Categoria: Economia e Trabalho

  • Calote de estados e municípios levam R$ 13,3 bilhões do Tesouro

    O calote de estados e municípios levaram mais de 13 BILHÕES dos cofres do Tesouro Nacional no ano passado.

    O dinheiro foi socorro do governo federal para cobrir calote – a maior parte com bancos – dos governos regionais.

    O valor exato 13 BILHÕES 300 MILHÕES foi 60 POR CENTO maior do que o recurso utilizado pela União em 2019 para cobrir dívidas públicas.

    Apenas cinco estados consumiram mais de 90 por cento dos recursos – Rio de Janeiro, Minas, Goiás, Pernambuco e Maranhão.

    Aliás, o calote do estado do Rio foi praticamente o mesmo valor despendido pelo Tesouro em 2019 – OITO BILHÕES 250 MILHÕES DE REAIS.

    Naquele ano, o total do socorro aos estados foi de apenas 100 milhões a mais.

    Minas deixou de pagar mais de TRÊS BILHÕES. Os demais estados ficaram devedores de 553 a 280 milhões.

    Os dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional na quinta-feira.

    Esse dinheiro é como um seguro para empréstimos de governos estaduais e municipais.

    As garantias da União servem para reduzir taxas de juros e obrigam o governo a assumir as dívidas em caso de inadimplência.

    “Calote de estados e municípios levam R$ 13,3 bilhões do Tesouro” em parceria com Rádio2.

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    Calote de estados e municípios
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  • A quantidade de pessoas endividadas voltou a crescer no Pais

    Depois de três quedas seguidas, a Peic de dezembro, Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, a CNC, apontou que 66,3% dos consumidores estão endividados, uma alta de 0,3 ponto percentual com relação a novembro. A quantidade de pessoas endividadas voltou a crescer em 2020.

    Na comparação com dezembro de 2019, o aumento é de 0,7 ponto percentual.

    Entram na estatística famílias com parcelamentos no cheque pré-datado, no cartão de crédito, no cheque especial, em carnê de lojas, em empréstimo pessoal e também em prestações de casa e carro – mesmo que o pagamento esteja em dia.

    Apesar da alta do endividamento, o levantamento mostra que os consumidores têm conseguindo quitar débitos e honrar compromissos financeiros.

    O total de famílias com dívidas ou contas em atraso cai pelo quarto mês seguido, indo de 25,7%  para 25,2% na passagem de novembro para dezembro.

    No entanto, segundo a CNC, a inadimplência está acima dos patamares de 2019. Em dezembro do ano passado, para comparação. 24,5% das famílias estavam inadimplentes – diferença de 0,7 ponto percentual.

    O levantamento sobre o último mês e 2020 revelou, ainda, queda na quantidade de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso.

    Eram 11,5% em novembro e somaram 11,2% em dezembro.

    O cartão de crédito continua senda principal modalidade de endividamento das famílias, seguido dos carnês, financiamentos de veículos e imóveis e crédito pessoal.

    “A quantidade de pessoas endividadas voltou a crescer no Pais.” com informações de Rádio2.

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    A quantidade de pessoas endividadas voltou a crescer no Pais.
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  • Inflação das famílias de baixa renda sobe para 1,39%

    Puxado pelos gastos com habitação, o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 registrou alta de 1,39% em dezembro, frente a 0,95% em novembro. Com isso, o indicador acumulou alta de 6,30% em 2020. Inflação das famílias de baixa foi mais sentida.

    Os dados, que medem a variação de preços de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos, foram divulgados nesta quinta-feira (7) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    O resultado ficou acima do verificado em 2019, quando a inflação medida pelo índice para essa faixa da população foi 4,60%.

    Além do custo com habitação, os gastos com vestuário, saúde e cuidados pessoais, e despesas diversas também pressionaram o índice em dezembro. Itens como tarifa de energia elétrica e calçados influenciaram a alta de preços no mês pesquisado.

    Já os itens como educação, leitura e recreação, alimentação, transportes e comunicação apresentaram recuo em suas taxas de variação. Passagens aéreas, hortaliças e legumes, e mensalidade da internet foram os responsáveis pela redução.

    “Inflação das famílias de baixa renda sobe para 1,39%” é com informações de Agência Brasil

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    Inflação das famílias de baixa
  • Reajuste dos Planos de Saúde a partir de fevereiro

    O reajuste dos planos de saúde podem ser surpreender os clientes, com valores bem acima da inflação, já a partir deste mês. Isso porque a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) impediu os reajustes de setembro a dezembro do ano passado. A medida afetou tanto os contratos que fizeram aniversário nesse período quando os que seriam corrigidos por causa da mudança de faixa etária.

    Agora, as operadoras dos planos foram autorizadas pela ANS a fazer os aumentos, inclusive acumulados. No caso dos planos individuais, os reajustes máximos permitidos pela agência reguladora são os seguintes: para os clientes da Amil, 8,56%; já para quem tem planos de saúde da Bradesco, Sulamérica e Itauseg, o máximo é de 9,26%.

    O índice mais recente da inflação oficial, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), está em 4,31% no acumulado dos 12 meses até o fim de novembro. Ou seja, quase metade do reajuste autorizado para a Amil e menos que a metade do permitido para as outras operadoras.

    Para os planos coletivos ou empresariais, a ANS autorizou o reajuste de acordo com os contratos vigentes. Em todos os casos, o aumento represado desde setembro será parcelado e incorporado às próximas 12 mensalidades.

    Nossa produção procurou os planos de saúde.

    Em nota, a Amil informou que vai reajustar os planos da seguinte forma: os contratos individuais vão subir 8,14%; os planos coletivos empresariais com até 29 beneficiários sobem 13,98%; e para os contratos coletivos com 30 beneficiários ou mais, o aumento será fixado a partir de um acordo entre as partes. Segundo a Amil, o índice leva em consideração “a variação dos custos dos procedimentos médico-hospitalares com o objetivo de manter a prestação dos serviços contratados”.

    As demais operadoras não se manifestaram até o fechamento desta reportagem.

    *Produção: Salete Sobreira

    “Reajuste dos Planos de Saúde a partir de fevereiro” é em parceria com Agência Brasil

    Reajuste dos Planos de Saúde
    Real,dinheiro, moeda Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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  • Banco do Brasil anuncia a venda de 1.404 imóveis

    Banco do Brasil anuncia a venda de 1.404 imóveis, com descontos de até 70%. Essas casas e apartamentos são decorrentes de financiamentos inadimplentes e podem ser comprados por valores que variam entre R$ 15 mil e R$ 21,7 milhões. A maioria dos imóveis se concentra na Região Nordeste do País, com 590 unidades e descontos de até 65%. Na sequência está o Centro-Oeste, com 349 imóveis e descontos de até 70%.

    Em nota, o Banco do Brasil informa que garante o pagamento de todas as despesas vinculadas ao imóvel, até a transferência da propriedade ao comprador, como impostos, taxas de energia, água e condomínio.

    A campanha de venda deve seguir até 15 de janeiro. Para conferir as ofertas de imóveis, acesse o link. O banco também disponibiliza outro portal, dedicado exclusivamente à venda de imóveis rurais. Ao todo, são cerca de 100 propriedades, com valores que variam entre R$ 11 mil e R$ 48 milhões. Para conferir, acesse o site.

    “Banco do Brasil anuncia a venda de 1.404 imóveis” é com informações de Brasil 61

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    Banco do Brasil anuncia a venda
  • São Paulo volta à fase amarela para atividades econômicas

    O estado de São Paulo voltou nesta segunda feira (4) à fase amarela do Plano SP de contingência. Do dia 1º de janeiro até este domingo, todo o estado estava na fase vermelha, que é a mais restritiva. Apenas a região de Presidente Prudente, no extremo oeste, permanece agora na fase vermelha, por causa da alta ocupação de leitos hospitalares, que está em quase 75% nos leitos de UTI.

    Na fase amarela são permitidas diversas atividades econômicas que não estavam liberadas na fase vermelha, como a abertura de shoppings, teatros, cinemas, entre outros. Mesmo com a liberação, continuam vigorando as medidas de distanciamento social e de prevenção de aglomerações.

    fase amarela
    RENATO S. CERQUEIRA / FUTURA PRESS / ESTADÃO CONTEÚDO

    Retorno para Fase Amarela

    A decisão de colocar todo o estado na fase vermelha entre os dias 25 e 27 de dezembro e 1º a 3 de janeiro foi uma tentativa de conter o avanço da doença no estado. Em dezembro houve um aumento de 76% no número de casos e 66% no de óbitos em relação a novembro.

    São Paulo registra atualmente mais de 1,4 milhão de casos confirmados de covid-19, e mais de 46 mil mortes. A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado está em 61,8%, e na região metropolitana de São Paulo a taxa de ocupação é de 64,9%.

    Uma nova reclassificação da fase em todo o estado de São Paulo vai ocorrer nesta quinta feira (7), segundo informou o governo do estado de São Paulo.

    Com informações de Agência Brasil

    Jornal Grande ABC

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  • FGV registra aumento do IPC-S no último dia de 2020

    O IPC-S – Índice de Preços ao Consumidor Semanal, ficou em 1,07% no último dia de 2020, ficando 0,14 ponto percentual abaixo da taxa registrada na semana anterior. O índice encerrou 2020 com avanço acumulado de 5,17%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (04), pela Fundação Getúlio Vargas.

    No período, quatro das oito classes de despesa que compõem o IPC-S registraram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação. Também registraram queda, os grupos alimentação, transportes e comunicação.

    IPC-S

    Mais sobre IPC-S no final de 2020

    Já o grupo Despesas Diversas se manteve em 0,22%. Com destaque para itens como alimentos para animais domésticos. Em contrapartida, o grupo Habitação foi o destaque na aceleração da taxa do índice geral no último mês do ano, com destaque para tarifa de eletricidade residencial, vestuário, saúde e cuidados pessoais.

    Com informações de Agência Brasil

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  • Bebidas mais caras em 2021

    Os tradicionais encontros após o trabalho, apesar reduzidos ou até proibidos por conta da pandemia, ficarão mais caros este ano. Portanto, bom preparar o bolso, pois as bebidas estarão mais caras em 2021.

    Como forma de reduzir o impacto, o consumidor poderá recorrer as latinhas. Incluindo bebidas conhecidas por suas garrafas. Por exemplo, espumantes, gim e vinhos.

    O setor de bebidas sofreu um baque múltiplo na estrutura de preço. A disparada do dólar (a moeda subiu 29% no ano) representou uma explosão de custos para toda a cadeia produtiva. Enquanto importadores digerem uma tabela de preço bem mais salgada que muito amendoim de aperitivo, produtores compram insumos pelo dobro do preço, e a indústria sofre com a falta de embalagens.

    “O lúpulo, o malte, as embalagens, tudo depende do dólar”, afirma Marcelo de Sá, diretor-executivo do Grupo Petrópolis, responsável por rótulos como Itaipava, Petra e Crystal. A venda para bares e restaurantes, principalmente de vasilhames, representava uma fatia considerável para o setor.

    Bebidas mais caras em 2021?

    De acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) realizada no fim de 2019, 61% do consumo de bebidas alcoólicas acontecia em locais de convívio social. Esse comportamento mantinha espaço para o uso das garrafas. A pandemia mudou a dinâmica.

    “Para nós, a lata representava 78% das vendas, e a garrafa, 22%”, afirma Sá. “Nos meses de março e abril chegamos a ter um consumo de 92% em lata, e foi aí que entendemos que o consumo ficou em casa.”

    Até agosto, a empresa perdeu rentabilidade com a queda nas vendas da embalagem retornável, diz o executivo. “Mas o consumidor continuou a comprar no mercado, então o volume não caiu.”

    “O que nos ajudou nesse período foi o auxílio emergencial. Mas, quando diminuíram para R$ 300, o faturamento caiu em duas semanas e depois voltou ao normal”, afirma Marcelo de Sá.

    Divisão

    O ano de 2020 para o mercado de bebidas pode ser dividido em dois momentos bem distintos, diz Rodrigo Mattos, analista da Euromotior.

    Segundo ele, no primeiro semestre, com as incertezas sobre como seria o distanciamento social, o consumo foi todo deslocado para casa. Então, as empresas que tinham uma estratégia online mais estruturada conseguiram se manter mais saudáveis. Quem não tinha uma estratégia digital pré-crise patinou para se adaptar ao novo cenário.

    Já no segundo semestre, avalia Mattos, com a flexibilização do distanciamento, o consumo fora de casa foi retornando aos poucos. Mas, acompanhado da inflação e do declínio da renda.

    Foi aí, ele relembra, que as empresas começaram a sofrer com os impactos do câmbio e com a falta de embalagens. Problemas com o vidro já havia pelo menos cinco anos, mas a pandemia agravou a deficiência.

    Para Mattos, daqui para a frente, as classes média e as mais baixas vão ser as mais impactadas.

    “Para essas camadas, existem dois caminhos: ou diminuir no volume ou na qualidade”, diz o analista. “Já os importadores de vinhos e destilados vão procurar opções mais baratas lá fora para vender com o mesmo preço aqui.”

    Mercado nos últimos anos

    Segundo a Euromonitor, o mercado de alcoólicos já estava mudando desde 2017. O consumidor passou a beber menos, mas com mais qualidade. O setor viu o lucro aumentar e o volume diminuir gradualmente. Foi nesse momento que gim e vinho começaram a ter um crescimento significativo entre os brasileiros.

    “Aqui também tem brecha para a cerveja zero álcool, que tem sido bem recebida no mundo. Essa ideia de ‘bebidas não alcoólicas para relaxar’ está sendo bem aceita na Europa, por exemplo”, disse.

    Para escapar da crise atual, Mattos diz que as marcas devem investir em novas embalagens para reduzir o gargalo da falta de insumo e trazer inovações.

    “É um momento em que vamos ver mais versões em lata. A pessoa não precisa comprar uma garrafa de vinho, que é muito mais cara. A lata tem uma dosagem perfeita para beber e manter qualidade”, afirma.

    Bebidas mais caras em 2021

    Bebidas mais caras em 2021 no país

    Mas há quem veja oportunidades em todo esse desarranjo. Existe a percepção de que, enquanto o dólar aumenta o preço das bebidas importadas, o fabricante nacional tem espaço para avançar.

    “É uma oportunidade para o brasileiro finalmente valorizar o produto nacional”, diz Rodrigo Marcusso, fundador da Draco, destilaria paulista de gim fundada em 2016.

    Antes da pandemia, a marca tinha foco em vendas para bares e restaurantes e se viu empurrada a fazer uma adaptação rápida para o ecommerce. Marcusso diz que o ano que passou foi um período para expandir o portfólio.

    “Também sofremos com o câmbio. Se é complicado para o grande, imagina para pequeno produtor”, diz.

    Marcusso conta que enfrentou, por exemplo, a falta de caixa de papelão, de vidro e até de álcool. “Quase todos os botânicos são importados. O zimbro dobrou de preço desde o começo do ano. Nosso maior concorrente é a falta de matéria-prima.”

    Ele afirma que o consumidor não pagou o repasse. Sendo assim, a estratégia foi ganhar nas vendas. O preço mínimo de uma garrafa da Draco é R$ 72, enquanto marcas importadas não artesanais saem por no mínimo R$ 100.

    Impacto da pandemia para bebidas mais caras em 2021

    Na avaliação de Rodrigo Mattos, a pandemia promove um movimento duplo no mercado de bebidas, com uma certa polarização do consumo local. Enquanto boa parte do brasileiro médio se viu obrigada a reavaliar o que consome, a venda de bebidas premium pouco foi afetada, já que o público-alvo não teve perda significativa de renda.

    Desde a reabertura, o movimento no Fel, coquetelaria premiada que ocupa o térreo do icônico edifício Copan, no centro de São Paulo, é descrito pelos funcionários como satisfatório. Nesse sentido, seguindo todos os protocolos de segurança, o lugar pequeno e com poucos lugares manteve os preços dos drinques em R$ 37.

    “O que fazemos para não ter um aumento de custo é ter bons parceiros, tanto fornecedores quanto marcas”, diz Felipe Rara, bartender da casa.

    Bares

    A tabela de preços para os bares pode ser um revés para o setor. A tabela para os bares costuma ser anual. Então, até o momento, não houve um impacto forte da variação do câmbio na compra de bebidas. Portanto, fica para o proprietário buscar um bom fornecedor e fazer um bom negócio com a virada do ano.

    Durante o período mais duro da quarentena, um sócio-investidor fez um aporte e não dependeu do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte).

    “Mas temos dívidas a pagar”, afirma Bruno Bocchese, sócio do Fel e do Cama de Gato, também na região central paulistana. O Mandíbula, outro bar de Bocchese, não sobreviveu à crise e fechou no início de abril.

    “No Cama de Gato, tenho parceria com a Ambev, sendo a Becks o carro-chefe”, afirma o empresário. Todavia, a situação do bar é diferente do Fel. Com um público mais jovem, o Cama de Gato sentiu o impacto na diminuição da renda dos clientes.

    “O movimento caiu cerca de 30%, são perfis bem diferentes de consumidor”, diz.

    Bebidas mais caras em 2021: com informações do Diário do Nordeste

  • Taxa de desemprego aumenta no terceiro trimestre de 2020

    Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (PNAD). Taxa de desemprego aumenta durante a crise do coronavírus

    De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação, ou seja, de desemprego no Brasil ficou em 14,3% sendo que no trimestre de agosto a outubro de 2020 cresceu 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre de maio a julho, que ficou no valor de 13,8%, o que representa 2,7 pontos percentuais frente ao mesmo trimestre de 2019. A população desocupada, estimada em mais de 14 milhões, cresceu 7,1% e isso representa mais 931 mil pessoas frente ao trimestre anterior.

    Taxa de desemprego aumenta, comparada com 2019

    A população com algum tipo de emprego formal está na casa dos 84,3 milhões de pessoas e subiu 2,8% frente ao trimestre anterior, mas caiu 10,4 se compararmos ao mesmo trimestre de 2019. O nível de ocupação subiu 0,9 ponto percentual frente ao trimestre anterior, mas também caiu na comparação com o mesmo trimestre de 2019.

    Com informações de Brasil 61

    Jornal Grande ABC

    Taxa de desemprego aumenta

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  • Salário mínimo em 2021 será de R$ 1.100

    Novo valor do salário mínimo em 2021 consta em MP publicada nesta quinta-feira (31)

    O salário mínimo em 2021 será de R$ 1.100. A decisão consta em Medida Provisória (MP) publicada nesta quinta-feira (31) no Diário Oficial da União. O valor está acima dos R$ 1.088 previstos pela equipe econômica e autorizados pelo Congresso Nacional. 

    O novo salário mínimo já passa a valer a partir de 1º de janeiro, mas como toda MP, é necessária a aprovação de deputados e senadores dentro de 60 dias.  Os R$ 1.100 representam um aumento de 5,26% em relação ao salário mínimo atual, que é de R$ 1.045. 

    Em parceria com Brasil 61

    Jornal Grande ABC

    Salário mínimo em 2021

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  • Governo oferece curso de Educação Financeira para empreendedoras

    Iniciativa da educação financeira pretende gerar emprego e renda e promover a autonomia das pessoas inscritas no Cadastro Único

    Com objetivo de gerar emprego e renda, além de promover a autonomia das pessoas inscritas no Cadastro Único, o governo federal lançou a iniciativa Portal Progredir, um curso de Educação Financeira voltado exclusivamente a mulheres empreendedoras que buscam independência financeira e querem ter o próprio negócio ou melhorar um já existente.


    De acordo com a Secretaria Nacional de Inclusão Social e Produtiva do Ministério da Cidadania, a proposta é de que essas mulheres sejam capazes de desenvolver habilidades financeiras e planejar o próprio negócio. Desta forma, o conteúdo é oferecido de maneira online e gratuita. Ao todo, são 11 videoaulas que abordam temas como Saúde Financeira do Negócio, Serviços Digitais e Gestão de Crise. As inscrições são realizadas pelo Portal Progredir, clique aqui e acesse.

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  • Saque emergencial do FGTS: Trabalhadores podem solicitar novamente

    Caixa retornou cerca de R$ 7,9 bi não sacados. Prazo para solicitação começa na próxima segunda (7) saque emergencial do FGTS

    Trabalhadores de todo o País que não solicitaram o Saque Emergencial do FGTS terão um nova oportunidade entre os dias 7 e 31 de dezembro. Isso porque, nesta segunda-feira (30), a Caixa informou que cerca de R$ 7,9 bilhões do montante creditado em poupança digital não foi movimentado e, por isso, vai retornar para as contas vinculadas dos trabalhadores, devidamente corrigidos. 

    Nesse sentido, o trabalhador poderá sacar até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas ativas e inativas que possua no FGTS. A solicitação deve ser feita por meio do aplicativo do FGTS, já a partir da próxima segunda (7). O trabalhador precisa estar com os dados cadastrais atualizados para receber o saque emergencial.
     
    Criado pela Medida Provisória 946/20, o Saque Emergencial FGTS tem o objetivo de ajudar os brasileiros no enfrentamento à pandemia da Covid-19. Atualmente, a Caixa disponibilizou R$ 37,8 bilhões desde o início do calendário de saques. Para mais informações, acesse: fgts.caixa.gov.br

    Fonte: Brasil 61

    Sobre o Saque Emergencial do FGTS

    saque emergencial do FGTS

    Autorizado pela Medida Provisória nº 946 de 07/04/2020, é o saque a que tem direito todo titular de conta do FGTS com saldo, incluindo contas ativas e inativas, no valor de até R$ 1.045,00 por trabalhador.

    A Caixa fará o pagamento do Saque Emergencial FGTS exclusivamente por meio de crédito em Poupança Social Digital. Esta, aberta automaticamente pela CAIXA em nome dos trabalhadores. A movimentação do valor do saque emergencial poderá, inicialmente, ser realizada por meio digital com o uso do aplicativo CAIXA Tem. Sem custo, evitando o deslocamento das pessoas até as agências.

    Logo depois, o crédito dos valores na poupança social digital, já será possível pagar boletos ou contas. Além disso, poderá utilizar o cartão de débito virtual e QR code para fazer compras. Por exemplo: em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos, tudo por meio do aplicativo CAIXA Tem.

    A partir da data de disponibilização dos recursos para saque ou transferência, os trabalhadores poderão transferir os recursos para contas em qualquer banco. Igualmente, realizar o saque em espécie nos terminais de autoatendimento da CAIXA e casas lotéricas. Poderá utilizar o código que deve ser gerado no aplicativo CAIXA Tem. Acima de tudo, todas operações sem custos para o trabalhador beneficiado.

    Por fim, o saque pode ser feito até 31 de dezembro de 2020.

    Saiba mais e baixe o aplicativo CAIXA Tem

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