Autor: Grande ABC

  • Pratos típicos da Festa Junina exigem maior atenção com os dentes

    As guloseimas e pratos típicos da festa junina são uma delícia. Amendoim, torrão, pipoca, milho, pé de moleque, pinhão, além de bolos, canjicas e tantos outros pratos apetitosos fazem a alegria de adultos e crianças. Mas vale lembrar que a mastigação desses alimentos exige atenção.

    Além do açúcar, que é o principal vilão na formação de cáries, presente em boa parte dos pratos típicos das quermesses, existe um outro fator de risco. A rigidez de alimentos como o milho e o pé de moleque podem causar fraturas nos dentes. Por isso, vale a pena seguir as recomendações dos cirurgiões-dentistas, que nesse caso vão um pouco além de evitar o excesso de açúcar e manter a higiene bucal em dia.

    Cuidados a mais As fraturas podem acontecer independentemente da idade ou condição, como explica o cirurgião-dentista Dr. Reinaldo Yoshino, “Não existem dentes fracos, no entanto, algumas situações são mais propensas à fratura, como dentes endodonticamente tratados (popularmente chamado tratamento de canal)”.

    Segundo ele, no caso de coroas protéticas, facetas ou das tão faladas lentes de contato odontológicas, os cuidados precisam ser maiores para evitar deslocamentos e fraturas que podem, inclusive, comprometer a raiz dos dentes que possuem pinos. “Implantes também sofrem muito com esses alimentos, mesmo próteses tipo protocolo e overdentures”, enfatiza.

    A orientação do cirurgião-dentista, nesses casos, é para que a mastigação seja feita com calma e, em alguns casos, que se faça o uso de talheres. Os caroços de azeitonas de pastéis, por exemplo, merecem maior cuidado porque podem ser mordidos sem a pessoa perceber. Outro conselho é utilizar sempre os dentes do fundo para mastigar. Ele destaca que os alimentos consistentes e pegajosos, como balas de leite ou doce de leite, por exemplo, também podem causar deslocamento e descolamento de restaurações, coroas ou facetas.
     
    Hábitos como o abuso de álcool também são citados por Dr. Reinaldo como um fator de atenção, pois além de fazer mal para a saúde a substância interfere no sono, o que pode aumentar os danos causados pelo bruxismo. Além disso, ele lembra que o álcool altera os sentidos e faz com que a pessoa perca um pouco do discernimento e do cuidado, favorecendo situações como acidentes, os quais podem ocasionar traumas severos, inclusive de origem bucal. 
     
    Quebrou! O que fazer? 

    De acordo com Dr. Reinaldo, nos casos em que há deslocamento ou descolamento o paciente precisa buscar a orientação de um cirurgião-dentista, seja um atendimento de urgência ou plantão odontológico. “No caso de fratura em que parte do dente é perdido, recomenda-se resgatar o fragmento e levar imediatamente ao consultório ou clínica. Em casos de avulsão, onde o dente sai todo, é importante colocá-lo imerso em leite ou soro fisiológico, sem tentar limpá-lo, e buscar um pronto atendimento de urgência. Alguns profissionais recomendam colocar o dente embaixo da língua, entretanto, é preciso ter muito cuidado, pois nesse caso o paciente pode engolir ou aspirar”. 
     
    O cirurgião-dentista lembra, ainda, que nos casos em que o dente sai todo, o que na maioria das vezes acontece nos acidentes com as crianças, é possível reimplanta-lo desde que o atendimento seja rápido e o dente não tenha sido manipulado em excesso. Portanto, fica o alerta: saiu o dente ou quebrou um pedaço? Coloque em um copo de leite ou soro e corra para o consultório. O cirurgião-dentista está plenamente capacitado para diagnosticar e resolver o problema da melhor forma.   

    Sobre o CROSP

    O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) é uma autarquia federal dotada de personalidade jurídica e de direito público com a finalidade de fiscalizar e supervisionar a ética profissional em todo o Estado de São Paulo, cabendo-lhe zelar pelo perfeito desempenho ético da Odontologia e pelo prestígio e bom conceito da profissão e dos que a exercem legalmente. Hoje, o CROSP conta com mais de 140 mil profissionais inscritos. Além dos cirurgiões-dentistas, o CROSP detém competência também para fiscalizar o exercício profissional e a conduta ética dos Técnicos em Prótese Dentária, Técnicos em Saúde Bucal, Auxiliares em Saúde Bucal e Auxiliares em Prótese Dentária.

    Mais informações: www.crosp.org.br

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    Pratos típicos da Festa Junina exigem maior atenção com os dentes
    Foto: Divulgação

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  • Em casa ou no escritório: Dicas para manter o foco no trabalho híbrido

    Quando a maioria das pessoas passava a se acostumar com o home-office, (em casa, geralmente), chegou a hora de voltar, parcialmente, ao escritório. O modelo de trabalho híbrido se tornou realidade e parece agradar funcionários e empresas. De acordo com uma pesquisa da Microsoft sobre tendências no trabalho, em 2021, 57% dos trabalhadores remotos consideraram migrar para o híbrido em todo o mundo. O desafio agora é conseguir manter o foco e a produtividade com a mudança de ambientes, mas algumas atitudes facilitam a transição.

    Seja paciente: A realidade é que antes da pandemia, poucos profissionais trabalhavam em empresas cuja cultura abarcava o trabalho híbrido. Assim, grande parte do mercado ainda está se acostumando com o formato, tanto empresas quanto colaboradores. Todos estão passando pelo processo de aprendizado e adaptação, ou seja, tenha paciência com os outros e consigo mesmo.

    Crie uma rotina para os dois formatos: A rotina do trabalho remoto é diferente daquela do escritório presencial. No trabalho híbrido é preciso respeitar as particularidades de cada ambiente. Um dia na empresa e outro em casa pode acabar bagunçando a rotina – e com o tempo, gerando mais cansaço ao longo da semana. Por isso, defina um cronograma para os dois formatos de trabalho, assim conseguirá realizar todas as suas atividades – tanto em casa, como na empresa.

    De olho na produtividade: Uma reclamação comum de alguns profissionais em home-office é que, em casa, é mais fácil perder o foco. A iniciativa para conseguir manter a concentração e a produtividade começa com definir um local tranquilo e livre de distrações para trabalhar. Não importa se é a sala, o quarto, a cozinha, mas tenha um ambiente preparado para manter o foco.

    Pomodoro: Se focar nas tarefas está muito complicado, existem técnicas como a “Pomodoro”, que consiste na utilização de um cronômetro para dividir o trabalho em períodos de 25 minutos, separados por breves intervalos, de 3 a 5 minutos. Vale a pena tentar a metodologia e já existem diversos aplicativos que ajudam com a técnica, como Pommo, Pomodoro Timer, Pomodoro & Tarefas.

    Invista em ferramentas: Para cada tipo de trabalho existem ferramentas apropriadas e no mundo corporativo não é diferente. Desde um headset bluetooth com cancelamento de ruído ativo, que permite andar pela casa ou pelo escritório e atender possíveis chamadas mesmo longe do celular, até soluções para videoconferência inteligentes. O mercado já oferece diversas soluções e com a consolidação de modelos de trabalho flexíveis, contar com as ferramentas corretas faz a diferença na produtividade.

    Por: Vitória Veiga, Gerente de Marketing da Unentel Distribuição

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    Foto: Vitória Veiga, Gerente de Marketing da Unentel Distribuição/Divulgação

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  • Falta de DIESEL? (des)COMPLICANDO

    Declarações acerca de uma possível falta de óleo diesel nos próximos meses no Brasil tomaram conta do noticiário, inclusive com vídeos que mostram a situação dramática vivida em nosso país vizinho, a Argentina, que vem sofrendo com este problema.

    O que é real: o mundo está vivendo uma crise energética, principalmente de óleo diesel e o Brasil não é autossuficiente neste produto. De cada quatro litros consumidos no Brasil, somente três são produzidos aqui, ou seja: precisamos importar 1/4 de todo volume que consumimos.

    Como consequência óbvia, o preço desta molécula no mercado internacional disparou nos últimos meses. A Petrobrás, responsável por mais de 90% da produção interna, não repassou a integralidade destes aumentos. Atualmente temos uma defasagem de mais de R$ 1,00 entre o preço internacional e o preço praticado pela Petrobrás.

    Não vou entrar na discussão se a Petrobrás deve ou não seguir a paridade internacional. Este assunto deve ser tratado entre os conselheiros da empresa, que representam seus acionistas. O problema neste momento é o abastecimento nacional.

    Temos no Brasil dezenas de distribuidoras que ao longo das últimas décadas levaram combustível a todos os recantos do país de forma eficiente. Não será diferente nesta época de crise, desde que tenhamos somente uma resposta: PREVISIBILIDADE.

    Hoje, a Petrobrás divulga o que vai disponibilizar de produto para o mês seguinte, somente 20 dias antes. Para chegar um navio de combustível importado, desde a negociação até a descarga, os distribuidores precisam de pelo menos 50 dias.

    Vamos descomplicar: só precisamos de uma maior previsibilidade. As distribuidoras privadas têm capacidade suficiente para continuar abastecendo todo o país, seja com produto nacional ou produto importado.

    Roberto Tonietto
    Presidente da Rodoil e do Sindicato das Distribuidoras de Combustíveis do Rio Grande do Sul (Sindisul)

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    Foto: Ariel Farias/Camejo Comunicação para Rodoil/Divulgação

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  • Arraiá do Escape 60 promete entregar muita diversão, brincadeiras e comidas típicas

    Com a chegada da época mais esperada do ano, o Escape 60, pioneiro no desenvolvimento de jogos de fuga presenciais e on-line no Brasil, apresenta o Arraiá do Escape 60, que acontece no último final de semana de junho. O evento promete entregar tudo o que os escape 60 lovers mais gostam: diversão, jogos de fuga, brincadeiras e, é claro, muitas comidas típicas! 

    A ação conta com decoração de bandeirinhas, músicas temáticas e delícias juninas, além de uma programação repleta de brincadeiras. Além disso, dentro de cada sala, fora os diversos desafios temáticos, os participantes terão a missão extra de procurar por um vale-prenda surpresa. O Arraiá acontece na sexta-feira (24/06), das 16h às 22h, no sábado (25/06), das 10h às 22h, e no domingo (26/06), das 10h às 22h, nas três unidades do Escape 60 em São Paulo (Pinheiros, Vila Olímpia e Moema). 

    Com o apoio da CadenceSanta Helena e Yakult, os participantes poderão se deliciar com pipocas feitas na hora com a Pipoqueira Cadence Pop Mais; Paçoquitas, amendoim e pé-de-moleque Santa Helena; além de sucos Tonyu da Yakult, para aproveitar o final de semana com uma dose extra de diversão e sabor. O valor por pessoa será o mesmo dos dias convencionais, assim como o sistema de reservas de sala, quantidades de participantes e formas de pagamento. 

    Segundo Jeannette Galbinski, diretora de marketing do Escape 60, o Arraiá é a oportunidade perfeita para matar a saudade das festas juninas e se divertir muito. “Queremos que nossos clientes vivenciem essa experiência imersiva do Arraiá, que nada mais é do que uma forma diferente e divertida de comemorar a data. Com as parcerias da Cadence, Santa Helena e Yakult vamos conseguir trazer, ainda mais, esse gostinho, literalmente, de festa junina, que tanto amamos”, afirma a empresária. 

    Lembrando que para qualquer desafio do Escape 60, a sintonia e a interatividade entre os integrantes são as principais dicas para desvendar os enigmas. Em caso de necessidade, existe um botão de emergência, que abre a porta das salas antes do prazo.

    Vale ressaltar que todos os cuidados para a segurança e higiene continuam sendo tomados e muito bem controlados, a fim de garantir a segurança de colaboradores e clientes, sem perder a diversão. 

    Para agendamento e mais informações sobre as salas do Escape 60, basta acessar o site: https://escape60.com.br/.

    Serviço: 

    São Paulo

    Escape 60 Pinheiros

    • Endereço: Rua Henrique Schaumann, 717, Pinheiros – São Paulo, SP
    • Tel.: (11) 3061-1911.

    Escape 60 Vila Olímpia

    • Endereço: Rua Baluarte, 18, Vila Olímpia – São Paulo, SP
    • Tel.: (11) 3842-9066.

    Escape 60 Moema

    • Endereço: Al. dos Jurupis, 1479, Moema – São Paulo, SP
    • Tel.: (11) 5042-0064.
    • Valor do ingresso: R$ 99,90 por pessoa
    • Horário: Segunda a Quinta e Domingo das 10h às 21h; Sexta e Sábado das 10h às 23h
    • Quantidade de pessoas por sala: máximo de 8 a 10, de acordo com a sala 
    • Mais informações: Escape 60.

    Sobre o Escape 60

    Desde 2015 unindo mistério, diversão e interação entre amigos, o Escape 60, marca pioneira no desenvolvimento de jogos de fuga temáticos e interativos no Brasil, desafia seus participantes a desvendar diversos enigmas para salvar vidas, achar tesouros, resolver mistérios e, só então, retornar à liberdade. Com um mix de cenário e storytelling envolventes, o jogo traz uma única condição: que tudo ocorra em apenas 60 minutos.

    E esse contexto ganhou mais uma inovação. Em 2020, quando a pandemia chegou ao Brasil, o Escape 60 se reinventou e levou toda a magia das salas de fuga para o universo on-line, via plataforma E60Play, de forma que os Escape 60 lovers pudessem continuar a se divertir com os desafios da franquia, mesmo a distância. E, para os que não resistiam a levar um pedacinho do Escape 60 para casa, a franquia desenvolveu um delivery com produtos exclusivos e jogos desafiadores, além de e-commerce com produtos da marca, para não deixar a diversão parar. Hoje o Escape 60 possui nove unidades, localizadas em São Paulo (três), Rio de Janeiro (três), Cuiabá e Curitiba, e uma na Cidade do México. Confira nosso site: www.escape60.com.br.

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    Arraiá do Escape 60 promete entregar muita diversão, brincadeiras e comidas típicas
    Imagem: Divulgação

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  • Forense Digital: profissão atua na investigação de crimes cibernéticos

    Sendo uma área em constante inovação e considerada uma das profissões do futuro, o trabalho de perícia forense digital permite a coleta de evidências e análises de casos de crimes virtuais. Considerando que o Brasil foi o 5º país a registrar mais ataques cibernéticos no ano passado, segundo a consultoria alemã Roland Berger, a função desempenhada pelo profissional de forense digital pode ser essencial em casos de incidentes de segurança.

    Apaixonada pelas ciências forenses, Ana Moura (47 anos) construiu sua carreira na área de Forense Digital. Atuando há 12 anos no setor, em São Paulo, ela acredita que o trabalho exige do profissional uma necessidade intensa de atualização e aprendizado. “A forense digital tem uma relevância social muito significativa, você sente que de fato colabora com a ciência e com a sociedade”, afirma.

    Ter senso analítico, determinação, curiosidade e, principalmente, ser guiado pela evidência encontrada são habilidades importantes para quem deseja desempenhar o cargo. “Nós coletamos os vestígios digitais em locais de crime, trazemos ao laboratório e fazemos a extração de imagem forense. Depois, essa imagem é processada e os dados são analisados para verificar se tem relevância ou ligação com o caso investigado”, explica Moura.

    A perícia forense digital possui um amplo mercado de atuação, as oportunidades para os profissionais habilitados são diversas. Os empregadores mais comuns são grandes empresas, consultorias de fraude e compliance, além de setores privados e especialmente as forças de lei. Os salários iniciam em R$ 5 mil e podem chegar a R$ 30 mil, dependendo do empregador do caso investigado. Lembrando que o salário da categoria pode variar de acordo com a demanda regional.

    “Com o crescimento de ataques cibernéticos, o profissional de forense vem sendo cada vez mais exigido para encontrar o artefato decisivo, saber sua origem, o caminho percorrido até chegar à resolução do caso”, pontua a especialista.

    Para atuação em Forense Digital é fundamental ser formado em tecnologia e buscar especializações. “A pós-graduação e certificações são muito interessantes para o analista de perícia digital. Além do conteúdo teórico e técnico, o profissional é capacitado para ter condições de formatar, formalizar, materializar as evidências que ele encontrará durante a sua análise. Com uma base relevante nos estudos, é possível chegar à resolução do crime digital de uma maneira mais ágil”, explica Nadia Guimarães, diretora acadêmica do Instituto DARYUS de Ensino Superior Paulista (IDESP).

    Com a demanda de serviços realizados por meio do ambiente digital, o analista de forense digital é o profissional que desempenha uma das atividades mais promissoras. “É importante o profissional que pretende seguir a carreira como forense digital, escolher uma instituição de ensino reconhecida, que ofereça conteúdo das ferramentas certas e dos processos aplicados. Um profissional bem qualificado certamente terá um diferencial no mercado de trabalho”, finaliza Nadia.

    Sobre o IDESP

    Fundado em 2005, o Grupo Daryus, de origem e capital 100% brasileiro, tornou-se referência na atuação de Consultoria e Educação em GRC. Com mais de 15 anos de experiência a Daryus Educação promoveu a capacitação profissional para mais de 20 mil alunos, 60 cursos oferecidos, sendo 9 cursos de pós-graduação reconhecidos pelo Ministério da Educação e parcerias com faculdade e institutos renomados.

    Atualmente, a empresa se reposiciona com o Instituto Daryus de Ensino Superior Paulista (IDESP) e continua a oferecer conhecimento em cursos voltados para educação executiva, treinamento e certificações internacionais nas áreas de continuidade de negócios, cibersegurança, segurança da informação, gestão de riscos, gestão de TI, projetos e processos, entre outros. A empresa é pioneira na criação dos cursos de pós-graduação de segurança da informação, perícia forense digital, gestão riscos, continuidade de negócios e cibersegurança.

    Para mais informações, acesse: https://www.daryus.com.br/pos-graduacao.

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    Forense Digital: profissão atua na investigação de crimes cibernéticos
    Foto: Unsplash

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  • ifm Electronic participa da maior feira de tecnologia para o setor alimentício

    A ifm Electronic, um dos maiores líderes do mercado na venda de sensores, controladores industriais e outros serviços de inteligência para automação, participará da nova edição da Fispal Tecnologia, o maior evento de negócios do setor de alimentos, bebidas, proteínas e embalagens, que reunirá, entre os dias 21 e 24 de junho no São Paulo Expo, mais de 350 empresas do setor alimentício e industrial para demonstrações de novas ferramentas para colocar em prática a evolução da indústria alimentícia através da Internet das Coisas Industriais (IIoT).

    Vista como tendência no mercado por englobar benefícios tanto para as indústrias como para os colaboradores, a aplicação da IIoT tem movimentado as prospecções do setor. Um levantamento realizado pela IDC (International Data Corporation), de 2019, indica que é esperado que os gastos com esta tecnologia alcancem 1 trilhão de dólares em 2023, além de injetar 14 trilhões de dólares na economia global até 2030. Um outro estudo, realizado pela FGV, indica que a IIoT pode movimentar 11 trilhões de dólares até 2025.

    Para demonstrar a eficiência da aplicação desse tipo de tecnologia, a ifm participará da
    Fispal e apresentará, em seu stand, diversos sensores industriais de visão e parametrização, câmeras 3D e o ifm mate – facilitador de processo de montagem (worker assistance) – LW, sensor de nível por radar – EIO, interface bluetooth para tecnologia IO-Link, além de outros tipos de equipamentos, dispostos em 8 bancadas.

    ifm Electronic na FISPAL 2022. Foto: Divulgação

    Em destaque, a empresa apresentará o ifm Moneo, uma plataforma IIoT para indústria e produção, que combina o nível da tecnologia de operação com o nível da tecnologia da informação. Resistentes aos processos de limpeza industrial com forte pressão d’água, e podendo ser utilizados com fluidos em até 150ºC, os dados dos sensores gerados nas instalações de produção podem ser lidos, processados e utilizados como base para decisões empresariais mais sustentáveis.

    Para demonstrar seu funcionamento, ele estará conectado a um tanque, apresentado
    como uma “mini planta”, que irá simular o processo de fabricação de bebidas. A aplicação representará o monitoramento que protege contra transbordamento e funcionamento a seco. A tecnologia também fiscaliza a saúde do equipamento, tal como realiza a medição dos níveis de temperatura interna para prevenir danos e possíveis despesas.

    Foto: Divulgação

    “Esse é um passo rumo à uma nova revolução industrial, onde a tecnologia trabalha para evitar desperdícios, custos e poupar a saúde dos colaboradores, que usarão os produtos com IIoT para otimizar o trabalho. Nossa projeção é que, em breve, toda a indústria alimentícia tenha uma tecnologia como essa em operação. A ifm está aqui e trabalha para fornecer ao mercado os produtos necessários para essa evolução”, aponta Robson Rodrigues, gerente nacional de vendas da ifm.

    Serviços
    Data: 21 à 24 de junho
    Local: São Paulo Expo
    Horário: terça à quinta-feira das 13h às 20h.
    sexta-feira das 13h às 18h.

    Credenciamento pelo link.

    ifm Electronic participa da maior feira de tecnologia para o setor alimentício
    Foto: Divulgação

    Sobre a ifm

    A ifm é uma empresa de origem alemã, localizada em 95 países. Conhecida por ser um dos maiores fabricantes de sensores e controladores industriais, ela oferece, há 50 anos, soluções tecnológicas com o objetivo de prezar pela saúde dos colaboradores de grandes indústrias. Entre os seus principais clientes estão marcas como Toyota, Brastemp, VALE, Ambev, Sabesp, Itaipú, Danone, Unilever, Nestlé, além de outras grandes empresas das áreas de indústrias de embalagens, automobilísticas, siderúrgicas e metalúrgicas, alimentícias, água e esgoto, mineração, sistemas hidráulicos, eólicos, entre outros. Em 2022, a empresa atende aproximadamente 4.500 organizações com seus produtos.

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  • Inscrições no Bolsa Auxílio de Permanência Estudantil

    O Diário Oficial Eletrônico (DOE) desta quarta-feira (15/6) traz o edital de inscrições para a Bolsa Auxílio de Permanência Estudantil, criada pela Prefeitura de São Caetano do Sul, no âmbito do Programa Toda Força ao Estudo para incentivar a permanência e o engajamento dos alunos nos estudos.

    Quais os requisitos?

    A Bolsa Auxílio de Permanência Estudantil destina-se a estudantes matriculados na rede municipal de ensino de São Caetano (Educação Infantil, Ensino Fundamental regular e Ensino Médio), que estejam em situação de vulnerabilidade socioeconômica. As famílias com mais de um estudante matriculado na rede e que se enquadrem nos critérios de concessão, receberão o valor correspondente a cada um dos estudantes.

     São considerados estudantes em situação de vulnerabilidade:

    I. estudantes com deficiência, público alvo da Educação Especial;

    II. estudantes grávidas e puérperas;

    III. estudante da educação básica internado para tratamento de saúde em regime hospitalar ou domiciliar por tempo prolongado;

    IV. a família em situação de extrema pobreza ou pobreza, cuja renda familiar per capita mensal seja igual ou inferior a R$ 450. Não sendo atingido o limite de 3.500 auxílios, poderá ser contemplada a família em situação de pobreza cuja renda familiar per capita mensal compreenda o valor de R$ 451 até R$ 600.

    A secretária de Educação informa que serão concedidas 7 parcelas de 100 reais aos beneficiados, correspondendo aos meses de junho a dezembro. “E para continuar no programa é necessário que os alunos tenham a frequência escolar mínima, engajamento nos estudos e a caderneta de vacinação em dia”.

    Como se Inscrever?

    Serão concedidos 3.500 auxílios no valor de R$ 100. As inscrições podem ser realizadas no período de 17 de junho (a partir das 9h) até o dia 22 de junho, às 23h59, no Portal da Educação, com acesso pelo link gg.gg/estudoscs

    Para concretizar a inscrição é preciso preencher o formulário e enviar toda a documentação solicitada. Veja a lista completa de documentos no DOE desta quarta-feira (15), CLICANDO AQUI

    Com informações da Prefeitura de São Caetano do Sul.

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    Inscrições no Bolsa Auxílio de Permanência Estudantil
    Foto: Reprodução da Internet

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  • Como Impressionar em uma Entrevista de Emprego?

    É comum que no decorrer de um processo seletivo candidatos procurem por diversas maneiras para impressionar recrutadores, como na entrevista de emprego. Em meio ao marasmo empregabilístico no Brasil, com mais de 11 milhões de desempregados segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), é natural que pessoas busquem por maior preparo na hora de realizar uma entrevista e conquistar a tão sonhada vaga de emprego.

    Consultora de carreira da Thomas Case & Associados lista fatores importantes para se destacar durante uma entrevista de emprego

    Esse preparo vai além das convencionais frases prontas encontradas pela internet. Recrutadores com maturidade profissional sabem aprofundar e validar uma entrevista. Segundo Glaucia Nasi, consultora de carreira da Thomas Case & Associados, é necessário estar preparado para falar de suas experiências e competências com segurança, estabelecer um bom contato com o entrevistador, sempre com respostas claras e objetivas. “Antes de uma entrevista, é indispensável saber a descrição do perfil da vaga para alinhar suas expertises com as necessidades da empresa, é primordial expor sua experiência de forma objetiva, sem modular uma apresentação em linguagem intencionada apenas para causar uma boa impressão, por isso naturalidade e espontaneidade são essenciais para não transmitir a ideia de discurso ensaiado”, destaca Glaucia. A profissional em recursos humanos reforça que é importante o candidato contextualizar a sua experiência com a realidade, mencionando cases de maneira pontual que demonstram a coerência entre o que se fala e faz.

    Segundo a consultora de carreiras, existem algumas frases específicas que podem chamar a atenção do entrevistador, levando o candidato a maior chance de êxito. “Quando um candidato quer demonstrar interesse na vaga, ele pode usar frases como: ‘De acordo com o que conversamos, achei esta oportunidade muito interessante e desafiadora, e acredito que posso contribuir na geração de bons resultados’ ou ‘Agradeço seu contato e fico à disposição se precisar retomar algum ponto sobre minha experiência’, elas podem demonstrar com mais clareza onde o candidato quer chegar”, ressalta a Nasi.

    Diante a este cenário, a consultora de carreira separou algumas frases que podem ser utilizadas em determinadas situações durante uma entrevista de forma natural, que podem colocar candidatos em lugar de destaque no decorrer de um processo seletivo. Confira abaixo:

    Frases que podem ser usadas para destacar suas habilidades:

    • “Acredito que minha experiência pode contribuir com o crescimento da área, porque tenho visão sistêmica e estratégica.”
    • “Gosto de atuar em parceria, não só com minha equipe, mas também com as demais áreas, porque sei que um trabalho em sinergia proporciona resultados mais efetivos.”
    • “Desenvolvi processos para reestruturação da área, contribuindo para performance da equipe, redução de custo, ampliei a carteira de clientes, melhorei a qualidade, diminui tempo do processo, desenvolvi fornecedores, reduzi prazos, estabeleci maior integração e proximidade junto aos meus pares, melhorando os resultados.”

    Expressões que demonstram conhecimento sobre a empresa:

    • “Tenho acompanhado o mercado e entendo que o segmento tem demonstrado oportunidades de investimentos ou está retraído, portanto é importante desenvolver planos com ações focados em novas parcerias, produtos e processos customizados.”
    • “Vejo que os concorrentes se posicionam com estratégias…”
    • “Há potencial de crescimento junto às regiões ABC.”
    • “Li uma matéria sobre o setor que dizia…”

    Perguntas chaves que podem ser feitas durante a entrevista:

    • “Quais as principais dificuldades do cargo?”
    • “Quais são os maiores desafios do cargo em curto e médio prazos?”

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    Como Impressionar em uma Entrevista de Emprego?
    Foto: Reprodução da Internet

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  • Empregabilidade de Jovens: é necessária a mobilização do setor privado

    Além de programas governamentais, como o Jovem Aprendiz, é importante reforçar o papel de parcerias entre instituições privadas e do terceiro setor para auxiliar essa camada da população, que está entre as mais afetadas pelo desemprego. Veja como é possível ampliar a empregabilidade de jovens.

    Recentemente, a Câmara dos Deputados se reuniu para analisar o Estatuto do Aprendiz, Projeto de Lei 6461/19, que estabelece condições sobre contratos de trabalho, cotas nas empresas, formação profissional e direitos do Jovem Aprendiz. Esse novo marco legal para trabalho e capacitação de jovens entre 14 e 24 anos pode aumentar a empregabilidade destes jovens, que historicamente estão entre as mais afetadas pelo desemprego no Brasil.

    No entanto, alguns pontos da legislação ainda geram divergências, como é o caso da cota mínima de 5% para contratação de aprendizes. Enquanto algumas empresas demandam mão de obra altamente especializada ou trabalhos insalubres, inadequados para profissionais inexperientes, outras já ultrapassam essa cota por tradicionalmente empregarem os mais jovens, como acontece no setor de telemarketing.

    Outro fator importante é a remuneração, que em alguns casos pode ser mais atraente em vagas que não se enquadram no programa, mas que exigem maior qualificação dos candidatos. Com crise econômica e baixa oferta de novas colocações no mercado, os jovens ficam para trás quando precisam concorrer com candidatos mais experientes e com maior escolaridade.

    De acordo com o último levantamento do IBGE, a taxa de desocupação entre adolescentes de 14 a 17 anos é de 39%, diante de 23% na faixa de 18 a 24 anos. Para amenizar esse problema social, é preciso mais do que programas governamentais para empregabilidade e ensino técnico para os jovens. A mobilização do setor privado e de ONGs é necessária para que haja maior oferta de cursos voltados ao mercado e postos de trabalho destinados a esses públicos.

    Mobilização do empresariado 

    Um exemplo de sucesso nesse sentido é o Instituto PROA, que, por meio de cursos preparatórios para o primeiro emprego e parcerias com empresas empregadoras, já inseriu milhares de jovens no mercado de trabalho. “Mais de 9.500 jovens já passaram pelos nossos cursos profissionalizantes ao longo de 15 anos, com uma taxa de empregabilidade de 85% em até 6 meses pós-curso. Com o projeto PROPROFISSÃO, são mais de 1.100 jovens trabalhando e empregados nos últimos 3 anos. Já com a Plataforma PROA, em 10 meses após a formação da primeira turma já temos 972 jovens trabalhando, em breve chegaremos a mil”, afirma Alini Dal’Magro, CEO da organização.

    De acordo com a gestora, a parceria entre institutos educacionais e empresas é fundamental para que esses esforços gerem bons resultados. “O engajamento de empresas é muito importante, principalmente aquelas que destinam vagas exclusivas para os jovens e oferecem reais oportunidades para que continuem no processo de desenvolvimento e construção da carreira. Por isso, precisamos sempre expandir nossa rede de relacionamento com organizações que possuam, em suas agendas, pautas voltadas para a transformação e inclusão social de jovens de baixa renda no mercado de trabalho”, reforça.

    “Muitas empresas recrutam funcionários que nem sempre são os mais preparados para as posições, por não possuírem alguns requisitos básicos. O nosso papel é suprir essa demanda, por meio de treinamentos gratuitos”, explica Alini. “As empresas, de forma geral, reconhecem o trabalho da instituição e sabem da importância de projetos como o PROA como porta de entrada. Quem está na linha de frente do recrutamento sabe das dificuldades para contratar profissionais que entendam os códigos corporativos a serem seguidos, tanto em uma entrevista, como após a aprovação dos processos seletivos e tarefas iniciais”.

    Desenvolver os talentos

    De acordo com a agência de notícias da Câmara dos Deputados, as oportunidades para os profissionais menos experientes ainda se concentram em determinados setores, como o de serviços por telefone, que tem 63% de jovens entre os contratados. Essa taxa é bem previsível, já que mesmo o ensino regular incentiva as habilidades de comunicação desde cedo, e essas podem ser aperfeiçoadas em treinamentos oferecidos pelas empresas.

    Os jovens que se identificam com outras áreas podem demorar mais na inserção ao mercado, buscando ensino técnico e graduações. No entanto, as parcerias entre ONGs e empresas podem agilizar esse processo de busca pela primeira experiência.

    Programas como a Plataforma PROA, por exemplo, incluem treinamentos técnicos patrocinados. O projeto inclui 6 carreiras à escolha do aluno, com 50 horas de preparação para cada: Análise de Dados (patrocinado pelo iFood), Varejo (Via – Fundação Casas Bahia), Administração (P&G), Logística (P&G), UX Design (Accenture) e Promoção de Marcas (BRF).

    Demandas do mercado

    Enquanto muitos setores sofrem com a crise econômica, a área de tecnologia de informação apresenta uma oferta crescente de postos de trabalho. “Segundo dados da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais – Brasscom, teremos um apagão de talentos no Brasil nos próximos anos, fato que já é sentido de forma bem latente pelas empresas –o que ficou ainda mais acentuado após a pandemia, com os processos acelerados de transformação digital nas organizações. Considerando que as taxas de desemprego crescem de forma expressiva, ano após ano, fica claro que não há mão de obra especializada para atender a demanda de mercado”, analisa a especialista.

    Para estimular os jovens a conhecerem melhor essa área tão promissora, é importante que também haja oferta de cursos técnicos de programação. “No PROPROFISSÃO, nosso curso de tecnologia, podemos afirmar que há certamente um grande gargalo de profissionais de tecnologia no mercado de forma geral. Entretanto, as empresas possuem um nível de exigência e senioridade na contratação em cargos iniciais, que nem sempre as formações profissionalizantes são capazes de suprir”.

    Além de colaborarem com a oferta de vagas, as empresas devem ter a consciência de seu papel no aprendizado dos jovens funcionários, principalmente quando se trata de primeiro emprego. Nesse sentido, o planejamento conjunto com as instituições de ensino é um modelo ideal. “Nós reforçamos o papel das empresas no processo de formação e amadurecimento do profissional recém-formado, alinhando que haverá competências técnicas que deverão ser trabalhadas pelas companhias com treinamentos, disponibilização de cursos extras, programas como ‘shadow’, por exemplo, e muitas outras frentes que podem contribuir para essa evolução”, ressalta Alini.

    Sobre Alini Dal’Magro

    Alini é mestra em Empreendedorismo pela Universidade de São Paulo – USP, possui graduação em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Apresenta experiências acadêmicas na Universidad Nacional del Litoral – UNL (Argentina) e na Western University – Ontário (Canadá). Atuou como Head da Unidade de negócios de ensino técnico na Somos Educação e PMO responsável pela fusão da Saraiva Educação. Foi diretora de consultoria e cursos on-line do Instituto Singularidades. Tem experiência com novos negócios, concepção e desenvolvimento de cursos on-line, liderança de equipes multidisciplinares, consultoria, transformação digital e estruturação de empresas. Atualmente é CEO do Instituto PROA e Top Voice no LinkedIn.

    Sobre o Instituto PROA

    O Instituto PROA foi fundado em 2007 com o objetivo de auxiliar jovens de baixa renda a ingressarem no mercado de trabalho, dividindo conhecimentos sobre carreiras, planejamento, autoconhecimento para vocações e comunicação. Desde então, já formou milhares de alunos com seus dois principais projetos, Plataforma PROA – preparação para o primeiro emprego – e PROPROFISSÃO – curso de programação para quem deseja ser um desenvolvedor Java Junior. Atualmente, o projeto atua nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

    https://www.proa.org.br/

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    Empregabilidade de Jovens: é necessária a mobilização do setor privado
    Alini Dal’Magro, CEO do Instituto PROA Crédito Guto Garrote

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  • Não tiramos fotos, fazemos fotos

    Contribuição do Fotoclube  ABCclick e Rose Battistella para o artigo “Não tiramos fotos, fazemos fotos” (Ansel Adams).

    Minhas lembranças mais remotas com a fotografia vêm da infância quando uma fotografia era algo bidimensional, tátil e não uma hóspede de uma nuvem ou num HD externo.

    Na casa onde cresci nos dias de tempestades quando os raios imperavam nervosos nos céus, a energia acabava e um mundo mágico se revelava. À luz de velas o tempo passava com sombras feitas nas paredes com as mãos. Minha mãe pegava caixas marrons que ficavam guardadas com carinho nas gavetas do quarto. “As caixas de fotografias”.

    Não tiramos fotos, fazemos fotos
    Foto: Rose Battistella

    Lembro dos santinhos coloridos, das cartas com letras desenhadas em papel de seda
    delicado, das flores murchas que ainda exalavam perfume, das lembrancinhas de recém-nascidos e de fotos, muitas fotos. Pessoas estranhas, mas que em instantes viravam personagens e protagonistas de suas histórias de vida. Quem eram, onde viviam, o que faziam e o contexto que havia por trás daquelas fotos eram revelados entre risos e lágrimas.

    Esses simples pedaços de papéis com imagens desbotadas me levavam para
    outros lugares, eu voava e minha imaginação se expandia. A crítica de arte e escritora Susan Sontag diz que: “Ao nos ensinar um novo código visual, as fotos modificam e ampliam nossas ideias sobre o que vale a pena olhar e sobre o que temos o direito de observar… o resultado mais extraordinário da atividade fotográfica é nos dar a sensação de que podemos reter o mundo inteiro em nossa cabeça, como uma
    antologia de imagens.

    Colecionar fotos é colecionar o mundo.” E assim cresci uma caçadora e colecionadora de imagens. Cercada sempre por histórias. Os caminhos me levaram para as Artes Plásticas e mesmo não sendo de uma família de artistas a arte sempre morou em mim.
    Nasci para a arte. Aos dezesseis anos já estava na primeira faculdade de Artes (cursei mais três) e tomada pela inquietude e curiosidade entrei para o mundo do teatro no grupo da universidade.

    Foto: Rose Battistella

    Atuei em muitos espetáculos, dirigi outros, fui professora de artes e teatro. E a fotografia? Sempre me acompanhando como a margem de um rio. A terceira margem do rio como diria Guimarães Rosa. No laboratório de fotografia analógica nas artes
    visuais, nos espetáculos quando íamos aos estúdios para as fotos de divulgação, trabalhando com produção e direção acompanhando todas as etapas, selecionando material para cada novo projeto.

    Não tiramos fotos, fazemos fotos
    Foto: Rose Battistella

    Sempre fui muito fotografada afinal sou uma atriz. Muitas sessões de fotos em diferentes palcos da vida. Sendo palhaça (verdadeiramente) dezenas de vezes assumi o papel de modelo na frente das lentes. Algo que exige concentração e atenção para auxiliar o fotógrafo a produzir as imagens pensadas. Como diz Ansel Adams a câmera é um instrumento de amor e revelação. É ele que nos diz que “não tiramos fotos e sim que fazemos fotos”.

    Foto: Rose Battistella

    E como modelo sinto-me realizada quando o fotógrafo diz que conseguiu fazer aquilo que esperava, sinal que tivemos sintonia no trabalho. O meu mergulho na fotografia com profundidade e mudança para trás das lentes aconteceu quando realmente entendi que poderia usá-la como mais um meio de expressar o que sentia. Em plena pandemia todas as atividades culturais pararam e a fotografia foi meu meio de expressão.

    Afinal faço arte para suportar viver. (a frase não é minha mas me representa muito bem). Então não parei mais de estudar e realizar diferentes ensaios e projetos autorais.

    Não tiramos fotos, fazemos fotos
    Foto: Rose Battistella

    Hoje realizo imagens que possam ultrapassar o objeto. Que façam sentir e refletir. Que não expliquem, mas que possam suscitar a criação de histórias (e aqui vem a ligação com as fotos da infância).

    A fotografia é autoconhecimento, auto expressão, conhecendo-me cada dia mais e ao mesmo tempo realidades diferentes, posso dar um sentido a minha realidade e ao que me rodeia.

    Ser fotografado é o outro nos vendo pelos seus olhos enquanto fotografar é se procurar. Em ambos os casos estamos conhecendo mais de nós mesmos. Continuo me procurando em todas as formas de arte que possa me expressar. E contando histórias.

    Seus projetos podem ser acompanhados em:
    @maisamormenospudor
    @asmeninasdosolhosderose

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    Não tiramos fotos, fazemos fotos
    Foto: Rose Battistella
  • Como aumentar as chances da contratação em uma entrevista de emprego??

    Com a crise que atinge o mercado de trabalho se expandindo cada vez mais no Brasil, é importante que as pessoas saibam técnicas que podem ser de grande ajuda durante uma entrevista de emprego, para aumentar as chances de contratação.

    De acordo com Alexandre Slivnik, vice-presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), que realiza cursos e palestras há vinte anos, alguns movimentos podem ser aplicados até mesmo em entrevistas remotas.

    “Durante a pandemia, as entrevistas pela internet se tornaram algo comum. Todos os dias as pessoas têm reuniões digitais ou virtuais, e para contratar um colaborador não é diferente. No entanto, existem algumas atitudes que podem aumentar as chances de contratação, até mesmo em uma entrevista a distância”, relata.

    O palestrante compara as formas de avaliação por parte das empresas em entrevistas presenciais e remotas. “Em situações presenciais, a avaliação já começa ao entrar na empresa, através de sua postura perante a outros colaboradores e enquanto aguarda efetivamente a entrevista.

    Por outro lado, nas videochamadas a avaliação começa nas redes sociais. O interesse é saber o que o candidato posta e comenta, se ele falou mal da empresa anterior, do chefe anterior e se essa pessoa é agressiva em suas interações. Portanto, não deixe sua identidade de lado, mas cuidado com os erros de português e com a forma de se portar na internet”, pontua.

    Para Slivnik, os candidatos devem buscar por vagas que realmente despertem seu interesse e desejo de trabalhar. “Enviar um currículo para diversas empresas diferentes e ficar esperando sentado no sofá não vai adiantar . Para aumentar as chances de contratação, é necessário buscar empresas que tenham características e culturas semelhantes às suas, mantendo o foco naquela companhia que você realmente deseja trabalhar ao invés de atirar para todos os lados”, alerta.

    Muitos acreditam que esse pode ser um ato de prepotência, mas almejar um cargo maior e deixar isso claro para os gestores é algo que pode ser visto com bons olhos. “Exponha seu objetivo na organização, seja ele chegar na liderança, trabalhar no atendimento ao cliente ou no setor de vendas. De qualquer maneira, se apresente na empresa demonstrando sede de crescimento”, revela.

    De acordo com o vice-presidente da ABTD, é válido adicionar ao currículo itens específicos relacionados à vaga desejada. “Mencione como sua colaboração pode melhorar os resultados da empresa. Afinal, eles querem saber como você vai ajudar a companhia a crescer. Quanto maior a audácia, maior a chance de contratação. Portanto, não tenha medo de colocar percepções de como você acha que a empresa deve crescer e como os problemas devem ser resolvidos. Nos dias de hoje, esse tipo de comportamento tem sido muito valorizado pelos gestores”, finaliza.

    Alexandre Slivnik é reconhecido oficialmente pelo governo norte americano como um profissional com habilidades extraordinárias na área de palestras e treinamentos (EB1). É autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. É diretor executivo do IBEX – Institute for Business Excellence, sediado em Orlando / FL (EUA). É Vice-Presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e diretor geral do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD). É professor convidado do MBA de Gestão Empresarial da FIA / USP. Palestrante e profissional com mais de 20 anos de experiência na área de RH e Treinamento. É atualmente um dos maiores especialistas em excelência em serviços no Brasil. Palestrante Internacional com experiência nos EUA, EUROPA, ÁFRICA e ÁSIA, tendo feito especialização na Universidade de HARVARD (Graduate School of Education – Boston / EUA). www.alexandreslivnik.com.br.

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    Alexandre Slivnik. Foto: Divulgação.

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  • Telemarketing Abusivo: Anatel anuncia mediadas para coibir

    Técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) explicaram nesta sexta-feira, 3, que as prestadoras de serviço de telecomunicações deverão, em 30 dias, tomar medidas para bloquear chamadas realizadas por linhas telefônicas de forma clandestina – ou seja, que utilizam numeração que não foi atribuída pela Anatel.

    A decisão do órgão, que marca mais uma ofensiva para tentar coibir o telemarketing abusivo, deve entrar em vigor na próxima segunda-feira, 06.

    As empresas de telemarketing que investem em milhares de chamadas por dia igualmente entraram na mira. Esses usuários serão bloqueados caso, no prazo de 15 dias, não deixem de realizar 100 mil chamadas ou mais por dia, com duração de até três segundos, por meio de uma linha telefônica. O bloqueio irá vigorar por 15 dias, sendo que essa sistemática irá valer por três meses.

    Segundo o conselheiro da Anatel Emmanoel Campelo, o usuário de telemarketing terá todas as linhas telefônicas bloqueadas mesmo que apenas uma esteja descumprindo essa regra. Com isso, a Anatel tenta proibir práticas abusivas de robocall, disse Campelo.

    Como combater telemarketing abusivo

    1. Direto na operadora de telefonia – A primeira alternativa é entrar em contato com sua operadora e solicitar o cancelamento de ligações do tipo. Verifique o número de atendimento ao consumidor e siga os passos dados na ligação.

     2. Não Me Perturbe – É a mais consagrada das dicas. Veja a plataforma “Não Me Perturbe”, iniciativa da Anatel que permite bloquear ligações de instituições financeiras e prestadoras de serviços de telecomunicações. Quase 10 milhões de telefones indesejados foram cadastrados pelos brasileiros.

    Com informações de Info Money e Tribuna do Paraná.

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    Photo by Lisa Fotios on Pexels.com

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