanto os profissionais de saúde estão protegidos quando a higienização das mãos é praticada corretamente.

    Sobre a YUNA

    A YUNA, especializada em transição de cuidados, oferece suporte completo para pacientes de reabilitação, cuidados paliativos e continuados, atendimento individualizado e assistência transdisciplinar. Mais informações no telefone (11) 3087-3800 ou no sitehttps://yuna.com.br/.

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  • 6 milhões de brasileiros sofrem com a escoliose

    6 milhões de brasileiros sofrem com a escoliose

    6 milhões de brasileiros sofrem com a escoliose. Imagem: Divulgação
    6 milhões de brasileiros sofrem com a escoliose. Imagem: Divulgação

    Dr Marco Aurélio S. Neves alerta a importância da prevenção para que não se torne algo grave: 6 milhões de brasileiros sofrem com a escoliose

    Junho Verde é mês de conscientização mundial da escoliose. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a escoliose acomete cerca de 2% da população mundial e tem diversas causas, afetando mais crianças e idosos. Ainda segundo a OMS, no Brasil, existem mais de 6 milhões de brasileiros que têm um encurvamento anormal da coluna vertical e, aproximadamente, 160 mil precisam de tratamento cirúrgico.

    Segundo oDr. Marco AurélioS. Neves, ortopedista e traumatologista especializado em cirurgia de prótese de quadril via anterior (AMIS) e de joelho, a escolioseé uma doença que pode ser facilmente diagnosticada com exames clínicos que identificam as curvaturas emSou emC. “Vale ressaltar que é uma doença que sofre progressão ao longo do tempo e pode agravar com o passar dos anos. Por isso, o quanto antes o problema for detectado e tratado, mais fácil se torna reduzir o grau da escoliose”.

    O especialista destaca que a escoliose quando não tratada adequadamente na adolescência pode gerar inúmeras complicações na vida adulta, chegando a ser muito dolorosa e, em alguns casos até limitar as atividades normais. “As tarefas diárias começam a ficar cada vez mais difíceis de serem realizadas, se torna cansativo e doloroso ficar de pé por muito tempo, ou ainda, permanecer sentado na cadeira do escritório enquanto trabalha”.

    Com a curvatura cada vez mais acentuada, as dores passam a ser mais frequentes e a alteração da postura da coluna fica mais evidente. As principais características e sintomas da escoliose são um ombro mais alto que o outro, ombros ou quadris assimétricos. Assim como pélvis inclinada para um lado, roupas não se encaixam corretamente, comprimento das pernas irregulares e dor na musculatura.

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    Escoliose na gestação

    Já para as mulheres gestantes o problema acaba sendo pior já que durante a gestação, com crescimento do útero e do bebê, o diafragma pode ser pressionado, dificultando a respiração e as dores nas costas são mais intensas.

    A indicação para o tratamento da escoliose são exercícios específicos com uma abordagem de autocorreção ativa tridimensional que leva em conta, primeiramente, a mobilização da curva primária na direção da correção sem permitir o aumento dos desníveis seja de cintura pélvica ou escapular.

    O objetivo é que progressivamente haja correção simultânea das curvas existentes, obtendo-se uma estabilização ativa da posição corrigida e incorporada como hábito postural. “Curvas pequenas, moderadas ou importantes podem ser tratadas, mas é importante destacar que a eficiência da terapia depende muito da flexibilidade da curva e do comprometimento do paciente, no que diz respeito à frequência solicitada e à execução correta dos exercícios”.

    Para o Dr. Marco Aurélio a melhor opção é a PREVENÇÃO, diagnosticar o problema o quanto antes. Dessa forma, prevenir a progressão dos diferentes tipos de escoliose. “Minha orientação é buscar ajuda médica nos primeiros sintomas e não deixar para depois. A prevenção e a realização correta do tratamento indicado pelo ortopedista são fundamentais para garantir a qualidade de vida”, finaliza.

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    Sobre Dr. Marco Aurélio S. Neves

    Dr. Marco Aurélio S. Neves, ortopedista e traumatologista, especializado em próteses de quadril e joelho.

    Pioneiro no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho. Conta com especialização em Ortopedia e Traumatologia (2001) e em Cirurgia do Quadril e do Joelho (2002 e 2003), pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC – FMUSP).

    Então, o grande diferencial do médico são as bases tecnológicas aplicadas na prótese de joelho, o uso de guias customizadas feitas sob medida para cada paciente. Assim, por meio de impressão 3D, aumenta a precisão da cirurgia, otimizando os resultados. E na cirurgia de prótese de quadril, pioneiro na utilização da via anterior é a única que possibilita o método verdadeiramente não invasivo (AMIS), preservando músculos e tendões.

    Aliás, a realidade aumentada e a robótica para diminuir a agressão da cirurgia e permitir uma recuperação mais rápida também já são uma realidade. Um dos pioneiros no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho.

    Especializações em centros de referência em cirurgia ortopédica do mundo, entre eles: Presbyterian Hospital Plano (Texas, Estados Unidos, 2004), Hospital Jan Palfij (Gent, Bélgica, 2006), Clinic Dr. Decker (Munique, Alemanha, 2006), The Steadman Clinic (Vail, Estados Unidos, 2009), South West London Orthopaedic Center (Inglaterra, 2013), Le Centre Médico Chirurgical Paris V (Paris, França, 2015).

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  • Mortes de idosos por queda no Brasil quase dobrou em 10 anos

    Mortes de idosos por queda no Brasil quase dobrou em 10 anos

    Mortes de idosos por queda no Brasil quase dobrou em 10 anos. Foto de Centre for Ageing Better/Unsplash
    Mortes de idosos por queda no Brasil quase dobrou em 10 anos. Foto de Centre for Ageing Better/Unsplash

    Dia 24 de junho é marcado como Dia Mundial de Prevenção de Quedas em Idosos; Mortes de idosos por queda no Brasil quase dobrou em 10 anos

    De acordo com informações do DATASUS, nos dois primeiros meses de 2024, o SUS registrou 285 atendimentos por dia causados por quedas em idosos. Em janeiro e fevereiro, foram registrados 17.136 atendimentos hospitalares e 9.658 atendimentos ambulatoriais, envolvendo idosos, na faixa etária de 60 a 110 anos.

    Sendo considerada a terceira maior causa de mortalidade entre pessoas com mais de 65 anos no Brasil, entre 2013 e 2022, o número total de mortes de idosos foi de 70.516. O Dr. Marco Aurélio Silvério Neves,ortopedista e traumatologista especializado em cirurgia deprótese de quadril via anterior(AMIS) e de joelho, destaca que diversos fatores podem causar algum tipo de queda nos idosos, tais como perda muscular, problemas neurológicos, efeitos colaterais de algum remédio, perda de visão e audição, além de doenças ortopédicas.

    O especialista aponta que o incentivo à mobilidade e a prática de esportes deveria ser maior, já que a prevenção é sempre a melhor solução. “Apesar de os tombos serem frequentes durante a vida, é após os 60 anos que eles podem se tornar mais comuns. Dessa forma, é muito importante incentivar os idosos a fortalecerem suas musculaturas”, complementa.

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    Sarcopenia

    De acordo com oDr. Marco Aurélio, que também é membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), com o envelhecimento natural, o corpo humano vai perdendo massa e força muscular, a chamada sarcopenia, daí vem a importância dos exercícios físicos para o fortalecimento dos músculos. “Essa perda de massa muscular faz com que os idosos tenham uma tendência maior de desequilíbrio, o que acaba gerando a maior parte dos acidentes”, explica.

    Entretanto, o especialista reforça que não é apenas a perda de massa muscular que gera os acidentes. “Ao mesmo tempo, quem tem mais de 60 anos, possui maior tendência de ter comorbidades, como alterações neurológicas, que podem, por exemplo, gerar uma tontura e uma consequente queda”.

    Por fim, o cirurgião ortopedista, além de acompanhamento médico para que se possa adiantar o aparecimento de comorbidades e tratar o quanto antes. Assim, evitando acidentes de quedas e outros, recomenda que pessoas com mais de 60 anos foquem na realização de atividades. Por exemplo, natação, caminhada, alongamento, pilates, entre outros exercícios que podem fortalecer a musculatura. “Mas sempre realizar as atividades indicadas pelo médico”, ressalta Dr. Marco Aurélio.

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    Sobre Dr. Marco Aurélio S. Neves

    Dr. Marco Aurélio S. Neves, ortopedista e traumatologista, especializado em próteses de quadril e joelho.

    Pioneiro no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho. Conta com especialização em Ortopedia e Traumatologia (2001) e em Cirurgia do Quadril e do Joelho (2002 e 2003), pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC – FMUSP).

    Então, o grande diferencial do médico são as bases tecnológicas aplicadas na prótese de joelho, o uso de guias customizadas feitas sob medida para cada paciente, por meio de impressão 3D, aumenta a precisão da cirurgia, otimizando os resultados. E na cirurgia de prótese de quadril, pioneiro na utilização da via anterior é a única que possibilita o método verdadeiramente não invasivo (AMIS), preservando músculos e tendões.

    Aliás, a realidade aumentada e a robótica para diminuir a agressão da cirurgia e permitir uma recuperação mais rápida também já são uma realidade. Um dos pioneiros no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho.

    Especializações em centros de referência em cirurgia ortopédica do mundo, entre eles: Presbyterian Hospital Plano (Texas, Estados Unidos, 2004), Hospital Jan Palfij (Gent, Bélgica, 2006), Clinic Dr. Decker (Munique, Alemanha, 2006), The Steadman Clinic (Vail, Estados Unidos, 2009), South West London Orthopaedic Center (Inglaterra, 2013), Le Centre Médico Chirurgical Paris V (Paris, França, 2015). Ademais informações, acesse https://drmarcoaurelio.com.br.

    Dr Marco Aurélio S. Neves/Divulgação
    Dr Marco Aurélio S. Neves/Divulgação
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  • Assistente Social na Transição de Cuidados: Qual a sua atuação?

    Assistente Social na Transição de Cuidados: Qual a sua atuação?

    Assistente Social na Transição de Cuidados: Qual a sua atuação? Foto: Thamires Alves, Assistente Social da Yuna
    Assistente Social na Transição de Cuidados: Qual a sua atuação? Foto: Thamires Alves, Assistente Social da Yuna

    Assistente Social na Transição de Cuidados: Quais os assuntos de domínio do assistente social no auxílio de pacientes e familiares?

    As questões de saúde têm como premissa o cuidado multidimensional e, por afetar múltiplas dimensões na vida dos pacientes e seus familiares, o atendimento interdisciplinar se torna imprescindível, inclusive com a atuação do Assistente Social.

    A família, amigos e a comunidade são fundamentais em todos os momentos de proteção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde. Uma atribuição do Serviço Social na saúde é identificar e fortalecer os vínculos familiares e sociais, na perspectiva de incentivar o usuário e sua rede de apoio a se tornarem sujeitos do processo de cuidados.

    Quando a doença afeta a vida de um indivíduo e sua família surgem muitos desafios a serem enfrentados. A hospitalização não isenta o paciente de suas obrigações e contar com um apoio para acessar seus direitos e seguros. Dessa forma, impedindo que fatores externos gerem estresse e prejuízos à saúde em um momento tão delicado, é fundamental para o melhor restabelecimento. Por isso o assistente social presta o assessoramento sobre tais questões.

    Na Transição de Cuidados, esse profissional tem por objetivo entender o contexto social em que o paciente está inserido. Assim, considerando sua trajetória de vida, valores, crenças e preferências, por exemplo. Então, a partir destas características construir junto com outros profissionais de saúde um plano terapêutico que melhor o atenda. Além disso, a atuação tem como desafio acolher, escutar e dar encaminhamentos às demandas apresentadas pelos pacientes e seus familiares. Aliás, que podem estar ligadas às dificuldades enfrentadas durante o processo de hospitalização e desospitalização ou a questões cotidianas que ultrapassam ações inerentes à internação.

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    Avaliação Social

    Um dos principais eixos de trabalho desenvolvido é o atendimento direto ao paciente e sua família. “Através da avaliação social conseguimos realizar a democratização sobre informações por meio de orientações e encaminhamentos quanto aos direitos sociais e previdenciários, em relação ao trabalho em geral (licença) e aos seguros sociais (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores por via Terrestre – DPVAT), entre outros”, declara Thamires da Silva Alves, Assistente Social da YUNA, Especialista em Direitos Humanos e Saúde.

    Por conhecer a realidade do paciente, bem como a interferência de seu contexto social em seu processo saúde X doença, além de subsidiar informações que possam auxiliar na atuação dos demais profissionais de saúde, o assistente social planeja e executa ações de acolhimento, garantindo os direitos fundamentais à saúde na instituição, além de organizar o retorno ao domicílio após a alta hospitalar.

    “Essas ações visam facilitar e possibilitar o acesso dos pacientes aos serviços mencionados, bem como a garantia de direitos na esfera da seguridade social. Também fazemos parte do processo de educação em saúde com ações socioeducativas e preventivas com temas condizentes com os interesses dos pacientes. Prestamos acolhimento e escuta ativa dos pacientes e familiares, entendendo que o processo de recuperação do paciente e as questões apresentadas às famílias pela responsabilização do cuidado podem gerar questões psicossociais”, esclarece Thamires da Silva Alves.

    Sendo assim, importante salientar que as atribuições profissionais perpassam os muros da instituição. Portanto, auxiliando na qualidade de vida dos atendidos e identificando os dificultadores e facilitadores do processo de saúde.

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    Os direitos do paciente e deveres dos profissionais de saúde durante a internação

    Os direitos dos pacientes devem estar no centro de todo atendimento, garantindo mais segurança e qualidade, tanto em serviços de saúde públicos quanto privados. Então, se busca disseminar a cultura de direitos humanos na saúde e prevenir situações de violação desses direitos, garantidos tanto pela Constituição Federal de 1988, como alinhados com o Estatuto do Idoso, Estatuto da Criança e do Adolescente e o Estatuto da Pessoa com Deficiência.

    Esses arcabouços legais preconizam que os pacientes têm o direito de receber informações claras e objetivas sobre o atendimento, os procedimentos e os cuidados que serão ofertados durante o tratamento.

    É um dever dos profissionais de saúde fornecerem essas informações de forma adequada, levando em consideração a compreensão e o nível de informação do indivíduo e seus familiares. Já o sigilo profissional se trata de direito do paciente, que garante a manutenção do segredo pelo profissional que realiza o atendimento que as informações pessoais e de saúde. Ademais, esse procedimento é unificado em todos os equipamentos de saúde, como hospitais, laboratórios, entre outros.

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    Orientação Previdenciária

    Segundo a assistente social, também são prestadas informações sobre as questões previdenciárias e sociais que os cidadãos possam ter direito em decorrência de sua situação clínica. Como exemplos, aplicações como benefícios de incapacidade temporária, aposentadoria, benefício de prestação continuada.

    “A orientação previdenciária é uma demanda regularmente apresentada pelos pacientes e familiares. Desvelar as dificuldades da relação entre a solicitação de direitos previdenciários junto ao INSS e auxiliá-los até o acesso a seus benefícios e proventos é uma das nossas tarefas. Alguns pacientes não tinham a informação, por exemplo, que a perícia médica do INSS pode ser realizada durante o período hospitalar. Ou, que em alguns casos, pode ser realizada apenas com a apresentação de documentação médica. Socializando essas informações conseguimos facilitar a organização familiar para que seja menos afetada”, completa a profiss ional.

    Sobre a YUNA

    A YUNA, especializada em transição de cuidados, oferece suporte completo para pacientes de reabilitação, cuidados paliativos e continuados, atendimento individualizado e assistência transdisciplinar. Mais informações no telefone (11) 3087-3800 ou no sitehttps://yuna.com.br/.

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  • Como funciona a cirurgia de prótese de quadril via anterior (AMIS)?

    Como funciona a cirurgia de prótese de quadril via anterior (AMIS)?

    Como funciona a cirurgia de prótese de quadril via anterior (AMIS)? Foto: Dr Marco Aurélio S. Neves/Divulgação
    Como funciona a cirurgia de prótese de quadril via anterior (AMIS)? Foto: Dr Marco Aurélio S. Neves/Divulgação

    Entenda os detalhes sobre com o Dr. Marco Aurélio S. Neves, sobre como funciona a cirurgia de prótese de quadril via anterior (AMIS)

    Pioneiro no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e joelho, o Dr. Marco Aurélio S. Neves, esclarece como é realizada a cirurgia deprótese de quadril via anterior(AMIS), seus benefícios para uma melhor qualidade de vida dos pacientes.

    Segundo o especialista, na cirurgia de prótese de quadril via anterior, também conhecida como artroplastia total de quadril, os médicos trocam o quadril doente ou danificado por um implante que consiste em uma haste femoral com uma cabeça (esfera) e uma taça de encaixe (concha acetabular e revestimento).

    A haste femoral é feita de metal (geralmente uma liga de titânio ou cromo-cobalto ou aço inoxidável). A cabeça é feita de cerâmica ou metal. A taça é composta de 1 ou 2 partes, dependendo do procedimento: cimentado (geralmente apenas um componente de polietileno) ou não cimentado (concha acetabular metálica e o revestimento). No caso de uma concha acetabular metálica, um revestimento cerâmico ou de polietileno articula contra a cabeça. Todos os materiais utilizados na artroplastia de quadril são altamente biocompatíveis.

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    Técnicas utilizadas

    O cirurgião pode acessar a articulação do quadril para fazer a cirurgia com incisões em diferentes regiões do quadril. Aliás, sendo mais comuns na região lateral ou posterior. Ele pode também seguir uma abordagem convencional ou uma conduta minimamente invasiva (MIS). Em geral, as técnicas ditas minimamente invasivas contam com uma incisão menor do que no método convencional, mas há lesão cirúrgica do músculo e/ou tendão na região glútea.

    “A técnica que utilizo, a AMIS, é uma cirurgia realmente minimamente invasiva, já que não corta músculos e respeita a anatomia, vasos e nervos, com incisão via anterior”, ressalta Dr. Marco Aurélio.

    Entre as vantagens da técnica usada naprótese de quadril via anterior– AMIS estão a redução de danos aos músculos, vasos sanguíneos e nervos ao redor da articulação, diminuição da dor no pós-operatório, menor tempo de reabilitação e de internação hospitalar, redução de danos aos músculos, vasos sanguíneos e nervos ao redor da articulação, menor perda de sangue, além de ter retorno mais rápido às atividades diárias e menor risco de deslocamento de prótese.

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    Sobre Dr. Marco Aurélio S. Neves

    Dr. Marco Aurélio S. Neves, ortopedista e traumatologista, especializado em próteses de quadril e joelho.

    Pioneiro no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho. Conta com especialização em Ortopedia e Traumatologia (2001) e em Cirurgia do Quadril e do Joelho (2002 e 2003), pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC – FMUSP).

    Então, o grande diferencial do médico são as bases tecnológicas aplicadas na prótese de joelho, o uso de guias customizadas feitas sob medida para cada paciente, por meio de impressão 3D, aumenta a precisão da cirurgia, otimizando os resultados. E na cirurgia de prótese de quadril, pioneiro na utilização da via anterior é a única que possibilita o método verdadeiramente não invasivo (AMIS), preservando músculos e tendões.

    Aliás, a realidade aumentada e a robótica para diminuir a agressão da cirurgia e permitir uma recuperação mais rápida também já são uma realidade. Um dos pioneiros no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho.

    Especializações em centros de referência em cirurgia ortopédica do mundo, entre eles: Presbyterian Hospital Plano (Texas, Estados Unidos, 2004), Hospital Jan Palfij (Gent, Bélgica, 2006), Clinic Dr. Decker (Munique, Alemanha, 2006), The Steadman Clinic (Vail, Estados Unidos, 2009), South West London Orthopaedic Center (Inglaterra, 2013), Le Centre Médico Chirurgical Paris V (Paris, França, 2015).

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  • Pessoas com artrose no Inverno: Cuidados redobrados com o frio!

    Pessoas com artrose no Inverno: Cuidados redobrados com o frio!

    Pessoas com artrose no Inverno: Cuidados redobrados com o frio! Foto de Spencer Backman/Unsplash
    Pessoas com artrose no Inverno: Cuidados redobrados com o frio! Foto de Spencer Backman/Unsplash

    Pessoas com artrose no Inverno: No Brasil, estima-se que 30 milhões de pessoas sofram com artrose,conforme dados do Ministério da Saúde

    O dia 20 de junho é o início do inverno, e como os dias ficam mais frios, as pessoas com artrose passam a sofrer mais com dores em suas articulações. Isso acontece porque os dias gelados podem sim aumentar a rigidez e a dor nas áreas afetadas pela doença.

    SegundoDr. Marco Aurélio Silvério Neves, ortopedista e traumatologista especializado em cirurgia de quadril e joelho, aartroseé o nome designado a enfermidade que atinge as articulações. Assim, o desgaste do tecido de proteção nas extremidades dos ossos – cartilagem – ocorre gradativamente e piora ao longo do tempo.

    Então, essa degeneração das cartilagens é acompanhada de deformidade das estruturas ósseas vizinhas e pode ter como possíveis causas obesidade, esforços físicos repetitivos e esportes de muito impacto em alto rendimento como futebol. O sintoma mais comum é a dor nas articulações, principalmente, das mãos, do pescoço, da região lombar, dos joelhos e dos quadris, e com o frio pode piorar bastante.

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    Como se previnir?

    Algumas pessoas relatam que a dor da artrose pode piorar durante o frio, mas essa experiência pode variar de pessoa para pessoa. Não existe uma resposta definitiva que se aplique a todos os indivíduos com artrose. Assim, para minimizar os efeitos, dores e manter a qualidade de vida nos dias frios, o ortopedista dá algumas dicas que podem amenizar o desconforto. Portanto, confira a seguir:

    1. Manter-se aquecido: Use roupas quentes em camadas para proteger as articulações afetadas pelo frio. Cobrir as áreas doloridas com uma manta ou compressas térmicas também pode proporcionar alívio.

    2. Exercícios e alongamentos: Pratique exercícios de fortalecimento muscular e alongamentos adequados para as articulações afetadas. Isso pode ajudar a melhorar a estabilidade e a flexibilidade, reduzindo a dor da artrose.

    3. Aplicação de calor: Use compressas de calor, banhos quentes ou almofadas térmicas para aliviar a dor e a rigidez nas articulações. O calor relaxa os músculos e aumenta o fluxo sanguíneo para a área afetada.

    4. Manter-se ativo: Embora possa ser tentador evitar o movimento quando a dor da artrose piora, é importante manter-se ativo. Realize atividades de baixo impacto, como caminhadas suaves, natação ou ciclismo, para manter as articulações em movimento e fortalecer os músculos ao redor delas.

    5. Perda de peso (se necessário): Se você estiver com excesso de peso, perder peso pode aliviar a pressão sobre as articulações afetadas, reduzindo a dor da artrose.

    Para finalizar, o especialista ressalta que essas estratégias podem ajudar a aliviar os sintomas da artrose, mas cada paciente é único, o que torna fundamental consultar um médico ou fisioterapeuta especializado em caso de dor persistente ou progressão dos sintomas. Eles poderão oferecer orientações personalizadas e opções de tratamento mais adequadas ao seu caso.

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    Sobre Dr. Marco Aurélio S. Neves

    Dr. Marco Aurélio S. Neves, ortopedista e traumatologista, especializado em próteses de quadril e joelho. Pioneiro no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho. Conta com especialização em Ortopedia e Traumatologia (2001) e em Cirurgia do Quadril e do Joelho (2002 e 2003), pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC – FMUSP).

    Então, o grande diferencial do médico são as bases tecnológicas aplicadas na prótese de joelho, o uso de guias customizadas feitas sob medida para cada paciente, por meio de impressão 3D, aumenta a precisão da cirurgia, otimizando os resultados. E na cirurgia de prótese de quadril, pioneiro na utilização da via anterior é a única que possibilita o método verdadeiramente não invasivo (AMIS), preservando músculos e tendões.

    Aliás, a realidade aumentada e a robótica para diminuir a agressão da cirurgia e permitir uma recuperação mais rápida também já são uma realidade. Um dos pioneiros no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho.

    Especializações em centros de referência em cirurgia ortopédica do mundo, entre eles: Presbyterian Hospital Plano (Texas, Estados Unidos, 2004), Hospital Jan Palfij (Gent, Bélgica, 2006), Clinic Dr. Decker (Munique, Alemanha, 2006), The Steadman Clinic (Vail, Estados Unidos, 2009), South West London Orthopaedic Center (Inglaterra, 2013), Le Centre Médico Chirurgical Paris V (Paris, França, 2015).

    Dr Marco Aurelio S. Neves Ortopedista E Traumatoligista Especializado Em Cirurgia De Proteses De Quadril E Joelho 4 2
    Dr Marco Aurélio S. Neves, ortopedista e traumatoligista especializado em cirurgia de próteses de quadril e joelho. Foto: Divulgação
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  • Como funciona a Artroplastia de joelho e quadril?

    Como funciona a Artroplastia de joelho e quadril?

    Como funciona a Artroplastia de joelho e quadril? Imagem: Freepik
    Como funciona a Artroplastia de joelho e quadril? Imagem: Freepik

    Doutor Marco Aurélio Silvério Neves, ortopedista e traumatologista especializado, explica como funciona a Artroplastia de joelho e quadril

    Considerado seguro e efetivo, o procedimento ajuda a aliviar as dores e recuperar a qualidade de vida. De acordo com oDr. Marco Aurélio Silvério Neves,ortopedista e traumatologista especializado em cirurgia de quadril e joelho, a maioria dos pacientes relata que a cirurgia e o pós-operatório foram mais tranquilos do que o esperado.

    Uma pesquisa da empresaPés Sem Dor, especializada em palmilhas ortopédicas, entrevistou mais de três mil brasileiros e constatou que 70,6% das mulheres e 65,3% dos homens ouvidos dizem sentir dores nos joelhos. Quadros que, comumente, levam as pessoas a buscar atendimento médico. Dependendo do caso, o profissional encaminha o paciente para procedimentos cirúrgicos ? entre eles, está a artroplastia.

    O objetivo da artroplastia é substituir uma articulação danificada por uma nova articulação, constituída, no caso, por uma prótese composta de materiais metálicos ou plásticos. Dessa forma, é o que explica o Dr Marco Aurélio S. Neves, ortopedista especialista em cirurgia do quadril e joelho.

    Como funciona a Artroplastia de joelho e quadril?

    “Trata-se de uma cirurgia indicada a pacientes cujos tratamentos não cirúrgicos, como medicamentos e aparelhos que auxiliam a andar, não surtem mais efeito. É um procedimento seguro e efetivo, que irá aliviar as dores, corrigir deformidades do membro prejudicado e ajudará a pessoa a retornar gradativamente às atividades normais”, afirma o médico.

    Como reforça oMinistério da Saúde, a artroplastia de joelho ajuda na recuperação dos movimentos que um indivíduo precisa fazer para sentar, andar, descer e subir escadas sem sofrer com as dores. Portanto, a cirurgia, como muitas outras, exige alguns cuidados no pós-operatório.

    Então, as orientações do Ministério envolvem a realização de exercícios sob acompanhamento de um fisioterapeuta. Assim como evitar deitar sob o lado operado e manter elevada a perna que passou por cirurgia. Neves acrescenta também que há uso “de uma máquina chamada de CPM (sigla em português – Movimentação Contínua Passiva), que visa movimentar o joelho do paciente por meio de ações de dobrar e esticar”.

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    Artroplastia de quadril

    Além do joelho, a artroplastia pode ser realizada no quadril, em casos nos quais os danos na articulação estão relacionados a condições médicas como artrose, artrite reumatoide e fraturas graves, afirma Neves.

    Assim como no caso da operação no joelho, o pós-operatório requer atenção por parte do paciente. “O tempo médio de recuperação total é de cerca de dois a três meses e varia em cada paciente. A fisioterapia começa enquanto a pessoa ainda está no hospital e continua em casa ou em uma unidade de reabilitação especificamente designada”, esclarece o ortopedista.

    Segundo Neves, a maioria dos pacientes considera que a cirurgia e a recuperação foram muito mais tranquilas do que o esperado. “Na verdade, nada é pior do que a dor e essa cirurgia é muito eficaz em aliviá-la e melhorar a qualidade de vida.”

    No entanto, nem todo caso de dor no quadril ou no joelho é necessariamente cirúrgico. Como afirma Neves, cabe ao médico solicitar exames, fazer a avaliação e alinhar expectativas com o paciente a respeito do procedimento.

    “É importante lembrar que a artroplastia do quadril é uma decisão séria e deve ser cuidadosamente discutida com um médico, levando em consideração os riscos e benefícios”, conclui o ortopedista.

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    Dr Marco Aurelio S. Neves Ortopedista E Traumatoligista Especializado Em Cirurgia De Proteses De Quadril E Joelho 4 2
    Dr Marco Aurélio S. Neves, ortopedista e traumatoligista especializado em cirurgia de próteses de quadril e joelho. Foto: Divulgação

    Sobre Dr. Marco Aurélio S. Neves

    Dr. Marco Aurélio S. Neves, ortopedista e traumatologista, especializado em próteses de quadril e joelho.

    Pioneiro no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho. Conta com especialização em Ortopedia e Traumatologia (2001) e em Cirurgia do Quadril e do Joelho (2002 e 2003), pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC – FMUSP).

    Então, o grande diferencial do médico são as bases tecnológicas aplicadas na prótese de joelho, o uso de guias customizadas feitas sob medida para cada paciente, por meio de impressão 3D, aumenta a precisão da cirurgia, otimizando os resultados. E na cirurgia de prótese de quadril, pioneiro na utilização da via anterior é a única que possibilita o método verdadeiramente não invasivo (AMIS), preservando músculos e tendões.

    Aliás, a realidade aumentada e a robótica para diminuir a agressão da cirurgia e permitir uma recuperação mais rápida também já são uma realidade. Um dos pioneiros no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho.

    Especializações em centros de referência em cirurgia ortopédica do mundo, entre eles: Presbyterian Hospital Plano (Texas, Estados Unidos, 2004), Hospital Jan Palfij (Gent, Bélgica, 2006), Clinic Dr. Decker (Munique, Alemanha, 2006), The Steadman Clinic (Vail, Estados Unidos, 2009), South West London Orthopaedic Center (Inglaterra, 2013), Le Centre Médico Chirurgical Paris V (Paris, França, 2015).

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  • Os desafios da adesão automática na Previdência Privada

    Os desafios da adesão automática na Previdência Privada

    Os desafios da adesão automática na Previdência Privada
    Os desafios da adesão automática na Previdência Privada

    No dia 25/3, segunda-feira, às 14 horas, o Instituto Brasileiro de Previdência Complementar e Saúde Suplementar (IPCOM), presidido pelo Professor de Direito Previdenciário da PUC-SP, Wagner Balera, em parceria com a APEP, realizará o webinar gratuito‘Os desafios da adesão automática na Previdência Privada’.

    Participam do encontro:Leandro Guarda, Procurador-Chefe da Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC;Cícero Rafael Barros Dias, presidente da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público da União (Funpresp);Aparecida Pagliarini, membro do Conselho Deliberativo do IPCOM eHerbert Andrade, presidente da APEP (Associação dos Fundos de Pensão e Patrocinadores do Setor Privado).

    O evento foi pensado com o objetivo de discutir as recentes alterações na Lei nº 11.053, de 29 de dezembro de 2004, trazidos pela Lei 14.803, de janeiro de 2024, que mudou as regras da adesão aos planos de previdência privada, tornando-a automática. Essas mudanças impactam diretamente os participantes e assistidos de planos de previdência complementar.

    Inscrições:https://www.even3.com.br/previtalks-os-desafios-da-adesao-automatica-na-previdencia-privada-441262

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    Instituto Brasileiro de Previdência Complementar e Saúde Suplementar

    O IPCOM é uma associação civil sem fins lucrativos, de caráter científico. Então, criada com a finalidade de promover o debate sobre os sistemas de previdência complementar e saúde suplementar.

    O processo de envelhecimento da população brasileira, aliado à queda das taxas de natalidade, tem pressionado cada vez mais as finanças públicas. Assim, no sentido de promover condições mínimas de dignidade para os cidadãos mais necessitados, especialmente para as pessoas em idade avançada.

    Portanto, a previdência complementar e a saúde suplementar visam oferecer proteção para além do mínimo oferecido pelo Estado, possibilitando a manutenção do padrão de consumo do trabalhador ao longo de toda sua vida.

    Wagner Balera, Professor de Direito Previdenciário da PUC-SP e Presidente do IPCOM. Foto: Divulgação
    Wagner Balera, Professor de Direito Previdenciário da PUC-SP e Presidente do IPCOM. Foto: Divulgação
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  • Expectativas para o mercado de Transição de Cuidados em 2024

    Expectativas para o mercado de Transição de Cuidados em 2024

    Expectativas para o mercado de Transição de Cuidados em 2024. Foto: Rodrigo Rodrigues e Peer Buergin/YUNA
    Expectativas para o mercado de Transição de Cuidados em 2024. Foto: Rodrigo Rodrigues e Peer Buergin/YUNA

    Autores: Buergin e Rodrigo Rodrigues

    O mercado de Transição de Cuidados tem se mostrado cada vez mais relevante e promissor, uma vez que traz um olhar inovador para a saúde e o bem-estar dos pacientes, assim como para os segmentos da cadeia de serviços.

    Apesar do crescimento significativo nos últimos anos, ainda há o desafio de promover este conceito no sistema de saúde. O mercado brasileiro é considerado incipiente, uma vez que as primeiras unidades começaram a surgir por volta do ano 2000. Ao comparar com países e continentes mais desenvolvidos, como os Estados Unidos e a Europa, a abordagem é muito nova. O fato é que há um grande potencial de expansão.

    Aqui vale uma importante análise. Tanto nos Estados Unidos quanto na Europa os hospitais de Transição de Cuidados são conhecidos por oferecer cuidados pós-agudos ou “post-acute care”, que incluem serviços de reabilitação após a estadia em hospitais gerais ou de cuidados intensivos, além de terapias ambulatoriais ou cuidados prestados em casa. Como o sistema de saúde nessas duas localidades são totalmente distintos do brasileiro, não é possível comparar numericamente, mas podemos afirmar a sua importância.

    Segundo a Abrahct, Associação Brasileira de Hospitais e Clínicas de Transição (2021), em países como Alemanha e Canadá, os sistemas de saúde possuem mais de 200 leitos de transição para cada 1.000 leitos de cuidados agudos, e nos Estados Unidos há uma proporção de 1.800 leitos de transição para cada 1.000 leitos de cuidados agudos. Já no Brasil, o número é de 14 leitos de transição para 1.000 de cuidados agudos.

    Ainda falta disseminar o conceito no mercado

    O conceito de Transição de Cuidados está inserido no sistema de saúde (prevenção terciária), no qual o paciente recebe tratamento para o quadro agudo e o retorno ao lar. A recomendação para esse tipo de hospital fica por conta de pacientes que precisam diminuir sua complexidade clínica, mas ainda necessitam de cuidados especializados e reabilitação antes de poderem retornar para suas casas.

    Cada vez mais o modelo de Transição de Cuidados se faz necessário, uma vez que trabalha inserido no sistema de saúde, atendendo pacientes em processo de reabilitação, geralmente após uma internação hospitalar por doenças agudas ou cirurgias, além de cuidados paliativos, cuidados continuados e finitude.

    Vale destacar que é fundamental, no curto e médio prazo, disseminar esse conceito de abordagem ao mercado sobre os benefícios da Transição de Cuidados. Inclusive, a família, as operadoras de saúde e os médicos têm um importante papel neste sentido.

    Os hospitais de Transição de Cuidados também seguem as dimensões do Institute of Medicine (IOM), que são assistência focada no paciente; prover assistência no tempo adequado; eficiência; equidade; efetividade; e segurança do paciente. E, ainda, os princípios do cuidado centrado no paciente: Respeito pelos valores, preferências e necessidades dos pacientes; coordenação e integração do cuidado; informação e educação; conforto físico; auxílio emocional e alívio do medo e ansiedade; envolvimento de familiares e amigos; continuidade e transação; e acesso ao cuidado. Afinal, o serviço contribui, de fato, para a melhora do desfecho dos pacientes e reduz os custos da saúde.

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    Transparência Financeira

    Outra questão importante é o fato da previsibilidade da conta, com uma diária global que inclui a maioria dos serviços e produtos necessários. Então, proporciona uma maior transparência financeira para a fonte pagadora, seja ela o plano de saúde ou os pacientes e suas famílias. Além disso, o tempo de permanência do paciente na instituição é definido. Assim, o objetivo final é a alta e o retorno para casa.

    Para o futuro, a expectativa é que o mercado de transição de cuidados continue crescendo e se consolidando. Percebemos que o setor está empenhado em divulgar o conceito e expandir suas operações com um crescimento da ordem de 15%, em todo o país.

    Com a chegada de novas unidades de transição e ampliação de outras já existentes, o mercado se torna bastante promissor.

    *Peer Buergin, CEO da YUNA, e Rodrigo Rodrigues, Diretor de Relacionamentos da instituição especializada em reabilitação e transição de cuidados paliativos e continuados

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  • Número de mortes de idosos por queda quase dobrou em 10 anos

    Número de mortes de idosos por queda quase dobrou em 10 anos

    Número de mortes de idosos por queda quase dobrou em 10 anos. Foto de Mark Timberlake/Unsplash
    Número de mortes de idosos por queda quase dobrou em 10 anos. Foto de Mark Timberlake/Unsplash

    Dr. Marco Aurélio S. Neves fala sobre a importância de mais incentivo para os idosos fortalecerem suas musculaturas

    De acordo com levantamento do Ministro da Saúde divulgado pelaBBC News, a quantidade de idosos que faleceram devido à queda da própria altura em 2022 foi de 9.592. Aliás, quase o dobro do que foi registrado em 2013 (4.816).

    Segundo os dados, todos os dias, 63 idosos procuram atendimento hospitalar devido a acidentes desse tipo. Aliás, sendo que 19 não resistem, o que aponta para uma aceleração de quedas da própria altura no país.

    Sendo considerada a terceira maior causa de mortalidade entre pessoas com mais de 65 anos no Brasil, entre 2013 e 2022, o número total de mortes de idosos foi de 70.516. Especialistas ouvidos pela BBC News apontam que as principais causas para o número alarmante desses acidentes são: a expectativa de vida cada vez maior do brasileiro, menor subnotificação da rede hospitalar e falta de políticas públicas para locomoção da população nessa faixa etária.

    ODr. Marco Aurélio Silvério Neves,ortopedista e traumatologista especializado em cirurgia de quadril e joelho, aponta que o incentivo à mobilidade e a prática de esportes deveria ser maior, já que a prevenção é sempre a melhor solução. “Apesar de os tombos serem frequentes durante a vida, é após os 60 anos que eles podem se tornar mais comuns”, complementa.

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    Perda de Massa Muscular

    De acordo com o Dr. Marco Aurélio, que também é membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), com o envelhecimento natural, o corpo humano vai perdendo massa e força muscular, a chamada sarcopenia, daí vem a importância dos exercícios físicos para o fortalecimento dos músculos. “Essa perda de massa muscular faz com que os idosos tenham uma tendência maior de desequilíbrio, o que acaba gerando a maior parte dos acidentes”, explica.

    Entretanto, o especialista reforça que não é apenas a perda de massa muscular que gera os acidentes. “Ao mesmo tempo, quem tem mais de 60 anos, possui maior tendência de ter comorbidades. Por exemplo, como alterações neurológicas, que podem, por exemplo, gerar uma tontura e uma consequente queda”.

    Portanto, o cirurgião ortopedista recomenda que pessoas com mais de 60 anos foquem na realização de atividades. Tal como natação, caminhada, alongamento, pilates, entre outros exercícios que podem fortalecer a musculatura. Além disso, acompanhamento médico para que se possa adiantar o aparecimento de comorbidades e tratar o quanto antes, evitando acidentes de quedas e outros. “Mas sempre realizar as atividades indicadas pelo médico”, ressalta Dr. Marco Aurélio.

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    Sobre Dr. Marco Aurélio S. Neves

    Dr Marco Aurélio S. Neves, ortopedista e traumatologista, especializado em próteses de quadril e joelho.

    Pioneiro no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho. Conta com especialização em Ortopedia e Traumatologia (2001) e em Cirurgia do Quadril e do Joelho (2002 e 2003), pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC – FMUSP).

    O grande diferencial do médico são as bases tecnológicas aplicadas na prótese de joelho, o uso de guias customizadas feitas sob medida para cada paciente, por meio de impressão 3D, aumenta a precisão da cirurgia, otimizando os resultados. E na cirurgia de prótese de quadril, pioneiro na utilização da via anterior é a única que possibilita o método verdadeiramente não invasivo (AMIS), preservando músculos e tendões.

    A realidade aumentada e a robótica para diminuir a agressão da cirurgia e permitir uma recuperação mais rápida também já são uma realidade. Um dos pioneiros no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho.

    Especializações em centros de referência em cirurgia ortopédica do mundo, entre eles: Presbyterian Hospital Plano (Texas, Estados Unidos, 2004), Hospital Jan Palfij (Gent, Bélgica, 2006), Clinic Dr. Decker (Munique, Alemanha, 2006), The Steadman Clinic (Vail, Estados Unidos, 2009), South West London Orthopaedic Center (Inglaterra, 2013), Le Centre Médico Chirurgical Paris V (Paris, França, 2015).

    Para mais informações:drmarcoaurelio.com.br

    Instagram:@drmarcoaurelio.ortopedia

    Linkedin:marco-aurelio-silverio-neves

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  • Dia Mundial de Combate à LER/DORT

    Dia Mundial de Combate à LER/DORT

    Dia Mundial de Combate à LER/DORT. Foto: Divulgação
    Dia Mundial de Combate à LER/DORT. Foto: Divulgação

    Em 28 de fevereiro, é celebrado o Dia Mundial de Combate às Lesões por Esforço Repetitivo ou Distúrbios Osteomusculares (LER/DORT). A data foi instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o intuito de alertar a população e chamar a atenção das autoridades a respeito da importância de adotar cuidados e medidas preventivas contra lesões associadas à repetição de movimentos.

    As Lesões por Esforços Repetitivos (LER) ou Distúrbios Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORT) são agravos que afetam, em geral, os membros superiores (dedos, mãos, punhos, antebraços, braços, ombro) relacionados às exigências das tarefas, ambientes físicos e, muitas vezes, relacionadas reflexos da pressão no volume de demandas do trabalho.

    Sintomas como dor nos membros superiores e nos dedos, dificuldade para movimentação, formigamento, fadiga muscular e inflamação precisam de atenção, alertaDr. Marco Aurélio Silvério Neves, ortopedista e traumatologista especializado em cirurgia de quadril e joelho. As lesões por esforços repetitivos (LER) e os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (Dort) são as doenças que mais afetam os trabalhadores brasileiros, segundo estudo do Ministério da Saúde (MS). Assim, gerando sofrimento e incapacidade funcional para desempenhar suas funções no trabalho, e as mulheres são estatisticamente mais afetadas.

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    Causas de LER/DORT

    O Dr. Marco Aurélio destaca que as principais causas para o desenvolvimento de LER/DORT são as atividades com repetitividade, esforços excessivos, contrações estáticas, posturas incorretas, compressão contra superfícies rígidas ou pontiagudas, vibração excessiva, frio excessivo e ruído elevado, entre outras. “Além disso, podem trazer desconforto, dificuldade de movimentar o membro inflamado, fadiga, dor, formigamento, sensação de peso no membro afetado. Em alguns casos, pode haver inchaços, alteração na coloração da pele e/ou na temperatura do membro afetado e limitação dos movimentos”.

    “Busque sempre ajuda de um médico de confiança e passe o máximo de informações sobre seus sintomas. Afinal, apenas o especialista poderá fazer um diagnóstico correto com uma investigação clínica e indicar o tratamento mais adequado. Aliás, há casos que precisam de uma avaliação multidisciplinar.”

    O ortopedista ainda explica que o tratamento é de indivíduo para indivíduo. Aliás, pode ser necessário o uso de medicamentos e o repouso das estruturas acometidas. “Em alguns casos, sessões de fisioterapia e intervenção cirúrgica são recursos terapêuticos a serem considerados dependendo da gravidade da lesão”, diz o médico.

    Como sugestões de medidas preventivas, o Dr. Marco Aurélio indica avaliar e realizar mudanças nos equipamentos e mobiliários para uma postura mais correta durante atividades de trabalho. Assim como aquecimento e alongamento para um melhor condicionamento musculoesquelético. Além disso, alternar atividades de trabalho pode ser uma boa estratégia para não ficar tanto tempo em uma mesma ação. Ademais, reduzir o esforço manual e repetitivo.

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    Sobre Dr. Marco Aurélio S. Neves

    Dr Marco Aurélio S. Neves, ortopedista e traumatologista, especializado em próteses de quadril e joelho.

    Pioneiro no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho. Conta com especialização em Ortopedia e Traumatologia (2001) e em Cirurgia do Quadril e do Joelho (2002 e 2003), pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC – FMUSP).

    O grande diferencial do médico são as bases tecnológicas aplicadas na prótese de joelho, o uso de guias customizadas feitas sob medida para cada paciente, por meio de impressão 3D, aumenta a precisão da cirurgia, otimizando os resultados. E na cirurgia de prótese de quadril, pioneiro na utilização da via anterior é a única que possibilita o método verdadeiramente não invasivo (AMIS), preservando músculos e tendões.

    A realidade aumentada e a robótica para diminuir a agressão da cirurgia e permitir uma recuperação mais rápida também já são uma realidade. Um dos pioneiros no Brasil em técnicas avançadas para realização de cirurgias de prótese de quadril e de joelho.

    Especializações em centros de referência em cirurgia ortopédica do mundo, entre eles: Presbyterian Hospital Plano (Texas, Estados Unidos, 2004), Hospital Jan Palfij (Gent, Bélgica, 2006), Clinic Dr. Decker (Munique, Alemanha, 2006), The Steadman Clinic (Vail, Estados Unidos, 2009), South West London Orthopaedic Center (Inglaterra, 2013), Le Centre Médico Chirurgical Paris V (Paris, França, 2015).

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  • Planos de saúde eliminam possibilidade de exames básicos

    Planos de saúde eliminam possibilidade de exames básicos

    Planos de saúde passam a eliminar possibilidade de exames básicos em clínicas da Bahia. Imagem: Divulgação
    Planos de saúde eliminam possibilidade de exames básicos em clínicas da Bahia. Imagem: Divulgação

    Planos de saúde eliminam possibilidade de exames básicos em clínicas da Bahia; São Paulo e Rio de Janeiro enfrentam mesmo movimento de planos do Bradesco, SulAmérica, Amil e outros

    Pacientes de Salvador estão relatando que, com o pós-pandemia, grandes planos de saúde nacionais, como Bradesco, SulAmérica e Amil, têm passado por uma transformação significativa no modo como lidam com exames médicos. Aliás, apesar das reclamações apresentadas, a popularidade dos planos de saúde mantém-se elevada no Brasil, e na Bahia, em particular. No ano de 2023, o estado registrou uma adesão expressiva, contabilizando aproximadamente 1.683.159 beneficiários.

    “A dinâmica de pagar mais e usar menos que predominava no período anterior ao Covid-19 foi abalada em 2022 e 2023, quando os indivíduos voltaram a procurar exames de rotina ou acompanhamentos mais constantes para lidar com as consequências pandêmicas”, explica a especialista Karina Santos, que intermedia fechamentos com os planos. “Essa mudança parece estar penalizando as clínicas, particularmente na Bahia, onde diversas estão sendo descredenciadas para a realização de exames”, conclui a profissional.

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    Plano de saúde barrando exames

    Riviane Rosales, 47 anos, tentou o exame de ultrassonografia em uma clínica baiana que preferiu não se pronunciar, e teve a solicitação barrada pelo plano de saúde. “Foram cortados exames de ultrassonografia, checagens vasculares e outros processos que são tão básicos para diagnósticos eficientes. Um absurdo”, desabafa. A paciente relata, ainda, que quando tenta ligar para fazer a queixa, enfrenta burocracias. “Eles jogam de uma pessoa para outra na ligação, e o paciente acaba desistindo”, exclama.

    Ademais, a situação se assemelha em São Paulo e no Rio de Janeiro. Segundo informações da Agência Nacional de Saúde Suplementar, responsável pela fiscalização dos planos de saúde, os registros de reclamações apresentaram um aumento significativo nos últimos anos. Então, em 2020, foram documentadas mais de 12 mil queixas, número que cresceu para quase 16 mil em 2021 e ultrapassou os 25 mil em 2022. Assim, a tendência de elevação persistiu em 2023, alcançando mais de 13 mil reclamações até o mês de maio.

    O desmarque frequente de exames no sistema de saúde tem gerado críticas de pacientes, que enfrentam dificuldades para reagendar e falta de suporte adequado. Dessa forma, a soteropolitana Reidma Lima expressou sua indignação, afirmando: “É inaceitável a forma como estamos sendo tratados. Marcamos nossos exames com antecedência, e eles são desmarcados sem aviso prévio. Quando tentamos buscar ajuda, a resposta é evasiva e pouco esclarecedora. Estamos lidando com nossa saúde aqui, e merecemos mais respeito e consideração”.

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    Valores exorbitantes e cortes de supetão na capital

    O impacto diário é sentido não apenas pelos pacientes, mas também pelas clínicas que investiram em atualizações com novos equipamentos. “A clínica na qual vou está cheia de novos aparelhos, sempre se atualizando, e não vai poder utilizá-los. Estão vendo exames essenciais serem cortados dos procedimentos cobertos pelos planos. O mais triste é que médicos estão saindo dessas clínicas por conta disso e isso afeta a saúde dos brasileiros”, exclama Eduarda Figueiredo, 79 anos, uma das baianas afetadas pela mudança nas políticas dos planos.

    Eduarda conta que faria o tem o plano do Bradesco desde 1995, e está pagando um plano individual de R$ 4.744,00, conseguindo arcar com o valor apenas por conta da aposentadoria. “Parece que a cada ano, as despesas só aumentam, e está difícil manter esse compromisso. Isso é extremamente frustrante e desapontador. Estou pagando por anos, confiando na segurança do meu plano, e de repente, me vejo sem essa cobertura essencial”, exibe Eduarda.

    Aliás, as queixas de clientes de planos de saúde por descredenciamento de médicos, laboratórios e clínicas envolvem desde tratamentos de câncer até exames de sangue. “Além dos problemas físicos, precisamos lidar com a instabilidade nos agendamentos e isso afeta minha rotina diária. A preocupação constante com os cancelamentos mexe com minha cabeça, e isso não é nada fácil. Assim, a organização da vida fica comprometida, e o peso emocional é enorme. Sem falar que a interrupção dos cuidados médicos regulares pode trazer complicações adicionais, aumentando os riscos”, finaliza Riviane.

    Autora do Texto: Rita Margareth – Farmacêutica e cliente Plano Sul América.

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