Jovem Aprendiz: Como? Currículo? Onde? Quanto? Quando …

Ter uma experiência de trabalho na adolescência pode ser determinante para a vida profissional. Mais do que uma fonte de renda, ela também ajuda no desenvolvimento de habilidades importantes, como independência e responsabilidade. Pensando nisso, o governo federal criou no ano de 2000 o programa Jovem Aprendiz, uma importante ferramenta para a inserção de jovens no mercado de trabalho.

Como funciona?

Criado pela Lei 10.097/2000, o programa Jovem Aprendiz determina que toda empresa de médio ou grande porte deve ter menores aprendizes entre seus funcionários. A proporção de vagas abertas para jovens nessas empresas deve ficar entre 5% e 15% do quadro de funcionários. O contrato de trabalho tem duração pré-determinada de até dois anos em regime CLT especial, com carteira assinada, fundo de garantia, férias e 13º salário. O salário é calculado de acordo com a quantidade de horas trabalhadas.

Além da atividade laboral, o aprendiz recebe formação teórica. Essa formação deve incluir treinamento relacionado à área de atuação da empresa, mas também inclui o desenvolvimento de habilidades como organização, planejamento e comunicação pessoal. De forma geral, a formação teórica representa um complemento para o desenvolvimento profissional do jovem, reforçando o sentido de aprendizado do programa.

Após ser contratado, o aprendiz tem suas atividades práticas supervisionadas por um responsável dentro da empresa. A parte teórica fica sob responsabilidade de instituições sem fins lucrativos.

Como se Candidatar?

O Jovem Aprendiz é voltado para jovens entre 14 e 24 anos incompletos. Para fazer a inscrição, eles precisam estar matriculados ou ter concluído o ensino médio em escola pública. Para Pessoas com Deficiência, nesse caso, não há limite de idade para contratação.

As empresas interessadas em contratar jovens aprendizes costumam cadastrar as vagas na instituição parceira, que ficará responsável por fazer a aproximação entre as empresas e os candidatos. Depois disso, ela também participará do processo de contratação e supervisionará o jovem aprendiz durante todo o período de contrato.

Onde trabalhar?

As vagas de emprego para jovens aprendizes estão disponíveis nos mais diversos setores, com destaque em algumas áreas. Entre as opções mais comuns para os jovens estão o comércio, a indústria e os serviços administrativos. Todas essas opções dão condições de crescimento profissional consideráveis para o jovem aprendiz, pois são setores grandes e de enorme importância econômica.

Para além da obrigatoriedade de contratação, muitas empresas desenvolvem planos de carreira inteiramente pensados para esse público. Nesses casos, quando os jovens aprendizes entram pelo programa, eles já possuem a possibilidade de efetivação ao final do período do contrato de estágio.

Ao pesquisar por uma empresa para trabalhar, procure aquela em que você vê maiores perspectivas de desenvolvimento pessoal. Além disso, dê preferência às funções que estejam mais de acordo com seus gostos pessoais. Mas não se esqueça, no entanto, que não há problema algum em experimentar e conhecer funções diferentes.

O contrato de aprendizagem

O contrato de aprendiz é especial e ajustado de forma individual por prazo determinado. Nela, a empresa fica responsável por garantir a formação técnico-profissional de uma pessoa. A contratação depende da regulamentação do registro na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). Além disso, há um limite na duração da contratação. O período máximo da experiência é de dois anos, exceto em quadros de pessoas com deficiência ou em admissões em instituições sem fins lucrativos. Nesses últimos casos, não há um limite de tempo.

A constituição também garante o salário mínimo por hora e carga máxima de trabalho de seis horas por dia. No entanto, há uma cláusula que permite até oito horas, nas ocasiões em que o ensino médio já tenha sido concluído e que essas horas sejam destinadas à aprendizagem teórica. As normas são estipuladas para evitar que jovens tenham prejuízos nos estudos.

Como escrever seu currículo?

Um dos maiores desafios para o candidato a jovem aprendiz está em fazer um currículo interessante, principalmente porque a maioria dos candidatos não possuem experiência anterior. Essa é uma preocupação desnecessária, afinal, mesmo sem nunca ter trabalhado, o jovem pode incluir em seu currículo outras experiências ou habilidades que sejam pertinentes à vaga.

Ao escrever um currículo para jovem aprendiz, alguns cuidados são fundamentais:

Mantenha os Dados Atualizados

Há informações que não podem faltar em um bom currículo. Exemplos clássicos são as informações de contato e os dados escolares. As informações de contato incluem números de telefone e endereços de e-mail, por exemplo. Já os dados escolares podem ser o nome da instituição de ensino e do curso que o candidato faz, o ano ou semestre que está cursando e uma estimativa de conclusão, caso ainda esteja matriculado. Não se esqueça de atualizar seu currículo sempre que passar de ano ou mudar de escola.

Use adequadamente a Língua Portuguesa

Em currículos curtos, como são tipicamente os de candidatos a jovem aprendiz, todo elemento importa. Por isso, tenha cuidado especial com o uso correto da língua portuguesa. Espera-se que um jovem estudante (ou que tenha se formado há pouco tempo) tenha uma escrita adequada à sua formação.

Desvios graves de ortografia, falhas na concordância, problemas com pontuação e frases confusas ou mal elaboradas podem deixar uma má impressão para o recrutador. Se bater alguma dúvida, procure pesquisar a forma correta e peça ajuda a amigos, familiares e professores. E sempre revise seu currículo.

Vale mencionar cursos?

Sim, muito. Ao selecionar um menor aprendiz, o empregador está ciente de que os candidatos não têm experiência profissional anterior. Logo, você não precisa se preocupar com isso. Aproveite para valorizar cursos que já fez, preferencialmente aqueles relacionados ao setor em que você pretende trabalhar. A maior parte das instituições parceiras, por exemplo, oferecem cursos destinados à formação de jovens que desejam entrar no mercado de trabalho. Você também pode incluir a participação em treinamentos e outras atividades extracurriculares, tais como trabalho voluntário, empresas júnior e projetos de pesquisa.

Destaque suas habilidades e conhecimentos específicos

O conhecimento de ferramentas e habilidades específicas pode ser uma vantagem relevante para sua candidatura. Ao escrever o currículo, destaque os conhecimentos aprendidos na escola e que você considera apropriados para a vaga, como saber escrever bem ou ter facilidade em cálculo. Inclua também habilidades que você desenvolveu por conta própria, como o uso do Microsoft Office ou de outros programas para computador, e até mesmo um segundo idioma.

Dicas para o Jovem Aprendiz

a) Proatividade

Evite ter uma postura muito passiva no trabalho. Se a empresa for boa, ela lhe oferecerá treinamento e orientação constantes, mas, mesmo assim, dificilmente você poderá contar com esse suporte a todo instante. Demonstre iniciativa para resolver problemas pontuais ou para realizar parte das tarefas sem que alguém tenha de pedir antes. Além de estimular um aprendizado mais rápido, aplicado a desafios reais, essa postura deixará uma boa impressão sua para seus superiores.

b) Feedbacks

Perguntar não ofende. Se tiver dúvidas no trabalho, não deixe que elas fiquem sem resposta e não tenha medo de questionar seus supervisores e colegas de trabalho. Esse tipo de atitude mostra que você tem vontade de aprender e que está disposto a refletir sobre os processos da empresa.

Além disso, se essa prática já não for comum na empresa, peça feedbacks para seu supervisor de tempos em tempos. Receber um feedback proporciona oportunidades valiosas para o compartilhamento de impressões com seu chefe e permite que você demonstre interesse pelas atividades que ocorrem na empresa.

c) Comprometimento

Mesmo as tarefas que parecem mais simples exigem seriedade e comprometimento durante sua execução. Portanto, mantenha sempre a concentração, evitando fazer as coisas no modo automático. Assim, você vai evitar erros ou mal-entendidos. Seja pontual e respeite as regras e os códigos de conduta da empresa onde trabalha ou está prestes a trabalhar. Dessa forma, você mostrará que possui maturidade para assumir mais responsabilidades no futuro.

d) Atenção com os estudos

Deixar os estudos em segundo plano devido ao trabalho é um erro que o aprendiz não pode cometer de forma alguma. O trabalho deve ser pensado como um complemento à educação formal, e não como rival em questão de tempo e dedicação. Por isso, é importante saber gerenciar seu tempo.

O programa Jovem Aprendiz tem diversos dispositivos voltados a preservar sua característica formadora. Um deles é a exigência de que o aprendiz tenha um dia livre na semana para se dedicar aos estudos. Outro exemplo importante é a supervisão que a instituição parceira mantém sobre aprendiz e empresa durante o tempo de contrato.

Quanto Ganha?

A média do cálculo de salário de aprendiz fica em torno de R$ 800 mensais.

Há algumas cidades em que o salário de aprendiz é maior, como em:

  • Uberlândia, MG, considerada a capital do triângulo mineiro e uma cidade de negócios, em que a média é de R$ 1.273/mês
  • Jundiaí, SP, polo de tecnologia e logística, com a média de R$ 1.263/mês.
  • Guarulhos, SP, onde a média é de R$ 1.212/mês.

As vantagens de atuar jovem aprendiz são muitas, visto que encontrar o primeiro emprego costuma ser desafiador.

Confira os principais direitos de quem participa desse programa:

  • carteira de trabalho assinada (experiência comprovada)
  • vale-transporte
  • INSS e FGTS (2%)
  • 13° salário
  • férias
  • salário-mínimo/hora

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Considerações Finais

O ambiente de trabalho é um local propício ao cultivo das relações humanas. Aproveite para conhecer novas pessoas, estabelecer laços de amizade e cultivar uma rede de contatos, que é muito importante para seu desenvolvimento profissional. Adote uma postura profissional, solícita, e sempre procure tratar seus colegas de forma respeitosa. Aproveite para aprender com os seus colegas mais experientes como se portar no dia a dia da empresa e saiba como amadurecer no ambiente de trabalho.

Participar do programa Jovem Aprendiz é uma grande chance para você desenvolver novas habilidades, incrementar seu currículo com uma experiência incrível e interagir com profissionais experientes. Não desperdice. Aproveite essa oportunidade.

Com informações de Indeed.

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Corretor de Imóveis

Corretor de imóveis, também chamados de corretor imobiliário, é o profissional credenciado responsável por intermediar as diversas transações que envolvem imóveis. Podem ser autônomos ou associados a imobiliárias ou construtoras, tendo normalmente um ótimo salário devido à lucratividade do setor.

O que faz?

Um profissional dessa área auxilia o cliente na compra, venda, aluguel ou locação de imóveis, residenciais ou comerciais, em áreas urbanas ou rurais, desde a primeira visita ao imóvel, inspeção das condições, negociações entre o proprietário e comprador/locatário e trâmites burocráticos até o momento do fechamento do negócio e assinatura do contrato. Ele acompanha e aconselha seu cliente em todo o processo.

Para trabalhar como corretor de imóveis, é necessário obter o registro junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI) do seu estado. Para isso, você precisa de uma formação técnica ou superior em um dos seguintes cursos: Técnico de Transações Imobiliárias, Técnico de Gestão Imobiliária ou Bacharel em Ciências Imobiliárias.

O dia a dia do corretor de imóveis envolve várias atividades ligadas ao funcionamento e transações do mercado imobiliário. Elas podem incluir:

  • prospecção de imóveis para captar clientes
  • entrevistar clientes
  • acompanhar clientes até o imóvel para mostrar todas as características e condições
  • acompanhar e orientar os clientes em todo o processo de negociação, seja para venda ou compra, aluguel ou locação
  • solicitar e reunir a documentação necessária
  • fazer cálculos financeiros
  • fazer negociações para encontrar a melhor proposta para o cliente
  • fazer pesquisas e comparações de mercado
  • elaborar estratégias de marketing e comercialização
  • assessorar os clientes durante e após as transações
  • captar imóveis
  • apresentar e revisar contratos
  • avaliar imóveis

Quais as Habilidades e Competências?

Além dos requisitos básicos para ser corretor de imóveis, há uma série de habilidades que podem ser úteis para esse profissional. Ter essas aptidões pode lhe possibilitar maiores oportunidades dentro do mercado imobiliário. Listamos abaixo algumas dessas competências.

  • Ter facilidade para a comunicação, sabendo se articular de modo objetivo e esclarecedor;
  • Possuir habilidades para fazer bons negócios;
  • Ser paciente e ter tranquilidade para lidar com situações adversas;
  • Saber identificar as necessidades principais do cliente;
  • Possuir resiliência e ser perseverante;
  • Saber formar e manter uma boa rede de contatos;
  • Possuir uma boa capacidade de persuadir;
  • Ter atenção às tendências do mercado financeiro e imobiliário;
  • Ter talento para vendas;
  • Ter um bom domínio de todos os aspectos técnicos, legais e financeiros, que estão envolvidos nas transações e negócios;
  • Possuir autoconfiança.

Outra habilidade importante é ter uma visão empreendedora para novas oportunidades, já que essa competência pode ajudar a identificar e avaliar possíveis negócios e riscos no trabalho com imóveis.

Corretores devem conseguir se conectar com seus clientes. Preze pela sinceridade e empatia, afinal futuros compradores precisam sentir que você se importa com o problema deles, sem parecer que está apenas querendo vender um imóvel.

O que você precisa para ser?

Para seguir na carreira de corretor de imóveis são necessárias formações específicas e obter o registro para regulamentar a sua atuação. Para que você possa conquistar o seu espaço nesse mercado e tenha uma boa remuneração deve saber algumas informações.

Além de ter concluído o ensino médio e se registrar no CRECI, é preciso também concluir um curso específico para poder atuar como corretor imobiliário. Mesmo que já tenha uma formação superior em outra área, é preciso fazer um curso no campo imobiliário. Listamos abaixo algumas possibilidades de cursos e suas principais características:

Graduação em Tecnologia em Gestão Imobiliária

Esse é um curso superior tecnológico. É uma graduação que tem duração mais curta, em média de dois a três anos. Além desse, há também o curso de Negócios Imobiliários, que tem praticamente a mesma grade. Nessas formações, os estudantes aprendem sobre as práticas e a parte legal da profissão de corretor. Também estudam como avaliar o mercado de maneira mais profunda.

Bacharelado em Negócios Imobiliários ou Ciências Imobiliárias

Essa é uma alternativa de curso superior. Tem modalidade presencial e costuma ter a duração de quatro anos e meio. Sua grade curricular é bastante ampla e multidisciplinar. Os estudantes aprendem sobre gestão e têm contato com conteúdos de História, Psicologia e Sociologia.

Curso técnico em Transações Imobiliárias

É uma formação reconhecida pelo MEC, sendo um curso de nível técnico com duração de cerca de um ano. Os profissionais que fazem essa formação estão prontos para atuar na locação, venda e compra das construções imobiliárias. Os estudantes aprendem quais são os documentos necessários para cada tipo de operação, sobre a legislação e os devidos parâmetros usados na ocupação dos imóveis.

Além dessas possíveis formações, para atuar como corretor é preciso registrar-se no CRECI. Para isso, deve-se solicitar tal documento após a conclusão do curso de corretor. Cada região tem uma sede deste órgão regulamentador, no qual você deve ir com alguns documentos para que possa dar andamento ao processo de emissão de seu registro. Alguns dos documentos necessários são:

  • Comprovante de pagamento da taxa expedida pelo CRECI;
  • Comprovante recente de residência;
  • Comprovante de conclusão do ensino médio;
  • Diploma de curso técnico ou de nível superior;
  • Carteira de Identidade;
  • CPF;
  • Título de eleitor;
  • Comprovante de votação (últimas eleições);
  • Fotos 3 x 4;
  • Certificado de reservista (somente para homens até 45 anos).

Logo após o pedido, o Conselho da entidade vai avaliar para depois aprovar a emissão do seu registro. Geralmente, o documento fica pronto após cerca de um ou dois meses.

Qual o Salário Médio?*

De acordo com a página de salários do site Glassdoor, o salário médio de um corretor de imóveis no Brasil é de R$ 3.474,00 mas um corretor imobiliário geralmente não tem um salário fixo. Mesmo em casos em que você é contratado por uma imobiliária ou construtora em regime de carteira assinada, sua remuneração vai ser baseada principalmente nas comissões das transações que você intermediar. Dados salariais como o supracitado são baseados em cálculos de média. Seu salário pode variar muito, e dependendo do segmento em que você atuar, desempenho de vendas e localização, pode ter um rendimento menor ou bem maior.

As atividades mais comuns com que um corretor de imóveis tem retorno financeiro são a venda e a locação de imóveis, ambas previstas por lei. Sua remuneração principal vem das comissões sobre as transações realizadas, calculadas com base nas taxas de corretagem, que variam de acordo com o tipo de imóvel, localização e o tipo de transação. Se você for um corretor associado a uma imobiliária, terá que dividir seus ganhos com ela, mas se for um corretor autônomo, terá o valor integral da comissão.

  • imóveis rurais: 6 a 10 %
  • imóveis urbanos: 6 a 8 %
  • imóveis industriais: 6 a 8 %
  • venda judicial: 5 %
  • venda de empreendimentos imobiliários: 4 a 6 %
  • locação: valor equivalente a um aluguel
  • administração de bens e imóveis: 8 a 10 % ao mês

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Com informações de Indeed.

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Corretor de Imóveis
Real estate agent handing the house key to a client

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Banhista de Animais Domésticos

Há vagas de empregos para o Banhista de Animais Domésticos em pet shops, clínicas veterinárias, e até mesmo spa para animais. Essa profissão requer grande habilidade de trabalhar com animais, além de gosto natural pela profissão. O Banhista de Animais Domésticos deve possuir um perfil organizado, atencioso, metódico e ágil.

O que faz?

O Banhista de Animais Domésticos atua na higienização e limpeza de animais domésticos como cães, gatos, hamsters, aves e etc. Esse profissional utiliza produtos, ferramentas e técnicas especificas para garantir a limpeza de forma saudável e eficaz dos animais. Além disso esse profissional também atua na prevenção de doenças que são originadas pela falta de higiene.

  • Utilizar equipamentos de proteção individual em centros cirúrgicos;
  • Passar creme no pelo do animal;
  • Colocar acessórios (laços, fitas, brincos, bandanas etc.);
  • Demonstrar capacidade no trato com animais;
  • Demonstrar autocontrole;
  • Examinar a condição do pelo do animal;
  • Buscar os animais;
  • Esterilizar materiais, instrumentos e ambiente;
  • Verificar as condições físicas do animal (pelagem, unha, ouvido e epiderme);
  • Pintar as unhas;
  • Verificar a existência de parasitas (carrapatos e pulgas);
  • Verificar as condições psicológicas do animal (comportamento);
  • Conferir dados do animal (ficha ou identificação);
  • Demonstrar bom humor;
  • Cortar as unhas do animal;
  • Desembaraçar o pelo;
  • Demonstrar discernimento;
  • Colocar algodão no ouvido do animal;
  • Orientar sobre noções de saúde, higiene e alimentação;
  • Conter o animal;
  • Demonstrar disciplina;
  • Demonstrar conhecimento técnico;

Em alguns países, já existe a separação entre profissionais tosadores, ou seja, os que aparam os pelos dos animais, e banhistas, responsáveis por limpar dentes, unhas, orelhas, olhos e o banho geral dentro de clínicas, pets shops e hotéis para animais. Existem até tosadores premium, especializados em cortes, penteados e tosas para raças específicas.

No Brasil, há uma diferenciação relacionada à Classificação Brasileira de Ocupações (CBO):

  • 5193-05 – auxiliar de veterinário
  • 5193-10 – esteticista de animais domésticos
  • 5193-15 – banhista de animais domésticos
  • 5193-20 – tosador de animais domésticos

Todos derivam da CBO 5193: trabalhadores de serviços veterinários, de higiene e estética de animais domésticos. A descrição da rotina para os quatro títulos, entretanto, é igual:

“Realizam procedimentos de enfermagem veterinária. Preparam animais e materiais para procedimentos veterinários. Tosam, banham e enfeitam animais. Limpam ouvidos, dentes e olhos de animais. Atendem a clientes-proprietários dos animais e administram o local de trabalho. Trabalham em conformidade a normas e procedimentos de segurança, higiene e saúde.”

Na prática, portanto, tosadores, banhistas e esteticistas de animais podem realizar atividades iguais ou muito semelhantes na rotina diária. Assim como tosadores, esteticistas podem aprender a realizar serviços diferenciados e inovadores, dependendo de sua qualificação e interesse. Já o groomer (palavra em inglês que está se popularizando no Brasil e que significa o mesmo: tosador ou tosadora) tem ganhado uma conotação mais elitizada: a tosa premium ou gourmet, da qual falamos acima.

Quais as Habilidades e Competências?

Hoje, animais domésticos ou de estimação fazem parte da rotina de famílias e pessoas sozinhas, muitas vezes sendo considerados quase como humanos. As necessidades são cada vez mais relevantes para este nicho, assim como as exigências de cuidados. Para trabalhar como tosador ou tosadora de pets, além de amar estar em contato com bichos peludos diariamente, você deverá:

  • utilizar o material correto para cada animal, tamanho e raça
  • escutar ativamente e entender o que o dono ou a dona quer
  • comunicar-se de forma efetiva e saber lidar com clientes
  • estudar os tipos de raças, pelugem e novos penteados
  • estar disposto ou disposta a trabalhar finais de semana e por longas jornadas
  • ter seu próprio kit de aparelhos e ferramentas de trabalho

O que você precisa para ser?

Gostar de animais pode ser um requisito para trabalhar no setor veterinário. Porém, em um mercado em expansão, ganhar um salário de tosador também pode ter, gradativamente, suas exigências. Há oportunidades de aprender a teoria e a prática do banho, da tosa, do embelezamento e da higienização de pets, ganhar certificados e colocar isso em seu currículo. Por exemplo, o SENAC Rio de Janeiro já oferece cursos profissionalizantes com duração de cinco meses para você que busca se capacitar para o mercado de trabalho.

Uma das razões para a qualificação de trabalho com banho e tosa é preocupação com bem-estar animal e a prevenção de tratos agressivos ou equivocados na hora de cortar o pelo dos melhores amigos do homem. O dito tratamento zeloso dos animais é uma das justificativas. Algumas prefeituras, como do Rio de Janeiro e de Manaus, já têm projetos de leis aprovados que obrigam estabelecimentos como pet shops a comprovarem a capacitação de quem trabalha nesse nicho. E mais cidades parecem querer garantir a mesma prática.

Qual o Salário Médio?*

A faixa salarial do Banhista de Animais Domésticos fica entre R$ 1.281,41 (média do piso salarial 2022 de acordos coletivos), R$ 1.300,00 (salário mediana da pesquisa) e o teto salarial de R$ 2.045,59, levando em conta o salário base de profissionais em regime CLT de todo o Brasil.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Com informações de Indeed.

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Banhista de Animais Domésticos
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Operador de Telemarketing

O operador de telemarketing é o profissional responsável pelo atendimento via canal telefônico entre cliente e empresa. Esses profissionais costumam se dividir entre diferentes funções, realizando vendas, suporte, cobrança e pesquisa. Os profissionais geralmente possuem metas diárias de conversões e recebem roteiros completos para conduzir a ligação. Além disso, as ligações são monitoradas por supervisores, que garantem a adequação da linguagem, discurso e argumentação dos operadores.

O que faz?

É comum haver a ramificação na área de telemarketing com o marketing direto, que faz uso dos telefones na promoção de produtos e serviços, por meio de call centers. Inicialmente voltado às vendas, o serviço passou a incluir o atendimento ao cliente, suporte técnico e cobrança, podendo ser ativo ou receptivo.

Há dois tipos de operadores de telemarketing: o ativo e o receptivo. O operador de telemarketing ativo é profissional que aborda o cliente para oferecer novos produtos e serviços, ou seja, é ele quem entra em contato com o cliente. Já o receptivo é o operador que recebe as ligações dos clientes que entram em contato para solicitar informações, fazer cancelamentos, tudo relacionado à pré-venda e ao pós-venda, entre outros serviços. Assim, vejamos um pouco sobre ambos os tipos de forma mais detalhada abaixo:

  • Receptivo – nesse canal, esse tipo de comunicação engloba os serviços de SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor), suporte técnico, retenção, vendas e atendimento ao cliente em geral. É muito importante que os operadores receptivos sejam bem treinados, tendo em vista que o seu papel é representar a empresa ao telefone, e atender prontamente às solicitações dos clientes.
  • Ativo – nesse canal, as ligações são voltadas para oferecer produtos e serviços da empresa para clientes e prospectar novos clientes. Além disso, há o serviço de cobrança, que contata continuamente os clientes inadimplentes com ofertas de negociação e/ou refinanciamento da dívida. Dessa forma, esse canal se baseia nos contatos da empresa com o seu público-alvo disponíveis em uma base de dados, seja para vendas, qualquer processo comercial ou atendimento. Por esse motivo é importante que o cadastro esteja o mais completo possível, para que o operador saiba o melhor horário a ligar e as abordagens que serão utilizadas visando uma boa interação ao decorrer do atendimento.

Quais as Habilidades e Competências?

Abaixo algumas competências que geralmente são desenvolvidas:

  • efetuar cobrança de dívidas;
  • fazer pesquisas em tempo real, por telefone;
  • realizar retenção e recuperação de usuários de produtos e serviços;
  • atendimento aos usuários de produtos e ou serviços via teleatendimento;
  • seguir roteiros e scripts de teleatendimento ativo e/ou receptivo;
  • oferecer serviços e produtos via teleatendimento;
  • saber ouvir – os operadores precisam ser treinados para ouvir os consumidores e/ou potenciais clientes.
  • demonstrar boa escrita – capacidade de escrita assertiva, ou seja, possuir boa redação de modo a encaminhar mensagens claras às partes envolvidas.
  • fazer triagem nos atendimentos – para encontrar pontos a serem usados a favor dos operadores na hora de oferecer atendimento;
  • pesquisar perfil do cliente no qual está sendo atendido;
  • reverter a insatisfação do cliente;
  • solicitar providências técnicas junto à área competente;
  • consultar área técnica;
  • evidenciar vantagens do produto ou serviço;
  • finalizar pendências de serviços;
  • demonstrar capacidade de trabalhar sob pressão;
  • descrever o produto;
  • finalizar pendência técnica;
  • fazer acompanhamento pós-atendimento (follow-up);
  • solicitar informações ao cliente;
  • demonstrar boa comunicação;
  • informar prazo de entrega;
  • confirmar dados cadastrais;
  • demonstrar empatia com o cliente;
  • informar débitos;
  • identificar necessidades do cliente;
  • solicitar atualização cadastral por correio eletrônico (e-mail).

O que você precisa para ser?

Para se tornar um operador de telemarketing, geralmente é exigido pelo menos o Ensino Médio completo. Há cursos profissionalizantes para quem deseja ingressar na carreira. Durante o curso, os alunos aprenderão a rotina da atividade em relação a atitudes adequadas no trato com os clientes e técnicas para desempenhar as tarefas de forma eficaz. 

Abaixo alguns pré-requisitos básicos para o melhor desempenho dos profissionais:

  • atender usuários de produtos e ou serviços via teleatendimento;
  • realizar retenção e recuperação de usuários de produtos e serviços;
  • seguir roteiros e scripts de teleatendimento ativo e/ou receptivo;
  • demonstrar competências pessoais;
  • oferecer serviços e produtos via teleatendimento;
  • realizar pesquisas em tempo real, por telefone;
  • cadastrar clientes.

Qual o Salário Médio?*

A faixa salarial do Operador de Telemarketing Ativo fica entre R$ 1.212,00 salário mediana da pesquisa e o teto salarial de R$ 1.986,59, sendo que R$ 1.213,30 é a média do piso salarial 2022 de acordos coletivos levando em conta profissionais em regime CLT de todo o Brasil.

O tempo de trabalho em efetiva atividade de teleatendimento/ telemarketing, nele incluídas as pausas, sem prejuízo da remuneração é de, no máximo: 06 (seis) horas diárias; 36 (trinta e seis) horas semanais.

O mercado de trabalho é amplo para essa área, além de oferecer horários flexíveis e jornadas de meio-período, acolhendo pessoas de diversas faixas etárias e atraindo muitos jovens em busca do primeiro emprego. Há vagas em organizações privadas, públicas e não governamentais. Tais vagas de emprego estão voltadas às áreas abaixo:

  • Suporte/help desk: nessa modalidade, o canal de atendimento é voltado para o atendimento aos clientes que querem tirar dúvidas e solicitar ajuda sobre dúvidas dos produtos ou serviços oferecidos pelas empresas, se estendendo ao auxílio de problemas técnicos relacionados à telefonia, informática e demais indústrias e setores do mercado.
  • SAC: é o canal de contato direto em que o indivíduo pode registrar reclamações, resolver problemas e esclarecer dúvidas.
  • Cobrança: nesse departamento, os operadores contatam pessoas físicas e jurídicas que apresentam pendências com bancos, lojas e demais estabelecimentos com a finalidade de acordo financeiro e recuperação de crédito.
  • Retenção: nessa área, a retenção está voltada à prevenção de que os clientes desistam de um produto ou serviço oferecido pela empresa.
  • Vendas: o setor de televendas ainda é o mais preponderante aos operadores de telemarketing, em razão do aumento dos e-commerces.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Com informações de Indeed.

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Operador de Telemarketing
Call centre workers sitting in line while helping people on computers

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Assistente de Atendimento

O Assistente de Atendimento tem um papel fundamental em manter o nível de satisfação dos clientes e na fidelização e aquisição de novos produtos ou serviços. É também responsável por estreitar o relacionamento com os clientes, tratar as demandas, fazer pedidos, orientar, ser o ponto de apoio do cliente nas empresas, entre outros papéis.

O que faz?

Uma das principais funções no processo de relacionamento com o cliente é a de assistente de atendimento. O que esse profissional faz na sua rotina, nos processos e pedidos dos clientes para atender suas necessidades e garantir a satisfação na prestação dos serviços ou na compra de um produto interfere diretamente no resultado final junto ao cliente e empresa. Para entender melhor, abaixo listamos as principais responsabilidades de um assistente:

  • recepcionar os clientes em lojas, agências, por telefone ou atendimento on-line;
  • orientar sobre a utilização em caixas eletrônicos sobre os produtos ou serviços;
  • fazer a primeira abordagem com o cliente e direcionar para o setor responsável para tratar o assunto;
  • emitir pedidos e enviar para o setor responsável, seguindo os processos da empresa;
  • acompanhar o ciclo de venda do que foi vendido até a entrega final ao cliente;
  • receber reclamações e encaminhar para o setor responsável para tratativa;
  • entrar em contato com o cliente e informar o status dos pedidos, solicitações, reclamações e outras demandas solicitadas;
  • fazer atendimento dos clientes em guichês de atendimento;
  • responder perguntas sobre produtos, serviços ou procedimentos;
  • enviar ou entregar materiais de marketing ou institucional aos clientes;
  • atender ligações dos clientes, responder perguntas e encaminhar para o setor responsável se necessário;
  • enviar e-mails, mensagens instantâneas sobre pedidos, promoções, solicitações ou reclamações dos clientes;
  • registrar o histórico do atendimento do cliente nos sistemas da empresa;
  • entregar amostras de produtos aos clientes, procurando promover a venda;
  • ajudar o cliente na escolha dos produtos ou serviços, informando benefícios, custo e características;
  • identificar através de perguntas e escuta ativa, as necessidades dos clientes e seus objetivos de consumo;
  • entregar brindes e informar sobre promoções;
  • fazer ou atualizar o cadastro dos clientes;
  • convidar os clientes para lançamento de novos produtos ou serviços.

Quais as Habilidades e Competências?

Quem trabalha como assistente de atendimento tem contato direto com clientes, então é possível imaginar o quanto é importante ser uma pessoa comunicativa, receptiva, com vontade de servir e ajudar. Quando um atendimento é bem-feito e o cliente fica satisfeito, fidelizado e se encanta, isso ajuda na decisão de compra e essa pessoa pode indicar o estabelecimento para outras, contribuindo para o sucesso do empreendimento. Mas ao contrário, quando uma pessoa não é bem atendida, o efeito é inverso. Por isso, dê atenção às habilidades que são procuradas por recrutadores quando buscam candidatos para trabalhar nessa área:

  • empatia, para saber se colocar no lugar do cliente procurando identificar suas necessidades e objetivos;
  • escuta ativa, ouvir com atenção, sem pré-julgamentos, principalmente quando a pessoa estiver lidando com reclamações ou insatisfações. Essa atitude irá ajudar a estabelecer um laço de confiança e respeito;
  • resiliência, para saber lidar com adversidades, mudanças ou situações desafiadoras;
  • senso de urgência, para priorizar junto à gerência assuntos e situações de clientes que ultrapassaram os prazos de atendimento;
  • perfil colaborativo, ajudando clientes e colegas;
  • boa comunicação verbal e escrita;
  • organização e planejamento;
  • iniciativa e proatividade, para procurar resolver as situações com agilidade;
  • inteligência emocional, para lidar com adversidades, situações desafiadoras e sob pressão;
  • demonstrar confiança e segurança, conhecendo os processos e como resolver cada situação;
  • trabalhar com ética e honestidade, seguindo o código de ética da empresa e legislação.

O que você precisa para ser?

Agora que você já sabe o que faz um assistente de atendimento, quais são as habilidades e os setores que oferecem oportunidades na área, é importante se preparar com cursos para buscar uma vaga no mercado. De acordo com cada empresa, podem ser encontradas vagas que exigem o ensino médio completo ou curso superior em andamento. Em ambos os casos, é bem interessante ter no seu currículo cursos de aperfeiçoamento como técnica de vendas e atendimento ao cliente. É possível encontrar esses cursos em instituições privadas ou públicas. Lembre-se de se certificar que a instituição é reconhecida e sua reputação. Um curso de capacitação em atendimento e técnica de vendas poderá ajudar na busca por oportunidades de emprego, já que as duas funções estão relacionadas. Uma boa estratégia também é ter conhecimentos em um segundo idioma, principalmente o inglês. Esse pode ser um diferencial e tornar seu currículo mais competitivo em um processo seletivo.

Qual o Salário Médio?*

No cargo de Assistente de Atendimento se inicia ganhando R$ 1.338,00 de salário e pode vir a ganhar até R$ 2.108,00. A média salarial para Assistente de Atendimento no Brasil é de R$ 1.675,00.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Com informações de Indeed.

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Assistente de Atendimento
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Auxiliar Administrativo

Se você quer iniciar sua jornada profissional ou mesmo consolidar sua carreira como auxiliar administrativo, deve entender alguns pontos cruciais. Primeiro, precisa saber o que faz um auxiliar administrativo, quais habilidades e competências são necessárias para a função, assim como a média salarial para o cargo. 

O que faz?

Como o próprio nome diz, o auxiliar administrativo é responsável por dar suporte a determinada pessoa ou área dentro de uma organização. Suas funções podem ser bastante genéricas, mas de maneira geral, é o profissional que garante todo o apoio necessário para que os processos da empresa caminhem de maneira otimizada.

As principais atribuições do auxiliar administrativo são:

  • Gerenciar calendários de reuniões, compromissos pessoais e viagens profissionais
  • Organizar arquivos importantes
  • Atender e transferir chamadas, encaminhar mensagens de forma adequada e monitorar eventos
  • Redigir ou digitar documentos e comunicados
  • Lidar com a correspondência recebida, incluindo e-mails, memorandos e comunicados institucionais
  • Elaborar documentação de apoio para apresentações, conferências e reuniões
  • Preparar e revisar relatórios e outros documentos comerciais relevantes para a empresa ou grupo específico, por vezes envolvendo análise de dados
  • Controlar e manter o estoque de escritório atualizado, solicitar insumos, acompanhar o processo de entrega de suprimentos
  • Fazer cotações e gerenciar os contratos com fornecedores

Quais as Habilidades e Competências?

  • Organização e disciplina: normalmente, o auxiliar administrativo cuida de inúmeras tarefas. Para isso, é fundamental que seja uma pessoa organizada, capaz de definir prioridades e estruturar os afazeres da melhor maneira possível.
  • Inteligência emocional: muitas vezes, o auxiliar administrativo tem uma demanda contínua e saber lidar bem com a pressão é uma qualidade bastante apreciada.
  • Relacionamento interpessoal: o auxiliar administrativo precisa ter um excelente nível de comunicação, uma vez que interage com os mais diversos tipos de pessoas, sejam outros colaboradores, fornecedores, clientes ou parceiros de negócios.
  • Solução de problemas: o auxiliar administrativo deve ser capaz de propor novas alternativas para otimizar seu trabalho e, consequentemente, ser mais produtivo.
  • Dinamismo: a agilidade aliada ao pensamento estratégico são fatores-chave para que o auxiliar administrativo possa trazer os melhores resultados para a empresa.

Abaixo, as desejáveis:

  • Digitação: o auxiliar administrativo lida com uma diversidade de documentos. Assim, ter habilidades de digitação ajuda a otimizar sua rotina, documentando dados e informações importantes em arquivos de planilhas com agilidade e eficiência.
  • Computação: saber trabalhar com documentos e planilhas é essencial para desenvolver as atividades de auxiliar administrativo. Você precisa de bons conhecimentos em processadores de texto, editores de planilha e gerenciadores de e-mail. Normalmente, as empresas utilizam o pacote Microsoft Office para todas essas tarefas.
  • Internet: a capacidade de fazer buscas e pesquisas na Internet é essencial. Nem tudo o que é necessário para executar suas atribuições como auxiliar administrativo estará disponível nos bancos de dados da empresa. A Internet será sua grande aliada para propor soluções criativas, encontrar fornecedores em potencial ou firmar novas parcerias comerciais.
  • Língua estrangeira: é comum que algumas empresas tenham negócios ou filiais em outros países, sobretudo as grandes corporações. Geralmente, a comunicação entre os envolvidos acontece em inglês. Você pode se destacar se souber atender telefonemas, responder e-mails ou agendar reuniões em outro idioma.

O que você precisa para ser?

A função de auxiliar administrativo é uma das mais demandadas pelas organizações e empresas de recrutamento.

Ainda que muitas oportunidades só exijam que o profissional tenha o nível médio, para determinadas vagas é preciso ter conhecimento técnico, experiência prévia e até formação superior.

Ensino médio

Para atuar como auxiliar administrativo, é primordial ter concluído o nível médio de educação. Você trabalhará em contato com uma diversidade de pessoas e a comunicação verbal e escrita são fundamentais. Além disso, você precisa ter noções básicas de matemática para supervisionar contratos com fornecedores ou cotar preços.

Um bom entendimento da língua portuguesa é fundamental para responder aos e-mails de maneira pertinente, redigir memorandos e consolidar atas de reunião.

Ensino superior

Por vezes, algumas empresas, – sobretudo as grandes corporações – exigem que o auxiliar administrativo esteja cursando ou tenha concluído um curso de nível superior.

Essa experiência é necessária quando a oportunidade exige habilidades na gestão do orçamento, saber argumentar apropriadamente com fornecedores, entender sobre processos logísticos ou mesmo interpretar a legislação pertinente àquele ramo.

O curso mais indicado para atuar na área é o bacharelado em administração de empresas, no qual o candidato vai aprender sobre psicologia, contabilidade, matemática financeira, economia, marketing, língua portuguesa e outros assuntos. A formação tem duração média de quatro anos e ajuda a desenvolver habilidades como pensamento analítico, técnicas de negociação, desdobramento de metas, ações e estratégias empresariais.

Cursos técnicos

Diversos são os cursos técnicos que podem ajudar a desenvolver suas competências para se tornar um Auxiliar Administrativo. Os mais comuns são:

1. Curso técnico em administração:

Esse tipo de curso tem o objetivo de capacitar você para atuar em empresas públicas ou privadas, pequenos negócios ou grandes organizações.

Dentre outros assuntos, você vai aprender sobre como determinada empresa se estrutura estrategicamente para alcançar resultados. São abordados tópicos como definição de metas, organização da informação, gestão de orçamento, controle logístico, captação e desenvolvimento de talentos.

A duração média de um curso técnico em administração é de doze meses.

2. Curso técnico em secretariado

Esse tipo de curso tem o objetivo de capacitar você para prestar uma assessoria de excelência a um indivíduo ou grupo de pessoas.

Dentre outros assuntos, você vai aprender sobre como gerenciar e administrar a rotina de trabalho, recepcionar clientes externos e internos, implementar processos de comunicação empresarial, fazer a manutenção e controle de documentos, executar atividades financeiras, preparar reuniões, palestras e organizar eventos corporativos.

A duração média de um curso técnico de secretariado é de dez meses.

Qual o Salário Médio?*

No Brasil, um auxiliar administrativo ganha em média R$ 1.485 por mês. Esse valor pode variar consideravelmente, a depender do ramo, do tamanho da empresa, da sua localização, como também em razão das qualificações exigidas para o cargo. Assim, antes de se candidatar para determinada vaga, pesquise sobre a empresa, o número de funcionários, sua hierarquia e segmento de mercado para determinar uma pretensão salarial condizente com a oportunidade.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Com informações de Indeed.

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Bombeiro Civil

Ser bombeiro é uma profissão gratificante, que tem o objetivo de servir à comunidade e saber quanto ganha um bombeiro civil pode influenciar a sua decisão em seguir nessa carreira. Um bombeiro atua em emergências que podem colocar em risco a vida das pessoas, o meio ambiente e o patrimônio, público ou privado. Além do combate a incêndios, o bombeiro orienta a população sobre situações de risco e propõe ações preventivas e educacionais. Importante ressaltar que o bombeiro civil tem atuação diferente do bombeiro militar.

  • Bombeiro militar: é o profissional que prestou um concurso público de provas e títulos para atuar diretamente no Corpo de Bombeiros vinculado à Polícia Militar. É um funcionário público, pronto a prestar seus serviços à comunidade, tais como combate a incêndios, resgate de vítimas de desabamentos, deslizamentos de terra, acidentes de carro, inundações ou explosões.
  • Bombeiro civil: é o profissional que fez um curso específico para atuar em entidades privadas, prevenindo a ocorrência de incêndios e outros incidentes. Sua presença é necessária em acontecimentos com grande número de pessoas, tais como shows, espetáculos ou eventos corporativos. Para garantir a segurança, ele também é necessário em shopping centers, obras, edifícios comerciais, hipermercados e lojas de departamento.

O que faz?

Como dito anteriormente, o bombeiro civil atua na iniciativa privada, protegendo os indivíduos e o patrimônio contra acidentes e imprevistos. Sua profissão é regulamentada desde 2009, através da lei 11.901. Dentre outras, as suas atividades estão relacionadas a:

  • realização de inspeções de segurança
  • treinamento de equipes em situações emergenciais
  • análise de riscos de acidentes
  • elaboração e implementação de planos de emergência
  • orientação à população sobre normas de prevenção
  • prestação de primeiros socorros

Quais as Habilidades e Competências?

O bombeiro civil deve ser uma pessoa empática, disposta a ajudar os outros e ser capaz de contribuir para a segurança da sociedade. Por outro lado, esse profissional precisa ser dinâmico e observador, sempre atuando preventivamente para evitar acidentes ou riscos de incêndio. Dentre outras, listamos algumas competências importantes para atuar como bombeiro civil:

  • Atenção aos detalhes: o bombeiro civil é responsável pela segurança e pela vida das pessoas. Ele precisa avaliar atentamente as condições do local onde trabalha e garantir que as instalações estejam adequadas, não oferecendo nenhum tipo de risco.
  • Proatividade: o bombeiro civil precisa ser uma pessoa proativa, ou seja, ser capaz de se antecipar situações de emergência para que ninguém se machuque ou para que o patrimônio seja preservado.
  • Inteligência emocional: é a capacidade de autocontrole diante situações inusitadas, de ameaça ou de estresse. O bombeiro civil precisa ser uma pessoa séria, segura e estável, sobretudo em casos de emergência, agindo com racionalidade.

O que você precisa para ser?

  • A conclusão do ensino fundamental é pré-requisito para inscrição no curso de formação em bombeiro civil. Além disso, você precisa ser maior de 18 anos para se matricular e exercer o ofício.
  • Após concluir o ensino fundamental, você pode fazer a inscrição no curso profissionalizante de bombeiro civil. No entanto, é preciso ter mais de 18 anos e buscar por escolas devidamente credenciadas junto ao Corpo de Bombeiros do estado onde você pretende exercer as suas atividades. A duração média do curso é de três meses e confere ao aluno um certificado de conclusão que tem validade de dois anos.
  • Ainda que para iniciar a sua jornada profissional como bombeiro civil só seja necessária a conclusão do ensino fundamental, é a partir do término do ensino médio que você poderá buscar por melhores oportunidades na carreira, assim como incrementar o seu salário como bombeiro civil.
  • Também chamado de técnico em prevenção e combate a incêndios, esse curso tem duração média de 1.000 horas e confere ao aluno um diploma com validade em todo o território nacional. Esse é um curso autorizado pelo Ministério da Educação (MEC) e consta em seu Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT). Como bombeiro civil líder você estará apto a:
    • analisar situações de risco
    • desenvolver e implementar planos de emergência
    • prestar primeiros socorros
    • coordenar brigadas de incêndio
    • capacitar e instruir os demais integrantes da equipe
    • inspecionar equipamentos e sistemas de segurança
  • Para alcançar o posto de bombeiro civil mestre, é necessário concluir a graduação em engenharia ambiental e sanitária. Esse curso de nível superior tem duração média de cinco anos e confere ao aluno o título de bacharel.  Será necessário cumprir o estágio supervisionado, com duração média de 200 horas. Irá desenvolver:
    • Cálculo diferencial e integral
    • Geometria analítica e álgebra linear
    • Análise de dados
    • Geotecnia
    • Climatologia e meteorologia
    • Gestão de recursos hídricos
    • Controle de poluição ambiental
    • Recuperação de áreas degradadas

Qual o Salário Médio?*

De maneira geral, segundo pesquisas de mercado, a faixa salarial do bombeiro civil fica entre R$ 1.839,89 e o teto salarial de R$ 3.209,78, sendo que R$ 1.716,31 é a média do piso salarial em 2021.

No caso do bombeiro civil líder, a faixa salarial fica entre R$ 1.948,74 e o teto salarial de R$ 5.007,30, sendo que R$ 2.183,95 é a média do piso salarial em 2021.

No caso do bombeiro civil mestre, ele é um engenheiro ambiental com especialização em prevenção e combate a incêndio, cuja faixa salarial fica entre R$ 6.000,00 e o teto salarial de R$ 14,971,27, sendo que R$ 6.033,93 é a média do piso salarial em 2021.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Com informações de Indeed.

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Bombeiro Civil
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Analista de Back Office

Se você está à procura de emprego em setores administrativos e de suporte operacional, vale a pena saber mais sobre o que faz um analista de Back Office. Esse tipo de cargo está se popularizando no Brasil e pode oferecer boas chances de crescimento profissional, tanto para quem está ingressando no mercado de trabalho quanto para pessoas que já têm experiência em outras funções dentro de uma empresa.

O que faz?

Quem trabalha no cargo de analista de back office tem um papel importante nos bastidores de uma empresa para garantir que as operações funcionem com eficiência em setores como:

  • Administração
  • Contabilidade
  • Estoque
  • Finanças
  • Logística
  • Recursos Humanos

Quem trabalha como analista de back office não costuma lidar direto com clientes. O foco do trabalho é dar apoio às atividades internas, podendo ter atribuições como:

  • Avaliar processos para garantir fluidez e sintonia entre as etapas
  • Atuar no tratamento de reclamações e outras ocorrências geradas por clientes que não tenham sido resolvidas no SAC da empresa
  • Controlar fluxos internos, tais como pagamentos e remessas
  • Dar suporte a processos de licitação e conformidade regulatória
  • Elaborar relatórios e manter registros de documentos
  • Lidar com fornecedores e colaboradores, passando informações sobre as rotinas da empresa
  • Manter informações atualizadas nos sistemas compartilhados entre equipes
  • Monitorar pedidos não finalizados para garantir que sejam executados no prazo determinado
  • Reportar dados de inteligência de vendas e análises da experiência de consumo
  • Propor melhorias no alinhamento entre processos com base em análises de dados

Esses são apenas alguns exemplos de atividades feitas por analistas de back office júnior e pleno. Como as empresas podem ter diferentes demandas com relação às atividades necessárias para a gestão interna, é recomendável conferir a descrição do cargo nos anúncios para ter uma ideia melhor de quais são as expectativas em cada caso.

Quais as Habilidades e Competências?

Entre as habilidades mais citadas como requisitos para a profissão estão:

  • Perfil analítico
  • Domínio de ferramentas como Pacote Office ou G Suite
  • Conhecimento de softwares e sistemas específicos
  • Comunicação eficaz
  • Habilidades de negociação
  • Organização
  • Proatividade

Apesar de não ter funções de atendimento ou contato direto com clientes, as habilidades de relacionamento interpessoal são tão importantes para analistas de back office quanto o domínio das tecnologias adotadas pela empresa. Afinal, esse trabalho tem interface com diferentes equipes e pode envolver negociações internas e externas.

O que você precisa para ser?

Os requisitos para contratação de analistas de back office podem variar bastante de acordo com as necessidades de cada empresa. Pessoas com diferentes tipos de formação podem atuar nesse tipo de cargo, mas é comum haver preferência por quem esteja cursando ou tenha concluído um curso superior em áreas como:

  • Administração
  • Ciências contábeis
  • Ciências da computação
  • Economia
  • Recursos humanos
  • Tecnologia da Informação

Qual o Salário Médio?*

salário médio para analista de back office é de R$ 2.212/mês, podendo chegar a R$ 7.000/mês, considerando as diferenças regionais e as particularidades da contratação que influenciam na remuneração oferecida pelas empresas no Brasil.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Com informações de Indeed.

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Analista de Back Office
Business man working at office with laptop, tablet and graph data documents on his desk

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Fiscal de Loja

Um fiscal de loja é o profissional que deve zelar pelo patrimônio físico dos estabelecimentos comerciais. Deve fiscalizar a entrada e saída de pessoas, com o intuito de identificar atitudes suspeitas que possam causar algum prejuízo à empresa. É também conhecido como agente ou auxiliar de prevenção de perdas, pode atuar verificando o atendimento às normas de segurança, mas também nos procedimentos administrativos.

Outras formas de se referir aos fiscais de loja são:

  • analista de segurança patrimonial
  • assistente de prevenção de perdas
  • analista de prevenção de perda
  • encarregado de prevenção de perdas

O que faz?

Um fiscal de loja deve diariamente andar pelos arredores da loja, fazendo o monitoramento dos clientes para detectar possíveis casos de segurança: atos que possam ser suspeitos de furto; prova irregular de algum produto ou vandalismo. O profissional deve abordar as pessoas suspeitas, questionar a atitude, impedir a ação e recorrer ao seu superior. Se for necessário, deve inclusive solicitar uma autoridade policial.

Deve também procurar dentro da loja ou nas áreas externas, como estacionamento ou depósitos, por situações que possam colocar a segurança em risco ou desperdiçar os recursos da empresa, como espaços obstruídos, portas e janelas abertas ou luzes acesas sem necessidade. Caso haja descumprimento de normas e regras que foram previamente estabelecidas, deve relatar aos superiores.

Outra função de um fiscal de loja pode ser o recebimento de mercadorias para o estoque. Nesse caso, precisa conferir o material e as documentações necessárias, identificando possíveis irregularidades. Pode ainda acompanhar o serviço de um terceirizado que esteja realizando algum trabalho na loja, como técnicos de informática ou manutenção de limpeza.

Por fim, pode ainda ser responsável por mapear possíveis áreas de risco internas e externas à loja. Se solicitado, deve preparar relatórios para os superiores, fazendo orientação de melhorias e solicitando reformas, caso haja algo no ambiente que esteja prejudicando a segurança do local. Um fiscal de loja pode ainda executar demais tarefas relacionadas ao cargo a critério dos contratantes.

Quais as Habilidades e Competências?

Caso queira ter sucesso na carreira profissional, um fiscal de loja deve possuir uma série de habilidades e competências que podem ser úteis para a execução do trabalho. Listamos abaixo algumas dessas qualidades:

  • Ter atenção aos detalhes e saber fiscalizar, o que pode colaborar no momento em que precisar vigiar os consumidores na busca por atitudes suspeitas.
  • Ter senso crítico e cautela para saber tomar as decisões em benefício da loja, sem constranger clientes ou funcionários.
  • Ter boa comunicação e saber argumentar para que consiga alertar em situações suspeitas, mas sem chamar muita atenção ou criar polêmicas.
  • Ter capacidade de liderança para que possa administrar a equipe.
  • Conseguir fazer uso de inovações tecnológicas que possam ajudar em seu trabalho, proporcionando melhores ferramentas.
  • Ter amplo conhecimento da cultura da empresa e ter preparação para fazer melhorias contínuas.
  • Ter em mente que precisa de atualizações constantes sobre as técnicas e métodos de seu trabalho.
  • Ter conhecimento sobre as leis que impactam no trabalho, com atenção também às novas tendências de mercado.

Outras habilidades que também podem auxiliar no trabalho de um fiscal de loja:

  • relacionamento interpessoal
  • responsabilidade
  • atendimento ao cliente
  • disciplina
  • agilidade física e manual
  • proatividade
  • capacidade de trabalhar em equipe

O que você precisa para ser?

De modo geral, para ser fiscal de loja se exige apenas o ensino médio completo. Algumas lojas, porém, preferem que a pessoa tenha uma formação acadêmica, como administração ou logística. Isso dependerá da empresa e de sua dimensão, além das atribuições que forem dadas a esse profissional. De acordo com as responsabilidades do cargo, as empresas podem ainda exigir uma especialização ou um segundo idioma na contratação do fiscal de loja.

Qual o Salário Médio?*

O salário médio nacional de Fiscal De Loja é de R$1.636 em Brasil. Toda loja em sua rotina está exposta a uma série de riscos, os quais podem ser administrativos, operacionais ou financeiros, e que podem ser desconhecidos ou conhecidos pelos gestores. Nesse cenário, um fiscal de loja tem grande importância e vem se tornando muito comum, já que ajuda a prevenir os prejuízos financeiros, principalmente em comércios que têm produtos expostos e uma circulação contínua de clientes.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

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Auxiliar de Almoxarifado

Trabalhar no almoxarifado pode ser uma boa opção para homens e mulheres que pretendem ingressar no mercado de trabalho. Nesse setor, uma pessoa iniciante tem a chance de ganhar experiência e iniciar sua trajetória de crescimento profissional dentro de uma empresa. Além disso, o que um auxiliar de almoxarifado faz serve como base para quem quer seguir carreira na área de administração ou logística.

O que faz?

Uma pessoa que trabalha como auxiliar de almoxarifado ajuda a equipe desse setor nas etapas de solicitação recebimento, armazenagem e expedição de diversos tipos de material para uso interno da empresa — de materiais de escritório a suprimentos para a produção industrial.
Suas principais atividades são:

  • Organizar as requisições de suprimentos e acompanhar o status dos pedidos.
  • Fazer contatos com fornecedores, quando solicitado pela pessoa a cargo do almoxarifado.
  • Desempacotar de forma apropriada todos os produtos recebidos, conferindo os itens e as respectivas notas fiscais.
  • Organizar pacotes e fazer entregas de suprimentos para os setores determinados.
  • Atualizar os registros de controle de entrada e saídas de material, inserindo as informações necessárias no sistema adotado pela empresa.
  • Manter o almoxarifado da empresa limpo e organizado, posicionando os itens da forma mais adequada e eficiente.
  • Evitar avarias, deterioração ou o extravio de materiais, para que isso não gere despesas extra ou contratempos para o setor.
  • Comunicar pontualmente a ocorrência de problemas ou eventuais falhas que possam atrasar o atendimento das solicitações de material.
  • Colaborar com o preparo de relatórios e atualizações periódicas de inventário.

Um/uma auxiliar de almoxarifado deve se movimentar bastante no dia a dia, subindo escadas, carregando e descarregando carrinhos para transporte de materiais ou até empilhadeiras, dependendo do porte e tipo de empresa onde for trabalhar.

Quais as Habilidades e Competências?

Para trabalhar no setor de almoxarifado de uma empresa, você deve saber (ou aprender) a lidar com o tipo de produtos com que vai lidar para otimizar o seu trabalho e o de toda a equipe. Por exemplo, um auxiliar de almoxarifado hospitalar precisa se familiarizar com normas de armazenagem de medicamentos e itens específicos usados no atendimento à saúde.
Estas são outras habilidades importantes que vale a pena você desenvolver:

  • Organização e atenção aos detalhes, por exemplo, ao inspecionar embalagens e verificar o preenchimento correto de notas fiscais.
  • Conhecimentos de informática, pois é provável que a empresa adote programas específicos para gerar e escanear códigos ou fazer registro de dados.
  • Resolução de problemas, mesmo sem autonomia para tomar certas decisões, é essencial entender que tipo de ocorrência pode causar problemas pois você tem a responsabilidade de informar eventuais atrasos e fazer previsões de quando será necessário reabastecer o estoque de algum item.
  • Raciocínio espacial, para saber posicionar os itens seguindo o método de armazenamento ideal para cada material.
  • Comunicação interpessoal, para se relacionar profissionalmente com equipes de diferentes setores da empresa, além de fornecedores, motoristas, entregadores etc.

O que você precisa para ser?

O Ministério do Trabalho não estipula qual o grau escolaridade necessário para atuar no cargo de auxiliar de almoxarifado. Contudo, a maioria das oportunidades de emprego nessa área são para pessoas com ensino médio completo — como você pode notar nos anúncios de emprego.

Qual o Salário Médio?*

No Brasil, há diferenças regionais com relação a ganha um auxiliar de almoxarifado. A faixa salarial para o cargo tem apresentado variações entre R$ 1.366,42 e R$ 2.473,48 no ano de 2021.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

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Desenvolvedor Full Stack

Desenvolvedor Full Stack é o profissional habilitado para entender e operar todas as partes de um projeto, desde a concepção de servidores internos até as interfaces de comunicação com o cliente final. Para entender melhor esse trabalho é importante explicar o que são as duas principais frentes de atuação desses profissionais. A primeira é o desenvolvimento front-end, o qual diz respeito a parte externa de uma aplicação, como um site, por exemplo. Os profissionais responsáveis por essa função, ao conceber os projetos, preocupam-se com os recursos e ferramentas que são vistos pelos usuários.

O que faz?

A organização das páginas de um site, o layout, a aparência e tudo aquilo que pode ser visto dentro do escopo do trabalho é construído por desenvolvedores front-end. Por outro lado, tudo aquilo que tem relação com a infraestrutura interna e funcionamento é conhecido como desenvolvimento back-end. As tecnologias mais comuns dessa composição são o Java, Ruby, Node.js, C# e Python. No entanto, existem profissionais que conseguem dominar essas duas funções, trabalhando de maneira ampla nesse campo de atuação.

Esses são os desenvolvedores full stack, que têm aptidão para atuar tanto no front, como no back-end. Geralmente contrata-se tais desenvolvedores para liderar projetos de grande porte, já que por causa de suas habilidades, conseguem enxergar o delineamento integral da aplicação, não apenas de forma mais técnica. A função desses profissionais é manter os sistemas internos com bom funcionamento, integrando normalmente as equipes de TI em grandes companhias. Seu foco costuma ser a manutenção dos aplicativos, mas também a concepção de novas soluções para os problemas que surgem na rotina laboral.

Quais as Habilidades e Competências?

Muito mais do que apenas os conhecimentos técnicos específicos, desenvolvedores full stack necessitam dispor de algumas competências e habilidades pessoais que serão de grande vantagem em sua rotina de trabalho. Listamos abaixo algumas dessas qualidades:

1. Senso crítico

Ter um senso crítico aguçado ajudará desenvolvedores full stack a tomar decisões inteligentes no seu dia a dia. Isso vale tanto para seu trabalho, como para o trabalho de colegas, ainda mais se está exercendo um cargo alto na hierarquia da empresa. Ter um olhar mais aberto para novas ideias é fundamental dentro dessa linha de trabalho.

2. Atualização constante

Desenvolvedores full stack também devem ter uma sede por conhecimento que não pode cessar. Na área da tecnologia as novidades surgem cotidianamente e caso não consigam acompanhar todas as tendências, esses profissionais podem tornar-se obsoletos. Fazer pós-graduação, mestrados e até doutorados, aprofundando assim seus conhecimentos é uma forma de manter-se em constante progresso. Comparecer a eventos, como palestras e workshops, ler artigos e fazer cursos online também podem ser estratégias igualmente interessantes.

3. Curiosidade

Ter curiosidade proporcionará motivação para você continuar na carreira e aprimorar ainda mais suas qualidades profissionais. Desenvolvedores full stack não podem dar atenção apenas a um único assunto, já que sua principal característica é o fato de conseguirem ser multitarefas. Sem a curiosidade, os profissionais tendem a se acomodar, ficando limitados a agir apenas dentro de uma área específica.

4. Saber lidar com pessoas de várias áreas

Programadores devem saber lidar com diferentes tipos de pessoas, isso torna-se ainda mais factível no que se refere a desenvolvedores full stack, visto que esses profissionais precisam atender a trabalhadores do suporte, comercial, atendimento e executivos. Isso ocorre porque as incumbências de colaboradores full stack são muito mais amplas e influenciam diversos setores.

5. Proatividade

A proatividade é imprescindível para desenvolvedores full stack, já que estes devem ter aptidão para encontrar problemas e sugerir soluções adequadas antes que as problemáticas atrapalhem o andamento dos projetos. Ter proatividade ainda tem relação com a tomada de decisões de maneira autônoma, sem esperar por confirmações a cada fase do projeto. Para isso, precisam confiar em seus instintos e em suas habilidades, agindo de maneira consciente a cada etapa do trabalho.

O que você precisa para ser?

Atuar como Desenvolvedor Full Stack requer muito conhecimento, por isso, as pessoas que querem trabalhar nessa área precisam estudar bastante. A escolha mais tradicional é cursar uma graduação que tenha um foco em tecnologia, mas ainda assim é necessário saber o que está acontecendo no mercado, acompanhar as novas tendências acerca das linguagens de programação e saber quais são as novas exigências das organizações para investir em qualificações.

Há ainda uma alternativa não tradicional, mas que vem atraindo diversos profissionais, que é o estudo autônomo. Diversos desenvolvedores que entram nesse mercado por essa estratégia costumam aprender convivendo com outros programadores ou procurando conteúdos na internet ou em livros. Nesse caso é mais indispensável ainda a busca por capacitação contínua. Algumas dicas do que deve fazer para destacar-se nesse meio são:

  • Buscar aprender novas linguagens de programação, ampliando seu conhecimento e, portanto, seu leque de possibilidades;
  • Procurar entender como funcionam domínios como DNS e SSL;
  • Ir além do básico, ampliando os conhecimentos em front-end e back-end;
  • Aprofundar-se, buscando dominar com destreza as técnicas relacionadas a User Experience (UX);
  • Desenvolver habilidades de comunicação para saber negociar com seu time e o de outras áreas;
  • Saber como funciona e como preparar a infraestrutura que suportará os projetos;
  • Ampliar suas oportunidades ao aprender a desenvolver aplicativos para iOS e Android;
  • Aumentar suas habilidades de liderança e gestão de projetos.

Qual o Salário Médio?*

Com suas habilidades em atuar com todos os processos de TI, esses profissionais conseguem ser responsáveis integralmente por um projeto, o que costuma reduzir gastos e aumentar a produtividade. A remuneração média de desenvolvedores full stack no Brasil é R$ 4.402 mensais, no entanto, esse número costuma variar bastante dependendo do tipo de empresa, das competências, formações e experiências desses profissionais.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Com informações de Indeed.

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Desenvolvedor Full Stack
Desenvolvedor Full Stack. Foto: Unsplash

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Operador(a) de Produção

As funções de um(a) Operador(a) de Produção sofrem variação de acordo com os diferentes tipos de trabalho, dependendo do setor envolvido e do seu nível de especialização. São profissionais que realizam tarefas relacionadas a trabalhos manuais e processos repetitivos, seguindo a orientação de um chefe de setor ou gerente de produção. Esses trabalhadores desenvolvem sua função no chamado ‘chão de fábrica’, onde a produtividade da indústria é realmente medida.

O que faz?

Em geral, suas funções são definidas pela empresa e supervisionadas por um especialista, que se encarrega de garantir que todo o processo produtivo funcione corretamente. Por isso, seu trabalho é fundamental no setor produtivo industrial, onde será necessário para a produção e distribuição correta dos produtos, exercendo funções como:

  • acondicionar materiais
  • realizar testes operacionais
  • solicitar reposição de materiais
  • sinalizar defeitos dos materiais
  • realimentar a linha de produção
  • controlar o estoque de materiais
  • recolher resíduos dos maquinários
  • limpar e organizar a área de trabalho
  • repor matéria prima em máquinas, entre outras funções.

Quais as Habilidades e Competências?

As competências que mais se destacam em um bom operador de produção em setores industriais, portanto, são:

  • resistência física
  • boa concentração
  • disciplina
  • coordenação motora
  • comprometimento com a empresa
  • pontualidade
  • cumprimento das orientações
  • bom trabalho em equipe
  • rigorosa observação das normas de segurança

Quanto ao último ponto, sim, você terá de realizar todas as suas tarefas observando as normas de segurança, como o uso correto de equipamento de proteção individual (EPI) e os equipamentos de proteção coletiva (EPCs). O setor industrial sempre envolve riscos e estar atento a esses cuidados pode ser um diferencial para garantir sua saúde e integridade física dentro dos locais de produção.

O que você precisa para ser?

Essa é uma profissão que não exige uma formação específica. O nível de escolaridade mais recorrente entre contratados é o de ensino médio completo e a pessoa geralmente recebe treinamento adicional tanto teórico como prático dentro da própria empresa, o que permite a você trabalhar em diferentes partes da linha de produção, como, por exemplo, fabricação, montagem dos produtos, teste do produto final, transporte e logística, controle de qualidade, etc.

No entanto, apesar de não ser exigida uma formação técnica ou superior, profissionais que possuem cursos são mais valorizados, com maior chance tanto de contratação quanto de alavancar a carreira em curto e médio prazos. O SENAI, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial é uma instituição de capacitação justamente para o setor, e traz cursos presenciais e à distância em diversos processos da linha de produção.

Se você está procurando ingresso no mercado de trabalho, onde houver indústrias, há oportunidades, sendo esse um dos setores que mais contratam e movimentam a economia como um todo. Se você tem afinidade pelo setor de produção industrial, talvez essa ocupação seja realmente boa para você. Procure por vagas, atualize seu currículo e boa sorte nas entrevistas.

Qual o Salário Médio?*

No mercado brasileiro, profissionais trabalhando neste ramo ganham um salário médio de R$ 1.700 para uma jornada de trabalho normal em carteira assinada, 44 horas semanais.

Os valores ficam sujeitos a variações de acordo com as características de cada vaga de trabalho. Informações extraídas de sites do ramo.

Com informações de Indeed.

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