Categoria: Saúde

  • Estoque de sangue no Amazonas está baixo e precisa de doadores

    O estoque de sangue da Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam) está em nível crítico, o que representa apenas 50% da quantidade ideal desse estoque. Para estabilizar o abastecimento, o hemocentro está convocando doadores voluntários de todos os tipos sanguíneos para comparecerem com urgência à sede da instituição. Essa situação ocorre por causa do baixo comparecimento de doadores nos primeiros dias do ano, além das festas de final de ano e a Covid-19 serem outros fatores a serem levados em consideração.

    Somando as doações dos primeiros dias de funcionamento do ano, é possível dizer que as doações caíram pela metade, cerca de 100 pessoas por dia, enquanto a demanda por bolsas de sangue nas unidades de saúde públicas e privadas continua normal, com uma média de mais de 150 bolsas distribuídas diariamente.

    A queda gradual nas doações preocupa a instituição, que precisa manter o estoque na média de segurança de 800 bolsas, visando atender todas as 27 unidades da capital, além de 43 cidades do interior. Quem puder doar sangue, deve se dirigir até a unidade que fica na avenida Constantino Nery, 4.397, bairro Chapada. As doações podem ser realizadas de segunda a sábado, das 7h às 18h. Lembrando que quem contraiu Covid-19 ou outras síndromes respiratórias agudas, a doação pode ser realizada após 30 dias do desaparecimento total dos sintomas.

    Com informações de Agência Brasil

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    Estoque de sangue no Amazonas
  • SP apresenta a prefeitos o Plano Estadual de Imunização

    Programas estaduais, retomada da economia e vacinação foram alguns dos temas em teleconferência sobre o Plano Estadual de Imunização, coordenada pelo Governador João Doria

    O Governador João Doria apresentou nesta quarta-feira (6), durante o 1º Seminário Virtual de Gestão Pública, o Plano de Estadual de Imunização contra o coronavírus aos 645 prefeitos eleitos para os mandatos iniciados em 2021. A estratégia das autoridades estaduais é iniciar a imunização contra a COVID-19 em todas as regiões do estado no dia 25 de janeiro.

    “A saúde é a prioridade absoluta. Lamentavelmente, todos os 215 países estão enfrentando uma segunda onda desse vírus e isso exige cuidado, zelo, disciplina, perseverança, determinação e coragem para fazer o que precisa ser feito”, disse Doria.

    O Secretário de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn, listou aos prefeitos os detalhes do plano. A primeira etapa de vacinação vai priorizar profissionais da saúde, pessoas com 60 anos ou mais e grupos indígenas e quilombolas. A expectativa do Estado é que 9 milhões de pessoas sejam imunizadas na primeira etapa, com a aplicação de 18 milhões de doses, até o dia 18 de março.

    A campanha coordenada pela Secretaria Estadual da Saúde em parceria com os 645 municípios paulistas visa dobrar o total de postos de vacinação dos atuais 5,2 mil para até 10 mil. A estimativa é de que a vacinação envolva cerca de 79 mil profissionais, com 54 mil trabalhadores do setor da saúde e 25 mil agentes da segurança pública para garantir a segurança da população e evitar aglomerações nos locais de imunização.

    Sobre o Seminário

    O seminário também teve a participação dos Secretários de Estado Marco Vinholi (Desenvolvimento Regional), Henrique Meirelles (Fazenda e Planejamento), Mauro Ricardo (Projetos, Orçamento e Gestão), Patricia Ellen (Desenvolvimento Econômico), Coronel Walter Nyakas Júnior (Casa Militar e Defesa Civil), Célia Parnes (Desenvolvimento Social), do Diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e da Presidente do Fundo Social de São Paulo, a Primeira-Dama Bia Doria.

    O Secretário da Fazenda destacou o atual momento econômico de São Paulo e as perspectivas para retomada da economia em 2021. A pandemia impactou a economia paulista, mesmo em setores que não foram afetados pela quarentena. Com a retomada gradual das atividades econômicas sob as diretrizes do Plano São Paulo, o PIB paulista voltou a crescer.

    Em outubro, Doria apresentou o programa Retomada 21/22, com previsão de R$ 36 bilhões para impulsionar a economia do estado e gerar cerca de 2 milhões de empregos. Segundo Meirelles, a iniciativa inclui 19 projetos para atração de investimentos privados nacionais e estrangeiros em todas as regiões do estado.

    Já a Secretária de Desenvolvimento Econômico respondeu a dúvidas dos prefeitos sobre o Plano São Paulo. Já o Secretário de Projetos, Orçamento e Gestão apresentou aos prefeitos sugestões de medidas iniciais para ajuste fiscal, redução de despesas gerais e incremento de receitas.

    Parcerias municipais

    O Secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, anunciou o lançamento de uma plataforma exclusiva para as prefeituras no sitewww.parceriasmunicipais.sp.gov.br. A ferramenta digital é importante no apoio aos gestores municipais e oferece diagnósticos de cada município ante indicadores estaduais, além de possíveis convênios com o Estado, uma agenda de cursos de capacitação e o desempenho de cada cidade no programa desde 2019.

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    Plano Estadual de Imunização
    Photo by Polina Tankilevitch on Pexels.com
  • Plano de vacinação é discutido entre Bolsonaro e Pazuello

    O presidente Jair Bolsonaro fez uma visita técnica ao Ministério da Saúde nesta terça-feira, onde se reuniu com o ministro Eduardo Pazuello. Em pauta, o Plano de vacinação é discutido novamente, além do cronograma de vacinação contra a Covid-19 aqui no país.

    O governo também tenta garantir que haja estoque suficiente de seringas e agulhas para a vacinação. Pra isso, o Ministério da Saúde fez uma requisição administrativa para que fabricantes brasileiros forneçam seus estoques excedentes desses produtos. Além disso, no dia 31 de dezembro, o governo criou restrições para impedir que agulhas e seringas fabricadas no Brasil sejam exportadas para outros países.

    Antes da reunião, os ministérios da Saúde e das Relações Exteriores confirmaram, também nesta terça, a importação emergencial de dois milhões de doses da vacina contra a Covid-19 que está sendo fabricada na Índia.

    A compra emergencial do imunizante havia sido autorizada pela Anvisa no dia 31 de dezembro, mas foi posta em dúvida no último domingo — depois de o presidente do Instituto Serum, responsável pela fabricação das vacinas na Índia, ter afirmado que o governo indiano impediria a venda do produto. Adar Poonawala, o presidente do Instituto Serum, voltou atrás de sua declaração na manhã desta terça, e disse que a venda a outros países vai ser permitida pela Índia.

    Agora que a compra das vacinas está confirmada pelo governo, a Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, se reuniu novamente com representantes da Fundação Oswaldo Cruz para discutir o registro do uso emergencial desse imunizante. As vacinas que serão importadas da Índia foram desenvolvidas em Oxford, no Reino Unido — o mesmo produto que está sendo produzido pela Fiocruz. Mas a Anvisa quer saber se o modo de produção também é o mesmo, antes de autorizar o uso do imunizante importado no Brasil.

    A compra de 2 milhões de doses fabricadas na Índia foi solicitada pela própria Fiocruz como uma medida emergencial — já que as doses fabricadas no Brasil só vão ficar prontas para serem distribuídas em fevereiro.

    “Plano de vacinação é discutido entre Bolsonaro e Pazuello” com informações de Agência Brasil

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    Plano de vacinação é discutido entre Bolsonaro e Pazuello
    O presidente Jair Bolsonaro dá posse ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no Palácio do Planalto.

  • Em defesa de vacina contra Covid no SUS, entidades lançam carta

    Conselho Nacional de Saúde e outras instituições apoiam a carta em defesa de vacina contra Covid no SUS

    Enquanto uma missão brasileira foi à Índia negociar a compra de vacinas contra a Covid-19 para serem vendidas em clínicas particulares, a Frente pela Vida lançou carta com o título “Vacinar no SUS é um direito de todas e todos e um dever do Estado”. A frente é um grupo de entidades de classe que representam profissionais de saúde e diferentes setores da sociedade.

    Entre as entidades que assinaram a carta está o Conselho Nacional de Saúde, um colegiado formado por representantes da sociedade, dos trabalhadores da saúde e do Ministério da Saúde.

    Em defesa de vacina contra Covid no SUS

    O médico Neilton Oliveira, que representa o Ministério da Saúde no Conselho Nacional, comentou que, na situação atual, somente o SUS tem condição técnica de fazer a vacinação de maneira adequada. Isso porque o Brasil deve aplicar pelo menos dois tipos de vacina, cada uma com duas doses.

    De acordo com ele, o monitoramento da imunização precisa ser intenso, semelhante ao que já é feito no combate à tuberculose. Sendo assim, para garantir que as pessoas façam o tratamento completo.

    A carta em defesa de vacina contra Covid no SUS

    A carta da Frente pela Vida afirma que “é moralmente inaceitável que a capacidade de pagar seja critério para acesso preferencial à vacinação contra a Covid-19. Caso isso ocorra, uma fila com base em riscos de se infectar, adoecer e morrer será desmontada.” Essa fila são exatamente os grupos prioritários definidos pelo Plano de Operacionalização da Vacinação, apresentado em dezembro pelo Ministério da Saúde.

    Neilton Oliveira destacou que, nesse momento, o combate à Covid-19 é tão complexo, que precisa ser feito pelo SUS. Mas não descartou a possibilidade de, no futuro, a vacinação ocorrer também na rede particular.

    Desde segunda-feira um grupo de representantes da Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas está na Índia para conhecer a fábrica da Bharat Biotech. A empresa desenvolve a vacina contra a Covid-19 conhecida como Covaxin.

    A meta da associação é comprar 5 milhões de doses da vacina e conseguir a aprovação dela na Anvisa para vender em clínicas privadas aqui no Brasil. Seria uma alternativa à vacinação pelo Sistema Único de Saúde. No entanto, o Plano de Operacionalização da Vacinação prevê a vacinação exclusivamente na rede do SUS.

    Na segunda-feira solicitamos entrevista com a associação, mas não obtivemos resposta. Nessa terça, tentamos novamente contato, mas ninguém atendeu as ligações.

    “Em defesa de vacina contra Covid no SUS, entidades lançam carta” é com informações de Agência Brasil

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  • Estabelecimentos interditados: SP fecha 11 durante festas

    11 estabelecimentos interditados e 6.700 pessoas foram dispersadas de forma pacífica no período de festas entre 25 e 27 de dezembro e 1 a 3 de janeiro na capital de acordo com balanço das operações de fiscalização da prefeitura na capital. Ainda de acordo com a prefeitura, no período do natal foram fechados 4 bares, 3 casas de show e 1 “pancadão”, todos no bairro de cidade Tiradentes, no extremo leste da capital. E nestes últimos dias foram fiscalizados 13 estabelecimentos, dentre os quais 3 foram fechados com dispersão de cerca de 445 pessoas.EbcEbc

    Em todo o estado de São Paulo, a vigilância sanitária estadual realizou nesse período de festas mais de 6.800 inspeções e autuou 140 estabelecimentos com relação aos protocolos essenciais para prevenção e combate à covid-19.

    O descumprimento de regras sujeita os estabelecimentos a multa de até R$ 276 mil. Pela falta de máscara o estabelecimento pode ser multado em R$ 5.025 por pessoa sem máscara e os próprios frequentadores podem ser multados em R$ 524 pelo não uso da proteção facial. No caso da capital o valor da multa é de R$ 9 mil e R$ 251 para cada 250m2.

    Para denunciar aglomerações e festas clandestinas junto ao governo do estado, o número é 0800-771-3541 . No caso da capital, o número para denúncias é o 156 ou pela central no site central156.prefeitura.sp.gov.br

    Com informações de Agência Brasil

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    Estabelecimentos interditados
  • Janeiro Branco convida sociedade fazer pacto pela saúde mental

    Em tempo de pandemia e isolamento social, a Campanha Janeiro Branco de 2021 vem para lembrar que é preciso cuidar da mente.

    A depressão, que já foi apelidada de o “mal do século”, é uma das doenças que podem surgir como efeito dessa situação atípica que a população enfrenta.

    A assessora Marina Claudia Alves Pereira faz terapia há pouco mais de um ano. Ela conta que procurou ajuda por causa de crises de pânico que aumentaram após a morte de um parente próximo.

    janeiro branco

    Campanha Janeiro Branco

    O psicólogo Leonardo Abrahão, idealizador da Campanha Janeiro Branco, diz que são normais os sentimentos de insegurança, tristeza, angústia e ansiedade, principalmente neste período de pandemia.

    Mas ele alerta que é importante perceber quando essas reações estão atrapalhando o dia a dia e procurar ajuda.

    Leonardo diz ainda que o debate em torno da saúde mental foi intensificado nos últimos meses. Segundo o psicólogo, algumas pesquisas já mostram que houve um aumento na procura por profissionais e instituições que cuidam da saúde mental, além de atendimentos em postos de saúde. Para ele, isso reforça a importância da ampliação de investimentos e políticas públicas para fortalecer a rede pública psicossocial.

    A oitava edição da campanha Janeiro Branco convida a população a fazer um pacto pelos cuidados com a saúde da mente, ressaltando que todo mundo pode ser um agente de saúde mental na vida de qualquer pessoa e para si mesmo.

    Com informações de Agência Brasil

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  • Anvisa deseja mais informações da vacina fabricada na Índia

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforçou que precisa de mais informações para autorizar o uso emergencial da vacina fabricada na Índia, contra a Covid-19.

    O pedido de mais informações sobre o produto foi feito pela Anvisa à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em uma nova reunião técnica realizada nesta segunda-feira (4).

    No Brasil, a Fiocruz é a responsável por fabricar o imunizante da Oxford e AstraZeneca, desenvolvido no Reino Unido. Mas a previsão é de que as primeiras doses fabricadas aqui no país só fiquem prontas em fevereiro. Por isso, a própria fundação havia pedido à Anvisa que importasse 2 milhões de doses dessa vacina, produzida na Índia, em caráter excepcional.

    A agência autorizou a importação no último dia 31 de dezembro. Mas para autorizar o uso do imunizante no país, ela quer saber se a versão fabricada na Índia é semelhante à que é fabricada no Reino Unido, e também se os materiais utilizados são os mesmos.

    vacina fabricada na Índia
    A diretora de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (DSNVS), Alessandra Bastos, o diretor-presidente, Antonio Barra e o Gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos, Gustavo Mendes, durante entrevista coletiva para falar sobre a interrupção dos estudos da vacina Coronavac

    Na reunião desta segunda-feira com a Anvisa, os representantes da Fiocruz apresentaram os dados que já eram de seu conhecimento. A fundação emitiu uma nota após o encontro, dizendo que está empenhada para que essas informações solicitadas pela Anvisa sejam reunidas e apresentadas com a maior brevidade possível.

    Enquanto isso, a importação das vacinas indianas corre o risco de não se concretizar, mesmo com a aprovação da Anvisa. Isso porque o governo da Índia pode negar a venda do produto ao Brasil.

    Nesse domingo, Adar Poonawalla, presidente do Instituto Serum — que fabrica a vacina no país asiático — afirmou que o governo indiano deve barrar a exportação do imunizante, até que a população mais vulnerável do país esteja vacinada. Segundo ele, isso pode atrasar em até dois meses a exportação para outros países, inclusive para o Brasil.

    Quem está conduzindo as negociações pela importação das vacinas indianas, neste momento, é o Ministério das Relações Exteriores, que não retornou contato até o fechamento desta reportagem.

    Com informações de Agência Brasil

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  • Amazonas ultrapassa fase vermelha com alta de casos e mortes

    O estado do Amazonas ultrapassa fase vermelha de risco para Covid-19 e chegou à fase roxa na análise de risco das autoridades de saúde do estado.

    De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde amazonense, de novembro para dezembro, o número de casos aumentou 120% em Manaus e 47% se considerado os registros de todo o estado. Isso representa uma média móvel de 700 casos novos todos os dias.

    Nos últimos 14 dias, a média móvel de mortes subiu 66%.

    O crescimento nos casos de coronavírus refletiu na rede de atendimento. Segundo a secretaria de saúde do Amazonas, o número de internações diárias por Covid-19 nos hospitais de Manaus já é o maior desde o início da pandemia.

    Nesse domingo, 159 pessoas foram hospitalizadas. É o recorde de internação em um dia, superando os picos do final de abril e início de maio, quando chegaram a ocorrer 105 internações em um dia.

    Rosemary Pinto, presidente da Fundação de Vigilância em Saúde, afirmou que a rede privada já chegou a 100% da ocupação em leitos clínicos e de UTI.

    Amazonas ultrapassa fase vermelha

    Segundo o governo do Amazonas, nos últimos dois meses o estado ampliou de 457 para 1.038 o número de leitos, todos destinados a pacientes com Covid-19.

    Representantes do Ministério da Saúde estão em Manaus e vão ficar na cidade até que a situação no estado esteja normalizada. A equipe está fazendo reuniões com gestores estaduais e do município e visitas técnicas a cinco hospitais de atendimento a pacientes com Covid-19 e na Central de Medicamentos do Amazonas.

    A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério, Mayra Pinheiro, explica qual será a atuação do governo federal.

    Nesta segunda-feira, o Governo do Amazonas publicou decreto que suspende as atividades econômicas não essenciais pelo prazo de 15 dias. A medida cumpre decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas.

    Com informações de Agência Brasil

    Amazonas ultrapassa fase vermelha

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  • Dois casos confirmados da variante do coronavírus em SP

    São Paulo tem dois casos confirmados da nova variante do coronavírus. A confirmação foi feita pelo Instituto Adolfo Lutz após a análise das amostras enviadas por um laboratório privado.EbcEbc

    As amostras foram encaminhadas para o instituto no ultimo dia 2 e o sequenciamento genético mostrou que os dois pacientes estão infectados com a mutação do coronavírus identificada no Reino Unido.

    Um dos casos é o de uma mulher de 25 anos, que mora na cidade de São Paulo. Ela foi infectada depois de entrar em contato com pessoas que passaram pela Europa e vieram para o Brasil. A paciente apresentou os primeiros sintomas no dia 20 de dezembro e fez o exame no dia 22.

    O outro caso é o de um homem de 34 anos. A Vigilância Epidemiológica ainda está investigando o histórico desse caso e não divulgou mais detalhes, como local de moradia ou se o homem apresentou sintomas da doença.

    Dois casos confirmados

    Esse novo subtipo de coronavírus foi batizado como B117 e, apesar de estudos mostrando que esta nova cepa pode ser quase 60% mais contagiosa que o vírus sem a mutação, a secretaria de saúde do estado diz que não é possível afirmar isso para o Brasil em função de fatores demográficos e climáticos.

    O anúncio chega em um momento em que os casos de covid-19 voltam a pressionar o sistema de saúde. Na região metropolitana da capital paulista, a taxa de ocupação dos leitos de terapia intensiva chegou a 65% nesta segunda-feira (04), sendo que, pelo menos dois hospitais da capital alcançaram a lotação máxima de leitos destinados a pacientes com coronavírus.

    Com informações de Agência Brasil

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  • Adolfo Lutz divulga análise de variante do coronavírus

    Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde de São Paulo foi notificado da suspeita de dois casos de uma nova variante do vírus no estado, a mesma que teria sido detectada na Inglaterra. Resultado de análise de variante é aguardada.

    Os resultados da análise de amostras realizadas pelo Instituto Adolfo Lutz, que podem indicar a presença de uma nova variante do novo coronavírus no estado de São Paulo, devem sair nesta segunda-feira (4).

    Na última quinta-feira (31), o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde de São Paulo foi notificado pelo laboratório de medicina diagnóstica Dasa da suspeita de dois casos de uma nova variante do vírus no estado, a mesma que teria sido detectada na Inglaterra.

    Análise de variante no Brasil

    Essa nova cepa, da linhagem B.1.1.7, não se mostra mais letal, mas pode ser mais transmissível. Segundo o Instituto, as análises preliminares feitas nas amostras não permitiram confirmar a presença da linhagem. Por isso, foi solicitada ao laboratório Dasa que seja enviada uma quantidade maior de material genético para que o trabalho possa ser concluído até esta segunda.

    Com informações de Brasil 61

    análise de variante
    O Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (LACEN) está realizando exames para identificação do novo coronavírus (COVID-19)

    Jornal Grande ABC

    COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

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  • Governo libera recursos para combater Covid-19 neste ano

    São R$ 864 milhões para ações estratégicas por todo o Brasil, para enfrentamento da covid-19 neste ano

    E nos últimos instante de 2020, foi publicada em edição extra do Diário Ofical da União, a Portaria Nº 3.896 que destina R$ 864.000.000,00 (oitocentos e sessenta e quatro milhões de reais) para as ações de preparo ao enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente a Covid-19 no ano de 2021.

    Esses recursos serão distribuídos para as Unidades da Federação de acordo com os critérios publicados na referida portaria, tendo por base os dados populacionais, os dados de desenvolvimento humano (IDH), dados epidemiológicos e dados da disponibilidade de UTI aos pacientes acometidos com a doença.

    Covid-19 neste ano

    Covid-19 neste ano de 2021

    Os municípios, representados pelo Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, devem debater a utilização dos recursos financeiros repassados ao Fundo Estadual de Saúde na Comissão Intergestores Bipartite (CIB). Essa pactuação deve ocorrer até o dia 26 de fevereiro.

    Com informações de Brasil 61

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  • Governo proíbe exportação de seringas e agulhas

    A secretaria de Comércio Exterior do ministério da Economia proibiu a exportação de seringas e agulhas. Agora, esses insumos só poderão ser vendidos para fora do país com uma autorização especial.EbcEbc

    A medida foi tomada atendendo a um pedido do Ministério da Saúde. Em nota, o ministério informou que a solicitação foi necessária para garantir a ampliação do estoque de seringas e agulhas para a vacinação contra a Covid-19.

    Esses não são os primeiros produtos a sofrerem restrições à exportação. Desde o início da pandemia, o governo tem proibido a venda ao exterior de materiais considerados essenciais para o enfrentamento à Covid-19. Entre eles, ventiladores pulmonares, equipamentos de proteção Individual para profissionais de saúde, camas hospitalares e máscaras de proteção facial.

    seringas e agulhas

    Suspensão da exportação de seringas e agulhas

    A portaria restringindo a exportação de agulhas e seringas foi publicada poucos dias após um pregão do Ministério da Saúde para aquisição de mais de 330 milhões de unidades desses insumos. Ainda em nota, a pasta da Saúde disse que existe um estoque satisfatório desses produtos nos postos de saúde do país para iniciar a vacinação.

    Na semana passada, a Secretaria Nacional do Consumidor, ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, emitiu uma série de notificações para fabricantes de seringas e agulhas para saber dados sobre a produção e comercialização desses produtos, além de uma previsão sobre os preços a serem praticados. A secretaria quer analisar se haverá risco de desabastecimento. As empresas têm 10 dias para responder às notificações.

    Com informações de Agência Brasil

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