Categoria: Saúde

  • Uso emergencial de vacinas: STF mantém autorização para Anvisa

    A flexibilização para uso emergencial de vacinas vale para as já aprovadas em agências reguladoras de quatro países.

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) segue autorizada a liberar o uso emergencial de vacinas contra a Covid-19 em até 72 horas após o pedido. Essa é a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomada nesta quarta-feira (30). 

    Regulamentação do uso emergencial de vacinas

    O magistrado liberou a execução mais rápida para imunizantes que tenham sido aprovados em, ao menos, uma de quatro agências reguladoras, que ficam na China, Estados Unidos, Japão ou na Europa. 

    Com informações de Brasil 61

    Jornal Grande ABC

    Uso emergencial de vacinas

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  • Planos de Saúde mais caros a partir de janeiro 2021

    As mensalidades dos planos de saúde podem ficar mais caros. Aumento deve ser entre de 20% a 25% em 2021.

    Os três reajustes acumulados resultarão nesta alta dos valores cobrados pelos planos. Porém, os usuários dos planos terão dificuldade para saber o quanto irão pagar, conforme explica a advogada e coordenadora do Programa de Saúde do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Ana Carolina Navarrete. “O que a gente sabe é que isso vai explodir em janeiro”, afirma.

    O instituto tentou impedir na Justiça a cobrança retroativa. Além disso, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) criou uma câmara técnica para o debate do tema, porém o pedido de liminar não foi aceito.

    Sendo assim, os boletos de pagamento dos clientes dos planos, além de já estarem com o valor da mensalidade atualizada, também contam com a cobrança dos valores que não foram pagos este ano divididos em 12 parcelas.

    Sendo assim, os clientes pagarão as mensalidades atualizadas com novo valor. Além disso, serão cobrados os valores não pagos em 2020, divididos em 12x.

    A cobrança será sobre os cerca de 5 milhões de beneficiários que trocaram de faixa etária, e tiveram o aumento de acordo com à mudança de idade suspenso de setembro a dezembro deste ano.

    Planos de Saúde mais caros

    Planos de Saúde mais caros e a pandemia

    A pandemia da Covid-19 causou a suspensão de reajustes nas mensalidades dos planos de saúde, entre os meses de setembro e dezembro de 2020. Ainda assim, as operadoras dos planos marcaram recordes históricos de faturamento.

    “A gente já vê os usuários dos planos com uma dificuldade grande de honrar pagamentos, por causa da crise econômica. Existe um endividamento. E janeiro é mês de pagar tributo. Tudo isso vai ficar acumulado em janeiro”, destaca Navarrete.

    A pandemia provocou queda nos atendimentos e procedimentos médicos eletivos. Nesse sentido, a redução acarretou em economia para as operadoras dos planos, resultando em lucros. “Setores faliram. O turismo faliu. As aéreas, nem se fala. Todo mundo sacrificou algo e os planos de saúde são os únicos que vão se sair bem? Não é justo”, afirma a advogada.

    Portanto, a advogada do Idec sublinha que a ANS autorizou os planos para reajustarem seus preços, mas não delimitou, por exemplo, teto para o aumento dos valores. “Não existe um parâmetro. O reajuste médio é de 20% e o consumidor vai ficar na mão.”

  • Vacina Coronavac anúncio dos resultados nesta quarta

    Ao todo, mais de 13 mil voluntários participaram dos testes. Destes, ao menos 170 foram infectados. A fase 3 de testes é a última etapa antes da aprovação final da ANVISA. Com base nesta que os resultados de eficácia são demonstrados. Portanto, a Vacina Coronavac terá anúncio dos resultados na quarta-feira (23), em coletiva de imprensa.

    O jornal The Wall Street Journal publicou matéria afirmando que a CoronaVac apresentou eficácia na fase 3 dos testes realizados no Brasil, de acordo com apurações realizadas com pessoas próximas ao processo de desenvolvimento da vacina.

    “Os resultados de eficácia colocam a CoronaVac acima da taxa mínima de 50%”, segundo o WSJ. Sendo assim, a Organização Mundial de Saúde exige o mínimo de 50%, para aprovação e distribuição ampla da vacina.

    Vacina Coronavac anúncio dos resultados remarcado

    Inicialmente, os resultados eram para serem entregues em 15 de dezembro. Porém, a data foi adiada para os estudos serem divulgados com a aprovação da CoronaVac na China. Pela lei, aprovada mediante a pandemia, permite a distribuição de uma vacina em até 72 horas. Mesmo sem aprovação da Anvisa, se a vacina for aprovado por agências estrangeiras de certos países, entre eles China e Estados Unidos, será válida no Brasil também.

    Ainda mais, o periódico dos EUA destaca afirmação recente de João Doria, em que diz “planeja vacinar todo o estado, onde vive cerca de um quinto da população do país, até o final de julho deste ano – quase um ano antes do que o governo federal do Brasil prometeu vacinar o resto do Brasil”.

    Jornal Grande ABC

    Vacina Coronavac

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  • A vacina está chegando, mas a pandemia não acabou

    A notícia de que a vacinação contra Covid-19 iniciou em alguns países e logo chegará ao Brasil não pode ser brecha para o afrouxamento das medidas de prevenção contra a disseminação da doença. Com a chegada das festas de fim de ano, a movimentação em estabelecimentos comerciais, como lojas e restaurantes, além das tradicionais reuniões familiares, eleva o risco de contaminação. Neste sentido, o Conselho Federal de Química (CFQ) reforça o lembrete: a vacina está chegando, porém, pandemia não acabou, fique alerta! É hora de redobrar a atenção.

    O CFQ trabalha, desde o início da pandemia, para combater a desinformação e orientar a população sobre as medidas eficazes de prevenção, como lavar sempre as mãos com água e sabonete, escolher corretamente o álcool em gel, saber utilizar a água sanitária para desinfecção de objetos e superfícies, e manter o distanciamento social.

    Para evitar a propagação do vírus, as medidas sanitárias precisam ser mantidas e seguidas. Por isso, o CFQ listou conteúdos úteis para ajudar a população.

    A vacina está chegando, mas mantenha os hábitos

    #1
    Use máscara e não esqueça de higienizar corretamente quando voltar para casa. Então, Confira o vídeo do CFQ ensinando o processo.
    #2
    Higienize as mãos com água e sabão e/ou com álcool em gel.
    A maneira correta de usar o álcool gel
    O que observar no rótulo do produto
    Saiba qual álcool usar
    #3
    Passo a passo da aplicação da solução diluída de água sanitária.
    Solução caseira para prevenir que o novo coronavírus chegue em sua casa
    Como higienizar alimentos e suas embalagens?
    #4
    Não utilize túneis/cabines de desinfecção. Não há garantia de que esses equipamentos sejam um método que realmente funcione, o que pode gerar uma falsa sensação de segurança, ou seja, a pessoa passar pelo túnel, achar que está protegida e relaxar nos demais cuidados. Além disso, as substâncias usadas nos túneis/cabines podem causar irritação na pele, olhos e mucosas, além de alergias e problemas respiratórios.


    Leia a nota conjunta do Sistema CFQ/CRQs e ABIPLA sobre o tema

    Jornal Grande ABC

    A vacina está chegando

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  • Vacina contra Covid-19 para grupo de risco: priorização aprovada no Senado

    O texto segue para votação na Câmara dos Deputados Vacina contra Covid-19

    Os senadores aprovaram uma definição de população prioritária que deve ser vacinada contra Covid-19 no primeiro momento em que o imunizante chegar ao Brasil. Segundo o projeto de lei, aprovado nesta quinta-feira (3), os grupos mais vulneráveis ao vírus serão os primeiros, de acordo com parâmetros científicos estabelecidos. A proposta, agora segue para votação na Câmara.

    De acordo com o texto, a vacina será oferecida de maneira gratuita à população e não será obrigatória. O Ministério da Saúde, orienta que estão mais vulneráveis à Covid-19 pessoas idosas e pessoas com condições médicas preexistentes como pressão alta, doenças cardíacas e doenças pulmonares.

    Há também uma lei que confere a pasta da Saúde a responsabilidade sobre a vacinação, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). O PNI deve definir as vacinações, inclusive aquelas de caráter obrigatório.

    Vacina contra Covid-19
    Primeiro dia da campanha estadual do Dia D de Vacinação Contra o Sarampo no Rio de Janeiro, caminhão itinerante da Secretaria Estadual de Saúde

    Fonte: Brasil 61

    Quais vacinas serão oferecidas no Brasil? Vacina contra Covid-19

    Em nota divulgada na terça-feira (1), o Ministério da Saúde informou que a expectativa é imunizar 109,5 milhões de pessoas contra a COVID-19 no ano de 2021. Entre as opções de imunizantes já inclusas nesta conta, estão 142,9 milhões de doses. Esse total soma as doses que o país deve obter a partir do acordo pela vacina da Universidade de Oxford, desenvolvida com a farmacêutica AstraZeneca (100,4 milhões de doses), e pela iniciativa COVAX Facility (42,5 milhões), liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Vale lembrar que as vacinas mais avançadas, até o momento, dependem de duas doses para promover uma imunização eficaz. Nesse sentido, o governo terá insumos garantidos para mais de 70 milhões de brasileiros. Além disso, dentro das “definições preliminares da estratégia”, o Ministério da Saúde não incluiu a vacina CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. A previsão é que o governo de São Paulo compre cerca de 46 milhões de doses e depois comece a produzir nacionalmente a vacina.

  • Testes de HIV e sífilis: Cidades do estado contarão com 300 mil

    O Dia Mundial da Luta Contra a Aids é celebrado hoje Testes de HIV e sífilis

    Nesta terça-feira (1º), é comemorado o Dia Mundial da Luta Contra a Aids. Desta forma, o governo de São Paulo anuncia a oferta de 322,7 mil testes de HIV e sífilis. Do total de produtos, serão: 138.290 serão testes rápidos e 28.388 exames convencionais de HIV; e 134.156 rápidos e 21.880 convencionais de sífilis.

    Segundo o governo estadual, 556 cidades vão contar com os testes a partir de hoje. Também está prevista a realização atividades sobre a importância da prevenção à doença. O Centro de Referência e Treinamento (CRT) coordena a iniciativa. O HIV tem tratamento e a sífilis tem cura.

    A Aids corresponde ao estágio mais avançado da infecção pelo HIV e aparece quando o organismo está com baixa imunidades. Ou seja, nem toda pessoas com HIV tem Aids. 

    Testes de HIV e sífilis
    Brasília – Doadores participam de rolezinho no hemocentro da capital (Wilson Dias/Agência Brasil)

    Aids no Brasil Testes de HIV e sífilis

    No Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado nesta terça-feira (1°), o Ministério da Saúde (MS) apresentou o Boletim Epidemiológico HIV/Aids 2020, que traz os dados de diagnósticos e infectados consolidados do ano de 2019 e um comparativo dos casos nos últimos anos no país.

    Atualmente, no Brasil vivem cerca de 920 mil pessoas com HIV: 89% delas foram diagnosticadas, 77% fazem tratamento com antirretroviral e 94% das pessoas em tratamento não transmitem o HIV por via sexual, por terem atingido carga viral indetectável. Até outubro deste ano cerca de 642 mil pessoas estavam em tratamento com antirretroviral, enquanto em 2018, eram 593.594 pessoas em tratamento.

    Durante a apresentação dos dados na manhã de hoje, especialistas comemoram o fato do Brasil ter registrado queda no número de casos de infecção por Aids nos últimos anos. Desde 2012 houve uma diminuição na taxa de detecção de Aids no país. O número passou de 21,9 casos por 100 mil habitantes, em 2012; para 17,8 casos por 100 mil habitantes em 2019, representando um decréscimo de 18,7%.

    A taxa de mortalidade por Aids também apresentou queda de 17,1% nos últimos cinco anos. 12.667 óbitos pela doença foram registrados em 2015. Por outro lado, em 2019 foram 10.565. Na avaliação do Ministério da Saúde, ações como a testagem para a doença e o início imediato do tratamento, em caso de diagnóstico positivo, são fundamentais para a redução do número de casos e óbitos por Aids.

    Fontes: Brasil 61 e Agência Brasil

  • Atualização das normas do Plano SP

    Normas da nova classificação entram em vigor a partir de amanhã (2) em todo o Estado Atualização das normas do Plano SP

    As normas do Plano São Paulo foram publicadas nesta terça-feira (01/12), no Diário Oficial do Estado. O período de quarentena irá até 4 de janeiro de 2021. O Governador João Doria detalhou as medidas, no início da tarde de ontem (30), durante entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes. Desta forma, as publicações oficializam os anúncios, com abrangência para todo território paulista.

    O decreto número 65.319 prevê a atualização do Plano São Paulo, com especificação das normas para classificação de cada uma das fases de controle da pandemia. A partir de agora, o prazo de análise de dados da pandemia passa a considerar intervalos de sete dias. Antes, era a cada quatro semanas. Anteriormente, ontem, o Governador anunciou que todas as regiões do Estado vão retornar à fase amarela do Plano São Paulo, como medida de enfrentamento da pandemia e contenção das taxas de contaminação no Estado.

    O novo mapa, com a 15ª atualização do Plano São Paulo e classificação geral do Estado na fase amarela, começa a valer nessa quarta-feira (2), conforme previsto na apresentação realizada pela secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen. Você pode acessar o documento no site oficial do Plano São Paulo.

    O decreto número 65.320, também publicado hoje no Diário Oficial, estende o período de quarentena até o dia 4 de janeiro. A quarentena foi oficialmente instituída no dia 22 de março de 2020 e, desde então, vem sendo estendida em razão da continuidade da pandemia.

    Atualização das normas do Plano SP

    Fase Amarela Atualização das normas do Plano SP

    A fase amarela do Plano São Paulo não fecha atividades econômicas, mas torna as regras de funcionamento mais rígidas. Por exemplo, estabelecimentos como bares, restaurantes, academias, salões de beleza, shoppings, escritórios, concessionárias e comércios de rua voltam a ter limitações de horário e capacidade de público.

    O atendimento presencial em todos os setores fica restrito a dez horas diárias, sequenciais ou fracionadas. Além disso, o máximo de 40% de capacidade. Os estabelecimentos terão que fechar o atendimento local até as 22h. Todos os eventos com público em pé estão proibidos na fase amarela.

    Monitoramento

    A nova classificação do Plano São Paulo está prevista para ocorrer no dia 4 de janeiro de 2021. Sendo assim, o Governo de SP passará a fazer o monitoramento e divulgação semanal das estatísticas do coronavírus. A medida garantirá o acompanhamento contínuo das taxas de evolução da pandemia e de capacidade do sistema hospitalar em todo Estado.

  • Perícia médica do INSS com uso de telemedicina começará

    Dando cumprimento à decisão do TCU, perícia médica do INSS usará o protocolo que autoriza a realização de procedimentos durante o período de enfrentamento da pandemia da Covid-19

    Os atendimentos das Perícias Médicas com Uso da Telemedicina (Pmut) terão início no dia 16 de novembro e vão até 31 de janeiro de 2021. Dando cumprimento à decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), o protocolo autoriza a realização de procedimentos usando telemedicina, durante o período de enfrentamento da pandemia da Covid-19.

    A experiência piloto passou pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que realizaram reuniões com o Conselho Federal de Medicina e a Associação Nacional de Medicina do Trabalho.

    As entidades trabalharam no roteiro de procedimentos, bem como o modelo de relatório médico para encaminhamento do trabalhador que será a ela submetido, a ser elaborado pelo médico do trabalho.

    O procedimento de caráter obrigatório, tem como objetivo certificar a existência de doença ou a ocorrência de algum acidente que tenha tornado o trabalhador incapacitado, total ou parcialmente, para o exercício da profissão de forma temporária ou definitiva. Além de atestar sua melhora para a volta ao trabalho. 

    Fonte: Brasil 61

    Jornal Grande ABC

    Perícia médica do INSS

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  • “Poderia se tornar uma grande fragilidade para o SUS”

    Nesta semana, Executivo voltou atrás em decreto que permitia que o Ministério da Economia fizesse estudos sobre a inclusão de UBS no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), o que geraria uma grande fragilidade para o SUS.

    Neste final de outubro, o Governo Federal editou um decreto que permitia ao Ministério da Economia fazer estudos sobre a inclusão de Unidades Básicas de Saúde (UBS) no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Após a repercussão negativa do assunto, no entanto, Bolsonaro voltou atrás da decisão.

    Para a professora em Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (UnB), Carla Pintas Marques, há uma série de ressalvas na agenda de parceria público-privada na área de saúde. “Estamos falando de um sistema de saúde que é público, que tem sobre a sua égide a CF e Lei 8080, que diz que a participação privada deve ser complementar. Esse complementar não é muito bem especificado, mas entendemos que em especial, quando falamos de Parcerias Público-Privadas (PPP), imaginamos que o investidor vai obter lucro. Isso não é muito adequado quando falamos em saúde, em especial a atenção primária. Penso que poderia se tornar uma grande fragilidade para o SUS o andamento desse tipo de agenda por parte do governo”, destaca. 

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que “jamais esteve sob análise privatizar o SUS” e que “seria uma insanidade falar isso”. Ele explicou que o decreto visava apenas promover a realização de estudos para que a iniciativa privada pudesse concluir obras inacabadas de UBSs e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). 

    “Isso deve ter sido uma dessas inúmeras decisões que nós tomamos por dia, que chegam aqui. As coisas que são decisivas vão para o Congresso são examinadas. Uma privatização do SUS teria que ir para o Congresso e o Supremo também teria que opinar”, explicou o titular da pasta, em declaração na comissão mista do Congresso Nacional que trata das medidas de combate à pandemia da Covid-19. 

    A lei que institui o Programa de Parcerias de Investimentos do governo afirma que a iniciativa é voltada para a ampliação e o fortalecimento entre o Estado e a iniciativa privada, por meio de celebração de contratos, parcerias para execução de empreendimentos públicos de infraestrutura e outras medidas de desestatização. 

    O advogado especialista em Direito Público, Leonardo Memória, explica que o decreto que foi editado pelo Executivo é constitucional, embora seja um dos caminhos para a privatização do sistema público de saúde.

    “Não é inconstitucional, é uma maneira possível (inclusão das UBS no PPI). Há a situação de passar alguns órgãos para o privado. Não quer dizer que vai ser cobrado, não quer dizer que vai virar privado. A questão é que se vai ter programa de investimento, nenhum privado vai investir sem que haja retorno, ou seja, vai ser praticamente uma concessão administrativa. A administração pública chama o privado para cuidar, porém paga o privado para fazer esse tipo de atualização. Isso é uma forma de privatização”, explica. 

    Atualmente, algumas unidades de saúde do SUS já contam com a administração da iniciativa privada. É o caso do Hospital do Subúrbio de Salvador, do Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP) e da Rede de Atenção Primária à Saúde de Belo Horizonte.
     

    Fonte: Brasil 61

  • Hospital Sepaco inova com Serviço de Fisioterapia no Centro Obstétrico

    Sempre atento a saúde e bem-estar de suas gestantes, o Hospital Sepaco inova e implanta o serviço de fisioterapia em Centro Obstétrico. Este novo serviço vem somar a experiência da instituição com alta complexidade ao cuidado e atenção dedicados às gestantes, tornando a assistência ainda mais resolutiva e precisa.

    Os fisioterapeutas especializados em partos se integram a toda a equipe de enfermagem, médicos e demais profissionais que estão para assistir a paciente com o objetivo de ajudar e propiciar um trabalho de parto mais fisiológico possível.

    Segundo a Profª. Dra. Lisandra Stein Bernardes, Coordenadora da Obstetrícia e do Centro de Medicina  Fetal e Cirurgia Fetal do Hospital Sepaco, a fisioterapia tem um papel importante que é de ensinar a gestante a fazer posições que permitem uma evolução positiva no parto. A equipe especializada de fisioterapia realiza o trabalho no período de gestação, durante o parto e acompanha a paciente no pós-parto.

    Um estudo demonstrou resultados extremamente positivos em pacientes que atuaram com a equipe de fisioterapia e mantiveram um ritmo de exercícios. Os principais benefícios para as pacientes são a diminuição na duração do trabalho de parto, sendo mais rápido, e a redução de algum tipo de analgesia, já que a dor também é bem menor.

    A médica destaca que em situações, por exemplo, em que o feto não está bem posicionado a atuação da fisioterapia possibilita adequar o posicionamento fetal para rotação da cabeça do bebê até passar pelo caminho da bacia.

    Entre os benefícios da fisioterapia na gravidez estão auxílio no controle da glicemia na diabetes gestacional, alívio de sintomas relacionados ao sistema músculo-esquelético e vascular, melhora do condicionamento físico e na qualidade do sono, redução do risco de trauma perineal, alívio da lombalgia e dor pélvica, além de preparar a gestante para o parto.

    Já durante o parto, os benefícios vão desde uma experiência mais tranquila, com menos dores, diminuição de analgesia até a redução do tempo de trabalho de parto e a recuperação mais rápida da parturiente.

    Com este novo serviço, o Sepaco entra no rol de um grupo seleto de hospitais que oferecem uma equipe especializada de fisioterapia para parturientes e ratifica seu comprometimento e atenção com os cuidados materno-infantis e também de toda a família.

    Sobre o Sistema Sepaco de Saúde

    O Sepaco, fundado em 1956, inicialmente para atender o setor papeleiro, transformou-se em um Sistema Integrado de Saúde, agregando hospital e operadora de saúde de autogestão.

    Pioneiro no controle de infecção hospitalar no Brasil, o Hospital Sepaco atualmente atende operadoras de saúde, assim como clientes particulares.

    Focado em alta complexidade e pediatria, o hospital está localizado na Vila Mariana, São Paulo, e possui 257 leitos, sendo 95 de UTI (40 para adultos e 35 Neonatais e 20 Pediátricos), um corpo clínico com alta qualidade profissional e modernos equipamentos para diagnósticos, como tomografia, ressonância magnética, hemodinâmica, medicina fetal e uma área própria para oncologia.

    Para realização de pequenas cirurgias, com alta no mesmo dia, a instituição oferece ainda o Hospital Dia Sepaco, na região do Jardim Paulista, São Paulo/SP.

    Acesse: www.sepaco.org.br
    Facebook: www.facebook.com/hospitalsepaco

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