Tag: saúde

  • Compra de vacinas pelo Estado e empresas é aprovado na ALESP

    Texto sobre compra de vacinas pelo Estado de São Paulo e empresas privadas também regulamenta uso do soro anti-Covid e empréstimos públicos, e agora segue para sanção do Executivo

    A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou, no início da tarde desta quarta-feira (7/4), o Projeto de Lei 108/2021, que autoriza a compra de vacinas contra a Covid-19 pelo governo estadual e o setor privado, desde que devidamente aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou autoridades sanitárias estrangeiras.

    De acordo com o texto substitutivo, a aquisição pelo Estado e pelo setor privado só poderá ser feita seguindo as leis federais e se não houver prejuízo aos demais entes da federação (União e Estados). O governo estadual também fica autorizado a abrir crédito adicional especial para a compra. Já o setor privado também poderá distribuir e aplicar as vacinas.

    O projeto também possibilita a utilização do “soro anti-Covid”, produzido pelo Instituto Butantan. Pela regra, a administração deverá ser feita apenas em ambiente hospitalar, com os resultados registrados detalhadamente no prontuário do paciente, e pelo menos um hospital de referência no tratamento do vírus deverá ser destacado para sistematizar os resultados da aplicação.

    Já a existência de registro no Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados de Órgãos e Entidades Estaduais (Cadin Estadual) não poderá ser considerado um impeditivo para a concessão ou renegociação de linhas de crédito da Agência de Fomento do Estado de São Paulo (Desenvolve SP) e do Banco do Povo Paulista, desde que a inclusão tenha se dado a partir do dia 20 de março de 2020 e válida até 31 de dezembro de 2022.

    O texto segue agora para sanção ou veto, total ou parcial, do governador João Doria. O presidente da Alesp, deputado Carlão Pignatari, afirmou estar satisfeito com a aprovação do projeto. “Agora vou designar um relator para até sexta enviar [o texto] para o Palácio dos Bandeirantes, para que possa ser sancionado ou não pelo governador”, disse, ressaltando a ajuda ao microempresário com a medida econômica também prevista no projeto.

    Debate

    A discussão do projeto foi iniciada na terça-feira (6/4) e retomada nesta quarta, pela manhã, em sessão virtual. O item de maior divergência entre os parlamentares foi a aprovação de compra pelo setor privado. O projeto original não previa essa possibilidade. Porém, o substitutivo foi aprovado nas comissões e levado para votação no Plenário.

    A deputada Márcia Lia (PT) discordou da autorização de compra por parte da iniciativa privada, e pregou a importância da vacinação ser feita exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Temos de vacinar toda população brasileira, mas temos que vacinar com dinheiro público todas as pessoas, independentemente de sua condição social. Todos tem que ter direito à vacina, se não teremos o camarote da vacina, pessoas ricas que têm condições de pagar por vacina. Vai ser o genocídio dos pobres, dos pretos, dos periféricos”, disse.

    O deputado Dirceu Dalben (PL) exaltou o papel realizado pelo SUS, mas defendeu a compra de vacinas por empresas privadas. “Nenhum país no mundo tem a estrutura que o Sistema de Saúde do Brasil tem, mas precisamos da matéria-prima, precisamos nos esforçar para trazê-la. Se a iniciativa privada puder ajudar e comprar a vacina, ela vai desafogar o SUS, e independente de cor, classe social, a pessoa será vacinada”, afirmou.

    Participaram da votação do item divergente 75 parlamentares, sendo 53 com voto sim (compra de vacinas pelo setor privado) e 21 pelo não, com uma abstenção. No seu voto sim, o deputado Vinicius Camarinha (PSB) defendeu a iniciativa. “Por mais vacinas, eu voto sim”, afirmou, durante a sessão virtual, acompanhado de outros parlamentares.

    Já o deputado José Américo (PT) afirmou que “o camarote de vacinação, não resolverá coisa nenhuma, só criará privilégio para a família de alguns ricos”. O parlamentar ressaltou ainda que crê que “empresários sérios vão comprar vacinas e procurar ajudar, mas isso não vai significar uma imunização em massa”. “Temos de tomar cuidado nesse aspecto”, disse.

    A deputada Marina Helou (Rede) foi outra parlamentar a discordar da possibilidade de vacinação por parte de empresas. “Cada vacina comprada pelo setor privado deixa de ir para alguém que precisaria no sistema de saúde, pela simples questão de demanda e oferta. Existem menos vacinas disponíveis no mundo que a demanda, é importante que a gente fortaleça o plano de vacinação pública.”

    Até as 12h45 desta quarta-feira, segundo dados do governo do Estado de São Paulo, tinham sido aplicadas 7.025.214 doses de vacinas na população paulista. Ainda de acordo com os dados, o Estado registrava 2.554.841 casos da Covid-19, com 78.554 mortos. Em todo o Brasil, eram 13.100.580 casos da doença, totalizando 336.947 óbitos.

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    Compra de vacinas pelo Estado e empresas é aprovado na ALESP
    Foto: Carol Jacob

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  • ONA lança livro gratuito “Jornada da Acreditação”

    E-book Jornada da Acreditação está dividido em 11 capítulos e conta com a contribuição de diversos autores. O conteúdo é um guia para organizações de saúde que buscam iniciar ou aperfeiçoar seus processos ligados à promoção da segurança do paciente.

    A Organização Nacional de Acreditação (ONA) lança o livro “Jornada da Acreditação”, disponível em formato digital e gratuito. Para contribuir com a obra, foram convidados especialistas brasileiros de diferentes áreas.

    “No mês de abril, em que comemoramos o Dia Mundial da Saúde e o aniversário do Programa Nacional de Segurança do Paciente, este é um presente para todos os profissionais e colegas que queiram iniciar, aprimorar ou continuar no processo de acreditação”, afirma Gilvane Lolato, gerente de Educação da ONA.

    A publicação faz parte da campanha “A ONA acredita na sua saúde”, lançada no dia 5 de abril, na mesma semana em que é celebrado o Dia Mundial da Saúde, e que segue até o dia 17 de setembro, Dia Mundial da Segurança do Paciente. O objetivo é compartilhar mais informações sobre os padrões de Qualidade e Segurança do Paciente com todos os públicos – pacientes e familiares, cuidadores e profissionais de saúde.

    Entre as ações da campanha, também estão previstos outros conteúdos educativos, como vídeos, cursos gratuitos, webinars e posts para sensibilização nas redes sociais. Os materiais serão disponibilizados ao longo dos próximos meses no portal e nas redes sociais da ONA.

    Capítulos do livro
    Capítulo 1 – Sistema Brasileiro de Acreditação (SBA)
    Capítulo 2 – Gestão de qualidade
    Capítulo 3 – Gestão e avaliação dos processos
    Capítulo 4 – Gestão de resultados dos processos
    Capítulo 5 – Gestão de riscos em saúde
    Capítulo 6 – Núcleo de Segurança do Paciente e fluxo de notificação
    Capítulo 7 – Ferramentas de gestão da qualidade
    Capítulo 8 – Como ser um líder propulsor da cultura de segurança do paciente
    Capítulo 9 – Melhoria contínua de processos
    Capítulo 10 – O papel da liderança na gestão estratégica de pessoas, pilar de sustentação da Acreditação Hospitalar
    Capítulo 11 – Comunicação como ferramenta para a qualidade de segurança do paciente

    Informações técnicas
    Ano: 2021
    Número de Págs.:  178
    Formato: Digital  
    Distribuição: Gratuita

    Autores
    Adriana V. Torres de A. Fernandes, farmacêutica e especialista em Farmácia Clinica.
    Aline Bevidqua, enfermeira e MBA em Gestão de Saúde, Auditora e Acreditação Hospitalar.
    Ana Paula Gonçalves Stutzel, especialista em Ciência da Melhoria e MBA Gestão em Saúde.
    Andréa Prestes, formada em administração e mestranda em Gestão de Saúde, MBA em Gestão Hospitalar e especialista em Qualidade nos Serviços de Saúde.
    Audrey Rippel, mestre Qualidade e Segurança do Paciente, MBA executivo em Saúde, especialista em Administração Hospitalar e graduada em enfermagem.
    Camila Deister, enfermeira, especialista em Cardiologia.
    Cassia Monfredini, formada em administração, tecnóloga em Gestão e Qualidade e em Gestão da Informação.
    Daniela Siccardi Menezes, Ginecologista Obstétrica, mestre em Saúde Pública e doutora de Ciências Medicas. 
    Fabiana Rigolo, enfermeira, pós-graduada em Qualidade em Saúde e Segurança do Paciente.
    Fabrízio Rosso, administrador, especialista em Didática do Ensino Superior, Dinâmica Organizacional, Liderança e Motivação, mestre em RH.
    Gilvane Lolato, administradora, MBA Gestão em Saúde e Controle de Infecção, especialista em Qualidade e Segurança do Paciente, mestranda em Gestão e Metodologias da Qualidade e Segurança da Atenção em Saúde.
    José Antônio Ferreira Cirino, comunicólogo, doutor em Comunicação e Sociabilidade, pós-graduado em Comunicação e Cultura, mestre em Comunicação, especialista em Gestão de Projetos.
    Péricles Góes da Cruz, médico, pós-graduado em Administração Hospitalar e em Gerência Hospitalar.
    Renata Michele Guimarães Pereira Macedo, enfermeira, especialista em Saúde Pública e Terapia Intensiva, MBA em cursos em escolas de negócios.
    Rubria Coutinho, mestre em Administração de Empresas, possui especializações em escola de negócios

    jornada da acreditação
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    Sobre a ONA

    A Organização Nacional de Acreditação (ONA – www.ona.org.br) é responsável pelo desenvolvimento e gestão dos padrões brasileiros de qualidade e segurança em saúde. Hoje mais de 80% das instituições acreditadas no Brasil adotam o padrão ONA. Além de referência nacional, os padrões ONA são reconhecidos no exterior. A ONA é membro da International Society for Quality in Health Care (ISQua), atuando ao lado de instituições que promovem a qualidade de saúde em diversos países do mundo.

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  • São Paulo é a 1º em ranking Nacional de consultas online

    Brasil é o 5º no ranking que busca informações de saúde pela internet, além de consultas online que virou o preferido em nível nacional durante a pandemia. Será que esse novo modelo de atendimento veio para ficar?

    O isolamento social mudou a rotina não só dentro de casa, mas também nas empresas de diversos setores. A procura por teleatendimentos na área da saúde tem feito as operadoras de planos de saúde, os consultórios e os médicos se adaptarem ao novo cenário.

    Segundo a pesquisa divulgada pelo instituto Ipso MORI, 86% dos brasileiros com acesso à internet utilizam a rede para buscar orientações sobre saúde, remédios e suas condições médicas. O percentual coloca o país no 5º lugar no ranking do estudo.

    Com adaptações para poder continuar realizando consultas, na pesquisa da Opinion Box, 37% das pessoas tiveram que fazer uma consulta ou atendimento médico durante a pandemia. Destes: 47% fizeram uma consulta de rotina, 35% precisaram continuar um tratamento que já estavam fazendo.

    Globalmente, o mercado de telemedicina movimentou $45,5 bilhões em 2020 e estima-se que esse número aumentará para $175,5 bilhões até 2026 segundo a fonte Emarketer. 

    Além disso, 43% das pessoas acreditam que, após a pandemia, a telemedicina será mais utilizada do que era antes. O cenário mudou. As pessoas trocaram os taxistas pelo uber, os hotéis pelo Airbnb, os restaurantes pelo Ifood e as consultas presenciais pela telemedicina. Os tratamentos não emergências, tiveram que se adequar a um modelo que mescla o mundo real e virtual. “Nós também tivemos que mudar a forma de trabalhar para acompanhar as necessidades do mercado e dos pacientes”. Finaliza Dr. Marra especialista em rinoplastia, ao comentar que atualmente atende cerca de 7 a 10 pacientes por dia.

    Em São Paulo a telemedicina é a atividade digital com o maior aumento de novos usuários. Metade das pessoas que mais usam a tecnologia, ou usaram pela primeira vez, dizem que pretendem continuar quando o surto terminar. Estima-se que 50% dos serviços de saúde serão conduzidos virtualmente até 2030.

    Consultórios:
    Av. Dr. Chucri Zaidan, 1550, 1914 – Vila Cordeuri – São Paulo
    Rua Doutor José Lourenço, 2710 – Fortaleza
    Rua Rio Grande do Norte, 726, Sala 603 – Minas Gerais

    São Paulo é a 1º em ranking Nacional de consultas online
    Doutor Thiago Marra. Foto: Divulgação

    Quem é Dr. Marra?

    Thiago Marra é doutor especialista em rinoplastia. Ele nasceu em Belo Horizonte e vem de uma família tradicionalmente de médicos. Formou-se no colégio Loyola, um dos mais conceituados de Belo Horizonte, e cursou medicina na FCMMG (Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais) – nota 5 no ENADE e uma das mais antigas e tradicionais faculdades de medicina do país. Em janeiro de 2012, ingressou no serviço de pós-graduação de cirurgia-geral pela Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte na equipe cirúrgica do dr. Nancran.

    Durante dois anos em tempo integral, dedicou-se dentro de um dos maiores hospitais públicos da América Latina, com mais de 1.000 leitos no SUS, a aprender tratar cirurgicamente dezenas de patologias como hérnia inguinal, hérnia umbilical, colecistectomia (retirada de vesícula), abdómen agudo, tumores intestinais, dentre outros. Após concorrer a disputada vaga em cirurgia plástica, com mais de 40 candidatos para duas vagas, ele foi aprovado no serviço no Hospital Universitário de Ciências Médicas. Foram três anos de muito aprendizado ao lado de mais de 14 preceptores, dentre eles mestres e doutores, e mais de 8.400 horas cumpridas.

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  • Concentradores de oxigênio serão doados por grandes empresas

    Concentradores de oxigênio serão utilizados para o tratamento de pacientes com Covid-19 em suas próprias localidades, evitando o deslocamento e sobrecarga de hospitais; a iniciativa atende a uma chamada pública da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia em apoio ao Ministério da Saúde, a logística dos itens ficará sob responsabilidade do SUS.

    Um grupo de 12 empresas se uniu em uma ação coletiva para viabilizar a doação de mais de 5.000 concentradores de oxigênio, que serão utilizados para o tratamento de pacientes com Covid-19 em suas próprias localidades, evitando deslocamentos para outras cidades e, consequentemente, a sobrecarga de hospitais. O concentrador de oxigênio é um equipamento que separa o oxigênio do ar e o fornece ao paciente em um fluxo direto e contínuo, contribuindo para a melhora de sua capacidade respiratória, uma das áreas mais afetadas pelas consequências da Covid-19.

    Participam desta iniciativa as seguintes empresas: Bradesco, BRF, B3, Embraer, Gerdau, Grupo Ultra, Itaú Unibanco, Magazine Luiza, Marfrig, Natura & Co, Suzano e Unipar. O Grupo atendeu a uma chamada pública feita pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, em apoio ao Ministério da Saúde, para a aquisição de concentradores de oxigênio. A Air Liquide Brasil, líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, fez a cotação geral para a importação dos equipamentos, ao custo total de R$ 35 milhões.

    O uso dos concentradores doados nesta ação terá papel fundamental no combate à pandemia e consequente desafogamento do sistema hospitalar. Considerando que o tempo médio de uso do aparelho por paciente pode variar entre uma ou duas semanas, a expectativa é de que os mais de 5 mil concentradores atendam, mensalmente, entre 10 mil e 20 mil pacientes.

    Cada concentrador substitui, em média, 21 cilindros de oxigênio. Juntos, os equipamentos doados suprirão o equivalente a uma produção mensal de 1.100.000 metros cúbicos do insumo, volume que demandaria mais de 108 mil cilindros por mês para ser armazenado. A quantidade de oxigênio fornecida por meio dos concentradores contribuirá ainda para evitar a sobrecarga na capacidade produtiva da indústria de gases.

    A praticidade no manuseio é outra característica de destaque no uso dos concentradores. Cada equipamento pesa aproximadamente 15 quilos e necessita apenas de energia elétrica para funcionar. Essas condições facilitam o transporte e uso, inclusive, nas regiões mais remotas do País. A durabilidade também é um diferencial destes equipamentos. Os concentradores doados têm uma vida útil estimada em sete anos.

    Os mais de 5 mil concentradores de oxigênio adquiridos nesta ação serão entregues ao Ministério da Saúde, a quem caberá a responsabilidade de fazer a logística de distribuição dos equipamentos. A expectativa é que os aparelhos sejam enviados aos seus locais de destino no decorrer do mês de abril.

    Com essa iniciativa coletiva, as empresas somam seus esforços no enfrentamento à pandemia de Covid-19, em um de seus momentos mais agudos no Brasil. As companhias participantes desta ação estão comprometidas com os esforços da sociedade para salvar vidas e com o apoio ao Poder Público, em suas diferentes esferas, nas ações de superação à crise sanitária.

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    Concentradores de oxigênio
    Concentradores de oxigênio. Foto: Divulgação/Internet

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  • Sono Quality investe em colchões que ajudam o sistema imunológico

    Manter o sistema imunológico forte e equilibrado ajuda prevenir diversas doenças e infecções; Confira como a Sono Quality investe em colchões e tecnologias.

    Fortalecer o sistema imunológico é crucial para quem pretende viver saudável e protegido de eventuais doenças e infecções. Em tempos de pandemia, então, é preciso redobrar os cuidados com a imunidade. Há 13 anos no mercado moveleiro, a Sono Quality Colchões mais uma vez sai a frente investindo em tecnologias para fortalecer ainda mais o sistema imunológico. 

    O sistema imunológico do nosso organismo é um conjunto de células, proteínas, tecidos e órgãos que nos defendem de agentes externos, como vírus e bactérias. Mas se ele não tiver uma manutenção adequada, a nossa imunidade fica baixa e qualquer chuva pode nos derrubar” conta o ultrassonografista Dr. Rogério Augusto Pinto da Silva, em conteúdo exclusivo para o site da “CEU Diagnósticos”, clínica de diagnósticos.

    Alguns hábitos diários, como, evitar o stress, balancear a alimentação, praticar exercícios físicos, beber muita água e cuidar do sono ajudam a fortalecer o sistema imunológico. No caso de pessoas acometidas de doenças autoimunes por exemplo, muitas vezes optar por doses de vitamina D, são essenciais para manter a imunidade em níveis desejáveis e elevados regularmente. Contra a pandemia do novo Corona Vírus, manter o sistema imunológico saudável e equilibrado é de extrema importância, apesar de não evitar a doença, explicam alguns especialistas.

    O sistema imunológico é um dos dois sistemas do corpo inteligentes. Quer dizer que ele recebe um sinal e nem sempre devolve uma contrapartida exatamente igual. Assim como o sistema nervoso central, o sistema inumológico também pensa. Ele recebe informações de vírus, bactérias, vermes de várias naturezas e reflete se aquilo é algo preocupante ou qual o tamanho da resposta que ele deve dar para isso. Frente a um período de epidemia, todo mundo está mais atento para as questões da imunidade, mas na verdade, com imunidade ruim não existe vida”, explica o especialista.

    Não tem como uma pessoa sobreviver com imunidade baixa ou ruim com a quantidade de agentes infecciosos que existem no dia a dia. No caso do Covid-19, por exemplo, a pessoa precisa ter uma boa imunidade para que possa combater esse agente externo. Em diversos casos é preciso manter o sistema imunológico sempre fortalecido“, explica o neurologista Guilherme Sciacia do Olival (CRM 135992). “Manter boa alimentação, especialmente com legumes, verduras e frutas; de um sono de qualidade; controle de stress e atividade física, são elementos que fortalecem o sistema imunológico – especialmente o inato – para poder combater as infecções”, completa.

    Para ajudar a fortalecer o sistema imunológico, a Sono Quality – maior empresa de colchões tecnológicos do Brasil – fabrica um colchão com partículas de íons negativos, que são átomos que eliminam os íons positivos do ar e que são maléficos para a saúde. Pesquisas provam que os íons negativos em um ambiente têm milhares de efeitos positivos sobre o sistema imunológico e o sistema nervoso. No organismo o colchão também auxilia a purificra o sangue, aliviar dores (inclusive com a vibroterapia), doenças (alérgicas e pulmonares), melhora o humor, promove sono profundo e bem-estar.

    Com infraestrutura de última geração, a Sono Quality desenvolve os melhores colchões tecnológicos do Brasil. As 13 tecnologias diferentes e exclusivas – aprovadas por médicos e especialistas – ajudam a prevenir e tratar diversos problemas de saúde, além de permitir noites de sono mais tranquilas, ajudando no descanso.

    Sono Quality: A maior empresa de colchões tecnológicos do Brasil 

    Foco, determinação, fé, são ingredientes que fazem dá Sono Quality a maior no segmento. Nenhuma empresa de colchões investe o que a empresa aplica à frente das publicidades e merchandisings. O principal diferencial da empresa é o marketing. “Hoje somos a empresa que mais investe em propaganda no Brasil, nenhuma empresa do segmento, estou falando de colchões em geral, investe o mesmo que nós“, afirma Ricardo Eloi. 

    Uma empresa que hoje possui 205 funcionários em regime CLT, mais 300 empregados de forma indireta. Um dos principais compromissos da empresa com os colaboradores é o investimento na capacitação profissional e a valorização pessoal de cada um. “Realizamos uma convenção nacional a cada quadrimestre. Todas as segundas-feiras realizamos treinamento operacional e às quintas-feiras treinamento para o pessoal de vendas e externo, inclusive representantes via vídeo conferência“. 

    Parafraseando o slogan da empresa: “Pensou colchão, é Sono Quality!”, temos que considerar a potência que a marca se tornou no mercado varejista, suas qualidades terapêuticas e massageadores hoje são mais de 08 funções terapêuticas e diversos níveis de massagem, além de sua tecnologia de ajuste dinâmico, proporcionando ao cliente uma noite perfeita de sono, os colchoes Sono Quality são 100% personalizados. Durante a trajetória de sucesso do produto, os colchões deixaram de ser objetos comerciais e se tornaram aliados na saúde e bem estar de milhares de brasileiros.  “Independentemente de raça, de onde veio, o Brasil é um país de oportunidades. Eu tive todas as oportunidades de ser e de ter nada em minha vida, mas concentrei meu foco e minha disciplina aonde eu queria chegar. Não importa de onde você vem, eu vim de um orfanato e hoje sou um empresário. Só depende de você mesmo, você escolhe ser vítima ou vencedor.”, finaliza Ricardo.

    www.sonoquality.com.br 

    Com informações da FB Imprensa

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    Sono Quality investe em colchões que ajudam a fortalecer o sistema imunológico
    Divulgação: Assessoria de Imprensa

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  • Dia Mundial do Câncer: Brasil registra 280 mil óbitos anuais

    Quase 10 milhões de pessoas morrem por ano no mundo por causa de diversos tipos de câncer. O Dia Mundial do Câncer, na data de hoje (4 de fevereiro), é para conscientizar sobre os cuidados e prevenções.

    No Brasil, essa estatística já alcançou um patamar de mais de 280 mil óbitos anuais. Mas, apesar de ser uma doença multifatorial, em que várias causas se juntam, permitindo que ela apareça, o câncer não é impossível de ser prevenido.

    E essa é a mensagem que as instituições de pesquisa e tratamento da doença querem transmitir neste 4 de fevereiro, Dia Mundial do Câncer. A chefe da coordenação de prevenção e vigilância do Inca, o Instituto Nacional de Câncer, Liz Almeida, afirma que sete hábitos do dia a dia estão relacionados a diversos tipos da doença, e que mudá-los poderia evitar até um terço das mortes.

    E é de olho nesses fatores, que a Fundação Nacional do Câncer lançou a campanha ’21 ações para 2021’, ano em que se estima que 625 mil novos casos da doença serão registrados no país. E o diretor-executivo da Fundação, Luiz Augusto Maltoni, alerta para os impactos da pandemia e do isolamento social nessa construção de bons hábitos.

    Trancadas em casa e ansiosas, muitas pessoas aumentaram o consumo de cigarros e álcool, negligenciaram a alimentação e os exercícios físicos e adiaram a realização de exames periódicos. Agora é preciso reverter os primeiros, para prevenir o início de um câncer. Já o rastreio periódico, como explica o doutor Maltoni, é importantíssimo, especialmente para quem tem casos de câncer na família. Porque, se a doença ocorrer, será identificada e tratada precocemente, o que aumenta muito as chances de cura.

    E essa recomendação foi seguida a risca pela aposentada Ana Célia Nogueira Pinto, que descobriu um câncer de mama no início do ano passado e precisou passar por uma cirurgia em plena pandemia. Posteriormente, ela também precisou fazer sessões de radioterapia, enquanto lidava com um diagnóstico positivo para covid-19.

    Hoje, Ana Célia comemora a cura do câncer e da covid e acredita que, para ambos os casos o diagnóstico precoce tenha feito diferença. Ela também considera que os hábitos de fazer exercício regularmente e manter uma alimentação saudável tenham ajudado. Quem quiser entrar nessa corrente, pode procurar informações na página da Fundação do Câncer: www.cancer.org.br.

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    Dia Mundial do Câncer: Brasil registra 280 mil óbitos anuais
  • Relacionamento abusivo: saiba identificar os sinais

    Manifestações exageradas de amor … mas que vêm acompanhadas de ciúme, cobranças, controle, brigas e humilhações. É relacionamento abusivo.

    Esses são alguns dos sinais do relacionamento abusivo e que, muitas vezes, deixam de ser percebidos.

    O ciúme vem disfarçados de preocupação e outro recurso utilizado pelo agressor ou agressora é a manipulação, que pode acontecer de diversas formas.

    A violência física nem sempre está presente, o que torna o abuso ainda mais difícil de ser identificado.  

    Eu sou a Sig Eikmeier e no Saúde e Bem Estar de hoje, a psicóloga Vanessa Gebrin alerta sobre os sinais do relacionamento abusivo.

    As mulheres são as principais vítimas e isso está relacionado com questões culturais, afirma a especialista.

    Ela explica por que algumas pessoas levam tempo demais para reagir aos abusos:

    A especialista alerta para alguns dos abusos e lembra que há um limite para perdoar e dar uma nova chance:

    A psicóloga Vanessa Gebrin dá algumas recomendações para mudar ou sair do relacionamento abusivo:

    Pessoas envolvidas em um relacionamento tóxico podem sentir que não são boas o suficiente para reconstruir suas vidas ou até que não têm forças para isso.

    Conversar com alguém de confiança e se possível fazer terapia comportamental ajuda a recuperar a autoestima e a buscar um novo caminho. 

    Com informações de Rádio2.

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    Relacionamento abusivo: saiba identificar os sinais
  • Pesquisadores estudam efeitos da Covid-19 em pacientes curados

    Passados 10 meses da declaração da Organização Mundial de Saúde (OMS) de que o planeta vive uma pandemia do novo coronavírus, estudiosos ainda tentam compreender os efeitos da doença no corpo humano. Um estudo chinês publicado na revista científica Lancet mostrou que 76% de um total de 1.655 pacientes que contraíram a doença, e que foram internados, apresentaram sintomas e sequelas da enfermidade seis meses após a alta hospitalar. 

    Para a elaboração do estudo, os pesquisadores aplicaram um questionário a pessoas curadas da Covid-19, com idade entre 47 e 65 anos, para avaliar a qualidade de vida e os sintomas. Além disso, também foram realizados testes físicos. Fadiga ou fraqueza muscular foram os sintomas mais relatados (63%), seguido por sintomas de ansiedade e depressão (23%). 

    Os pesquisadores afirmam também que a redução de anticorpos em pacientes com infecção aguda pela Covid-19 acende o sinal de alerta para uma reinfecção da doença.

    A técnica de enfermagem Vania Lucia da Silva, 55 anos, moradora da região administrativa de Ceilândia, no Distrito Federal, precisou ficar internada e foi entubada após ser diagnosticada com a Covid-19. Após receber alta, ela conta que perdeu 14 kg e, até hoje, sente reflexos da doença em seu dia a dia. 

    “Quando eu saí do hospital, eu fiquei duas semanas no oxigênio e precisei fazer fisioterapia pulmonar por quase dois meses. A minha força muscular e minha resistência física também diminuíram.”

    Neste ano, a Secretaria de Saúde de Goiás deu início ao programa Reabilita Goiás, que tem o objetivo de qualificar as equipes de Atenção Primária e fortalecer a assistência integral à saúde a pessoas infectadas pelo coronavírus que ainda apresentam sequelas ou limitações resultantes da doença. A iniciativa está sendo aplicada apenas no município de Inhumas, mas a pasta afirma que pretende expandi-la em outras localidades.

    O tratamento terá duração de oito semanas e a reabilitação será feita três vezes por semana, sendo um dia de forma presencial e dois dias de forma remota. Essa divisão visa submeter o paciente a exercícios físicos e, assim, aumentar a intensidade deles aos poucos. 

    Hemerson Luz, médico especialista em Infectologia, explica que diversas pessoas que tiveram casos graves da Covid-19 apresentam complicações no pulmão, o que dificulta a realização até mesmo de tarefas cotidianas simples. 

    “Esses pacientes geralmente têm uma perda importante de capacidade pulmonar e podem ter cansaço constante e falta de ar em atividades que antes eles conseguiam fazer. A fisioterapia respiratória precoce é uma forma de tratar esse problema”, diz. 

    Pesquisadores estudam efeitos da Covid-19 em pacientes curados

    Investigação

    Por se tratar de uma doença nova, médicos e pesquisadores de todo o planeta ainda investigam os efeitos a médio e longo prazo da Covid-19 em pacientes curados. Também há relatos de pessoas que, mesmo curadas, tiveram sequelas no cérebro, coração, rins, e no sistema vascular. 

    “Pesquisadores estudam efeitos da Covid-19 em pacientes curados”, com informações de Brasil 61

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  • Lewandowski quer saber se país tem seringas e agulhas suficientes

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski deu prazo de cinco dias para o Ministério da Saúde informar se tem seringas e agulhas suficientes para iniciar a campanha de vacinação contra a covid-19.

    Lewandowski atendeu a um pedido do partido Rede Sustentabilidade e solicitou que o ministério comprove o estoque de seringas e agulhas para vacinar, ao menos, os quatro grupos considerados prioritários no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação, apresentado em dezembro pelo governo federal. O plano estima que esses grupos somam cerca de 20 milhões de pessoas.

    A decisão de Lewandowski foi divulgada após um pronunciamento do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no qual ele garantiu que já tem seringas e agulhas suficientes para começar a vacinação.

    Em dezembro, uma licitação do Ministério da Saúde para comprar 331 milhões de seringas e agulhas só conseguiu cerca de 7 milhões. As empresas que fabricam esses insumos consideraram os preços fixados pelo ministério baixos demais. A Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça, abriu uma investigação para saber se o aumento de preços de agulhas e seringas fere os direitos da população.

    A Câmara de Comércio Exterior, do Ministério da Economia, proibiu a exportação desses equipamentos a partir do dia 1º de janeiro para evitar o desabastecimento. E, em comum acordo com os fabricantes, o Ministério da Saúde fez, esta semana, a requisição administrativa dos estoques de seringas e agulhas. Isso permite que o governo se aproprie temporariamente de bens privados.

    “Lewandowski quer saber se país tem seringas e agulhas suficientes” em parceria com Agência Brasil

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    Lewandowski quer saber se país tem seringas e agulhas suficientes
  • 354 milhões de doses de vacina estão garantidas

    Em pronunciamento na noite desta quarta-feira (6), o ministro da Saúde, Eduardo Pazzuello, disse já definiu como será feita a compra de insumos e a logística para o inicio da vacinação contra o novo coronavírus. Incluindo 354 milhões de doses para campanha de imunização.

    As regras estão na Medida Provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada no Diário Oficial da União de hoje.

    O ministro da Saúde disse ainda que a pasta está preparada para executar o Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19, e justificou a demora do Brasil em fechar negócio com a Pfizer, que já disponibilizou sua vacina para vários países.

    Sem citar uma data para o início da imunização no Brasil, Pazzuello disse que estados e municípios têm a quantidade suficiente de seringas – cerca de 60 milhões – e que mais 38 milhões devem ser adquiridas até fevereiro.

    O ministro afirma que o Brasil tem hoje 354 milhões de doses de vacinas asseguradas para 2021: 254 milhões pela Fiocruz em parceria com a AztraZeneca, além de 100 milhões de doses pelo Instituto Butantan, em parceria com a Sinovac. Ele destacou ainda que o governo federal está em negociação com os laboratórios Gamaleya, da Rússia; Janssen, Pfizer e Moderna, dos Estados Unidos; e Bharat Biotech, da Índia.

    “354 milhões de doses de vacina estão garantidas” é com informações de Agência Brasil

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    354 milhões de doses
    O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, concede entrevista coletiva após anúncio do Plano Nacional de Operalização de Vacinação contra a Covid-19. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
  • Nova variante do coronavírus encontrado em São Paulo

    A nova variante do coronavírus, detectada na Inglaterra e em diversos países da Europa, é chamada B117 e foi identificada no Brasil nesta quinta-feira (31). A descoberta foi feita pelo laboratório DASA e a empresa já comunicou a descoberta ao Instituto Adolfo Lutz e à Vigilância Sanitária.

    De acordo com os pesquisadores, o vírus da cepa B117 tem maior transmissibilidade mas ainda não há evidências de que ele possa ser mais letal. Essa nova cepa já está presente em mais de 50% dos novos casos de coronavírus no Reino Unido, de acordo com informações da Organização Mundial da Saúde.

    Essa nova variante é neutralizada pelas vacinas que já estão sendo produzidas, mas pode passar despercebida em alguns exames de detecção. Isso porque ele não possui uma proteína chamada de proteína S, presente no antigo coronavírus, e alguns testes são baseados apenas na procura dessa proteína S.

    O exame mais preciso RT-PCR detecta essa nova variante, sendo ainda o exame mais confiável para saber se a pessoa tem ou não o coronavírus.

    Dessa forma, as recomendações para evitar a disseminação do vírus continuam: manter distanciamento social, evitar aglomerações e utilizar sempre a máscara em espaços públicos. 

    Com informações da Agência Brasil

    Jornal Grande ABC

    Nova variante do coronavírus

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  • Pandemia em 2021 continua com cenário preocupante

    O ano mudou, mas o cenário da pandemia em 2021 continua preocupante. Em alguns estados, os dados de mortes por covid-19 e as taxas de ocupação de UTIs são críticos e deixam as autoridades em alerta.

    O Amazonas, que durante o ano de 2020 viu a população aguardar por vagas em cemitérios, está instalando câmaras frias em hospitais de Manaus para dar suporte no acondicionamento de corpos de pacientes que morreram por covid-19. O estado já ultrapassou 5 mil e 200 mortes. A taxa de ocupação de UTIs é de 88%.

    Outro estado com dados críticos é Mato Grosso do Sul. Apenas na macrorregião de Campo Grande, a ocupação global de leitos UTI do SUS é de 104%. O excedente representa pacientes em leitos ainda não habilitados pelo SUS, mantidos pelas secretarias municipais e estadual de saúde.

    Pandemia em 2021 no país

    Nas últimas 24 horas, o estado registrou mais de uma morte por hora e 310 pessoas estão em leitos de UTI no estado, que já contabiliza 2.329 óbitos pela doença.

    Na região Sul, em Santa Catarina, a taxa de ocupação de unidades de tratamento intensivo já ultrapassa 81%. No estado vizinho, Rio Grande do Sul, a taxa também é alta. Já está em 79,9%, segundo dados dessa quinta-feira.

    O Ministério da Saúde informou que, até o momento, já foram habilitados 17 mil 373 leitos de UTI Covid-19 para estados e municípios.

    Até essa quinta-feira (31), o Brasil registrou 7 milhões 675 mil 973 casos confirmados de covid-19; 194 mil 949 mortes pela doença, sendo 541 nos últimos três dias.

    Também foi confirmada a suspeita de dois casos de uma nova variante do novo coronavírus no estado de São Paulo. Segundo o Ministério da Saúde, o Instituto Adolfo Lutz está analisando duas amostras de vírus de casos com contato com o Reino Unido. E, em até 48 horas, fará o sequenciamento genético para identificação da linhagem.

    Informações com Agência Brasil

    Jornal Grande ABC

    Pandemia em 2021

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