Categoria: Notícias

  • Pesquisadores estudam efeitos da Covid-19 em pacientes curados

    Passados 10 meses da declaração da Organização Mundial de Saúde (OMS) de que o planeta vive uma pandemia do novo coronavírus, estudiosos ainda tentam compreender os efeitos da doença no corpo humano. Um estudo chinês publicado na revista científica Lancet mostrou que 76% de um total de 1.655 pacientes que contraíram a doença, e que foram internados, apresentaram sintomas e sequelas da enfermidade seis meses após a alta hospitalar. 

    Para a elaboração do estudo, os pesquisadores aplicaram um questionário a pessoas curadas da Covid-19, com idade entre 47 e 65 anos, para avaliar a qualidade de vida e os sintomas. Além disso, também foram realizados testes físicos. Fadiga ou fraqueza muscular foram os sintomas mais relatados (63%), seguido por sintomas de ansiedade e depressão (23%). 

    Os pesquisadores afirmam também que a redução de anticorpos em pacientes com infecção aguda pela Covid-19 acende o sinal de alerta para uma reinfecção da doença.

    A técnica de enfermagem Vania Lucia da Silva, 55 anos, moradora da região administrativa de Ceilândia, no Distrito Federal, precisou ficar internada e foi entubada após ser diagnosticada com a Covid-19. Após receber alta, ela conta que perdeu 14 kg e, até hoje, sente reflexos da doença em seu dia a dia. 

    “Quando eu saí do hospital, eu fiquei duas semanas no oxigênio e precisei fazer fisioterapia pulmonar por quase dois meses. A minha força muscular e minha resistência física também diminuíram.”

    Neste ano, a Secretaria de Saúde de Goiás deu início ao programa Reabilita Goiás, que tem o objetivo de qualificar as equipes de Atenção Primária e fortalecer a assistência integral à saúde a pessoas infectadas pelo coronavírus que ainda apresentam sequelas ou limitações resultantes da doença. A iniciativa está sendo aplicada apenas no município de Inhumas, mas a pasta afirma que pretende expandi-la em outras localidades.

    O tratamento terá duração de oito semanas e a reabilitação será feita três vezes por semana, sendo um dia de forma presencial e dois dias de forma remota. Essa divisão visa submeter o paciente a exercícios físicos e, assim, aumentar a intensidade deles aos poucos. 

    Hemerson Luz, médico especialista em Infectologia, explica que diversas pessoas que tiveram casos graves da Covid-19 apresentam complicações no pulmão, o que dificulta a realização até mesmo de tarefas cotidianas simples. 

    “Esses pacientes geralmente têm uma perda importante de capacidade pulmonar e podem ter cansaço constante e falta de ar em atividades que antes eles conseguiam fazer. A fisioterapia respiratória precoce é uma forma de tratar esse problema”, diz. 

    Pesquisadores estudam efeitos da Covid-19 em pacientes curados

    Investigação

    Por se tratar de uma doença nova, médicos e pesquisadores de todo o planeta ainda investigam os efeitos a médio e longo prazo da Covid-19 em pacientes curados. Também há relatos de pessoas que, mesmo curadas, tiveram sequelas no cérebro, coração, rins, e no sistema vascular. 

    “Pesquisadores estudam efeitos da Covid-19 em pacientes curados”, com informações de Brasil 61

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  • Importância da alimentação nos primeiros anos para as crianças

    Uma pesquisa constatou que o consumo de alimentos considerados não saudáveis cresceu nas casas com crianças e adolescentes durante a pandemia; especialista em nutrição explica a importância da alimentação saudável nos primeiros anos, depois dos seis meses de vida e fala da participação da família nesse processo.

    É preciso acabar com o mito de que alimentação saudável é cara e inacessível. A conclusão é da nutricionista e consultora Márcia Vitolo, que prega que crianças de até dois anos devem ter contato com todo tipo de alimento in natura e minimamente processado para formação de hábitos alimentares saudáveis. “O Brasil tem uma imensidão de possibilidades”, externa Márcia, que fez o pós-doutorado em nutrição pela Rutgers University (EUA).  

    Em uma pesquisa publicada no final do ano passado, o Ibope Inteligência, com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), coletou informações de 1,5 mil famílias brasileiras e traçou um perfil em meio à maior crise sanitária do século. As entrevistas mostraram alguns dados preocupantes. Nas casas com crianças e adolescentes, o consumo de alimentos industrializados cresceu no comparativo entre julho e novembro. Nas residências sem crianças e/ou adolescentes, o consumo de refrigerantes e bebidas açucaradas, por exemplo, era de 29%. Com a presença de crianças e de jovens de até 17 anos, o número subiu para 34%. 

    Para Márcia, A Alimentação nos primeiros anos de vida é decisiva para a formação de hábitos alimentares, crescimento e desenvolvimento da criança.

    “A partir dos dois anos, a criança até pode consumir alimentos não tão saudáveis, mesmo porque as crianças são sociáveis, elas vão frequentar lugares que terão esses alimentos. Mas minha linha é a seguinte: até dois anos, os bebês são menos expostos a ambientes de socialização. Por isso, eles têm que ser protegidos”, reforça a especialista. 

    Em um bate-papo com a nutricionista e consultora Márcia Vitolo, ela explica a importância da alimentação in natura e minimamente processada para bebês, ou seja, alimentos saudáveis. 

    Quais os alimentos mais indicados para as crianças de até 2 anos? 

    “Primeiro que esse período é extremamente importante e determinante para aspectos futuros de saúde e formação de hábitos alimentares. Então, podemos resumir de maneira prática a questão dos alimentos mais importantes dessa forma: até seis meses de idade, é recomendado o aleitamento exclusivo. É o leite materno e só o leite materno. As situações individuais serão orientadas por profissionais de saúde, em casos especiais. Mas a recomendação é que todas as crianças podem e devem ser amamentadas até seis meses com o leite materno, ele “aguenta” tudo, ele atende todas as necessidades da criança.

    A partir dos seis meses, começa a introdução dos alimentos complementares. Eles são todos os considerados in natura, minimamente processados, alimentos que nós chamamos de saudáveis. Vamos descrever o que são esses alimentos saudáveis, para ficar bem didático: se a família vai ali na parte de hortifrutigranjeiro de um mercado, tudo aquilo que está nessa parte pode dar para o bebê a partir dos seis meses. Se for à feira, tudo que estiver ali nos corredores pode dar para o bebê. O que isso significa: que a partir dos seis meses não tem restrição de tipo de verdura, de fruta, de legume, nenhuma! É verdura, fruta, legume, cereal, grão, carnes, tudo pode dar. Tem o mito de que não pode dar carne de porco ou peixe nesse início e não existe isso. 

    O Brasil tem uma imensidão de possibilidades. É só olhar as carnes: temos frango, peixe, porco… O que nós restringimos são os alimentos ultraprocessados, que normalmente vêm nos pacotes e nas caixas, que têm aditivos, que não se parecem com comida, que foram modificados. As carnes processadas também não recomendamos que deem aos bebês até dois anos, que são as linguiças e as salsichas. Pode dar a carne de porco, mas não a linguiça ou a salsicha. Esses alimentos a gente deve evitar e retardar até lá na frente, até dois anos a gente deve ter um cuidado maior. 

    A partir dos dois anos, a criança pode consumir alimentos que não são tão saudáveis? Até pode, mesmo porque as crianças são sociáveis, elas vão frequentar lugares que terão esses alimentos. Minha linha é a seguinte: até dois anos, os bebês são menos expostos a ambientes de socialização.  Eles não vão a festas sozinhos, não andam com amiguinhos (risos). Por isso, eles têm que ser protegidos.”

    https://youtube.com/watch?v=juSEioPb0Sw

    Ainda em relação à amamentação exclusiva, o que a mãe come pode influenciar nos gostos e preferências da criança? 

    “Não. O próprio leite materno tem uma variação de sabor muito grande, ele propriamente dito. No início, ele é diferente do final da mamada. De manhã ele é de um jeito; à noite, de outro. Então, a criança que recebe o leite materno começa a receber variação de sabores que têm a ver com o próprio mecanismo fisiológico, e não tanto da alimentação da mãe. É claro que a mãe tem que ter uma alimentação saudável porque a composição do leite pode mudar, mas aí eu não estou falando do paladar [da criança]. 

    Eu prefiro não dizer que o que a mãe come pode passar para o bebê porque isso gera uma responsabilidade grande para a mãe – e que não é tão verdadeira. Ela também precisa de energia, precisa de 500 calorias a mais e quer comer algum alimento que dê prazer a ela. Então ela se priva de comer um chocolate, um doce por medo de o bebê gostar. Essa relação não é tão direta. A mãe se sente culpada de tudo e não tem que ser assim. Alergia por meio do que a mãe come é muito rara no Brasil. O que ela tem que ter é uma alimentação saudável para ela, porque a amamentação é um dos momentos fisiológicos mais especiais da natureza, além da gestação.  

    Outra coisa que quero esclarecer é que não há nenhuma evidência de que o que a mãe come provoca cólica no bebê. Não tem. Cólicas existem porque têm que existir, é um processo de adaptação e que existem técnicas que melhoram. Os profissionais de saúde já sabem de algumas, como a pega correta, a mãe estar tranquila – porque o estresse aumenta a cólica no bebê – e essa é uma das partes mais difíceis. A gente sabe que a maior parte das ocorrências das cólicas é no fim da tarde, e é quando a mãe está mais cansada. Então, a mãe fica estressada e o bebê fica estressado também, porque ele sente, é um reflexo. 

    Oriento as mães a colocarem uma música clássica ou uma música no celular que acalme.”

    A alimentação adequada ou inadequada na infância pode impactar na vida adulta? Por quê? 

    Sim, pode. Impacta muito e já temos muitas evidências, não são suposições. Há um aspecto muito importante que é o da formação da preferência alimentar. São as papilas gustativas que acabam sendo treinadas para gostar de determinados alimentos. Nós já nascemos com a preferência pelo açúcar, para o doce. Isso é biológico, todos nós nascemos, isso a pessoa gostando ou não, porque tem a ver com a sobrevivência. Nosso organismo é ainda muito primitivo do ponto de vista biológico. Nos primórdios, os alimentos doces eram mais calóricos e seguros – e não eram veneno. Na natureza, os amargos seriam os venenosos. Então, nascemos com isso por uma questão de sobrevivência. Quando a criança, precocemente, recebe um alimento com açúcar, um alimento doce, aquilo já desencadeia uma preferência. E aí vai depender do quanto é oferecido, em que idade, e os dois anos de vida são muito importantes nesse aspecto. Se for apresentado a ela esse sabor, até mesmo de alimentos ultraprocessados e com aditivos, ou do sal dos salgadinhos (ou a ‘crocância’ deles), já começa a formar a raiz da preferência. E as preferências alimentares são determinadas por volta dos dois ou três anos de idade.

    Por isso, estamos numa campanha para garantir que as crianças sejam protegidas. É o não dar, o não oferecer [o alimento ultraprocessado]. A criança não vai sair para comprá-los, porque ela é um bebê. Então, se nenhum adulto oferecer, a criança não vai andar e pegar o alimento – claro, se deixar balas e doces acessíveis e espalhados, por exemplo, ela vai comer e vai adorar. A gente tenta fazer essa prevenção. A partir dos dois anos, pode oferecer esse tipo de alimento de uma maneira mais esporádica para não criar também o radicalismo. Temos que pensar que vivemos em sociedade e que as festas estão regadas de alimentos não saudáveis, ricos em açúcar e gordura. O bebê tem a vida inteira para experimentar esse tipo de alimento, então é realmente um cuidado que os adultos devem ter até os dois anos, e a gente sabe que é só não oferecer.

    https://youtube.com/watch?v=eqx-clR_cVI

    Doenças como obesidade e hipertensão já podem ser desencadeadas na infância? 

    Sim, nós já constatamos em nossas pesquisas a prevalência de crianças de seis anos com o colesterol aumentado, com hipertensão e com alterações. E, claro, isso não vem do nada. E aí se for investigar, é uma alimentação inadequada, é um ganho de peso excessivo que ninguém prestou atenção. Nós temos que vigiar, essa vigilância tem que ser feita. Não podemos esperar. Porque primeiro a criança começa com a alimentação inadequada, o ganho de peso vem depois. Vem devagarinho e quando a gente vê… Então, temos que prestar atenção se a criança está comendo demais, se ela mostra sinais de que está insaciável, ver como está a atividade física dela. Esses elementos são muito importantes. Nada de radicalizar, mas é olhar e ver o que dá para melhorar, até porque a criança cresce. Com o adulto é mais difícil, mas com a criança é mais fácil de alterar esse comportamento. 

    A senhora percebeu alguma diferença na alimentação das crianças brasileiras em meio à pandemia? Qual? Por que a senhora acha que isso aconteceu? 

    A situação já estava ruim, muito ruim. Eu era mais flexível em relação à alimentação das crianças, mas comecei a ficar mais rigorosa até os dois anos porque acompanhei vários estudos e vi a introdução muito precoce de açúcar no bebê. Então, já estava ruim antes da pandemia. 

    Para a gente saber se houve um impacto com a pandemia, vamos ter que esperar para ver as pesquisas. A única pesquisa que conheço até agora é a do Ibope/Unicef, com as 1,5 mil famílias. O que a gente tem são alguns relatos que em algumas situações até melhorou. Logo no início da pandemia, muitas pessoas viram que a situação iria piorar e isso sensibilizou algumas famílias a cozinhar em casa. 

    Mas temos também essa situação de famílias que se desestruturaram. Crianças em casa, estressadas, sobrecarga no trabalho doméstico e houve um maior consumo de produtos industrializados, como mostrou essa pesquisa do Unicef com o Ibope. Essa é a questão, a portabilidade, a facilidade [em consumir alimentos industrializados]. Realmente, é mais fácil mesmo. Na população vulnerável, a gente sabe que tem a facilidade da conservação desses alimentos, eles não estragam, então são fáceis. Tem a questão do acesso, de preço. A gente tem que pensar o que move, como é feita essa alimentação dentro da família. 

    O grande desafio é a gente formar os hábitos alimentares nos dois, três primeiros anos de vida, porque a gente consegue ter controle. Depois de os hábitos já formados, é mais difícil. A gente consegue introduzir [novos hábitos], sem dúvida, com exemplo do que se come em casa, mas é muito importante preparar esse alicerce da formação nos primeiros anos de vida e depois manter um equilíbrio, sem radicalismos.”

    https://youtube.com/watch?v=ZJMbUG2o4iQ

    Quais as alternativas para famílias brasileiras que ficaram com a renda prejudicada nessa pandemia se alimentarem de forma adequada?

    Aqui eu vou resgatar uma campanha do Ministério da Saúde que é o arroz com feijão. Ainda é a nossa alimentação básica, inclusive das famílias que conseguem receber cesta básica. O arroz com feijão é uma combinação linda e maravilhosa para as famílias, para as crianças e inclusive para o bebezinho a partir dos seis meses. É excelente porque tem proteína de boa qualidade, o feijão tem ácido fólico, muitos micronutrientes que até são difíceis de encontrar em alimentos mais caros. 

    Importância da alimentação nos primeiros anos

    E aí o que dá para fazer a mais? Tentar comprar uma carne mais barata, até em pouca quantidade. É possível termos uma alimentação saudável bem de baixo custo, sempre priorizando aqueles alimentos in natura, que estão na época (vegetais, frutas). Por exemplo, o abacate é um alimento excelente. É altamente calórico e sustenta. Pode amassar e dar para o bebê. No Brasil, temos alimentos minimamente processados de baixo custo que conseguem atender as necessidades. A banana é outro exemplo. Em alguns países da América Central, ela é fonte até de proteína e não é das frutas mais caras. 

    Acho que a gente tem que sair dessa ideia de que alimentação saudável é cara e que não dá para população de baixa renda alcançar. 

    “Importância da alimentação nos primeiros anos” é Com informações de Brasil 61

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  • Candidatos com Covid-19 podem pedir reaplicação do Enem

    Além de comunicar o estado pela Página do Participante, os candidatos com covid-19 devem se atentar à documentação exigida para comprovar a impossibilidade de comparecer às provas, que já começam neste domingo (17)

    Com a recomendação de que candidatos com a Covid-19 ou outras doenças infectocontagiosas permaneçam isolados e não compareçam às provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), fica a dúvida de como pedir a reaplicação das provas, que ocorrem já a partir do próximo domingo (17). 
     
    Antes de mais nada, quem está doente deve comunicar a condição na Página do Participante, pela internet, antes da realização das provas. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) afirma que o candidato deve inserir, obrigatoriamente, um documento legível que comprove a doença. 

    Na documentação deve constar uma série de informações, como o diagnóstico com a descrição da condição, a assinatura e identificação de um profissional registrado junto ao Conselho Regional de Medicina (CRM), Ministério da Saúde ou de órgão competente. 
     
    A reaplicação do Enem está prevista para os dias 23 e 24 de fevereiro. 

    “Candidatos com Covid-19 podem pedir reaplicação do Enem” Com informações de Brasil 61

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    Candidatos com Covid-19
    Brasília – Estudantes fazem provas no segundo dia da seleção do Programa de Avaliação Seriada (PAS), que permite o acesso a uma vaga na Universidade de Brasília
  • Programa Casa Verde e Amarela é sancionada por Bolsonaro

    Programa Casa Verde e Amarela substitui diretrizes do programa habitacional Minha Casa Minha Vida e busca atender 1,6 milhão de famílias de baixa renda até 2024

    O presidente da República Jair Messias Bolsonaro sancionou a Lei 14.118/21 e instituiu o Programa Casa Verde e Amarela. O projeto foi publicado na última quarta-feira (13) para substituir o Minha Casa Minha Vida, criado em 2009, com a promessa de ampliar os benefícios para as populações de baixa renda. 

    O projeto habitacional tem como estimativa atender 1,6 milhão de famílias até 2024, possibilitando o financiamento de construções e pequenas reformas de lares com renda de até R$ 7 mil mensal na área urbana e até R$ 84 mil ao ano na área rural. As taxas de juros devem girar em torno de 5% ao ano, com percentual menor para moradores dos estados do Norte e Nordeste. Nessas regiões, a taxa pode chegar a 4,25%, dependendo da renda familiar.

    O Programa oferece ainda o financiamento da regularização fundiária urbana, e permite à União que se destinem terrenos dessa propriedade aos participantes do programa através de processo de licitação, mas sem necessidade de autorização legislativa. O projeto habitacional será gerenciado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional. 

    Com informações de Brasil 61

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    Programa Casa Verde e Amarela
  • Confiança dos empresários da Indústria diminui em janeiro

    Empresários da Indústria estão menos confiantes com a situação econômica brasileira. Índice que mede essa confiança teve um recuo de 2,2 ponto em janeiro deste ano, na comparação com dezembro de 2020. A informação é da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em janeiro, o indicador ficou em 60,9 pontos – 4,4 a menos do que registrado em janeiro do ano passado. Então, confiança dos empresários da Indústria reflete situação atual.

    A CNI avalia que a queda da confiança do setor reflete o aumento das incertezas, em relação à evolução da pandemia do novo coronavírus e ao desempenho da economia nesse semestre. Segundo boletim divulgado pela confederação, “apesar da chegada da vacina, o crescimento do contágio nos países europeus e, sobretudo, no Brasil, aumentou o temor da necessidade de se impor novas medidas de isolamento social”.

    Para o levantamento, a CNI ouviu 1.286 empresas do ramo industrial, sendo 491 de pequeno porte, 505 de médio porte e 290 de grande porte.

    “Confiança dos empresários da Indústria” com informações de Brasil 61

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    Confiança dos empresários da Indústria
    Os trabalhadores da montadora Fiat Chrysler Automobiles constroem um modelo Argo 2020, em meio à disseminação da doença por coronavírus (COVID-19), na fábrica de montagem em Betim
  • Faixas do INSS será alterada; quem ganha menos, pagará menos

    Trabalhadores com carteira assinada, domésticos e contribuintes avulsos terão novo cálculo do Imposto Nacional do Seguro Social (INSS), de acordo com a faixa salarial. Faixas do INSS será alterada agora em fevereiro.

    A mudança decorre do reajuste do salário mínimo e passa a valer a partir de fevereiro.

    Quem ganha até MIL 100 REAIS contribuirá com SETE E MEIO POR CENTO para a previdência. NOVE POR CENTO a partir do mínimo ate DOIS MIL 203 REAIS.

    A terceira faixa descontará 12 POR CENTO para salários até TRÊS MIL 305 REAIS e a última, com desconto de 14 POR CENTO, para salários maiores, até SEIS MIL 433 REAIS.

    A redução na contribuição total, determinada pela Reforma da Previdência, a qual instituiu taxas progressivas.

    Na prática, o trabalhador terá desconto escalonado pelos valores de cada faixa.

    Por exemplo, se ganha mais do que o salário mínimo, o desconto do INSS equivale a SETE E MEIO POR CENTO sobre MIL E 100 REAIS e de outras alíquotas para o excedente de acordo com cada faixa salarial.

    Vale lembrar que em janeiro, os descontos seguem as faixas anteriores por se referirem aos salários de dezembro.

    “Faixas do INSS será alterada” com informações de Rádio2.

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    Faixas do INSS será alterada
  • Colheita de grãos deve atingir 264,8 milhões de toneladas

    A colheita de soja na safra 2020/2021, no Brasil, deverá chegar a 133,7 milhões de toneladas. A estimativa consta no quarto Levantamento da Safra de Grãos. Os dados sobre colheita de grãos estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    A projeção apresentada leva em conta o aumento de 3,4% na área destinada à plantação da oleaginosa, que representa cerca de 50% da colheita de grãos no país, estimada em 264,8 milhões de toneladas.

    Ainda de acordo com as informações do balanço, o salto esperado para a produção total será de 7,9 milhões de toneladas, em relação à safra 2019/2020, quando foram colhidas quase 257 milhões de toneladas. Já para a produção de milho, a estimativa é de que a safra 2020/2021 fique em 102,3 milhões de toneladas.

    Sobre o arroz, a Conab destaca que o aumento da área destinada à produção “foi menor do que o esperado, principalmente pelo fato de as chuvas não abastecerem satisfatoriamente as barragens que fornecem água para as lavouras irrigadas na Região Sul”. Sendo assim, a produção estimada está em 10,9 milhões de toneladas – número 2,5% menor do que o registrado na safra anterior.

    “Colheita de grãos deve atingir 264,8 milhões de toneladas” é com informações de Brasil 61

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    Colheita de grãos deve atingir 264,8 milhões de toneladas
  • Benefícios acima do salário mínimo têm reajuste de 5,45%

    Com a mudança, o teto dos benefícios acima do salário mínimo pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passa a ser de R$ 6.433,57

    Os segurados da Previdência que recebem acima do salário mínimo terão um reajuste de 5,45% no benefício. É o que aponta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Os novos valores foram oficializados por uma Portaria publicada nesta quarta-feira (13), no Diário Oficial da União.

    Com a mudança, o teto dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passa a ser de R$ 6.433,57. Até então o valor era R$ 6.101,06. O reajuste vale desde 1º de janeiro de 2021.

    As alíquotas são de 7.5% para aqueles que ganham até R$ 1.100; de 9% para quem ganha entre R$ 1.100,01 até R$ 2.203,48; de 12% para os que ganham entre R$ 2.203,49 até R$ 3.305,22; e de 14% para quem ganha de R$ 3.305,23 até R$ 6.433,57. Essas alíquotas, relativas aos salários de janeiro, deverão ser recolhidas apenas em fevereiro.

    Com informações de Brasil 61

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    Benefícios acima do salário mínimo têm reajuste de 5,45%
  • Intenção de consumo das famílias cresce pelo quinto mês

    Intenção de consumo das famílias: Pelo quinto mês seguido, aumentou a intenção de consumir das famílias. Em janeiro subiu 0,7% e atingiu 73,6 pontos.

    Responsável pela apuração do ICF, indicador que mede justamente esta Intenção, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, atribui a sequência de taxas positivas à confiança dos brasileiros na recuperação econômica, principalmente com a proximidade do início da vacinação contra a covid-19 no país.

    A economista da CNC e responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva destaca que os indicadores relacionados ao momento atual alcançaram em janeiro os melhores níveis dos últimos meses.

    O item que mede a satisfação dos brasileiros com o emprego cresceu 0,2% e chegou ao maior nível desde maio de 2020. O índice relacionado à renda alcançou o patamar mais alto desde junho do ano passado.

    Sobre o mercado de trabalho, a economista diz que vale ressaltar que a recuperação gradual no curto prazo já se reflete positivamente, e de forma mais intensa, nas perspectivas para os próximos seis meses em relação ao futuro profissional.

    “Intenção de consumo das famílias” é com informações de Agência Brasil

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    Intenção de consumo das famílias
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  • Primeira fase da vacinação imunizará 5 milhões contra a covid-19

    Cinco milhões de brasileiros e brasileiras serão imunizados contra a covid-19 no primeiro momento da vacinação, e 40 milhões de pessoas devem receber o medicamento até o mês de abril. A informação foi passada pelo Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a 130 prefeitos em uma reunião por videoconferência nesta quinta-feira (14). Primeira fase da vacinação imunizará grupos de risco.

    O presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, Jonas Donizette, que participou da reunião com o ministro da Saúde, disse que todos os municípios devem receber as doses das duas vacinas inicialmente disponíveis – Coronavac e AstraZeneca – ao mesmo tempo.

    O presidente da entidade de prefeitos destacou que o inicio da vacinação depende da logística para a importação dos medicamentos da Índia e da liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que está programado para ocorrer no próximo domingo. Nesta quinta-feira, o Ministério da Saúde informou que, por conta da logística internacional do trânsito aéreo, o voo que iria para a Índia buscar as doses da AstraZeneca atrasou, sendo adiada a partida para sexta-feira à noite.

    Jonas Donizette ainda explicou qual será o critério inicial para distribuição das doses, segundo informou o ministério na reunião com os prefeitos.

    O presidente da Frente Nacional dos Prefeitos disse que a distribuição será proporcional a cada população dos municípios, podendo ser um pouco maior para os locais com populações indígenas ou quilombolas, consideradas mais vulneráveis ao vírus. O ministro da Saúde ainda informou os prefeitos que a expectativa é vacinar 40 milhões de pessoas até abril, privilegiando também os profissionais da educação.

    “Primeira fase da vacinação imunizará” é Com informações de Agência Brasil

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    Primeira fase da vacinação imunizará
    Vacina, vacinação,seringa, covid 19
  • Direitos de pessoas com deficiência: MPF lança campanha

    Uma campanha lançada esta semana pelos Ministérios Públicos Federal (MPF), do Estado do Rio de Janeiro (MP/RJ) e do Trabalho (MPT)  quer promover uma maior conscientização da sociedade sobre os direitos garantidos pela Lei Brasileira de Inclusão, mais conhecida como “Estatuto da Pessoa com Deficiência”. Até a primeira semana de maio, em dias alternados, serão publicados nas redes sociais vídeos em que pessoas contam vivências, desafios e barreiras do dia a dia. Direitos de pessoas com deficiência.

    Com a  hashtag  #INCLUSÃOJÁ, a cada semana serão apresentados exemplos reais de familiares e pessoas com deficiência. São textos, vídeos e fotos que informam sobre como a lei assegura direitos. De acordo com o Ministério Público Federal, os depoimentos são feitos de forma espontânea e voluntária, como é o caso do professor Daniel Fernandes, pai da Laura, uma menina com síndrome de Down que frequenta a educação infantil.  Ele conta ter aprendido nestes primeiros anos de vida da filha que é a sociedade que exibe deficiências em se adaptar à diversidade humana.

    Segundo o Ministério Público Federal, o ponto de partida da campanha foi o interesse de membros do Ministério Público em divulgarem para a sociedade o Estatuto da Pessoa com Deficiência e também a atuação dos promotores e procuradores na defesa da lei e nas ações de combate à discriminação e defesa de direitos.

    “Direitos de pessoas com deficiência” é com informações de Agência Brasil

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    Direitos de pessoas com deficiência
  • Podcast Notícias das 5 Horas 10 – 14/01/2021

    Está no ar o Podcast Notícias das 5 Horas 10, com as informações desta quinta-feira.

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    Destaques de hoje:

    MPF lança campanha sobre direitos de pessoas com deficiência

    Objetivo é conscientizar sociedade sobre a Lei Brasileira de Inclusão, com relatos de familiares e pessoas com deficiência

    Cidades do ABC mantêm retorno presencial às aulas após data de SP

    O governo de São Paulo estabeleceu a data de 1º de fevereiro para a volta às aulas presenciais no ensino público estadual. Mas, em 7 cidades da região metropolitana de São Paulo, as datas de retorno às aulas devem acontecer no dia 18 de fevereiro na rede particular, e 1º de março na rede pública. Os prefeitos do ABC decidiram deixar a volta às aulas após a data determinada pelo governo estadual para aguardar também os efeitos do início da vacinação.

    Primeira fase da vacinação vai imunizar 5 milhões contra a covid-19

    Todos os municípios devem receber a vacina ao mesmo tempo

    Intenção de consumo das famílias cresce pelo quinto mês consecutivo

    Alta em janeiro foi de 0,7%, com o índice tendo atingido 73,6 pontos. Responsável pelo levantamento, a CNC atribui a sequência de taxas positivas à confiança dos brasileiros na recuperação econômica, principalmente com a proximidade do início da vacinação contra a covid-19 no país.

    Benefícios acima do salário mínimo têm reajuste de 5,45%

    Com a mudança, o teto dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passa a ser de R$ 6.433,57

    Ministério do Meio Ambiente amplia lista de municípios prioritários para ações contra o desmatamento na Amazônia

    Entre ingressos e regressos, lista ganha mais nove cidades

    Colheita de grãos deve atingir 264,8 milhões de toneladas, estima Conab

    Para a produção de milho, a estimativa é de que a safra 2020/2021 fique em 102,3 milhões de toneladas

    Ministério Público decide avaliar os impactos do fechamento de fábricas da Ford no Brasil

    Órgão acredita que o fim das atividades de fabricação de veículos no Brasil pode gerar prejuízos ao setor industrial

    Netflix anuncia novo documentário sobre Pelé

    Netflix anunciou hoje (14) Pelé, novo documentário sobre o jogador de futebol, que irá revisitar a história do único jogador a ganhar três Copas do Mundo.

    Reflexão sobre Arrependimento, Ações e suas Consequências

    Desta vez, encontrei uma certa dificuldade, mas busquei selecionar bem as palavras e assim possamos montar um enorme quebra cabeça e tirarmos nossas conclusões sobre uma pequena parte das consequências das escolhas que fazemos…

     

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    Podcast Notícias das 5 Horas 10
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