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Jornal Grande ABC
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Desvio tira impedimento? Pelo Campeonato Brasileiro, tivemos um Erro de Direito que poderá levar (caso o São Paulo deseje) a uma anulação da partida. Entenda:
Erro de Fato:o árbitro interpretou equivocadamente o lance e errou (como uma falta marcada ou não). Não anula uma partida
Erro de Direito: o árbitro descumpriu a Regra do Jogo (permitiu que jogasse com 12, por exemplo). Pode anulara partida.
O que aconteceu foi: Wagner Magalhães (o mesmo árbitro FIFA do polêmico pênalti de Lucas Pitthon em América-MG x Corinthians), anulou um gol depois de ter reiniciado a partida. Não pode. Depois de cobrado um tiro livre ou penal, um arremesso lateral, escanteio, tiro de meta, bola ao chão ou chute de início / reinício de jogo, você não pode mais mudar sua decisão. E Wagner mudou!
Wagner do Nascimento Magalhães apitou a partida no Castelão — Foto: Caio Rocha/Estadão Conteúdo
O lance em questão
Foi o “duplo impedimento” de Pablo. A bola foi chutada para o gol, Pablo estava em posição de impedimento mas há um zagueiro que a intercepta (antes, desvio não tirava impedimento; hoje, desvio de adversário que tenta disputar a bola / jogada, tira). Assim, Pablo recebeu em posição legal por conta deste toque. Na sequência, há um bate-rebate e Pablo volta a ficar em impedimento, pegando o rebote do goleiro e chutando para o gol (rebote de goleiro NÃO TIRA IMPEDIMENTO).Desvio tira impedimento
O bandeira Thiago Rosa de Oliveira anula corretamente o gol. O árbitro marca impedimento. Mas o VAR Carlos Eduardo Nunes Braga o chama e diz que o gol foi válido (provavelmente, o árbitro de vídeo deve ter se apegado ao 1o impedimento, que havia se tornado um lance legal, e não ao 2o, ilegal). Wagner confirma o gol e dá o reinício. É NÍTIDO que apitou a saída de bola, mas o pára na sequência e volta a consultar o VAR, anulando o tento.
“Vai normalizar 100%” foi a frase mais ouvida pela auxiliar de serviços gerais Francilene Medeiros, de 46 anos, em relação a ativação de geradores termoelétricos para suprir o fornecimento de energia no Amapá. Contudo, mesmo com o funcionamento dos equipamentos, a promessa do Governo Federal não se concretizou e os moradores permanecem convivendo com os prejuízos provocados pelo apagão que atinge o estado há 23 dias — desde o último dia 3.
Os geradores foram ativados no sábado (21), durante a visita do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao Amapá. Acompanhado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), e do governador do estado, Waldez Góes (PDT), o presidente da República foi recebido por apoiadores e também por manifestantes que gritaram “fora, Bolsonaro” e outras palavras de insatisfação.
Francilene Medeiros, mora na Zona Norte de Macapá. Foto: Dyepeson Martins/Agência Pública
“Disseram que ia ser 100%, mas eu não sei o que aconteceu que continua no rodízio”, disse a auxiliar de serviços gerais sobre o sistema de racionamento de energia implantado pela Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA).
O Ministério de Minas e Energia (MME) chegou a informar três prazos para a normalizar a situação, mas nenhum deles foi cumprido. Com isso, os maiores impactos do apagão são sentidos pela população periférica, que vive em meio a fiações velhas e estruturas – como cabos de alta tensão e transformadores – danificadas.
Reportagem da Pública registrou curto-circuito na rede elétrica em uma rua da cidade
Na maioria dos bairros, a energia é oferecida em intervalos de 3h e 4h. Em algumas regiões, o fornecimento se tornou mais frequente e chega a permanecer mais de 12 horas. Porém, ainda há reclamações sobre interrupções constantes e falhas na distribuição.
Após o início do racionamento, algumas atividades no estado normalizaram. Os moradores passaram a conseguir abastecer os veículos, fazer compras e sacar dinheiro sem enfrentar longas filas. Além disso, os sinais de internet e das operadoras de celular também melhoraram. Mas a medida não conseguiu evitar a continuação dos prejuízos e transtornos.
As dificuldades provocadas pela crise energética refletem no sentimento de impotência da Francilene sobre a situação dela e dos três filhos. “Eu me sinto mesmo, assim, no meio disso tudo? Me sinto um nada, não sei o que que eu faço”, lamentou.
Aguardando por um fornecimento normal, uma região da Zona Norte de Macapá começou a semana com um susto durante um curto-circuito. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram o desespero dos moradores. “Gente, socorro! Meu Deus do céu, tá estourando tudo aqui (…)”, disse a autônoma Ane Caroline Lobato, de 28 anos, em uma das gravações.
Os moradores acreditam que o problema tenha sido causado pelas interrupções constantes na alimentação dos transformadores do bairro. A Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) alega que o curto-circuito foi provocado por uma ventania que ocorreu na capital.
A ventania a qual a empresa se refere teria acontecido após as chuvas fortes que atingiram o estado no último domingo (22). Várias ruas de Macapá ficaram alagadas. A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros registraram mais de 30 pontos de alagamento.
“Acontece sempre, sempre. (…) Na última vez chegou energia de meia-noite, que era o racionamento, aí quando chegou quase todo mundo ligou [os eletrodomésticos] e quando todo mundo ligou estourou de novo [a rede elétrica]”, contou a autônoma Ane Caroline Lobato, de 28 anos. “O rodízio não funciona, praticamente. (…) A gente tá no pico do esgotamento físico e mental”, ressaltou.
Na mesma região, mora a dona de casa Maria de Jesus Carvalho, de 62 anos. Ao levantar as mãos e apontar para os postes de iluminação, ela recorda os momentos de pânico que passou temendo pela segurança da família. “A gente tá sofrendo as consequências desse rodízio”, disse a aposentada, acrescentando ser comum ficar um dia inteiro sem luz. amapá apagão periferia
“A gente tá sofrendo as consequências desse rodízio”, desabafa Maria de Jesus Carvalho. Foto: Dyepeson Martins/Agência Pública
À noite, devido a temperatura do estado – que tem um clima quente e úmido – é comum encontrar famílias reunidas em frente às casas pela ausência de um ambiente refrigerado. Mas o desconforto continua mesmo em alguns locais abertos devido ao “carapanã”, que é o nome regional dado a um mosquito sugador de sangue, conhecido em outras regiões como pernilongo. amapá apagão população periferia
Os relatos de noites mal dormidas passaram a fazer parte do cotidiano dos amapaenses. Algumas pessoas dormem de janelas abertas, outras deitam em cima de toalhas molhadas como alternativa para a amenizar o calor durante a madrugada. Mesmo assim, ter uma noite de repouso é quase impossível para quem não tem condições financeiras de ter um gerador ou de pagar por um hotel com sistema próprio de energia.
“A gente sai do serviço ‘pra’ ter o descanso né, mas chega em casa e não tem luz. Passo três [horas] com energia e três sem. E aí, chega em casa e não tem como descansar”, contou o serviços gerais Guilherme Bastos, de 57 anos, em um ponto de ônibus totalmente no escuro, no Centro de Macapá. Ele mora no bairro Vale Verde, uma área periférica onde boa parte dos moradores residem sobre palafitas em casas de madeira construídas em uma região alagada.
Ponto de ônibus no Centro de Macapá totalmente no escuro. Foto: Dyepeson Martins/Agência Pública
Além da tranquilidade, pequenos estabelecimentos comerciais também perdem dinheiro. As quedas frequentes de energia provocam a queima de equipamentos e transformam a rotina de trabalho dos donos e funcionários, que precisam se adequar aos horários do rodízio. Em alguns locais, o cronograma de racionamento não é cumprido e os comerciantes contam com a sorte para trabalhar.
Em uma padaria na Zona Norte da capital, por exemplo, os pães eram preparados durante o dia. Mas agora, a dona do estabelecimento conta que a produção está “parcelada”. Os funcionários trabalham de sobreaviso e as vendas caíram substancialmente.
“Eles [funcionários] tão trabalhando no horário da noite quando chega a energia. E as vezes, quando chega de dia, eles trabalham e ‘pow’ vai embora a energia de novo”, descreveu Natana de Cássia, de 28 anos, que abriu o pequeno negócio em 2015. “Antes a gente tinha o horário certo: dormia de noite ‘pra’ trabalhar de dia. Agora a gente tá tendo sono de 3 horas só”, explicou.
A tranquilidade e a rotina do Dorenildo Albuquerque também foram afetadas devido ao “liga e desliga” da rede elétrica. O comerciante, de 26 anos, disse ter perdido três freezers desde o dia 3 de novembro. Apesar da distribuidora dele continuar de portas abertas, boa parte das bebidas – como sucos e refrigerantes – são vendidas quentes em decorrência da falta de dinheiro para consertar os equipamentos. O valor do prejuízo, segundo ele, ultrapassa R$ 5 mil. amapá apagão população periferia
Dorenildo Albuquerque é dono de uma distribuidora e perdeu três freezers desde o dia 3 de novembro. Foto: Dyepeson Martins/Agência Pública
“É muito complicado a gente que paga imposto tudo certinho e passa por uma dificuldade dessas”, falou o jovem, que mora nos fundos do estabelecimento e diz ter perdido o sossego em casa e no trabalho. “Dormir? Não! é passar a noite. Porque ninguém consegue dormir. O cara trabalha de oito da manhã às dez da noite e além de não ter energia não tem água”, acrescentou.
A falta de água citada pelo comerciante é um outro problema enfrentado pelos moradores desde o início do apagão e que permanece sem solução. Parte da população do estado – principalmente de regiões mais pobres – continua sendo abastecida por carros-pipa. Várias pessoas, no entanto, reclamam que a água disponibilizada é suja e imprópria para o consumo.
Dois blecautesamapá apagão população periferia
As 13 cidades atingidas pelo apagão passaram por mais um blecaute total no dia 17 de novembro. As regiões ficaram totalmente no escuro por mais de cinco horas. Em nota, a Eletronorte disse que houve um desligamento na Usina Hidrelétrica de Coaracy Nunes, em Ferreira Gomes, a 137 quilômetros de Macapá. O Ministério de Minas e Energia informou que o caso está sendo investigado e que se tratou de “um evento externo à usina.”
Hotéis com gerador lotaram em menos de duas horas e vários protestos foram registrados em Macapá e Santana, distante 17 quilômetros da capital. A Polícia Militar informou ter acompanhado quase 120 manifestações desde o início do apagão.
Moradores estão indo às ruas e queimando pneus e pedaços de madeira para cobrar a solução imediata dos problemas decorrentes da maior crise no fornecimento elétrico do estado nos últimos anos. Muitos manifestantes denunciaram a agressão de militares durante os atos e a PM chegou a informar ter sido “mais rigorosa” com pessoas que estavam com “os ânimos exaltados.”
Familiares na frente de casa durante interrupções no fornecimento de energia elétrica. Foto: Dyepeson Martins/Agência Pública
Promessas e frustrações
A primeira promessa de restabelecimento total do fornecimento de energia elétrica foi dada pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, em uma entrevista concedida ao lado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM- AP). Na ocasião, o ministro afirmou que o fornecimento seria normalizado em um prazo de dez dias.
Durante uma visita ao Amapá, no último dia 7, um novo prazo foi divulgado. Desta vez, Albuquerque disse que a energia seria reestabelecida em 100% até o final da semana seguinte (entre os dias 13 e 14 de novembro) com a contratação de 44 geradores movidos a combustível.
No sábado (21), mais uma frustração para quem esperava ter luz 24h. Desta vez, o presidente Jair Bolsonaro esteve no Amapá para ligar os geradores termelétricos, alugados para suprir o consumo no estado. O Governo Federal chegou a anunciar que 100% dos municípios teriam energia, mas em seguida disse que o fornecimento seria normalizado somente na quinta-feira (26).
O presidente Jair Bolsonaro em visita ao Amapá, no sábado (21). Foto: Ascom/Amapá
Na manhã desta terça-feira (24), a Linhas de Macapá Transmissora de Energia informou ter restabelecido a carga nos dois transformadores da subestação onde ocorreu o incêndio que provocou o apagão. amapá apagão periferia
Uma das máquinas – a menos danificada no incêndio – passou por reparos e voltou a funcionar no último dia 7. A outra, foi transportada de Laranjal do Jari, no Sul do Amapá. O equipamento, que pesa 200 toneladas, levou mais de trinta horas para chegar à capital em uma viagem de balsa.
Conforme o Ministério de Minas e Energia, o funcionamento das duas máquinas é suficiente para suprir 100% da demanda do estado, embora a subestação funcionasse com três transformadores. Um terceiro transformador, requisitado de Boa Vista (RR), deve ser instalado e entrar em funcionamento apenas em dezembro.
A crise no sistema elétrico acontece em meio a pandemia de covid-19. O último boletim divulgado pelo Governo do Amapá aponta a confirmação de mais de 56 mil casos e 789 mortes. O apagão iniciou um dia depois do governador assinar um decreto mantendo medidas restritivas para evitar a proliferação do vírus.
“A gente não tem muita informação, só expectativa e medo né. Porque ninguém vai consertar o nosso prejuízo”, comentou a autônoma Silvana Magalhães, em frente a casa onde mora com mais nove familiares. Aos 45 anos, ela disse nunca ter passado por uma situação assim. “Só quero que melhore”, completou.
Sempre atento a saúde e bem-estar de suas gestantes, o Hospital Sepaco inova e implanta o serviço de fisioterapia em Centro Obstétrico. Este novo serviço vem somar a experiência da instituição com alta complexidade ao cuidado e atenção dedicados às gestantes, tornando a assistência ainda mais resolutiva e precisa.
Os fisioterapeutas especializados em partos se integram a toda a equipe de enfermagem, médicos e demais profissionais que estão para assistir a paciente com o objetivo de ajudar e propiciar um trabalho de parto mais fisiológico possível.
Segundo a Profª. Dra. Lisandra Stein Bernardes, Coordenadora da Obstetrícia e do Centro de Medicina Fetal e Cirurgia Fetal do Hospital Sepaco, a fisioterapia tem um papel importante que é de ensinar a gestante a fazer posições que permitem uma evolução positiva no parto. A equipe especializada de fisioterapia realiza o trabalho no período de gestação, durante o parto e acompanha a paciente no pós-parto.
Um estudo demonstrou resultados extremamente positivos em pacientes que atuaram com a equipe de fisioterapia e mantiveram um ritmo de exercícios. Os principais benefícios para as pacientes são a diminuição na duração do trabalho de parto, sendo mais rápido, e a redução de algum tipo de analgesia, já que a dor também é bem menor.
A médica destaca que em situações, por exemplo, em que o feto não está bem posicionado a atuação da fisioterapia possibilita adequar o posicionamento fetal para rotação da cabeça do bebê até passar pelo caminho da bacia.
Entre os benefícios da fisioterapia na gravidez estão auxílio no controle da glicemia na diabetes gestacional, alívio de sintomas relacionados ao sistema músculo-esquelético e vascular, melhora do condicionamento físico e na qualidade do sono, redução do risco de trauma perineal, alívio da lombalgia e dor pélvica, além de preparar a gestante para o parto.
Já durante o parto, os benefícios vão desde uma experiência mais tranquila, com menos dores, diminuição de analgesia até a redução do tempo de trabalho de parto e a recuperação mais rápida da parturiente.
Com este novo serviço, o Sepaco entra no rol de um grupo seleto de hospitais que oferecem uma equipe especializada de fisioterapia para parturientes e ratifica seu comprometimento e atenção com os cuidados materno-infantis e também de toda a família.
Sobre o Sistema Sepaco de Saúde
O Sepaco, fundado em 1956, inicialmente para atender o setor papeleiro, transformou-se em um Sistema Integrado de Saúde, agregando hospital e operadora de saúde de autogestão.
Pioneiro no controle de infecção hospitalar no Brasil, o Hospital Sepaco atualmente atende operadoras de saúde, assim como clientes particulares.
Focado em alta complexidade e pediatria, o hospital está localizado na Vila Mariana, São Paulo, e possui 257 leitos, sendo 95 de UTI (40 para adultos e 35 Neonatais e 20 Pediátricos), um corpo clínico com alta qualidade profissional e modernos equipamentos para diagnósticos, como tomografia, ressonância magnética, hemodinâmica, medicina fetal e uma área própria para oncologia.
Para realização de pequenas cirurgias, com alta no mesmo dia, a instituição oferece ainda o Hospital Dia Sepaco, na região do Jardim Paulista, São Paulo/SP.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Panamericana da Saúde (OPAS) indicam que a saúde mental é uma das áreas mais negligenciadas com quase 1 bilhão de pessoas no mundo vivendo com transtornos mentais. Segundo a OMS, o Brasil foi eleito o país mais ansioso do mundo.
São cerca de 3 milhões de pessoas que morrem anualmente devido ao uso nocivo do álcool e a cada 40 segundos, uma comete suicídio como tratado na Campanha Setembro Amarelo. Atualmente, bilhões de pessoas em todo o mundo foram afetadas pela pandemia de COVID-19, que está causando um impacto adicional na saúde mental das pessoas.
No próximo sábado, dia 10 de outubro, é o Dia Internacional da Saúde Mental e para Marcos Raul de Oliveira, psicólogo e fundador do site Psico.Online, a data, bem como campanhas como o Setembro Amarelo, Janeiro Branco e ações digitais engajadas online, podem ser o início para as mudanças que facilitem o acesso de toda a população aos profissionais dedicados à Saúde Mental e Emocional. ”É importante prestar atenção aos primeiros sintomas da doença e buscar ajuda o quanto antes para garantir uma melhor qualidade de vida”.
No entanto, ainda são relativamente poucas as pessoas que têm acesso a serviços de saúde mental de qualidade. Em países de baixa e média renda, mais de 75% das pessoas com transtornos mentais, neurológicos e por uso de substâncias não recebem nenhum tratamento para sua condição. Além disso, o estigma, a discriminação, a legislação punitiva e as violações dos direitos humanos infelizmente ainda são comuns.
A origem da palavra ansiedade vem do grego anshein, que significa estrangular, sufocar, oprimir e abre uma série de sensações, sentimentos e emoções surgidas a partir de uma situação geradora de estresse. “O estresse, a ansiedade e as emoções caminham juntas de mãos dadas e são comuns aos seres humanos, mas tornam-se problemáticas quando fogem ao equilíbrio necessário para a nossa sobrevivência”, ressalta Raul.
Procure perceber qual o gerador e busque ajuda se for preciso para identificá-lo. A ansiedade faz parte da vida e é necessário o autoconhecimento para identificar o gatilho e perceber em si as gradações dessa ansiedade, pois a permanência nesse estado pode fazer com que a ansiedade deixe de ser o problema e passe a ser um sintoma de outro ainda maior.
E qual, afinal são as dicas para um momento de crise de ansiedade? São várias: identifique o motivo, peça ajuda e ajude não fortalecendo a ansiedade com perguntas ou dicas milagrosas. Acolha, ouça e procure focar naquilo que se tem à mão. Conte, por exemplo, suas respirações, respirando e inspirando lentamente. Dedique tempo a você sem se cobrar.
A ansiedade “não causa falta de ar”, causa a impaciência em você por você respirar curta e rapidamente. Busque essa paciência contando e colocando sua atenção no ato de respirar. E, mesmo parecendo repetitivo e tendencioso, busque um psicólogo para entender melhor o que está acontecendo.
Raul faz um alerta os pais que têm que ficar atentos aos comportamentos de seus filhos. Lembrem-se que eles aprendem, percebem e são inteligentes, mas também precisam de atenção a Saúde Mental e Emocional.
Perceba alterações no comportamento, alterações na maneira de brincar e ouça o que eles têm a dizer e como se percebem ou se comportam. “Muitas vezes os pedidos para procurar um profissional são ignorados pelos pais e são atitudes que precisam ser revistas neste e nos outros dias para a saúde mental e emocional”, finaliza o psicólogo.
Marcos Raul de Oliveira, é psicólogo, CRP 06/154.661 fundador do site psico.online, disponível em https://psico.online/blog, adepto da telesaúde e das soluções que integrem de maneira segura tecnologia, pessoas e saúde mental.