Vírus com visual da Play Store que se espalha como praga pelo WhatsApp promete prêmios e vantagens.
Para atrair usuários nas fraudes, utiliza um link com visual semelhante ao da Play Store, a loja digital para quem usa celular com sistema Android.
Quem nunca se sentiu atraído por uma promoção ou prêmio nas redes sociais?
Uma mensagem fraudulenta espalhada pelo WhatsApp promete um celular grátis da Huawei para quem instalar o app do fabricante.
Para isso, envia um link com visual idêntico ao da Play Store, a loja oficial de aplicativos do sistema Android.
Muitos celulares são capazes de bloquear o link, mas caso tenha alguma configuração liberada, o download será concluído.
Para ser operado, o app malicioso necessita de permissões especiais, por exemplo, acesso às notificações e autorização par se sobrepor a outros aplicativos.
É praticamente uma substituição dos aplicativos baixados da Play Store para operação pelo link falso.
Desta forma, terá acesso a senhas e assinaturas que, além de expor dados pessoais das vítimas, pode causar prejuízos financeiros, como cobranças de contas e serviços que não contratou.
O link malicioso utiliza seu próprio celular para enviar a mensagem falsa para outros contatos uma vez a cada hora.
Caso tenha caído no golpe, a recomendação é desinstalar o app criminoso ou restaurar as configurações de fábrica do aparelho.
A Google Play Store é a loja virtual do Google para celulares com o sistema Android. Nela é possível encontrar todos os aplicativos destinados à plataforma, assim como jogos, músicas, filmes e livros. Conhecida anteriormente como Android Market, a loja conta com milhões de apps de diversos gêneros – entre eles redes sociais, aplicativos de mensagens, entretenimento, navegadores, de segurança e softwares de fotografia, além de vender e aluguer filmes online.
Um novo medicamento poderá ser utilizado no tratamento da Covid-19, mas ainda são necessários mais testes. O Butantan testa eficácia de alternativa para cuidados com pacientes infectados pelo coronavírus.
Por enquanto eles são realizados em animais, pelo Instituto Butantan de São Paulo.
Há cinco meses, a instituição desenvolveu um soro a partir da inoculação do vírus inativo em cavalos.
O corpo dos animais reage ao microorganismo e produz anticorpos para combater a infecção.
Depois que sangue dos cavalos é coletado, os anticorpos são isolados para que possam ser usados contra a doença.
De acordo com a Agência Brasil, os pesquisadores agora testam a eficácia do soro em hamsters.
Eles esclarecem que a realização de testes em animais vivos é exigida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, para que eles possam ser realizados em humanos.
Antes disso, também é preciso que o Butantan comprove que o soro é capaz de combater a Covid-19.
O Instituto Butantan é o principal produtor de imunobiológicos do Brasil, responsável por grande porcentagem da produção de soros hiperimunes e grande volume da produção nacional de antígenos vacinais, que compõem as vacinas utilizadas no PNI (Programa Nacional de Imunizações) do Ministério da Saúde. As atividades de desenvolvimento tecnológico na produção de insumos para a saúde estão associadas, basicamente, à produção de vacinas, soros e biofármacos para uso humano.
Micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões têm até a próxima sexta-feira (29) para se inscreverem no Simples Nacional. Até essa data, os empresários com dívidas nos fiscos estaduais, municipais ou do Distrito Federal devem regularizar as pendências para adesão no Simples.
O Simples Nacional é um regime de arrecadação, cobrança e fiscalização voltado a micro e pequenos empresários, com a inclusão dos principais tributos federais, estaduais e municipais. Ele abrange, entre outras cobranças, o Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) e a Contribuição Patronal Previdenciária (CPP).
Segundo o advogado tributarista Bruno Teixeira, o regime tem como principal objetivo facilitar o pagamento de tributos desembolsados pelos contribuintes. “O Simples Nacional agrega tudo isso em apenas uma guia para recolhimento. Por meio dele, é feita uma apuração sobre o faturamento da empresa, em que é averiguado se ela se enquadra na lei. Com isso, o recolhimento dos tributos é feito de acordo com a receita da empresa”, explica.
Pendências
Para regularizar as pendências com órgãos estaduais, municipais e do DF, os contribuintes precisam procurar a administração tributária responsável pelas dívidas. No caso de pendências com a Receita Federal ou com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, os empresários podem regularizá-las pelo site da Receita Federal.
No momento da adesão do Simples Nacional, que também é feita na página da Receita Federal, o contribuinte é informado sobre eventuais pendências com os fiscos.
Teixeira reforça a importância da regularização de dívidas com tributos para que o nome do contribuinte não entre na dívida ativa da União e de estados e municípios.
“A inadimplência de tributos pode acarretar na inscrição da dívida ativa, com cobrança por parte da Receita Federal. Com isso, é concedido um prazo para que a obrigação seja regularizada e, após isso, caso ela não seja resolvida, há a inscrição na dívida ativa e o ajuizamento de execução fiscal por parte da Procuradoria da Fazenda.”
Também poderão aderir ao Simples Nacional empresas que estavam nos regimes tributários de Lucro Presumido ou Lucro Real e tiveram queda no faturamento no ano passado por conta da pandemia.
Balanço
De acordo com a Receita Federal, até as 11h do dia 25 de janeiro foram realizadas 206.140 solicitações de ingresso no Simples Nacional, sendo deferidas 69.360. O órgão afirma que 126.870 pedidos ainda dependem do contribuinte regularizar as pendências com um ou mais entes federados, o que representa 61,5% do total de requerimentos.
No Senado Federal, os senadores criam projetos para punir quem furar fila e que ajudem a manter o controle e a ordem no processo de vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Até o momento, pelo menos três propostas já foram apresentadas com o intuito de punir pessoas que furarem a fila para a imunização. Por enquanto, as penas sugeridas nos projetos variam de três meses a seis anos de prisão, além de multa.
Um dos projetos de lei é de autoria do senador Plínio Valério (PSDB-AM). A matéria modifica o Código Penal Brasileiro para tipificar como crime a “burla à ordem de vacinação”. O texto determina prisão de três meses a um ano, mais multa. Segundo Plínio Valério, caso o agente seja autoridade ou servidor púbico, a pena pode chegar a um ano e meio.
“Você entrar na frente daqueles que realmente precisam, usando a sua condição social, é uma vergonha. Por isso, também tem que se punir o agente público. A intenção é tipificar o delito ‘fura fila’ próximo ao da corrupção ativa, o qual cabe punição. É um projeto desnecessário, caso nós fossemos um País civilizado nesse aspecto”, pontua.
Além disso, o parlamentar destaca a necessidade de uma rápida resposta do Congresso Nacional para coibir o que classifica como “comportamentos criminosos”. Plínio Valério afirma que, em quase todos os estados, há registro de políticos, empresários e até prefeitos e secretários burlando a ordem da vacinação para serem imunizados na frente das pessoas mais vulneráveis.
Outro projeto em andamento é o da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB). Além de alterar o Código Penal, a proposta modifica o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Pelos termos da matéria, a previsão é pena de um mês a um ano para quem furar a fila. A pena também se aplica para os que permitem, facilitam ou aplicam a vacina em pessoa que sabidamente não atende à ordem de vacinação estabelecida.
Segundo Daniella Ribeiro, o infrator também deve restituir o valor do imunizante ao poder público e pagar multa de R$ 1,1 mil. O texto também determina que, quem burlar a fila de vacinação também fica proibido de ingressar em cargo, emprego ou função pública por dois anos.
“O País sofre com a pandemia, famílias são devastadas e profissionais de saúde expõem suas vidas para tentar minimizar os impactos da doença. Não podemos conceber, assim, que pessoas fora dos grupos prioritários se valham de artifícios para serem beneficiadas pela imunização antes daqueles que mais necessitam”, disse a parlamentar.
O terceiro projeto sob análise do Senado é de autoria de Randolfe Rodrigues (REDE-AM). O PL altera a Lei 13.979, de 2020. A proposta tipifica o crime de “fraude à ordem de preferência de imunização”. Neste caso, quem tentar antecipar a imunização própria ou de outra pessoa pode ter detenção de dois a seis anos, mais multa. Se o autor for servidor público, a pena pode chegar a dez anos de prisão.
“Os casos de ‘fura-filas’ foram denunciados no Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rondônia, Pará e Paraíba. Entre os investigados, estão prefeitos, servidores públicos, familiares de funcionários da saúde, entre outras pessoas que não se enquadram nos critérios do Ministério da Saúde. Enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliares estão sendo coagidos a aplicar a dose da vacina CoronaVac em pessoas que não pertencem ao grupo prioritário”, afirma o congressista
De acordo com o projeto, o novo crime deve vigorar até o dia 30 de junho de 2022 ou até que as campanhas nacional, estaduais e municipais de imunização contra o coronavírus tenham chegado ao fim.
Desrespeito ao calendário
A senadora Eliziane Gama (CIDADANIA-MA) também afirmou nesta semana que pretende apresentar mais um projeto relacionado ao tema. O texto estabelece como pena a detenção de três meses a um ano, mais multa.
“Esses comportamentos devem ser prontamente repreendidos porque interferem no gerenciamento dos programas de imunização, e o projeto tipifica como crime a conduta de quem se vacina antecipadamente, burlando a ordem de vacinação estabelecida pelo poder público”, pontua a senadora.
Idosos são vacinados em estação de metrô em Brasília, durante o dia D da Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe de 2014 que começou na última terça-feira (22) vai até 9 de maio (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O MP (Ministério Público) Eleitoral no Pará enviou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) documento, no qual pede a cassação do governador do estado, Helder Barbalho, e do vice-governador, Lúcio Vale, por abuso de poder econômico e utilização indevida dos meios de comunicação social na campanha eleitoral de 2018, inclusive com a disseminação de fake news.
O Ministério Público pede ainda as perdas dos direitos políticos por 8 anos do governador e do vice. Também de sócios, proprietários e dirigentes da RBA, Rede Brasil Amazônia de Comunicação entre os quais está o senador Jader Barbalho.
Segundo o MP, houve privilégio à chapa de Helder Barbalho nos veículos da RBA, algumas concessões públicas, e também a divulgação apenas de notícias negativas sobre o candidato adversário, Márcio Miranda.
A manifestação do MP Eleitoral ao TSE foi feita em recurso contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral que considerou improcedentes ações feitas pelo também candidato a governador Márcio Miranda e sua coligação.
Nós tentamos contato com o governador Helder Barbalho e com a assessoria do senador Jader Barbalho, mas até o fechamento desta reportagem não obtivemos retorno.
Há 11 anos ocorria em São Paulo o primeiro resgate de trabalho escravo urbano no Brasil. Desde então, veio à luz uma prática que até então ficava às sombras: a exploração de mulheres em oficinas de costura. Confira o relato de boliviana resgatada em situação degradante, em São Paulo.
De lá pra cá, o país vem acompanhado diversos casos dessas mulheres que em busca de um futuro melhor acabam sendo obrigadas a enfrentar um cotidiano de violações à dignidade humana.
Só em São Paulo, do total de 430 trabalhadores resgatados, mais de 30% são mulheres. Entre elas, 93% são imigrantes. É o que aponta publicação produzida pelo programa educacional ”Escravo, nem pensar!”, ligado à ONG Repórter Brasil.
A imigrante boliviana Carla Soares, de 38 anos, nome fictício, é uma das vítimas. Ela veio em busca de trabalho no Brasil. Mas, encontrou jornadas exaustivas, maus tratos e uma rotina de assédio e ameaças.
Carla ganhava 15 centavos por cada peça costurada, sem direito a alimentação ou mesmo podia deixar o local de trabalho. Grávida, ela ainda sofria violência doméstica do marido. No limite do suportável, e quase sem esperança, conseguiu pedir ajuda e fez a denúncia. Se libertou do trabalho escravo e também do companheiro abusivo.
Na capital paulista diversas Ongs e Institutos dão apoio a essas mulheres. É o caso do Centro da Mulher Imigrante e Refugiada, que identifica as lideranças que moram na periferia da cidade e faz um trabalho de fortalecimento e empoderamento dessas imigrantes.
Soledad Requena, Coordenadora de Migração e Gênero, diz que denunciar ainda é difícil e que é preciso coragem e apoio do poder público, que nem sempre chega.
Ela acrescenta uma outra dificuldade: a cultural, onde a mulher imigrante não se percebe como trabalhadora escrava, barreira que tem que ser trabalhada.
O trabalho escravo está diretamente relacionado à vulnerabilidade econômica e a prática do dialogo com tráfico de pessoas. Graziella Rocha é coordenadora de projetos da Asbrad, uma organização que atua há 20 anos na promoção e defesa dos direitos humanos em todo Brasil. Ela explica que essas pessoas são chamadas de ”escravos da necessidade”, mas não as únicas vítimas.
Na avaliação da especialista Graziella Rocha, o acolhimento de mulheres nesta situação é uma lacuna em todo o Brasil. Segundo ela, há um déficit de abrigos e estrutura quando uma vítima é identificada e precisa de acompanhamento.
De histórias de exploração ao recomeço. De acordo com Soledad Requena, mesmo que o empoderamento seja um processo lento, hoje as próprias imigrantes vão se apropriando do assunto e ajudam umas as outras. Soledad, que acompanha de perto a realidade dessas mulheres, observa que vem crescendo na periferia a formação de oficinas de costura familiar.
E em casos como estes, todo recomeço vem ligado ao primeiro passo que é a denuncia. Carla Soares, a nossa personagem do inicio da matéria, hoje encoraja as conterrâneas e faz um apelo para que não se calem.
Denúncia contra trabalho análogo à escravidão pode ser feita pelo Disque 100 ou no site mpt.mp.br ou presencialmente nas procuradorias da Secretaria Nacional do Trabalho do Ministério da Economia ou nas superintendências regionais.
Pesquisa avalia intenção do brasileiro em quarentena para viagens e entretenimento durante as férias e festas de início de ano e o distanciamento social e cuidados.
Apenas 16% dos brasileiros acreditam que as aulas devam voltar a ser 100% presenciais no momento
61% apoiam a postergação do carnaval e 11% acha que teremos bloquinhos mesmo com a pandemia
O início de um novo ano sempre reflete um período de descanso e importantes datas comemorativas, com a chegada do verão e nosso amado Carnaval. Entretanto, com o isolamento social e o agravamento de casos do Covid-19, recente pesquisa da Hibou – empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo -, feita em parceria com a Scoregroup, mostra que hábitos dos brasileiros devem mudar em 2021.
“Mesmo com a vacina, a maioria dos entrevistados optou por permanecer em casa ou fazer pequenas atividades fora. Agora, durante os meses de janeiro e fevereiro, 63% pretende passar o verão com distanciamento social e tomando os devidos cuidados com a pandemia, o que nos mostra uma conscientização dos brasileiros nesse momento que é mundialmente delicado”, relata Lígia Mello, Sócia da Hibou e responsável pela pesquisa.
O calor excessivo do verão contribui com essa decisão. 37% se sente desconfortável em sair de casa devido ao calor e altas temperaturas. Após a vacinação, 29% pretende sair e se divertir, e outros 25% devem buscar atividades em casa com a família. O home office segue como tendência no ano que se inicia e 21% continuará com a rotina em casa.
Para a pesquisa, englobando todas as faixas etárias e com renda entre até R$ 3 mil e mais de R$ 20 mil, mais de 1600 brasileiros foram entrevistados em formato digital, entre 27 de novembro de 2020 e 1º de dezembro, nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba, Brasília, Recife e Maranhão.
A vacina tão aguardada
Com a aprovação da vacina, que ocorreu no dia 17 janeiro, em caráter emergencial, 11% dos brasileiros afirmaram que com a vacina mudariam totalmente os seus planos para esse verão, 28% mudaria apenas parte desses planos e 42% não mudariam nada. Já 19% não pensaram sobre essa possibilidade. “Essa análise indica que, incialmente, a vacina mudaria pouco a rotina de todos e que o brasileiro está ciente dos processos e períodos da vacinação.” Diz Ligia.
Janeiro não é mais o mesmo
As rotinas de verão mudaram muito, na comparação com Janeiro de 2020. O senso comum é que no momento atual teremos queda em atividades comuns, como churrascos (de 52% para 27%), parque com as crianças (de 30% para 16%), viagens para a praia (de 43% para 17%) e presença em bares com os amigos (de 31% para 5%). A pesquisa mostrou ainda que crescimento nas reformas das casas subiu de 10% para 17% e que a cerveja se mantém na geladeira, pois manteve a faixa de 30% na comparação.
“Falando da parte financeira, o brasileiro segue apertado financeiramente no início do ano, principalmente, em função dos impostos, material escolar e gastos habituais do período. Com isso, no início de 2021, percebemos que 63% se sente mais apertado com as contas extras de janeiro, em linha com o que indica o histórico para o período. Por outro lado, 31% acha que está igual aos outros meses do ano e apenas 6% se sente mais confortável financeiramente, pois sobrou algum dinheiro do final do ano”, completa, Ligia.
Viagens só de carro
Pensando na segurança das pessoas com deslocamentos durante a pandemia, o carro voltou a ser o meio de transporte mais utilizado e 81% prefere viajar de carro, 18% de avião, 12% de ônibus, 2% de moto e 1% de trem. A pandemia também mostrou que a principal companhia em viagens agora é o parceiro de vida (48%), seguido de todo a família (30%) e filhos (17%). Os destinos de menor agitação e movimento, o que contribui para o isolamento, são os mais citados, como Praia Deserta (43%) e sítio/chácara (31%).
Os protocolos de biossegurança estão no radar do brasileiro que pensa em sair para uma viagem. E, como recado para as cidades e locais turísticos, 82% dos brasileiros considera importante que toda a equipe esteja protegida com máscaras, 77% quer a disponibilização de kit higienização com álcool gel e 72% espera que seja respeitado o distanciamento social em restaurantes, entre outros.
Insegurança dos pais na volta às aulas – Distanciamento social e cuidados
“Ao pensar em férias, não podemos deixar de falar das crianças em casa. A pesquisa indicou que apenas 16% dos brasileiros acreditam que as aulas devam voltar a ser 100% presenciais neste momento, 33% prefere que o ensino seja virtual e 30% acha que o melhor formato agora é o híbrido, que mescla aulas presenciais e virtuais”, explica Lígia Mello.
Dos entrevistados, 26% possuem filhos e, sem poder viajar durante o período de férias, em função da pandemia, estão projetando fazer mais atividades em casa (39%), como atividades manuais (22%) e idas a parques e áreas abertas (30%). Outro número relevante, é que 18% dos pais devem apostar na compra de videogames, jogos e brinquedos para entreter as crianças. Uma fatia de 20% pretende viajar mesmo com a pandemia.
Carnaval assistindo seriados
No início do ano também temos uma das datas comemorativas mais queridas do Brasil: o Carnaval. Quase metade dos brasileiros (48%) aproveita essa data comemorativa para descansar e, mesmo com a pandemia, esse número se manteve o mesmo. As maratonas de filmes e séries estão bem cotadas, passando de 46% antes da pandemia para 51% do interesse atualmente.
Ainda no mesmo período de comparação, o interesse em passar o tempo em família subiu de 29% para 34% no carnaval de 2021. Ainda, sobre a possibilidade de postergar o carnaval para julho de 2021, a mudança é bem vista por 61% dos brasileiros e 29% acha que o feriado tem que ocorrer mesmo sem as festas. Já 11% acham que os bloquinhos vão ocorrer mesmo com a pandemia em curso e 12% acredita que teremos duas datas de carnaval no Brasil neste ano.
Churrasco ainda é um dos preferidos
Antes da pandemia, o churrasco fazia parte da rotina da metade dos brasileiros e, ao pensar nesse programa, 55% lembra das boas risadas ao reunir os amigos, 54% considera um ótimo programa de fim de semana para o período de festas. Para 42%, um bom churrasco não pode deixar de ter cerveja. No verão 20/21, ainda em pandemia, o hábito continua vivo na vida dos brasileiros, mas, para 50%, será apenas em família apenas e em casa.
O som preferido na hora do churrasco é o de música sertaneja. Surpreendentemente, o rock e o pagode aparecem empatados em seguida, sendo: sertanejo (37%), sertanejo universitário (34%), rock (32%), pagode (32%), MPB (29%), Samba (29%), Funk (13%), música eletrônica (5%) e RAP (4%).
Sobre a Hibou:
A Hibou é uma empresa especializada em pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, existente há mais de 11 anos. A Hibou trabalha o tempo todo com informação e olhares inquietos sempre do ponto de vista do consumidor. A empresa produz conteúdo qualificado utilizando ferramentas proprietárias para aplicação de pesquisas e análises de profissionais com mais de 20 anos de experiência. A Hibou oferece pesquisas qualitativas, quantitativas; exploratórias; profundidade; de campo; duble de cliente; deskresearch; monitoramento de comportamento; presença de marca; expansão de região; expansão de mercado para produtos e serviços; teste de produto e hábitos de consumo. https://www.lehibou.com.br
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Destaques de hoje: Programa águas brasileiras; Atenção com crianças e adolescentes; Estoque do Tesouro Nacional; Queda na exportação de cachaça; China garante insumos para vacina; Restrição na entrada de estrangeiros no Brasil; Nova cep detectada em 3 pacientes em SP; Estamos chegando em 9 milhões de casos; 1,5 mil pacientes serão transferidos de Manaus; Record rescinde contrato de Mion; Resumo dos jogos de ontem do Brasileirão.
Programa Águas Brasileiras vai revitalizar bacias hidrográficas do País. Para selecionar os interessados em investir na iniciativa, o Ministério do Desenvolvimento Regional publicou o primeiro edital de chamamento público.
A Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, pediu aos gestores municipais que priorizem os direitos e necessidades de meninos e meninas, nos orçamentos e políticas municipais.
O estoque de recursos no Tesouro Direto cresceu 5,13% e encerrou o ano de 2020 em R$ 62,7 bilhões, segundo o Ministério da Economia informou nesta terça-feira (26). No ano passado, no entanto, a quantidade de operações caiu 17% em comparação a 2019.
A pandemia reduziu as exportações de cachaça brasileira para outros países diminuíram cerca de 24 por cento em 2020. No ano passado, foram embarcados cinco milhões 570 mil litros do produto, ante os mais de sete milhões e 300 mil litros exportados em 2019.
O Governo Federal restringe entrada de estrangeiros no território brasileiro por rodovias, meios terrestres ou transporte aquaviário. A medida está valendo desde a última terça-feira (26), com a publicação da Portaria Nº 652, que trata sobre a restrição excepcional conforme recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A nova variante da covid-19 do Amazonas foi encontrada em três pacientes em São Paulo que têm histórico de viagem ou residência em Manaus. A informação é da Secretaria estadual da Saúde.
Desde que a pandemia pelo novo coronavírus chegou ao Brasil, o país está próximo de 9 milhões de casos. São 8.933.356 pessoas já foram diagnosticadas com a doença e outras duas mil ainda aguardam resultado para saber se estão com Covid-19.
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou, nesta terça-feira, que o governo federal espera transferir do Amazonas para outros estados cerca de 1,5 mil pacientes infectados pelo novo coronavírus. Pacientes do Amazonas devem ser transferidos em breve.
De acordo com o colunista, o contrato com Mion seguiria vigente até dezembro de 2021. Porém, a inexistência de outro projeto, e para que o apresentador se coloque no mercado, a emissora decidiu por rescindir o contrato, valendo-se de uma clausura contratual.
Depois de empatar com o Grêmio e perder para o Vasco, na semana passada, o Galo ontem bateu o Santos por 2 a 0, em casa, em jogo atrasado da rodada 28, com dois gols de Savarino
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Atlético-MG volta a vencer e se mantém firme na briga pelo título.
Depois de empatar com o Grêmio e perder para o Vasco, na semana passada, o Galo ontem bateu o Santos por 2 a 0, em casa, em jogo atrasado da rodada 28, com dois gols de Savarino.
O Atlético se aproveitou que a cabeça do Peixe está na final da Libertadores, no sábado, o que fez o técnico Cuca escalar um time reserva, cheio de garotos.
Agora, o Galo tem 57 pontos, em terceiro, cinco a menos que o líder Internacional.
Para o técnico Jorge Sampaoli, a equipe está, sim, na briga. Ele, porém, alerta que o Atlético precisa focar no próximo jogo. E que, se o time conseguir ser regular, é possível que chegue até o topo da tabela:
Sonora
Adversário do Santos na final da Libertadores, o Palmeiras também entrou em campo ontem para um jogo atrasado, esse da primeira rodada, contra o Vasco, no Allianz Parque; e também poupou jogadores.
Só que o time carioca não conseguiu se aproveitar disso como fez o Atlético-MG.
Placar final: 1 a 1, resultado ainda assim comemorado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, pela qualidade do adversário e pelo fato de a partida ter sido na casa do rival.
Com seis jogos à frente da equipe e mais seis pela frente, pra tentar livrar o Vasco do rebaixamento, ele também falou em regularidade.
Disse que será difícil que ela seja alcançada em tão pouco tempo, mas avaliou que o time está em evolução:
Sonora
O Vasco, nesse momento, está quatro pontos à frente do Bahia, primeiro time do Z4, mas que tem um jogo a menos, a ser disputado amanhã, contra o Corinthians.
O jogador Felipe Melo, da SE Palmeiras, disputa bola com o jogador Germán Cano, do CR Vasco da Gama, durante partida válida pela trigésima terceira rodada, do Campeonato Brasileiro, Série A, na arena Allianz Parque. (Foto: Cesar Greco)
A história da maranhese Gilza Arruda dos Santos se mistura com a de tantas outras mulheres, vítimas do trabalho escravo ou análogo à escravidão no Brasil. Aos 11 anos se viu trabalhando como babá e empregada doméstica para uma família com 3 crianças. Ela havia sido levado da casa dos seus pais com a promessa que teria uma vida melhor em outra cidade, longe de todos.
A ajuda demorou, mas veio.
Entre 2003 e 2018 foram resgatadas 1.889 mulheres em situação de trabalho escravo moderno.
E assim como aconteceu com Gilza, a exploração em muitos casos começa na infância.
Para Italvar Medina, procurador do Ministério Público do Trabalho, essa realidade está associada a persistência de uma racismo estrutural, em que uma mulher ou criança negra é tratada como se fosse uma pessoa de valor menor.
Relatos de abusos invisíveis e que sequer entram nas estatísticas oficiais. É o que aponta uma publicação produzida pelo programa educacional ”Escravo, nem pensar!”, ligado à ONG Repórter Brasil.
O levantamento revela que em 20 anos, apenas 5% das mais de 55 mil pessoas resgatadas no Brasil são mulheres. Número considerado baixo por especialistas e que podem não retratar a real situação do trabalho escravo no país.
O pesquisador Thiago Casteli explica que um dos fatores da subnotificação é como os agentes do poder público percebem as trabalhadoras.
Chamam atenção ainda casos como as atividades sexuais de mulheres em situação de trabalho escravo, que não são consideradas como trabalho.
Em Cuiabá, por exemplo, 20 jovens foram encontradas sendo exploradas sexualmente, obrigadas a ficar à disposição 24 horas por dia. Ainda assim o relatório dos agentes não aponta um caso sequer, no registro da ocorrência, relacionado à categoria “profissionais do sexo” e consequentemente, nos cadastros do Seguro Desemprego naquele período.
Gilza Arruda que depois de adulta voltou a ser vítima de trabalho escravo, hoje conta com o apoio do Centro de Defesa e dos Direitos Humanos de Açailândia, OnG especializada em resgatar e atender denúncias na região.
Denúncia contra trabalho análogo à escravidão pode ser feita por meio do Disque 100 ou pelo site mpt.mp.br ou presencialmente nas procuradorias da Secretaria Nacional do Trabalho do Ministério da Economia ou nas superintendências regionais.
Levar cultura e noções de saúde coletiva, além de ajudar economicamente os afetados pela pandemia. Com essa proposta, o Festival Coro na Quarentena promove uma série de lives, de sexta-feira à domingo, pelo Instagram.
Com duração de uma hora cada, as apresentações acontecerão diariamente, das 9h às 23h, de forma seguida, sendo algumas com tradução em libras.
A primeira edição do evento, vai oferecer quarenta e duas lives, entre performances, espetáculos, shows, coreografias, filmes e leituras, além de entrevistas e conversas com profissionais de diferentes áreas, entre elas, nutrição, enfermagem, psicanálise, psicologia e solução de conflitos, como explica a idealizadora do Festival Coro na Quarentena, Natasha Corbelino.
O Festival vai reunir nomes como o da atriz Mel Lisboa, a poeta e montadora de cinema Maria Rezende, a ginecologista e obstetra especialista em parto humanizado, Ana Fialho, e a ativista e comunicadora comunitária, do Complexo da Maré no Rio, Gizele Martins.
As lives serão realizadas pelo Instagram do Festival CORO na Quarentena. A programação é gratuita, mas o projeto pede a colaboração dos espectadores por meio de doação, que pode variar entre 10 e 200 reais. As contribuições podem ser feitas pelo site symplacomipsilon.com.br.
Patrocinado pelo governo do estado do Rio de Janeiro, o festival é uma produção do Coletivo Coro na Quarentena.
Devido à escassez da vacina e conforme orientação do Ministério da Saúde, os governos estaduais estão imunizando prioritariamente os grupos de risco, em geral, idosos que vivem em asilos, indígenas em aldeias e profissionais de saúde que atuam na linha de frente contra o coronavírus. Veja e tire dúvidas sobre vacinação Covid-19.
Com a futura disponibilização de novas doses, cresce a expectativa da ampliação desse público em novas etapas da campanha de imunização, ao mesmo tempo em que surgem dúvidas a respeito. De acordo com o Ministério da Saúde, considerando os ensaios clínicos, estar grávida ou amamentando é uma provável contraindicação para tomar as vacinas ofertadas até agora.
Para a infectologista Joana D’arc, professora do Centro Universitário de Brasília, os riscos variam caso a caso. Também não foram feitos estudos conclusivos sobre os efeitos da imunização contra a covid-19 em menores de 18 anos. Por isto, a vacinação não tem sido recomendada no momentos para essa faixa etárias. Outro motivo, além da escassez de vacinas, é porque os jovens têm menor risco de mortalidade pela doença.
E quem já foi contaminado pelo novo coronavírus? Segundo Joana D’arc, a vacinação é recomendada. Ela também garante que a vacina é segura. Quem toma medicamento controlado pode ficar tranquilo.
Segundo a especialista, de forma geral, não há contraindicação. Mas quem está com covid-19 ou tem sintomas da doença, principalmente febre, não pode ser vacinado. Precisa aguardar o período de quarentena.