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Jornal Grande ABC

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  • Senadores criam projetos para punir quem furar fila da vacina

    No Senado Federal, os senadores criam projetos para punir quem furar fila e que ajudem a manter o controle e a ordem no processo de vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Até o momento, pelo menos três propostas já foram apresentadas com o intuito de punir pessoas que furarem a fila para a imunização. Por enquanto, as penas sugeridas nos projetos variam de três meses a seis anos de prisão, além de multa.

    Um dos projetos de lei é de autoria do senador Plínio Valério (PSDB-AM). A matéria modifica o Código Penal Brasileiro para tipificar como crime a “burla à ordem de vacinação”. O texto determina prisão de três meses a um ano, mais multa. Segundo Plínio Valério, caso o agente seja autoridade ou servidor púbico, a pena pode chegar a um ano e meio.

    “Você entrar na frente daqueles que realmente precisam, usando a sua condição social, é uma vergonha. Por isso, também tem que se punir o agente público. A intenção é tipificar o delito ‘fura fila’ próximo ao da corrupção ativa, o qual cabe punição. É um projeto desnecessário, caso nós fossemos um País civilizado nesse aspecto”, pontua.

    Além disso, o parlamentar destaca a necessidade de uma rápida resposta do Congresso Nacional para coibir o que classifica como “comportamentos criminosos”. Plínio Valério afirma que, em quase todos os estados, há registro de políticos, empresários e até prefeitos e secretários burlando a ordem da vacinação para serem imunizados na frente das pessoas mais vulneráveis.

    Outro projeto em andamento é o da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB).  Além de alterar o Código Penal, a proposta modifica o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Pelos termos da matéria, a previsão é pena de um mês a um ano para quem furar a fila. A pena também se aplica para os que permitem, facilitam ou aplicam a vacina em pessoa que sabidamente não atende à ordem de vacinação estabelecida.

    Segundo Daniella Ribeiro, o infrator também deve restituir o valor do imunizante ao poder público e pagar multa de R$ 1,1 mil. O texto também determina que, quem burlar a fila de vacinação também fica proibido de ingressar em cargo, emprego ou função pública por dois anos.

    “O País sofre com a pandemia, famílias são devastadas e profissionais de saúde expõem suas vidas para tentar minimizar os impactos da doença. Não podemos conceber, assim, que pessoas fora dos grupos prioritários se valham de artifícios para serem beneficiadas pela imunização antes daqueles que mais necessitam”, disse a parlamentar.

    O terceiro projeto sob análise do Senado é de autoria de Randolfe Rodrigues (REDE-AM). O PL altera a Lei 13.979, de 2020. A proposta tipifica o crime de “fraude à ordem de preferência de imunização”. Neste caso, quem tentar antecipar a imunização própria ou de outra pessoa pode ter detenção de dois a seis anos, mais multa. Se o autor for servidor público, a pena pode chegar a dez anos de prisão.

    “Os casos de ‘fura-filas’ foram denunciados no Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rondônia, Pará e Paraíba. Entre os investigados, estão prefeitos, servidores públicos, familiares de funcionários da saúde, entre outras pessoas que não se enquadram nos critérios do Ministério da Saúde. Enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliares estão sendo coagidos a aplicar a dose da vacina CoronaVac em pessoas que não pertencem ao grupo prioritário”, afirma o congressista

    De acordo com o projeto, o novo crime deve vigorar até o dia 30 de junho de 2022 ou até que as campanhas nacional, estaduais e municipais de imunização contra o coronavírus tenham chegado ao fim.

    Desrespeito ao calendário

    A senadora Eliziane Gama (CIDADANIA-MA) também afirmou nesta semana que pretende apresentar mais um projeto relacionado ao tema. O texto estabelece como pena a detenção de três meses a um ano, mais multa.

    “Esses comportamentos devem ser prontamente repreendidos porque interferem no gerenciamento dos programas de imunização, e o projeto tipifica como crime a conduta de quem se vacina antecipadamente, burlando a ordem de vacinação estabelecida pelo poder público”, pontua a senadora.
     

    Em parceria com Brasil 61

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    Senadores criam projetos para punir quem furar fila da vacina
    Idosos são vacinados em estação de metrô em Brasília, durante o dia D da Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe de 2014 que começou na última terça-feira (22) vai até 9 de maio (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
  • MP Eleitoral pede ao TSE cassação do governador do Pará

    O MP (Ministério Público) Eleitoral no Pará enviou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) documento, no qual pede a cassação do governador do estado, Helder Barbalho, e do vice-governador, Lúcio Vale, por abuso de poder econômico e utilização indevida dos meios de comunicação social na campanha eleitoral de 2018, inclusive com a disseminação de fake news.

    O Ministério Público pede ainda as perdas dos direitos políticos por 8 anos do governador e do vice. Também de sócios, proprietários e dirigentes da RBA, Rede Brasil Amazônia de Comunicação entre os quais está o senador Jader Barbalho.

    Segundo o MP, houve privilégio à chapa de Helder Barbalho nos veículos da RBA, algumas concessões públicas, e também a divulgação apenas de notícias negativas sobre o candidato adversário, Márcio Miranda.

    A manifestação do MP Eleitoral ao TSE foi feita em recurso contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral que considerou improcedentes ações feitas pelo também candidato a governador Márcio Miranda e sua coligação.

    Nós tentamos contato com o governador Helder Barbalho e com a assessoria do senador Jader Barbalho, mas até o fechamento desta reportagem não obtivemos retorno.

    Com informações de Agência Brasil.

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    MP Eleitoral pede ao TSE cassação do governador do Pará
  • Relato de boliviana resgatada em situação degradante em SP

    Há 11 anos ocorria em São Paulo o primeiro resgate de trabalho escravo urbano no Brasil. Desde então, veio à luz uma prática que até então ficava às sombras: a exploração de mulheres em oficinas de costura. Confira o relato de boliviana resgatada em situação degradante, em São Paulo.

    De lá pra cá, o país vem acompanhado diversos casos dessas mulheres que em busca de um futuro melhor acabam sendo obrigadas a enfrentar um cotidiano de violações à dignidade humana.

    Só em São Paulo, do total de 430 trabalhadores resgatados, mais de 30% são mulheres. Entre elas, 93% são imigrantes. É o que aponta publicação produzida pelo programa educacional ”Escravo, nem pensar!”, ligado à ONG Repórter Brasil.

    A imigrante boliviana Carla Soares, de 38 anos, nome fictício, é uma das vítimas. Ela veio em busca de trabalho no Brasil. Mas, encontrou  jornadas exaustivas, maus tratos e uma rotina de assédio e ameaças.

    Carla ganhava 15 centavos por cada peça costurada, sem direito a alimentação ou mesmo podia deixar o local de trabalho. Grávida, ela ainda sofria violência doméstica do marido. No limite do suportável, e quase sem esperança, conseguiu pedir ajuda e fez a denúncia. Se libertou do trabalho escravo e também do companheiro abusivo.

    Na capital paulista diversas Ongs e Institutos dão apoio a essas mulheres. É o caso do Centro da Mulher Imigrante e Refugiada, que identifica as lideranças que moram na periferia da cidade e faz um trabalho de fortalecimento e empoderamento dessas imigrantes.

    Soledad Requena, Coordenadora de Migração e Gênero, diz que denunciar ainda é difícil e que é preciso coragem e apoio do poder público, que nem sempre chega.

    Ela acrescenta uma outra dificuldade: a cultural, onde a mulher imigrante não se percebe como trabalhadora escrava, barreira que tem que ser trabalhada.

    O trabalho escravo está diretamente relacionado à vulnerabilidade econômica e a prática do dialogo com tráfico de pessoas. Graziella Rocha é coordenadora de projetos da Asbrad, uma organização que atua há 20 anos na promoção e defesa dos direitos humanos em todo Brasil. Ela explica que essas pessoas são chamadas de ”escravos da necessidade”, mas não as únicas vítimas.

    Na avaliação da especialista Graziella Rocha, o acolhimento de mulheres nesta situação é uma lacuna em todo o Brasil. Segundo ela, há um déficit de abrigos e estrutura quando uma vítima é identificada e precisa de acompanhamento.

    De histórias de exploração ao recomeço. De acordo com Soledad Requena, mesmo que o empoderamento seja um processo lento, hoje as próprias imigrantes vão se apropriando do assunto e ajudam umas as outras. Soledad, que acompanha de perto a realidade dessas mulheres, observa que vem crescendo na periferia a formação de oficinas de costura familiar.

    E em casos como estes, todo recomeço vem ligado ao primeiro passo que é a denuncia. Carla Soares, a nossa personagem do inicio da matéria, hoje encoraja as conterrâneas e faz um apelo para que não se calem.

    Denúncia contra trabalho análogo à escravidão pode ser feita pelo Disque 100 ou no site mpt.mp.br ou presencialmente nas procuradorias da Secretaria Nacional do Trabalho do Ministério da Economia ou nas superintendências regionais. 

    Em parceria com Agência Brasil.

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    Relato de boliviana resgata em situação degradante em SP
    Foto da Operação Vetus. Fotos liberadas pela assessoria do Ministério da Justiça e Segurança Pública
  • Trabalho Escravo: 1,8 mil mulheres foram resgatadas em 15 anos

    A história da maranhese Gilza Arruda dos Santos se mistura com a de tantas outras mulheres, vítimas do trabalho escravo ou análogo à escravidão no Brasil. Aos 11 anos se viu trabalhando como babá e empregada doméstica para uma família com 3 crianças. Ela havia sido levado da casa dos seus pais com a promessa que teria uma vida melhor em outra cidade, longe de todos.

    A ajuda demorou, mas veio.

    Entre 2003 e 2018 foram resgatadas 1.889 mulheres em situação de trabalho escravo moderno.

    E assim como aconteceu com Gilza, a exploração em muitos casos começa na infância.

    Para Italvar Medina, procurador do Ministério Público do Trabalho, essa realidade está associada a persistência de uma racismo estrutural, em que uma mulher ou criança negra é tratada como se fosse uma pessoa de valor menor.

    Relatos de abusos invisíveis e que sequer entram nas estatísticas oficiais. É o que aponta uma publicação produzida pelo programa educacional ”Escravo, nem pensar!”, ligado à ONG Repórter Brasil.

    O levantamento revela que em 20 anos, apenas 5% das mais de 55 mil pessoas resgatadas no Brasil são mulheres. Número considerado baixo por especialistas e que podem não retratar a real situação do trabalho escravo no país.

    O pesquisador Thiago Casteli explica que um dos fatores da subnotificação é como os agentes do poder público percebem as trabalhadoras.

    Chamam atenção ainda casos como as atividades sexuais de mulheres em situação de trabalho escravo, que não são consideradas como trabalho.

    Em Cuiabá, por exemplo, 20 jovens foram encontradas sendo exploradas sexualmente, obrigadas a ficar à disposição 24 horas por dia. Ainda assim o relatório dos agentes não aponta um caso sequer, no registro da ocorrência, relacionado à categoria “profissionais do sexo” e consequentemente, nos cadastros do Seguro Desemprego naquele período.

    Gilza Arruda que depois de adulta voltou a ser vítima de trabalho escravo, hoje conta com o apoio do Centro de Defesa e dos Direitos Humanos de Açailândia, OnG especializada em resgatar e atender denúncias na região.

    Denúncia contra trabalho análogo à escravidão pode ser feita por meio do Disque 100 ou pelo site mpt.mp.br ou presencialmente nas procuradorias da Secretaria Nacional do Trabalho do Ministério da Economia ou nas superintendências regionais.

    Com informações de Agência Brasil.

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    Trabalho Escravo
  • Gastos de supermercado do governo somam quase R$ 2 bi em um ano

    Abastecimento da despensa de todos os órgãos do executivo federal somou, no ano passado, UM BILHÃO 800 MILHÕES REAIS em gastos de supermercado do governo.

    Um gasto mensal estimado em 150 MILHÕES.

    Na lista de compras, desde os tradicionais itens da cesta quase básica: arroz, feijão, carne, batata frita e salada; aos triviais para um lanchinho: biscoitos, massa de pastel, pão de queijo e geleia de mocotó.

    No carrinho extra, alguns itens digamos, para um jantar especial: vinho, pizza, refrigerante.

    E muitas guloseimas: bombom, chantilly, picolé, sagu, leite condensado e até chiclete.

    Os dados são do Painel de Compras atualizado pelo Ministério Economia, publicados pelo portal Metrópoles.

    Os gastos que mais chamam a atenção, por exemplo, são os quase DOIS MILHÕES 204 MIL para pagar goma de mascar.

    Pizza e refrigerante somaram mais de 32 MILHÕES; embutidos: 45 MILHÕES; bacon: SETE MILHÕES.

    Os cardápios foram incrementados com molhos shoyo, inglês e de pimenta, que levaram DOIS MILHÕES 203 MIL dos cofres públicos.

    Para amenizar o salgado valor da conta: leite condensado.

    Uma das preferências do café da manhã do presidente Bolsonaro, que custou, em 2020, a bagatela de 15 MILHÕES.

    Sem contar outros docinhos para afastar os desafetos: sorvete, frutas em calda ou cristalizadas e coberturas, que fizeram a caixa registradora tilintar: mais 123 MILHÕES.

    Os campeões do consumo foram os Ministérios da Defesa – 632 MILHÕES – e o da Educação – 60 MILHÕES.

    No caso da Defesa, a conta foi justificada pelo Ministério da Economia para alimentar tropas das forças armadas, com 370 mil pessoas.

    Em parceria com Rádio2.

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    Gastos de supermercado do governo
    Photo by Mehrad Vosoughi on Pexels.com

  • Gabaritos oficiais do ENEM 2020 já estão disponíveis

    Os gabaritos oficiais da prova objetiva do Exame Nacional do Ensino Médio 2020 (Enem) já estão disponíveis. Os interessados podem acessar os gabaritos das provas de matemática, ciências da natureza, ciências humanas e linguagens no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

    O Inep lembra que o resultado de cada prova ainda não foi divulgado, somente os gabaritos. A previsão para a divulgação dos resultados das provas objetivas e da redação é no dia 29 de março. Somente depois dessa divulgação os candidatos terão acesso à correção detalhada da prova de redação, apenas para fins pedagógicos. 

    O Enem 2020 foi aplicado nos dias 17 e 24 de janeiro deste ano. Segundo levantamento do Inep, cerca de 2,5 milhões de pessoas fizeram a prova, menos da metade dos que se inscreveram para o exame. Candidatos que apresentaram laudo por doença infectocontagiosa e que não puderam realizar a prova por problemas de logística farão o Enem nos dias 23 e 24 de fevereiro. A solicitação pode ser feita até o dia 29 de janeiro. 

    O Enem 2020 terá ainda uma versão digital, que será aplicada nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Mais informações em enem.inep.gov.br

    Em parceria com Brasil 61

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    Gabaritos oficiais do ENEM 2020
    Aplicativo de Celular ENEM 2019
  • Índice de Confiança do Consumidor cai em janeiro, segundo FGV

    O Índice de Confiança do Consumidor manteve, em janeiro, a trajetória de queda iniciada em outubro do ano passado. Em relação a dezembro a queda foi de 2,7 pontos e ficou com 75,8 pontos em uma escala de zero a 200 pontos. Foi o menor valor desde junho de 2020, quando atingiu 71,1 pontos, no início da fase de recuperação das perdas sofridas por causa da pandemia de covid-19.

    Os dados divulgados nesta terça-feira (26) pela Fundação Getúlio Vargas, mostram que este mês houve piora tanto na percepção dos consumidores em relação ao momento atual, quanto das expectativas para os próximos meses.

    Em relação às perspectivas sobre a situação financeira das famílias, após três meses de quedas consecutivas, o indicador acomodou em janeiro, ao variar apenas 0,2 ponto. Com perspectivas mais pessimistas, consumidores sinalizam também um menor ímpeto de compras, isto porque o indicador registrou em janeiro o menor patamar desde julho de 2020.

    A economista da FGV, Viviane Seda Bittencourt, explicou que a trajetória de queda da confiança do consumidor por quatro meses seguidos, reflete a preocupação com os rumos da situação econômica do país e com a intensidade da pandemia. As famílias continuam adiando o consumo.

    Em parceria com Agência Brasil.

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    Índice de Confiança do Consumidor
  • Prévia da inflação em janeiro fica em 0,78% em janeiro

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15, considerado a prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,78% em janeiro. A taxa é inferior à observada em dezembro de 2020, mas superior à registrada no primeiro mês do ano passado. Este também foi o maior resultado para o mês de janeiro desde 2016, quando o índice ficou em 0,92%.

    Os dados, divulgados nesta terça-feira pelo IBGE, indicam que, em 12 meses, o IPCA-15 acumula alta de 4,3%, acima do registrado nos 12 meses imediatamente anteriores.

    Os alimentos seguem pressionando a inflação no país. Embora a alta nos preços do grupo de alimentação e bebidas tenha desacelerado de 2% em dezembro para 1,53% em janeiro, este foi o principal impacto entre os nove grupos que compõem o IPCA-15.

    O indicador foi pressionado também pela energia elétrica. Em janeiro passou a vigorar a bandeira tarifária amarela, com acréscimo de 3,4% na conta de luz. A energia elétrica foi o item individual que mais impactou a prévia da inflação de janeiro. O segundo maior impacto veio do gás de botijão, que teve alta pelo oitavo mês consecutivo.

    Em parceria com Agência Brasil.

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    Prévia da inflação em janeiro
  • Número de divórcios no Brasil bate recorde em 2020

    O número de divórcios no Brasil teve um aumento recorde em 2020. Esse crescimento se dá exatamente no período da pandemia; quando, por um lado as pessoas ficaram mais tempo confinadas dentro de casa; e, do outro, para evitar aglomerações, os cartórios passaram a disponibilizar, a partir de julho de 2020, o serviço de divórcio extrajudicial por meio online.

    De acordo com dados do Colégio Notarial do Brasil, houve um aumento de 15% no número de divórcios de 2019 para 2020. Uma taxa bem maior que a média histórica de aumento de 2% a cada ano.

    Em números, foram mais de 43 mil divórcios extrajudiciais realizados no 2º semestre de 2020 contra mais de 38 mil divórcios em 2019

    Apesar da facilidade da tramitação online de um processo de divórcio, Andrey Guimarães, integrante do Colégio Notarial do Brasil, em São Paulo, considera que há vários fatores que envolvem a separação e que podem explicar esse aumento de divórcios na pandemia. Mas, lembra que o processo online é para casos em que há um comum acordo e explicou mais como funciona.

    A psicóloga e terapeuta de casais Dolores Peixoto Oliveira, pondera que o isolamento social na pandemia melhorou o relacionamento de casais que já tinham boa convivência, como também piorou relações entre casais que já tinham muitos conflitos.

    A plataforma de serviços digitais dos cartórios pode ser acessada por meio do www.e-notariado.com.br

    Em parceria com Agência Brasil.

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    Número de divórcios no Brasil bate recorde em 2020
  • Brasil negocia com Índia doses adicionais da vacina Astrazeneca

    A Fiocruz, do Brasil, negocia com o Instituto Serum, da Índia, doses adicionais da vacina da Astrazeneca. A medida é uma saída para minimizar o impacto do atraso da chegada do Ingrediente Farmacêutico Ativo, importado da China, insumo necessário para que a Fundação inicie a produção da vacina aqui no Brasil. 

    Segundo a Fiocruz, no acordo estabelecido com a AstraZeneca, está previsto o envio de 14 lotes de 7,5 milhões de doses, com intervalo de duas semanas entre cada remessa. Em janeiro, a instituição deveria ter recebido dois lotes.

    A Fiocruz informou que a primeira carga, para a produção de 7,5 milhões de doses, está pronta para embarque, no local de fabricação, apenas aguardando a emissão da licença de exportação e a conclusão dos procedimentos alfandegários na China, com previsão de envio no dia 8 de fevereiro.

    A instituição também informou que a AstraZeneca tem tomado todas as medidas possíveis para proceder com o embarque do IFA da China no menor prazo possível e conta com o apoio do Governo Brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Saúde. 

    De acordo com a Fiocruz, a negociação com o instituto indiano para a aquisição de doses prontas adicionais segue em andamento e ainda não há um quantitativo acertado. 

    Dois milhões de doses da vacina Astrazeneca prontas chegaram ao Brasil na sexta-feira (22) e foram entregues pela Fiocruz ao Ministério da Saúde no sábado (23). O imunizante já foi enviado aos estados para vacinação.

    Com informações de Agência Brasil.

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    O que é o IFA?

    É o IFA que dá a característica farmacológica à vacina. Em outras palavras, o IFA é o responsável por estimular o organismo a produzir os anticorpos que vão reagir se e quando o corpo for contaminado. Os outros componentes da fórmula são os excipientes: essenciais para que o imunizante atue como planejado até o fim do prazo de validade.

    Brasil negocia com Índia doses adicionais da vacina Astrazeneca
  • Arrecadação de 2020 mostra recuperação da economia, diz Guedes

    Nove dos 12 meses de 2020 sofreram impactos diretamente ligados à pandemia de Covid-19. O fechamento de atividades econômicas reduziu o faturamento das empresas e, consequentemente, a arrecadação. Contudo, arrecadação de 2020 mostra recuperação da economia, segundo o Ministro da Economia, Paulo Guedes.

    De acordo com o balanço divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Ministério da Economia, ao longo do ano passado o pagamento de impostos, contribuições e outros tributos somou R$1,479 trilhão. O valor é 6,91% abaixo da arrecadação de 2019, já descontada a inflação. Mesmo assim, ficou cerca de 1% acima do previsto pelas instituições financeiras.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, avaliou que o resultado foi melhor do que o esperado e se deveu, principalmente, às empresas de menor porte.

    A crise econômica provocada pela pandemia reduziu a arrecadação. Mas algumas medidas que o governo tomou para ajudar a população, empresas, estados e municípios também diminuíram a entrada de recursos ao longo de 2020. Uma delas foi o adiamento do recolhimento de R$ 85 bilhões em tributos.

    O governo também reduziu a incidência de tarifas sobre mercadorias e abriu mão de quase R$ 20 bilhões só com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), em operações de crédito. Por outro lado, o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre Lucro Líquido arrecadaram R$ 8 bilhões a mais que o esperado. Guedes afirmou que espera manter este ano o ritmo da recuperação financeira.

    Paulo Guedes também afirmou que a vacinação em massa contra a Covid-19 é decisiva nessa recuperação econômica.

    Ainda de acordo com o Ministério da Economia, ao longo do ano de 2020, a economia brasileira teve reduções de 5,32% na produção industrial, 1,07% na venda de bens e queda de 7,41% na venda de serviços.

    Com informações de Agência Brasil.

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    Arrecadação de 2020 mostra recuperação da economia, diz Guedes
  • Insumos para fabricar CoronaVac chegam nesta semana

    O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais nessa segunda-feira para informar que, de acordo com a Embaixada da China, o país asiático liberou para o Brasil o envio de 5,4 mil litros de IFA, Ingrediente Farmacêutico Ativo, necessários para a fabricação de aproximadamente 8,5 milhões de doses da CoronaVac, no Instituto Butantan. Insumos para fabricar CoronaVac chegam nesta semana.

    O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que o IFA chega ainda nesta semana.

    Para dar continuidade à produção de mais 27 milhões de doses da CoronaVac esperadas para esta primeira etapa da vacinação, o Butantan ainda depende de novos carregamentos de IFA.

    Sobre a matéria-prima para a vacina produzida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Fiocruz, Bolsonaro informou que o processo de liberação está acelerado. Na postagem, o presidente agradeceu a sensibilidade do governo chinês.

    Pouco depois, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, também se manifestou nas redes sociais. Disse que “a China está junto com o Brasil na luta contra a pandemia e continuará a ajudar o Brasil neste combate dentro do seu alcance”. E concluiu que “a união e a solidariedade são os caminhos corretos para vencer a pandemia”.

    Também nessa segunda-feira, a Anvisa fez uma nova reunião com a farmacêutica União Química, responsável no Brasil pela vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, da Rússia.

    A equipe técnica da Anvisa detalhou para a empresa quais informações devem ser apresentadas para a análise do pedido de estudos de fase 3 no Brasil. O principal ponto da reunião foram os dados técnicos que precisam constar no Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamentos. Todas as quatro vacinas em pesquisa no Brasil já passaram por essa etapa.

    Em resposta, a União Química indicou que deve começar o envio dos documentos para a Anvisa.

    A agência reguladora também tem feito reuniões com órgãos semelhantes. Nessa segunda, a equipe da Anvisa se reuniu com a Agência Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica da Argentina.

    Com informações de Agência Brasil.

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    Insumos para fabricar CoronaVac chegam nesta semana
    Foto: Pedro Gontijo/Imprensa MG
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