Categoria: Saúde

  • Concentradores de oxigênio serão doados por grandes empresas

    Concentradores de oxigênio serão utilizados para o tratamento de pacientes com Covid-19 em suas próprias localidades, evitando o deslocamento e sobrecarga de hospitais; a iniciativa atende a uma chamada pública da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia em apoio ao Ministério da Saúde, a logística dos itens ficará sob responsabilidade do SUS.

    Umgrupo de 12 empresas se uniu em uma ação coletiva para viabilizar a doação de mais de 5.000 concentradores de oxigênio,que serão utilizados para o tratamento de pacientes com Covid-19 em suas próprias localidades, evitando deslocamentos para outras cidades e, consequentemente, a sobrecarga de hospitais. O concentrador de oxigênio é um equipamento que separa o oxigênio do ar e o fornece ao paciente em um fluxo direto e contínuo, contribuindo para a melhora de sua capacidade respiratória, uma das áreas mais afetadas pelas consequências da Covid-19.

    Participam desta iniciativa as seguintes empresas:Bradesco, BRF, B3, Embraer, Gerdau, Grupo Ultra, Itaú Unibanco, Magazine Luiza, Marfrig, Natura & Co, Suzano e Unipar.O Grupo atendeu a uma chamada pública feita pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, em apoio ao Ministério da Saúde, para a aquisição de concentradores de oxigênio. AAir Liquide Brasil, líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, fez a cotação geral para a importação dos equipamentos, ao custo total de R$ 35 milhões.

    O uso dos concentradores doados nesta ação terá papel fundamental no combate à pandemia e consequente desafogamento do sistema hospitalar. Considerando que o tempo médio de uso do aparelho por paciente pode variar entre uma ou duas semanas, a expectativa é de que os mais de 5 mil concentradores atendam, mensalmente, entre 10 mil e 20 mil pacientes.

    Cada concentrador substitui, em média, 21 cilindros de oxigênio. Juntos, os equipamentos doados suprirão o equivalente a uma produção mensal de 1.100.000 metros cúbicos do insumo, volume que demandaria mais de 108 mil cilindros por mês para ser armazenado. A quantidade de oxigênio fornecida por meio dos concentradores contribuirá ainda para evitar a sobrecarga na capacidade produtiva da indústria de gases.

    A praticidade no manuseio é outra característica de destaque no uso dos concentradores. Cada equipamento pesa aproximadamente 15 quilos e necessita apenas de energia elétrica para funcionar. Essas condições facilitam o transporte e uso, inclusive, nas regiões mais remotas do País. A durabilidade também é um diferencial destes equipamentos. Os concentradores doados têm uma vida útil estimada em sete anos.

    Osmais de 5 mil concentradores de oxigênio adquiridos nesta ação serão entregues ao Ministério da Saúde, a quem caberá a responsabilidade de fazer a logística de distribuição dos equipamentos. A expectativa é que os aparelhos sejam enviados aos seus locais de destino no decorrer do mês de abril.

    Com essa iniciativa coletiva, as empresas somam seus esforços no enfrentamento à pandemia de Covid-19, em um de seus momentos mais agudos no Brasil. As companhias participantes desta ação estão comprometidas com os esforços da sociedade para salvar vidas e com o apoio ao Poder Público, em suas diferentes esferas, nas ações de superação à crise sanitária.

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    Concentradores de oxigênio
    Concentradores de oxigênio. Foto: Divulgação/Internet

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  • Vacinas poderão ser produzidas por laboratórios veterinários

    Em reunião da Comissão Temporária Covid-19 (CTCOVID19) na manhã desta segunda-feira (29), o relator, senador Wellington Fagundes (PL-MT) debateu com os membros do colegiado a fabricação de vacinas contra a Covid-19 por empresas de saúde animal. Na última semana o senador já havia se reunido com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para avaliar a estratégia que visa ampliar a produção brasileira de vacinas em até 400 milhões de doses.

    Para o senador a falta do imunizante é o maior fator de atraso na vacinação da população e esta parceria é uma alternativa para o problema. “O Brasil tem um parque industrial pronto com condições de fazer as vacinas necessárias”, destacou.

    Na última semana o Ministério da Saúde reduziu em 10 milhões a previsão do número de doses esperadas para o Brasil no mês de abril. O total de vacinas para o próximo mês a serem distribuídas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) passou de 57,1 para 47,3 milhões.

    Content Vacinas Laboratorios Veterinarios

    O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) colocou à disposição do governo o parque industrial para a fabricação dos insumos. De acordo com o sindicato, a indústria de saúde animal reúne 28 laboratórios de fabricação de produtos animais, possui três plantas com nível máximo de biossegurança NB3+ e é dominante no que diz respeito à produção de vacinas inativadas, sendo capaz de atender a demanda de imunizantes.

    O vice-presidente executivo do Sindan, Emílio Salani, destacou o potencial da iniciativa. “Nós temos condições de produzir mensalmente grandes volumes de vacinas inativadas no Brasil caso sigam aquelas premissas básicas que eu disse no início: trabalhar com o detentor da tecnologia e a tecnologia for de uma vacina inativada”, afirmou.

    As vacinas inativadas, que é o caso dos imunizantes contra a Covid-19, podem ser produzidos pela indústria que usam agentes mortos ou apenas partículas deles. Já as vacinas atenuadas contêm agentes infecciosos vivos, mas enfraquecidos. Salani destacou que as indústrias têm a tecnologia necessária para a produção da vacina inativada e que só falta a parceria entre as empresas brasileiras detentoras da vacina com as empresas de produtos veterinários.

    A diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Meiruze Freitas, disse que todas as possibilidades estão na mesa para serem avaliadas e que hoje haverá mais uma reunião com o setor, intermediada pelo Ministério da Agricultura, para conhecer melhor o parque fabril da indústria de saúde animal.

    “Vamos avaliar essa questão da produção, em especial da transferência da tecnologia do insumo farmacêutico ativo, verificar quais são as provas de comparabilidade que precisam ser feitas do o insumo farmacêutico com os estudos clínicos que a gente conhece”, afirmou.

    A comissão temporária foi criada para acompanhar as ações contra a Covid-19. Além da parceria, na ocasião foi debatido o andamento dos processos de autorização emergencial e definitiva de vacinas contra a doença e da produção dos imunizantes pelo Brasil.

    Além da Anvisa, do MAPA e do Sindan, estiveram presentes representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e da Diretoria do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde.

    Fonte: Brasil 61

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  • Fiesp e Senai fornecem cilindros para unidades de saúde

    Com uma semana do lançamento da campanha “Oxigênio da Indústria Salva Vidas”, Fiesp e Senai-SP coordenam uma grande mobilização em todo estado para que indústrias cedam cilindros que acondicionam oxigênio para o setor da saúde. Até agora, foram disponibilizados 2.086 provenientes de 83 cidades.

    Fiesp e Senai fornecem cilindros para unidades de saúde


    Nesta terça e quarta-feiras (30 e 31/3), o Senai-SP está enviando, em dois lotes, mais 1.175 cilindros à sede da White Martins, em Vinhedo (SP). Semana passada, outros 400 já haviam sido entregues. Os demais 911, oriundos de 19 cidades paulistas, já foram disponibilizados para os respectivos fornecedores de oxigênio por empresas de diversos setores, como sucroalcooleiro, metalúrgico, químico, alimentos, têxtil, automotivo e construção civil.


    Esta nova contribuição do Senai-SP foi possível porque a empresa White Martins pôde receber da entidade cilindros de outros gases e convertê-los para armazenar oxigênio. De uso industrial, os cilindros foram reunidos na escola de Barueri, na grande São Paulo, antes de seguirem para Vinhedo e em duas carretas e um caminhão. Lá, vão passar por higienização para serem utilizados na área de saúde e serão abastecidos com gás medicinal.


    “Essa forte mobilização junto à indústria tem como objetivo salvar vidas e suprir toda a demanda existente no estado. Não podemos perder uma vida sequer por falta de oxigênio”, afirma o presidente da Fiesp e do Senai-SP, Paulo Skaf. Para participarem da campanha, as indústrias que podem emprestar cilindros devem enviar um e-mail para: oxigenio@sp.senai.br ou entrar em contato diretamente com as escolas do Senai-SP, que fará a ponte com a empresa fornecedora.

    Na quarta-feira passada (24/3), Paulo Skaf fez o lançamento da campanha “Oxigênio da Indústria Salva Vidas” e participou da entrega dos primeiros 400 cilindros para unidades de saúde do estado. Eles também foram reunidos na escola do Senai-SP, em Barueri, de onde saiu um caminhão lotado rumo à Vinhedo. Eles haviam sido recolhidos em 78 escolas do Senai, espalhadas por 64 cidades em todo estado de São Paulo.


    O uso do oxigênio no tratamento da Covid-19 é intensivo, cada paciente intubado consome de dois a três cilindros por dia. A limitação não está na produção do gás, mas na logística e na falta de tanques e cilindros para envasar.


    Com a decisão da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) de, neste momento de escassez, permitir que a utilização dos cilindros industriais nas unidades de saúde, Fiesp e Senai-SP lançaram a campanha “Oxigênio da Indústria Salva Vidas”. O objetivo é estimular as empresas que tenham o insumo disponível a cederem para o setor de saúde.

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  • Vacinação contra HPV: Ministério da Saúde amplia campanha

    O Ministério da Saúde amplia a vacinação contra HPV para mulheres com imunossupressão, vivendo com HIV/Aids, transplantadas e portadoras de cânceres, com até 45 anos de idade.

    A imunossupressão é a redução da eficiência do sistema imunológico, ou seja, das defesas do organismo, e é reconhecida como um dos principais fatores de risco para infecção pelo HPV e para o desenvolvimento de lesões tumorais e verrugas genitais.

    Ministério da Saúde amplia vacinação contra HPV para as mulheres

    Além disso, foi constatado que mulheres vivendo com HIV/Aids têm cinco vezes mais probabilidade de evoluir para o câncer cervical em relação à população em geral.

    Essa maior vulnerabilidade, também, se dá em pacientes transplantados e oncológicos, que apresentam em comum um quadro de baixa imunidade.

    Essa vacinação será realizada com a aplicação de três doses em intervalos de dois meses, entre a primeira e segunda, e a terceira dose seis meses após a primeira aplicação.

    A prescrição médica da vacina HPV será necessária para a aplicação.

    Em parceria com a agência de notícias Brasil 61

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  • Soro do Instituto Butantan para tratamento da covid-19 será testado

    Em anúncio, Governador João Doria diz que o Instituto Butantan protocolou junto à Anvisa para que os pacientes com COVID-19 possam ser tratados com um soro desenvolvido pela instituição.

    Soro do Instituto Butantan para tratamento da covid-19 será testado



    “A expectativa é que na próxima semana a Anvisa já possa autorizar o início destes testes. Aliás, não há razão para protelar a autorização para o início destes testes, já que todas as informações necessárias foram providas pelo Instituto Butantan para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária ” disse Doria.

    “O soro desenvolvido pelo Butantan tem grande potencial para evitar o agravamento dos sintomas e curar os contaminados pela COVID-19”, completou o Governador.

    Os estudos clínicos estão sendo conduzidos pelo infectologista Esper Kallás, da USP, e pelo nefrologista José Medina, ambos integrantes do Centro de Contingência do Coronavírus do governo estadual.

    O objetivo da pesquisa é verificar a segurança e a eficácia do soro em pacientes infectados com o novo coronavírus. Três mil frascos de soro estão prontos para o início imediato dos testes em humanos.

    A equipe de pesquisadores do Butantan concluiu um teste de desafio, realizado em parceria com a USP, com ratos infectados pelo vírus vivo. Com o uso do soro, foi identificada diminuição da carga viral, além de perfil inflamatório reduzido, e os animais também apresentaram preservação da estrutura pulmonar.

    Após a aprovação da Anvisa para o início dos testes em humanos, caso apresente a eficácia esperada, o soro poderá ser usado para tratar pacientes infectados com sintomas, visando bloquear o avanço da doença.

    O soro é feito a partir de um vírus inativado por radiação, em colaboração com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), e aplicado em cavalos, que produzem anticorpos do tipo IgG, extraídos do sangue e purificados com uma técnica usada há décadas no Butantan.

    Ele mostrou ótimos resultados nos testes de neutralização de células e de segurança realizados em camundongos e coelhos.

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  • Brasil tem mais de 2,7 milhões de vacinados contra covid-19

    O Brasil já ultrapassou a marca de 2 milhões e 700 mil pessoas vacinadas contra o coronavírus. Isso representa 1,31% da população do país.EbcEbc

    O Amazonas, pela primeira vez, aparece entre os estados que mais vacinaram, com 1,9% da população que já recebeu a primeira dose do imunizante.

    O Distrito Federal é a unidade que mais vacinou, com índice de 2,81%, seguido de Roraima, com 2,13%, Mato Grosso do Sul, onde a vacina já chegou para 1,87% das pessoas e Rio Grande do Sul, que alcançou a marca de 1,65%.

    No mundo, o número de vacinados já ultrapassou a quantidade de pessoas que contraíram o coronavírus: são mais de 107 milhões de doses aplicadas contra cerca de 104 milhões de casos confirmados da doença.

    E, nessa madrugada, mais de 5 mil litros de insumos para produção da farmacêutica chinesa Sinovac chegaram ao Brasil. O Instituto Butantan afirmou que esse lote deve render cerca de 8 milhões e 600 mil doses da vacina Coronavac.

    Os estados estão vacinando os grupos prioritários aos poucos, de acordo com calendário específico para cada local. Não deixe de acompanhar as etapas da vacinação na sua cidade.

    Com Agência Brasil.

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    Brasil tem mais de 2,7 milhões de vacinados contra covid-19
    A médica Nadja Miranda é vacinada contra a covid-19. Vacinação dos profissionais de saúde, veterinários e agentes funerários com 60 anos ou mais de idade, que estam na ativa, na Clínica da Família Estácio de Sá, na região central da cidade. O município do Rio de Janeiro ampliou hoje (27) o público-alvo da campanha de vacinação contra a covid-19.
  • Dia Mundial do Câncer: Brasil registra 280 mil óbitos anuais

    Quase 10 milhões de pessoas morrem por ano no mundo por causa de diversos tipos de câncer. O Dia Mundial do Câncer, na data de hoje (4 de fevereiro), é para conscientizar sobre os cuidados e prevenções.

    No Brasil, essa estatística já alcançou um patamar de mais de 280 mil óbitos anuais. Mas, apesar de ser uma doença multifatorial, em que várias causas se juntam, permitindo que ela apareça, o câncer não é impossível de ser prevenido.

    E essa é a mensagem que as instituições de pesquisa e tratamento da doença querem transmitir neste 4 de fevereiro, Dia Mundial do Câncer. A chefe da coordenação de prevenção e vigilância do Inca, o Instituto Nacional de Câncer, Liz Almeida, afirma que sete hábitos do dia a dia estão relacionados a diversos tipos da doença, e que mudá-los poderia evitar até um terço das mortes.

    E é de olho nesses fatores, que a Fundação Nacional do Câncer lançou a campanha ’21 ações para 2021’, ano em que se estima que 625 mil novos casos da doença serão registrados no país. E o diretor-executivo da Fundação, Luiz Augusto Maltoni, alerta para os impactos da pandemia e do isolamento social nessa construção de bons hábitos.

    Trancadas em casa e ansiosas, muitas pessoas aumentaram o consumo de cigarros e álcool, negligenciaram a alimentação e os exercícios físicos e adiaram a realização de exames periódicos. Agora é preciso reverter os primeiros, para prevenir o início de um câncer. Já o rastreio periódico, como explica o doutor Maltoni, é importantíssimo, especialmente para quem tem casos de câncer na família. Porque, se a doença ocorrer, será identificada e tratada precocemente, o que aumenta muito as chances de cura.

    E essa recomendação foi seguida a risca pela aposentada Ana Célia Nogueira Pinto, que descobriu um câncer de mama no início do ano passado e precisou passar por uma cirurgia em plena pandemia. Posteriormente, ela também precisou fazer sessões de radioterapia, enquanto lidava com um diagnóstico positivo para covid-19.

    Hoje, Ana Célia comemora a cura do câncer e da covid e acredita que, para ambos os casos o diagnóstico precoce tenha feito diferença. Ela também considera que os hábitos de fazer exercício regularmente e manter uma alimentação saudável tenham ajudado. Quem quiser entrar nessa corrente, pode procurar informações na página da Fundação do Câncer:www.cancer.org.br.

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    Dia Mundial do Câncer: Brasil registra 280 mil óbitos anuais
  • Relacionamento abusivo: saiba identificar os sinais

    Manifestações exageradas de amor … mas que vêm acompanhadas de ciúme, cobranças, controle, brigas e humilhações. É relacionamento abusivo.

    Esses são alguns dos sinais do relacionamento abusivo e que, muitas vezes, deixam de ser percebidos.

    O ciúme vem disfarçados de preocupação e outro recurso utilizado pelo agressor ou agressora é a manipulação, que pode acontecer de diversas formas.

    A violência física nem sempre está presente, o que torna o abuso ainda mais difícil de ser identificado.

    Eu sou a Sig Eikmeier e no Saúde e Bem Estar de hoje, a psicóloga Vanessa Gebrin alerta sobre os sinais do relacionamento abusivo.

    As mulheres são as principais vítimas e isso está relacionado com questões culturais, afirma a especialista.

    Ela explica por que algumas pessoas levam tempo demais para reagir aos abusos:

    A especialista alerta para alguns dos abusos e lembra que há um limite para perdoar e dar uma nova chance:

    A psicóloga Vanessa Gebrin dá algumas recomendações para mudar ou sair do relacionamento abusivo:

    Pessoas envolvidas em um relacionamento tóxico podem sentir que não são boas o suficiente para reconstruir suas vidas ou até que não têm forças para isso.

    Conversar com alguém de confiança e se possível fazer terapia comportamental ajuda a recuperar a autoestima e a buscar um novo caminho.

    Com informações de Rádio2.

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    Relacionamento abusivo: saiba identificar os sinais
  • Estudo sugere aumentar prazo entre doses de vacina de Oxford

    A vacina contra Covid-19 desenvolvida pela universidade inglesa de Oxford e pela farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca tem eficácia geral de 76% após a primeira dose. Esse índice se refere a infecções com sintomas e dura, pelo menos, três meses após essa primeira dose. E aumenta para até 82,4% após a segunda dose.EbcEbc Estudo sugere aumentar prazo entre as primeira e segunda doses.

    O estudo sobre a eficácia da vacina foi publicado nessa terça-feira na conceituada revista médica Lancet. E abre caminho para a aplicação da segunda dose em um intervalo maior que o original, que era de três semanas.

    De acordo com a pesquisa, quando a segunda dose é aplicada menos de seis semanas após a primeira, a eficiência é menor, de 54,9%. E quando o intervalo entre a primeira dose e o reforço foi de 12 semanas ou mais, a eficiência subiu para 82,4%. Após a segunda dose, nenhum dos vacinados teve a forma grave da Covid-19.

    O aumento do intervalo entre as doses já é usado no Reino Unido e no Brasil. A AstraZeneca aprovou a medida e disse que aumentar o tempo entre as doses é a melhor estratégia para a vacina.

    A Fiocruz, parceira de Oxford e AstraZeneca no Brasil, divulgou uma nota destacando que a conclusão “pode subsidiar decisões dos planos de vacinação, já que o número de vacinas disponível ainda é escasso em todo o mundo”.

    No dia 29 de janeiro, a AstraZeneca apresentou o pedido de registro permanente da vacina. A Anvisa tem até o dia 30 de março para responder.

    Com informações de Agência Brasil.

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    Estudo sugere aumentar prazo entre doses de vacina de Oxford
    Vacinação dos profissionais de saúde, veterinários e agentes funerários com 60 anos ou mais de idade, que estam na ativa, na Clínica da Família Estácio de Sá, na região central da cidade. O município do Rio de Janeiro ampliou hoje (27) o público-alvo da campanha de vacinação contra a covid-19.
  • Noites mal dormidas impactam de na saúde e qualidade de vida

    Noites mal dormidas, dificuldade para despertar, cansaço logo ao acordar, sonolência diurna e problemas para manter o foco na escola, trabalho ou até mesmo em atividades esportivas.

    Esses são alguns dos principais indicativos de que você não está dormindo tão bem como deveria.

    Noites mal dormidas impactam de forma direta na saúde e qualidade de vida, como explica o doutor em engenharia de computação pela Unicamp, Carlos Azevedo.

    Com a falta de sono, aumentamos o risco de diabetes, hipertensão, obesidade gerada pelo desequilíbrio da grelina e leptina, que nos leva a consumir alimentos mais gordurosos, além de alteração nos níveis de colesterol. A privação de sono leva também à diminuição da memória, então reduz a velocidade de raciocínio e produz a lentidão dos pensamentos.

    Também ocorre aumento de irritabilidade, com perda de paciência nos eventos mais triviais do nosso cotidiano. E a ciência vem evoluindo também na descoberta de uma relação cada vez mais próxima entre envelhecimento, demência e Alzheimer e está diretamente ligada à má qualidade e à pouca quantidade de sono.

    Segundo Azevedo, que também é diretor de Ciência de Dados na Coteminas, empresa do ramo têxtil que está à frente de uma pesquisa recém realizada sobre o sono do brasileiro, o tão necessário dormir bem pode ser alcançado com uma série de bons hábitos e cuidados básicos, o que os especialistas chamam de ‘higiene do sono’.

    Manter o horário de dormir e de acordar. Então, especialistas concorda que, dentre todas as práticas, essa é a recomendação mais importante: deitar e acordar sempre na mesma hora, todos os dias. Depois, procurar ter uma exposição correta à luz do dia. A luz é essencial pra regular o padrão de sono diário. O ideal é ficar exposto à luz por, pelo menos, meia hora ao dia. Fazer exercícios físicos com regularidade, mas evitar a prática muto tarde da noite, próximo da hora de dormir.

    Tirar cochilos por no máximo 30 minutos e somente até às 14h. Evitar o uso de estimulantes, como cafeína e nicotina, após às 14h. Evitar o uso de bebidas alcoólicas. Evitar refeições pesadas e de difícil digestão antes de dormir. Limitar o uso de equipamento eletrônicos que emitam luz pelo menos 2h antes de dormir. Televisor, celular, tablet, computador, tudo isso deve ser evitado.

    Manter o quarto completamente escuro e com máximo de silêncio possível também é recomendado.

    Além disso, criar um ambiente confortável para o sono é super importante, então, se possível, invista em colchão apropriado e em travesseiro confortável.

    Se nada disso funcionar, talvez seja a hora de procurar ajuda especializada.

    Em parceria com Rádio2.

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    Noites mal dormidas impactam de na saúde e qualidade de vida
  • Eficácia da vacina russa Sputnik V é de 91,6%

    A vacina russa Sputnik V, imunizante contra o novo coronavírus desenvolvido pela Gamalea, tem eficácia de 91, 6%.

    É o que aponta um estudo preliminar publicado na revista médica The Lancet.

    O resultado da análise, que incluiu dados de 19 mil, 866 voluntários que receberam a primeira e a segunda doses da vacina Sputnik V, ou seu placebo, confirma os dados também preliminares sobre a alta eficácia do imunizante divulgados no fim do ano passado.

    Além da eficácia, segundo o estudo, Sputnik V também apresentou “excelente perfil de segurança” já que a maioria dos eventos adversos, 94% deles, foram leves e houve registro de alergias fortes ou de choque anafilático em razão da vacina.

    O estudo publicado na The Lance, como mencionado, é preliminar, mas, se os dados forem confirmados no estudo definitivo, o imunizante russo será um dos no mundo com eficácia acima de 90%.

    Os outros dois que comprovaram tamanho nível de eficácia são os imunizantes da Pfizer/BioNtech, com 95%, e o da Moderna, com eficácia de 94,5%.

    De acordo com o fundo russo que financia o desenvolvimento da vacina, a dose já foi registrada em 16 países: Rússia, República da Bielo-Rússia, Sérvia, Argentina, Bolívia, Argélia, Palestina, Venezuela, Paraguai, Turcomenistão, Hungria, Emirados Árabes Unidos, Irã, República da Guiné, Tunísia e Armênia.

    Aqui no Brasil, a Sputnik V começou a ser produzida recentemente pela farmacêutica União Química, mas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, negou um pedido de uso emergencial protocolado em meados de janeiro.

    De acordo com a Anvisa, a vacina russa não atende pré-requisitos.

    Para que uma vacina possa ser usada emergencialmente no Brasil, a Anvisa estabeleceu que é necessário que testes clínicos tenham sido realizados em nosso país, o que não aconteceu no caso da Sputnik.

    Em parceria com Rádio2.

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    Eficácia da vacina russa Sputnik V é de 91,6%
  • Ministério incentiva doação de sangue antes de receberem vacina

    O Ministério da Saúde incentiva os brasileiros para doação de sangue, antes de serem vacinados contra a Covid-19. O apelo ocorre porque após a imunização há um impedimento temporário para doação.

    De acordo com a pasta, o período de inaptidão é necessário, uma vez que o microrganismo da imunização, ainda que na forma atenuada, circula no sangue de quem recebeu a vacina por um determinado tempo.

    Caso quem recebe a doação de sangue seja um paciente imunossuprimido, ou seja, que tem o sistema imunológico debilitado, há risco de que essa pessoa desenvolva a Covid-19. A depender da vacina aplicada, há diferentes intervalos antes da permissão para doação de sangue.

    No caso de vacinas compostas por vírus ou bactérias inativadas, o tempo previsto é de 48 horas. Esse é o caso da CoronaVac, imunizante produzido pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

    Já após vacinas de vírus ou bactérias atenuados, exigem quatro semanas de inaptidão para doar sangue, caso da vacina produzida pela Universidade de Oxford e, que aqui no Brasil, é responsabilidade da Fiocruz.

    Em parceria com Brasil61.

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    Ministério incentiva doação de sangue antes de receberem vacina
    Para marcar o Dia Mundial do Doador de Sangue, Ministério da Saúde lança campanha de doação de sangue, no Hemocentro de Brasília