Categoria: Meio Ambiente e Cidadania

  • Energia solar: é hora de acelerar

    Há dez anos, o Brasil sequer figurava entre os 30 países no ranking mundial de fonte solar fotovoltaica. Hoje, um recente mapeamento divulgado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) coloca o país na 9ª colocação. No último levantamento, o Brasil era o 12º, um salto de três posições em pouco mais de um ano. China, Estados Unidos e Vietnã são os três primeiros.

    De acordo com a entidade, em 2020, o Brasil instalou 3.152,9 megawatts (MW) de fonte solar fotovoltaica, sendo de 80% do total de sistemas de geração distribuída (GD) que, em geral, ficam em telhados; e 20% em sistemas de geração centralizada, que são as grandes usinas solares.

    Só no ano passado, foram quase R$ 16 bilhões de novos investimentos e mais de 99 mil novos empregos gerados. Segundo a Absolar, de 2012 a 2020, o Brasil acumulou R$ 42,1 bilhões em investimentos na fonte solar fotovoltaica, gerando 236 mil empregos.

    O que esse salto nas posições e números representam para o país? Um sinal da democratização da energia solar, que só tende a crescer cada vez mais, principalmente nas residências. Aliás, esse é um filão do mercado e podemos analisar seus motivos.

    O primeiro deles é a redução no custo dos equipamentos. Comparado há dez anos, podemos dizer que o investimento chega a ser 75% menor – a produção e a demanda aumentadas por esse tipo de energia explicam essa queda.

    Além disso, hoje as placas são feitas para durarem mais 30 anos, sendo a manutenção simples e barata. Outra vantagem são os financiamentos: atualmente existem muitas opções seguras no mercado para a aquisição dos equipamentos. Por fim, eu destacaria nosso índice de radiação solar, um dos melhores do mundo.

    E como se não bastasse o fato de ser uma energia renovável e limpa, a solar se mostrou uma grande aliada de muitos brasileiros ao longo da pandemia. As restrições fizeram com que muitos trabalhadores perdessem seus empregos ou migrassem o modelo de trabalho para casa. Por meio da energia solar, em especial da geração distribuída, essas pessoas tiveram, pelo menos, um alívio na conta luz, podendo ajustar seus orçamentos para outras necessidades do momento.

    Na outra ponta, como já citei, a geração de empregos também movimentou o setor e o Brasil, muitos deles vindos do franchising – aliás, o segmento de Casa e Construção, que envolve as franquias de energia solar, foi o que mais cresceu em 2020, 12,8%, com um faturamento de R$ 12,4 bilhões.

    Todos esses números e movimentos só mostram a importância da energia solar e de outras fontes renováveis no Brasil, tema que bate à porta sempre que vivemos situações como a deste momento, em que os reservatórios de água estão baixos, levando o aumento do preço da energia para o pequeno e grande consumidor.

    Há, porém, outra questão em trâmite, como o Projeto de Lei 5.829/19, conhecido como o Marco Legal da Geração Distribuída Solar. Hoje, as empresas do setor seguem as resoluções administrativas promulgadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O projeto traz mudanças legislativas que podem diminuir o ritmo da expansão da energia solar pelo Brasil, enquanto outros países só o aceleram.

    Nesta questão, temos de reforçar que a energia solar gera muito menos (ou quase nenhum) impacto ambiental do que as demais fontes. Além disso, o crescimento da geração distribuída só traz benefícios para o Brasil em muitos sentidos, pois alivia a operação da matriz elétrica nacional, tendo como resultado uma menor pressão nos reservatórios de água das hidrelétricas e redução do uso de termelétricas.

    Essa eficiência traz ganhos para as concessionárias também, pois ajuda a equilibrar a matriz energética e desonera o investimento em distribuição. Com isso, há maior possibilidade de se controlar o aumento da energia em todo país.

    E mais: segundo um estudo da Absolar, a expansão da geração distribuída pode gerar benefícios líquidos de R$ 200 bilhões para o mercado brasileiro até 2050. Ou seja: ganha a concessionária, ganha o consumidor, ganha o Brasil. Portanto, é hora de acelerar!

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    Energia solar: é hora de acelerar
    Marcelo Macri é sócio-diretor da Energy Brasil, maior rede de energia solar do país, com mais de 400 franquias.

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  • Campanha contra a fome em Diadema recebe cestas básicas da UNIFESP

    O setor universitário também contribuiu com a campanha “Sua Fome me Incomoda” realizada pela Prefeitura de Diadema. A Universidade Federal São Paulo (Unifesp) doou, hoje, 39 cestas básicas que serão repassadas às famílias que vivem na pobreza e em situação de desemprego, na campanha contra a fome em Diadema.

    A entrega dos alimentos aconteceu no Campus Diadema, que fica no centro da cidade, e faz parte da açãoSe Cuida Diadema, que a unidade acadêmica realiza desde o ano passado. A atividade tem a contribuição de professores, amigos e funcionários da universidade, e com os valores obtidos são adquiridos produtos não perecíveis. “Os alimentos são distribuídos para famílias de alunos da escola pública de Diadema, funcionários terceirizados e estudantes da própria universidade. Soubemos da iniciativa da Prefeitura e resolvemos colaborar com a campanha”, relata a professora da Unifesp, Susan Pantaroto.

    A vice-prefeita e secretária de Assistência Social e Cidadania, Patty Ferreira, ressalta que a campanha “Sua Fome me Incomoda” vem sendo bem acolhida por todos e que as doações permitem que mais famílias no Município recebam alimentos. “Além de um ato solidário, a contribuição da UNIFESP mostra que duas unidades públicas podem se juntar em prol de uma causa que ajuda diminuir o sofrimento alheio,” afirma.

    No ato de entrega das cestas, também, estiveram presentes a primeira-dama e presidenta do Fundo Social de Solidariedade, Inês Maria de Filippi, e o secretário de Segurança Alimentar, Gel Antônio. Da UNIFESP participaram o diretor do Campus Diadema, Wagner Batista; o diretor administrativo, João Duarte, e o professor Sérgio Stocco.

    A campanha “Sua Fome me Incomoda” acontece desde o último dia 27 de março e em dois meses recebeu 198 toneladas de doações. Deste total, 170 toneladas já foram distribuídas, levando comida para mais de 35 mil moradores de Diadema.

    Para saber mais como doar acesse o link:

    http://combateafome.diadema.sp.gov.br/

    Por Iara Santos Luz

    Foto Dino Santos

    Campanha contra a fome em Diadema recebe cestas básicas da UNIFESP

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  • Catadores de recicláveis em Santo André: Semasa fará estudo

    O Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) realizou mais uma missão técnica com representantes da CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina), responsável pelo financiamento de US$ 50 milhões do programa Sanear Santo André. Dentre as novidades acerca da atualização do escopo do programa está o desenvolvimento de um estudo para mapear o número de catadores de recicláveis que atuam no município de Santo André.

    O levantamento faz parte das obras de construção de mais 20 Estações de Coleta e tem como objetivo descrever, com o auxílio de uma pesquisa de campo, o contingente de pessoas que recolhem materiais secos pelas ruas para que elas possam ser inseridas no trabalho formal de triagem e venda de recicláveis, por meio das cooperativas que existem em Santo André.

    O levantamento também será fundamental para que a cidade possa fomentar políticas públicas que busquem a qualificação de quem trabalha com reciclagem, além de estimular a economia solidária. Após o resultado do diagnóstico, também será analisada a possibilidade de construir a terceira cooperativa da cidade. A previsão é de que a pesquise comece e seja concluída neste ano. Ainda em 2021, também iniciam os serviços para construir mais dez Estações de Coleta.

    Complexo Viário Cassaquera –Primeira realização do programa Sanear Santo André, as obras do Complexo Viário Cassaquera seguem em ritmo acelerado, com 66% do total das intervenções concluídas. Com os serviços de preparação do solo para a pavimentação da avenida Luiz Ignácio de Anhaia Mello, o Semasa começou a atuar simultaneamente em sete frentes de trabalho. Os serviços de canalização do córrego Cassaquera, na extensão de 1,7 quilômetro do curso d’água, chegaram a cerca de 75%.

    Outras intervenções –Em meados de maio, o Semasa realizou a abertura de envelope das empresas licitantes no processo de contratação do projeto executivo para a construção de obras de drenagem na região do córrego Guarará. Os estudos estão sendo analisados pela comissão técnica formada por representantes da autarquia.

    As intervenções para modernizar e ampliar o sistema e alerta de chuva do município serão feitas em dois contratos. O primeiro, que envolve a implantação de 25 câmeras para monitorar córregos e o rio Tamanduateí, está na etapa de preparação da minuta de edital. O segundo contrato integra a instalação de novos pluviômetros, fluviômetros, bocas de lobo inteligentes, estações meteorológicas, softwares de simulação de inundações, dentre outros. A fase atual é de elaboração do termo de referência para licitação.


    | Texto: Susi Elena
    | Fotos: Divulgação/Semasa

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    Catadores de recicláveis em Santo André: Semasa fará estudo

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  • Dia Mundial do Meio Ambiente tem ação no Shopping Praça da Moça

    No próximo dia 5 de junho, sábado, é o Dia Mundial do Meio Ambiente. No Shopping Praça da Moça, além da preocupação com os recursos naturais e destino correto do lixo, os clientes são convidados a refletir e colaborar com esse cuidado com o Planeta e recebem de brinde um lápis semente e uma caixa semente mágica.

    O empreendimento comemora o sucesso dos investimentos para captação de água da chuva, implantado há 2 anos. O shopping consome mensalmente cerca de 1.400 m3de água nas áreas comuns de consumo (banheiros, mictórios, torneiras de serviço e irrigação de áreas verdes).

    Com o reuso foi possível deixar de consumir 120 m3de água/mês, o suficiente para abastecer 10 casas pelo período de 30 dias. O sistema que foi desenvolvido e implantado pela própria equipe do empreendimento, tem capacidade de captar 10 m3de água por hora para ser utilizada em áreas como vasos sanitários, torneiras de serviço e irrigação de áreas verdes.

    “Utilizamos o skylight – cobertura de vidro – que direciona a água para um reservatório onde a mesma é filtrada e tratada com cloro para depois ser reutilizada”, explica Guilherme Matos, gerente de operações do Shopping Praça da Moça.

    Além disso, outras medidas podem ser vistas por quem visita o Praça. O mesmo teto de vidro que capta a água também serve para economia de luz, já que deixa os corredores naturalmente claros. E para diminuir a emissão de gás carbônico gerada pelos veículos à procura de vagas, foi implantado no estacionamento um sistema de luzes para mostrar ao visitante os locais disponíveis.

    Shopping Praça da Moça
    Telefone: (11) 4057-8900
    WhatsApp: (11) 94709-5754
    www.shoppingpracadamoca.com.br
    Rua Manoel da Nóbrega, 712 – Centro, Diadema
    Estacionamento: Carros 9 reais até 3 horas + 1 real por hora adicional ou fração / Motos 9 reais a diária

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    Dia Mundial do Meio Ambiente tem ação no Shopping Praça da Moça

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  • Moeda Pet acontece no portão principal do Parque Central neste sábado

    O portão principal do Parque Central, em Santo André, receberá no sábado (29) mais uma edição do Moeda Pet. O programa, que troca um quilo de garrafas PET por um quilo de ração para cães ou gatos, será realizado em sistema drive-thru, das 10h às 15h. O parque fica na rua José Bonifácio, na Vila Assunção.

    “O sistema drive-thru, ao permitir a realização da troca sem que o munícipe saia do carro, é mais adequado para este momento, já que impede a possibilidade de contato e aglomeração, mas garante a oferta de ração para as pessoas que têm seus pets e os protetores independentes de animais. Isso sem falar do benefício para o meio ambiente que a retirada destas garrafas de circulação representa”, disse o secretário de Meio Ambiente, Fabio Picarelli.

    Cada quilo de garrafa plástica (que equivale a 20 garrafas de dois litros ou 26 de um litro) é trocado por um quilo de ração. Quem participa pode levar o alimento para casa ou fazer a doação no local, para que seja destinada à Uapa (União Andreense Protetora dos Animais), entidade que faz a distribuição entre os protetores independentes cadastrados.

    Quem não conseguir juntar um quilo de garrafas pode apenas ir doar qualquer quantidade de garrafas que acumulou. Neste caso, toda a arrecadação de rações será revertida para as protetoras de animais. O material reciclável arrecadado com o Moeda Pet é remetido para as cooperativas localizadas no Aterro Municipal, vendido e o valor revertido para as famílias cooperadas.

    O programa é uma ação do Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal da Secretaria de Meio Ambiente, que conta com parceria da farmácia de manipulação veterinária Farma Bichos e do Dr. Vet Hospital Veterinário. A iniciativa também conta com o apoio do Departamento de Vigilância à Saúde, do Banco de Rações do Fundo Social de Solidariedade e do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), que encaminha todo o reciclável arrecadado para as cooperativas.

    | Texto: Paola Zanei
    | Fotos: Alex Cavanha/PSA

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    Moeda Pet acontece no portão principal do Parque Central neste sábado

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  • Semana Nacional do Meio Ambiente – Como ajudar?

    Dia 5 de junho é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e o tema deste ano é aRestauração de Ecossistemas! No Brasil, temos a Semana Nacional do Meio Ambiente, que em 2021 será celebrada de 5 a 9 de junho, a data é ideal para pôr a mão na consciência e começar a colocar na rotina ações práticas que contribuem para a restauração do ecossistema.

    O nome pode assustar, mas a restauração do ecossistema é mais fácil do que parece e pode ocorrer de várias formas. O professor de sustentabilidade da ESPM, Marcus Nakagawa, em seu livro 101 Dias com Ações Mais Sustentáveis para Mudar o Mundo (http://www.editoralabrador.com.br/produto/101-dias-com-acoes-mais-sustentaveis-para-mudar-o-mundo/), dá dicas simples para você ajudar o ecossistema.

    Sabia que comer um produto orgânico já é uma atitude sustentável? A dica número 13, do seu livro:Coma um produto orgânico ou, quem sabe, mais, ressalta a importância de consumir produtos sem agrotóxicos, hormônios, drogas veterinárias, adubos químicos, antibióticos ou transgênicos em qualquer fase da produção. “Os benefícios que os alimentos orgânicos trazem vão muito além dos efeitos para a saúde humana. O não uso de produtos químicos ajuda o solo a se manter mais saudável, diminuindo a poluição ambiental; além disso, os orgânicos protegem a biodiversidade”, explica o autor.

    Outra ação, a número 4, é muito simples e está presente na vida da maioria da população mundial, que é:Apague a luz. Nakagawa ressalta que a atualmente, a energia é o grande problema da humanidade, quem tem energia tem poder, polui menos o meio ambiente e esquenta menos o planeta. Então quanto menos

    mantivermos as luzes acesas sem necessidade, menos gastaremos energia. “Algumas ideias para sempre se lembrar de apagar as luzes, podem parecer bobas, mas são muito úteis, como deixar uma mensagem perto do interruptor. Ou sempre tentar verificar se as luzes estão apagadas. No caso dessa dica, é questão de costume. Quanto mais você fizer, mais a ação se tornará parte de sua rotina”, finaliza o professor.

    Sobre Marcus Nakagawa

    Especialista em sustentabilidade,Nakagawaé coordenador do Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental (CEDS); idealizador, ex-presidente e conselheiro da Abraps (Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável); palestrante sobre sustentabilidade, empreendedorismo e estilo de vida.

    Marcus é criador da plataformaDias Mais Sustentáveis(www.diasmaissustentaveis.com),vencedor do Prêmio Jabuti 2019/Economia Criativa com o livro 101 Dias com Ações Mais Sustentáveispara Mudar o Mundoe coautor dos livros “Marketing para Ambientes Disruptivos Administração” por competências e “Nosso mundo: não temos plano B”.

    Também participou, em 2020, doTEDx Coutdown, iniciativa global para acelerar as soluções dos problemas climáticos do planeta:www.marcusnakagawa.com.

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    Semana Nacional do Meio Ambiente - Como ajudar?

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  • Linguagem inclusiva: da vida para a língua

    Prof.ª. Dr. em linguística Vívian Cristina Rio Stella é a autora de “Linguagem inclusiva: da vida para a língua”.

    Todes, todxs, tod@s, todas e todos. O uso do chamado “gênero neutro” está acontecendo em empresas, universidades, escolas, algo que vem ocorrendo há alguns anos e foi impulsionado, principalmente, pelas redes sociais e publicidade. Marcas que se posicionam como mais modernas, inclusivas e com políticas de diversidade decidem pelo uso de ‘e’, ‘x’ e ‘@’ em vez de usar marcadores de masculino e feminino, para contemplar os indivíduos não binários que não se identificam com os dois gêneros pré-definidos.

    Na área acadêmica, por exemplo, o uso de “car@s” em e-mails e documentos ocorre há pelo menos dez anos. Em outros contextos, disseminou-se o uso do “x”. Quais são os problemas dessas duas marcações? Qualquer dispositivo que se valha de áudio não consegue identificar o som a ser pronunciado ao se deparar com “todxs”. Então, passou-se a adotar a forma ‘e’ para marcar o “gênero neutro”.

    Esse breve percurso não se pretende científico, mas aproveito o espaço para esclarecer o papel do linguista, cientista da linguagem, pouco consultado quando a polêmica surge ou quando empresas e outras instituições decidem ou não pelo uso da linguagem inclusiva. Nosso papel como estudiosos dos fenômenos da língua não é ser normativo para determinar se devemos usar uma forma ou outra, mas sim estudar como é a ocorrência desses marcadores nas suas mais variadas formas, contextos de fala ou escrita, tipos de palavras em que a variação ocorre e articular com o sistema da língua.

    Vale pontuar também que nada é neutro em linguagem, por isso você lê o termo “gênero neutro” neste texto marcado entre aspas. Quando uma marca escolhe usar o ‘e’ em palavras de seus posts, comunicados ou campanhas, ela se filia a um discurso inclusivo, em prol da diversidade. Há, inclusive, empresas que usam o “todes”, mas que não tem políticas inclusivas efetivas, não só para LGBTQIA+, mas também para as mulheres, os negros, as pessoas com deficiência. E essa é sempre a ponderação que faço quando sou consultada sobre usar ou não o “e”: em que medida há práticas inclusivas e em que medida é só colocar esse marcador não binário na língua e o discurso não refletir a prática? Porque o essencial é que a escolha linguística acompanhe as práticas culturais da instituição e da sociedade como um todo.

    O tema do tal “gênero neutro”, que, na verdade, é sobre linguagem inclusiva é, no mínimo, polêmico, porque ainda existe um imaginário de que a língua é imutável, como se ela fosse uma joia preciosa, muito associada à gramática e a chamada “norma culta”. Como Marcos Bagno e tantos outros linguistas afirmam, a língua não pode ser usada como instrumento de exclusão. A língua é viva, complexa, inclusiva, diversa, uma atividade interativa e, portanto, feita pelos falantes nos contextos de uso.

    Negar ou criticar os usos é assumir uma postura normativa em relação à língua. Especificamente, sobre o uso de termos inclusivos e marcadores não binários nas palavras, é importante pontuar que, desde 2005, circulam documentos elaborados por órgãos públicos de diferentes estados que estimulam uma linguagem menos excludente.

    Língua e sociedade caminham e se transformam mutuamente e as escolhas linguísticas não são um retrato, mas um trato do mundo. Ao escolher por “todes”, “todas e todos” ou “todos”, revelamos nossa visão de mundo, nossa forma de lidar com ele, por meio das palavras, a identidade que queremos projetar para as pessoas com quem interagimos.

    Não há neutralidade no uso da língua, o que precisa haver são práticas inclusivas, menos preconceito e julgamento, mais abertura às mudanças na língua e na sociedade. Discutir o uso de “todes” é a ponta do iceberg.

    Vivian Rio Stella

    Doutora em linguística pela Unicamp, com pós-doutorado pela PUC-SP, especialista em comunicação. Idealizadora da VRS Academy. Professora da Casa do Saber, da Aberje e da Cásper Líbero. Começou a realizar textos, produzir materiais didáticos e a dar curso sobre redação de e-mails, e do mundo da academia queria migrar para o mundo corporativo. Passou anos como consultora até que montou a VRS Academy para ministrar seus próprios cursos e empreender com liberdade.

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    Linguagem inclusiva: da vida para a língua
    Foto: Divulgação

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  • Bactérias podem combater poluição de plásticos

    Microbiologistas descobriram uma maneira de usar bactérias para reter microplásticos, removendo-os do meio ambiente e tornando-os mais fáceis de reciclar. Bruna Boner mostra como bactérias podem combater poluição de plásticos

    A nova técnica, desenvolvida por cientistas da Universidade Politécnica de Hong Kong, usa biofilmes bacterianos – uma substância pegajosa criada por microorganismos – para capturar partículas microplásticas. O biofilme é então processado e disperso, liberando as partículas microplásticas para processamento e reciclagem.

    Os microplásticos são extremamente problemáticos e representam um grande risco para as cadeias alimentares e a saúde humana, de acordo com o pesquisador Yang Liu: “Eles não são facilmente biodegradáveis, onde são retidos nos ecossistemas por períodos prolongados. Segundo Bruna Boner, isso resulta na absorção de microplásticos pelos organismos, levando à transferência e retenção de microplásticos na cadeia alimentar.

    “Devido à sua enorme área de superfície e capacidade de adsorção, os microplásticos podem adsorver poluentes tóxicos, como pesticidas, metais pesados e resíduos de drogas em altas concentrações.

    “Isso leva à toxicidade biológica e química para organismos nos ecossistemas e humanos após o consumo não intencional prolongado de tais microplásticos. Além disso, os microplásticos também são difíceis de remover em estações de tratamento de esgoto, resultando em sua liberação indesejada no meio ambiente. ”

    Como funciona a técnica dos pesquisadores
    Em mais detalhes, os pesquisadores usaram a bactéria Pseudomonas aeruginosa para capturar microplásticos em um biorreator. Esta espécie de bactéria é encontrada em todos os ambientes e já foi demonstrado que coloniza microplásticos no meio ambiente. Cristina Boner Leo conta que Biofilmes de P. aeruginosa fazem com que os microplásticos se agregem, eventualmente fazendo com que eles afundem. Em biorreatores, isso torna os microplásticos mais fáceis de coletar.

    Depois que os microplásticos foram capturados pelos biofilmes e afundaram no fundo do reator, os pesquisadores usaram um gene de dispersão do biofilme, que fez com que o biofilme liberasse os microplásticos.

    Liu explicou que isso “permite a liberação conveniente de microplásticos da matriz de biofilme, que de outra forma é difícil e cara de degradar, de modo que os microplásticos podem ser posteriormente recuperados para reciclagem”.

    Levando o método para estações de tratamento de água

    Microplásticos são partículas de plástico com menos de 5 mm de diâmetro. Eles podem entrar no meio ambiente por meio de várias fontes, incluindo a quebra de peças maiores de plástico, lavagem de roupas sintéticas, quebra de pneus de automóveis e resíduos de plástico diretamente da indústria. Bruna Boner mostra que os métodos atuais de descarte de microplásticos, como incineração ou armazenamento em aterro, são limitados e têm suas próprias desvantagens.


    As próximas etapas da pesquisa, que foi publicada no Chemical Engineering Journal no início deste ano, estão movendo a prova de conceito do laboratório para um ambiente ambiental

    Liu e seus colegas esperam que a técnica seja eventualmente usada em estações de tratamento de águas residuais para ajudar a impedir que os microplásticos escapem para os oceanos. Eles também têm que encontrar compostos naturais para estimular a dispersão do biofilme dos isolados bacterianos formadores de pró-biofilme, dizendo que “isso fornece uma base para futuras aplicações em estações de tratamento de águas residuais, onde os microplásticos podem ser removidos de uma maneira segura e ecologicamente correta.”

    Pesquisas como essa, que poderiam reduzir a ‘plastificação’ de nossos ambientes naturais, são realmente boas notícias.

    Bactérias podem combater poluição de plásticos
    Bruna Boner mostra como bactérias podem combater poluição de plásticos. Foto: Universidade Politécnica de Hong Kong

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  • A importância da rotina na vida da pessoa com autismo e deficiência intelectual

    Transmissão, que acontece em 04 de maio, pelo YouTube, contará com a participação da psicóloga e mestre em Neurociências, Virgínia Nunes Viana, além da psicóloga Gizele Martins, com a mediação da psicóloga e diretora do CENSA Betim, Natália Costa, com conteúdo acessível em libras. Confira sobre A importância da rotina na vida da pessoa com autismo e deficiência intelectual.

    A rotina tem como objetivo organizar a vida do indivíduo, aumentando as possibilidades para que o mesmo possa desempenhar com afinco suas atividades. Todavia, quando o assunto são pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Deficiência Intelectual (DI), ter uma rotina se torna algo ainda mais importante, de acordo com especialistas, principalmente pelo fato destes indivíduos possuírem, em alguns casos, grande dificuldade em se comunicar e dependência nas atividades de vida diária. Por isso, o CENSA Betim, instituição que é referência nacional nos cuidados a pessoas com deficiência intelectual, realizará uma live, cujo tema é “A importância da rotina na vida da pessoa com TEA e DI”. A transmissão acontece no dia 04 de maio, terça-feira, às 20h, noYouTube do CENSA.

    Três profissionais que são referências nos cuidados a pessoas com deficiência intelectual compartilharão suas vivências e experiências no dia 04 de maio: a psicóloga mestre em Neurociências, supervisora clínica da Prefeitura Municipal de Ibirité e professora da Faculdade Pitágoras Betim, Virgínia Nunes Viana, e a Mestre em Psicologia pela UFMG e psicóloga do CENSA, Gizele Martins, estarão ao vivo com a psicóloga, diretora do CENSA Betim, Natália Costa. Em uma conversa bem dinâmica, elas falarão sobre como a rotina na vida das pessoas com TEA e DI é importante. Com uma linguagem bem acessível ao público geral, a live contará com uma intérprete de libras simultânea.

    De acordo com Natália Costa, a terceira live tem como objetivo compartilhar informações acerca da adoção de uma rotina, para que familiares e cuidadores possam ter mais sucesso no cotidiano com a pessoa com deficiência intelectual e autismo. “Ter uma ideia do que vai acontecer depois, é algo bastante confortável para quem não possui capacidade de questionar; Sei que mudanças e imprevistos acontecem às vezes, mas eles podem ser diminuídos quando damos uma explicação para as pessoas com TEA e DI. Por isso, trazer à tona esse tema da live é de muita importância, pois às vezes, até uma simples explicação, pode trazer uma convivência melhor”, analisa.


    Segundo a diretora do CENSA Betim, a presença dos profissionais convidados para transmissão, vai mostrar um pouco do que é praticado no cotidiano da instituição. “É gratificante contar com a presença das psicólogas Virgínia Nunes Viana e Gizele Martins, profissionais que lidam com as questões das pessoas com deficiência intelectual e sabem de verdade como tudo isso acontece. Ou seja, é uma forma de enriquecer o nosso debate afim de trazer para aos familiares e cuidadores uma luz acerca desse”, conclui a especialista Natália Costa.

    Para acompanhar as lives do CENSA Betim, basta acessar o canal da instituição no YouTube, fazer a inscrição e ativar as notificações para que a plataforma avise quando novas transmissões e conteúdos forem disponibilizados.

    Acesse o link direto para a live e ative o lembrete:https://youtu.be/22haUi_MMvk.

    Sobre Natália Costa
    Mestre em Psicologia do Desenvolvimento Humano com ênfase em Diferenças individuais pela FAFICH / UFMG, professora de cursos de pós-graduação na área de educação e saúde e diretora do CENSA Betim. Atua há mais de 25 anos no atendimento a pessoas com deficiência intelectual e suas famílias.

    A importância da rotina na vida da pessoa com autismo e deficiência intelectual
    A importância da rotina na vida da pessoa com autismo e deficiência intelectual. Grupo Balo

    Sobre Virgínia Nunes Viana
    Psicóloga, Mestre em Neurociência, Supervisora Clínica da Prefeitura Municipal de Ibirité e Professora da Faculdade Pitágoras Betim.

    Sobre Gizele Martins
    Mestre em Psicologia pela UFMG e psicóloga do CENSA Betim, com experiência no atendimento a pessoas com deficiência intelectual associada a outras deficiências, síndromes e transtornos, como o Transtorno do Espectro Autista (TEA).

    CENSA Betim
    Fundado em 1964, o CENSA Betim é referência nacional nos cuidados a pessoas com deficiência intelectual, associada ou não a outros transtornos, e da sua família, assegurando-lhes qualidade de vida e uma educação socializadora. A instituição conta com uma equipe transdisciplinar, composta por profissionais da medicina, psicologia, psiquiatria, além de cuidadores e educadores. Se destaca por oferecer uma proposta diferenciada, com atividades esportivas e recreativas, escolaridade especial, equitação e oficinas de música, teatro e artesanato, em um ambiente familiar e integrado à natureza.

    Serviço:
    Live:A importância da rotina na vida da pessoa com TEA e DI
    Data:04 de maio | terça-feira
    Horário:20h
    YouTube CENSA Betim:https://www.youtube.com/censabetim

    CENSA Betim
    Rodovia Fernão Dias, Km 494 – S/N Betim – MG
    Instagram: @censabetim
    Facebook:https://www.facebook.com/censabetim/
    Site:www.censabetim.com.br
    YouTube:https://www.youtube.com/censabetim

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  • Tudo o que você precisa saber sobre a energia solar

    Que ela é limpa, renovável, muito mais barata e tem conquistado cada vez mais adeptos ao redor do planeta, todo mundo sabe. Não à toa se tornou o setor que mais cresce no Brasil. Mas, apesar de a energia solar ter se popularizando bastante nos últimos anos, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o seu funcionamento. Para explicar um pouco mais sobre o assunto,Davidson Andreoni, consultor da Cemig SIM, aborda as principais curiosidades acerca deste tema. Confira!

    Há diferença entre aquecimento solar e energia solar fotovoltaica

    Enquanto o aquecimento solar consiste basicamente no aquecimento da água, especialmente do chuveiro, a energia fotovoltaica é mais completa, já que abastece todos os equipamentos que necessitam de energia elétrica em uma casa, tais como lâmpadas e eletrodomésticos.

    Geração de energia em dias nublados

    Pouca gente sabe, mas os painéis solares são capazes de captar energia do Sol mesmo em dias nublados. Devido à alta tecnologia empregada no processo, as células fotovoltaicas não necessitam de luz solar direta para que produzam energia em dias chuvosos. Todavia, nestes dias os níveis de watts gerados são menores.

    Geração de energia no período noturno

    Como a fonte para geração deste tipo de energia é a radiação solar, a produção em períodos noturnos não acontece. Apesar disso, a maioria dos sistemas de energia solar instalados no país funciona no modeloon grid, ou seja, conectados à rede de distribuição da cidade. Sendo assim, o sistema gera energia durante o dia e, à noite, utiliza a energia da rede.

    Tem taxa de emissão de poluentes zero

    Ao contrário de outras energias que mesmo emitindo algum tipo de poluente são consideradas limpas, a solar zera a taxa de emissão de poluentes. Dessa forma, ajuda a combater o efeito estufa e seus efeitos sobre o clima, apresentando-se como uma das melhores soluções para a sociedade.

    Existem enormes usinas de energia solar

    Embora os painéis caseiros desse tipo de energia sejam mais conhecidos e comuns, existemgrandes usinas solaresespalhadas pelo mundo. Estados Unidos, Espanha, Portugal e Alemanha abrigam algumas delas, que também estão presentes em outros países.

    Os créditos de energia solar

    Em dias de calor intenso, quando é gerada mais energia do que o necessário, são formados créditos com a rede de distribuição. Isso significa que todo o excedente produzido pelo sistema de energia solar fotovoltaico é enviado para a distribuidora, que tem até 60 meses para utilizar este crédito e abatê-lo na conta de energia do imóvel.

    Sobre a durabilidade dos painéis

    Os painéis solares são extremamente duráveis (mais de 20 anos) e precisam de pouca ou nenhuma manutenção. Os principais painéis utilizados hoje em dia são feitos de silício monocristalino ou policristalino. Os monocristalinos apresentam o silício em alto grau de pureza e são mais eficientes, apesar de exigirem um investimento maior.

    Quer levar energia solar para sua casa ou empresa? Acessewww.cemigsim.com.bre saiba mais.

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    energia solar
    Usina Solar, Cemig SIM. Foto: Divulgação

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  • Jogue Limpo com Diadema: apreensão de carro e multa para sujão

    Desde o início do ano, a nova gestão da Prefeitura tem recolhido milhares de toneladas de entulhos e outros resíduos jogados ilegalmente por toda a cidade. Para acabar com esse descaso, a partir de hoje, 26/4, a Campanha “Jogue Limpo com Diadema”, com apoio da GCM, vai apertar a fiscalização contra os sujões.

    O primeiro flagrante, ocorrido por volta das 12 horas, nas proximidades da avenida Brasília, no Jardim Campanário, resultou na apreensão do automóvel e multa de dois mil reais, por despejar dez sacos de entulho no passeio público. O infrator, que é morador da cidade, teve seu veículo guinchado e recolhido ao pátio.

    A multa para quem despejar irregularmente lixo e entulho varia de acordo com a quantidade e o local. Na ocorrência acima, a multa foi de natureza leve. Mas a multa para os sujões pode alcançar o valor de até R$ 4 mil e outras penalidades junto a Delegacia de Crimes Ambientais.

    Na cidade, a Prefeitura mantém dez ecopontos municipais para que os moradores descartem, gratuitamente, até 1 m³ de entulho por semana. Além de resíduos da construção civil, os locais também recebem móveis velhos, outros bagulhos e também materiais recicláveis. Não há mais serviço de recolhimento porta a porta.

    A operação integrada de fiscalização da Campanha “Jogue Limpo com Diadema” conta com fiscais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMA), do Departamento de Limpeza Urbana e integrantes da GCM Ambiental.

    “É um absurdo a falta de consciência e cidadania dos sujões. Esse local, no qual fizemos o apreensão havia sido limpo na sexta passada. Desde o começo do ano, estamos investindo em ações educativas, mas agora vamos multar e apreender quem sujar a cidade”, explica o secretário municipal de Meio Ambiente, Vagner Feitoza, o Vaguinho. “Com a cidade mais limpa, a Prefeitura vai economizar recursos e investir em outras áreas como saúde, educação, segurança e outros”, completou.

    De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente de Diadema, a Prefeitura gasta cerca de R$ 13 milhões por mês para recolhimento geral desses entulhos e bagulhos. A maior parte desse valor é para fazer a limpeza desses pontos críticos de descarte irregular.

    A SEMA fez um mapeamento dos pontos críticos de descarte de lixo e entulho. Em janeiro, eram 180 pontos de sujeira pela cidade. Agora, depois das primeiras ações da Campanha “Jogue Limpo com Diadema”, a pasta contabiliza cerca de 120 locais. Mas o objetivo da pasta é reduzir ainda mais os pontos de descarte e aumentar o uso dos ecopontos por parte dos moradores.

    Além de intensificar a fiscalização, a SEMA vai continuar fortalecendo ações de educação ambiental por toda a cidade. Outra medida a ser adotada, visando a limpeza da cidade e a valorização dos catadores e a defesa do meio ambiente, é a implantação da coleta seletiva.

    A população pode ajudar a fiscalizar também e denunciar pelo telefone 4059-7600.

    Os endereços e horários dos ecopontos municipais estão disponíveis no sitewww.diadema.sp.gov.br.

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    Jogue Limpo com Diadema: apreensão de carro e multa para sujão
    Foto: Divulgação

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  • Santo André ganha mais de 2.000 novas árvores em 2020

    A Prefeitura de Santo André e o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) seguem trabalhando continuamente para ampliar as iniciativas de sustentabilidade na cidade e uma das ações neste sentido é o plantio de novas árvores – tanto em calçadas e praças quanto nos parques. Até o final de 2022, a cidade terá recebido mais de 7.500 árvores.

    Em 2020, o Departamento de Manutenção de Áreas Verdes da Prefeitura plantou 2.380 mudas (incluindo as espécies que foram transplantadas de um local a outro, como àquelas junto às obras do Complexo Viário Cassaquera) e, por meio das compensações ambientais, o Semasa vai promover o plantio de outras 5.149 árvores até o final do ano que vem.

    Atualmente, com apoio da autarquia, a Prefeitura mantém o programa Meu Bairro Mais Verde, com ações em diversas localidades da cidade. O Semasa também realiza trabalhos pontuais, como no entorno dos bairros afetados pelas obras do Complexo Viário Cassaquera e no Parque Guaraciaba, que recebe novas mudas como compensação pelas obras do Aterro Sanitário. A autarquia conta ainda com uma equipe de Educação Ambiental, que promove a sensibilização sobre as temáticas ambientais, alcançando a população andreense por meio de uma série de cursos e atividades online

    “As iniciativas do Semasa e da Prefeitura são fundamentais para a saúde e a qualidade de vida dos cidadãos. Além dos plantios, temos outras ações de sensibilização ambiental para que os moradores se sintam integrados e ajudem no cuidado com as árvores. Além disso, seguimos atentos nas ações de fiscalização ambiental para coibir a supressão irregular de árvores”, comenta o superintendente do Semasa, Gilvan Junior.

    No ano passado, a Fiscalização Ambiental do Semasa emitiu 44 Autos de Infração Ambiental (multas) por supressão irregular de espécies arbóreas e, neste ano, foram oito autuações. Em Santo André, a autarquia é responsável pela fiscalização da poda drástica ou corte irregular nos lotes particulares. Já a Prefeitura fiscaliza a remoção em áreas públicas e calçadas. A multa pelo crime ambiental de corte de árvores sem autorização pode chegar até 450 FMPs (R$ 1.931,62) por árvore suprimida.

    Cidade sustentável e inteligente –Por meio de parcerias com a iniciativa privada, em razão das compensações ambientais pelos empreendimentos da cidade, Santo André vem se destacando cada vez mais entre os municípios com ações em prol da sustentabilidade.

    Recentemente, a cidade ganhou a primeira árvore solar do ABC. Implantada pela construtora Patriani, por meio de compensação ambiental e em conjunto com o Parque Tecnológico de Santo André, o equipamento permite uma série de possibilidades de sensoriamento dinâmico da cidade, como monitoramento climático e de bocas de lobo, além de colocar à disposição da população pontos de carregamento de bicicletas e patinetes elétricos.

    O Semasa também tem investido na recuperação e revitalização do Parque Natural do Pedroso com verbas de compensação ambiental. Patrimônio ambiental da cidade, a Unidade de Conservação já recebeu novo cercamento, pintura e obras nas quadras de basquete, vestiários, banheiros e sede administrativa.

    “A lei municipal nos permite diversas possibilidades de investirmos em serviços e equipamentos para a cidade, ampliando os benefícios para todos. Além do Parque do Pedroso, o Parque Guaraciaba também recebeu obras por meio de compensação”, explica o superintendente do Semasa, Gilvan Junior. A adoção de praças por entes privados também é uma das possibilidades de compensação previstas em lei.

    No caso do Pedroso, o parque ganhou também novos murais com arte em grafite e troca do quadro elétrico. Além disso, os funcionários receberam equipamentos para manutenção das áreas verdes, como serras e roçadeiras.

    | Texto: Paloma Alvarez

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    Santo André ganha mais de 2.000 novas árvores em 2020
    Santo André ganha mais de 2.000 novas árvores em 2020. Foto: Divulgação

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