Categoria: Notícias

  • Falta de DIESEL? (des)COMPLICANDO

    Declarações acerca de uma possível falta de óleo diesel nos próximos meses no Brasil tomaram conta do noticiário, inclusive com vídeos que mostram a situação dramática vivida em nosso país vizinho, a Argentina, que vem sofrendo com este problema.

    O que é real: o mundo está vivendo uma crise energética, principalmente de óleo diesel e o Brasil não é autossuficiente neste produto. De cada quatro litros consumidos no Brasil, somente três são produzidos aqui, ou seja: precisamos importar 1/4 de todo volume que consumimos.

    Como consequência óbvia, o preço desta molécula no mercado internacional disparou nos últimos meses. A Petrobrás, responsável por mais de 90% da produção interna, não repassou a integralidade destes aumentos. Atualmente temos uma defasagem de mais de R$ 1,00 entre o preço internacional e o preço praticado pela Petrobrás.

    Não vou entrar na discussão se a Petrobrás deve ou não seguir a paridade internacional. Este assunto deve ser tratado entre os conselheiros da empresa, que representam seus acionistas. O problema neste momento é o abastecimento nacional.

    Temos no Brasil dezenas de distribuidoras que ao longo das últimas décadas levaram combustível a todos os recantos do país de forma eficiente. Não será diferente nesta época de crise, desde que tenhamos somente uma resposta: PREVISIBILIDADE.

    Hoje, a Petrobrás divulga o que vai disponibilizar de produto para o mês seguinte, somente 20 dias antes. Para chegar um navio de combustível importado, desde a negociação até a descarga, os distribuidores precisam de pelo menos 50 dias.

    Vamos descomplicar: só precisamos de uma maior previsibilidade. As distribuidoras privadas têm capacidade suficiente para continuar abastecendo todo o país, seja com produto nacional ou produto importado.

    Roberto Tonietto
    Presidente da Rodoil e do Sindicato das Distribuidoras de Combustíveis do Rio Grande do Sul (Sindisul)

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    Falta de DIESEL? (des)COMPLICANDO
    Foto: Ariel Farias/Camejo Comunicação para Rodoil/Divulgação

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  • Arraiá do Escape 60 promete entregar muita diversão, brincadeiras e comidas típicas

    Com a chegada da época mais esperada do ano, o Escape 60, pioneiro no desenvolvimento de jogos de fuga presenciais e on-line no Brasil, apresenta o Arraiá do Escape 60, que acontece no último final de semana de junho. O evento promete entregar tudo o que os escape 60 lovers mais gostam: diversão, jogos de fuga, brincadeiras e, é claro, muitas comidas típicas! 

    A ação conta com decoração de bandeirinhas, músicas temáticas e delícias juninas, além de uma programação repleta de brincadeiras. Além disso, dentro de cada sala, fora os diversos desafios temáticos, os participantes terão a missão extra de procurar por um vale-prenda surpresa. O Arraiá acontece na sexta-feira (24/06), das 16h às 22h, no sábado (25/06), das 10h às 22h, e no domingo (26/06), das 10h às 22h, nas três unidades do Escape 60 em São Paulo (Pinheiros, Vila Olímpia e Moema). 

    Com o apoio da CadenceSanta Helena e Yakult, os participantes poderão se deliciar com pipocas feitas na hora com a Pipoqueira Cadence Pop Mais; Paçoquitas, amendoim e pé-de-moleque Santa Helena; além de sucos Tonyu da Yakult, para aproveitar o final de semana com uma dose extra de diversão e sabor. O valor por pessoa será o mesmo dos dias convencionais, assim como o sistema de reservas de sala, quantidades de participantes e formas de pagamento. 

    Segundo Jeannette Galbinski, diretora de marketing do Escape 60, o Arraiá é a oportunidade perfeita para matar a saudade das festas juninas e se divertir muito. “Queremos que nossos clientes vivenciem essa experiência imersiva do Arraiá, que nada mais é do que uma forma diferente e divertida de comemorar a data. Com as parcerias da Cadence, Santa Helena e Yakult vamos conseguir trazer, ainda mais, esse gostinho, literalmente, de festa junina, que tanto amamos”, afirma a empresária. 

    Lembrando que para qualquer desafio do Escape 60, a sintonia e a interatividade entre os integrantes são as principais dicas para desvendar os enigmas. Em caso de necessidade, existe um botão de emergência, que abre a porta das salas antes do prazo.

    Vale ressaltar que todos os cuidados para a segurança e higiene continuam sendo tomados e muito bem controlados, a fim de garantir a segurança de colaboradores e clientes, sem perder a diversão. 

    Para agendamento e mais informações sobre as salas do Escape 60, basta acessar o site: https://escape60.com.br/.

    Serviço: 

    São Paulo

    Escape 60 Pinheiros

    • Endereço: Rua Henrique Schaumann, 717, Pinheiros – São Paulo, SP
    • Tel.: (11) 3061-1911.

    Escape 60 Vila Olímpia

    • Endereço: Rua Baluarte, 18, Vila Olímpia – São Paulo, SP
    • Tel.: (11) 3842-9066.

    Escape 60 Moema

    • Endereço: Al. dos Jurupis, 1479, Moema – São Paulo, SP
    • Tel.: (11) 5042-0064.
    • Valor do ingresso: R$ 99,90 por pessoa
    • Horário: Segunda a Quinta e Domingo das 10h às 21h; Sexta e Sábado das 10h às 23h
    • Quantidade de pessoas por sala: máximo de 8 a 10, de acordo com a sala 
    • Mais informações: Escape 60.

    Sobre o Escape 60

    Desde 2015 unindo mistério, diversão e interação entre amigos, o Escape 60, marca pioneira no desenvolvimento de jogos de fuga temáticos e interativos no Brasil, desafia seus participantes a desvendar diversos enigmas para salvar vidas, achar tesouros, resolver mistérios e, só então, retornar à liberdade. Com um mix de cenário e storytelling envolventes, o jogo traz uma única condição: que tudo ocorra em apenas 60 minutos.

    E esse contexto ganhou mais uma inovação. Em 2020, quando a pandemia chegou ao Brasil, o Escape 60 se reinventou e levou toda a magia das salas de fuga para o universo on-line, via plataforma E60Play, de forma que os Escape 60 lovers pudessem continuar a se divertir com os desafios da franquia, mesmo a distância. E, para os que não resistiam a levar um pedacinho do Escape 60 para casa, a franquia desenvolveu um delivery com produtos exclusivos e jogos desafiadores, além de e-commerce com produtos da marca, para não deixar a diversão parar. Hoje o Escape 60 possui nove unidades, localizadas em São Paulo (três), Rio de Janeiro (três), Cuiabá e Curitiba, e uma na Cidade do México. Confira nosso site: www.escape60.com.br.

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    Imagem: Divulgação

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  • Forense Digital: profissão atua na investigação de crimes cibernéticos

    Sendo uma área em constante inovação e considerada uma das profissões do futuro, o trabalho de perícia forense digital permite a coleta de evidências e análises de casos de crimes virtuais. Considerando que o Brasil foi o 5º país a registrar mais ataques cibernéticos no ano passado, segundo a consultoria alemã Roland Berger, a função desempenhada pelo profissional de forense digital pode ser essencial em casos de incidentes de segurança.

    Apaixonada pelas ciências forenses, Ana Moura (47 anos) construiu sua carreira na área de Forense Digital. Atuando há 12 anos no setor, em São Paulo, ela acredita que o trabalho exige do profissional uma necessidade intensa de atualização e aprendizado. “A forense digital tem uma relevância social muito significativa, você sente que de fato colabora com a ciência e com a sociedade”, afirma.

    Ter senso analítico, determinação, curiosidade e, principalmente, ser guiado pela evidência encontrada são habilidades importantes para quem deseja desempenhar o cargo. “Nós coletamos os vestígios digitais em locais de crime, trazemos ao laboratório e fazemos a extração de imagem forense. Depois, essa imagem é processada e os dados são analisados para verificar se tem relevância ou ligação com o caso investigado”, explica Moura.

    A perícia forense digital possui um amplo mercado de atuação, as oportunidades para os profissionais habilitados são diversas. Os empregadores mais comuns são grandes empresas, consultorias de fraude e compliance, além de setores privados e especialmente as forças de lei. Os salários iniciam em R$ 5 mil e podem chegar a R$ 30 mil, dependendo do empregador do caso investigado. Lembrando que o salário da categoria pode variar de acordo com a demanda regional.

    “Com o crescimento de ataques cibernéticos, o profissional de forense vem sendo cada vez mais exigido para encontrar o artefato decisivo, saber sua origem, o caminho percorrido até chegar à resolução do caso”, pontua a especialista.

    Para atuação em Forense Digital é fundamental ser formado em tecnologia e buscar especializações. “A pós-graduação e certificações são muito interessantes para o analista de perícia digital. Além do conteúdo teórico e técnico, o profissional é capacitado para ter condições de formatar, formalizar, materializar as evidências que ele encontrará durante a sua análise. Com uma base relevante nos estudos, é possível chegar à resolução do crime digital de uma maneira mais ágil”, explica Nadia Guimarães, diretora acadêmica do Instituto DARYUS de Ensino Superior Paulista (IDESP).

    Com a demanda de serviços realizados por meio do ambiente digital, o analista de forense digital é o profissional que desempenha uma das atividades mais promissoras. “É importante o profissional que pretende seguir a carreira como forense digital, escolher uma instituição de ensino reconhecida, que ofereça conteúdo das ferramentas certas e dos processos aplicados. Um profissional bem qualificado certamente terá um diferencial no mercado de trabalho”, finaliza Nadia.

    Sobre o IDESP

    Fundado em 2005, o Grupo Daryus, de origem e capital 100% brasileiro, tornou-se referência na atuação de Consultoria e Educação em GRC. Com mais de 15 anos de experiência a Daryus Educação promoveu a capacitação profissional para mais de 20 mil alunos, 60 cursos oferecidos, sendo 9 cursos de pós-graduação reconhecidos pelo Ministério da Educação e parcerias com faculdade e institutos renomados.

    Atualmente, a empresa se reposiciona com o Instituto Daryus de Ensino Superior Paulista (IDESP) e continua a oferecer conhecimento em cursos voltados para educação executiva, treinamento e certificações internacionais nas áreas de continuidade de negócios, cibersegurança, segurança da informação, gestão de riscos, gestão de TI, projetos e processos, entre outros. A empresa é pioneira na criação dos cursos de pós-graduação de segurança da informação, perícia forense digital, gestão riscos, continuidade de negócios e cibersegurança.

    Para mais informações, acesse: https://www.daryus.com.br/pos-graduacao.

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    Forense Digital: profissão atua na investigação de crimes cibernéticos
    Foto: Unsplash

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  • ifm Electronic participa da maior feira de tecnologia para o setor alimentício

    A ifm Electronic, um dos maiores líderes do mercado na venda de sensores, controladores industriais e outros serviços de inteligência para automação, participará da nova edição da Fispal Tecnologia, o maior evento de negócios do setor de alimentos, bebidas, proteínas e embalagens, que reunirá, entre os dias 21 e 24 de junho no São Paulo Expo, mais de 350 empresas do setor alimentício e industrial para demonstrações de novas ferramentas para colocar em prática a evolução da indústria alimentícia através da Internet das Coisas Industriais (IIoT).

    Vista como tendência no mercado por englobar benefícios tanto para as indústrias como para os colaboradores, a aplicação da IIoT tem movimentado as prospecções do setor. Um levantamento realizado pela IDC (International Data Corporation), de 2019, indica que é esperado que os gastos com esta tecnologia alcancem 1 trilhão de dólares em 2023, além de injetar 14 trilhões de dólares na economia global até 2030. Um outro estudo, realizado pela FGV, indica que a IIoT pode movimentar 11 trilhões de dólares até 2025.

    Para demonstrar a eficiência da aplicação desse tipo de tecnologia, a ifm participará da
    Fispal e apresentará, em seu stand, diversos sensores industriais de visão e parametrização, câmeras 3D e o ifm mate – facilitador de processo de montagem (worker assistance) – LW, sensor de nível por radar – EIO, interface bluetooth para tecnologia IO-Link, além de outros tipos de equipamentos, dispostos em 8 bancadas.

    ifm Electronic na FISPAL 2022. Foto: Divulgação

    Em destaque, a empresa apresentará o ifm Moneo, uma plataforma IIoT para indústria e produção, que combina o nível da tecnologia de operação com o nível da tecnologia da informação. Resistentes aos processos de limpeza industrial com forte pressão d’água, e podendo ser utilizados com fluidos em até 150ºC, os dados dos sensores gerados nas instalações de produção podem ser lidos, processados e utilizados como base para decisões empresariais mais sustentáveis.

    Para demonstrar seu funcionamento, ele estará conectado a um tanque, apresentado
    como uma “mini planta”, que irá simular o processo de fabricação de bebidas. A aplicação representará o monitoramento que protege contra transbordamento e funcionamento a seco. A tecnologia também fiscaliza a saúde do equipamento, tal como realiza a medição dos níveis de temperatura interna para prevenir danos e possíveis despesas.

    Foto: Divulgação

    “Esse é um passo rumo à uma nova revolução industrial, onde a tecnologia trabalha para evitar desperdícios, custos e poupar a saúde dos colaboradores, que usarão os produtos com IIoT para otimizar o trabalho. Nossa projeção é que, em breve, toda a indústria alimentícia tenha uma tecnologia como essa em operação. A ifm está aqui e trabalha para fornecer ao mercado os produtos necessários para essa evolução”, aponta Robson Rodrigues, gerente nacional de vendas da ifm.

    Serviços
    Data: 21 à 24 de junho
    Local: São Paulo Expo
    Horário: terça à quinta-feira das 13h às 20h.
    sexta-feira das 13h às 18h.

    Credenciamento pelo link.

    ifm Electronic participa da maior feira de tecnologia para o setor alimentício
    Foto: Divulgação

    Sobre a ifm

    A ifm é uma empresa de origem alemã, localizada em 95 países. Conhecida por ser um dos maiores fabricantes de sensores e controladores industriais, ela oferece, há 50 anos, soluções tecnológicas com o objetivo de prezar pela saúde dos colaboradores de grandes indústrias. Entre os seus principais clientes estão marcas como Toyota, Brastemp, VALE, Ambev, Sabesp, Itaipú, Danone, Unilever, Nestlé, além de outras grandes empresas das áreas de indústrias de embalagens, automobilísticas, siderúrgicas e metalúrgicas, alimentícias, água e esgoto, mineração, sistemas hidráulicos, eólicos, entre outros. Em 2022, a empresa atende aproximadamente 4.500 organizações com seus produtos.

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    ifm Electronic participa da maior feira de tecnologia para o setor alimentício
    Foto: Divulgação

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  • Inscrições no Bolsa Auxílio de Permanência Estudantil

    O Diário Oficial Eletrônico (DOE) desta quarta-feira (15/6) traz o edital de inscrições para a Bolsa Auxílio de Permanência Estudantil, criada pela Prefeitura de São Caetano do Sul, no âmbito do Programa Toda Força ao Estudo para incentivar a permanência e o engajamento dos alunos nos estudos.

    Quais os requisitos?

    A Bolsa Auxílio de Permanência Estudantil destina-se a estudantes matriculados na rede municipal de ensino de São Caetano (Educação Infantil, Ensino Fundamental regular e Ensino Médio), que estejam em situação de vulnerabilidade socioeconômica. As famílias com mais de um estudante matriculado na rede e que se enquadrem nos critérios de concessão, receberão o valor correspondente a cada um dos estudantes.

     São considerados estudantes em situação de vulnerabilidade:

    I. estudantes com deficiência, público alvo da Educação Especial;

    II. estudantes grávidas e puérperas;

    III. estudante da educação básica internado para tratamento de saúde em regime hospitalar ou domiciliar por tempo prolongado;

    IV. a família em situação de extrema pobreza ou pobreza, cuja renda familiar per capita mensal seja igual ou inferior a R$ 450. Não sendo atingido o limite de 3.500 auxílios, poderá ser contemplada a família em situação de pobreza cuja renda familiar per capita mensal compreenda o valor de R$ 451 até R$ 600.

    A secretária de Educação informa que serão concedidas 7 parcelas de 100 reais aos beneficiados, correspondendo aos meses de junho a dezembro. “E para continuar no programa é necessário que os alunos tenham a frequência escolar mínima, engajamento nos estudos e a caderneta de vacinação em dia”.

    Como se Inscrever?

    Serão concedidos 3.500 auxílios no valor de R$ 100. As inscrições podem ser realizadas no período de 17 de junho (a partir das 9h) até o dia 22 de junho, às 23h59, no Portal da Educação, com acesso pelo link gg.gg/estudoscs

    Para concretizar a inscrição é preciso preencher o formulário e enviar toda a documentação solicitada. Veja a lista completa de documentos no DOE desta quarta-feira (15), CLICANDO AQUI

    Com informações da Prefeitura de São Caetano do Sul.

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    Inscrições no Bolsa Auxílio de Permanência Estudantil
    Foto: Reprodução da Internet

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  • Como Impressionar em uma Entrevista de Emprego?

    É comum que no decorrer de um processo seletivo candidatos procurem por diversas maneiras para impressionar recrutadores, como na entrevista de emprego. Em meio ao marasmo empregabilístico no Brasil, com mais de 11 milhões de desempregados segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), é natural que pessoas busquem por maior preparo na hora de realizar uma entrevista e conquistar a tão sonhada vaga de emprego.

    Consultora de carreira da Thomas Case & Associados lista fatores importantes para se destacar durante uma entrevista de emprego

    Esse preparo vai além das convencionais frases prontas encontradas pela internet. Recrutadores com maturidade profissional sabem aprofundar e validar uma entrevista. Segundo Glaucia Nasi, consultora de carreira da Thomas Case & Associados, é necessário estar preparado para falar de suas experiências e competências com segurança, estabelecer um bom contato com o entrevistador, sempre com respostas claras e objetivas. “Antes de uma entrevista, é indispensável saber a descrição do perfil da vaga para alinhar suas expertises com as necessidades da empresa, é primordial expor sua experiência de forma objetiva, sem modular uma apresentação em linguagem intencionada apenas para causar uma boa impressão, por isso naturalidade e espontaneidade são essenciais para não transmitir a ideia de discurso ensaiado”, destaca Glaucia. A profissional em recursos humanos reforça que é importante o candidato contextualizar a sua experiência com a realidade, mencionando cases de maneira pontual que demonstram a coerência entre o que se fala e faz.

    Segundo a consultora de carreiras, existem algumas frases específicas que podem chamar a atenção do entrevistador, levando o candidato a maior chance de êxito. “Quando um candidato quer demonstrar interesse na vaga, ele pode usar frases como: ‘De acordo com o que conversamos, achei esta oportunidade muito interessante e desafiadora, e acredito que posso contribuir na geração de bons resultados’ ou ‘Agradeço seu contato e fico à disposição se precisar retomar algum ponto sobre minha experiência’, elas podem demonstrar com mais clareza onde o candidato quer chegar”, ressalta a Nasi.

    Diante a este cenário, a consultora de carreira separou algumas frases que podem ser utilizadas em determinadas situações durante uma entrevista de forma natural, que podem colocar candidatos em lugar de destaque no decorrer de um processo seletivo. Confira abaixo:

    Frases que podem ser usadas para destacar suas habilidades:

    • “Acredito que minha experiência pode contribuir com o crescimento da área, porque tenho visão sistêmica e estratégica.”
    • “Gosto de atuar em parceria, não só com minha equipe, mas também com as demais áreas, porque sei que um trabalho em sinergia proporciona resultados mais efetivos.”
    • “Desenvolvi processos para reestruturação da área, contribuindo para performance da equipe, redução de custo, ampliei a carteira de clientes, melhorei a qualidade, diminui tempo do processo, desenvolvi fornecedores, reduzi prazos, estabeleci maior integração e proximidade junto aos meus pares, melhorando os resultados.”

    Expressões que demonstram conhecimento sobre a empresa:

    • “Tenho acompanhado o mercado e entendo que o segmento tem demonstrado oportunidades de investimentos ou está retraído, portanto é importante desenvolver planos com ações focados em novas parcerias, produtos e processos customizados.”
    • “Vejo que os concorrentes se posicionam com estratégias…”
    • “Há potencial de crescimento junto às regiões ABC.”
    • “Li uma matéria sobre o setor que dizia…”

    Perguntas chaves que podem ser feitas durante a entrevista:

    • “Quais as principais dificuldades do cargo?”
    • “Quais são os maiores desafios do cargo em curto e médio prazos?”

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    Como Impressionar em uma Entrevista de Emprego?
    Foto: Reprodução da Internet

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  • Empregabilidade de Jovens: é necessária a mobilização do setor privado

    Além de programas governamentais, como o Jovem Aprendiz, é importante reforçar o papel de parcerias entre instituições privadas e do terceiro setor para auxiliar essa camada da população, que está entre as mais afetadas pelo desemprego. Veja como é possível ampliar a empregabilidade de jovens.

    Recentemente, a Câmara dos Deputados se reuniu para analisar o Estatuto do Aprendiz, Projeto de Lei 6461/19, que estabelece condições sobre contratos de trabalho, cotas nas empresas, formação profissional e direitos do Jovem Aprendiz. Esse novo marco legal para trabalho e capacitação de jovens entre 14 e 24 anos pode aumentar a empregabilidade destes jovens, que historicamente estão entre as mais afetadas pelo desemprego no Brasil.

    No entanto, alguns pontos da legislação ainda geram divergências, como é o caso da cota mínima de 5% para contratação de aprendizes. Enquanto algumas empresas demandam mão de obra altamente especializada ou trabalhos insalubres, inadequados para profissionais inexperientes, outras já ultrapassam essa cota por tradicionalmente empregarem os mais jovens, como acontece no setor de telemarketing.

    Outro fator importante é a remuneração, que em alguns casos pode ser mais atraente em vagas que não se enquadram no programa, mas que exigem maior qualificação dos candidatos. Com crise econômica e baixa oferta de novas colocações no mercado, os jovens ficam para trás quando precisam concorrer com candidatos mais experientes e com maior escolaridade.

    De acordo com o último levantamento do IBGE, a taxa de desocupação entre adolescentes de 14 a 17 anos é de 39%, diante de 23% na faixa de 18 a 24 anos. Para amenizar esse problema social, é preciso mais do que programas governamentais para empregabilidade e ensino técnico para os jovens. A mobilização do setor privado e de ONGs é necessária para que haja maior oferta de cursos voltados ao mercado e postos de trabalho destinados a esses públicos.

    Mobilização do empresariado 

    Um exemplo de sucesso nesse sentido é o Instituto PROA, que, por meio de cursos preparatórios para o primeiro emprego e parcerias com empresas empregadoras, já inseriu milhares de jovens no mercado de trabalho. “Mais de 9.500 jovens já passaram pelos nossos cursos profissionalizantes ao longo de 15 anos, com uma taxa de empregabilidade de 85% em até 6 meses pós-curso. Com o projeto PROPROFISSÃO, são mais de 1.100 jovens trabalhando e empregados nos últimos 3 anos. Já com a Plataforma PROA, em 10 meses após a formação da primeira turma já temos 972 jovens trabalhando, em breve chegaremos a mil”, afirma Alini Dal’Magro, CEO da organização.

    De acordo com a gestora, a parceria entre institutos educacionais e empresas é fundamental para que esses esforços gerem bons resultados. “O engajamento de empresas é muito importante, principalmente aquelas que destinam vagas exclusivas para os jovens e oferecem reais oportunidades para que continuem no processo de desenvolvimento e construção da carreira. Por isso, precisamos sempre expandir nossa rede de relacionamento com organizações que possuam, em suas agendas, pautas voltadas para a transformação e inclusão social de jovens de baixa renda no mercado de trabalho”, reforça.

    “Muitas empresas recrutam funcionários que nem sempre são os mais preparados para as posições, por não possuírem alguns requisitos básicos. O nosso papel é suprir essa demanda, por meio de treinamentos gratuitos”, explica Alini. “As empresas, de forma geral, reconhecem o trabalho da instituição e sabem da importância de projetos como o PROA como porta de entrada. Quem está na linha de frente do recrutamento sabe das dificuldades para contratar profissionais que entendam os códigos corporativos a serem seguidos, tanto em uma entrevista, como após a aprovação dos processos seletivos e tarefas iniciais”.

    Desenvolver os talentos

    De acordo com a agência de notícias da Câmara dos Deputados, as oportunidades para os profissionais menos experientes ainda se concentram em determinados setores, como o de serviços por telefone, que tem 63% de jovens entre os contratados. Essa taxa é bem previsível, já que mesmo o ensino regular incentiva as habilidades de comunicação desde cedo, e essas podem ser aperfeiçoadas em treinamentos oferecidos pelas empresas.

    Os jovens que se identificam com outras áreas podem demorar mais na inserção ao mercado, buscando ensino técnico e graduações. No entanto, as parcerias entre ONGs e empresas podem agilizar esse processo de busca pela primeira experiência.

    Programas como a Plataforma PROA, por exemplo, incluem treinamentos técnicos patrocinados. O projeto inclui 6 carreiras à escolha do aluno, com 50 horas de preparação para cada: Análise de Dados (patrocinado pelo iFood), Varejo (Via – Fundação Casas Bahia), Administração (P&G), Logística (P&G), UX Design (Accenture) e Promoção de Marcas (BRF).

    Demandas do mercado

    Enquanto muitos setores sofrem com a crise econômica, a área de tecnologia de informação apresenta uma oferta crescente de postos de trabalho. “Segundo dados da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais – Brasscom, teremos um apagão de talentos no Brasil nos próximos anos, fato que já é sentido de forma bem latente pelas empresas –o que ficou ainda mais acentuado após a pandemia, com os processos acelerados de transformação digital nas organizações. Considerando que as taxas de desemprego crescem de forma expressiva, ano após ano, fica claro que não há mão de obra especializada para atender a demanda de mercado”, analisa a especialista.

    Para estimular os jovens a conhecerem melhor essa área tão promissora, é importante que também haja oferta de cursos técnicos de programação. “No PROPROFISSÃO, nosso curso de tecnologia, podemos afirmar que há certamente um grande gargalo de profissionais de tecnologia no mercado de forma geral. Entretanto, as empresas possuem um nível de exigência e senioridade na contratação em cargos iniciais, que nem sempre as formações profissionalizantes são capazes de suprir”.

    Além de colaborarem com a oferta de vagas, as empresas devem ter a consciência de seu papel no aprendizado dos jovens funcionários, principalmente quando se trata de primeiro emprego. Nesse sentido, o planejamento conjunto com as instituições de ensino é um modelo ideal. “Nós reforçamos o papel das empresas no processo de formação e amadurecimento do profissional recém-formado, alinhando que haverá competências técnicas que deverão ser trabalhadas pelas companhias com treinamentos, disponibilização de cursos extras, programas como ‘shadow’, por exemplo, e muitas outras frentes que podem contribuir para essa evolução”, ressalta Alini.

    Sobre Alini Dal’Magro

    Alini é mestra em Empreendedorismo pela Universidade de São Paulo – USP, possui graduação em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Apresenta experiências acadêmicas na Universidad Nacional del Litoral – UNL (Argentina) e na Western University – Ontário (Canadá). Atuou como Head da Unidade de negócios de ensino técnico na Somos Educação e PMO responsável pela fusão da Saraiva Educação. Foi diretora de consultoria e cursos on-line do Instituto Singularidades. Tem experiência com novos negócios, concepção e desenvolvimento de cursos on-line, liderança de equipes multidisciplinares, consultoria, transformação digital e estruturação de empresas. Atualmente é CEO do Instituto PROA e Top Voice no LinkedIn.

    Sobre o Instituto PROA

    O Instituto PROA foi fundado em 2007 com o objetivo de auxiliar jovens de baixa renda a ingressarem no mercado de trabalho, dividindo conhecimentos sobre carreiras, planejamento, autoconhecimento para vocações e comunicação. Desde então, já formou milhares de alunos com seus dois principais projetos, Plataforma PROA – preparação para o primeiro emprego – e PROPROFISSÃO – curso de programação para quem deseja ser um desenvolvedor Java Junior. Atualmente, o projeto atua nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

    https://www.proa.org.br/

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    Empregabilidade de Jovens: é necessária a mobilização do setor privado
    Alini Dal’Magro, CEO do Instituto PROA Crédito Guto Garrote

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  • Como aumentar as chances da contratação em uma entrevista de emprego??

    Com a crise que atinge o mercado de trabalho se expandindo cada vez mais no Brasil, é importante que as pessoas saibam técnicas que podem ser de grande ajuda durante uma entrevista de emprego, para aumentar as chances de contratação.

    De acordo com Alexandre Slivnik, vice-presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), que realiza cursos e palestras há vinte anos, alguns movimentos podem ser aplicados até mesmo em entrevistas remotas.

    “Durante a pandemia, as entrevistas pela internet se tornaram algo comum. Todos os dias as pessoas têm reuniões digitais ou virtuais, e para contratar um colaborador não é diferente. No entanto, existem algumas atitudes que podem aumentar as chances de contratação, até mesmo em uma entrevista a distância”, relata.

    O palestrante compara as formas de avaliação por parte das empresas em entrevistas presenciais e remotas. “Em situações presenciais, a avaliação já começa ao entrar na empresa, através de sua postura perante a outros colaboradores e enquanto aguarda efetivamente a entrevista.

    Por outro lado, nas videochamadas a avaliação começa nas redes sociais. O interesse é saber o que o candidato posta e comenta, se ele falou mal da empresa anterior, do chefe anterior e se essa pessoa é agressiva em suas interações. Portanto, não deixe sua identidade de lado, mas cuidado com os erros de português e com a forma de se portar na internet”, pontua.

    Para Slivnik, os candidatos devem buscar por vagas que realmente despertem seu interesse e desejo de trabalhar. “Enviar um currículo para diversas empresas diferentes e ficar esperando sentado no sofá não vai adiantar . Para aumentar as chances de contratação, é necessário buscar empresas que tenham características e culturas semelhantes às suas, mantendo o foco naquela companhia que você realmente deseja trabalhar ao invés de atirar para todos os lados”, alerta.

    Muitos acreditam que esse pode ser um ato de prepotência, mas almejar um cargo maior e deixar isso claro para os gestores é algo que pode ser visto com bons olhos. “Exponha seu objetivo na organização, seja ele chegar na liderança, trabalhar no atendimento ao cliente ou no setor de vendas. De qualquer maneira, se apresente na empresa demonstrando sede de crescimento”, revela.

    De acordo com o vice-presidente da ABTD, é válido adicionar ao currículo itens específicos relacionados à vaga desejada. “Mencione como sua colaboração pode melhorar os resultados da empresa. Afinal, eles querem saber como você vai ajudar a companhia a crescer. Quanto maior a audácia, maior a chance de contratação. Portanto, não tenha medo de colocar percepções de como você acha que a empresa deve crescer e como os problemas devem ser resolvidos. Nos dias de hoje, esse tipo de comportamento tem sido muito valorizado pelos gestores”, finaliza.

    Alexandre Slivnik é reconhecido oficialmente pelo governo norte americano como um profissional com habilidades extraordinárias na área de palestras e treinamentos (EB1). É autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. É diretor executivo do IBEX – Institute for Business Excellence, sediado em Orlando / FL (EUA). É Vice-Presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e diretor geral do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD). É professor convidado do MBA de Gestão Empresarial da FIA / USP. Palestrante e profissional com mais de 20 anos de experiência na área de RH e Treinamento. É atualmente um dos maiores especialistas em excelência em serviços no Brasil. Palestrante Internacional com experiência nos EUA, EUROPA, ÁFRICA e ÁSIA, tendo feito especialização na Universidade de HARVARD (Graduate School of Education – Boston / EUA). www.alexandreslivnik.com.br.

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    Alexandre Slivnik. Foto: Divulgação.

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  • Telemarketing Abusivo: Anatel anuncia mediadas para coibir

    Técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) explicaram nesta sexta-feira, 3, que as prestadoras de serviço de telecomunicações deverão, em 30 dias, tomar medidas para bloquear chamadas realizadas por linhas telefônicas de forma clandestina – ou seja, que utilizam numeração que não foi atribuída pela Anatel.

    A decisão do órgão, que marca mais uma ofensiva para tentar coibir o telemarketing abusivo, deve entrar em vigor na próxima segunda-feira, 06.

    As empresas de telemarketing que investem em milhares de chamadas por dia igualmente entraram na mira. Esses usuários serão bloqueados caso, no prazo de 15 dias, não deixem de realizar 100 mil chamadas ou mais por dia, com duração de até três segundos, por meio de uma linha telefônica. O bloqueio irá vigorar por 15 dias, sendo que essa sistemática irá valer por três meses.

    Segundo o conselheiro da Anatel Emmanoel Campelo, o usuário de telemarketing terá todas as linhas telefônicas bloqueadas mesmo que apenas uma esteja descumprindo essa regra. Com isso, a Anatel tenta proibir práticas abusivas de robocall, disse Campelo.

    Como combater telemarketing abusivo

    1. Direto na operadora de telefonia – A primeira alternativa é entrar em contato com sua operadora e solicitar o cancelamento de ligações do tipo. Verifique o número de atendimento ao consumidor e siga os passos dados na ligação.

     2. Não Me Perturbe – É a mais consagrada das dicas. Veja a plataforma “Não Me Perturbe”, iniciativa da Anatel que permite bloquear ligações de instituições financeiras e prestadoras de serviços de telecomunicações. Quase 10 milhões de telefones indesejados foram cadastrados pelos brasileiros.

    Com informações de Info Money e Tribuna do Paraná.

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  • Vale a pena investir o FGTS em ações da Eletrobras?

    A autorização para utilização do FGTS para compra de ações da Eletrobras tem sido amplamente noticiada nestes dias. Um negócio que parece ser interessante, mas, vale a pena investir seu FGTS, fundo de garantia, em ações da Eletrobras? A resposta é sim, sem dúvida, dentro de certos limites.

    O FGTS rende hoje apenas 3% ao ano, um absurdo. Dificilmente haverá um investimento que renda tão pouco.

    Quem investiu o FGTS no passado em ações da Petrobras e da Vale sabe que o retorno pode ser altíssimo.

    Em julho de 2000 foi a vez da Petrobras. O valor investido na época tem hoje acumulado mais de 1300% de lucro. O FGTS rendeu cerca de 150% durante o mesmo período.

    Já a Vale, desde que foi feito o investimento em 2002, através do leilão onde foi autorizado o uso do FGTS, acumula mais de 2600% de retorno, contra cerca de 130% do fundo de garantia. Números realmente incríveis.

    A Eletrobras tem hoje 12.000 funcionários, sendo a maior produtora e distribuidora de energia elétrica no Brasil, com quase 40% de toda a matriz energética do país, com mais de 180 bilhões de reais em ativos. Ou seja, não tem como o país funcionar sem ela.

    O governo federal é hoje o maior acionista com mais de 51% das ações. A privatização consiste na venda de parte dessas ações, até que esse total fique abaixo de 50% e ela se torne uma empresa não controlada pelo governo.

    Com a privatização, o investimento em expansão e modernização passará dos atuais 6 bilhões para 12 bilhões, contando com o aporte de capital dos novos acionistas. Isso permitirá que as ações se valorizem, o que não tem acontecido nos últimos anos de forma consistente, como acontece com a Petrobras e com a Vale.

    Entre 3 e 8 de junho é o período em que será possível fazer a reserva do valor do saldo para a compra das ações, sendo o permitido entre duzentos reais e 50% desse saldo. A sugestão é de se alocar no máximo 20% desses 50% para a compra, pois ações são sempre um negócio de alto risco.

    A Eletrobras já está com uma precificação antecipada do mercado, com um aumento do valor das ações considerando que ela seria privatizada. Esse movimento vem há algum tempo, devido aos constantes boatos sobre sua privatização. Mas não é um valor que esteja muito acima do normal, tendo bastante margem para crescer, dependendo da forma que ele for administrado após sua privatização.

    Caso você queira investir um valor que não seja do FGTS, existem opções melhores no mercado, como Vale e Petrobras, cujos rendimentos já mencionamos. Se quiser, para diversificar a carteira, fale com sua corretora. O valor a ser investido é entre mil e um milhão de reais.

    E lembre-se que o mercado de ações é um mercado de risco. Investir com cautela é o mais importante a ser considerado no momento da decisão.

    Rogério Araújo é educador financeiro, gestor e consultor de finanças, especialista em investimentos, fundador da Roar Educacional Consultoria e líder educacional da corretora de investimentos Vítreo

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    Rogério Araujo/ Divulgação

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  • Memórias do Futuro, com Mário Medeiros, ocupa o Memorial da Resistência de SP

    A partir do dia 04 de junho, quem for visitar o Memorial da Resistência em São Paulo, museu da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, irá conferir a exposição Memórias do Futuro: Cidadania Negra, Antirracismo e Resistência que ocupa 689 m²  do museu e faz um resgate das lutas pelos direitos da população negra no estado de São Paulo do período de 1888 até os dias de hoje através de 450 materiais entre fotos, cartazes e documentos e a participação de artistas como Bruno Baptistelli, Geraldo Filme, João Pinheiro, Moisés Patrício, No Martins, Renata Felinto, Sidney Amaral, Wagner Celestino e Soberana Ziza.

    “A exposição gratuita, que tem curadoria do sociólogo e escritor Mário Augusto  Medeiros da Silva, com apoio da pesquisa documental feita pela historiadora Pâmela de Almeida Resende e pela pesquisadora do Memorial da Resistência Carolina Junqueira Faustini, é baseada nos trabalhos realizados por ele sobre às lutas lideradas pela população negra brasileira, que constitui, desde suas origens, uma das principais forças contestadoras da repressão e da violação de direitos humanos cometidas na história do nosso país.

    Para Ana Pato, Coordenadora do Memorial da Resistência, a mostra traz à tona a continuidade e a persistência do associativismo negro em suas formas de resistência ao longo dos anos. “Como um lugar de memória reforçamos a missão que o Memorial tem com a luta pela valorização dos princípios democráticos, pelo exercício da cidadania e pela educação em direitos humanos. Entendemos que é urgente nos indagarmos enquanto cidadãos sobre a nossa responsabilidade na perpetuação do racismo e como podemos nos engajar na luta antirracista para construir uma sociedade verdadeiramente democrática. Esta exposição é um convite para seguirmos os fios tecidos por mulheres e homens negros em torno de suas memórias e fabulações por um futuro.”

    Memórias do Futuro, com Mário Medeiros, ocupa o Memorial da Resistência de SP
    Foto de Vanderlei Yui/cortesia Ilú Obá de Min Memorial_Memorias do Futuro – Cortejo de carnaval do Bloco Afro Ilú Obá De Min em São Paulo, em 2017. Foto de Vanderlei Yui/cortesia Ilú Obá de Min

    A experiência negra é parte da história da cidadania brasileira e sua luta por direitos e, é necessário contá-la para saber quem somos e o que almejamos ser enquanto sociedade. É esta a motivação central da exposição que norteia a extensa pesquisa desenvolvida pelo sociólogo e escritor Mário Medeiros. A cidade de São Paulo colonial, construída por mãos negras, os projetos iniciados por eles antes da República e em meio à Abolição desde 1889 até hoje são reflexos da frase: Enquanto houver racismo, não haverá democracia. “Em todos esses períodos, os associativismos e movimentos negros sempre estiveram lá e é importante reconhecê-los, homenageá-los e aprender com essas vidas negras impressionantes. Elas lutaram para existir em um tempo melhor. Ao fazer isso, pensaram em si e em seus descendentes. A luta por direitos é incessante, justa, pública e encontrará a sua vitória, através de nossas ações e nossos compromissos antirracistas públicos com relação ao passado, presente e ao futuro”, diz o curador da mostra.

    ESTRUTURA DA EXPOSIÇÃO

    Antes mesmo de adentrar ao museu os visitantes já são impactados pela exposição.  Ainda na área externa, um grande painel de 21 m x 4,60 m feito pela multiartista e grafiteira paulistana Soberana Ziza. Inspirada na força das palavras das mulheres negras de Geledés ela fez uma obra que retrata a projeção da mulher negra. O painel que recebeu o nome de “Fio da Memória” é um convite para as pessoas visitarem a exposição.

    Mário Medeiros explica que Memórias do Futuro mostra diferentes experiências coletivas que se organizam nesse fio, formando conexões de lutas por direitos, solidariedade antirracista e afirmação da vida negra como forma de resistência. “Mulheres negras e homens negros que dialogam conosco, mostrando seus caminhos criados e imaginados em coletivo, buscando alternativas, lutando ontem, hoje e sempre por dias melhores. Não basta não ser racista: é necessário ser antirracista. Conheçamos um pouco da história da vida negra de São Paulo e suas lutas, vitórias, alegrias e dores. O presente e o futuro exigem muito dessa coragem de todas e todos nós.”

    Foto de Jesus Carlos
    Manifestação do Movimento Negro Unificado contra a Lei Afonso Arino e Caminhada por Zumbi nas ruas do centro de São Paulo, em 1980. Foto de Jesus Carlos

    Para isto, a exposição contará com oito eixos que vão desde o período colonial, passando pelos grêmios recreativos e clubes de lazer; pela imprensa negra que já existia antes mesmo da Abolição; assim como a literatura com destaque para Carolina Maria de Jesus, Lino Guedes e Oswaldo de Camargo; as expressões artísticas retratadas nos grupos e escolas de samba; teatro folclórico, bailes blacks e hip hop. A repressão tem papel de destaque, no contexto do Memorial da Resistência, reunindo documentos de vigilância do Departamento de Ordem Política e Social (DEOPS), das perseguições às práticas religiosas de matrizes africanas e afro-brasileiras, por meio da Delegacia de Costumes e testemunhos do Acervo do Memorial. No sétimo eixo, o período da redemocratização e a nova república, do Movimento Negro Unificado à Coalizão Negra por Direitos. Por fim, o oitavo eixo que trata do feminismo negro e diferentes reivindicações de mulheres negras, da presença de intelectuais negras nacionais e internacionais em debates, publicações, inspirando a criação de coletivos de mulheres e da juventude negra em geral.

    * A mostra ficará em cartaz no Memorial da Resistência de São Paulo de 04/06/2022 a 08/05/2023 e foi criada em colaboração com organizações e coletivos convidados, como a Coalização Negra por Direitos, a revista O Menelick 2º Ato, a Capulanas Cia de Arte Negra e o Ilú Obá de Min, em parceria com os arquivos e acervos de cultura negra no AEL – Unicamp, o Arquivo Público do Estado de São Paulo, o Museu da Imagem e do Som, a Pinacoteca do Estado, e o Condephaat.

    Sobre o Memorial da Resistência de São Paulo

    O Memorial da Resistência de São Paulo, museu da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, tem como missão a valorização e a preservação das memórias da repressão e da resistência políticas no Brasil republicano (1889 à atualidade), especialmente no período da ditadura civil-militar (1964-85). Este trabalho é realizado por meio da educação, da pesquisa, além da organização de exposições temáticas norteadas pela defesa da cidadania, da democracia e dos direitos humanos. Entre 1940 e 1983, funcionou no edifício que hoje abriga o Memorial o Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (Deops-SP), uma das polícias políticas mais truculentas do país, fazendo do espaço museu um local com enorme valor histórico e simbólico.

    Memórias do Futuro, com Mário Medeiros, ocupa o Memorial da Resistência de SP
    Foto de Caio Chagas/cortesia Coalizão Negra por Direitos. Memorial Memorias do Futuro – Ato público nacional organizado pela “Coalizão Negra por Direitos” contra o racismo e todas as formas de opressão. São Paulo, 07 de setembro de 2021.

    Sobre Mário Augusto Medeiros da Silva

    Docente na UNICAMP, possui graduação em Ciências Sociais (2003), mestrado em Sociologia (2006) e doutorado em Sociologia (2011) pela mesma Universidade. É Diretor Adjunto do Arquivo Edgar Leuenroth – AEL/Unicamp (2020-). Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Teoria Sociológica, atuando sobretudo com as temáticas Pensamento Social Brasileiro, Literatura e Sociedade e Intelectuais Negros. Recebeu, em 2013, o Prêmio para Jovens Cientistas Sociais de Língua Portuguesa, do Centro de Estudos Sociais, da Universidade Coimbra. É autor do livro “Gosto de Amora” (Editora Malê, 2019), finalista da 62ªedição do Prêmio Jabuti; e de “Numa Esquina do Mundo (Editora Kapulana, 2020), semifinalista do Prêmio Oceanos de Língua Portuguesa”

    Serviço

    • Exposição: Memórias do Futuro: Cidadania Negra, Antirracismo e Resistência
    • Período: 04/06/2022 a 08/05/2023
    • Faixa etária: Livre
    • Entrada: Grátis
    • Local: Memorial da Resistência de São Paulo
    • Endereço: Largo General Osório, 66 – Santa Ifigênia
    • Horário: quarta a segunda, das 10h às 18h (fecha às terças) 
    • Os ingressos do Memorial estão disponíveis no site e na bilheteria do prédio.  Reservas aqui
    • Acompanhe as redes do Memorial: Site | Facebook | Instagram | Twitter | Youtube 

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  • Segurança cibernética é uma prioridade?

    “A segurança cibernética ganha cada vez mais espaço”, “a segurança da informação é um pilar estratégico das organizações” e, finalmente, “o executivo responsável pela área ganhou de forma definitiva um assento na alta administração”. Provavelmente, você já viu todas essas afirmações na capa daquela revista ou mídia on-line especializada de sua preferência, mas será mesmo que isso é verdade?

    Será que as nossas instituições estão maduras o suficiente para discutir o tema e tomar as ações necessárias? Ou a realidade é que muitas empresas não possuem processos estabelecidos, não dispõem de equipes dedicadas ao assunto e que os investimentos em tecnologia de segurança, quando existem, ou não são suficientes ou são equivocados?  

    Ainda que o tema esteja na pauta de muitas empresas, tenha ganho cada vez mais relevância ao longo dos últimos anos e que, de fato, deveria fazer parte da estratégia das organizações, o número cada vez maior de incidentes de segurança amplamente divulgado pelos meios de comunicação nos confronta com uma realidade distinta daquela que o título deste artigo sugere. O desafio é muito maior do que o espaço que disponho, portanto, convido o leitor a refletir sobre três aspectos importantes, quando o assunto é investimento em segurança cibernética.

    O primeiro aspecto está relacionado a quais investimentos priorizar. Invista na proteção daquele que é um dos, se não, o principal ativo da sua empresa. Estou me referindo aos produtos e serviços que sua empresa oferece no mercado. Para isso, é imperativo disseminar a cultura e as práticas do security by design entre os times responsáveis pela criação de produtos e serviços. Quanto mais cedo incorporarmos a segurança ao ciclo de desenvolvimento de produtos e serviços, maiores os ganhos para as organizações, pois é mais barato prevenir do que remediar as consequências de um incidente. E, ao contrário do que muitos profissionais acreditam, medir o retorno desse investimento não é tão difícil assim. 

    Por exemplo, a segurança cibernética é um habilitador para o digital, não há como evoluir uma linha de produção nos moldes da indústria 4.0 sem que security seja um elemento central. Então, ao desenhar uma linha de produção conectada a sistemas ciberfísicos e que interligue a cadeia de suprimentos, analise os riscos da exposição desses sistemas fim a fim, pense nos pilares de proteção e desenhe uma arquitetura que reduza ao máximo os riscos aos quais possa estar suscetível. 

    Uma vez que a organização tenha incorporado práticas de segurança ao ciclo de desenvolvimento de seus produtos e serviços, terá reduzido significativamente sua exposição. Mas, como sabemos, não há garantias de segurança máxima, portanto, invista em capacidade de resposta e seja crítico e estratégico. Temos visto muitos incidentes, entre eles os que envolvem ransomware e vazamento de dados, e um fator crítico para responder a eventos como esses é o tempo, portanto, invista em tecnologias que lhe permitam identificar e responder rapidamente às ameaças cibernéticas. 

    As organizações deveriam optar por soluções integradas, que permitam a visualização rápida da linha de atuação do atacante, capacidade de automação de procedimentos de resposta e, de preferência, com inteligência suficiente para interromper a ameaça o mais breve possível.

    Se a sua organização já definiu processos para incorporar práticas de segurança aos produtos e serviços, investiu em tecnologia para aprimorar a capacidade de resposta a incidentes, então não se esqueça de um dos pilares dessa área: as pessoas. Embora a educação e a conscientização sejam o cerne de qualquer estratégia de segurança, o aspecto que pretendo destacar é a capacitação do time de segurança. Sim, é preciso definir uma equipe, ou melhor, times para a área de segurança, e nesse momento não importa se será um time próprio ou se a opção será por um serviço gerenciado, mas é fundamental que a empresa tenha em suas linhas de defesa pessoas qualificadas, bem treinadas e, claro, com remuneração adequada, condizente com a realidade do mercado e com as perspectivas. 

    Aprimorar a postura de segurança cibernética demanda planejamento e investimentos, e garantir os recursos necessários para tanto é a maior evidência de comprometimento da alta administração. Ao não prover esses recursos, a liderança estará negligenciando uma ameaça real, e que tem a capacidade de comprometer a continuidade das operações da organização.

    *Leonardo Lemes é sócio-diretor da Service IT

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    Foto: Leonardo Lemes/Divulgação

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