Banhista de Animais Domésticos

Há vagas de empregos para o Banhista de Animais Domésticos em pet shops, clínicas veterinárias, e até mesmo spa para animais. Essa profissão requer grande habilidade de trabalhar com animais, além de gosto natural pela profissão. O Banhista de Animais Domésticos deve possuir um perfil organizado, atencioso, metódico e ágil.

O que faz?

O Banhista de Animais Domésticos atua na higienização e limpeza de animais domésticos como cães, gatos, hamsters, aves e etc. Esse profissional utiliza produtos, ferramentas e técnicas especificas para garantir a limpeza de forma saudável e eficaz dos animais. Além disso esse profissional também atua na prevenção de doenças que são originadas pela falta de higiene.

  • Utilizar equipamentos de proteção individual em centros cirúrgicos;
  • Passar creme no pelo do animal;
  • Colocar acessórios (laços, fitas, brincos, bandanas etc.);
  • Demonstrar capacidade no trato com animais;
  • Demonstrar autocontrole;
  • Examinar a condição do pelo do animal;
  • Buscar os animais;
  • Esterilizar materiais, instrumentos e ambiente;
  • Verificar as condições físicas do animal (pelagem, unha, ouvido e epiderme);
  • Pintar as unhas;
  • Verificar a existência de parasitas (carrapatos e pulgas);
  • Verificar as condições psicológicas do animal (comportamento);
  • Conferir dados do animal (ficha ou identificação);
  • Demonstrar bom humor;
  • Cortar as unhas do animal;
  • Desembaraçar o pelo;
  • Demonstrar discernimento;
  • Colocar algodão no ouvido do animal;
  • Orientar sobre noções de saúde, higiene e alimentação;
  • Conter o animal;
  • Demonstrar disciplina;
  • Demonstrar conhecimento técnico;

Em alguns países, já existe a separação entre profissionais tosadores, ou seja, os que aparam os pelos dos animais, e banhistas, responsáveis por limpar dentes, unhas, orelhas, olhos e o banho geral dentro de clínicas, pets shops e hotéis para animais. Existem até tosadores premium, especializados em cortes, penteados e tosas para raças específicas.

No Brasil, há uma diferenciação relacionada à Classificação Brasileira de Ocupações (CBO):

  • 5193-05 – auxiliar de veterinário
  • 5193-10 – esteticista de animais domésticos
  • 5193-15 – banhista de animais domésticos
  • 5193-20 – tosador de animais domésticos

Todos derivam da CBO 5193: trabalhadores de serviços veterinários, de higiene e estética de animais domésticos. A descrição da rotina para os quatro títulos, entretanto, é igual:

“Realizam procedimentos de enfermagem veterinária. Preparam animais e materiais para procedimentos veterinários. Tosam, banham e enfeitam animais. Limpam ouvidos, dentes e olhos de animais. Atendem a clientes-proprietários dos animais e administram o local de trabalho. Trabalham em conformidade a normas e procedimentos de segurança, higiene e saúde.”

Na prática, portanto, tosadores, banhistas e esteticistas de animais podem realizar atividades iguais ou muito semelhantes na rotina diária. Assim como tosadores, esteticistas podem aprender a realizar serviços diferenciados e inovadores, dependendo de sua qualificação e interesse. Já o groomer (palavra em inglês que está se popularizando no Brasil e que significa o mesmo: tosador ou tosadora) tem ganhado uma conotação mais elitizada: a tosa premium ou gourmet, da qual falamos acima.

Quais as Habilidades e Competências?

Hoje, animais domésticos ou de estimação fazem parte da rotina de famílias e pessoas sozinhas, muitas vezes sendo considerados quase como humanos. As necessidades são cada vez mais relevantes para este nicho, assim como as exigências de cuidados. Para trabalhar como tosador ou tosadora de pets, além de amar estar em contato com bichos peludos diariamente, você deverá:

  • utilizar o material correto para cada animal, tamanho e raça
  • escutar ativamente e entender o que o dono ou a dona quer
  • comunicar-se de forma efetiva e saber lidar com clientes
  • estudar os tipos de raças, pelugem e novos penteados
  • estar disposto ou disposta a trabalhar finais de semana e por longas jornadas
  • ter seu próprio kit de aparelhos e ferramentas de trabalho

O que você precisa para ser?

Gostar de animais pode ser um requisito para trabalhar no setor veterinário. Porém, em um mercado em expansão, ganhar um salário de tosador também pode ter, gradativamente, suas exigências. Há oportunidades de aprender a teoria e a prática do banho, da tosa, do embelezamento e da higienização de pets, ganhar certificados e colocar isso em seu currículo. Por exemplo, o SENAC Rio de Janeiro já oferece cursos profissionalizantes com duração de cinco meses para você que busca se capacitar para o mercado de trabalho.

Uma das razões para a qualificação de trabalho com banho e tosa é preocupação com bem-estar animal e a prevenção de tratos agressivos ou equivocados na hora de cortar o pelo dos melhores amigos do homem. O dito tratamento zeloso dos animais é uma das justificativas. Algumas prefeituras, como do Rio de Janeiro e de Manaus, já têm projetos de leis aprovados que obrigam estabelecimentos como pet shops a comprovarem a capacitação de quem trabalha nesse nicho. E mais cidades parecem querer garantir a mesma prática.

Qual o Salário Médio?*

A faixa salarial do Banhista de Animais Domésticos fica entre R$ 1.281,41 (média do piso salarial 2022 de acordos coletivos), R$ 1.300,00 (salário mediana da pesquisa) e o teto salarial de R$ 2.045,59, levando em conta o salário base de profissionais em regime CLT de todo o Brasil.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Com informações de Indeed.

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Banhista de Animais Domésticos
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Operador de Telemarketing

O operador de telemarketing é o profissional responsável pelo atendimento via canal telefônico entre cliente e empresa. Esses profissionais costumam se dividir entre diferentes funções, realizando vendas, suporte, cobrança e pesquisa. Os profissionais geralmente possuem metas diárias de conversões e recebem roteiros completos para conduzir a ligação. Além disso, as ligações são monitoradas por supervisores, que garantem a adequação da linguagem, discurso e argumentação dos operadores.

O que faz?

É comum haver a ramificação na área de telemarketing com o marketing direto, que faz uso dos telefones na promoção de produtos e serviços, por meio de call centers. Inicialmente voltado às vendas, o serviço passou a incluir o atendimento ao cliente, suporte técnico e cobrança, podendo ser ativo ou receptivo.

Há dois tipos de operadores de telemarketing: o ativo e o receptivo. O operador de telemarketing ativo é profissional que aborda o cliente para oferecer novos produtos e serviços, ou seja, é ele quem entra em contato com o cliente. Já o receptivo é o operador que recebe as ligações dos clientes que entram em contato para solicitar informações, fazer cancelamentos, tudo relacionado à pré-venda e ao pós-venda, entre outros serviços. Assim, vejamos um pouco sobre ambos os tipos de forma mais detalhada abaixo:

  • Receptivo – nesse canal, esse tipo de comunicação engloba os serviços de SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor), suporte técnico, retenção, vendas e atendimento ao cliente em geral. É muito importante que os operadores receptivos sejam bem treinados, tendo em vista que o seu papel é representar a empresa ao telefone, e atender prontamente às solicitações dos clientes.
  • Ativo – nesse canal, as ligações são voltadas para oferecer produtos e serviços da empresa para clientes e prospectar novos clientes. Além disso, há o serviço de cobrança, que contata continuamente os clientes inadimplentes com ofertas de negociação e/ou refinanciamento da dívida. Dessa forma, esse canal se baseia nos contatos da empresa com o seu público-alvo disponíveis em uma base de dados, seja para vendas, qualquer processo comercial ou atendimento. Por esse motivo é importante que o cadastro esteja o mais completo possível, para que o operador saiba o melhor horário a ligar e as abordagens que serão utilizadas visando uma boa interação ao decorrer do atendimento.

Quais as Habilidades e Competências?

Abaixo algumas competências que geralmente são desenvolvidas:

  • efetuar cobrança de dívidas;
  • fazer pesquisas em tempo real, por telefone;
  • realizar retenção e recuperação de usuários de produtos e serviços;
  • atendimento aos usuários de produtos e ou serviços via teleatendimento;
  • seguir roteiros e scripts de teleatendimento ativo e/ou receptivo;
  • oferecer serviços e produtos via teleatendimento;
  • saber ouvir – os operadores precisam ser treinados para ouvir os consumidores e/ou potenciais clientes.
  • demonstrar boa escrita – capacidade de escrita assertiva, ou seja, possuir boa redação de modo a encaminhar mensagens claras às partes envolvidas.
  • fazer triagem nos atendimentos – para encontrar pontos a serem usados a favor dos operadores na hora de oferecer atendimento;
  • pesquisar perfil do cliente no qual está sendo atendido;
  • reverter a insatisfação do cliente;
  • solicitar providências técnicas junto à área competente;
  • consultar área técnica;
  • evidenciar vantagens do produto ou serviço;
  • finalizar pendências de serviços;
  • demonstrar capacidade de trabalhar sob pressão;
  • descrever o produto;
  • finalizar pendência técnica;
  • fazer acompanhamento pós-atendimento (follow-up);
  • solicitar informações ao cliente;
  • demonstrar boa comunicação;
  • informar prazo de entrega;
  • confirmar dados cadastrais;
  • demonstrar empatia com o cliente;
  • informar débitos;
  • identificar necessidades do cliente;
  • solicitar atualização cadastral por correio eletrônico (e-mail).

O que você precisa para ser?

Para se tornar um operador de telemarketing, geralmente é exigido pelo menos o Ensino Médio completo. Há cursos profissionalizantes para quem deseja ingressar na carreira. Durante o curso, os alunos aprenderão a rotina da atividade em relação a atitudes adequadas no trato com os clientes e técnicas para desempenhar as tarefas de forma eficaz. 

Abaixo alguns pré-requisitos básicos para o melhor desempenho dos profissionais:

  • atender usuários de produtos e ou serviços via teleatendimento;
  • realizar retenção e recuperação de usuários de produtos e serviços;
  • seguir roteiros e scripts de teleatendimento ativo e/ou receptivo;
  • demonstrar competências pessoais;
  • oferecer serviços e produtos via teleatendimento;
  • realizar pesquisas em tempo real, por telefone;
  • cadastrar clientes.

Qual o Salário Médio?*

A faixa salarial do Operador de Telemarketing Ativo fica entre R$ 1.212,00 salário mediana da pesquisa e o teto salarial de R$ 1.986,59, sendo que R$ 1.213,30 é a média do piso salarial 2022 de acordos coletivos levando em conta profissionais em regime CLT de todo o Brasil.

O tempo de trabalho em efetiva atividade de teleatendimento/ telemarketing, nele incluídas as pausas, sem prejuízo da remuneração é de, no máximo: 06 (seis) horas diárias; 36 (trinta e seis) horas semanais.

O mercado de trabalho é amplo para essa área, além de oferecer horários flexíveis e jornadas de meio-período, acolhendo pessoas de diversas faixas etárias e atraindo muitos jovens em busca do primeiro emprego. Há vagas em organizações privadas, públicas e não governamentais. Tais vagas de emprego estão voltadas às áreas abaixo:

  • Suporte/help desk: nessa modalidade, o canal de atendimento é voltado para o atendimento aos clientes que querem tirar dúvidas e solicitar ajuda sobre dúvidas dos produtos ou serviços oferecidos pelas empresas, se estendendo ao auxílio de problemas técnicos relacionados à telefonia, informática e demais indústrias e setores do mercado.
  • SAC: é o canal de contato direto em que o indivíduo pode registrar reclamações, resolver problemas e esclarecer dúvidas.
  • Cobrança: nesse departamento, os operadores contatam pessoas físicas e jurídicas que apresentam pendências com bancos, lojas e demais estabelecimentos com a finalidade de acordo financeiro e recuperação de crédito.
  • Retenção: nessa área, a retenção está voltada à prevenção de que os clientes desistam de um produto ou serviço oferecido pela empresa.
  • Vendas: o setor de televendas ainda é o mais preponderante aos operadores de telemarketing, em razão do aumento dos e-commerces.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

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Operador de Telemarketing
Call centre workers sitting in line while helping people on computers

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Assistente de Atendimento

O Assistente de Atendimento tem um papel fundamental em manter o nível de satisfação dos clientes e na fidelização e aquisição de novos produtos ou serviços. É também responsável por estreitar o relacionamento com os clientes, tratar as demandas, fazer pedidos, orientar, ser o ponto de apoio do cliente nas empresas, entre outros papéis.

O que faz?

Uma das principais funções no processo de relacionamento com o cliente é a de assistente de atendimento. O que esse profissional faz na sua rotina, nos processos e pedidos dos clientes para atender suas necessidades e garantir a satisfação na prestação dos serviços ou na compra de um produto interfere diretamente no resultado final junto ao cliente e empresa. Para entender melhor, abaixo listamos as principais responsabilidades de um assistente:

  • recepcionar os clientes em lojas, agências, por telefone ou atendimento on-line;
  • orientar sobre a utilização em caixas eletrônicos sobre os produtos ou serviços;
  • fazer a primeira abordagem com o cliente e direcionar para o setor responsável para tratar o assunto;
  • emitir pedidos e enviar para o setor responsável, seguindo os processos da empresa;
  • acompanhar o ciclo de venda do que foi vendido até a entrega final ao cliente;
  • receber reclamações e encaminhar para o setor responsável para tratativa;
  • entrar em contato com o cliente e informar o status dos pedidos, solicitações, reclamações e outras demandas solicitadas;
  • fazer atendimento dos clientes em guichês de atendimento;
  • responder perguntas sobre produtos, serviços ou procedimentos;
  • enviar ou entregar materiais de marketing ou institucional aos clientes;
  • atender ligações dos clientes, responder perguntas e encaminhar para o setor responsável se necessário;
  • enviar e-mails, mensagens instantâneas sobre pedidos, promoções, solicitações ou reclamações dos clientes;
  • registrar o histórico do atendimento do cliente nos sistemas da empresa;
  • entregar amostras de produtos aos clientes, procurando promover a venda;
  • ajudar o cliente na escolha dos produtos ou serviços, informando benefícios, custo e características;
  • identificar através de perguntas e escuta ativa, as necessidades dos clientes e seus objetivos de consumo;
  • entregar brindes e informar sobre promoções;
  • fazer ou atualizar o cadastro dos clientes;
  • convidar os clientes para lançamento de novos produtos ou serviços.

Quais as Habilidades e Competências?

Quem trabalha como assistente de atendimento tem contato direto com clientes, então é possível imaginar o quanto é importante ser uma pessoa comunicativa, receptiva, com vontade de servir e ajudar. Quando um atendimento é bem-feito e o cliente fica satisfeito, fidelizado e se encanta, isso ajuda na decisão de compra e essa pessoa pode indicar o estabelecimento para outras, contribuindo para o sucesso do empreendimento. Mas ao contrário, quando uma pessoa não é bem atendida, o efeito é inverso. Por isso, dê atenção às habilidades que são procuradas por recrutadores quando buscam candidatos para trabalhar nessa área:

  • empatia, para saber se colocar no lugar do cliente procurando identificar suas necessidades e objetivos;
  • escuta ativa, ouvir com atenção, sem pré-julgamentos, principalmente quando a pessoa estiver lidando com reclamações ou insatisfações. Essa atitude irá ajudar a estabelecer um laço de confiança e respeito;
  • resiliência, para saber lidar com adversidades, mudanças ou situações desafiadoras;
  • senso de urgência, para priorizar junto à gerência assuntos e situações de clientes que ultrapassaram os prazos de atendimento;
  • perfil colaborativo, ajudando clientes e colegas;
  • boa comunicação verbal e escrita;
  • organização e planejamento;
  • iniciativa e proatividade, para procurar resolver as situações com agilidade;
  • inteligência emocional, para lidar com adversidades, situações desafiadoras e sob pressão;
  • demonstrar confiança e segurança, conhecendo os processos e como resolver cada situação;
  • trabalhar com ética e honestidade, seguindo o código de ética da empresa e legislação.

O que você precisa para ser?

Agora que você já sabe o que faz um assistente de atendimento, quais são as habilidades e os setores que oferecem oportunidades na área, é importante se preparar com cursos para buscar uma vaga no mercado. De acordo com cada empresa, podem ser encontradas vagas que exigem o ensino médio completo ou curso superior em andamento. Em ambos os casos, é bem interessante ter no seu currículo cursos de aperfeiçoamento como técnica de vendas e atendimento ao cliente. É possível encontrar esses cursos em instituições privadas ou públicas. Lembre-se de se certificar que a instituição é reconhecida e sua reputação. Um curso de capacitação em atendimento e técnica de vendas poderá ajudar na busca por oportunidades de emprego, já que as duas funções estão relacionadas. Uma boa estratégia também é ter conhecimentos em um segundo idioma, principalmente o inglês. Esse pode ser um diferencial e tornar seu currículo mais competitivo em um processo seletivo.

Qual o Salário Médio?*

No cargo de Assistente de Atendimento se inicia ganhando R$ 1.338,00 de salário e pode vir a ganhar até R$ 2.108,00. A média salarial para Assistente de Atendimento no Brasil é de R$ 1.675,00.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

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Assistente de Atendimento
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Auxiliar Administrativo

Se você quer iniciar sua jornada profissional ou mesmo consolidar sua carreira como auxiliar administrativo, deve entender alguns pontos cruciais. Primeiro, precisa saber o que faz um auxiliar administrativo, quais habilidades e competências são necessárias para a função, assim como a média salarial para o cargo. 

O que faz?

Como o próprio nome diz, o auxiliar administrativo é responsável por dar suporte a determinada pessoa ou área dentro de uma organização. Suas funções podem ser bastante genéricas, mas de maneira geral, é o profissional que garante todo o apoio necessário para que os processos da empresa caminhem de maneira otimizada.

As principais atribuições do auxiliar administrativo são:

  • Gerenciar calendários de reuniões, compromissos pessoais e viagens profissionais
  • Organizar arquivos importantes
  • Atender e transferir chamadas, encaminhar mensagens de forma adequada e monitorar eventos
  • Redigir ou digitar documentos e comunicados
  • Lidar com a correspondência recebida, incluindo e-mails, memorandos e comunicados institucionais
  • Elaborar documentação de apoio para apresentações, conferências e reuniões
  • Preparar e revisar relatórios e outros documentos comerciais relevantes para a empresa ou grupo específico, por vezes envolvendo análise de dados
  • Controlar e manter o estoque de escritório atualizado, solicitar insumos, acompanhar o processo de entrega de suprimentos
  • Fazer cotações e gerenciar os contratos com fornecedores

Quais as Habilidades e Competências?

  • Organização e disciplina: normalmente, o auxiliar administrativo cuida de inúmeras tarefas. Para isso, é fundamental que seja uma pessoa organizada, capaz de definir prioridades e estruturar os afazeres da melhor maneira possível.
  • Inteligência emocional: muitas vezes, o auxiliar administrativo tem uma demanda contínua e saber lidar bem com a pressão é uma qualidade bastante apreciada.
  • Relacionamento interpessoal: o auxiliar administrativo precisa ter um excelente nível de comunicação, uma vez que interage com os mais diversos tipos de pessoas, sejam outros colaboradores, fornecedores, clientes ou parceiros de negócios.
  • Solução de problemas: o auxiliar administrativo deve ser capaz de propor novas alternativas para otimizar seu trabalho e, consequentemente, ser mais produtivo.
  • Dinamismo: a agilidade aliada ao pensamento estratégico são fatores-chave para que o auxiliar administrativo possa trazer os melhores resultados para a empresa.

Abaixo, as desejáveis:

  • Digitação: o auxiliar administrativo lida com uma diversidade de documentos. Assim, ter habilidades de digitação ajuda a otimizar sua rotina, documentando dados e informações importantes em arquivos de planilhas com agilidade e eficiência.
  • Computação: saber trabalhar com documentos e planilhas é essencial para desenvolver as atividades de auxiliar administrativo. Você precisa de bons conhecimentos em processadores de texto, editores de planilha e gerenciadores de e-mail. Normalmente, as empresas utilizam o pacote Microsoft Office para todas essas tarefas.
  • Internet: a capacidade de fazer buscas e pesquisas na Internet é essencial. Nem tudo o que é necessário para executar suas atribuições como auxiliar administrativo estará disponível nos bancos de dados da empresa. A Internet será sua grande aliada para propor soluções criativas, encontrar fornecedores em potencial ou firmar novas parcerias comerciais.
  • Língua estrangeira: é comum que algumas empresas tenham negócios ou filiais em outros países, sobretudo as grandes corporações. Geralmente, a comunicação entre os envolvidos acontece em inglês. Você pode se destacar se souber atender telefonemas, responder e-mails ou agendar reuniões em outro idioma.

O que você precisa para ser?

A função de auxiliar administrativo é uma das mais demandadas pelas organizações e empresas de recrutamento.

Ainda que muitas oportunidades só exijam que o profissional tenha o nível médio, para determinadas vagas é preciso ter conhecimento técnico, experiência prévia e até formação superior.

Ensino médio

Para atuar como auxiliar administrativo, é primordial ter concluído o nível médio de educação. Você trabalhará em contato com uma diversidade de pessoas e a comunicação verbal e escrita são fundamentais. Além disso, você precisa ter noções básicas de matemática para supervisionar contratos com fornecedores ou cotar preços.

Um bom entendimento da língua portuguesa é fundamental para responder aos e-mails de maneira pertinente, redigir memorandos e consolidar atas de reunião.

Ensino superior

Por vezes, algumas empresas, – sobretudo as grandes corporações – exigem que o auxiliar administrativo esteja cursando ou tenha concluído um curso de nível superior.

Essa experiência é necessária quando a oportunidade exige habilidades na gestão do orçamento, saber argumentar apropriadamente com fornecedores, entender sobre processos logísticos ou mesmo interpretar a legislação pertinente àquele ramo.

O curso mais indicado para atuar na área é o bacharelado em administração de empresas, no qual o candidato vai aprender sobre psicologia, contabilidade, matemática financeira, economia, marketing, língua portuguesa e outros assuntos. A formação tem duração média de quatro anos e ajuda a desenvolver habilidades como pensamento analítico, técnicas de negociação, desdobramento de metas, ações e estratégias empresariais.

Cursos técnicos

Diversos são os cursos técnicos que podem ajudar a desenvolver suas competências para se tornar um Auxiliar Administrativo. Os mais comuns são:

1. Curso técnico em administração:

Esse tipo de curso tem o objetivo de capacitar você para atuar em empresas públicas ou privadas, pequenos negócios ou grandes organizações.

Dentre outros assuntos, você vai aprender sobre como determinada empresa se estrutura estrategicamente para alcançar resultados. São abordados tópicos como definição de metas, organização da informação, gestão de orçamento, controle logístico, captação e desenvolvimento de talentos.

A duração média de um curso técnico em administração é de doze meses.

2. Curso técnico em secretariado

Esse tipo de curso tem o objetivo de capacitar você para prestar uma assessoria de excelência a um indivíduo ou grupo de pessoas.

Dentre outros assuntos, você vai aprender sobre como gerenciar e administrar a rotina de trabalho, recepcionar clientes externos e internos, implementar processos de comunicação empresarial, fazer a manutenção e controle de documentos, executar atividades financeiras, preparar reuniões, palestras e organizar eventos corporativos.

A duração média de um curso técnico de secretariado é de dez meses.

Qual o Salário Médio?*

No Brasil, um auxiliar administrativo ganha em média R$ 1.485 por mês. Esse valor pode variar consideravelmente, a depender do ramo, do tamanho da empresa, da sua localização, como também em razão das qualificações exigidas para o cargo. Assim, antes de se candidatar para determinada vaga, pesquise sobre a empresa, o número de funcionários, sua hierarquia e segmento de mercado para determinar uma pretensão salarial condizente com a oportunidade.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

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Auxiliar Administrativo
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Bombeiro Civil

Ser bombeiro é uma profissão gratificante, que tem o objetivo de servir à comunidade e saber quanto ganha um bombeiro civil pode influenciar a sua decisão em seguir nessa carreira. Um bombeiro atua em emergências que podem colocar em risco a vida das pessoas, o meio ambiente e o patrimônio, público ou privado. Além do combate a incêndios, o bombeiro orienta a população sobre situações de risco e propõe ações preventivas e educacionais. Importante ressaltar que o bombeiro civil tem atuação diferente do bombeiro militar.

  • Bombeiro militar: é o profissional que prestou um concurso público de provas e títulos para atuar diretamente no Corpo de Bombeiros vinculado à Polícia Militar. É um funcionário público, pronto a prestar seus serviços à comunidade, tais como combate a incêndios, resgate de vítimas de desabamentos, deslizamentos de terra, acidentes de carro, inundações ou explosões.
  • Bombeiro civil: é o profissional que fez um curso específico para atuar em entidades privadas, prevenindo a ocorrência de incêndios e outros incidentes. Sua presença é necessária em acontecimentos com grande número de pessoas, tais como shows, espetáculos ou eventos corporativos. Para garantir a segurança, ele também é necessário em shopping centers, obras, edifícios comerciais, hipermercados e lojas de departamento.

O que faz?

Como dito anteriormente, o bombeiro civil atua na iniciativa privada, protegendo os indivíduos e o patrimônio contra acidentes e imprevistos. Sua profissão é regulamentada desde 2009, através da lei 11.901. Dentre outras, as suas atividades estão relacionadas a:

  • realização de inspeções de segurança
  • treinamento de equipes em situações emergenciais
  • análise de riscos de acidentes
  • elaboração e implementação de planos de emergência
  • orientação à população sobre normas de prevenção
  • prestação de primeiros socorros

Quais as Habilidades e Competências?

O bombeiro civil deve ser uma pessoa empática, disposta a ajudar os outros e ser capaz de contribuir para a segurança da sociedade. Por outro lado, esse profissional precisa ser dinâmico e observador, sempre atuando preventivamente para evitar acidentes ou riscos de incêndio. Dentre outras, listamos algumas competências importantes para atuar como bombeiro civil:

  • Atenção aos detalhes: o bombeiro civil é responsável pela segurança e pela vida das pessoas. Ele precisa avaliar atentamente as condições do local onde trabalha e garantir que as instalações estejam adequadas, não oferecendo nenhum tipo de risco.
  • Proatividade: o bombeiro civil precisa ser uma pessoa proativa, ou seja, ser capaz de se antecipar situações de emergência para que ninguém se machuque ou para que o patrimônio seja preservado.
  • Inteligência emocional: é a capacidade de autocontrole diante situações inusitadas, de ameaça ou de estresse. O bombeiro civil precisa ser uma pessoa séria, segura e estável, sobretudo em casos de emergência, agindo com racionalidade.

O que você precisa para ser?

  • A conclusão do ensino fundamental é pré-requisito para inscrição no curso de formação em bombeiro civil. Além disso, você precisa ser maior de 18 anos para se matricular e exercer o ofício.
  • Após concluir o ensino fundamental, você pode fazer a inscrição no curso profissionalizante de bombeiro civil. No entanto, é preciso ter mais de 18 anos e buscar por escolas devidamente credenciadas junto ao Corpo de Bombeiros do estado onde você pretende exercer as suas atividades. A duração média do curso é de três meses e confere ao aluno um certificado de conclusão que tem validade de dois anos.
  • Ainda que para iniciar a sua jornada profissional como bombeiro civil só seja necessária a conclusão do ensino fundamental, é a partir do término do ensino médio que você poderá buscar por melhores oportunidades na carreira, assim como incrementar o seu salário como bombeiro civil.
  • Também chamado de técnico em prevenção e combate a incêndios, esse curso tem duração média de 1.000 horas e confere ao aluno um diploma com validade em todo o território nacional. Esse é um curso autorizado pelo Ministério da Educação (MEC) e consta em seu Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT). Como bombeiro civil líder você estará apto a:
    • analisar situações de risco
    • desenvolver e implementar planos de emergência
    • prestar primeiros socorros
    • coordenar brigadas de incêndio
    • capacitar e instruir os demais integrantes da equipe
    • inspecionar equipamentos e sistemas de segurança
  • Para alcançar o posto de bombeiro civil mestre, é necessário concluir a graduação em engenharia ambiental e sanitária. Esse curso de nível superior tem duração média de cinco anos e confere ao aluno o título de bacharel.  Será necessário cumprir o estágio supervisionado, com duração média de 200 horas. Irá desenvolver:
    • Cálculo diferencial e integral
    • Geometria analítica e álgebra linear
    • Análise de dados
    • Geotecnia
    • Climatologia e meteorologia
    • Gestão de recursos hídricos
    • Controle de poluição ambiental
    • Recuperação de áreas degradadas

Qual o Salário Médio?*

De maneira geral, segundo pesquisas de mercado, a faixa salarial do bombeiro civil fica entre R$ 1.839,89 e o teto salarial de R$ 3.209,78, sendo que R$ 1.716,31 é a média do piso salarial em 2021.

No caso do bombeiro civil líder, a faixa salarial fica entre R$ 1.948,74 e o teto salarial de R$ 5.007,30, sendo que R$ 2.183,95 é a média do piso salarial em 2021.

No caso do bombeiro civil mestre, ele é um engenheiro ambiental com especialização em prevenção e combate a incêndio, cuja faixa salarial fica entre R$ 6.000,00 e o teto salarial de R$ 14,971,27, sendo que R$ 6.033,93 é a média do piso salarial em 2021.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

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Bombeiro Civil
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Analista de Back Office

Se você está à procura de emprego em setores administrativos e de suporte operacional, vale a pena saber mais sobre o que faz um analista de Back Office. Esse tipo de cargo está se popularizando no Brasil e pode oferecer boas chances de crescimento profissional, tanto para quem está ingressando no mercado de trabalho quanto para pessoas que já têm experiência em outras funções dentro de uma empresa.

O que faz?

Quem trabalha no cargo de analista de back office tem um papel importante nos bastidores de uma empresa para garantir que as operações funcionem com eficiência em setores como:

  • Administração
  • Contabilidade
  • Estoque
  • Finanças
  • Logística
  • Recursos Humanos

Quem trabalha como analista de back office não costuma lidar direto com clientes. O foco do trabalho é dar apoio às atividades internas, podendo ter atribuições como:

  • Avaliar processos para garantir fluidez e sintonia entre as etapas
  • Atuar no tratamento de reclamações e outras ocorrências geradas por clientes que não tenham sido resolvidas no SAC da empresa
  • Controlar fluxos internos, tais como pagamentos e remessas
  • Dar suporte a processos de licitação e conformidade regulatória
  • Elaborar relatórios e manter registros de documentos
  • Lidar com fornecedores e colaboradores, passando informações sobre as rotinas da empresa
  • Manter informações atualizadas nos sistemas compartilhados entre equipes
  • Monitorar pedidos não finalizados para garantir que sejam executados no prazo determinado
  • Reportar dados de inteligência de vendas e análises da experiência de consumo
  • Propor melhorias no alinhamento entre processos com base em análises de dados

Esses são apenas alguns exemplos de atividades feitas por analistas de back office júnior e pleno. Como as empresas podem ter diferentes demandas com relação às atividades necessárias para a gestão interna, é recomendável conferir a descrição do cargo nos anúncios para ter uma ideia melhor de quais são as expectativas em cada caso.

Quais as Habilidades e Competências?

Entre as habilidades mais citadas como requisitos para a profissão estão:

  • Perfil analítico
  • Domínio de ferramentas como Pacote Office ou G Suite
  • Conhecimento de softwares e sistemas específicos
  • Comunicação eficaz
  • Habilidades de negociação
  • Organização
  • Proatividade

Apesar de não ter funções de atendimento ou contato direto com clientes, as habilidades de relacionamento interpessoal são tão importantes para analistas de back office quanto o domínio das tecnologias adotadas pela empresa. Afinal, esse trabalho tem interface com diferentes equipes e pode envolver negociações internas e externas.

O que você precisa para ser?

Os requisitos para contratação de analistas de back office podem variar bastante de acordo com as necessidades de cada empresa. Pessoas com diferentes tipos de formação podem atuar nesse tipo de cargo, mas é comum haver preferência por quem esteja cursando ou tenha concluído um curso superior em áreas como:

  • Administração
  • Ciências contábeis
  • Ciências da computação
  • Economia
  • Recursos humanos
  • Tecnologia da Informação

Qual o Salário Médio?*

salário médio para analista de back office é de R$ 2.212/mês, podendo chegar a R$ 7.000/mês, considerando as diferenças regionais e as particularidades da contratação que influenciam na remuneração oferecida pelas empresas no Brasil.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Com informações de Indeed.

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Analista de Back Office
Business man working at office with laptop, tablet and graph data documents on his desk

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Fiscal de Loja

Um fiscal de loja é o profissional que deve zelar pelo patrimônio físico dos estabelecimentos comerciais. Deve fiscalizar a entrada e saída de pessoas, com o intuito de identificar atitudes suspeitas que possam causar algum prejuízo à empresa. É também conhecido como agente ou auxiliar de prevenção de perdas, pode atuar verificando o atendimento às normas de segurança, mas também nos procedimentos administrativos.

Outras formas de se referir aos fiscais de loja são:

  • analista de segurança patrimonial
  • assistente de prevenção de perdas
  • analista de prevenção de perda
  • encarregado de prevenção de perdas

O que faz?

Um fiscal de loja deve diariamente andar pelos arredores da loja, fazendo o monitoramento dos clientes para detectar possíveis casos de segurança: atos que possam ser suspeitos de furto; prova irregular de algum produto ou vandalismo. O profissional deve abordar as pessoas suspeitas, questionar a atitude, impedir a ação e recorrer ao seu superior. Se for necessário, deve inclusive solicitar uma autoridade policial.

Deve também procurar dentro da loja ou nas áreas externas, como estacionamento ou depósitos, por situações que possam colocar a segurança em risco ou desperdiçar os recursos da empresa, como espaços obstruídos, portas e janelas abertas ou luzes acesas sem necessidade. Caso haja descumprimento de normas e regras que foram previamente estabelecidas, deve relatar aos superiores.

Outra função de um fiscal de loja pode ser o recebimento de mercadorias para o estoque. Nesse caso, precisa conferir o material e as documentações necessárias, identificando possíveis irregularidades. Pode ainda acompanhar o serviço de um terceirizado que esteja realizando algum trabalho na loja, como técnicos de informática ou manutenção de limpeza.

Por fim, pode ainda ser responsável por mapear possíveis áreas de risco internas e externas à loja. Se solicitado, deve preparar relatórios para os superiores, fazendo orientação de melhorias e solicitando reformas, caso haja algo no ambiente que esteja prejudicando a segurança do local. Um fiscal de loja pode ainda executar demais tarefas relacionadas ao cargo a critério dos contratantes.

Quais as Habilidades e Competências?

Caso queira ter sucesso na carreira profissional, um fiscal de loja deve possuir uma série de habilidades e competências que podem ser úteis para a execução do trabalho. Listamos abaixo algumas dessas qualidades:

  • Ter atenção aos detalhes e saber fiscalizar, o que pode colaborar no momento em que precisar vigiar os consumidores na busca por atitudes suspeitas.
  • Ter senso crítico e cautela para saber tomar as decisões em benefício da loja, sem constranger clientes ou funcionários.
  • Ter boa comunicação e saber argumentar para que consiga alertar em situações suspeitas, mas sem chamar muita atenção ou criar polêmicas.
  • Ter capacidade de liderança para que possa administrar a equipe.
  • Conseguir fazer uso de inovações tecnológicas que possam ajudar em seu trabalho, proporcionando melhores ferramentas.
  • Ter amplo conhecimento da cultura da empresa e ter preparação para fazer melhorias contínuas.
  • Ter em mente que precisa de atualizações constantes sobre as técnicas e métodos de seu trabalho.
  • Ter conhecimento sobre as leis que impactam no trabalho, com atenção também às novas tendências de mercado.

Outras habilidades que também podem auxiliar no trabalho de um fiscal de loja:

  • relacionamento interpessoal
  • responsabilidade
  • atendimento ao cliente
  • disciplina
  • agilidade física e manual
  • proatividade
  • capacidade de trabalhar em equipe

O que você precisa para ser?

De modo geral, para ser fiscal de loja se exige apenas o ensino médio completo. Algumas lojas, porém, preferem que a pessoa tenha uma formação acadêmica, como administração ou logística. Isso dependerá da empresa e de sua dimensão, além das atribuições que forem dadas a esse profissional. De acordo com as responsabilidades do cargo, as empresas podem ainda exigir uma especialização ou um segundo idioma na contratação do fiscal de loja.

Qual o Salário Médio?*

O salário médio nacional de Fiscal De Loja é de R$1.636 em Brasil. Toda loja em sua rotina está exposta a uma série de riscos, os quais podem ser administrativos, operacionais ou financeiros, e que podem ser desconhecidos ou conhecidos pelos gestores. Nesse cenário, um fiscal de loja tem grande importância e vem se tornando muito comum, já que ajuda a prevenir os prejuízos financeiros, principalmente em comércios que têm produtos expostos e uma circulação contínua de clientes.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Com informações de Indeed.

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Fiscal de Loja
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Auxiliar de Almoxarifado

Trabalhar no almoxarifado pode ser uma boa opção para homens e mulheres que pretendem ingressar no mercado de trabalho. Nesse setor, uma pessoa iniciante tem a chance de ganhar experiência e iniciar sua trajetória de crescimento profissional dentro de uma empresa. Além disso, o que um auxiliar de almoxarifado faz serve como base para quem quer seguir carreira na área de administração ou logística.

O que faz?

Uma pessoa que trabalha como auxiliar de almoxarifado ajuda a equipe desse setor nas etapas de solicitação recebimento, armazenagem e expedição de diversos tipos de material para uso interno da empresa — de materiais de escritório a suprimentos para a produção industrial.
Suas principais atividades são:

  • Organizar as requisições de suprimentos e acompanhar o status dos pedidos.
  • Fazer contatos com fornecedores, quando solicitado pela pessoa a cargo do almoxarifado.
  • Desempacotar de forma apropriada todos os produtos recebidos, conferindo os itens e as respectivas notas fiscais.
  • Organizar pacotes e fazer entregas de suprimentos para os setores determinados.
  • Atualizar os registros de controle de entrada e saídas de material, inserindo as informações necessárias no sistema adotado pela empresa.
  • Manter o almoxarifado da empresa limpo e organizado, posicionando os itens da forma mais adequada e eficiente.
  • Evitar avarias, deterioração ou o extravio de materiais, para que isso não gere despesas extra ou contratempos para o setor.
  • Comunicar pontualmente a ocorrência de problemas ou eventuais falhas que possam atrasar o atendimento das solicitações de material.
  • Colaborar com o preparo de relatórios e atualizações periódicas de inventário.

Um/uma auxiliar de almoxarifado deve se movimentar bastante no dia a dia, subindo escadas, carregando e descarregando carrinhos para transporte de materiais ou até empilhadeiras, dependendo do porte e tipo de empresa onde for trabalhar.

Quais as Habilidades e Competências?

Para trabalhar no setor de almoxarifado de uma empresa, você deve saber (ou aprender) a lidar com o tipo de produtos com que vai lidar para otimizar o seu trabalho e o de toda a equipe. Por exemplo, um auxiliar de almoxarifado hospitalar precisa se familiarizar com normas de armazenagem de medicamentos e itens específicos usados no atendimento à saúde.
Estas são outras habilidades importantes que vale a pena você desenvolver:

  • Organização e atenção aos detalhes, por exemplo, ao inspecionar embalagens e verificar o preenchimento correto de notas fiscais.
  • Conhecimentos de informática, pois é provável que a empresa adote programas específicos para gerar e escanear códigos ou fazer registro de dados.
  • Resolução de problemas, mesmo sem autonomia para tomar certas decisões, é essencial entender que tipo de ocorrência pode causar problemas pois você tem a responsabilidade de informar eventuais atrasos e fazer previsões de quando será necessário reabastecer o estoque de algum item.
  • Raciocínio espacial, para saber posicionar os itens seguindo o método de armazenamento ideal para cada material.
  • Comunicação interpessoal, para se relacionar profissionalmente com equipes de diferentes setores da empresa, além de fornecedores, motoristas, entregadores etc.

O que você precisa para ser?

O Ministério do Trabalho não estipula qual o grau escolaridade necessário para atuar no cargo de auxiliar de almoxarifado. Contudo, a maioria das oportunidades de emprego nessa área são para pessoas com ensino médio completo — como você pode notar nos anúncios de emprego.

Qual o Salário Médio?*

No Brasil, há diferenças regionais com relação a ganha um auxiliar de almoxarifado. A faixa salarial para o cargo tem apresentado variações entre R$ 1.366,42 e R$ 2.473,48 no ano de 2021.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Com informações de Indeed.

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Auxiliar de Almoxarifado
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Desenvolvedor Full Stack

Desenvolvedor Full Stack é o profissional habilitado para entender e operar todas as partes de um projeto, desde a concepção de servidores internos até as interfaces de comunicação com o cliente final. Para entender melhor esse trabalho é importante explicar o que são as duas principais frentes de atuação desses profissionais. A primeira é o desenvolvimento front-end, o qual diz respeito a parte externa de uma aplicação, como um site, por exemplo. Os profissionais responsáveis por essa função, ao conceber os projetos, preocupam-se com os recursos e ferramentas que são vistos pelos usuários.

O que faz?

A organização das páginas de um site, o layout, a aparência e tudo aquilo que pode ser visto dentro do escopo do trabalho é construído por desenvolvedores front-end. Por outro lado, tudo aquilo que tem relação com a infraestrutura interna e funcionamento é conhecido como desenvolvimento back-end. As tecnologias mais comuns dessa composição são o Java, Ruby, Node.js, C# e Python. No entanto, existem profissionais que conseguem dominar essas duas funções, trabalhando de maneira ampla nesse campo de atuação.

Esses são os desenvolvedores full stack, que têm aptidão para atuar tanto no front, como no back-end. Geralmente contrata-se tais desenvolvedores para liderar projetos de grande porte, já que por causa de suas habilidades, conseguem enxergar o delineamento integral da aplicação, não apenas de forma mais técnica. A função desses profissionais é manter os sistemas internos com bom funcionamento, integrando normalmente as equipes de TI em grandes companhias. Seu foco costuma ser a manutenção dos aplicativos, mas também a concepção de novas soluções para os problemas que surgem na rotina laboral.

Quais as Habilidades e Competências?

Muito mais do que apenas os conhecimentos técnicos específicos, desenvolvedores full stack necessitam dispor de algumas competências e habilidades pessoais que serão de grande vantagem em sua rotina de trabalho. Listamos abaixo algumas dessas qualidades:

1. Senso crítico

Ter um senso crítico aguçado ajudará desenvolvedores full stack a tomar decisões inteligentes no seu dia a dia. Isso vale tanto para seu trabalho, como para o trabalho de colegas, ainda mais se está exercendo um cargo alto na hierarquia da empresa. Ter um olhar mais aberto para novas ideias é fundamental dentro dessa linha de trabalho.

2. Atualização constante

Desenvolvedores full stack também devem ter uma sede por conhecimento que não pode cessar. Na área da tecnologia as novidades surgem cotidianamente e caso não consigam acompanhar todas as tendências, esses profissionais podem tornar-se obsoletos. Fazer pós-graduação, mestrados e até doutorados, aprofundando assim seus conhecimentos é uma forma de manter-se em constante progresso. Comparecer a eventos, como palestras e workshops, ler artigos e fazer cursos online também podem ser estratégias igualmente interessantes.

3. Curiosidade

Ter curiosidade proporcionará motivação para você continuar na carreira e aprimorar ainda mais suas qualidades profissionais. Desenvolvedores full stack não podem dar atenção apenas a um único assunto, já que sua principal característica é o fato de conseguirem ser multitarefas. Sem a curiosidade, os profissionais tendem a se acomodar, ficando limitados a agir apenas dentro de uma área específica.

4. Saber lidar com pessoas de várias áreas

Programadores devem saber lidar com diferentes tipos de pessoas, isso torna-se ainda mais factível no que se refere a desenvolvedores full stack, visto que esses profissionais precisam atender a trabalhadores do suporte, comercial, atendimento e executivos. Isso ocorre porque as incumbências de colaboradores full stack são muito mais amplas e influenciam diversos setores.

5. Proatividade

A proatividade é imprescindível para desenvolvedores full stack, já que estes devem ter aptidão para encontrar problemas e sugerir soluções adequadas antes que as problemáticas atrapalhem o andamento dos projetos. Ter proatividade ainda tem relação com a tomada de decisões de maneira autônoma, sem esperar por confirmações a cada fase do projeto. Para isso, precisam confiar em seus instintos e em suas habilidades, agindo de maneira consciente a cada etapa do trabalho.

O que você precisa para ser?

Atuar como Desenvolvedor Full Stack requer muito conhecimento, por isso, as pessoas que querem trabalhar nessa área precisam estudar bastante. A escolha mais tradicional é cursar uma graduação que tenha um foco em tecnologia, mas ainda assim é necessário saber o que está acontecendo no mercado, acompanhar as novas tendências acerca das linguagens de programação e saber quais são as novas exigências das organizações para investir em qualificações.

Há ainda uma alternativa não tradicional, mas que vem atraindo diversos profissionais, que é o estudo autônomo. Diversos desenvolvedores que entram nesse mercado por essa estratégia costumam aprender convivendo com outros programadores ou procurando conteúdos na internet ou em livros. Nesse caso é mais indispensável ainda a busca por capacitação contínua. Algumas dicas do que deve fazer para destacar-se nesse meio são:

  • Buscar aprender novas linguagens de programação, ampliando seu conhecimento e, portanto, seu leque de possibilidades;
  • Procurar entender como funcionam domínios como DNS e SSL;
  • Ir além do básico, ampliando os conhecimentos em front-end e back-end;
  • Aprofundar-se, buscando dominar com destreza as técnicas relacionadas a User Experience (UX);
  • Desenvolver habilidades de comunicação para saber negociar com seu time e o de outras áreas;
  • Saber como funciona e como preparar a infraestrutura que suportará os projetos;
  • Ampliar suas oportunidades ao aprender a desenvolver aplicativos para iOS e Android;
  • Aumentar suas habilidades de liderança e gestão de projetos.

Qual o Salário Médio?*

Com suas habilidades em atuar com todos os processos de TI, esses profissionais conseguem ser responsáveis integralmente por um projeto, o que costuma reduzir gastos e aumentar a produtividade. A remuneração média de desenvolvedores full stack no Brasil é R$ 4.402 mensais, no entanto, esse número costuma variar bastante dependendo do tipo de empresa, das competências, formações e experiências desses profissionais.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

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Desenvolvedor Full Stack
Desenvolvedor Full Stack. Foto: Unsplash

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Operador(a) de Produção

As funções de um(a) Operador(a) de Produção sofrem variação de acordo com os diferentes tipos de trabalho, dependendo do setor envolvido e do seu nível de especialização. São profissionais que realizam tarefas relacionadas a trabalhos manuais e processos repetitivos, seguindo a orientação de um chefe de setor ou gerente de produção. Esses trabalhadores desenvolvem sua função no chamado ‘chão de fábrica’, onde a produtividade da indústria é realmente medida.

O que faz?

Em geral, suas funções são definidas pela empresa e supervisionadas por um especialista, que se encarrega de garantir que todo o processo produtivo funcione corretamente. Por isso, seu trabalho é fundamental no setor produtivo industrial, onde será necessário para a produção e distribuição correta dos produtos, exercendo funções como:

  • acondicionar materiais
  • realizar testes operacionais
  • solicitar reposição de materiais
  • sinalizar defeitos dos materiais
  • realimentar a linha de produção
  • controlar o estoque de materiais
  • recolher resíduos dos maquinários
  • limpar e organizar a área de trabalho
  • repor matéria prima em máquinas, entre outras funções.

Quais as Habilidades e Competências?

As competências que mais se destacam em um bom operador de produção em setores industriais, portanto, são:

  • resistência física
  • boa concentração
  • disciplina
  • coordenação motora
  • comprometimento com a empresa
  • pontualidade
  • cumprimento das orientações
  • bom trabalho em equipe
  • rigorosa observação das normas de segurança

Quanto ao último ponto, sim, você terá de realizar todas as suas tarefas observando as normas de segurança, como o uso correto de equipamento de proteção individual (EPI) e os equipamentos de proteção coletiva (EPCs). O setor industrial sempre envolve riscos e estar atento a esses cuidados pode ser um diferencial para garantir sua saúde e integridade física dentro dos locais de produção.

O que você precisa para ser?

Essa é uma profissão que não exige uma formação específica. O nível de escolaridade mais recorrente entre contratados é o de ensino médio completo e a pessoa geralmente recebe treinamento adicional tanto teórico como prático dentro da própria empresa, o que permite a você trabalhar em diferentes partes da linha de produção, como, por exemplo, fabricação, montagem dos produtos, teste do produto final, transporte e logística, controle de qualidade, etc.

No entanto, apesar de não ser exigida uma formação técnica ou superior, profissionais que possuem cursos são mais valorizados, com maior chance tanto de contratação quanto de alavancar a carreira em curto e médio prazos. O SENAI, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial é uma instituição de capacitação justamente para o setor, e traz cursos presenciais e à distância em diversos processos da linha de produção.

Se você está procurando ingresso no mercado de trabalho, onde houver indústrias, há oportunidades, sendo esse um dos setores que mais contratam e movimentam a economia como um todo. Se você tem afinidade pelo setor de produção industrial, talvez essa ocupação seja realmente boa para você. Procure por vagas, atualize seu currículo e boa sorte nas entrevistas.

Qual o Salário Médio?*

No mercado brasileiro, profissionais trabalhando neste ramo ganham um salário médio de R$ 1.700 para uma jornada de trabalho normal em carteira assinada, 44 horas semanais.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

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Em casa ou no escritório: Dicas para manter o foco no trabalho híbrido

Quando a maioria das pessoas passava a se acostumar com o home-office, (em casa, geralmente), chegou a hora de voltar, parcialmente, ao escritório. O modelo de trabalho híbrido se tornou realidade e parece agradar funcionários e empresas. De acordo com uma pesquisa da Microsoft sobre tendências no trabalho, em 2021, 57% dos trabalhadores remotos consideraram migrar para o híbrido em todo o mundo. O desafio agora é conseguir manter o foco e a produtividade com a mudança de ambientes, mas algumas atitudes facilitam a transição.

Seja paciente: A realidade é que antes da pandemia, poucos profissionais trabalhavam em empresas cuja cultura abarcava o trabalho híbrido. Assim, grande parte do mercado ainda está se acostumando com o formato, tanto empresas quanto colaboradores. Todos estão passando pelo processo de aprendizado e adaptação, ou seja, tenha paciência com os outros e consigo mesmo.

Crie uma rotina para os dois formatos: A rotina do trabalho remoto é diferente daquela do escritório presencial. No trabalho híbrido é preciso respeitar as particularidades de cada ambiente. Um dia na empresa e outro em casa pode acabar bagunçando a rotina – e com o tempo, gerando mais cansaço ao longo da semana. Por isso, defina um cronograma para os dois formatos de trabalho, assim conseguirá realizar todas as suas atividades – tanto em casa, como na empresa.

De olho na produtividade: Uma reclamação comum de alguns profissionais em home-office é que, em casa, é mais fácil perder o foco. A iniciativa para conseguir manter a concentração e a produtividade começa com definir um local tranquilo e livre de distrações para trabalhar. Não importa se é a sala, o quarto, a cozinha, mas tenha um ambiente preparado para manter o foco.

Pomodoro: Se focar nas tarefas está muito complicado, existem técnicas como a “Pomodoro”, que consiste na utilização de um cronômetro para dividir o trabalho em períodos de 25 minutos, separados por breves intervalos, de 3 a 5 minutos. Vale a pena tentar a metodologia e já existem diversos aplicativos que ajudam com a técnica, como Pommo, Pomodoro Timer, Pomodoro & Tarefas.

Invista em ferramentas: Para cada tipo de trabalho existem ferramentas apropriadas e no mundo corporativo não é diferente. Desde um headset bluetooth com cancelamento de ruído ativo, que permite andar pela casa ou pelo escritório e atender possíveis chamadas mesmo longe do celular, até soluções para videoconferência inteligentes. O mercado já oferece diversas soluções e com a consolidação de modelos de trabalho flexíveis, contar com as ferramentas corretas faz a diferença na produtividade.

Por: Vitória Veiga, Gerente de Marketing da Unentel Distribuição

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Em casa ou no escritório: Dicas para manter o foco no trabalho híbrido
Foto: Vitória Veiga, Gerente de Marketing da Unentel Distribuição/Divulgação

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Forense Digital: profissão atua na investigação de crimes cibernéticos

Sendo uma área em constante inovação e considerada uma das profissões do futuro, o trabalho de perícia forense digital permite a coleta de evidências e análises de casos de crimes virtuais. Considerando que o Brasil foi o 5º país a registrar mais ataques cibernéticos no ano passado, segundo a consultoria alemã Roland Berger, a função desempenhada pelo profissional de forense digital pode ser essencial em casos de incidentes de segurança.

Apaixonada pelas ciências forenses, Ana Moura (47 anos) construiu sua carreira na área de Forense Digital. Atuando há 12 anos no setor, em São Paulo, ela acredita que o trabalho exige do profissional uma necessidade intensa de atualização e aprendizado. “A forense digital tem uma relevância social muito significativa, você sente que de fato colabora com a ciência e com a sociedade”, afirma.

Ter senso analítico, determinação, curiosidade e, principalmente, ser guiado pela evidência encontrada são habilidades importantes para quem deseja desempenhar o cargo. “Nós coletamos os vestígios digitais em locais de crime, trazemos ao laboratório e fazemos a extração de imagem forense. Depois, essa imagem é processada e os dados são analisados para verificar se tem relevância ou ligação com o caso investigado”, explica Moura.

A perícia forense digital possui um amplo mercado de atuação, as oportunidades para os profissionais habilitados são diversas. Os empregadores mais comuns são grandes empresas, consultorias de fraude e compliance, além de setores privados e especialmente as forças de lei. Os salários iniciam em R$ 5 mil e podem chegar a R$ 30 mil, dependendo do empregador do caso investigado. Lembrando que o salário da categoria pode variar de acordo com a demanda regional.

“Com o crescimento de ataques cibernéticos, o profissional de forense vem sendo cada vez mais exigido para encontrar o artefato decisivo, saber sua origem, o caminho percorrido até chegar à resolução do caso”, pontua a especialista.

Para atuação em Forense Digital é fundamental ser formado em tecnologia e buscar especializações. “A pós-graduação e certificações são muito interessantes para o analista de perícia digital. Além do conteúdo teórico e técnico, o profissional é capacitado para ter condições de formatar, formalizar, materializar as evidências que ele encontrará durante a sua análise. Com uma base relevante nos estudos, é possível chegar à resolução do crime digital de uma maneira mais ágil”, explica Nadia Guimarães, diretora acadêmica do Instituto DARYUS de Ensino Superior Paulista (IDESP).

Com a demanda de serviços realizados por meio do ambiente digital, o analista de forense digital é o profissional que desempenha uma das atividades mais promissoras. “É importante o profissional que pretende seguir a carreira como forense digital, escolher uma instituição de ensino reconhecida, que ofereça conteúdo das ferramentas certas e dos processos aplicados. Um profissional bem qualificado certamente terá um diferencial no mercado de trabalho”, finaliza Nadia.

Sobre o IDESP

Fundado em 2005, o Grupo Daryus, de origem e capital 100% brasileiro, tornou-se referência na atuação de Consultoria e Educação em GRC. Com mais de 15 anos de experiência a Daryus Educação promoveu a capacitação profissional para mais de 20 mil alunos, 60 cursos oferecidos, sendo 9 cursos de pós-graduação reconhecidos pelo Ministério da Educação e parcerias com faculdade e institutos renomados.

Atualmente, a empresa se reposiciona com o Instituto Daryus de Ensino Superior Paulista (IDESP) e continua a oferecer conhecimento em cursos voltados para educação executiva, treinamento e certificações internacionais nas áreas de continuidade de negócios, cibersegurança, segurança da informação, gestão de riscos, gestão de TI, projetos e processos, entre outros. A empresa é pioneira na criação dos cursos de pós-graduação de segurança da informação, perícia forense digital, gestão riscos, continuidade de negócios e cibersegurança.

Para mais informações, acesse: https://www.daryus.com.br/pos-graduacao.

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Forense Digital: profissão atua na investigação de crimes cibernéticos
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Como Impressionar em uma Entrevista de Emprego?

É comum que no decorrer de um processo seletivo candidatos procurem por diversas maneiras para impressionar recrutadores, como na entrevista de emprego. Em meio ao marasmo empregabilístico no Brasil, com mais de 11 milhões de desempregados segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), é natural que pessoas busquem por maior preparo na hora de realizar uma entrevista e conquistar a tão sonhada vaga de emprego.

Consultora de carreira da Thomas Case & Associados lista fatores importantes para se destacar durante uma entrevista de emprego

Esse preparo vai além das convencionais frases prontas encontradas pela internet. Recrutadores com maturidade profissional sabem aprofundar e validar uma entrevista. Segundo Glaucia Nasi, consultora de carreira da Thomas Case & Associados, é necessário estar preparado para falar de suas experiências e competências com segurança, estabelecer um bom contato com o entrevistador, sempre com respostas claras e objetivas. “Antes de uma entrevista, é indispensável saber a descrição do perfil da vaga para alinhar suas expertises com as necessidades da empresa, é primordial expor sua experiência de forma objetiva, sem modular uma apresentação em linguagem intencionada apenas para causar uma boa impressão, por isso naturalidade e espontaneidade são essenciais para não transmitir a ideia de discurso ensaiado”, destaca Glaucia. A profissional em recursos humanos reforça que é importante o candidato contextualizar a sua experiência com a realidade, mencionando cases de maneira pontual que demonstram a coerência entre o que se fala e faz.

Segundo a consultora de carreiras, existem algumas frases específicas que podem chamar a atenção do entrevistador, levando o candidato a maior chance de êxito. “Quando um candidato quer demonstrar interesse na vaga, ele pode usar frases como: ‘De acordo com o que conversamos, achei esta oportunidade muito interessante e desafiadora, e acredito que posso contribuir na geração de bons resultados’ ou ‘Agradeço seu contato e fico à disposição se precisar retomar algum ponto sobre minha experiência’, elas podem demonstrar com mais clareza onde o candidato quer chegar”, ressalta a Nasi.

Diante a este cenário, a consultora de carreira separou algumas frases que podem ser utilizadas em determinadas situações durante uma entrevista de forma natural, que podem colocar candidatos em lugar de destaque no decorrer de um processo seletivo. Confira abaixo:

Frases que podem ser usadas para destacar suas habilidades:

  • “Acredito que minha experiência pode contribuir com o crescimento da área, porque tenho visão sistêmica e estratégica.”
  • “Gosto de atuar em parceria, não só com minha equipe, mas também com as demais áreas, porque sei que um trabalho em sinergia proporciona resultados mais efetivos.”
  • “Desenvolvi processos para reestruturação da área, contribuindo para performance da equipe, redução de custo, ampliei a carteira de clientes, melhorei a qualidade, diminui tempo do processo, desenvolvi fornecedores, reduzi prazos, estabeleci maior integração e proximidade junto aos meus pares, melhorando os resultados.”

Expressões que demonstram conhecimento sobre a empresa:

  • “Tenho acompanhado o mercado e entendo que o segmento tem demonstrado oportunidades de investimentos ou está retraído, portanto é importante desenvolver planos com ações focados em novas parcerias, produtos e processos customizados.”
  • “Vejo que os concorrentes se posicionam com estratégias…”
  • “Há potencial de crescimento junto às regiões ABC.”
  • “Li uma matéria sobre o setor que dizia…”

Perguntas chaves que podem ser feitas durante a entrevista:

  • “Quais as principais dificuldades do cargo?”
  • “Quais são os maiores desafios do cargo em curto e médio prazos?”

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Empregabilidade de Jovens: é necessária a mobilização do setor privado

Além de programas governamentais, como o Jovem Aprendiz, é importante reforçar o papel de parcerias entre instituições privadas e do terceiro setor para auxiliar essa camada da população, que está entre as mais afetadas pelo desemprego. Veja como é possível ampliar a empregabilidade de jovens.

Recentemente, a Câmara dos Deputados se reuniu para analisar o Estatuto do Aprendiz, Projeto de Lei 6461/19, que estabelece condições sobre contratos de trabalho, cotas nas empresas, formação profissional e direitos do Jovem Aprendiz. Esse novo marco legal para trabalho e capacitação de jovens entre 14 e 24 anos pode aumentar a empregabilidade destes jovens, que historicamente estão entre as mais afetadas pelo desemprego no Brasil.

No entanto, alguns pontos da legislação ainda geram divergências, como é o caso da cota mínima de 5% para contratação de aprendizes. Enquanto algumas empresas demandam mão de obra altamente especializada ou trabalhos insalubres, inadequados para profissionais inexperientes, outras já ultrapassam essa cota por tradicionalmente empregarem os mais jovens, como acontece no setor de telemarketing.

Outro fator importante é a remuneração, que em alguns casos pode ser mais atraente em vagas que não se enquadram no programa, mas que exigem maior qualificação dos candidatos. Com crise econômica e baixa oferta de novas colocações no mercado, os jovens ficam para trás quando precisam concorrer com candidatos mais experientes e com maior escolaridade.

De acordo com o último levantamento do IBGE, a taxa de desocupação entre adolescentes de 14 a 17 anos é de 39%, diante de 23% na faixa de 18 a 24 anos. Para amenizar esse problema social, é preciso mais do que programas governamentais para empregabilidade e ensino técnico para os jovens. A mobilização do setor privado e de ONGs é necessária para que haja maior oferta de cursos voltados ao mercado e postos de trabalho destinados a esses públicos.

Mobilização do empresariado 

Um exemplo de sucesso nesse sentido é o Instituto PROA, que, por meio de cursos preparatórios para o primeiro emprego e parcerias com empresas empregadoras, já inseriu milhares de jovens no mercado de trabalho. “Mais de 9.500 jovens já passaram pelos nossos cursos profissionalizantes ao longo de 15 anos, com uma taxa de empregabilidade de 85% em até 6 meses pós-curso. Com o projeto PROPROFISSÃO, são mais de 1.100 jovens trabalhando e empregados nos últimos 3 anos. Já com a Plataforma PROA, em 10 meses após a formação da primeira turma já temos 972 jovens trabalhando, em breve chegaremos a mil”, afirma Alini Dal’Magro, CEO da organização.

De acordo com a gestora, a parceria entre institutos educacionais e empresas é fundamental para que esses esforços gerem bons resultados. “O engajamento de empresas é muito importante, principalmente aquelas que destinam vagas exclusivas para os jovens e oferecem reais oportunidades para que continuem no processo de desenvolvimento e construção da carreira. Por isso, precisamos sempre expandir nossa rede de relacionamento com organizações que possuam, em suas agendas, pautas voltadas para a transformação e inclusão social de jovens de baixa renda no mercado de trabalho”, reforça.

“Muitas empresas recrutam funcionários que nem sempre são os mais preparados para as posições, por não possuírem alguns requisitos básicos. O nosso papel é suprir essa demanda, por meio de treinamentos gratuitos”, explica Alini. “As empresas, de forma geral, reconhecem o trabalho da instituição e sabem da importância de projetos como o PROA como porta de entrada. Quem está na linha de frente do recrutamento sabe das dificuldades para contratar profissionais que entendam os códigos corporativos a serem seguidos, tanto em uma entrevista, como após a aprovação dos processos seletivos e tarefas iniciais”.

Desenvolver os talentos

De acordo com a agência de notícias da Câmara dos Deputados, as oportunidades para os profissionais menos experientes ainda se concentram em determinados setores, como o de serviços por telefone, que tem 63% de jovens entre os contratados. Essa taxa é bem previsível, já que mesmo o ensino regular incentiva as habilidades de comunicação desde cedo, e essas podem ser aperfeiçoadas em treinamentos oferecidos pelas empresas.

Os jovens que se identificam com outras áreas podem demorar mais na inserção ao mercado, buscando ensino técnico e graduações. No entanto, as parcerias entre ONGs e empresas podem agilizar esse processo de busca pela primeira experiência.

Programas como a Plataforma PROA, por exemplo, incluem treinamentos técnicos patrocinados. O projeto inclui 6 carreiras à escolha do aluno, com 50 horas de preparação para cada: Análise de Dados (patrocinado pelo iFood), Varejo (Via – Fundação Casas Bahia), Administração (P&G), Logística (P&G), UX Design (Accenture) e Promoção de Marcas (BRF).

Demandas do mercado

Enquanto muitos setores sofrem com a crise econômica, a área de tecnologia de informação apresenta uma oferta crescente de postos de trabalho. “Segundo dados da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais – Brasscom, teremos um apagão de talentos no Brasil nos próximos anos, fato que já é sentido de forma bem latente pelas empresas –o que ficou ainda mais acentuado após a pandemia, com os processos acelerados de transformação digital nas organizações. Considerando que as taxas de desemprego crescem de forma expressiva, ano após ano, fica claro que não há mão de obra especializada para atender a demanda de mercado”, analisa a especialista.

Para estimular os jovens a conhecerem melhor essa área tão promissora, é importante que também haja oferta de cursos técnicos de programação. “No PROPROFISSÃO, nosso curso de tecnologia, podemos afirmar que há certamente um grande gargalo de profissionais de tecnologia no mercado de forma geral. Entretanto, as empresas possuem um nível de exigência e senioridade na contratação em cargos iniciais, que nem sempre as formações profissionalizantes são capazes de suprir”.

Além de colaborarem com a oferta de vagas, as empresas devem ter a consciência de seu papel no aprendizado dos jovens funcionários, principalmente quando se trata de primeiro emprego. Nesse sentido, o planejamento conjunto com as instituições de ensino é um modelo ideal. “Nós reforçamos o papel das empresas no processo de formação e amadurecimento do profissional recém-formado, alinhando que haverá competências técnicas que deverão ser trabalhadas pelas companhias com treinamentos, disponibilização de cursos extras, programas como ‘shadow’, por exemplo, e muitas outras frentes que podem contribuir para essa evolução”, ressalta Alini.

Sobre Alini Dal’Magro

Alini é mestra em Empreendedorismo pela Universidade de São Paulo – USP, possui graduação em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Apresenta experiências acadêmicas na Universidad Nacional del Litoral – UNL (Argentina) e na Western University – Ontário (Canadá). Atuou como Head da Unidade de negócios de ensino técnico na Somos Educação e PMO responsável pela fusão da Saraiva Educação. Foi diretora de consultoria e cursos on-line do Instituto Singularidades. Tem experiência com novos negócios, concepção e desenvolvimento de cursos on-line, liderança de equipes multidisciplinares, consultoria, transformação digital e estruturação de empresas. Atualmente é CEO do Instituto PROA e Top Voice no LinkedIn.

Sobre o Instituto PROA

O Instituto PROA foi fundado em 2007 com o objetivo de auxiliar jovens de baixa renda a ingressarem no mercado de trabalho, dividindo conhecimentos sobre carreiras, planejamento, autoconhecimento para vocações e comunicação. Desde então, já formou milhares de alunos com seus dois principais projetos, Plataforma PROA – preparação para o primeiro emprego – e PROPROFISSÃO – curso de programação para quem deseja ser um desenvolvedor Java Junior. Atualmente, o projeto atua nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

https://www.proa.org.br/

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Empregabilidade de Jovens: é necessária a mobilização do setor privado
Alini Dal’Magro, CEO do Instituto PROA Crédito Guto Garrote

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Como aumentar as chances da contratação em uma entrevista de emprego?

Com a crise que atinge o mercado de trabalho se expandindo cada vez mais no Brasil, é importante que as pessoas saibam técnicas que podem ser de grande ajuda durante uma entrevista de emprego, para aumentar as chances de contratação.

De acordo com Alexandre Slivnik, vice-presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), que realiza cursos e palestras há vinte anos, alguns movimentos podem ser aplicados até mesmo em entrevistas remotas.

“Durante a pandemia, as entrevistas pela internet se tornaram algo comum. Todos os dias as pessoas têm reuniões digitais ou virtuais, e para contratar um colaborador não é diferente. No entanto, existem algumas atitudes que podem aumentar as chances de contratação, até mesmo em uma entrevista a distância”, relata.

O palestrante compara as formas de avaliação por parte das empresas em entrevistas presenciais e remotas. “Em situações presenciais, a avaliação já começa ao entrar na empresa, através de sua postura perante a outros colaboradores e enquanto aguarda efetivamente a entrevista.

Por outro lado, nas videochamadas a avaliação começa nas redes sociais. O interesse é saber o que o candidato posta e comenta, se ele falou mal da empresa anterior, do chefe anterior e se essa pessoa é agressiva em suas interações. Portanto, não deixe sua identidade de lado, mas cuidado com os erros de português e com a forma de se portar na internet”, pontua.

Para Slivnik, os candidatos devem buscar por vagas que realmente despertem seu interesse e desejo de trabalhar. “Enviar um currículo para diversas empresas diferentes e ficar esperando sentado no sofá não vai adiantar . Para aumentar as chances de contratação, é necessário buscar empresas que tenham características e culturas semelhantes às suas, mantendo o foco naquela companhia que você realmente deseja trabalhar ao invés de atirar para todos os lados”, alerta.

Muitos acreditam que esse pode ser um ato de prepotência, mas almejar um cargo maior e deixar isso claro para os gestores é algo que pode ser visto com bons olhos. “Exponha seu objetivo na organização, seja ele chegar na liderança, trabalhar no atendimento ao cliente ou no setor de vendas. De qualquer maneira, se apresente na empresa demonstrando sede de crescimento”, revela.

De acordo com o vice-presidente da ABTD, é válido adicionar ao currículo itens específicos relacionados à vaga desejada. “Mencione como sua colaboração pode melhorar os resultados da empresa. Afinal, eles querem saber como você vai ajudar a companhia a crescer. Quanto maior a audácia, maior a chance de contratação. Portanto, não tenha medo de colocar percepções de como você acha que a empresa deve crescer e como os problemas devem ser resolvidos. Nos dias de hoje, esse tipo de comportamento tem sido muito valorizado pelos gestores”, finaliza.

Alexandre Slivnik é reconhecido oficialmente pelo governo norte americano como um profissional com habilidades extraordinárias na área de palestras e treinamentos (EB1). É autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. É diretor executivo do IBEX – Institute for Business Excellence, sediado em Orlando / FL (EUA). É Vice-Presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e diretor geral do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD). É professor convidado do MBA de Gestão Empresarial da FIA / USP. Palestrante e profissional com mais de 20 anos de experiência na área de RH e Treinamento. É atualmente um dos maiores especialistas em excelência em serviços no Brasil. Palestrante Internacional com experiência nos EUA, EUROPA, ÁFRICA e ÁSIA, tendo feito especialização na Universidade de HARVARD (Graduate School of Education – Boston / EUA). www.alexandreslivnik.com.br.

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Alexandre Slivnik. Foto: Divulgação.

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Interview Warmup: Google lança site para se preparar na entrevista de emprego

O Interview Warmup é uma ferramenta gratuita do Google que contribui com quem tem dúvidas sobre como se comportar diante de uma entrevista de emprego. A Inteligência Artificial (IA) também está presente para auxiliar candidatos que estão em busca de treinamentos para se saírem bem em entrevistas de emprego.

Pelo site, é possível percorrer um padrão de entrevistas, contribuindo com a desenvoltura do candidato. Como? Por meio de resultados e insights. Graças a tecnologia de IA, a ferramenta destina perguntas comuns de entrevista para preparar o candidato a obter flexibilidade quando a hora da verdade chegar.

No entanto, o serviço ainda não está disponível em português, mas pode ser bem útil para profissionais que estão se planejando para uma vaga que exija um nível de proficiência em inglês ou estão em busca de uma oportunidade no exterior. 

Como usar o Interview Warmup?

O Interview Warmup faz uma série de perguntas de entrevista relevantes para o seu campo de trabalho. Elas começam desde questões sobre trajetória profissional, conhecimentos técnicos e referentes ao segmento de atuação.

Os questionamentos variam conforme a carreira, mas a plataforma também possui perguntas mais comuns realizadas por recrutadores, como “Por favor me conte sobre alguns de seus pontos positivos e negativos”, e “Qual é o seu objetivo profissional para os próximos cinco anos?”

O primeiro passo é acessar o site do Interveiw Warmup. Acesse em seu navegador e clique em começar a praticar, que fica na parte inferior da tela principal. Em seguida, escolha seu campo de trabalho na lista e clique em Iniciar na página seguinte. 

A partir desse estágio, a IA fará cinco perguntas: elas podem ser respondidas tanto por meio da escrita quanto do seu áudio. 

É possível diferenciar as perguntas a serem respondidas, de acordo com cada acesso ao site. Dessa maneira, os insights serão diferenciados, contribuindo com sua preparação.  

Ao contar com o auxílio da plataforma do Google, certamente você terá um diferencial em relação aos demais candidatos. E o mais importante é sempre ser honesto, demonstrando da maneira mais natural possível sua personalidade e jeito de ser.  

Com informações de Exame e Olhar Digital

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Pegadinhas na entrevista de emprego: Como escapar delas?

Entrevistas de emprego podem ser um momento muito estressante para quem está em busca de recolocação no mercado de trabalho, principalmente quando se tem pouca experiência. O momento deste bate papo tão temido é o que define a contratação, por vezes mais até do que o currículo. Fique atento com as pegadinhas na entrevista de emprego.

“O grande inimigo de um candidato à vaga de emprego é a falta de preparo, que pode causar o famoso ‘branco’ quando menos se espera”, explica Fabiana Teixeira, estrategista em comunicação e experiente repórter de televisão.

Ela esclarece que o entrevistador testa não apenas o seu conhecimento sobre o ofício em questão, mas também sua habilidade de comunicação e como você reage sob pressão em certos cenários ‘inesperados’. “Por isso são criadas algumas estratégias que são usadas durante a conversa, para avaliar seu desempenho sem que você saiba.”

Para que você não seja pego de surpresa e esteja despreparado, Teixeira explica as 3 ‘pegadinhas’ mais comuns em entrevistas de emprego:

  1. Momento de pausa no diálogo

Propositalmente, o entrevistador fica em silêncio após uma resposta sua, na intenção de analisar sua reação e certeza de sua fala. Pode até causar uma sensação de constrangimento e insegurança, mas mantenha a calma, não dê sinais de ansiedade e nem reformule sua resposta. Espere até que ele ou ela retome com o diálogo, o que demonstra confiança no seu discurso.

  1. “Por que você quer trabalhar nesta empresa?”

Este é um teste sobre a sua dedicação à vaga pela qual está sendo entrevistado. O recrutador quer saber se você fez a lição de casa e realizou uma pesquisa sobre a empresa. É essencial que você tenha essa resposta e alguns dados sobre a empresa na ponta da língua, por isso sempre antes de uma entrevista, dedique um tempo para essa busca.

  1. “Quais são os seus defeitos?”

Neste caso, de maneira alguma, mencione algo pessoal. Por outro lado, não é interessante, e nem sensato, responder que não tem nenhum. Então, escolha algo que realmente afete sua vida profissional, mas que já você já esteja trabalhando para melhorar. Por exemplo, dizer que tem ansiedade em falar em público, mas está realizando um curso de oratória. Isso demonstra autopercepção, mas também vontade de evoluir como profissional.

Sobre a especialista:

Fabiana Teixeira é jornalista formada pela PUC-SP e tem experiência como repórter em emissoras como Record TV, TV Bandeirantes, Rede TV e TV Cultura. Também é especialista em Comunicação Empresarial, Branding e posicionamento de marcas pela ESPM, e Marketing Digital pela Universidade de Columbia, em Nova York.

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Fabiana Teixeira, Estrategista de Comunicação e Jornalista Foto: Acervo Pessoal

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Crescimento profissional: 6 hábitos ruins para evitar!

Ter uma carreira de sucesso fica mais fácil quando seguimos alguns caminhos – como fazer aquilo que gostamos e temos aptidão, o estudo de determinado assunto a fim de enriquecer ainda mais nossos conhecimentos, e a proatividade para correr atrás do que precisa ser feito. Esses são apenas alguns exemplos do que é necessário para se dar bem no ambiente de trabalho e ter crescimento profissional – mas e o que não fazer?

Existem alguns hábitos que atrapalham a rotina, prejudicam o foco, a qualidade das atividades e impedem a evolução. “É fundamental reconhecer esses comportamentos ruins para descobrir maneiras de corrigi-los e adotar novas condutas para evitar que o dia a dia no trabalho se transforme em um filme de terror”, diz Uranio Bonoldi, especialista em negócios e tomada de decisão, com mais de 30 anos de experiência em cargos de alta gestão. Para ele, existem seis principais hábitos que devem ser evitados por quem quer crescer profissionalmente:

Fazer más escolhas sistematicamente e não tirar lições delas

Todos nós passamos por situações em que temos que tomar decisões difíceis no trabalho e a principal diferença entre o fracasso e o sucesso pode estar ligado às escolhas que fazemos. Uranio orienta a trazer essa decisão difícil para o mundo da reflexão e da razão: “Isso se faz isolando a emoção, respirando e esperando que a mente se acalme. Leve em conta seus valores internos e lembre-se de que quando uma decisão afeta positivamente o maior número de pessoas possível, ela geralmente é uma boa decisão. Evite procrastinar para decidir, mas trace um plano de possíveis consequências e avalie se vale a pena”, diz. Importante ponto que temos de levar em conta é o aspecto do aprendizado em se decidir. Tomar decisão é um processo que podemos aprimorar cada vez mais. Portanto, quanto maior for a consciência e o bom posicionamento de nossas decisões com relação aos nossos valores, mais poderemos tirar lições importantes da decisão tomada, tenha sido ela acertada ou se mostrado equivocada. “Aprendamos ao escolher e decidir”, – conclui.

Trabalhar sem descanso

Cada vez mais ouvimos falar sobre burnout e a importância de manter a saúde mental em dia. Com a pandemia, o número de pessoas em home office aumentou e ficou mais difícil separar o tempo de trabalho com o descanso – o que traz malefícios que afetam diretamente a produtividade. “Sem uma pausa e um equilíbrio entre lazer e trabalho, fica mais difícil organizar as demandas e a estafa mental causada pelo estilo workaholic prejudica o desenvolvimento e crescimento profissional. Precisamos de hobbies para sermos mais criativos, levantar da frente do notebook e dar uma volta pode ser essencial para que o resto do dia trabalhando flua bem”, comenta Uranio.

Não definir metas

Para alcançar qualquer objetivo, é importante traçar um plano de ação. “O que devo fazer para chegar lá? Ter em mente cada degrau que você precisa subir para alcançar o topo é imprescindível. A partir daí, esquematizar meta por meta te dá uma base maior do que ainda é preciso fazer e do que já foi feito. Olhar para trás e perceber essa caminhada, as metas já cumpridas, te dará mais gás para realizar as próximas”, incentiva o especialista.

Ter a mente fechada para possíveis mudanças de rota

Quando planejamos algo grande, é normal ficarmos frustrados se algo sair fora do esperado – principalmente ao falarmos de carreira. Porém, o mundo segue em constante movimento e assim também é o mercado de trabalho. “Às vezes insistimos em algo que já não faz mais sentido. A digitalização, por exemplo, veio para ficar, então é mais fácil eu me adaptar às novas tecnologias do que ficar para trás. Portanto, se for necessário, recalcule a rota sem medo. Nada fica estagnado por muito tempo e as profissões estão em constante evolução”, aponta Uranio.

Falta de comunicação

Nós somos seres sociáveis e no mercado de trabalho, a troca de informações é ouro. Seja para vender um produto ao cliente, apresentar a sua empresa ou conversar com o chefe, uma boa comunicação faz toda a diferença. Uranio afirma que é preciso ter clareza e transmitir a mensagem correta para o seu ouvinte. “Estar com as ideias na cabeça é diferente de colocá-las no papel ou mesmo falar, por isso, minha dica é: tenha um bloco de anotações sempre com você, pode ser até no celular. Escrevendo, você consegue processar melhor as informações e corre menos risco de haver falhas na hora de comunicar essas ideias”.

Esquecer do networking

Ninguém chega a nenhum lugar sozinho – precisamos criar redes dentro e fora do ambiente de trabalho para prosperar. Saber trabalhar em equipe e usar esse fator ao seu favor pode ajudar a conquistar desde um aumento no salário até um novo cargo, um emprego melhor ou mesmo atrair novos clientes para sua empresa. “É importante cultivar networking de qualidade. Saber com quem e como falar,  faz com que você seja visto como uma referência. Dessa maneira, mais pessoas conhecem seu trabalho e suas realizações, o que ajuda você a se destacar no mercado”, finaliza Bonoldi.

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Crescimento profissional: 6 hábitos ruins para evitar!
Crescimento profissional: 6 hábitos ruins para evitar! Imagem: Reprodução da Internet

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Atendimento: 5 frases que irritam os clientes e alternativas

Não há nada que deixe uma pessoa mais frustrada com uma marca ou empresa, do que as frases prontas utilizadas nos serviços de atendimento ao cliente, principalmente aquelas que seguem um padrão de resposta para qualquer tipo de ligação, quando o cliente quer registrar alguma reclamação de produto ou serviço.

A especialista em Customer Centric, Gisele Paula, CEO do Instituto Cliente Feliz, cofundadora do Reclame AQUI e autora do livro Cliente Feliz dá Lucro, lista algumas frases que devem ser evitadas e ainda dá dicas de outras que podem mudar o rumo da conversa, criando uma ligação genuína entre empresa e consumidor.

1 – “É procedimento da empresa” –  Quando precisar dizer não ao cliente, a primeira coisa que se deve fazer é explicar o porquê. Qual a razão por trás do procedimento.

2 – “Anote o protocolo” – Tudo que gera esforço para o cliente pode irritá-lo. Então ao invés de pedir para anotar o protocolo, por que não ter a proatividade de enviar para ele?

3 – “Consta no seu contrato, senhor” – A pior resposta é levar o cliente para o que está assinado. É um convite ao conflito. Se está no contrato e o cliente não sabia, era obrigação da empresa orientar e comunicar pontos importante do contrato, antes dele mesmo pedir.

4 – “Vou estar te transferindo” – Primeiro, não faça isso com a língua portuguesa. O gerúndio não se usa para ações que duram segundos, portanto substitua essa frase por “Gisele, o departamento X é especialista no assunto e pode te apoiar melhor neste tema. Vou transferir a ligação e te conectar com eles, está bem?

5 – “Aguarde em linha para avaliação” – Dificilmente o cliente é 100% sincero numa avaliação em que ele sabe que o atendente está na linha. E o medo de sofrer represália? O recomendado, nesses casos, é pedir a avaliação minutos após o atendimento. A Apple, por exemplo, envia um e-mail logo quando finaliza o atendimento por telefone, pedindo o feedback do atendimento.

Gisele Paula ainda ressalta que toda e qualquer empresa precisa sentir empatia pelo cliente, se colocar no lugar dele e com isso gerar uma conexão, transformando a experiência negativa em uma solução positiva.

“As marcas precisam com urgência perder o medo de pedir desculpas, pois isso mostra a vulnerabilidade, deixando-as mais humanas, visto que todos estão passíveis a erros”, finaliza a especialista.

Gisele Paula

Deixou a carreira executiva e se tornou empresária cofundando o Reclame Aqui. Paula permaneceu a frente da empresa desde 2011 até dezembro de 2019. Foi protagonista da disseminação da Cultura Customer Centric em grandes companhias brasileiras e se tornou a maior influenciadora digital sobre o tema no Brasil. Atualmente se dedica exclusivamente ao Instituto Cliente Feliz.

A empresária é autora do livro Cliente Feliz dá Lucro, lançado pela Buzz Editora, em novembro de 2021, com o título já configurando entre os mais vendidos no segmento de negócios.

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Atendimento: 5 frases que irritam os clientes e alternativas
Gisele Paula. Créditos: Iris Fotografia

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Satisfação Profissional: Qual o caminho?

É comum ver casos de trabalhadores que passam anos trabalhando em uma mesma empresa, com uma boa remuneração, mas nunca alcançam a tão almejada satisfação profissional.

Para Alexandre Slivnik, vice-presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), que realiza cursos e palestras há vinte anos, a insatisfação raramente está ligada ao salário. “Muitas pessoas estão felizes com o salário que ganham, mas estão infelizes fazendo aquilo que fazem. Claro, pode ser uma insatisfação temporária relacionada ao ambiente ou até mesmo a equipe, então é importante aguardar para ter plena certeza antes de tomar uma decisão. Mas se esse sentimento persistir, talvez seja necessário mudar os rumos de sua carreira”, orienta.

Em alguns casos, isso pode ser feito sem abandonar a empresa. “Se a infelicidade está relacionada apenas às funções e não ao ambiente, pode ser a oportunidade para conversar com os gestores da empresa e solicitar uma mudança de cargo. Muitas organizações reconhecem grandes talentos e podem entender que alguns deles estão posicionados em lugares inadequados. No entanto, se o sentimento de insatisfação continuar, talvez seja o momento de mudar de empresa”, revela Slivnik.

De acordo com o palestrante, a satisfação profissional pode se manifestar após meses ou até mesmo anos em uma mesma função. “Eu, por exemplo, odiava falar ao microfone e quando era obrigado a fazê-lo, só queria que aquele momento acabasse o quanto antes. Hoje em dia, meu principal ganha pão, e motivo de grande paixão, é a realização de palestras, participações em podcasts e majoritariamente trabalho falando justamente em microfones. A satisfação profissional não é simplesmente buscar pela profissão que você ama o resto da vida, mas sim aprender a amar aquilo que você já faz bem feito”, pontua.

Quando a insatisfação está relacionada à remuneração, é necessário provar nosso valor, seja se mantendo na empresa ou buscando outro ambiente. “Muitas pessoas são felizes fazendo o que amam, independentemente do dinheiro. Mas claro, é preciso pagar as contas e ter uma vida digna, e quando isso não acontece a falta de motivação aparece. Não se importe com as pessoas que não acreditam em você, afinal o mais importante é acreditar em si mesmo. Prove seu valor independente do ambiente em que você está inserido, aumentando as possibilidades de uma remuneração melhor”, relata o palestrante.

Para Slivnik, a superação de desafios é fundamental para o aumento da satisfação profissional. “O colaborador insatisfeito normalmente é aquele que não tem desafios, afinal eles são a chave para despertar o desejo, a vontade e a ambição para realizar tarefas. Quanto maior for o desafio, maior é a possibilidade de mostrar o seu valor e a sua competência. Isso deixa o seu verdadeiro propósito em evidência, reacendendo o sentimento de satisfação dentro do ambiente de trabalho”, finaliza.

Alexandre Slivnik é reconhecido oficialmente pelo governo norte americano como um profissional com habilidades extraordinárias na área de palestras e treinamentos (EB1). É autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. É diretor executivo do IBEX – Institute for Business Excellence, sediado em Orlando / FL (EUA). É Vice-Presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e diretor geral do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD). É professor convidado do MBA de Gestão Empresarial da FIA / USP. Palestrante e profissional com mais de 20 anos de experiência na área de RH e Treinamento. É atualmente um dos maiores especialistas em excelência em serviços no Brasil. Palestrante Internacional com experiência nos EUA, EUROPA, ÁFRICA e ÁSIA, tendo feito especialização na Universidade de HARVARD (Graduate School of Education – Boston / EUA). www.alexandreslivnik.com.br.

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Satisfação Profissional: Qual o caminho?
Foto: Alexandre Slivnik/Divulgação

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Profissionais com mais de 50 anos: Como aproveitar melhor o potencial?

Com um mercado de trabalho cada vez mais concorrido, profissionais com idades mais avançadas, como acima de 50 anos, em alguns casos, têm passado por dificuldades em processos de seleção e entrevistas de emprego. Muitos apontam que o etarismo —discriminação contra pessoas baseadas em estereótipos de idade — é a principal razão para esse fenômeno.

De acordo com Thaisa Batista, graduada em Administração de Empresas pela UFPR e fundadora da ablerstartup que visa trazer agilidade e efetividade aos processos seletivos, os profissionais de RH devem se atentar a esse ponto desde o início do processo de recrutamento. “Esse é um cuidado que tem que ser tomado desde o início da seleção e, até mesmo, na própria descrição da vaga. É importante não utilizar uma linguagem tão expressiva, repleta de gírias e dialetos voltados ao público mais jovem”, relata.

Para a empresária, as imagens de divulgação também devem mostrar uma diversificação no campo da idade. “Acredito que não seja intencional, mas é muito raro ver uma identidade visual de divulgação que utilize pessoas que aparentam ter uma idade mais avançada. Isso ajuda a aumentar pré-julgamentos em relação à idade, por exemplo, de que pessoas mais velhas não tenham habilidade em aprender coisas novas e se desenvolver no ambiente de trabalho. É importante ir na contramão desse movimento e acolher pessoas mais velhas nos processos de seleção”, pontua.

Plataformas de recrutamento podem acolher trabalhadores com idades mais avançadas com atitudes que, se aplicadas da maneira correta, podem aumentar o número de pessoas capacitadas sendo inseridas no mercado de trabalho. “O primeiro passo é que no campo de cadastro da vaga não conste uma idade específica para a oportunidade de trabalho. Além disso, é importante que as plataformas de recrutamento contem com uma usabilidade prática e intuitiva”, aconselha Thaisa.

De acordo com a especialista em processos seletivos, as empresas estão começando a valorizar seus colaboradores com idades acima dos 50 anos. “Recentemente pudemos notar que grande parte das organizações e startups têm tido um olhar mais acolhedor, entendendo quais são os valores e os recursos que um profissional mais experiente pode agregar. Então o mercado como um todo tem notado os ganhos ao se contratar pessoas com idades mais avançadas”, revela.

Uma das maiores reclamações dos profissionais acima dos 50 anos é a falta de um contato apropriado após o processo seletivo em caso de não ter sido um dos selecionados para a vaga. Para a fundadora da abler é preciso estar atento a isso e, se possível, fazer um contato individualizado para apresentar essa informação ao candidato. “Pode ser válido apresentar claramente quais são os critérios utilizados no momento de cada etapa do processo, revelando os motivos para a desclassificação em questão. É importante associar esse motivo a uma justificativa plausível, seja ele com relação à escolaridade ou algum conhecimento técnico relacionado ao cargo”, explica.

Na opinião de Thaisa, esses profissionais agregam conhecimento e experiência para diversos segmentos da indústria, sendo necessários em vários sentidos dentro de uma empresa. “Quando se pensa em profissionais de 50 anos ou mais, pensamos em indivíduos que tenham valores sólidos, com anos de experiências profissionais que os tornaram as pessoas que eles são hoje. Isso enriquece os princípios empresariais e a própria cultura da empresa”, finaliza.

Sobre Thaisa Batista

Graduada em Administração de Empresas pela UFPR, possui MBA em Gestão Empresarial pela UTFPR e atua no planejamento, controle e gestão de equipes em projetos e processos de Recrutamento e Seleção há oito anos. Curiosa por soluções que pudessem otimizar a produtividade de selecionadores e melhorar a experiência de candidatos, fundou o abler para ajudar a desenvolver o mercado de R&S, trazendo agilidade e efetividade nos processos seletivos.

Sobre a abler

Por quase dez anos, os fundadores atuaram no setor de recursos humanos. Essa bagagem trouxe experiências, vivências e principalmente, um olhar tecnológico sobre as dores do setor. No ano de 2016, a inconformidade com as necessidades da área de RH os impulsionou a iniciar a criação da abler, desenhando um software de recrutamento e seleção olhando para as maiores dores da área.  Nestes quatro anos, a abler já conquistou mais de 300 clientes por todo o Brasil e mais de 40 mil vagas já foram fechadas através da plataforma, conquistando um tempo médio de 8 dias para o fechamento de vagas. Hoje, o software disponibiliza um banco de talentos mais completo, sendo mais de 3 milhões de profissionais cadastrados

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Profissionais com mais de 50 anos: Como aproveitar melhor o potencial?
Foto: Thaisa Batista/Divulgação

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Dicas para entrevista de emprego: Como sair na frente?

No primeiro semestre de 2022, o desemprego no Brasil atingiu 12,48 milhões de pessoas, segundo dados da PNAD (Pesquisa Anual por Amostra de Domicílios Contínua). Portanto, confira as dicas para sair na frente na entrevista de emprego, frente aos demais candidatos.

Com um cenário cada vez mais competitivo, é preciso estar bem preparado para se sobressair numa entrevista de emprego. Fazer uma pesquisa prévia sobre a empresa, sua história, serviços, entre outros é um grande diferencial que pouca gente leva em consideração.  

 “Quando entrevistamos candidatos, percebemos que muitos deles sequer pesquisaram informações básicas sobre a empresa contratante, o que, em nossa análise, é recebido como certo desinteresse pela vaga”, explica Gabriela Mative, Gerente da Divisão Middle (que trabalha cargos de média e alta gestão) da Luandre, consultoria de RH com 49 anos de atuação no mercado, que atende 200 das 500 maiores empresas do Brasil.

Segundo ela, a entrevista com o recrutador é a porta de entrada para a companhia e é nesse momento que o candidato tem de mostrar motivação. “Numa entrevista com grande número de candidatos, além do discurso sobre suas qualidades e experiências anteriores, o profissional precisa demonstrar interesse pela empresa e isso fica claro quando ele descreve como seus conhecimentos podem auxiliar a empresa. É sinal de pesquisa e preparo”, afirma Gabriela.

Abaixo, listamos cinco dicas para se preparar melhor para o momento:

Por onde começar

Assim que receber o contato para a entrevista reserve um tempo e pesquise sobre a empresa. Os dados mais relevantes podem ser buscados no site, redes sociais e até em reportagens da qual a empresa participou.

O que pesquisar

Os principais tópicos são: área de atuação, tempo de mercado que ela possui e seu momento atual. Com essas informações, o candidato está preparado para fazer perguntas relevantes, como plano de carreira e cultura da empresa. “Não costumamos solicitar que o candidato pesquise sobre o estabelecimento, então, caso ele chegue com essas informações, saberemos que está interessado e é proativo” diz Mative.

O que dizer em causa própria

Não basta saber o seu currículo, o diferencial é falar sobre si próprio e demonstrar como as suas habilidades podem colaborar com as ações da empresa.  

A pergunta que não se esperava

Poucas pessoas estão preparadas para responder à pergunta: “por que você quer trabalhar nesta empresa?”. Gabriela sugere procurar no site a missão e os valores da companhia e entender de que forma seu pensamento está alinhado com eles.

Dress Code

Nessa hora o candidato deve buscar entender alguns pontos importantes: qual o DNA da empresa (mais tradicional ou descontraída) e com qual profissional será a entrevista (o dono ou um analista, por exemplo). Cada caso pede uma vestimenta e um comportamento diferente, pois quem está avaliando também terá percepções distintas.

Sobre a Luandre

A Luandre Soluções em Recursos Humanos tem 49 anos de atuação e oferece soluções técnicas e inovadoras na área de RH. Trabalha com a excelência nos serviços prestados e investimento em soluções criativas, construindo o elo entre a organização e colaborador, em todas as etapas de desenvolvimento dos Recursos Humanos.

Em 2018, a empresa chegou à marca de 4 mil clientes atendidos, 55 mil profissionais administrados ao longo do ano e banco com mais de 2 milhões de CV cadastrados. Há 17 anos consecutivos, concorre ao prêmio Top Of Mind RH, o qual já venceu em sete edições, na categoria “Temporários e Efetivos”, sendo a mais recente em 2018. O Diretor de RH, Fernando Medina também foi vencedor na categoria “Empresário de Destaque – Fornecedores de RH”, em 2017. Além disso, foi reconhecida como uma das 150 Melhores Empresas para Trabalhar, certificação concedida pela Revista Você S/A.

A Luandre atende 200 das 500 melhores empresas do Brasil com todo seu know-how em Recrutamento e Seleção, Administração de Pessoal (Temporários e CLT), Avaliação Profissional, Outsourcing e Programas Especiais (Saúde, Varejo e Logística).

Atualmente, possui 10 unidades em três estados: São Paulo (São Paulo, Santo André, Guarulhos, Campinas e Jundiaí), Rio de Janeiro (Rio de Janeiro) e Paraná (Curitiba). Realiza também atendimento à distância em todo o país.

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Dicas para entrevista de emprego: Como sair na frente?
Dicas para entrevista de emprego: Como sair na frente? Foto: Reprodução da Internet

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Perguntas na entrevista de emprego: Como responder as mais comuns?

Responda rápido: quantas vezes já lhe perguntaram “onde você se vê daqui a cinco anos”? Provavelmente a sua resposta seja, no mínimo, uma vez. Isso porque, independentemente da profissão, do cargo pretendido, nível de escolaridade ou experiência do profissional, algumas perguntas estarão sempre presentes em uma entrevista de emprego – e não é por acaso. 

De acordo com a psicóloga e analista de Recrutamento e Seleção da DISYS Brasil, Fernanda Araújo, existem sim motivos bem pertinentes por trás das perguntas mais frequentes em entrevistas. “Por mais que pareça repetitivo ouvir sempre as mesmas indagações, é importante saber que há uma razão para o recrutador fazê-la e nem sempre ela é óbvia”, afirma. A seguir, ela compartilha algumas dessas razões e, ainda, ensina a melhor forma de responder às perguntas clássicas. 

6 perguntas clássicas de uma entrevista de emprego e como respondê-las

 Quais seus pontos fortes/suas qualidades?

Objetivo do recrutador: Mais do que, logicamente, entender os pontos fortes do candidato, o recrutador quer entender o nível de autoconhecimento do candidato.

Como responder: “É importante que o candidato seja sincero em destacar os seus pontos fortes e destaque pelo menos três que julga serem relevantes para a oportunidade. Cite também um exemplo de uma situação profissional onde algum desses pontos se destacaram.”

 Onde você se vê daqui a cinco anos?

Objetivo do recrutador: Verificar se a oportunidade está alinhada com os objetivos de carreira do candidato e também qual o nível da sua ambição profissional.

Como responder: “O candidato precisa traçar as suas metas e objetivos profissionais antes da entrevista e, durante a entrevista, apresentá-los de forma clara. Uma outra maneira de estruturar esses objetivos é de acordo com a oportunidade pretendida. Por exemplo, se questione sobre o que espera da oportunidade e onde essa oportunidade pode levá-lo.”

 Qual a sua maior conquista?

Objetivo do recrutador: Conhecer mais o candidato e entender o que ele considera uma conquista profissional.

Como responder: “Pode ser alguma sugestão que trouxe para o ambiente profissional e promoveu melhorias para o departamento, pode ser algo que fez e otimizou tempo, facilitou algum processo, ou uma contribuição sua que ganhou destaque em determinado projeto. Importante pensar na sua conquista com antecedência.”

 O que te atrai nesta oportunidade?

Objetivo do recrutador: Identificar quanto o candidato analisou a oportunidade, se é aderente às suas experiências e também ao seu momento profissional.

Como responder: “Verifique se a oportunidade, de fato, condiz com as suas experiências. Relate durante a entrevista essas experiências de forma clara, aprofundando pontos que acredita serem importantes e também detalhando vivências que estão de acordo com o escopo da oportunidade. No caso de um primeiro emprego, analise se está aderente ao que almeja e destaque pontos pessoais que acredita serem importantes para realizar determinada função.”

 Por que está mudando de emprego?

Objetivo do recrutador: Entender um possível indicativo do que geralmente o faz buscar novas oportunidades no mercado.

Como responder: “Vários fatores podem fazer com que o profissional avalie novas oportunidades Muitas vezes pode ser a questão salarial, interesse em crescimento, adquirir novos conhecimentos, entre outros. Não há uma resposta ‘certa’, mas é preciso que haja sinceridade e também ética em não expor negativamente o atual/antigo empregador.”

 Por que trabalhar conosco?

Objetivo do recrutador: Entender se o candidato pesquisou sobre a empresa, se sabe o que o atrai e também se os valores estão alinhados com os seus. 

Como responder: “É de extrema importância que o candidato pesquise sobre a empresa/cliente antes da entrevista. Parece óbvio, mas muita gente chega na entrevista sem saber o core business, por exemplo. Essa pesquisa prévia e fundamental vai ajudar o profissional a identificar pontos interessantes para levantar durante a entrevista – e responder a pergunta acima. Por exemplo, a política de feedback constante, o modelo home office, os valores familiares da empresa, entre outras.”

SOBRE A DISYS

A DISYS Brasil está no país desde 2007, como uma subsidiária integral da Digital Intelligence Systems Corporation, possui linhas de serviços estruturadas para atender como uma empresa de consultoria de TI focada na terceirização de serviços e outsourcing de integração junto ao negócio de seus clientes. A base de clientes da DISYS é formada por corporações globais, pequenas e médias empresas, instituições educacionais e órgãos públicos. Conta com escritórios nas capitais dos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraná. Saiba mais em: brazil.disys.com.

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Perguntas na entrevista de emprego: Como responder as mais comuns?
Imagem meramente ilustrativa. Freepik.

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Como se preparar para uma entrevista de emprego com sucesso?

Online ou presencial, a entrevista para um novo posto de trabalho sempre é um grande desafio. Encarar um recrutador, responder as perguntas, se portar de maneira correta, usar uma roupa adequada, são muitas as dúvidas que permeiam este tema. Afinal, como se preparar, e ter sucesso, para uma entrevista de emprego?

E como se diferenciar para que a entrevista seja assertiva? Douglas Guidi, consultor de carreiras da Thomas Case & Associados, explica os primeiros e principais passos. “É importante buscar referências sobre a empresa e o perfil organizacional dela. Saber da cultura, das missões, visão e valores, para entender se ela se encaixa no que você busca como profissional”, ressalta.

O especialista em recrutamento e seleção da Thomas Case & Associados preparou algumas dicas de como se preparar para a entrevista e notar os sinais de que podem indicar boa desenvoltura.

Atente-se ao Dress Code

Entender a cultura da empresa ajuda na escolha do dress code que aproxima o candidato do dia a dia do local. “Por exemplo, não cabe terno e gravata em uma start-up de tecnologia e não vale uma camiseta em entrevista em um grande banco com cargos executivos”, explica Guidi.

Planejamento de horário

Planejar com antecedência o caminho, melhor horário e tempo de antecedência mostram organização. Chegue cedo se for um encontro presencial. Isso te dará tempo para repassar mentalmente seu discurso. É importante saber onde você vai, lembre-se que a maioria dos prédios comerciais tem a necessidade de cadastros, por isso esteja preparado e verifique se está com seus documentos.

Teste os apps de conexão se for online

Se a entrevista for virtual, teste o aplicativo de conexão com antecedência para evitar atualizações em momentos inoportunos. Desative todas as notificações que possam gerar distrações e deixe o celular sempre carregado e preparado para rotear a internet em caso de queda de energia e da rede.

Expressões corporais candidato e entrevistador

É comum ficar nervoso em uma entrevista, por isso, fique atento às expressões corporais enquanto fala, evite abaixar a cabeça e tente se fixar no entrevistador, mantendo contato visual.

O entrevistador também emite sinais de que está gostando ou não da conversa. “Sorridos, balançar a cabeça positivamente e manter o contato visual mostra que ele está interessado no eu discurso. E isso é bom”, revela o especialista da Thomas Case & Associados.

Tempo de entrevista

Se a conversa ultrapassou o horário porque fluiu de maneira positiva, pode ser um bom sinal, porém, é importante que o candidato não force esse tempo. Ele precisa ter ocorrido de forma natural, como uma demonstração de que a empresa realmente quer saber mais de você.

Bom sinal

Se o recrutador no momento da entrevista se dispôs a te mostrar as instalações, fala de pontos como remuneração, explica minuciosamente as vantagens de trabalhar naquele local e das próximas etapas do processo, indica boas chances de contratação ou de uma boa proposta. Porém lembre-se, esse convite desse ser feito pelo entrevistador, nunca pelo entrevistado.  “Se o recrutador continua a fazer perguntas ou a ‘vender’ a empresa mesmo na hora de ir embora isso pode indicar que o candidato deixou uma boa impressão”, indica Guidi.

Posso entrar em contato após a entrevista?

Sim, é recomendado perguntar o tempo de resposta e aguardar o prazo indicado. Mas se não houver o feedback, duas semanas é um prazo adequado para entrar em contato e solicitar o retorno. Isso demonstra interesse pela empresa e pela vaga.

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Como se preparar para uma entrevista de emprego com sucesso?
Young male candidate on post sitting on chair in office with resume in hands. Job applicant worries before talk with employer, trying to stay calm while waiting his turn on interview in waiting room

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Primeiro emprego: Como se destacar entre outros candidatos e conquistar a vaga

O primeiro emprego é um passo muito importante na vida profissional dos jovens que estão à procura de uma oportunidade. Com a iniciativa, alguns cuidados devem ser tomados, a fim de não perder a vaga para outro candidato mais qualificado.

O currículo é o pontapé inicial para aqueles que buscam o primeiro emprego. Destacar as habilidades e conhecimentos pode ser um diferencial, pois nem sempre os jovens possuem experiência desejada no mercado.  

Segundo Gustavo Oliveira, coordenador do curso de Administração de Empresas da Faculdade Santa Marcelina, para que se tenha êxito no desenvolvimento das ações diante do recrutador, as informações do currículo devem ser sucintas e algumas são essenciais e indispensáveis, como o fornecimento de dados pessoais, os objetivos que se buscam com a oportunidade profissional, a formação acadêmica, os cursos e a experiência profissional, ou em atividades de engajamentos.

“Além disso, outras recomendações como a compatibilidade das informações de acordo com o perfil da vaga e evitar erros e gafes comuns são desejáveis, pois desmotivam e desviam a atenção dos responsáveis pelos processos. É bom lembrar que com o advento da Lei Geral de Proteção de Dados, as informações pessoais devem ser preservadas”, explica.  

O especialista, faz algumas recomendações para quem está em busca do tão sonhado primeiro emprego.

Sites de colocação profissional 

Hoje em dia, um dos canais que mais oferecem alternativas é a internet, porém os candidatos não estão impedidos de serem apresentados por meio de site pessoal para divulgar seus conhecimentos, vivências pessoais e profissionais, além do portfólio, mesmo que breve e recentemente construído.

Uma das principais forças é o candidato valer-se de seus relacionamentos e de suas redes sociais, como por exemplo o Linkedln, a rede mais adequada para os profissionais que querem ampliar o networking e gerar valor com vistas ao mercado e nicho em que deseja atuar, porém, outras iniciativas são apreciadas, como projetos, trabalhos voluntários e até mesmo estágios.

No entanto, as vagas não estão disponíveis apenas nos portais de anúncio, sites de emprego e demandas oriundas de relacionamentos privados, pois quem está em busca de oportunidade para o primeiro emprego, pode contar com as políticas públicas de emprego, sendo o Programa Jovem Cidadão e o Programa Nacional do Primeiro Emprego, os mais conhecidos.  

Na hora da entrevista 

Além de redigir uma carta de apresentação, outra dica importante é se preparar bem para a primeira entrevista, pois as atitudes do candidato devem ser sempre condizentes com a cultura institucional, valendo-se de vestimentas adequadas, exercendo seu compromisso e apresentando-se de maneira pontual.

Além disso, o atitudinal deve ser algo presente no processo de seleção, daí recomenda-se adotar uma postura que possa atender aos interesses como investir em qualificação, demonstrar a participação em outros projetos, chegar preparado para o momento da entrevista e controlar a ansiedade de forma que se possa demonstrar cortesia e educação, além de equilíbrio e inteligência emocional.  

Dicas de como se sair bem nas entrevistas de emprego 

Como dicas para se dar bem na entrevista de emprego, ainda mais se tratando da primeira oportunidade, recomendo conhecer bem a área em que se quer atuar, inclusive quanto aos nichos, demandas técnicas, requisitos essenciais e possibilidades de crescimento e desenvolvimento, inclusive na instituição de interesse. Em segundo lugar, que esta demanda, possa estar alinhada aos seus propósitos, pois há necessidade de identificação das oportunidades, aliadas aos seus interesses e reais condições de aproveitamento.

Neste quesito, o aconselhamento por pessoas mais experientes e a mentoria ajudam.  Por último, fazer do estudo e da capacitação um hábito para conseguir evoluir e progredir com conhecimento técnico, dando ênfase a língua estrangeira, em especial o idioma inglês, como ferramenta usual do trabalho, assim como a tecnologia, já que muitos processos seletivos se utilizam de fases virtuais eliminatórias e, com a ajuda da inteligência artificial, buscar o melhor perfil ao cargo e função ofertados.

Recomenda-se que o candidato esteja frequentemente atualizado dos últimos assuntos da área escolhida, participar de eventos e realizar atividades propostas pelas instituições de ensino, no sentido de fortalecer a aprendizagem, pois estes são também meios efetivos para a conquista da vaga.    

Sobre a Faculdade Santa Marcelina    

Faculdade Santa Marcelina é uma instituição mantida pela Associação Santa Marcelina – ASM, fundada em 1º de janeiro de 1915 como entidade filantrópica. Desde o início, os princípios de orientação, formação e educação da juventude foram os alicerces do trabalho das Irmãs Marcelinas.

Em São Paulo, as unidades de ensino superior iniciaram seus trabalhos nos bairros de Perdizes, em 1929, e Itaquera, em 1999. Para os estudantes é oferecida toda a infraestrutura necessária para o desenvolvimento intelectual e social, formando profissionais em cursos de Graduação e Pós-Graduação (Lato Sensu).

Na unidade Perdizes os cursos oferecidos são: Música, Licenciatura em Música, Artes Visuais, Licenciatura em Artes Plásticas e Moda. Já na unidade Itaquera são oferecidas graduações em Administração, Ciências Contábeis, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Tecnologia em Radiologia e Tecnologia em Estética e Cosmética.

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Foto: Reprodução da Internet

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Entrevista de emprego: O que estou fazendo de errado?

Quando chega aquele tão esperado momento da entrevista de emprego, muitas vezes depois de muito tempo entregando currículos e correndo atrás de uma oportunidade, pode parecer que tudo já está certo. O perfil da empresa se encaixa com o seu, você sabe que tem as qualidades que o empregador procura, então o que poderia dar errado?

“Muitas pessoas se esquecem do motivo pelo qual existe esta entrevista”, comenta Fabiana Teixeira, estrategista em comunicação e jornalista com experiência nas maiores emissoras do país. “O recrutador quer também saber como você se expressa pessoalmente, se além de suas habilidades técnicas, você também é colaborativo, comunicativo e criativo”.

Fabiana é defensora de que a arte de se comunicar bem, vai muito além da propensão para falar muito, ou fazer amizades rapidamente, como muita gente pode achar. Corroborada pela sua longa experiência como repórter, ela explica, “Assim como qualquer outra habilidade, comunicação requer treino e dedicação”.

Nesta linha tênue entre falar e comunicar, é que se encontra um erro muito comum nas entrevistas de emprego, principalmente para quem tem pouca experiência: o improviso.

Pode ser que por ter facilidade na troca de ideias no seu dia a dia, você se sinta muito confortável em não ensaiar o que vai dizer, mas improvisar é muito arriscado neste contexto. É muito comum quando não se há preparação, em conjunto com o nervosismo natural da situação, acontecer o famoso ‘branco’. Especialmente quando se apresentam temidas frases, como ‘Me fale sobre você’.

“Se você está improvisando e é enfrentado com essa pergunta superampla, existem chances de que você irá gaguejar, se esquecer de mencionar coisas importantes, ou até simplesmente travar”, enfatiza. Fabiana explica que que é normal termos reações como essas quando não estamos preparados, “mas numa entrevista devemos nos apresentar como solução e não um novo problema”.

A recomendação da estrategista é que se tenha na ponta da língua um pitch, ou apresentação rápida, sobre sua trajetória profissional. Para isso, é necessário fazer sua lição de casa e se preparar, escrevendo esse resumo e ensaiando quantas vezes for necessário, até que fique natural. 

A especialista ensina ainda que, mesmo assim, pode ser que o entrevistado se esqueça na hora. Nesse caso faça uma pausa, coloque seus pensamentos em ordem e, se necessário, peça desculpas e recomece. Essa atitude irá causar um impacto muito mais positivo do que tentar prosseguir sem saber por onde continuar mostrando então que você consegue lidar com a pressão sem perder o foco. 

“O mundo mudou e o mercado de trabalho também. Por isso, o desenvolvimento da comunicação é fundamental e requer muita dedicação. Mas é com essa habilidade unicamente humana que você poderá chegar na frente”, finaliza.

Sobre a especialista:

Fabiana Teixeira é jornalista formada pela PUC-SP e tem experiência como repórter em emissoras como Record TV, TV Bandeirantes, Rede TV e TV Cultura. Também é especialista em Comunicação Empresarial, Branding e posicionamento de marcas pela ESPM, e Marketing Digital pela Universidade de Columbia, em Nova York.

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Entrevista de emprego: O que estou fazendo de errado? Foto: Fabiano Teixeira, Estrategista de Comunicação e Jornalista. Divulgação

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Por um mercado multigeracional: o estigma dos profissionais com mais idade

Ronaldo Bias Ferreira Junior é sócio-diretor da um.a Diversidade Criativa e autor de Por um mercado multigeracional: o estigma dos profissionais com mais idade.

Gradativamente, as empresas têm se preocupado mais com contratações inclusivas, como mulheres, negros, pessoas LGBTQIA+, PcD e multigerações – o que é muito positivo pois melhora o clima, a tomada de decisão e consequentemente o lucro das organizações. Essa movimentação crescente é indício do trabalho de conscientização e sensibilização efetuado com a ajuda de protagonistas e especialistas no assunto. Profissionais que formam uma grande rede de apoio e que têm contribuído de forma significativa para a transformação da cultura e do resultado de muitas empresas.

E quando falamos de multigerações, exemplo disso é o estudo realizado na plataforma da Gupy, empresa de tecnologia para Recursos Humanos, mostrando que de janeiro a setembro do ano passado, o número de contratações de pessoas entre 40 e 50 anos cresceu 95%. Isso é reflexo das corporações procurando montar times com diversidade, além de ser estratégico para as equipes. São perceptíveis os ganhos com isso. É a valorização de pessoas mais experientes somada à humanização dos processos seletivos, que, uma vez inclusivos, tornam o ambiente de trabalho mais acolhedor.

Um ambiente multigeracional reúne o melhor de cada geração, ou seja, a sede de mudança e força de transformação dos jovens, com a experiência, ponderação, resiliência e inteligência emocional dos profissionais mais velhos.  Quando juntas, essas particularidades se somam e criam times de alta performance que irão proteger as estratégias da organização.

Por isso é preciso que as empresas se preocupem em desenvolver políticas específicas e processos que promovam a diversidade geracional em suas estruturas organizacionais.

Pegando como exemplo as startups que se tornaram unicórnios – aquelas avaliadas em mais de R$ 1 bilhão. Muitas das grandes ideias até podem ter vindo dos jovens, mas quem estava na liderança era um perfil entre 45 e 50 anos, o que mostra que são pessoas com mais paciência e tempo para modelar, investir, pesquisar sobre aquele mercado e esperar acontecer e prosperar.

Curiosamente (ou não), a questão do preconceito vem também da liderança ou gestão das empresas, geralmente compostos por pessoas mais velhas e que deveriam, ao contrário, até mesmo por serem protagonistas 45+, liderar este processo de inclusão. Um dos exemplos notórios da inclusão das multigerações é a ausência de treinamento e desenvolvimento direcionados aos planos de carreira destes profissionais.

Times plurais, que trabalham projetos desde seu primeiro esboço, até a mensuração de seus resultados pós-implementação podem e devem aplicar a visão inclusiva em todas as etapas. Isso seguramente trará resultado e, consequentemente, também uma imagem positiva de empresa que tem essas práticas em seu DNA, e não apenas em suas estratégias de marketing.

O desafio de inclusão da diversidade no ambiente corporativo é sempre muito desafiador, pois trabalha nossa reconstrução como pessoas, é difícil pois mexe com nossos valores pessoais. Mas ao mesmo tempo que é tão desafiador, ele é facilmente penetrável a partir de conexões e diálogos. Por isso trazer a diversidade para o ambiente corporativo é um ato que deve ser incentivado agora no presente e trabalhado para ser um legado a ser ensinado e promovido por todos.

*Ronaldo Bias Ferreira Jr. é sócio-diretor da um.a Diversidade Criativa (https://www.linkedin.com/in/ronaldobias/ — https://linktr.ee/Ronaldobias). Formado em comunicação social e marketing, é empresário, empreendedor e fundador do programa de capacitação Mestre Diversidade Inclusiva (MDI), em parceria com a Pearson Educacional. É membro permanente do conselho da Associação Brasileira de Live Marketing (Ampro), colunista da Promoview e do Portal Eventos, e atua ampliando a voz de protagonistas, como um forte aliado da diversidade, equidade e inclusão no mundo corporativo.

Sobre a um.a

Com mais de 26 anos, a um.a #diversidadeCriativa está entre as mais estruturadas agências de live marketing do Brasil, especializada em eventos, incentivos e trade. Entre seus principais clientes estão Pearson, IBGC, SBT, ABRH-SP, dentre outros. Ao longo de sua história ganhou mais de 40 “jacarés” do Prêmio Caio, um dos mais importantes da área de eventos.

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Por um mercado multigeracional: o estigma dos profissionais com mais idade. Foto: Divulgação

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Mudanças na Construção Civil e Engenharia: Impactos do Metaverso e Novas Tecnologias

O mundo todo está passando por diversas mudanças e na Construção Civil e Engenharia brasileira o cenário não seria diferente. Já se percebe uma grande aceleração na transformação em modelos de trabalho e na evolução das tecnologias implementadas e utilizadas.

A inovação digital também tem atuado na transformação da construção civil, como no caso do conceito de metaverso, que permite que o mundo real e os meios virtuais se complementem. Com a eliminação dessas barreiras, a solução vem sendo cada vez mais utilizada para apresentar lançamentos de empreendimentos através de ferramentas virtuais que eliminam a necessidade da presença física. Com a possibilidade das simulações digitais, haverá uma transformação total na construção civil e engenharia?

Igor Pinheiro – CEO do Inova Civil e coordenador do curso de Engenharia de Estruturas desenvolvido em parceria com a Unyleya, uma das primeiras Instituições de Ensino 100% EAD no Brasil, aborda as principais mudanças deste mercado cercado de oportunidades e fala sobre o perfil desejado para o profissional do futuro.

O metaverso e outras novas tecnologias na engenharia

De acordo com Pinheiro, não houve mudanças significativas por conta do metaverso. Ele acredita que ainda estamos distantes de termos um verdadeiro impacto com essa nova tecnologia de realidade virtual.

“As iniciativas de compra imobiliária de terrenos virtuais na nuvem ainda são pontuais e causam mais burburinho da mídia que efeitos reais e práticos no mercado. Apesar de não ser considerado metaverso, algo que está consolidado no mercado e possui algumas referências ao tema é a metodologia BIM”, compara.

A BIM (Building Information Modelling – Modelagem da Informação da Construção) vêm sendo fortemente utilizada por profissionais da construção civil, assim como na engenharia mecânica e de produção. Essa tecnologia busca integrar todas as informações de uma obra desde a concepção e desenvolvimento do projeto até a finalização do empreendimento.

Nessa modelagem, todas as informações do empreendimento estão congregadas em uma única plataforma e podem ser acessadas para conhecimento dos envolvidos. Assim, pela utilização do BIM é possível verificar detalhes do projeto, orçamento e fase de evolução do empreendimento.  

Outra tendência disseminada na engenharia são as tecnologias 4.0, também conhecidas como Quarta Revolução Industrial. São características dessa tendência a conectividade, Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial, data sciencebig datamachine learning e diversas outras tecnologias que transformam a maneira como as máquinas se comunicam, otimizando o uso das informações coletadas para as tomadas de decisão, seja nas etapas de desenvolvimento de projeto ou de execução das obras.

Sustentabilidade em alta nos novos projetos

De acordo com Igor Pinheiro, a sustentabilidade é um tema em alta na construção civil. Cada vez mais os clientes buscam saber a procedência dos materiais e como a construção foi realizada. “No momento em que as construtoras entendem e investem em soluções sustentáveis e certificações verdes, estão, além de ajudando o meio ambiente, aumentando o potencial competitivo e de diferenciação de seu produto perante o mercado”, ressalta.

O desenvolvimento de novos materiais em diversas áreas, tanto na construção civil quanto na indústria, é imprescindível para serem desenvolvidos soluções e produtos com maior eficiência sustentável.

Oportunidades de carreiras dos profissionais da engenharia

As possibilidades de atuação do engenheiro são amplas, inclusive em áreas distintas da engenharia. Nesse sentido, o profissional pode trilhar uma carreira pelo ensino, pesquisa, consultoria, projetos, inspeções, entre tantas outras áreas relacionadas à sua formação.

O engenheiro está presente em empresas públicas e privadas em áreas como petróleo, construção civil, indústria automotiva e manutenção. Além disso, os profissionais são altamente competitivos em cargos de chefia, gestão e no mercado financeiro, em bancos, consultorias e corretoras.

“O mais importante é achar sua área de atuação específica e entender que os estudos não devem parar ao fim da graduação, pois o mercado possui uma mudança constante de tecnologias e o engenheiro precisa estar atento para buscar sempre as soluções mais otimizadas para seu projeto e obra”, comenta.

Faixa salarial pode variar de acordo com atuação profissional

Como as áreas de atuação do engenheiro são amplas, variando desde a gestão de obras, desenvolvimento de empreendimentos, elaboração de projetos até orçamentos e laudos técnicos, as faixas salariais poderão variar conforme a demanda e a especialização de cada profissional.

Segundo o CREA, o piso salarial do Engenheiro Civil em 2022 gira em torno de R$ 6.600,00. Porém, apesar do piso definido, a categoria convive com muitas vagas com um salário abaixo do valor.

Portanto, o engenheiro civil que deseja se destacar precisa de um bom currículo, uma rede de contatos e networking para potencializar sua carteira de clientes (caso seja autônomo) e disposição para aprender e reaprender as diversas inovações que surgem no mercado diariamente.

Pinheiro afirma ainda que é importante considerar que a sociedade e as empresas esperam um engenheiro com forte perfil empreendedor e saiba equilibrar as hard skills (habilidades técnicas profissionais) com as soft skills (habilidades sociocomportamentais), de forma que seja um profundo conhecedor de sua área e, em simultâneo, seja hábil para se relacionar com os colegas de trabalho, clientes e sociedade.

Cursos modernos são um diferencial para o Engenheiro do Futuro

A Unyleya busca sempre analisar o mercado e lançar novos cursos que antecipam as principais tendências, sem deixar de oferecer os conhecimentos mais tradicionais que formam a base da engenharia e continuarão sendo essenciais para a profissão.

A instituição conta com um amplo portifólio de cursos de Pós-Graduação que atendem à necessidade dos mais diversos segmentos da área, como Engenharia de Materiais, Estruturas, Segurança no Trabalho e Qualidade até temas mais recentes como Energias Renováveis, Metodologia BIM, Tecnologias 4.0, Internet das Coisas (IoT), entre outros.

Além disso, para quem busca habilidades mais voltadas as soft skills, a Unyleya oferece diversas opções em MBA, com cursos voltados ao empreendedorismo e desenvolvimento pessoal, gestão, economia e até especialização para a docência voltada especificamente para profissionais da engenharia.

“A Pós-Graduação em Engenharia Estrutural da Unyleya, em parceria com o Inova Civil, se diferencia por abordar um conteúdo prático e que realmente o aluno conseguirá utilizar no mercado de projetos estruturais. Além do embasamento teórico, nos guiamos pelas boas práticas de projetos para elaboração de uma estrutura otimizada, em que haja se encontre no ponto de equilíbrio ideal entre o seguro e o econômico”, conclui o coordenador.

Mais informações sobre os cursos de Pós-Graduação na área da Engenharia da Unyleya estão disponíveis em: unyleya.edu.br

Sobre Igor Pinheiro

Igor Pinheiro – CEO Inova Civil e coordenador do curso de Engenharia de Estruturas, desenvolvido em parceria com a Unyleya.

Sobre a Unyleya

Fundada em 2006, a Unyleya é uma das primeiras Instituições de Ensino 100% EAD no Brasil. Com mais de 15 anos de uma história pautada por inovação em tecnologia educacional, a instituição conta atualmente com mais de 300 mil estudantes – o que a torna a maior do país em número de alunos, 26 cursos de Graduação e mais de 1.800 de Pós-Graduação em 50 diferentes áreas do conhecimento.

A Unyleya tem mais de três mil colaboradores e unidades físicas em todo o país, com destaque para a sede acadêmica no Rio de Janeiro e a administrativa em Brasília. Mesmo com as unidades físicas, a Instituição de Ensino consolida seu modelo na Educação 100% Digital. Com metodologia de ensino focada nas necessidades de aprendizagem do aluno e nas principais tendências do mercado de trabalho, a Unyleya quer revolucionar a Educação a Distância no Brasil.

Para mais informações, acesse unyleya.edu.br

O artigo “Mudanças na Construção Civil e Engenharia: Impactos do Metaverso e Novas Tecnologias” é contribuição da Faculdade Unyleya.

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Mudanças na Construção Civil e Engenharia: Impactos do Metaverso e Novas Tecnologias
Mudanças na Construção Civil e Engenharia: Impactos do Metaverso e Novas Tecnologias. Photo by Eren Li on Pexels.com

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