Banho da Esperança leva dignidade à pessoas em situação de rua

Empresas e cidadãos se unem para construir e doar trailes de banho a instituições que se dedicam a cuidar de pessoas em situação de rua. Confira sobre Banho da Esperança

Em 2020, em meio a pandemia, integrantes do Mitzvah Day Brasil aceitaram um desafio – arrecadar fundos para ajudar o projeto assistencial do padre Paulo Leandro da Silva, assessor da Pastoral do Povo de Rua em Guarulhos. O MItzvah Day é um projeto que existe há 11 anos em mais de 40 países e propõe que civis, independente da religião ou crença, ajudem sua comunidade da forma que puderem. Há três anos começou a ser realizado no Brasil.

O projeto Pastoral do Povo de Rua existe há 10 anos e promove ações diárias de doação de alimentos e, a cada dois meses, atendimentos de higiene pessoal como banhos, cabeleireiro, atendimento odontológico, etc, além de doação de roupas e afeto para pessoas em situação de rua. Até o momento, para realizar esta ação, o padre conta com a ajuda de um trailer emprestado.

Foi nesse contexto que surgiu a ONG Banho da Esperança visando captar recursos financeiros para construir e doar um trailer que permita ao padre Paulo executar seu projeto de forma contínua. Para isso, foram realizadas atividades como lives e vaquinhas online, além de contribuições e doações de artistas e da iniciativa pública e privada. Em abril deste ano, a parceria Banho da Esperança – Pastoral do Povo de Rua em Guarulhos comemora seu primeiro feito –  a doação de um trailer novinho com dois chuveiros, água quente, torneiras, espelhos e armários para o projeto.

Ao longo de 2020, juntos, Banho da Esperança e Pastoral buscaram e conseguiram o patrocínio da Bolsa dos Valores e da Quimatic/Tapmatic, além de apoiadores como a Lorenzetti, a CIP (Congregação Israelita Paulista) e civis de todo o País que juntos arrecadaram dinheiro e materiais para a construção do trailer, que já tem data para ser entregue.

No dia 11 de abril de 2021, será feita a entrega para a Pastoral do Povo da Rua em mais uma ação que pretende atender o máximo de pessoas em situação de rua. “É a realização de um sonho. Poder proporcionar aos nossos amigos essa oportunidade toda semana é sem dúvida a melhor notícia que tivemos em meio a tempos tão difíceis”, afirma padre Paulo.

Estarão presentes  Célia Parnes – Secretaria de desenvolvimento social do estado de São Paulo, Rabino Michel Schlesinger da Congregação Israelita Paulista,   Bispo diocesano de Guarulhos Dom Edmilson, Eliane Lorenzetti Bez Chleba – Presidente da Lorenzetti, Diretoria da Quimatic/Tapmatic e Ricardo Cabral – Presidente da Bolsa dos Valores.

Diante do bom resultado de 2020, a ONG Banho da Esperança já iniciou o cadastro de novas instituições que atuam com pessoas em situação de rua. O objetivo é, assim como fez com a pastoral de Guarulhos, contribuir com outros projetos em São Paulo e, em breve, em todo o País.

À frente do Banho da Esperança está a empresária Patricia Strebinger, que coordena todas as iniciativas junto com as diretoras Larissa Lopes e Desirée Suslick. Com o apoio de todos, a ONG pretende levar mais dignidade para a população em situação de rua distribuindo amor e afeto a quem mais precisa. “Queremos devolver à essas pessoas o amor próprio e a autoconfiança. Percebemos que quando eles se olham no espelho limpos e higienizados, conseguem se enxergar e ter mais esperança de dias melhores”, afirma Patricia.

A ONG já está em busca de novos apoiadores e patrocinadores para a construção de mais trailers de banho, com melhorias como a inclusão de baias para banho de pets, pois, afinal dignidade é um direito de todos.

Quer conhecer e contribuir? Acesse: https://www.banhodaesperanca.com.br/

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Banho da Esperança

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Projeto social Calux fará mutirão dia 10 de abril

O projeto social Calux, que já tem 7 anos dentro da comunidade, conta com cerca de 20 pessoas no auxílio de trabalhos como retirada de entulho e a ocupação deste local com plantas e vasos de pneus reaproveitados, com o objetivo de conscientizar as pessoas a não continuarem jogando lixo naquela área, e também limpar e pintar muros.

Outro trabalho do projeto foi pintar e organizar um lava rápido abandonado onde haviam muitas crianças que vendiam drogas.

Projeto social Calux fará mutirão dia 10 de abril
Projeto social Calux fará mutirão dia 10 de abril

Com isto em mente, o projeto decidiu criar um mutirão, chamando os moradores e comércios do Jardim Calux a participar desta boa ação no dia 10 de abril. A ideia é pintar a praça da Rua Larga e acabar com vandalismo e festas indesejadas e trabalhar com a GCM para colocar uma câmera de monitoramento no local.

O mutirão do dia 10 de abril já está bem encaminhado, tudo será pintado com tinta Suvinil e os alambrados serão concertados. Aos poucos a praça terá uma nova cara, mas o projeto ainda precisa da ajuda dos moradores para que isso realmente aconteça.

Sobre o grupo

Aos da nossa comunidade Jardim Calux, nós do Projeto Social Calux (Veja nossa página no Facebook),fundado dia 10/04/2015, estamos há 6 anos dentro da comunidade. Estamos com alguns projetos como jornal construindo sonhos, TV Calux, aula de zumba, capoeira, oficina de percussão, jardinagem para combate ao lixão.

Queremos conscientizar os moradores da nossa comunidade que também estão aqui. Pedindo você comerciante, alguns patrocínios para ajudar mais a nossa comunidade,

No dia 11/12/2020 nasceu o bloco carnavalesco calux construindo um sonho, com o presidente Carlinhos para também dar andamento neste trabalho social para ajudar todos com a bateria ritmo Loko aos comandos do mestre Guty Paiva e seu diretor Luiz. A vocês moradores, acompanhe nosso trabalho nas redes sociais como Facebook e Instagram. Desde já convido a todos para participar e fazer parte da nossa família.

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Semasa finaliza serviços de capina e roçada em córregos

O trabalho de limpeza, capina e roçada das margens dos córregos de Santo André segue sendo realizado de forma eficiente em todo o município. Entre o final de março e início de abril, as equipes do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) concluíram os serviços nos córregos Apiaí, Dominicanos, dos Meninos e Graciliano Ramos, totalizando quase 94 mil metros quadrados de área limpa.

Semasa finaliza serviços de capina e roçada em córregos

“A limpeza e a roçagem dos cursos d’água são realizadas por equipes próprias da autarquia, que atuam em todos os córregos do município ao longo do ano. Cada local recebe, em média, de três a quatro intervenções por ano, garantindo o fluxo das águas, especialmente em períodos e dias de fortes chuvas, minimizando os efeitos de alagamentos”, explica o superintendente do Semasa, Gilvan Junior.

Recentemente, por meio de compensação ambiental, o Semasa recebeu novas roçadeiras que foram destinadas às equipes de drenagem, para realização das manutenções preventivas. Além dos córregos, a autarquia também promove a limpeza dos piscinões municipais, tanto com remoção manual, quanto mecânica dos detritos.

Entre abril e maio, serão iniciadas as limpezas de outros importantes cursos d’água da cidade, como os córregos Camilo Castelo Branco, Comprido, Guarará, Oratório e Jundiaí. Em 2020, foram removidas mais de 21 mil toneladas de resíduos de dentro dos canais e piscinões de Santo André. O cronograma com os locais e meses de cada manutenção pode ser consultado no site do Semasa (www.semasa.sp.gov.br).

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Ramadan será marcado por distribuição de alimentos

Entre os dias 13 de abril e 12 de maio, os quase 2 bilhões de muçulmanos que existem no mundo celebrarão o Ramadan. Este período sagrado recorda o mês no qual o Alcorão, livro sagrado da religião islâmica, foi revelado ao profeta Muhammad.

Durante o Ramadan os praticantes da fé islâmica devem redobrar as orações e práticas de caridade. E este apelo nunca foi tão forte: pelo segundo ano consecutivo, a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil, FAMBRAS, está se mobilizando por meio do projeto “Islam contra a fome”.

“Ano passado, mobilizamos parceiros e conseguimos doar 150 toneladas de alimentos a pessoas carentes”, lembra o vice-presidente da entidade, Ali Zoghbi. “A distribuição de cestas básicas e carne aconteceu em vários estados brasileiros com a ajuda das mesquitas, associações islâmicas e entidades sociais. Foram beneficiadas milhares de famílias – independentemente de religião -, refugiados e indígenas”.

Consciente de que a situação atual é ainda mais delicada do que a do ano passado, a FAMBRAS tem como meta doar a mesma quantidade ofertada em 2020. “Com união e fé, somos capazes de enfrentar qualquer situação”, finaliza Zoghbi.

Entendendo o Ramadan

– Durante o mês do Ramadan, é recomendado que o muçulmano faça jejum. Quando nasce o sol, se inicia o jejum de água e comida. O pôr-do-sol marca o momento no qual é permitido voltar a alimentar-se, um ritual iniciado, geralmente, com o degustar de tâmaras. Pessoas que estão em viagem, mulheres grávidas, mães que estão amamentando, crianças, idosos e pessoas doentes – com a Covid-19 ou qualquer outra doença – não devem fazê-lo. 

– Normalmente, durante o Ramadan, as famílias se reúnem nas mesquitas para fazer a ‘quebra do jejum’. Mas como as mesquitas estão fechadas, a recomendação é que orações sejam feitas em casa com a família.

– Ações de caridade devem ser intensificadas durante o Ramadan. E, em função da pandemia, esta prática merece ainda mais atenção.

– O Ramadan também tem por objetivo a transformação pessoal a partir de reflexões. “O distanciamento social pode nos ajudar a ter mais clareza para rever e reavaliar hábitos; repensar caminhos; a nos arrepender por atitudes prejudiciais a nós mesmos e ao próximo; e a pedir perdão para os pecados. É a purificação para que uma nova etapa de vida se inicie –  e que possamos viver de forma mais plena e feliz”, diz Ali Zoghbi.

Sobre a FAMBRAS e FAMBRAS Halal

A Federação das Associações Muçulmanas do Brasil – FAMBRAS, foi criada há 40 anos. Atua nos âmbitos religioso, social, cultural, econômico e diplomático. Dentro destas esferas, desenvolve projetos que contemplam a divulgação do Islam e ações educacionais, culturais e assistenciais – tanto em benefício dos muçulmanos como das comunidades carentes do Brasil. Outras preocupações da FAMBRAS são ajudar a manter vivas as práticas do Islam e combater o preconceito aos muçulmanos por meio da informação.

O trabalho da Federação conta com o reconhecimento de renomadas instituições nacionais e internacionais. O apoio da FAMBRAS Halal – a primeira instituição certificadora Halal do Brasil, em operação desde 1979 – tem sido determinante para a concretização e ampliação dos projetos a cada ano. A certificadora é líder de mercado e realiza auditorias, abate, inspeção, supervisão de produtos e implantação do Sistema de Garantia Halal junto a indústrias e frigoríficos interessados em comercializar seus produtos especialmente para países árabes.

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Fundo Social de Solidariedade fará repasse de cestas básicas

Como medida para combater o avanço do coronavírus, que conta com a antecipação dos feriados desse ano para o período entre 27/03 e 04/04 (conforme Decreto Municipal N° 7.131/2021), as unidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) permanecerão fechadas. Para continuar o atendimento das pessoas em situação de vulnerabilidade, o Fundo Social de Solidariedade de Ribeirão Pires estará funcionando, das 9h às 16h, para retirada de cestas básicas com cadastro prévio.

Fundo Social de Solidariedade fará repasse de cestas básicas

O agendamento para a retirada das cestas básicas deverá ser feito pelos telefones (11) 4824-8236 ou 4827-8555.

Será preciso apresentar:

  • RG
  • CPF
  • comprovante de residência (morador de Ribeirão Pires)

Os atendimentos serão feitos com intervalo de 30 minutos, com previsão de 50 pessoas por dia (de acordo com a quantidade de cestas recebidas). Não será permitida a entrada de acompanhantes. Uso obrigatório de máscara durante toda a permanência no Fundo Social, localizado à Avenida Francisco Monteiro, 2940 – Santa Luzia

“Esse trabalho é fruto da solidariedade de quem mora ou trabalha em Ribeirão Pires, através da arrecadação de alimentos no Drive-thru da Vacinação. Nossos esforços continuam para que consigamos atender às famílias que foram atingidas, de alguma maneira, pela pandemia”, falou a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade de Ribeirão Pires, Lígia Volpi.

Mobilização – A solidariedade de empresários e moradores de Ribeirão Pires possibilitou a arrecadação de mais de 6 toneladas de alimentos não-perecíveis em uma semana da campanha Corrente do Bem no Drive-Thru da Vacinação.

Do total arrecadado, parte foi doada pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), Torcisão Industrial entre outras empresas. “Apesar do momento delicado em que todos os setores produtivos estão passando, a mobilização do empresariado de Ribeirão Pires sempre dá resultados positivos. O Fundo Social está de portas abertas para todos – micro, pequenos, médios e grandes empresários – que possam contribuir com doações”, completou Lígia Volpi.

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Semasa plantará mais de mil mudas de árvores no Parque Guaraciaba

O Parque Guaraciaba vai ganhar novas espécies de mudas originárias da Mata Atlântica. O plantio, feito pelo Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), é uma medida de compensação ambiental pelas obras de ampliação do Aterro Sanitário Municipal, que tiveram em novembro do ano passado.

Semasa plantará mais de mil mudas de árvores no Parque Guaraciaba

Serão plantadas na parte leste do parque um total de 1.510 mudas, entre elas:

  • ipê-amarelo
  • ipê-roxo
  • goiabeira
  • jerivá
  • paineira
  • pata-de-vaca

O florestamento ocupará uma área de 4.500 m².

Desde novembro de 2016, quando iniciaram os plantios na região do Parque Guaraciaba com o objetivo de compensar impactos causados pelas intervenções no aterro, o Semasa já plantou cerca de 3.900 mudas. Com a nova ação, a área verde será beneficiada ao todo com aproximadamente 5.350 árvores, em uma área de mais de 32.000 m².

Além disso, o Semasa possui um plano de comunicação e educação ambiental, que também faz parte das exigências da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) por causa das obras no aterro. Com isso, a autarquia mantém contato com a população para fazer ações educativas, receber demandas e sensibilizar sobre questões que envolvem a temática de resíduos sólidos.

Vida útil do Aterro Sanitário – O Semasa está na terceira e última fase de ampliação do aterro. Nesta etapa, 30% da área será expandida, passando dos 217 mil m² atuais para 280 mil m². Com isso, a vida útil do equipamento aumentará para mais cinco anos.

As obras vão garantir um economia de aproximadamente R$ 100 milhões, valor que seria gasto caso o município tivesse de destinar os resíduos para um aterro particular.

Santo André é a única cidade da região do ABC que tem aterro próprio. O espaço foi aberto em 1986 e recebe 100% dos resíduos gerados na cidade. Além disso, o aterro é um dos mais bem avaliados do Estado – com nota 9,4 atribuída pela Cetesb.  Atualmente, cerca de 19 mil toneladas de resíduos úmidos são coletadas por mês e enviadas para descarte ambientalmente correto.

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Parques nacionais recebem cadeiras de rodas para trilhas

Nesta terça-feira (2) começou a distribuição de cadeiras de rodas adaptadas para trilhas de ecoturismo, e os parques nacionais recebem estes equipamentos.

A previsão é de que mais de 20 parques nacionais sejam atendidos com o equipamento, segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA). A entrega do primeiro lote de cadeiras adaptadas foi feita na Floresta Nacional de Brasília, no âmbito do programa Parque+.

A iniciativa conta com a parceria do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Além do Distrito Federal, onde foi entregue o primeiro lote, os parques que receberão o equipamento estão localizados na Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Há previsão de que parques nacionais como os de Serra dos Órgãos (RJ), Ubajara (CE) e São Joaquim (SC) também recebam o equipamento ao longo dos próximos meses. Até o momento, 30 cadeiras foram adquiridas. Cada uma suporta uma pessoa de até 90 quilos, e poderá ser usada também em casos de resgate de acidentados em locais de difícil acesso.

Em parceria com Brasil 61.

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Parques nacionais recebem cadeiras de rodas para trilhas
Cadeiras de rodas especiais serão distribuídas em parques nacionais de todas as regiõesO Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, entregou hoje (2/2), na Floresta Nacional de Brasília, o primeiro lote de cadeiras de rodas adaptadas para o transporte em trilhas de ecoturismo. Essa é a primeira entrega do programa Parque+, assinado também na data de hoje pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) para a promoção do ecoturismo em parques nacionais e entornos.

Grupo de trabalho elaborará agenda para agricultura sustentável

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) cria grupo de trabalho (GT) que elaborará da Agenda Estratégica para a Agricultura Sustentável. A medida foi publicada na Portaria n°26 do Diário Oficial da União. O grupo será responsável por propor medidas e ações para o desenvolvimento da sustentabilidade no setor, como indicador de avaliação e monitoramento, recomendações e cenários para o alcance de metas.

O assessor de Assuntos Socioambientais da pasta, João Adrien, reforça a importância desse trabalho, tendo em vista as diversas agendas que tratam do setor agropecuário, em 2021. Segundo ele, a proposta do GT é aprofundar as Diretrizes para o Desenvolvimento Sustentável da Agropecuária Brasileira.

Segundo a publicação, o grupo deverá apresentar relatórios periódicos ao Mapa, sobre o andamento das atividades. A duração do trabalho será de 60 dias, podendo ser prorrogado por igual período, se necessário. A atuação do GT é considerada prestação de serviço público e não predispõe remuneração.

O grupo será formado por representantes das secretarias vinculadas ao Mapa e os setores privado, acadêmico e outros órgãos públicos são convidados a participar e contribuir com a iniciativa.

Em parceria com Brasil 61.

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Grupo de trabalho elaborará agenda para agricultura sustentável

Acordo de R$ 38 bi visa reparar danos por rompimento de barragem

Acordo de quase R$ 38 bilhões foi assinado nesta quinta-feira (04) para reparar danos coletivos, socioeconômicos e ambientais pelo rompimento da barragem da mina Córrego do feijão, em Brumadinho, Minas Gerais.

A Vale,o governo do estado, o Ministério Público Federal, Estadual e as Defensorias Públicas da União e de Minas Gerais assinaram o termo de Medidas de Reparação da tragédia que matou 270 pessoas e deixou outras 11 desaparecidas, em 25 de janeiro de 2019.

As negociações para esse acordo demoraram quatro meses e ocorreram por intermédio do Tribunal de Justiça de Minas Gerais com a participação de órgãos do judiciário, governo local e a mineradora.

A Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos do Rompimento da Barragem da Mina Córrego do Feijão afirma que foi excluída do processo de negociação. Diante disso, durante a reunião para assinatura do acordo, realizada a portas fechadas nesta quinta-feira (04), integrantes do Movimento dos Atingidos das Barragens protestaram em frente ao Tribunal de Justiça mineiro.

Andressa Rodrigues, que perdeu um filho na tragédia e é secretaria da associação de vítimas, lamenta que as negociações tenham sido realizadas sem conhecimento público.

O judiciário mineiro garante que esse acordo não excluí as indenizações individuais dos atingidos, que podem buscar a garantia de seus direitos, nem o andamento de processos criminais e trabalhistas junto ao Poder Judiciário. E lembra R$8 bilhões da Vale foram bloqueados para garantir indenizações a ex-trabalhadores da mina Córrego do Feijão.

Cerca de 30% do total de mais de R$37 bilhões do termo assinado nesta quinta-feira (04) vão beneficiar o município e a população de Brumadinho. Mas, todo o estado de Minas Gerais será favorecido com investimentos, como destaca o governador de Minas Gerais, Romeu Zema.

Já a Vale assegura que a reparação de Brumadinho é uma prioridade, desde as primeiras horas após o rompimento. Afirma que seu compromisso é promover a reparação integral dos danos para atenuar o sofrimento das pessoas.

Acrescenta que mais de 8.900 pessoas já fazem parte de acordos para indenizações civis ou trabalhistas, que somam cerca de R$2,4 bilhões. E destaca ainda que mais de 3 mil pessoas já aderiram ao Programa de Assistência Integral aos Atingidos.

Com Agência Brasil.

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Acordo de R$ 38 bi visa reparar danos por rompimento de barragem

Educação ambiental ajudará para acesso a serviços de saneamento

Com a aprovação do Novo Marco Legal do Saneamento, cidadãos de todo o País aguardam com expectativa melhorias no abastecimento de água e tratamento de esgoto. A educação ambiental ajudará para garantir acesso aos serviços.

O Novo Marco Legal tem entre os seus objetivos ampliar a presença de empresas privadas no setor.  Além disso, a educação ambiental tem um peso importante sobre a qualidade do serviço de saneamento prestado à população.

Em Atibaia (SP), a empresa responsável pela coleta e tratamento de esgoto na cidade que mantém uma parceria público-privada com a SAAE Atibaia, promove ações para conscientizar os moradores locais sobre a preservação do meio ambiente. Sergio Bovo, diretor operacional da Atibaia Saneamento, explica o intuito da iniciativa. 

“Sempre que possível, promovemos palestras educativas nas escolas, além de visitas monitoradas nas nossas estações de tratamento de esgoto.  Tudo isso para demonstrar como ocorre a coleta e o tratamento de esgoto e como ele afeta o meio ambiente”, explica Bovo.

De acordo com o Instituto Trata Brasil, quase 100 milhões de brasileiros não possuem acesso à coleta de esgoto e quase 35 milhões não têm acesso à água tratada.  Édison Carlos, presidente-executivo da organização, afirma que muitas pessoas sequer sabem que têm direito a esgoto e água tratada, por nunca terem tido acesso a esses serviços. Segundo ele, uma educação ambiental eficaz deve ser capaz de informar à população sobre seus direitos como cidadãos. 

Carlos lamenta o fato de que a educação ambiental no País, muitas vezes, está limitada ao tema de reciclagem e coleta de lixo. 

“A educação ambiental tornou-se quase voltada apenas a temas ligados ao lixo.  Quando se fala nela, quase todas as escolas ensinam como separar o lixo, o destino dele, usar poucas embalagens e diminuir o consumo. E isso é apenas um pedacinho do problema. Estamos falando de algo muito mais importante, que é a água e o esgoto afastado e tratado”, diz. 

Objetivos

A Atibaia Saneamento está implementando uma Estação de Tratamento de Esgoto que irá contemplar 25 bairros do município. A parceria público-privada com a Saneamento Ambiental de Atibaia (SAAE) terá fim em 2043.

Em parceria com Brasil 61.

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Educação ambiental ajudará para acesso a serviços de saneamento
Rio de Janeiro – Alunos aprendem a prevenção ao novo coronavírus (Covid-19) na Escola Municipal Pedro Ernesto, através de cartazes, trabalhos escolares, e medidas de higiene e convívio pessoal. (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Mulheres indígenas e quilombolas beneficiadas por ONU Mulheres

O Pará vai ter dois municípios contemplados pelo projeto “Direitos Humanos das mulheres indígenas e quilombolas: uma questão de governança” desenvolvido pela ONU Mulheres.

A iniciativa tem o objetivo de trabalhar o empoderamento feminino, com foco nessas comunidades, e conta com o apoio da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) – que vai fazer a escolha das duas cidades no Pará.

A principal meta do projeto é facilitar a inclusão e a participação significativa de indígenas e quilombolas na formulação de políticas, planejamento e orçamento nos âmbitos estadual e municipal, como forma de reduzir a discriminação e as desigualdades com base em gênero, raça e etnia.

Mulheres indígenas e quilombolas

De acordo com a representante da ONU Mulheres Brasil, Anastasia Divinskaya, na prática, o projeto vai apoiar as autoridades estatais e municipais, que são as responsáveis pela garantia de direitos, assim como as mulheres indígenas e quilombolas – que são as portadoras desses direitos. Para Anastasia, a implementação desse projeto vai fornecer um caminho para reduzir desigualdades e práticas discriminatórias.

“As mulheres e meninas indígenas e quilombolas enfrentam taxas de pobreza muito mais elevadas e isso se constitui em uma questão de governança. Esse projeto também é uma homenagem aos esforços incansáveis dessas mulheres para alcançar os seus direitos humanos, além de contribuir para o fortalecimento da democracia no Brasil”, afirmou representante da ONU Mulheres Brasil.

Sônia Guajajara é coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e está trabalhando junto da organização para consolidar políticas mais atuais e relevantes às mulheres indígenas e quilombolas. Segundo ela, um ponto importante é destacar a falta de dados e diagnósticos específicos sobre essas mulheres para que se possa elaborar políticas mais efetivas.

“Não conseguimos ter dimensão do tamanho da violência entre as mulheres indígenas. É muito importante que comecemos a buscar formas de ter esse diagnóstico, de ter indicadores para avaliarmos os instrumentos de Estado, se estão ou não adequados, para que possamos começar a discutir outras ferramentas e instrumentos que venham a atender essa realidade”, declarou coordenadora executiva da APIB.

O secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Pará, Alberto Barros, reforçou que o estado não vai medir esforços para garantir que o projeto tenha efetividade em todo o território paraense. “Espero que juntos possamos lutar e dar efetividade e garantia aos direitos das mulheres quilombolas e indígenas”, disse.

Depois que os municípios forem escolhidos, será possível estabelecer políticas para as mulheres indígenas e quilombolas. Neste primeiro momento, os estados do Pará e do Maranhão são os pioneiros a receber o projeto que foi desenvolvido em parceria com a Embaixada da Noruega.

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Observatório do Meio Ambiente realiza primeira reunião do ano

Na primeira reunião do ano do Observatório do Meio Ambiente do Poder Judiciário, os membros se reuniram para discutir as propostas de ações apresentadas pelos integrantes para serem executadas ao longo de 2021.

Criado ano passado pelo Conselho Nacional de Justiça, o foco do colegiado é promover iniciativas que ajudem o Poder Judiciário a atuar para evitar retrocessos em matéria ambiental, com foco na preservação da Amazônia.

O vice-presidente Halmiton Mourão participou da reunião desta terça-feira (2) e apresentou as ações do Conselho Nacional da Amazônia Legal.

O presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministro Luiz Fux, que conduz as reuniões do Observatório,  lembrou que o meio ambiente é um direito garantido na Constituição.

Duas propostas, que estão em construção, serão apresentadas pelos representantes da sociedade civil que integram o grupo. O Observatório é composto por 11 conselheiros do CNJ, seis representantes da sociedade civil com atuação em defesa do meio ambiente e uma organização multilateral.

Com informações de Agência Brasil.

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Observatório do Meio Ambiente
Tomadas aéreas de toda APA

Parceria do BNDES e Agricultura para concessão florestal

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) firmou uma parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) para as primeiras concessões florestais do Sul do País. Os contratos são referentes às gestões das Florestas Nacionais de Três Barras (SC), Chapecó (SC) e Irati (PR).

O governo federal avalia a agenda de concessão florestal como prioritária. Atualmente, há 17 contratos em vigência nesta área. A meta do Ministério da Agricultura é alcançar 4,8 milhões de hectares até 2022. Segundo o governo, a concessão permite promover a produção sustentável, estimular o desenvolvimento econômico regional e melhorar a qualidade de vida das populações que vivem no entorno dessas áreas.

O BNDES vai atuar com foco na exploração de produtos florestais madeireiros e não madeireiros das florestas, como já faz em cinco áreas no Amazonas. O banco estima que as concessões permitem a elaboração de contratos florestais mais modernos e eficientes, alavancando as finanças verdes no país.

Em parceria com Brasil 61.

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Parceria do BNDES e Agricultura

BNDES cria programa para incentivar redução de CO2

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou a criação de um programa que tem como objetivo incentivar e reduzir as emissões de CO2 no setor de combustíveis. Por meio dele, serão concedidos empréstimos a empresas produtoras de biocombustíveis para estimulá-las a melhorar a eficiência energético-ambiental. Confira BNDES cria programa para incentivar reduções nos combustíveis.

Segundo a instituição, o BNDES RenovaBio faz parte da agenda do banco voltada para estimular boas práticas ambientais, sociais e de governança. Além disso, segundo o banco, o programa pretende contribuir para o aumento da produtividade e da difusão de inovações tecnológicas, e, dessa forma, garantir aos consumidores o menor preço e a maior oferta de biocombustíveis ainda mais sustentáveis.

As empresas que poderão pedir os empréstimos são as produtoras de biocombustíveis participantes da Política RenovaBio, e que tenham sede e administração no Brasil. Os empréstimos podem ser requeridos até 31 de dezembro de 2022.

O valor máximo de cada empréstimo será de R$100 milhões por unidade produtora e o prazo total de pagamento será de até 96 meses, incluída uma carência de até 24 meses.

Em parceria com Brasil 61

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BNDES cria programa para incentivar redução de CO2

Demandas da população LGBT recebidas pelo Consórcio ABC

No Dia da Visibilidade Trans, comissão participou de encontro na entidade regional e recebeu as demandas da população LGBT.

O Consórcio Intermunicipal Grande ABC recebeu demandas da comunidade LGBT apresentadas por uma comissão formada por representantes do poder público, da sociedade civil e de grupos sociais. O encontro ocorreu por ocasião do Dia da Visibilidade Trans, celebrado nesta sexta-feira (29/1).

As demandas englobam áreas como saúde, segurança, cultura, educação e trabalho, entre outras, que foram discutidas em reunião promovida na quarta-feira (27/1) pelo vereador Márcio Araújo, de Mauá, com o coordenador estadual de Políticas Para a Diversidade Sexual, Marcelo Gallego.

Para debater as pautas apresentadas, o secretário-executivo do Consórcio ABC, Acácio Miranda, e a coordenadora de Programas e Projetos Maria Gracely Batista Marques, a Graça, receberam na sede da entidade regional o vereador Márcio Araújo, Safira Félix e Laís Corpani.

“Vamos levar as demandas aos nossos Grupos de Trabalho. Nosso objetivo é viabilizar as propostas apresentadas”, afirmou Acácio Miranda.

Fotos: Divulgação/Consórcio ABC

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Demandas da população LGBT recebidas pelo Consórcio ABC

Dia da Visibilidade Trans

A data de 29 de janeiro é o Dia da Visibilidade Trans, data que visa promover reflexões sobre a cidadania das pessoas travestis, transexuais (homens e mulheres trans) e não-binárias (que não se reconhecem nem como homens nem como mulheres).

Essa data foi escolhida porque nela houve o lançamento oficial da campanha “Travesti e Respeito”, promovida pelo Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde, em 2004, e que se tornou um marco para a luta protagonizada por militantes travestis históricas, como Fernanda Benvenutty, Jovana Baby, Kátia Tapety, Keila Simpson, entre muitas outras que deram a sua vida por um mínimo de humanização à população por elas representada.

Fome aumenta no Brasil, na medida em que caem as doações

A pandemia do novo coronavírus trouxe inúmeros desafios que vão além do campo da saúde. Pesquisadores apontam aumento dos casos de transtornos mentais – como depressão e ansiedade – decorrentes do isolamento social e das incertezas em relação à Covid-19. Aulas remotas acentuaram a desigualdade na educação do País. E o fechamento de atividades econômicas não essenciais levou ao agravamento da crise financeira no Brasil, com estimativa de queda de 4,3% do PIB, segundo o Ipea, além da taxa recorde de 14,2% no desemprego, segundo o IBGE. Com isso, a fome aumenta no Brasil nos últimos meses.

Uma das situações mais graves enfrentadas por muitas famílias é a fome. Uma pesquisa do Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF) mostra que mais de 20,7 milhões de brasileiros passaram a se alimentar de forma ainda mais irregular desde o início da pandemia, por falta de dinheiro para comprar comida.

Para tentar compensar a falta de renda das famílias brasileiras, o governo federal lançou, em abril de 2020, o Auxílio Emergencial, com 5 parcelas de R$ 600 e outras quatro de R$ 300 da extensão do benefício. Os valores socorreram 68 milhões de brasileiros, mas foi negado a 35 milhões que não atendiam aos critérios do programa. Ao final de 2020, o Auxílio Emergencial foi cortado. 

Com a situação à mesa tão precária, diversas instituições filantrópicas se mobilizaram ao longo do ano para levar alimentos às famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica. No entanto, as doações vêm caindo.

Fome aumenta no Brasil: Alternativa com Banco das Favelas

A favela de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, possui população de 100 mil habitantes – maior que 94% dos municípios brasileiros. Segundo o líder comunitário da região, Gilson Rodrigues, a comunidade não consegue atender às recomendações da Organização Mundial da Saúde. “A realidade das favelas é que as pessoas vivem de maneira aglomerada. Existe uma constante falta de água. O serviço do SAMU não vem até locais periféricos. E a situação se agrava devido à fome e ao desemprego”, comenta.

Segundo ele, a demanda por alimentos cresceu em Paraisópolis, ao passo que as doações diminuíram nos últimos meses. A União dos Moradores e do Comércio conseguia entregar 10 mil marmitas por dia, com as doações. Em setembro, o número caiu para 5 mil. Agora em janeiro, a organização só consegue entregar 500 marmitas diariamente. Gilson Rodrigues avalia que a queda nas doações se deu pela dificuldade financeira provocada pela pandemia.

Diante do cenário, o G10, grupo formado pelas dez maiores favelas do Brasil – Rocinha (RJ), Rio da Pedras (RJ), Higienópolis (SP), Paraisópolis (SP), Cidade de Deus (AM), Baixadas da Condor (PA), Baixadas da Estrada Nova Jurunas (PA), Casa Amarela (PE), Coroadinho (MA) e Sol Nascente (DF) –, se mobilizou para levar doações de cestas básicas, álcool em gel, máscaras e cartões vale-refeição para seus moradores.

Fome aumenta no Brasil, na medida em que caem as doações

O líder comunitário, e também coordenador nacional do G10 Favelas, Gilson Rodrigues, explica que os alimentos são adquiridos na própria comunidade, para estimular as vendas do comércio local – que emprega 21% dos trabalhadores de Paraisópolis. Outra iniciativa para mitigar os impactos econômicos é o G10 Bank.

“O G10 Bank pretende ser a maior rede de apoio de micro e pequenos negócios das favelas do Brasil, oferecendo crédito, mentoria e desenvolvimento, garantindo que as favelas possam continuar prosperando como estavam em 2019”. Segundo Gilson, o objetivo do G10 Bank é oferecer crédito e serviços bancários para reverter recursos para a população que mais precisa. Atualmente, 45 milhões de brasileiros estão desbancarizados, sendo a maior parte composta por moradores das favelas.

O G10 também criou o “Comitê das Favelas – Presidentes de Rua”, no qual cada morador voluntário é responsável por acompanhar, durante a pandemia, 50 casas da comunidade. O objetivo é monitorar e apoiar as famílias; chamar o socorro médico, se necessário; distribuir cestas de alimentos e identificar moradores que queiram empreender, para serem auxiliados pelo G10 Bank. 

Povos e comunidades tradicionais

Os povos tradicionais no Brasil – indígenas, quilombolas e ribeirinhos – também foram afetados pela Covid-19. Para reduzir a fome dessas comunidades, o governo federal distribuiu cerca de 400 mil cestas de alimentos para 222 mil famílias dessas localidades. Ao todo foram disponibilizados R$ 45 milhões para a ação. 

Arte - Brasil 61

O Secretário Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Paulo Roberto, destaca a Medida Provisória 1008/2020, que dará continuidade no atendimento a essa população.

“Como a pandemia não encerrou, em outubro, o Presidente da República editou a MP 1008 que dá um recurso extraordinário ao Ministério da Cidadania, para continuar a operar no enfrentamento a essa questão tão urgente que é a fome. A fome não pode aguardar, não pode esperar a burocracia”, ressalta.

Além do Ministério, outros órgãos participaram da entrega das cestas e da disponibilização dos recursos, como a Companhia Nacional de Abastecimento, Fundação Nacional do Índio e Fundação Cultural Palmares.

Organizações Não-Governamentais

Aline Araújo Silva mora com o marido e mais quatro filhos, no bairro de Feitosa, em Maceió/AL. Ela conta que, durante a pandemia, o marido ficou desempregado e não podia fazer bicos, por conta do isolamento social. As dificuldades foram amenizadas graças ao trabalho da Legião da Boa Vontade (LBV).

“Graças à LBV, nós conseguimos passar por isso. Desde o início da pandemia, a LBV vem ajudando com doações de cesta básica, cesta verde e o que eles têm conseguido doar para a gente”, relata.

A LBV possui 82 unidades físicas de atendimento, espalhadas por todas as regiões do Brasil, sendo Norte e Nordeste as de maior vulnerabilidade socioeconômica. Segundo o assessor de comunicação da LBV em Brasília, José Gonçalo, a instituição vai distribuir mensalmente, enquanto durar a pandemia, cestas de alimentos e kits com material de limpeza e higiene para as famílias atendidas. Ele detalha como elas são selecionadas.

“São famílias inseridas em serviços e programas já desenvolvidos pela instituição, em todas as suas unidades; além das que participam de atividades de instituições parcerias da LBV e cadastradas nos Centros de Referência de Assistência Social dos Municípios (CRAS)”, explica.

Pelo site lbv.org é possível conferir fotos e informações sobre os atendimentos da instituição pelo Brasil e as formas de doar.

Outro trabalho que merece destaque é a “Ação contra o Coronavírus”, da ONG Ação da Cidadania. Durante a pandemia, em 2020, a instituição conseguiu arrecadar 50 milhões de reais, somando doações de recursos e alimentos. Contudo, o diretor-executivo da ONG Ação da Cidadania, Kiko Afonso, avalia que o número ainda é pequeno perante à dificuldade alimentar dos brasileiros.

“Conseguimos apoiar três milhões de pessoas, com um sustento de uma cesta básica, que dá mais ou menos para um mês de alimentação. Ou seja, é muito pouco, comparado com a necessidade que se tem, quando se olha os dados do IBGE, de 2018 – dois anos antes da Covid – que mostra que temos mais de 80 milhões de brasileiros com algum grau de insegurança alimentar”, avalia.

O diretor-executivo afirma que esse tipo de ação precisa ser contínua, no entanto, as doações vêm caindo.

“Assim que o drama passa, a tragédia passa e a mídia não está mais olhando esse problema de forma ostensiva, as pessoas começam a diminuir a doação. Além da questão cultural, de que as pessoas não têm o hábito de doação contínua, ainda tem o problema da crise. As pessoas estão sem dinheiro, as empresas estão sem dinheiro”. Ele afirma que as pessoas em necessidade não podem esperar para receber apoio para comer; elas precisam comer agora.

Kiko Afonso ainda ressalta que, com o fim do Auxílio Emergencial, as doações serão ainda mais necessárias em 2021. Para doar para a ONG Ação Cidadania, acesse o site: acaodacidadania.org.br.

“Fome aumenta no Brasil, na medida em que caem as doações” em parceria com Brasil 61

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Fome aumenta no Brasil, na medida em que caem as doações

Programa Águas Brasileiras revitalizará bacias do País

Programa Águas Brasileiras vai revitalizar bacias hidrográficas do País. Para selecionar os interessados em investir na iniciativa, o Ministério do Desenvolvimento Regional publicou o primeiro edital de chamamento público. O objetivo é selecionar projetos que contemplem o uso sustentável dos recursos naturais e a melhoria da disponibilidade de água, em quantidade e qualidade, para usos múltiplos.

Podem participar instituições privadas, com ou sem fins lucrativos. As propostas devem ser voltadas para as bacias hidrográficas São Francisco, Parnaíba, Taquari e Tocantins-Araguaia; e devem contemplar os seguintes eixos temáticos: manejo florestal sustentável; proteção e recuperação de áreas de preservação permanente e de áreas de recarga de aquíferos; implantação de sistemas agroflorestais; contenção de processos erosivos; soluções sustentáveis de saneamento no meio rural e reuso de água no meio urbano; técnicas de engenharia natural para infiltração da água; ações que levem à redução da criticidade hídrica; e economia circular da água.

O Programa Águas Brasileiras do MDR conta com a parceria da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico. O prazo para apresentar as propostas encerra em 11 de fevereiro. 

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Programa Águas Brasileiras

Violência contra crianças: Governo oferece curso para identificar

Estão abertas as inscrições para que profissionais recebam capacitação com objetivo de identificar violência cometidas contra crianças que estão na primeira infância. O curso é voltado para pessoas que atuam diretamente nas visitas às famílias do programa Criança Feliz, do Governo Federal. Segundo o edital divulgado, o treinamento será realizado por meio de dois cursos na modalidade de Ensino a Distância (EAD). A ideia é estimular ações formativas e informativas realizadas pelos setores público, privado e da sociedade civil sobre a importância do desenvolvimento infantil e o enfrentamento de toda e qualquer violência nesta etapa da vida.

Os cursos são disponibilizados por uma parceria entre o Ministério da Cidadania e o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (SNDCA/MMFDH) e a ação pode beneficiar as mais de 870 mil crianças que são atendidas pelo Programa. O primeiro curso terá como tema a “Contextualização da Violência na Primeira Infância”. O segundo vai falar sobre as “Ferramentas para a prevenção e o enfrentamento à violência contra crianças na primeira infância”.

Inscrições

Segundo o Edital, serão consideradas elegíveis para desenvolver os cursos pessoas jurídicas que realizam pesquisas e capacitação relativas à área temática proposta. Além do desenvolvimento das capacitações, a instituição selecionada deverá elaborar material digital que será disponibilizado no Portal de Capacitação do Ministério da Cidadania (MC).

As inscrições já estão abertas e poderão ser feitas até 19 de fevereiro de 2021. Para ter acesso ao edital, os interessados devem acessar o portal da Joint Operations Facility – JOF, das Nações Unidas Brasil. Informações adicionais sobre o processo seletivo estão disponíveis no site da United Nations
Development Programme

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Governo oferece curso para identificar violência contra crianças

Orçamento 2021 terá redução na verba para meio ambiente

Verba do governo para o Meio Ambiente na Proposta de Lei Orçamentária Anual de 2021 é a menor dos últimos 21 anos. Orçamento 2021 terá redução superior à 1/4, tendo em vista o previsto em 2020.

Relatório do Observatório do Clima, divulgado pelo G1, mostra que o documento, que ainda será analisado pelo Congresso, destina um bilhão 720 milhões de reais.

Na comparação com 2020, são 27 vírgula quatro por cento a menos do orçamento para a fiscalização ambiental e o combate a incêndios florestais.

Sobre 2019, a queda é ainda maior, de 34 e meio por cento.

O Ministério da Economia criticou a metodologia do Observatório do Clima, mas a entidade manteve a análise.

O corte na previsão de orçamento ocorre após um ano com altas taxas de desmatamento e queimadas no Brasil.

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe, em 2020 foram desmatados mais de oito mil e 400 quilômetros quadrados na Amazônia Legal.

O instituto informa que foi o segundo pior ano de desmatamento desde 2015.

Com informações de Rádio2.

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Orçamento 2021 terá redução na verba para meio ambiente
Terra Indígena Pirititi, Roraima Ibama combate desmatamento ilegal na Terra Indígena Pirititi, Roraima Foto: Felipe Werneck/Ibama

Ampliada lista de municípios prioritários contra o desmatamento

Em portaria publicada nesta quarta-feira (13), o Ministério do Meio Ambiente atualizou a lista de municípios prioritários para ações de prevenção, monitoramento e controle do desmatamento na Amazônia. Ampliada lista de municípios prioritários contra o desmatamento.

Segundo a norma, os municípios de Feijó e Sena Madureira, no Acre, Humaitá, no Amazonas, Jacareacanga, Medicilândia, Rurópolis e Trairão, no Pará e Rorainópolis, em Roraima, passam a integrar a lista de municípios prioritários. Já a cidade de Peixoto de Azevedo, em Mato Grosso, volta a fazer parte da lista. 

O município paraense de Rondon do Pará,  por sua vez, passa a integrar a lista de municípios com desmatamento monitorado e sob controle no bioma Amazônia. 
 

Com informações de Brasil 61

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Ampliada lista de municípios prioritários contra o desmatamento

Direitos de pessoas com deficiência: MPF lança campanha

Uma campanha lançada esta semana pelos Ministérios Públicos Federal (MPF), do Estado do Rio de Janeiro (MP/RJ) e do Trabalho (MPT)  quer promover uma maior conscientização da sociedade sobre os direitos garantidos pela Lei Brasileira de Inclusão, mais conhecida como “Estatuto da Pessoa com Deficiência”. Até a primeira semana de maio, em dias alternados, serão publicados nas redes sociais vídeos em que pessoas contam vivências, desafios e barreiras do dia a dia. Direitos de pessoas com deficiência.

Com a  hashtag  #INCLUSÃOJÁ, a cada semana serão apresentados exemplos reais de familiares e pessoas com deficiência. São textos, vídeos e fotos que informam sobre como a lei assegura direitos. De acordo com o Ministério Público Federal, os depoimentos são feitos de forma espontânea e voluntária, como é o caso do professor Daniel Fernandes, pai da Laura, uma menina com síndrome de Down que frequenta a educação infantil.  Ele conta ter aprendido nestes primeiros anos de vida da filha que é a sociedade que exibe deficiências em se adaptar à diversidade humana.

Segundo o Ministério Público Federal, o ponto de partida da campanha foi o interesse de membros do Ministério Público em divulgarem para a sociedade o Estatuto da Pessoa com Deficiência e também a atuação dos promotores e procuradores na defesa da lei e nas ações de combate à discriminação e defesa de direitos.

“Direitos de pessoas com deficiência” é com informações de Agência Brasil

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Direitos de pessoas com deficiência

Ribeirão estuda alternativas de reciclagem e sustentabilidade

Secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico estreitam relações em prol da sustentabilidade. Ribeirão estuda alternativas de reciclagem e sustentabilidade

Em reunião realizada nesta segunda-feira, dia 11, as secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico discutiram planos de incentivo à coleta seletiva. Além disso, a busca por formas de conscientização da importância da reciclagem. O encontro também teve a presença de representantes da Câmara Municipal.

Andreza Araújo, Secretária de Meio Ambiente, salientou que é de grande valia a união de forças em busca de alternativas para novas formas de reutilização de materiais. “Cada vez mais é importante que exista essa união de forças para um maior cuidado com as questões ambientais, principalmente em Ribeirão Pires, que é uma cidade protegida pela Lei de Mananciais”. 

Marli Silva, secretária de Desenvolvimento Econômico, ressaltou que é preciso levar em conta as pautas que unem as pastas em prol de Ribeirão Pires. “É muito importante propor projetos e programas na linha do Desenvolvimento Econômico e coleta seletiva. Tais segmentos resultarão em emprego, renda e autonomia”, comentou.

Representando a Câmara Municipal, participaram da reunião os vereadores Sapão Borges (PTC) e Sandro Campos (PSB). Sapão comentou sobre a realização de projetos voltados aos coletores de recicláveis: “Nós acompanhamos e sabemos das dificuldades de quem vive da coleta de materiais recicláveis. Pensar projetos e alternativas para melhorar o trabalho dessas pessoas junto com a questão ambiental é de grande importância”, comentou. 

Sandro Campos também coloca que é importante auxiliar as pessoas neste período de isolamento. “É fundamental pensar formas de parceria e auxílio às pessoas, principalmente nesse momento de pandemia, com o objetivo de somar forças em benefício de Ribeirão Pires”, finalizou.

Ribeirão estuda alternativas de reciclagem e sustentabilidade

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Ribeirão Pires intensifica serviços de limpeza e desassoreamento

Os serviços de limpeza e desassoreamento estão sendo executados pela Secretaria de Infraestrutura e Zeladoria

Com objetivo de prevenir e reduzir os danos causados durante o período de chuvas fortes, o córrego localizado na rua Diamantina, no bairro do Jardim Valentina está recebendo serviços de limpeza preventiva e desassoreamento. Portanto, o serviço consiste na retirada de entulho, lixo, excesso de areia e lama acumulados no fundo do rio.

“Há muito tempo a prefeitura não fazia limpeza nesse local. Não podemos esperar as chuvas chegarem para tomar providências. Temos que trabalhar na prevenção”, destacou o secretário de Infraestrutura e Zeladoria, Rubão Fernandes.

Outro serviço que foi intensificado pela Prefeitura de Ribeirão Pires é a limpeza e roçagem. Nesse sentido, diversos pontos da cidade já receberam o serviço, como o Cemitério Municipal, o Hospital e Maternidade São Lucas e o Terminal Rodoviário. “Neste primeiro momento, estamos priorizando os pontos mais críticos”, explicou o secretário.

Na semana passada, a Avenida Sete de Setembro, na Vila Aurora e Praça Matriz, no Centro Alto e a Praça da Vila Aurora também receberam serviços de roçagem e limpeza.

serviços de limpeza e desassoreamento

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Destruição da Amazônia: 2020 foi o segundo pior ano seguido

Pelo segundo ano seguido, a Amazônia Legal teve os maiores índices de desmatamento em cinco anos. Destruição da Amazônia, confira.

A destruição de mais de OITO MIL 400 quilômetros quadrados de florestas, em 2020, ficou atrás apenas no ano anterior.

Em 2019, o recorde histórico chegou a quase NOVE MIL 200 quilômetros quadrados de áreas ameaçadas.

Os dados foram divulgados pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) na sexta-feira.

Os alertas foram captados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real, que aponta, diariamente, alterações na cobertura florestal em áreas maiores que 30 MIL METROS QUADRADOS.

A marcação é feita tanto em áreas demarcadas como naquelas em processo de degradação por exploração de madeira, mineração ou queimadas.

“Destruição da Amazônia: 2020 foi o segundo pior ano seguido” com informações de Rádio2.

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Destruição da Amazônia: 2020 foi o segundo pior ano seguido
Foto: Carlos Fabal / AFP / CP Memória

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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Medicamentos vencidos devem ter descarte adequado

O descarte adequado de medicamentos vencidos ou que deixaram de ser usados deverá ser totalmente implantado no Brasil, até junho de 2022.

A medida foi regulamentada em decreto assinado no ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro, que marcou Dia Mundial do Meio Ambiente.

Foi estipulado o prazo de dois anos, para que fabricantes e distribuidores de remédios adotem as medidas necessárias.

Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, apontam que cerca de 30 mil toneladas de medicamentos são jogadas fora todos os anos no Brasil.

Além de poluir o solo e os lençóis freáticos, eles podem ser ingeridos ou animais ou até por pessoas que consumirem água contaminada.

Para que seja feito o descarte correto, deverão ser instalados pontos de coleta em farmácias, drogarias e outros estabelecimentos.

A determinação é para que haja pelo menos um ponto fixo de recebimento a cada dez mil habitantes.

Eles servirão para que a população possa descartar remédios vencidos ou que deixaram de ser usados, a fim de garantir que tenham uma destinação ambientalmente adequada.

A expectativa é que as ações comecem a ser adotadas ainda este ano.

“Medicamentos vencidos devem ter descarte adequado” com informações de Rádio2.

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Medicamentos vencidos devem ter descarte adequado
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Pandemia intensifica problema do descarte de plásticos

A pandemia da covid-19 intensificou um problema que vem se acumulando há, pelo menos, mais de 70 anos. O relatório Atlas do Plástico, publicado pela Fundação alemã Heinrich Böll, chama a atenção para o aumento do consumo de plásticos na pandemia. Por exemplo, por conta das entregas de alimentos em casa, que cresceram com o isolamento social, seja pelo consumo de máscaras descartáveis.

Segundo a ABRELPE, a associação brasileira de empresas de limpeza pública e resíduos especiais, houve um aumento de 25% a 30% na coleta de materiais recicláveis durante a pandemia. Mas, o problema no Brasil se recicla apenas 1% dos 11 milhões de toneladas de plásticos produzidos por ano. Por outro lado, esse índice chega a 97% no caso das latas de alumínio.

Atlas e o descarte de plásticos

O atlas do plástico destaca ainda que o Brasil é o quarto maior produtor de lixo plástico do mundo, o que representa 13% do total dos resíduos sólidos produzidos anualmente pelo país, segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana.

A cientista marinha Lara Iwanicki, da ONG Oceana, que trabalha no combate à poluição marinha, destaca que 325 mil toneladas de plástico chegam ao mar todos os anos, trazendo graves consequências para todo o meio ambiente. Portanto, para a ativista, se faz necessário reduzir a quantidade de plástico colocada no mercado.

O Atlas do Plástico ressalta que o consumo de embalagens descartáveis ganhou força a partir de 1950 com a descoberta de um resíduo da indústria petroquímica que poderia ser usado para fazer PVC. Enquanto de 1950 a 2017, a humanidade produziu mais de 9 bilhões de toneladas de plástico. Isso representa mais de uma tonelada para cada pessoa hoje viva no planeta.

descarte de plásticos
Foto Martine Perret/UNMIT

Com informações de Agência Brasil

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Preservação ambiental gerada por comunidades locais com turismo

O turismo de base comunitária, que envolve o protagonismo de comunidades locais em atividades sustentáveis, pode transformar madeireiros e caçadores de animais silvestres em defensores ambientais.

A mudança de mentalidade está entre os frutos gerados por projetos espalhados pelo país, cujos representantes conversaram com a Agência Brasil.

Reputado por ser um dos precursores do turismo de observação no Brasil e chamado de birdman (homem-pássaro, em inglês), por seu amplo conhecimento de aves, o estadunidense Douglas Trent relata como iniciou a estruturação da Reserva Ecológica do Jaguar. O projeto, de ecoturismo comunitário, está localizado em Poconé (MT).

Desde que teve um dos seus primeiros contatos com o Brasil, já pôde dimensionar o impacto do garimpo em disputas territoriais. Trent veio ao país em 1980, quando havia acabado de se formar em Ciências Ambientais pela Universidade do Kansas.

A visita à região amazônica era um sonho de Trent, que, logo na viagem de ida, de ônibus, escutava diálogos de outros passageiros sobre a ambição em torno do ouro que poderiam extrair dali. Todavia, também deparou, pela primeira vez, com um espécime de onça-preta em seu habitat natural.

Também chamada de jaguar-preto, a onça-preta é uma variação da onça-pintada, mas com pelagem escura, por conter mais melanina. Mas, a onça-pintada é um dos animais sob risco de extinção, atualmente, e que vive em quatro biomas. São eles o Cerrado, a Mata Atlântica, a Amazônia e o Pantanal.

Comunidades locais e turismo: História

Em 1981, Trent criava a Focus Tour Environmentally Responsible Travel, empresa de ecoturismo, passando a oferecer passeios de contemplação de animais da região. Naquela época, estabeleceu relação com o fazendeiro Lerinho de Arruda Falcão, que abriu as portas da propriedade para a observação de araras-azuis.

Conforme relata Trent, porém, o fazendeiro e sua família matavam onças, sob a justificativa de que precisavam proteger o gado que criavam. Com a maior proximidade entre os dois, convenceu Lerinho a parar com a matança e a entrar para o ramo de ecoturismo.

Atualmente a Reserva Ecológica do Jaguar deriva do trabalho de 50 famílias. Para o projeto, foram feitas diversas capacitações de membros da comunidade, para que se tornassem guias e equipes de hospedagem profissionais. Uma das atividades desenvolvidas para tocá-lo adiante foi envolvê-las em levantamentos da fauna local, já que estavam mais familiarizadas com os animais.

comunidades locais
Bichos do Pantanal, Instituto Sustentar – Douglas Trent/Instituto Sustentar/Direitos Reservados

Aspectos sociais e econômicos

Trent diz que um dos aspectos centrais para avançar na conscientização das pessoas foi entender o contexto socioeconômico em que a comunidade vivia. “Eu percebi que um dos problemas quanto à preservação da natureza é a pobreza. Se vou trabalhar com a natureza, tenho que trabalhar para reduzir a pobreza”, afirma.

Após a operadora de turismo, surgiu o Instituto Sustentar, ONG sediada em Belo Horizonte e filial em Cáceres (MT), ao qual Trent se dedica atualmente. A reserva, por sua vez, está sob responsabilidade da família Falcão. Trent também é mentor do projeto Bichos do Pantanal, do Instituto Sustentar, desenvolvido no âmbito no programa Petrobras Socioambiental, desde 2012, e que conta com uma rede de cooperação com lideranças locais.

A diretora executiva do Instituto Sustentar, Jussara Utsch, diz que a ajuda de profissionais de outros países deve ser valorizada. “Às vezes, nós, brasileiros, estigmatizamos um pouco, mas a verdade é que a gente precisa valorizar um pouco essa visão internacional, que pode estar nos ajudando aqui”, defende.

Eduardo Arruda, que administra a pousada da Reserva Ecológica do Jaguar, após o falecimento do pai, conta uma dos primeiros aprendizados sobre a proteção da natureza. “A primeira coisa que o Douglas me falou, há muitos anos, foi: é o país com a maior biodiversidade do planeta, mas há desconexão do brasileiro com a própria natureza.”

Amazônia extraordinária e comunidades locais

No baixo Rio Negro, Amazonas, outra iniciativa fez reverberar discursos fundamentais em torno da preservação ambiental. Trata-se da Poranduba Amazônia, reserva de desenvolvimento sustentável do Rio Negro, que fica em frente ao Arquipélago de Anavilhanas, um dos maiores do mundo, e abrange duas comunidades: a Tumbira e a Santa Helena do Inglês, cada uma com 30 famílias, aproximadamente.

“Poranduba” é uma expressão indígena, que significa “histórias fantásticas” contadas entre os povos da Amazônia, incluindo contos, fábulas e mitos. Também remete a “relação”, “sentir”, “escutar”.

Poranduba, Amazônia
Poranduba, Amazônia – Bruno Mangolini/Poranduba Amazônia/Direitos Reservados

O psicólogo Bruno Mangolini morava na capital paulista, quando decidiu que sua vida devia tomar outro rumo, bem distante da zona urbana e do sudeste do Brasil. Em 2017, fez as malas e se mudou para a região, depois de sua companheira, que atuava em projetos nos arredores, adquirir uma casa.

Comunidades locais na Amazônia

Já estava ali havia algum tempo, até que uma comunidade vizinha à sua lançou a ideia de que poderiam gerar renda com atividades turísticas. Mangolini sentiu que poderia fazer a ponte entre moradores e turistas, em virtude de sua experiência com viagens. A partir daí, a comunidade passou a discutir quais serviços poderia oferecer, quem estaria envolvido com cada atividade e como se daria a remuneração dos participantes.

Em 2019, o projeto se concretizou. Segundo Mangolini, das cerca de 30 pessoas que compõem a equipe, a maioria tem baixa renda e precisa do turismo para ter uma qualidade de vida melhor. Tudo é decidido coletivamente, inclusive a aplicação de recursos obtidos e que podem ser usados para melhorias na estrutura que atende a comunidade. “A gente tem esse compromisso de ir além do turismo, mas não só, de fazer o turismo ser um vetor do desenvolvimento local, estimulando práticas sustentáveis, tanto pelos moradores como pelos visitantes. E esperamos, além de gerar renda, conseguir melhorar a infraestrutura da comunidade, porque, como estamos isolados, o poder público não é muito atuante para resolver problemas básicos, como água, luz e outras coisas”, comenta, pontuando que o transporte na região é feito de barco.

A transformação de comunidades locais

Um dos trabalhadores da reserva, Roberto Brito, conhecido como Roberto Tumbira, era madeireiro antes de começar a atuar no projeto. Ele seguiu os passos dos avós, tanto maternos quanto paternos, e do pai, que não teve condições de estudar. Todos eles, conta, acabaram indo para esse ramo, ilegal, porque “o que se tinha para fazer era trabalhar na estação de madeira”.

Brito comenta que a transição de perspectivas teve início em 2008, quando a comunidade em que vive passou a ter contato com o conceito de sustentabilidade e de preservação ambiental, com oficinas promovidas pelo governo amazonense. “Eu era uma das pessoas que olhavam a floresta derrubada como forma de sustento e trabalhei mais de 26 anos tirando madeira”, reconhece.

“Coletivamente, era mais fácil resolver as coisas. Na época, nossas reivindicações eram muito por educação da comunidade e legalização da nossa área [de atividade], que era a madeira. Só que, graças a Deus, as coisas foram ter outro rumo. A educação chegou na nossa comunidade e eu ainda com espírito de madeireiro, querendo a legalização. Quando a educação chegou, foi abrindo muita clareza, oportunidade pra gente ver como o mundo seria se vivesse de modo sustentável.”

Desde 2011, Brito começou a trabalhar com turismo. “Tenho dois filhos adultos, na época eram pequenos. Eu pensava: se não tiver educação, o meu filho vai ser mais um madeireiro, clandestino, como meu pai”, diz ele.

Quilombos e a preservação

Em Taubaté, interior de São Paulo, a técnica em turismo e historiadora Solange Barbosa é uma das mulheres que compartilham experiências pela Rota da Liberdade, da qual é presidente. Com uma equipe de cinco pessoas e parceiros, o projeto tem como objetivo promover ações de turismo em comunidades negras tradicionais e foi considerado um dos dez melhores projetos de geoturismo do mundo, pela National Geographic, em 2009.

Através da Rota da Liberdade, os turistas têm a oportunidade de escutar a história revisada de pessoas escravizadas do interior paulista. Conforme explicou Solange, em entrevista, pesquisadores de áreas como antropologia, sociologia e história têm bastante interesse nos roteiros, que foram adaptados para atender especificamente a esse grupo, além de outros existentes, que incluem gastronomia típica e demais passeios.

comunidades locais
Roda d’água no Quilombo da Fazenda – Solange Barbosa/Rota da Liberdade/Direitos Reservados

Comunidades locais indígenas

Solange relata que o princípio de tudo foi uma ideia que surgiu ainda nos tempos de faculdade, que acabou sendo aprimorada e apresentada à Secretaria de Turismo e Cultura do município, com ajustes sugeridos por seus professores. Ela, que já foi consultora do programa Rota do Escravo, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), menciona que o grupo apresenta aos visitantes um arquivo histórico que documenta a presença de indígenas na região e também a chegada de africanos, no século 17.

“Tem muitos públicos diferenciados que buscam a informação. A história do negro ainda está sendo contada no Brasil. A gente tinha uma história oficial, de que todo negro era escravo e que todo escravo vinha da África. Pronto. E a gente tem vivido, nos últimos 10, 12 anos, uma busca de outras narrativas. Os documentos históricos, arqueológicos, estão revelando essas outras histórias, e a gente está usando isso pra contar também”, diz.

Solange cita ainda o roteiro pedagógico Saberes do Chão, com visitas a um quilombo. “A gente traz o turista para uma vivência real, com pessoas reais, distante daquela coisa que foi contada nos livros. O quilombo é um valhacouto [refúgio] de escravos fugidos, isso está lá em 1700, é o que está escrito. Aí, a gente mostra o que é realmente um quilombo, o que é uma comunidade quilombola, o quanto a sua área está preservada justamente pela sua ação, pela sua própria presença”, finaliza Solange.

“Preservação ambiental gerada por comunidades locais com turismo” é com informações da Agência Brasil

MDR pretende retomar obras habitacionais paralisadas

Obras habitacionais paralisadas: 100 mil são da faixa 1 e 1/5 do programa Minha Casa Minha Vida. Outras 50 mil moradias pertencem à modalidade Programa Oferta Pública.

No Brasil, as obras paralisadas em habitação atingem a marca de 150 mil moradias. Desse total, 100 mil são da faixa 1 e 1/5 do programa Minha Casa Minha Vida. O número consta em panorama divulgado recentemente pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). Apesar disso, a Pasta garante a retomada dos projetos nos pequenos municípios brasileiros.

Segundo o ministro Rogério Marinho, a ideia é que em 2021 essas obras sejam retomadas, levando em conta que muitas famílias se cadastraram para receber uma moradia e estão na expectativa de realizar o sonho da casa própria.

“Vai ser dada a oportunidade para que as entidades parceiras que não tiveram a possibilidade de entregar as obras, tenham o prazo reaberto. Nós imaginamos que pelo menos 90% dessas obras sejam retomadas e boa parte concluídas em 2021, porque estão em graus muito próximos de conclusão. Eu imagino a frustração de um cidadão brasileiro que se inscreveu num programa habitacional, sendo que essa é uma das maiores conquistas da cidadania. Ou seja, ter um teto, ter um lar e uma referência familiar”, destaca o ministro.

Ainda de acordo com o MDR, outras 50 mil moradias paralisadas pertencem à modalidade Programa Oferta Pública, vinculada ao Programa Minha Casa, Minha Vida e que atendia os entes municipais com população de até 50 mil habitantes. Outra informação é de que foram retomadas 30 mil moradias referentes às faixas 1 e 1/5 do Minha Casa, Minha Vida, restando ainda 70 mil.

Para a Confederação Nacional de Municípios (CNM) entre os principais motivos da paralisação das obras estão pontos relacionados às questões fundiárias do terreno, ambientais, fragilidade de projetos básicos e executivos, descontinuidade de liberação de recursos de cronograma físico financeiro não cumpridos e empresas que decretaram falência.

“Arranjos jurídicos” e retomada de obras habitacionais paralisadas

Ao considerar pequenas cidades e as obras paralisadas da Oferta Pública, cerca de 1.800 municípios foram impactados devido à necessidade de arranjos jurídicos com a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), Ministério da Economia e a Medida Provisória 996/2020 que criou o Casa Verde Amarela para viabilizar a retomada desses serviços de infraestrutura.

O ministro Rogério Marinho afirma que, em janeiro de 2021, será possível a retomada e a conclusão de 90% dessas obras.  Nesse período, está previsto a reabertura do prazo para a conclusão de moradias paralisadas nesses municípios.

“Nosso compromisso é buscar resoluções para os problemas que foram causados ao longo do tempo. Nós retomamos 30 mil dessas unidades e as outras 70 mil remanescentes devem ser retomadas. A ideia é que em 2021 possamos manter nossos esforços junto à Caixa Econômica, junto às prefeituras, com a nossa Secretaria de Habitação, nossa consultoria jurídica e com os diversos atores envolvidos nesse processo”, pontua.  

O MDR também pretende disponibilizar, ainda em janeiro, os primeiros chamamentos públicos para os municípios que desejam participar do novo programa de Regularização Fundiária Urbana e Melhorias Habitacionais, vinculado ao novo programa habitacional – o Casa Verde e Amarela.

Parceria com Brasil 61

Jornal Grande ABC

obras habitacionais paralisadas

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Projetos receberão R$ 829 mi para continuar obras de saneamento

A previsão é de que os recursos beneficiem 236 ações em 204 municípios de 24 estados e o Distrito Federal, em obras de saneamento

Mais de R$ 829,8 milhões serão liberados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para que estados e municípios possam dar continuidade ao andamento das obras de saneamento básico por todo o País. Com a medida do governo federal, serão contempladas iniciativas de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais e de saneamento integrado. A expectativa é melhorar as condições de vida de mais de 10 milhões de pessoas, segundo estimativa do MDR.

Outro ponto em destaque é a possibilidade dessa ação gerar e manter mais de 567 mil empregos. Além disso, esses recursos têm objetivo de beneficiar 236 projetos em 204 municípios do Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal.

Segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, esses recursos “vão permitir a continuidade de centenas de obras, garantir melhores condições de vida e de higiene para uma parcela significativa da população”. Anteriormente, o ministro já havia afirmado que esse é um processo que começou em 2016 quando o Congresso Nacional reuniu diversas demandas relacionadas ao setor e percebeu que o poder público teria grandes dificuldades em realizar, dentro dos prazos, a universalização do saneamento pelo País.

obras de saneamento

Recursos para Obras de Saneamento

Do total a ser investido, R$ 478,6 milhões são provenientes de restos a pagar. Estes são despesas com compromisso de utilização no orçamento do ministério e que não foram pagas até 31 de dezembro de anos anteriores. Os outros R$ 351,2 milhões serão repassados a empreendimentos em andamento por meio de créditos suplementares aprovados pelo Congresso Nacional.
Uma medida como essa reforça a importância do saneamento para a população, pois é um fator fundamental para o desenvolvimento de um País assim como a melhoria na qualidade de vida. Os serviços de água tratada, coleta e tratamento dos esgotos levam, também, a uma melhor saúde pública, redução da mortalidade infantil, despoluição dos rios e preservação dos recursos hídricos de uma nação.

E quando se fala em obras e projetos, é preciso destacar a necessidade de estudos e investimentos ao longo dos anos, pois esse planejamento vai refletir lá na ponta, para a população, como explica Cláudia Lins, analista Técnica da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

“A qualidade desses serviços, quando bem prestados, influencia na prevenção de desastres como, por exemplo, alagamentos e inundações; além de contribuir para impedir que doenças de veiculação hídrica contaminem a população. Temos benefícios ambientais diretamente relacionados à serviços de saneamento básico. E claro, a água é fonte de vida, por isso é extremamente importante investir no esgotamento sanitário, para que a qualidade dos rios no Brasil melhore e possamos encontrar mananciais que sirvam de fonte de captação”, explicou a analista.

Este ano foram realizadas alterações na legislação sobre este assunto, com as atualizações aprovadas no marco legal do saneamento básico, como a atribuição da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico na competência para editar normas de referência sobre o serviço de saneamento; veda a prestação por contrato de programa dos serviços públicos de que trata o art. 175 da Constituição Federal; aprimora as condições estruturais do saneamento básico no País; estipula prazos para a disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos e autoriza a União a participar de fundo com a finalidade exclusiva de financiar serviços técnicos especializados.

Entenda o que é Saneamento Básico

Saneamento é um conjunto de medidas com objetivo de preservar ou melhorar as condições do meio ambiente para prevenir doenças e promover a saúde, melhorar a qualidade de vida da população e facilitar a atividade econômica. No Brasil, o saneamento básico é um direito assegurado pela Constituição e definido pela Lei 11.445/2007 como o conjunto dos serviços de infraestrutura e Instalações operacionais de abastecimento de água; esgotamento sanitário; limpeza urbana; drenagem urbana; e manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais.

Apesar do saneamento básico ser um conjunto de quatro serviços, quando se fala nele, a população brasileira está acostumada apenas ao conceito de serviços de acesso à água potável, à coleta e ao tratamento dos esgotos. Daí a importância dos investimentos no setor para a saúde do povo.

Em parceria com Brasil 61

Gratuidade do Bom Prato até 30/04 para moradores de rua

Além disso, a gratuidade do Bom Prato para jantares e refeições aos finais de semana e feriados serão servidos pela rede até 28 de fevereiro

O Governador de SP determinou a prorrogação da gratuidade das refeições oferecidas na Rede Bom Prato. Os moradores em situação de rua terão direito a gratuidade até o dia 30 de abril. A decisão publicada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial passa a valer a partir de hoje.

“A prorrogação da gratuidade nas refeições é uma das nossas ações de proteção social para amparar as pessoas em situação de maior vulnerabilidade social”, diz a Secretária de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo, Célia Parnes.

A gratuidade nas refeições da Rede Bom Prato para pessoas em situação de rua teve início em junho, mediante cadastramento das Prefeituras e apresentação do cartão com QR Code pelos beneficiários.

Desde o início da pandemia da COVID-19, os 59 restaurantes Bom Prato adaptaram o atendimento. Portanto, passando a servir três refeições diárias (café da manhã, almoço e jantar) em embalagens descartáveis e para retirada, inclusive aos finais de semana. Por mês, mais de 3 milhões de refeições servidas na rede. Desde então, ao todo mais de 23 milhões de refeições servidas. Além disso, mais de 500 mil servidas gratuitamente para a população em situação de rua cadastrada.

Gratuidade do Bom Prato
Foto: Divulgação

Gratuidade do Bom Prato jantares e finais de semana

Além disso, o Governo de São Paulo prorrogou também a oferta de jantares e refeições nos finais de semana e feriados. A Rede Bom Prato servirá nestes dias até 28 de fevereiro. Critérios técnicos determinarão em quais unidades haverá implantação da medida. Nesse sentido, a demanda e local definirão as escolhas.

O site da Secretaria de Desenvolvimento Social divulgará a relação das unidades e horários de funcionamento

Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo

Sustentabilidade vista pelos jovens em concurso de desenho

Exposição “Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável” está disponível no site do Acervo do Estado. Resultado demonstra como a sustentabilidade vista pelos jovens hoje em dia.

O Governo do Estado divulgou neste sábado os 20 desenhos vencedores do Concurso de Desenho “Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”. A exposição virtual está disponível em www.acervo.sp.gov.br.

Alunos dos anos finais do Ensino Fundamental (6º. ao 9º. anos) e do Ensino Médio da rede pública estadual foram convidados a participar. Dessa forma, mostrar por meio de desenhos realizados com diferentes técnicas, como eles entendem as cinco áreas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Estas, estabelecidas na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) – pessoas, planeta, paz, prosperidade e parcerias.

A iniciativa marca a comemoração dos 75 Anos da ONU. Além disso, é fruto da parceria entre as Secretarias da Casa Civil, da Educação, de Governo e de Relações Internacionais. O Acervo Artístico-Cultural dos Palácios, vinculado à Secretaria de Governo, também participou da organização do concurso e realizou a exposição virtual com os trabalhos vencedores. O projeto teve o apoio da Representação da UNESCO no Brasil – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.

Concurso mostra sustentabilidade vista pelos jovens

Comissões multidisciplinares formadas nas escolas e nas Diretorias de Ensino avaliaram os trabalhos inscritos e selecionaram 200 desenhos finalistas. Uma comissão julgadora integrada por representantes das Secretarias responsáveis pela organização do concurso. Além disso, de consultoras do setor de Educação da UNESCO no Brasil, definiu os vencedores.

Os critérios de avaliação foram a pertinência em relação ao tema, criatividade e originalidade e qualidade plástica da produção artística, dentre outros. Todos os desenhos apresentados foram acompanhados por um texto explicativo sobre o conceito da criação.

Sustentabilidade vista pelos jovens

Agenda 2030 no Currículo Paulista

A Agenda 2030 dialoga com todas as áreas de conhecimento e componentes curriculares do Currículo Paulista.

“Uma das competências trabalhadas nas escolas é a defesa de ideias que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável. Os 17 ODS e os 5P´s da sustentabilidade tratam desses temas com uma linguagem universal e os alunos souberam traduzir esses conteúdos em seus desenhos”, explica Rossieli Soares da Silva, Secretário da Educação.

Ana Cristina Carvalho, Curadora do Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo, destacou a conscientização dos alunos da rede pública sobre os temas da Agenda 2030. Por exemplo, como o enfrentamento da pobreza, da fome e a busca pela equidade. “Em cada desenho há uma descoberta de caminhos e muita esperança”, registrou.

Para a Coordenadora de Educação da UNESCO no Brasil, Rebeca Otero, o concurso contribui para o alcance da meta 4.7 do ODS 4 – Educação de Qualidade, que visa, até 2030, promover a educação para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida sustentáveis. Portanto, estabelecendo uma ponte com o conjunto dos ODS. “A UNESCO no Brasil reconhece que esta iniciativa do concurso está alinhada com os princípios da Educação para o Desenvolvimento Sustentável”, afirmou.

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

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Economia Verde: Agenda iniciada por “Governadores pelo Clima”

No dia em que o Acordo de Paris completa cinco anos, secretários estaduais de meio ambiente se reúnem para definir ações conjuntas para reduzir emissões, rumo a Economia Verde

Resultado do I Encontro Internacional Governadores Pelo Clima, será instituído nesta quinta-feira (10) o Secretariado do Conselho dos Governadores pelo Clima, iniciativa encabeçada pelo Centro Brasil no Clima (CBC), com apoio da União Europeia. Esta  primeira reunião contará com os Secretários de Meio Ambiente dos estados brasileiros que assinaram a carta de compromisso do projeto, lançado em outubro, com a missãode criar um Conselho de Governadores Pelo Clima, que una ideias, conhecimentos e forças, dos mais diversos setores, para criar um inovador modelo de governança climática, subnacional, visando impulsionar eixos verdes da economia e gerar empregos sustentáveis nas diversas regiões do país. O encontro virtual acontece às 14:30h.

A reunião contará com a presença da presidente da ABEMA, Mauren Lazzaretti (secretária de Meio Ambiente do Mato Grosso) e cerca de 20 secretários estaduais de Meio Ambiente e representantes dos governadores. Já estão confirmados: José Sarney Filho (DF), ex-Ministro do Meio Ambiente, Fabricio Machado (ES), José Mauro de Lima O’ de Almeida (PA), José Antônio Bertotti (PE), Sádia Castro (PI), Arthur Lemos Junior (RS), Marcos Penido (SP), Andrea Vulcanis (GO), Eduardo Taveira (AM), Joao Carlos Oliveira (BA), Artur Bruno (CE) e Erico Barboza (AC).

“O Secretariado será o centro de uma rede colaborativa de projetos inovadores, visando apresentar aos governadores ações concretas para desenvolver uma nova economia regenerativa, que, simultaneamente, gere emprego, reduza desigualdades, capture carbono e recupere ecossistemas”, destaca Sérgio Xavier, articulador político do CBC. 

Nesta reunião inicial será apresentada e definida a governança, o suporte colaborativo (que envolverá organizações não governamentais, academia, instituições empresariais, entidades internacionais e fontes de financiamento) e indicados os passos de atração de investimentos para cadeias econômicas de baixo carbono das diversas regiões.

Economia Verde: Primeiros Passos

O Secretariado representaos primeiros passos práticos do projetopara implementar,  de forma inédita no Brasil, uma agenda subnacional de ação que ao mesmo tempo preserve o meio ambiente e leve em consideração uma economia regenerativa que reduza desigualdades através do compromisso com o meio ambiente.

“Os estados estão largando na frente e dando o exemplo de ação em prol da resolução da questão climática e da implementação das metas do Acordo de Paris. E isso pode não só trazer benefícios ao meio ambiente, mas também colocar os governos estaduais em posição privilegiada para aproveitar oportunidades de financiamento internacional”, avalia Guilherme Syrkis, diretor-executivo do CBC.

Economia Verde

O objetivo do encontro é estabelecer o modelo de governança do Conselho, definindo o cronograma de ações para 2021, além de estabelecer os temas prioritários de ação. Entre estes assuntos, estarão questões como a urgente recuperação econômica do país, através de processos integrados, que possam simultaneamente regenerar ecossistemas, fortalecer empresas e gerar milhões de empregos, aproveitando oportunidades de investimento em energias renováveis, reflorestamentos, saneamento, reciclagem, bioeconomia, bem como em inovações tecnológicas e de processos produtivos, com uso mais eficiente dos recursos públicos e privados.

Na ocasião, será feita uma homenagem ao ambientalista Alfredo Sirkis, idealizador e fundador do CBC, falecido em julho de 2020, que completaria nesta semana 70 anos de vida. O “descarbonário” Sirkis foi um dos criadores da iniciativa Governadores pelo Clima e participou do seu pré-lançamento, ainda em 2019.

SERVIÇO:

Aliança “Governadores Pelo Clima” instala secretariado

e inicia agenda para impulsionar economia verde, no Brasil

Gestão de Resíduos Sólidos: Consórcio ABC e SIMA definem plano de trabalho 2021

O encontro virtual definiu propostas de ação na Gestão de Resíduos Sólidos para o próximo ano de acordo com as demandas da região

O Consórcio Intermunicipal Grande ABC e o Comitê de Integração de Resíduos Sólidos (Cirs) da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (Sima) se reuniram nessa segunda- feira (7/12), por meio de videoconferência, para definir o plano de trabalho para 2021 do protocolo celebrado  entre os entes de fomento ao desenvolvimento de cooperação técnica para a gestão de resíduos sólidos.

A reunião contou com a participação do coordenador do CIRS, José Valverde, do assessor estratégico Ivan Mello e dos técnicos Wagner Cabelho e Tana Bassi. Representaram o Consórcio ABC, o secretário-executivo, Edgard Brandão, o diretor de Programas e Projetos, José Carlos Orosco, e a coordenadora Lívia Rosseto.

O plano de ação foi definido de acordo com as demandas da região. A estratégia para o próximo ano deverá focar em três frentes: resíduos da construção civil com o envolvimento das entidades representantes do setor; planejamento regional a partir do plano de resíduos do Alto Tietê de 2021 e da logística reversa de resíduos eletroeletrônicos.

“O objetivo é focarmos em pautas importantes para a região como a questão da reciclagem e rastreamento de resíduos da construção civil, participação dos municípios no processo de planejamento do plano para o Alto Tietê e bem como a  possibilidade de implementarmos projeto piloto para a efetivação da logística reversa, que pode ser ampliado para toda região”, destacou Edgard Brandão.

 José Valverde destacou a importância da parceria e reforçou a necessidade da elaboração do plano de trabalho para o próximo ano para garantir a efetividade das ações. A proposta do Consórcio ABC é apresentar o cronograma de execução do plano aos prefeitos das sete cidades e aos técnicos do Grupo de Trabalho (GT) Resíduos Sólidos no início da gestão de 2021.

Workshop de moda inclusiva

Workshop de moda inclusiva: Os desafios e possibilidades da moda inclusiva dentro do contexto da pandemia foram ministrados para mais de 50 pessoas

Nesta segunda (07), a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com o Centro de Tecnologia e Inovação, realizou o Workshop online “Moda Inclusiva: cenário pós pandemia”.

Os mais de 50 espectadores presentes puderam aprender com o conteúdo do workshop que foi baseado em três temas: Adaptabilidade em novo momento de mercado; Visão mercadológica e Tendência de futuro ao segmento.

De acordo com a gestora de moda inclusiva da Secretaria, Izabelle Palma, a moda inclusiva é um segmento que traz vestibilidade melhor à pessoa com deficiência, com funcionalidades que priorizam a adaptabilidade da peça. “Leva à uma autonomia, dando oportunidade às pessoas e o direito de escolha. A moda inclusiva também dá apoio às pessoas com deficiência a se vestir com mais facilidade”, afirmou.

A representante da marca de moda inclusiva Angels Grace, Grace Santos e pela Fundadora do SB Shop & I’mperfection in Fashion, Samanta Bullock também estiveram presentes para palestrar sobre a temática.

“Quando falamos em moda inclusiva, falamos sobre olhar uma roupa na vitrine e ela servir para a pessoa com e sem deficiência. Pessoas com deficiência são consumidores também, a moda inclusiva é uma tendência e com ela cada vez mais estamos entrando em um consumo inteligente”, declarou Grace Santos.

Cada tema tratado durante o evento foi articulado levando em conta a inclusão de pessoas com deficiência dentro da moda e a adaptação da moda inclusiva dentro deste período de pandemia.

Samanta Bullock abordou as tendências dos próximos anos e sua relação com os desafios do segmento, ressaltando que a moda inclusiva evoluiu, trazendo mais autonomia às pessoas com deficiência. “A roupa feita à pessoa com deficiência era uma roupa hospitalar, vista como uma pessoa incapaz, acamada. E hoje, o Brasil está muito à frente nessa questão da moda inclusiva, justamente por conta de uma Secretaria voltada às pessoas com deficiência”, disse.

Bazar Solidário Ong Mãos que Abençoam

Dia 24 de outubro a ONG Mãos que Abençoam realizaria o BAZAR SOLIDÁRIO. Por conta da pandemia do coronavírus, adotamos medidas adicionais para prevenção de todos. Porém, dia 12 de Dezembro será realizado, anote na agenda! Haverá venda de roupas masculinas, femininas e acessórios. Os projetos sociais e assistenciais atendidos pela ONG receberam toda a verba arrecadada.

A data de primeiro de dezembro marca o Dia de Doar. Vamos contribuir para construirmos um mundo melhor, a partir de nosso bairro, cidade, região.

O evento acontecerá respeitando as normas de proteção contra covid-19, com o uso de máscaras, álcool em gel e número limitado de pessoas dentro da tenda.

Onde?

A ONG realizará o Bazar na Alameda São Caetano, no número 1160, Jardim Santa Maria – São Caetano do Sul. Entre 9h e 15h do dia 12 (sábado) de Outubro. Telefone de contato (11) 2311-1118.

Sobre a ONG Mãos que Abençoam

Uma Organização sem fins lucrativos, de promoção ao desenvolvimento social que trabalha desde 2013, na assistência social e humanitária das pessoas em situação de rua.

O trabalho conta com o apoio financeiro de pessoas físicas que contribuem com um valor mensal denominadas associados e com comerciários que nos apoiam com doações.

Missão: Contribuir para que as pessoas em situação de exclusão na cidade de São Caetano do Sul possam recuperar sua cidadania, através de um novo projeto de vida, resgatando valores éticos e morais”.

Visão: Ser um centro de referência no apoio integral a pessoas em situação de exclusão.

Valores:
AMOR ao próximo e a vida
RESPEITO aos direitos humanos
INTEGRIDADE no serviço prestado
TRANSPARÊNCIA na atividade em que atuamos
HOSPITALIDADE no acolhimento dos beneficiários
FÉ na transformação e resgate de vidas

Bazar Solidário Ong Mãos que Abençoam, participem. O mês de Dezembro inicia com o Dia de Doar. Vamos seguir com esta iniciativa por todo o mês, e ajudar e abençoar o próximo.

SBC recebe 200 cestas básicas do Consulado Geral de Israel

Doações foram feitas para a Central de Recebimento, criada pelo Fundo Social de Solidariedade (FSS), para atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade social durante o período de combate ao coronavírus; até o momento, a Central entregou 44 mil cestas básicas

A Prefeitura de São Bernardo recebeu, na manhã desta sexta-feira (27/11), 200 cestas básicas doadas pelo Consulado Geral de Israel. A entrega dos alimentos foi feita na Central de Recebimento de Doações, localizada no Banco de Alimentos da cidade. Coordenada pelo Fundo Social de Solidariedade (FSS), a Central realizou a doação de 44 mil cestas básicas desde março, início da pandemia de coronavírus.

Segundo o secretário de Assistência Social, Carlos Romero, que esteve ao lado da presidente do FSS, Greici Picolo Morseli, durante o recebimento dos mantimentos, a doação veio em boa hora. “Com a pandemia de coronavírus, surgiu um novo perfil de pessoas que precisam de doações. A contribuição da sociedade civil tem sido fundamental para conseguirmos suprir essa demanda”, afirmou.

O cônsul Alon Lavi fez questão de acompanhar a entrega das cestas básicas. “O Consulado Geral de Israel tem expandido suas relações para além da capital paulista. O intuito é apoiar diferentes cidades deste Estado de acordo com sua agenda local. E com a pandemia de coronavírus, sabemos que essas comunidades precisam de apoio e ajuda”, disse.

DOAÇÕES CONTINUAM – A Central de Recebimento de Doação envolve a participação de empresários e pessoas jurídicas que queiram contribuir com a doação de itens diversos. Para participar da ação, os interessados poderão doar mantimentos não perecíveis diretamente para o Banco de Alimentos de São Bernardo (Avenida Redenção, 271, Centro) de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h30.

A doação de produtos de higiene pessoal, itens de limpeza, álcool gel e máscaras podem ser feitas na Secretaria da Educação (Avenida Wallace Simonsen, 222, Nova Petrópolis), de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h30.

A Central de Recebimento também recebe doações em dinheiro. A transferência deve ser feita para a conta bancária do município de São Bernardo: Banco do Brasil, agência 0427-8, conta corrente 65.734-4. O CNPJ da conta é 46.523.239/0001-47. Todo os valores arrecadados nesta conta, no período de vigência do decreto número 21.111, será revertido às doações de combate à pandemia do coronavírus.

Doações de outros itens ou esclarecimentos de dúvidas devem ser feitas pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone 2630-4046.

Diadema e Santo André: Enel reabre ecopontos

Ecopontos em Diadema e Santo André: a Enel Distribuição São Paulo retorna com as atividades, após 7 meses suspensas por causa da pandemia. A maior concessionária de energia elétrica do Brasil, acaba de retomar integralmente o programa Ecoenel. O programa oferece um desconto na conta de luz em troca de materiais recicláveis.

São nove pontos de coleta reabertos na área de concessão da distribuidora, situados na capital paulista e nos municípios de Santo André, Barueri e Diadema.

Um dos ecopontos reabertos em outubro é o situado na universidade Mackenzie, na Rua da Consolação, 968. O ecoponto arrecadou mais de 140 toneladas de resíduos (2019). Como resultado, gerou bônus nas contas de energia dos clientes de mais de R$ 15 mil. Desta forma, o valor é superior ao desconto gerado em 2018, superior a R$ 12 mil.

Ecopontos em Diadema e Santo André
Assaí Diadema é um dos locais de ecoponto. Foto: Divulgação

O ecoponto situado na Sociedade Benfeitora Jaguaré, na Rua Floresto Bandecchi, também foi reaberto em outubro. O local arrecadou 169 toneladas de resíduos em 2019, o que gerou um bônus na conta de luz dos clientes de R$ 39,4 mil. Ao passo que em 2018 o local recebeu 171,5 toneladas de resíduos e gerou um desconto de cerca de R$ 37 mil nas faturas de energia.

Desde o início de 2019 até o fechamento do primeiro semestre deste ano, mais de 1.500 toneladas de resíduos foram transformadas em cerca de R$ 350 mil em bônus na conta de 5.889 clientes da distribuidora.

Confira os endereços e horários de funcionamento dos Ecopontos em Diadema e Santo André:

Assaí Diadema (SP): Av. Piraporinha, 1144
Horário de funcionamento: terça a sábado, das 10h às 13h e das 14h às 17h.

Assaí Santo André (SP): Rua Giovanni Battista Pirelli, nº 1221
Horário de funcionamento: terça a sábado, das 10h às 13h e das 14h às 17h.

Começa segunda etapa do projeto Municípios Prato Cheio

Na nova etapa, 346 Municípios serão contemplados, com a previsão de mais 176.550 famílias beneficiadas

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) iniciou a segunda fase do projeto Municípios Prato Cheio para o Desenvolvimento – que é uma iniciativa com a proposta de – no contexto de crise com a pandemia da Covid-19 – auxiliar os moradores de pequenos Municípios com o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil. Na nova etapa, 346 Municípios serão contemplados, com a previsão de mais 176.550 famílias beneficiadas. O investimento para a fase soma R$ 8.827.500.

A lista dos primeiros contemplados na segunda fase do Prato Cheio está disponível no site da iniciativa. Por isso, é recomendado que os gestores municipais confiram o documento e, se o Município estiver listado, entrem em contato com a entidade municipalista para mais informações, por meio do telefone (61) 2101-6000. Caso ainda não tenham recebido orientações por e-mail para cadastro das famílias.

Como Ajudar

Pessoa jurídica ou física pode contribuir com a iniciativa e doar qualquer valor. As compras serão feitas no comércio local, pois o objetivo, além de mitigar os efeitos sociais da pandemia, é fortalecer a cultura de solidariedade e da compra local. Para doar ou conhecer mais sobre o projeto basta acessar o site do projeto.

Fonte: Brasil 61

Sabesp terá usina de reciclagem para produzir asfalto

Companhia vai reciclar sobras de obras para melhorar a reposição do pavimento asfáltico nos serviços em ruas da capital

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São (Sabesp) firmou contrato para implantação de uma usina de reciclagem para produção de base asfáltica a partir de resíduos de obras de saneamento. A solução sustentável deve melhorar a qualidade da reposição do pavimento nos serviços da Companhia em vias públicas e reduzir o descarte de resíduos sólidos em aterros. 

A iniciativa atende à estratégia da Sabesp de adotar o conceito inovador de economia circular, que foca na otimização e no reaproveitamento de materiais, reduzindo custos e beneficiando o meio ambiente.

A usina de reciclagem foi contratada por meio de licitação, vencida pelo consórcio Reintegrar, formado pelas empresas Fremix e Soebe. Serão investidos no projeto R$ 29,6 milhões em 30 meses.

Com a reciclagem das sobras de obras, a Companhia deixará de descartar ao ano 150 toneladas de material nos aterros sanitários, o que atende às diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
 

Fonte: Brasil 61

Fórum discute desenvolvimento sustentável na Amazônia Legal

A iniciativa visa mapear perspectivas e buscar soluções concretas para temas relacionados ao desenvolvimento sustentável e melhoria da qualidade de vida na região

Ocorreu nesta quarta-feira (4) o primeiro dia do Fórum Mundial Amazônia+21. A iniciativa visa mapear perspectivas e buscar soluções concretas para temas relacionados ao desenvolvimento sustentável da região e melhoria da qualidade de vida na área da Amazônia Legal.  A abertura do evento contou com painéis com uma abordagem sobre a agenda de projetos e ações do Governo Federal.

Os debates sobre os desafios e as soluções para a Amazônia se darão a partir de quatro eixos temáticos: negócios sustentáveis, cultura, financiamento dos programas e ciência, tecnologia e inovação. Participaram da abertura o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, o presidente da Federação das Indústrias de Rondônia (FIERO) e da Agência de Desenvolvimento de Porto Velho, Marcelo Thomé. 

O presidente da CNI destacou que um plano consistente de desenvolvimento econômico e social da Amazônia precisa conciliar a conservação da floresta e melhoria da qualidade de vida. “Os desafios são enormes, são complexos, mas nós temos que fazer as escolhas certas e nesse caso o Brasil poderá ser o líder mundial da economia de baixa emissão de carbono e da bioeconomia”, destacou Robson. 

Esteve presente representando o ministro do Meio Ambiente o Secretário da Amazônia e Serviços Ambientais, Joaquim Álvaro Pereira Leite. Para tratar do desenvolvimento do agronegócio na região, em nome do Ministério da Agricultura, a apresentação foi conduzida pelo secretário de Agricultura Familiar do Mapa, Fernando Schwanke. 

A agenda de preservação e desenvolvimento do governo prevê cinco pontos. O primeiro é a regularização fundiária, seguido pelo zoneamento econômico e ecológico que permite a escolha das áreas que podem ser exploradas. O terceiro, é o pagamento por serviços ambientais, como o programa Floresta+. O quarto ponto é a Bioeconomia e o quinto a fiscalização e o controle das áreas. 

Outro ponto discutido nos debates foi a segurança jurídica para atração de novos investimentos. A regularização fundiária foi apontada como um dos grandes gargalos que atrasa e inibe investimentos na região amazônica. Também foi abordada a questão da infraestrutura, tanto em modais, quanto em energia e telecomunicações.

As realidades do povo amazônico, empresas locais e o desenvolvimento das cidades igualmente foram temas discutidos durante os debates prévios do evento que se estende até o final desta semana. 

Fórum de Cidades Pan-Amazônicas

O segundo bloco contou com o lançamento do Fórum de Cidades Pan-Amazônicas, uma plataforma de diálogo e troca de informações de governos locais para o desenvolvimento sustentável. Anuska Soares, coordenadora de projetos do Programa Regional de Segurança Energética e Mudança Climática para a América Latina, da Fundação Konrad Adenauer (KAS), destacou a relevância da nova iniciativa.   

“Essa troca de experiências, boas práticas e conhecimento entre os governos locais, para promover o desenvolvimento sustentável das cidades localizadas na Amazônia é importantíssimo. Pois só eles têm o conhecimento efetivo do que passa em cada cidade”, afirmou. 

Além disso, painéis abordaram também o capital humano e novas demandas de economia sustentável, com foco na educação em áreas que se apresentam como oportunidade riquezas e renda na Amazônia, com plena proteção do bioma. Foi explorado um novo olhar sobre a formação profissional para a promoção do desenvolvimento da região.

Sobre o Fórum

Desta vez acontecendo de forma híbrida, virtual e presencial, em razão da pandemia de Covid-19, o evento está programado para ocorrer até o dia 6 de novembro. Com uma agenda técnica e encontros preparatórios, foram realizadas reuniões temáticas prévias nos meses de agosto a outubro. 

O Fórum conecta governos, empreendedores, cientistas, pesquisadores, setor produtivo, investidores e sociedade a fim de dialogarmos sobre a geração de riquezas na região amazônica, com proteção plena ao bioma.

O evento é promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero), Agência de Desenvolvimento de Porto Velho e Prefeitura de Porto Velho. A Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL) são correalizadores. O evento conta ainda com apoio do governo do estado. A programação completa e os painéis podem ser acompanhados ao vivo pelo site amazonia21.org

Fonte: Brasil 61

TCU avalia efeitos da pandemia na Previdência Social

Análise feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) que faz parte do 4º relatório de acompanhamento da Previdência Social, apontou também a exclusão de pessoas que possuem direito a benefício e o pagamento indevido

Acerca dos efeitos da crise causada pela pandemia da Covid-19, aumentou o tempo para conclusão da análise dos requerimentos de benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A análise feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que faz parte do 4º relatório de acompanhamento da Previdência Social, apontou também a exclusão de pessoas que possuem direito a benefício e o pagamento indevido. 

O aumento do tempo piorou em praticamente todos os grupos analisados após o INSS ter adotado medidas de enfrentamento à pandemia. No que diz respeito às concessões de benefício de prestação continuada (BPC), a principal causa de aumento do tempo de análise foi a suspensão da etapa de avaliação biopsicossocial, fase crítica do processo de concessão do BPC para a pessoa com deficiência. 

O diretor do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Diego Cherulli, avaliou o aumento do tempo para conclusão da análise dos requerimentos. “O IBDP entende que a demora de fato se dá a não realização das perícias presenciais e também a dificuldade de se avaliar todos esses critérios ensejadores do benefício”, disse. Segundo ele ainda o pagamento indevido é tido nos casos onde há antecipação e caso houver esse tipo de pagamento esses ocuparão a menor quantidade de benefícios.

A medida de antecipação do pagamento não tem sido suficiente para evitar o envelhecimento do estoque de requerimentos, cuja idade aumentou de 188 dias (fevereiro de 2020) para 253 dias (agosto).

A Corte de Contas recomendou ao INSS que avalie a adoção de medidas para reduzir a duração das etapas anteriores à avaliação biopsicossocial. Também foi recomendado o aumento da eficácia da medida temporária de antecipação do pagamento. Como, por exemplo, conceder aos requerentes a oportunidade para apresentar documentos comprobatórios da deficiência.

O Tribunal também sugeriu a implementação de controles para assegurar que a análise administrativa dos requerimentos seja feita conforme a ordem de ingresso na fila geral de reconhecimento inicial do direito. Para tanto, o INSS poderia promover a automatização dessa análise e dos procedimentos de exigência dela decorrentes.

O advogado especialista em direito administrativo, Pedro Henrique Costódio, avaliou a atuação do TCU como plausível, uma vez que vários beneficiários estão sendo prejudicados em razão do atraso.

“Entre os inúmeros prejuízos causados pela Covid-19, merecem destaque a dificuldade na entrega de documentos e a suspensão no atendimento presencial junto à previdência social. Ao analisar essa questão o TCU levantou uma série de fatores e sugeriu a implementação de medidas que diminuam o excesso de tempo na conclusão desses processos administrativos”, disse. 

Em nota, o INSS informou que está em constante diálogo com o TCU e, junto à Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, tomará as medidas necessárias para que sejam sanados os problemas apontados.

Fonte: Brasil 61

Amazônia+21: modelos de desenvolvimento regional sustentável

A programação do evento está prevista para os dias 4, 5 e 6 de novembro e ocorrerá de forma virtual

Com o intuito de estimular a identidade cultural e econômica da região amazônica, o Fórum internacional Amazônia+21 tem como propósito ajudar a criar novos modelos de desenvolvimento regional sustentável. A programação do evento está prevista para os dias 4, 5 e 6 de novembro e ocorrerá de forma virtual. O acesso será gratuito e contará com tradução simultânea para o inglês e espanhol.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), Marcelo Thomé, explica que Amazônia+21 é um fórum de diálogos que visa promover a comunicação entre os mais variados agentes que atuam no território amazônico, entre eles o governo, o setor produtivo e a sociedade civil organizada.

“Desde o dia 19 de agosto, quando iniciamos essa jornada, já tivemos dois encontros. Tivemos encontros sobre infraestrutura, regularização fundiária e agricultura na Amazônia. Sobre cidades amazônicas e, ainda, cultura e agricultura, como preparação para o evento principal, em novembro”, destaca o presidente da FIERO.  

O evento deve contar com a participação de cientistas, pesquisadores, especialistas, empresários, empreendedores, investidores, órgãos de fomento, governantes e chefes de Estado. Além da FIERO, o Amazônia+21 é promovido com o apoio da Prefeitura de Porto Velho, através da ADPVH, com correalização da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

Para ter acesso aos debates, os interessados devem se inscrever aqui. O acesso por este canal é importante, principalmente para quem não tem domínio da língua inglesa ou espanhola, já que a tradução simultânea só será disponibilizada por esta plataforma e alguns convidados não falam português.

Eventos anteriores

Antes da realização do Fórum internacional Amazônia+21, outros eventos importantes foram realizados. Em um deles, no último dia 14, foi debatido o assunto vida nas cidades amazônicas e oportunidades de negócios sustentáveis.  Para o aprofundamento do tema, foi necessária a divisão em dois diálogos.

O primeiro apresentou a temática “Cidades e Desenvolvimento Sustentável”, com informações repassadas pelo gerente de Relações Institucionais do Iclei América do Sul, Rodrigo Corradi. A prefeita de Boa Vista, Teresa Surita, chegou a apresentar um projeto de sustentabilidade de energia por meio de investimentos em energia fotovoltaica.

“Nossa capital é a única que não é interligada ao sistema nacional de energia elétrica. E preocupados com poluição, focamos no investimento em placas solares, pois a região nos permite”, afirmou.

O projeto piloto foi desenvolvido na comunidade indígena Darora, que conta com cerca de famílias. Com o sucesso da experiência, outras cinco usinas solares foram construídas e atendem diversos órgãos públicos, como a prefeitura, secretarias municipais, mercado municipal e pontos de ônibus climatizados.

“Até o final do ano entregaremos mais uma usina, que, somada às já concluídas, representará uma economia de R$ 5 milhões/ano, a preservação de 245.629 árvores, abastecimento de mais de 9 mil residências e diminuição de 7,5 milhões em emissão de gás carbono”, salientou Teresa Surita.

Na avaliação do diretor regional da ONU-Habitat para América Latina e Caribe, Elkin Velásquez, atualmente há uma necessidade de progresso na agenda da sustentabilidade. Segundo ele, incluir a região no chamado bloco da panamazônia é um meio de chamar a atenção dos governos para a importância da sustentabilidade e do desenvolvimento.

Fonte: Brasil 61

Gestão comunitária da água é a esperança para 17 milhões

A conclusão é de um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

Segundo o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nos próximos anos, 17 milhões de pessoas que moram em áreas rurais terão saneamento básico. A pesquisa “Soluções e Dificuldades do Saneamento Rural no Brasil” leva em conta alternativas de gestão comunitária da água e foi feita com base em dados coletados entre 2018 e 2019 pelo IBGE, pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e por pesquisa de campo.

De acordo com o responsável pelo estudo, Gesmar Santos, as populações mais necessitadas da infraestrutura residem, sobretudo, no nordeste e no norte do país como na região amazônica. São populações indígenas, ribeirinhas, quilombolas, produtores rurais, seringueiros e demais habitantes do meio rural. 

O pesquisador explica que os desafios para levar o saneamento básico a estas regiões vai além do difícil acesso. “Primeiro, fazer com que as populações se organizem em associações, em entidades que tenham capacidade de receber os sistemas e dar continuidade a eles. O segundo desafio é garantir o investimento, o financiamento e o terceiro é capacitar as pessoas, os projetos e as instituições que levam até os beneficiados as condições para que se instale os sistemas adequadamente.”

Em julho deste ano o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) sancionou o novo Marco Legal do Saneamento Básico. O principal objetivo da legislação é universalizar e qualificar a prestação dos serviços no setor com meta para alcançar a universalização do serviço até 2033. O marco prevê a garantia de que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90% ao tratamento e a coleta de esgoto até esta data. 

De acordo com Wilson Tadeu Lopes, pesquisador da Embrapa Instrumentação, o Brasil ainda não está no caminho certo para alcançar este foco. “Estamos muito longe disso. A grande maioria dos municípios ainda não reconhece o saneamento rural como uma obrigação. Os números são incertos, não existem nos planos municipais de saneamento básico. Geralmente o morador rural ou é descrito de maneira muito periférica ou sequer é mencionado. Tem muito trabalho ainda para se fazer”, conclui.

Segundo explica a professora da Universidade Federal de Minas Gerais e associada ao Observatório dos Direitos à Água e ao Saneamento, Sonaly Rezende a solução apontada pelo estudo do Ipea para moradores de áreas rurais por meio da gestão comunitária, precisa, além do engajamento populacional, de recursos do Programa Nacional de Saneamento Rural (PNSR).

“Uma gestão comunitária está relacionada ao associativismo, ao cooperativismo, a participação popular nos fóruns para tomada de decisão sobre saneamento básico. O PNSR trata dessa questão, define dentro de uma diretriz destinar investimentos públicos para o saneamento rural com o intuito de ampliar o volume ou priorização de beneficiários com menor capacidade de endividamento”, afirma.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) relatou, em 2017, que 55% dos habitantes do meio rural tinham acesso à água tratada de forma segura e apenas 35% tinham acesso a algum sistema de esgotamento sanitário seguro. No Brasil, atualmente, cerca de 31 milhões de pessoas vivem no campo e dependem de soluções individuais ou coletivas.

Fonte: Brasil 61

Estados se unem em prol da solução da crise climática

Gilberto Gil fará a abertura do evento, que contará com a presença dos governadores João Doria (SP), Flávio Dino (MA), Renan Filho (AL), Waldez Góes (AP), Renato Casagrande (ES), Paulo Câmara (PE), entre outros. O evento também reúne Ignacio Ybañez Rubio, embaixador da União Europeia (UE) no Brasil, e Jerry Brown, ex-governador da Califórnia (EUA). 

Proporcionar o intercâmbio de boas práticas entre as experiências dos estados brasileiros e de outros países e convidar os governadores estaduais comprometidos com a solução da crise climática para liderar a construção de uma rede de ações para uma governança climática sustentável. São estes os objetivos principais do I Encontro Internacional Governadores pelo Clima, que acontece nesta quinta-feira (29), às 14h, pelo Centro Brasil no Clima (CBC), instituição dedicada a aumentar a conscientização e promover mobilizações para a ação climática. O evento acontecerá no formato virtual, com transmissão ao vivo em http://bit.ly/GovernadoresPeloClima2020

O cantor e compositor Gilberto Gil fará a abertura do evento, cantando a música Refazenda especialmente para o evento, a fim de sensibilizar os participantes para a importância da tomada de ação para resolver a questão climática. Entre as presenças confirmadas, estão os governadores Renan Filho (Alagoas); Waldez Góes (Amapá); Renato Casagrande (Espírito Santo); Flávio Dino (Maranhão); Helder Barbalho (Pará); Paulo Câmara (Pernambuco); Wellington Dias (Piauí); Cláudio Castro (Rio de Janeiro); Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte); Eduardo Leite (Rio Grande do Sul); João Doria (São Paulo) e ainda os vice-governadores Marcus Vinicius Britto de Albuquerque Dias (DF) e Wanderlei Barbosa Castro (Tocantins). Outros governadores estão em fase de confirmação.Também participam Ignacio Ybañez Rubio, embaixador da União Europeia (UE) no Brasil; Yvon Slingenberg, diretora de Ação Climática da Comissão Europeia, e Jerry Brown, ex-governador da Califórnia (EUA), além de Israel Klabin, associado e membro-fundador do CBC. 

Durante o encontro, que será mediado pela jornalista Andreia Coutinho e terá tradução simultânea, serão apresentadas as experiências exitosas já realizadas por governadores de outros países e regiões, como Estados Unidos, Argentina e União Europeia.

“O objetivo da articulação Governadores Pelo Clima é somar forças dos Estados visando cumprir os compromissos do Brasil no Acordo de Paris; discutir sobre as oportunidades de geração de empregos da economia verde e estruturar canais de intercâmbio internacional entre movimentos similares de outros países”, destaca Sérgio Xavier, articulador político do CBC e coordenador da realização no Brasil de projeto apoiado pelo SPIPA – Strategic Partnerships for the Implementation of the Paris Agreement, iniciativa da União Europeia.

“Durante o encontro, teremos a oportunidade de refletir como a experiência europeia pode nos inspirar sobre a implantação de abordagens transversais para enfrentar as mudanças climáticas, de discutir os  desafios e oportunidades que as iniciativas implantadas em outros países possuem, além de debater como os governadores e a sociedade podem estabelecer um diálogo mutuamente benéfico para a prevenção e adaptação aos impactos climáticos”, declarou Guilherme Syrkis, Diretor Executivo do CBC.

Carta de Compromisso

Na ocasião, será apresentada a carta de compromisso para institucionalizar o Conselho de Governadores pelo Clima e criar sua base executiva, composta por representantes dos governadores. O documento ressalta o papel central dos governos subnacionais (ou seja, os governos estaduais) no esforço global para manter o aquecimento da Terra bem abaixo de 2 °C e para acelerar a transição para uma economia limpa e inclusiva, que beneficiará a segurança, a prosperidade e a saúde de toda a população.

“Considerando tais urgências e oportunidades, os governadores brasileiros signatários da presente carta instituem a aliança Governadores pelo Clima, em sintonia com outras iniciativas similares nos diversos continentes. Seremos uma coalizão suprapartidária, agregando ideias, forças e conhecimentos para enfrentar essa ameaça existencial. Com o compromisso de ação continuada, os governadores signatários indicarão representantes executivos para consolidar a institucionalidade da aliança e construir uma agenda estratégica nacional e internacional”, ressalta um dos trechos do documento.

Sobre o Centro Brasil no Clima

Fundado por Alfredo Sirkis, um dos principais líderes do movimento ambientalista no país, o Centro Brasil no Clima (CBC) é um think tank sediado no Rio de Janeiro que tem como objetivo estimular o debate público para resultar em uma sociedade mais sustentável. Desde 2018, a instituição realiza um projeto no âmbito das Parcerias Estratégicas para a Implementação do Acordo de Paris (SPIPA, em inglês), uma iniciativa da União Europeia, para desenvolver e reforçar a governança subnacional na área de mudança do clima.  

 Programação 

●             Abertura – Gilberto Gil, cantor e compositor; Guilherme Syrkis, diretor executivo do Centro Brasil no Clima (CBC), e Israel Klabin, associado e membro-fundador do CBC.

·       Ignacio Ybañez Rubio, embaixador da União Europeia (UE) no Brasil

●            Ação climática na Europa – A importância de uma abordagem transversal e multinível – Yvon Slingenberg, Diretora de Ação Climática da Comissão Europeia.

●             Mensagem em vídeo de Jerry Brown (ex-governador da Califórnia).

●             Alianças de Governadores dos Estados Unidos: Reed Schuler (conselheiro-sênior de política do governador Jay Inslee, de Washington) e Aimee Barnes (consultora-sênior do ex-governador Jerry Brown, da Califórnia)

●             Alliance for Climate Action – ArgentinaManuel Jaramillo, diretor-geral da Fundación Vida Silvestre.

●             Participação dos governadores brasileiros: Alagoas – Renan Filho; Amapá – Waldez Góes; Espírito Santo – Renato Casagrande; Maranhão – Flávio Dino; Pará – Helder Barbalho; Pernambuco – Paulo Câmara; Piauí – Wellington Dias; Rio de Janeiro – Cláudio CastroRio Grande do Norte – Fátima Bezerra; Rio Grande do Sul – Eduardo Leite; São Paulo – João Doria e os vice-governadores do Distrito Federal  – Marcus Vinicius Britto de Albuquerque Dias e do Tocantins – Wanderlei Barbosa Castro. Outros governadores ainda estão em processo de confirmação de presença.

●             Apresentação da carta de compromisso para institucionalização do Conselho de Governadores pelo Clima.

●             Encerramento, conclusões e próximos passos – Sergio Xavier, Coordenador e Articulador Político do CBC.

·         Apresentação e moderação – Andrea Coutinho, jornalista.

Serviço

  • I Encontro Internacional Governadores pelo Clima
  • Quinta-feira (29), às 14h (Hora de Brasília)
  • Duração aproximada de duas horas e tradução simultânea português-inglês
  • Transmissão em: http://bit.ly/GovernadoresPeloClima2020 

GOVERNADORES SE REÚNEM EM EVENTO EM PROL DA SOLUÇÃO DA CRISE

I Encontro Internacional Governadores pelo Clima é realizado pelo CBC e também traz Waldez Goes (AP), Renato Casagrande (ES), Helder Barbalho (PA), Yvon Slingenberg, diretora de Ação Climática da Comissão Europeia, e Jerry Brown, ex-governador da Califórnia (EUA).

De forma inédita, diversos governadores do Brasil se reúnem nesta quinta-feira (29), para discutir práticas que possam resolver a crise climática que fortemente assola o país. O I Encontro Internacional Governadores pelo Clima, realizado pelo Centro Brasil no Clima – CBC, surge para promover o intercâmbio de boas práticas dos estados brasileiros e de outros países e firmar pactos com os governadores estaduais, comprometidos com a solução da crise ambiental do Brasil. A meta é liderar a construção de uma rede de governanças sustentáveis, dedicada a aumentar a conscientização e promover mobilizações que reduzam os impactos negativos causados pela degradação do meio ambiente. O encontro virtual ocorre a partir das 14h e será transmitido através do: http://bit.ly/GovernadoresPeloClima2020 e Youtube do Centro Brasil no Clima.

Na ocasião, será apresentada a carta de compromisso para institucionalizar o Conselho de Governadores pelo Clima e criar sua base executiva, composta por representantes dos governadores. O documento ressalta o papel central dos governos subnacionais (ou seja, os governos estaduais) no esforço global para manter o aquecimento da Terra bem abaixo de 2 °C e para acelerar a transição para uma economia limpa e inclusiva, que beneficiará a segurança, a prosperidade e a saúde de toda a população.

“O objetivo da articulação Governadores Pelo Clima é somar forças dos Estados visando cumprir os compromissos do Brasil no Acordo de Paris; discutir sobre as oportunidades de geração de empregos da economia verde e estruturar canais de intercâmbio internacional entre movimentos similares de outros países”, destaca Sérgio Xavier, articulador político do CBC e coordenador de projetos do SPIPA – Strategic Partnerships for the Implementation of the Paris Agreement, no Brasil.

O evento acontecerá no formato virtual, com transmissão pela internet e tradução simultânea. Entre as presenças confirmadas, estão os governadores Waldez Goes (Amapá); Renato Casagrande (Espírito Santo); Flávio Dino (Maranhão); Romeu Zema (Minas Gerais); Helder Barbalho (Pará); Paulo Câmara (Pernambuco); e João Doria (São Paulo).Também participam Yvon Slingenberg, diretora de Ação Climática da Comissão Europeia, e Jerry Brown, ex-governador da Califórnia (EUA), além de Israel Klabin, associado e membro-fundador do CBC. Durante o encontro, que será apresentado pela jornalista Andreia Coutinho, serão apresentadas as experiências exitosas já realizadas por governadores de outros países e regiões, como Estados Unidos, Argentina e União Europeia.

“Durante o encontro, teremos a oportunidade de refletir como a experiência europeia pode nos inspirar sobre a implantação de abordagens transversais para enfrentar as mudanças climáticas, de discutir os  desafios e oportunidades que as iniciativas implantadas em outros países possuem, além de debater como os governadores e a sociedade podem estabelecer um diálogo mutuamente benéfico para a prevenção e adaptação aos impactos climáticos”, declarou Guilherme Syrkis, Diretor Executivo do CBC.

Carta de Compromisso

“Considerando tais urgências e oportunidades, os governadores brasileiros signatários da presente carta instituem a aliança Governadores pelo Clima, em sintonia com outras iniciativas similares nos diversos continentes. Seremos uma coalizão suprapartidária, agregando ideias, forças e conhecimentos para enfrentar essa ameaça existencial. Com o compromisso de ação continuada, os governadores signatários indicarão representantes executivos para consolidar a institucionalidade da aliança e construir uma agenda estratégica nacional e internacional”, ressalta um dos trechos do documento que será apresentado aos governadores.

Sobre o Centro Brasil no Clima

Fundado por Alfredo Sirkis, um dos principais líderes do movimento ambientalista no país, o Centro Brasil no Clima (CBC) é um think tank sediado no Rio de Janeiro que tem como objetivo estimular o debate público para resultar em uma sociedade mais sustentável. Desde 2018, a instituição realiza um projeto no âmbito das Parcerias Estratégicas para a Implementação do Acordo de Paris (SPIPA, em inglês), uma iniciativa da União Europeia, para desenvolver e reforçar a governança subnacional na área de mudança do clima.

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Ação Entre Amigos: Agradecimentos aos colaboradores

O Jornal Grande ABC e o grupo Ação Entre Amigos, agradecem a ajuda prestada pelos leitores e amigos, que colaboraram com a realização da festa das crianças. O evento fora realizado no último domingo, no bairro Nova Gerty, em São Caetano do Sul.

As quase 50 crianças se divertiram com duas camas elásticas, jogando bola e demais brincadeiras, durante 14 e 18 horas. Com a alegria estampada no rosto dos infantes, a sensação de missão cumprida e felicidade em concluir perfeitamente o evento são os sentimentos expressados pelos realizadores.

Além do entretenimento, os organizadores distribuíram cachorro-quente, refrigerante, doces, bolos e os presentes doados. O grupo Ação Entre Amigos segue atuando na entrega de alimentos para moradores de rua e pessoas necessitadas, e conta com sua colaboração.

Contatos:

Sheila: 011 96154-2269 WhatsApp
Josimar: 011 96869-1482 WhatsApp e ligações

Sobre a Ação entre Amigos

Sheila e Josimar trabalham com reciclagem no ABC, e há dois anos incendiaram o carro do casal. Com a família passando por necessidades, um vizinho enviou a história para o Balanço Geral. Com a reportagem na televisão, a família recebeu muitas doações de alimentos. Foi neste momento que decidiram ajudar também as pessoas, as quais passam por inúmeras dificuldades na região. Junto a amigos, a Ação entre Amigos tem entregado cestas básicas e refeições para pessoas carentes e moradores de rua. O grupo está aberto a aumentar o número de apoiadores e assim abraçarem mais famílias necessitadas.

Resíduos do tratamento de esgoto poderão se tornar fertilizantes

A estratégia dos especialistas é utilizar a técnica de compostagem para viabilizar o uso desses resíduos na produção agrícola

Cerca de 1200 toneladas de lodo de esgoto, 180 toneladas de poda de árvores e 500 toneladas de grama cortada poderão agora se transformar em um composto orgânico para a agricultura em Piracicaba, no interior paulista. Os resíduos que seriam descartados em aterro sanitário terão um uso sustentável. 

A estratégia dos especialistas é utilizar a técnica de compostagem para viabilizar o uso desses resíduos na produção agrícola. O método permite o pós-tratamento do lodo de esgoto sem que haja mau cheiro e moscas e o processo de decomposição leva cerca de 60 dias.

O projeto é uma parceria entre a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP) e a concessionária Mirante do grupo AEGEA. O acordo assinado em 21 de setembro prevê vigência até julho de 2021. 

A implementação em Piracicaba faz parte de um plano maior enviado para aprovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que busca dar um destino sustentável para todo o resíduo do tratamento de esgoto das cidades do Estado.

Fonte: Brasil 61

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

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Assistência Jurídica Gratuita em São Bernardo do Campo

Os moradores de São Bernardo do Campo podem contar com a assistência jurídica gratuita mantida por uma das mais importantes instituições de ensino jurídico do país, a Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo. Os postos fornecem orientação jurídica nas diversas áreas do Direito, entre elas: previdenciário, trabalhista, consumidor, família.

O Escritório-Escola é um posto de atendimento à população carente de São Bernardo do Campo, destinado a prestar assistência jurídica gratuita, coordenado pelo Prof. Roberto Bahia.

O Escritório-Escola oferece apoio jurídico nas diversas áreas de direito, que pode ir além da orientação. Se necessário, nossos estagiários, supervisionados por advogados e professores, vão à Justiça para realizar separações, divórcios, investigação de paternidade ou buscar pensões alimentícias.

Horário de Atendimento: segundas-feiras e quartas-feiras, das 13h às 16h e às terças-feiras e quintas-feiras, das 8h às 11h.
Endereço: Rua Java, 425 – acesso pela Rua Barentz s/nº – Jardim do Mar – São Bernardo do Campo
Telefone: (11) 3927-0280

Projeto para áreas de mananciais é habilitado no Comitê do Alto Tietê

Plano foi elaborado pela entidade regional por meio do GT Meio Ambiente

O Consórcio Intermunicipal Grande ABC teve seu projeto para sinalização e identificação das áreas de mananciais habilitado na quarta-feira (14/10) pelo colegiado do Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê (CBH-AT).

O Plano Regional de Sinalização e Identificação Visual das Áreas de Mananciais dos Municípios do Grande ABC foi elaborado pela entidade regional por meio do Grupo de Trabalho (GT) Meio Ambiente. Como inovação, a iniciativa propõe que sejam consideradas novas formas de comunicar e indicar as áreas de mananciais para além das instalações de placas.

O presidente do Consórcio ABC e prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão, ressaltou a importância da iniciativa para as sete cidades
e para a Região Metropolitana de São Paulo.

“Mais da metade do Grande ABC é área de manancial. Por isso, nosso objetivo é que a população residente e quem transita por locais próximos aos mananciais reconheçam esse território e importância da sua preservação”, afirmou Maranhão.

Entre os critérios para habilitação e hierarquização estão a abrangência regional, o atendimento ao programa e a população beneficiada. A proposta apresentada pelo Consórcio ABC atendeu de forma integral às exigências de conteúdo técnico colocadas pelo colegiado do CBH-AT, recebendo maior pontuação entre os projetos habilitados.

“O resultado mostra a capacidade técnica e de planejamento dos consórcios públicos e comprova o fortalecimento das ações consorciadas. Além disso, o fato de nosso projeto ter recebido a maior pontuação é motivo de orgulho e de incentivo para continuidade do trabalho para desenvolver políticas públicas conjuntas”, disse Maranhão.

A próxima etapa de avaliação do projeto deverá ser feita pelo agente técnico que será eleito pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro). A iniciativa, se aprovada, será viabilizada com recurso proveniente do Fehidro, sem contrapartida por parte do Consórcio ABC e das prefeituras
da região.

Foto: Divulgação/Consórcio ABC

Natal Solidário A União faz a força

O grupo A União faz a Força conta com sua colaboração para distribuir cerca de 300 sacolinhas de Natal, para crianças carentes da região do pós balsa, em São Bernardo do Campo. Estão solicitando doação de brinquedos usados, que serão preparados para presentear e fazer a alegria de diversas crianças.

Além dos brinquedos, o grupo solicita também doações de fitilho, sacos plásticos transparentes para presente, amaciante e detergente (qualquer marca) para lavar e desembaraçar o cabelo das bonecas e acessórios bonecas. E mais pra frente precisarão de salsicha, molho, pão de hot dog, batata palha e refrigerante pequeno, para montarem os saquinhos de lanche das crianças, para levarem junto com as sacolinhas

Toda arrecadação será distribuída em bairros como Curucutu, Santa Cruz, Porto de Areia, Água Limpa, Capivari, Tatetos entre outros. As crianças cadastradas são de 0 até 11 anos. Em meio a crise, provocada em especial pela pandemia, estas crianças contam com assistência para complementar o Natal de cada uma delas. Sua doação fará a felicidade de várias famílias.

Sobre A União Faz a Força

Formado por amigos solidários, o grupo vem arrecadando brinquedos, mantimentos, roupas e fraldas. Estes vem sendo distribuídos para famílias carentes da região do ABC. No início deste ano, o grupo entregou dezenas de mochilas para crianças utilizarem na escola.

Como doar?

Se puder colaborar com doação, faça contato com o grupo União Faz a Força para eles retirarem a doação.
Conheça o grupo no Facebook, clique aqui.

Bruna (Parque João Ramalho – Santo André) 11 993971651
Aline (Palmares – Santo André) 11 959552949
Lene (Planalto – São Bernardo do Campo) 11 981773529
Mayara (Rudge Ramos – São Bernardo do Campo) 11 975477985
Ana Paula (Rio Grande da Serra) 11 947440954