Categoria: Saúde

  • OMS envia missão à China para identificar origem da Covid-19

    Especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) iniciam nesta semana, na China, uma investigação sobre a Covid-19. OMS envia missão à China, leia sobre:

    O grupo, formado por 10 cientistas da OMS em conjunto com especialistas chineses, vai estudar as possíveis causas que deram origem à pandemia.

    Uma das suspeitas é que o novo coronavírus tenha chegado aos humanos a partir de um animal intermediário, o pangolim,  contaminado por morcegos.

    Mas até o momento, nenhuma tese teve qualquer comprovação científica.

    A disseminação do novo coronavírus teve início na província de Wuhan, com a divulgação dos primeiros casos em 31 de dezembro de 2019.

    A transmissão se espalhou rapidamente pela China e atingiu, até agora, praticamente todos as nações do mundo.

    Apenas 15 países, a maioria, localizada em ilhas remotas do Pacífico, não tiveram casos da doença.

    Boa parte deles são os menores e menos populosos do planeta, como Nauru e Tuvalu.

    “OMS envia missão à China para identificar origem da Covid-19” com informações de Rádio2.

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    OMS envia missão à China
  • Nova cepa do coronavírus é identificada em viajantes do Brasil

    Os passageiros que desembarcaram em Tóquio no último dia 02 de janeiro, após uma temporada no Amazonas, desenvolveram sintomas leves e cumprem quarentena no aeroporto. Veja sobre a nova cepa do coronavírus.

    O Ministério da Saúde do Japão identificou uma nova cepa variante do coronavírus em quatro viajantes que chegaram a Tóquio vindos do Brasil. Os passageiros desembarcaram na capital japonesa no último dia 02 de janeiro, após uma temporada no Amazonas, desenvolveram sintomas leves e cumprem quarentena no aeroporto.

    Segundo informações das autoridades sanitárias japonesas, a nova variante possui 12 mutações, sendo que uma delas é a mesma encontrada em variantes já identificadas no Reino Unido e na África do Sul, o que implica em maior potencial de transmissão do vírus. Não há nenhuma evidência científica que aponte impacto na efetividade do diagnóstico ou das vacinas em estudo atualmente contra a Covid-19.

    A recomendação é que as autoridades estaduais e municipais continuem a fortalecer as atividades de controle e investigação a fim de rastrear contatos em todos os casos da doença, e a ampliar o sequenciamento de rotina do vírus.

    “Nova cepa do coronavírus é identificada em viajantes do Brasil” é com informações de Brasil 61

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    Nova cepa do coronavírus
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  • Covid-19 e combate às fake news: USP disponibiliza conteúdos

    A chamada União Pró-Vacina conta com materiais que podem ser usados por qualquer pessoa, para que possam, com isso, manter seu círculo social devidamente informado sobre a doença. Veja sobre o covid-19 e combate às fake news.

    Por conta do aumento do envio de mensagens falsas sobre Covid-19 nas redes sociais, representantes do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP) procuram disponibilizar conteúdos confiáveis à sociedade.

    A chamada União Pró-Vacina conta com materiais que podem ser usados por qualquer pessoa, para que possam, com isso, manter seu círculo social devidamente informado sobre a doença.

    Entre os boatos que circulam há a informação de que imunizantes provocam autismo, o que não é verdade. O estudo teve uma amostragem pequena e não apresentou evidências científicas que pudessem levar a essa conclusão.

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil ocupa o 3º lugar, em números absolutos, em casos confirmados de Covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia. Na última quinta-feira (7), o País ultrapassou a marca de 200 mil mortes decorrentes da infecção pelo coronavírus.

    “Covid-19 e combate às fake news” é com informações de Brasil 61

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    Covid-19 e combate às fake news
    Com o aumento do uso da internet por adolescentes o compartilhamento de fotos íntimas se tornou um perigo para muitos jovens que não medem os riscos dessa exposição
  • 8 milhões de doses iniciais para vacinação contra Covid-19

    A vacinação contra a covid-19 deve começar com 8 milhões de doses iniciais e aplicação simultânea em todos os estados e Distrito Federal, informou nesta segunda-feira (11) o ministro da Saúde, Eduardo Pazzuelo.

    O ministro disse que espera importar 2 milhões de doses da AstraZeneca e 6 milhões de doses da Coronavac, em parceria com o Butantan, para começar a imunização.

    Antes, porém, é preciso que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorize, ao menos, o uso emergencial desses medicamentos. O ministro Pazuello, contudo, destacou que a importação de vacinas não é suficiente para imunizar em massa toda a população do país. Portanto, os demais laboratórios, para a Pfizer e a Jassen, apenas oferecem quantidades pequenas para compra.

    Pazuello reforçou que o governo já contratou, ou seja, já pagou por 345 milhões de doses de vacina. Sendo 210 milhões da AstraZêneca e outras 100 milhões contratadas com o Instituto Butantan, a parceira, no Brasil, da farmacêutica chinesa Sinovac.

    Pazuello participou nesta segunda-feira, junto com o governador do Amazonas, Wilson Lima, e o prefeito de Manaus, David Almeida, da entrega de 10 novos leitos de UTI e outros 118 novos leitos clínicos no estado.

    A capital do Amazonas passa por um novo pico de casos da covid-19. A prefeitura registrou, neste domingo, 144 sepultamentos na cidade. Sendo assim, é o maior número desde o início da pandemia.

    Já a média móvel de óbitos por covid, que é a média de mortes nos últimos sete dias, chegou a 51 pessoas neste domingo em todo o Amazonas. Um mês antes, em 7 de dezembro, a média móvel do estado estava com 7 mortes diárias por covid.

    “8 milhões de doses iniciais para vacinação contra Covid-19” em parceria com Agência Brasil

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    8 milhões de doses iniciais para vacinação contra Covid-19
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  • Vacina Pfizer é eficaz contra duas mutações do coronavírus

    A vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech se mostrou eficaz contra uma “mutação-chave” das variantes britânica e sul-africana do coronavírus – apontam resultados de trabalhos divulgados nesta sexta-feira (8) pelo laboratório BioNTech.

    “Os anticorpos das pessoas que receberam a vacina da Pfizer/BioNTech neutralizam, de forma eficaz, o Sars-CoV-2 com uma mutação que também se encontra em duas variantes altamente transmissíveis”, identificadas na Grã-Bretanha e na África do Sul, afirma o laboratório, em um comunicado.

    A emergência no Reino Unido e na África do Sul das duas novas variantes do coronavírus Sars-CoV-2 preocupa a comunidade internacional devido à sua maior capacidade de transmissão, segundo os primeiros dados.

    Em parceria com Agência Brasil

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    Vacina Pfizer é eficaz contra
    Mulher segura frasco rotulado como de vacina contra Covid-19 em frente a logo da Pfizer em foto de ilustração 30/10/2020 REUTERS/Dado Ruvic

    Jornal Grande ABC

    COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

    O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

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  • Butantan apresenta pedido de uso emergencial da Coronavac

    Butantan apresenta pedido de uso emergencial: O Instituto Butantan fez, nesta sexta-feira (8), o pedido de uso emergencial da vacina Coronavac na Anvisa. A informação foi confirmada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O prazo para uma resposta, definido pela Anvisa, é de 10 dias corridos. Portanto, espera-se uma resposta até o dia 18 de janeiro autorizando ou não o uso emergencial do imunizante.

    A Anvisa informou ainda que já iniciou a triagem dos documentos e que, nas primeiras 24 horas, deve checar se todos os dados necessários estão disponíveis.

    Se faltar alguma informação, a Anvisa pode pausar o prazo e solicitar os dados adicionais ao laboratório, que é o responsável pela vacina da Coronavac no Brasil, produzida em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

    Nessa quinta-feira (7), o Instituto Butantan divulgou o resultado dos testes com a Coronavac no Brasil, que mostrou uma eficácia de 78%. Ou seja, a vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac, em parceria com o instituto brasileiro, conseguiu evitar a covid-19 em 78% dos casos, chegando a uma eficácia de 100% nos casos graves da doença.

    A promessa do Butantan é disponibilizar 46 milhões de doses da vacina até março. Neste momento, existem 10 milhões e 800 mil doses prontas para serem usadas.

    “Butantan apresenta pedido de uso emergencial da Coronavac” é com informações de Agência Brasil

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    Butantan apresenta pedido de uso emergencial da Coronavac
  • Lewandowski quer saber se país tem seringas e agulhas suficientes

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski deu prazo de cinco dias para o Ministério da Saúde informar se tem seringas e agulhas suficientes para iniciar a campanha de vacinação contra a covid-19.

    Lewandowski atendeu a um pedido do partido Rede Sustentabilidade e solicitou que o ministério comprove o estoque de seringas e agulhas para vacinar, ao menos, os quatro grupos considerados prioritários no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação, apresentado em dezembro pelo governo federal. O plano estima que esses grupos somam cerca de 20 milhões de pessoas.

    A decisão de Lewandowski foi divulgada após um pronunciamento do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no qual ele garantiu que já tem seringas e agulhas suficientes para começar a vacinação.

    Em dezembro, uma licitação do Ministério da Saúde para comprar 331 milhões de seringas e agulhas só conseguiu cerca de 7 milhões. As empresas que fabricam esses insumos consideraram os preços fixados pelo ministério baixos demais. A Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça, abriu uma investigação para saber se o aumento de preços de agulhas e seringas fere os direitos da população.

    A Câmara de Comércio Exterior, do Ministério da Economia, proibiu a exportação desses equipamentos a partir do dia 1º de janeiro para evitar o desabastecimento. E, em comum acordo com os fabricantes, o Ministério da Saúde fez, esta semana, a requisição administrativa dos estoques de seringas e agulhas. Isso permite que o governo se aproprie temporariamente de bens privados.

    “Lewandowski quer saber se país tem seringas e agulhas suficientes” em parceria com Agência Brasil

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    Lewandowski quer saber se país tem seringas e agulhas suficientes
  • Governo zera imposto de importação de seringas e agulhas

    Além disso, a Camex suspendeu, até o fim de junho, uma sobretaxa aplicada para as seringas descartáveis importadas da China; Governo zera imposto de importação; Confira:

    O Comitê-Executivo da Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu zerar o imposto de importação de seringas e agulhas até o dia 30 de junho. O objetivo da medida é ajudar a reforçar o combate à pandemia do novo coronavírus. Até então, esses itens pagavam 16% de alíquota para entrar no Brasil.

    Além disso, a Camex suspendeu, até o fim de junho, uma sobretaxa aplicada para as seringas descartáveis importadas da China. Nesse sentido, com as duas medidas, passou para 303 a quantidade de produtos com tarifa zerada para o combate à Covid-19.

    Nesta semana, o Ministério da Saúde havia requisitado a fabricantes instalados no Brasil seringas e agulhas de estoques excedentes para a futura campanha de vacinação contra a doença.

    “Governo zera imposto de importação de seringas e agulhas” é com informações de Brasil 61

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    Leia mais: Estrangeiros chegando ao Brasil precisarão de teste de Covid-19.

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    Governo zera imposto de importação
    Governo de São Paulo inicia testes com vacina contra o novo coronavírus.
  • 354 milhões de doses de vacina estão garantidas

    Em pronunciamento na noite desta quarta-feira (6), o ministro da Saúde, Eduardo Pazzuello, disse já definiu como será feita a compra de insumos e a logística para o inicio da vacinação contra o novo coronavírus. Incluindo 354 milhões de doses para campanha de imunização.

    As regras estão na Medida Provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada no Diário Oficial da União de hoje.

    O ministro da Saúde disse ainda que a pasta está preparada para executar o Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19, e justificou a demora do Brasil em fechar negócio com a Pfizer, que já disponibilizou sua vacina para vários países.

    Sem citar uma data para o início da imunização no Brasil, Pazzuello disse que estados e municípios têm a quantidade suficiente de seringas – cerca de 60 milhões – e que mais 38 milhões devem ser adquiridas até fevereiro.

    O ministro afirma que o Brasil tem hoje 354 milhões de doses de vacinas asseguradas para 2021: 254 milhões pela Fiocruz em parceria com a AztraZeneca, além de 100 milhões de doses pelo Instituto Butantan, em parceria com a Sinovac. Ele destacou ainda que o governo federal está em negociação com os laboratórios Gamaleya, da Rússia; Janssen, Pfizer e Moderna, dos Estados Unidos; e Bharat Biotech, da Índia.

    “354 milhões de doses de vacina estão garantidas” é com informações de Agência Brasil

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    354 milhões de doses
    O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, concede entrevista coletiva após anúncio do Plano Nacional de Operalização de Vacinação contra a Covid-19. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
  • Estoque de sangue no Amazonas está baixo e precisa de doadores

    O estoque de sangue da Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) está em nível crítico, o que representa apenas 50% da quantidade ideal desse estoque. Para estabilizar o abastecimento, o hemocentro está convocando doadores voluntários de todos os tipos sanguíneos para comparecerem com urgência à sede da instituição. Essa situação ocorre por causa do baixo comparecimento de doadores nos primeiros dias do ano, além das festas de final de ano e a Covid-19 serem outros fatores a serem levados em consideração.  

    Somando as doações dos primeiros dias de funcionamento do ano, é possível dizer que as doações caíram pela metade, cerca de 100 pessoas por dia, enquanto a demanda por bolsas de sangue nas unidades de saúde públicas e privadas continua normal, com uma média de mais de 150 bolsas distribuídas diariamente.

    A queda gradual nas doações preocupa a instituição, que precisa manter o estoque na média de segurança de 800 bolsas, visando atender todas as 27 unidades da capital, além de 43 cidades do interior. Quem puder doar sangue, deve se dirigir até a unidade que fica na avenida Constantino Nery, 4.397, bairro Chapada. As doações podem ser realizadas de segunda a sábado, das 7h às 18h. Lembrando que quem contraiu Covid-19 ou outras síndromes respiratórias agudas, a doação pode ser realizada após 30 dias do desaparecimento total dos sintomas.

    Com informações de Agência Brasil

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    Estoque de sangue no Amazonas
  • Plano de vacinação é discutido entre Bolsonaro e Pazuello

    O presidente Jair Bolsonaro fez uma visita técnica ao Ministério da Saúde nesta terça-feira, onde se reuniu com o ministro Eduardo Pazuello. Em pauta, o Plano de vacinação é discutido novamente, além do cronograma de vacinação contra a Covid-19 aqui no país.

    O governo também tenta garantir que haja estoque suficiente de seringas e agulhas para a vacinação. Pra isso, o Ministério da Saúde fez uma requisição administrativa para que fabricantes brasileiros forneçam seus estoques excedentes desses produtos. Além disso, no dia 31 de dezembro, o governo criou restrições para impedir que agulhas e seringas fabricadas no Brasil sejam exportadas para outros países.

    Antes da reunião, os ministérios da Saúde e das Relações Exteriores confirmaram, também nesta terça, a importação emergencial de dois milhões de doses da vacina contra a Covid-19 que está sendo fabricada na Índia.

    A compra emergencial do imunizante havia sido autorizada pela Anvisa no dia 31 de dezembro, mas foi posta em dúvida no último domingo — depois de o presidente do Instituto Serum, responsável pela fabricação das vacinas na Índia, ter afirmado que o governo indiano impediria a venda do produto. Adar Poonawala, o presidente do Instituto Serum, voltou atrás de sua declaração na manhã desta terça, e disse que a venda a outros países vai ser permitida pela Índia.

    Agora que a compra das vacinas está confirmada pelo governo, a Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, se reuniu novamente com representantes da Fundação Oswaldo Cruz para discutir o registro do uso emergencial desse imunizante. As vacinas que serão importadas da Índia foram desenvolvidas em Oxford, no Reino Unido — o mesmo produto que está sendo produzido pela Fiocruz. Mas a Anvisa quer saber se o modo de produção também é o mesmo, antes de autorizar o uso do imunizante importado no Brasil.

    A compra de 2 milhões de doses fabricadas na Índia foi solicitada pela própria Fiocruz como uma medida emergencial — já que as doses fabricadas no Brasil só vão ficar prontas para serem distribuídas em fevereiro.

    “Plano de vacinação é discutido entre Bolsonaro e Pazuello” com informações de Agência Brasil

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    Plano de vacinação é discutido entre Bolsonaro e Pazuello
    O presidente Jair Bolsonaro dá posse ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no Palácio do Planalto.

  • Em defesa de vacina contra Covid no SUS, entidades lançam carta

    Conselho Nacional de Saúde e outras instituições apoiam a carta em defesa de vacina contra Covid no SUS

    Enquanto uma missão brasileira foi à Índia negociar a compra de vacinas contra a Covid-19 para serem vendidas em clínicas particulares, a Frente pela Vida lançou carta com o título “Vacinar no SUS é um direito de todas e todos e um dever do Estado”. A frente é um grupo de entidades de classe que representam profissionais de saúde e diferentes setores da sociedade.

    Entre as entidades que assinaram a carta está o Conselho Nacional de Saúde, um colegiado formado por representantes da sociedade, dos trabalhadores da saúde e do Ministério da Saúde.

    Em defesa de vacina contra Covid no SUS

    O médico Neilton Oliveira, que representa o Ministério da Saúde no Conselho Nacional, comentou que, na situação atual, somente o SUS tem condição técnica de fazer a vacinação de maneira adequada. Isso porque o Brasil deve aplicar pelo menos dois tipos de vacina, cada uma com duas doses.

    De acordo com ele, o monitoramento da imunização precisa ser intenso, semelhante ao que já é feito no combate à tuberculose. Sendo assim, para garantir que as pessoas façam o tratamento completo.

    A carta em defesa de vacina contra Covid no SUS

    A carta da Frente pela Vida afirma que “é moralmente inaceitável que a capacidade de pagar seja critério para acesso preferencial à vacinação contra a Covid-19. Caso isso ocorra, uma fila com base em riscos de se infectar, adoecer e morrer será desmontada.” Essa fila são exatamente os grupos prioritários definidos pelo Plano de Operacionalização da Vacinação, apresentado em dezembro pelo Ministério da Saúde.

    Neilton Oliveira destacou que, nesse momento, o combate à Covid-19 é tão complexo, que precisa ser feito pelo SUS. Mas não descartou a possibilidade de, no futuro, a vacinação ocorrer também na rede particular.

    Desde segunda-feira um grupo de representantes da Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas está na Índia para conhecer a fábrica da Bharat Biotech. A empresa desenvolve a vacina contra a Covid-19 conhecida como Covaxin.

    A meta da associação é comprar 5 milhões de doses da vacina e conseguir a aprovação dela na Anvisa para vender em clínicas privadas aqui no Brasil. Seria uma alternativa à vacinação pelo Sistema Único de Saúde. No entanto, o Plano de Operacionalização da Vacinação prevê a vacinação exclusivamente na rede do SUS.

    Na segunda-feira solicitamos entrevista com a associação, mas não obtivemos resposta. Nessa terça, tentamos novamente contato, mas ninguém atendeu as ligações.

    “Em defesa de vacina contra Covid no SUS, entidades lançam carta” é com informações de Agência Brasil

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